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terça-feira, 12 de março de 2013

SUSHI PODE TER MAIS CALORIAS DO QUE SANDUÍCHE E BATATAS FRITAS


A popularização da culinária japonesa está relacionada ao seu status de alimentação saudável e saborosa. Mas será que sushi, califórnia e outros pratos típicos são inofensivos para quem quer perder peso? 

De acordo com o livro Eat to Lose, Eat to Win (sem tradução para o português), da nutricionista Rachel Beller, um sushi tradicional pode conter de 290 a 350 calorias, com uma quantidade de carboidratos equivalente a duas fatias e meia de pão. E como você nunca vai comer apenas uma peça, um rodízio de comida japonesa pode ser tão calórico quanto um combo de hambúrguer e batatas fritas em uma rede de fast food.

VERSÕES FRITAS ACUMULAM AINDA MAIS CALORIAS

A quantidade de calorias pode aumentar muito quando são acrescentados à refeição japonesa os pratos fritos e ingredientes além de arroz e peixe. Portanto, não se engane! Uma refeição com três ou quatro sushis equivale a cerca de mil calorias, que poderiam ser encontradas em uma pizza, sanduíches repletos de molho e outros pratos reconhecidamente calóricos. 

Principal ingrediente do sushi, o arroz branco chega a representar até 75% de cada peça. A versão utilizada na culinária japonesa é muito processada, o que elimina boa parte das fibras, vitaminas e minerais presentes naturalmente no alimento. No cozimento do arroz ainda são utilizados açúcar e aromatizante, o que termina transformando a refeição saudável em uma bomba de carboidratos. 

SUSHI CONTÉM APENAS 5 GRAMAS DE PEIXE

Você também não estará fazendo um bom negócio se costuma comer algumas peças de sushi para garantir as duas porções de peixe semanais recomendadas por especialistas. Para os médicos, cada porção deve equivaler a cerca de 140 gramas de peixe, mas os sushis costumam conter, em média, apenas 5 gramas. Portanto, seria necessário comer cerca de 28 sushis para atingir a cota deste tipo de alimento. 

Se a sua intenção é comer peixe, opte pelo sashimi. Feito a partir de um corte preciso de peixe cru, ele garante boas doses de proteína, ômega-3, vitaminas e minerais, sem gordura ou as calorias presentes no arroz.

Fonte: GNT

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segunda-feira, 13 de agosto de 2012

CASTANHA DE COTIA PODE SER MAIS SAUDÁVEL


A castanha de cotia, fruto encontrado na região Norte do país, possui as mesmas propriedades nutricionais de outros frutos mais conhecidos, como a castanha-do-pará e a noz comum, mas também apresenta maiores quantidades de certos nutrientes benéficos à saúde, como o ácido graxo ômega-9 e a vitamina E, que têm ação antioxidante. 

A descoberta faz parte de uma pesquisa feita pela Universidade Estadual Paulista (Unesp) que, pela primeira vez, estudou as propriedades nutricionais dessa castanha, que ainda não é facilmente encontrada nas regiões Sul e Sudeste do país. A castanha de cotia também pode ser considerada um alimento funcional, tendo capacidade de prevenir doenças como as cardiovasculares, as neurodegenerativas e as inflamatórias — e passa a ser candidata a se tornar a nova queridinha das dietas antienvelhecimento.

A autora do estudo, Tainara Costa Singh, mestre em Engenharia e Ciência de Alimentos pela Unesp, explica que os benefícios da castanha de cotia somente podem ser obtidos se o alimento, ou o óleo extraído dele, forem ingeridos in natura. “Quando torrada, forma comum de consumo na região Norte, a castanha perde propriedades nutricionais”. Ainda segundo Singh, é comum, nos estados da região, o uso do óleo da castanha de cotia no preparo de alimentos, substituindo outros óleos, como o de girassol, por exemplo.

No entanto, como explica a autora, esse estudo não olhou para a possível presença de substância tóxica na castanha de cotia e nem para os efeitos adversos que podem ser apresentados pelo seu consumo excessivo. A castanha-do-pará, por exemplo, é considerada saudável, já que tem grande quantidade de selênio, mineral benéfico aos neurônios. Quando consumida em excesso, entretanto, ela pode ser tóxica e provocar sintomas como dores de cabeça.

A PESQUISA

Nesse estudo, foram analisadas e comparadas as propriedades nutricionais de seis alimentos diferentes: a castanha de cotia, a castanha-do-pará, a castanha-do-gargueia, a castanha-sapucaia, a noz comum e a noz pecan. Os resultados foram apresentados recentemente no 23º Congresso Brasileiro de Ciência e Tecnologia de Alimentos, em Campinas e a pesquisa foi aceita para publicação na Revista do Instituto Adolfo Lutz (IAL).

Fonte: Veja


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sábado, 11 de agosto de 2012

6 ALIMENTOS QUE DIMINUEM O COLESTEROL


O colesterol alto pode ser considerado o vilão de uma vida saudável. Taxas elevadas aumentam os riscos de desenvolver arterioesclerose, doença silenciosa que leva ao entupimento das artérias e pode culminar em infartos e até acidentes vasculares cerebrais (AVC). Confira dicas simples para evitar o colesterol alto com a alimentação.

De acordo com a nutróloga Liliane Oppermman, “é preciso investir em alimentos ricos em fibras, que têm a capacidade de absorver o colesterol. Recomenda-se o consumo de 30 gramas diárias de vegetais folhosos, frutas com casca e cereais integrais são suficientes para evitar a elevação do colesterol e também ajudar a diminuir as taxas”. A seguir, saiba quais alimentos são mais eficazes na diminuição do colesterol:

AVEIA - “A aveia é rica em um nutriente chamado betaglucana, capaz de regular a síntese (formação) de colesterol. As fibras solúveis presentes no alimento exercem uma importante função de carregar parte do colesterol no intestino, reduzindo sua absorção. Recomendo o consumo de duas colheres de sopa de farelo de aveia por dia”, diz a nutricionista Lucianna Jardim.

CHÁ MATE - Segundo Lucianna Jardim, “o chá mate é rico em uma substância chamada saponina, que auxilia na redução da absorção do colesterol no intestino. Recomenda-se a ingestão de três xícaras de chá por dia”.

ROMÃ - “O suco de romã possui substâncias antioxidantes, como flavonóides, ácidos fenólicos e ácido elágico. Estudos têm demonstrado efeitos benéficos sobre a pressão arterial, câncer e diminuição do colesterol ruim. Recomendamos fazer suco com as sementes de romã ou utilizar as sementes na salada”, explica a nutricionista.

SALMÃO - Segundo Lucianna, “o ômega-3 presente no salmão auxilia na redução do colesterol ruim (LDL) e aumenta os níveis do colesterol bom e protetor do sistema cardiovascular (HDL). Recomendo a ingestão de 100 gramas por dia, seis vezes por semana”.

CEBOLA - “Além de temperar os pratos, a cebola alimento tem potencial antioxidante, que protege o sistema circulatório, regulando a pressão arterial. Também possui bom conteúdo de fibras, que auxiliam na redução do colesterol sanguíneo. Recomendamos consumir em torno de 100g por dia”, orienta a nutricionista.

AZEITE DE OLIVA EXTRA VIRGEM - “O azeite de oliva extra virgem é rico em gorduras monoinsaturadas que auxiliam na redução do colesterol total e ruim (LDL) e aumenta o colesterol bom (HDL). O alimento também possui propriedades importantes para regular a pressão arterial e prevenir doenças cardiovasculares. A dose recomendada é de duas colheres de sopa de azeite extra virgem por dia”, explica a nutricionista Lucianna Jardim.

DICAS EXTRAS - Segundo Lucianna Jardim, “para prevenir o colesterol alto é preciso evitar o consumo de carne vermelha gorda, como picanha e cupim, leite integral, camarão, molhos gordurosos, doces e frituras em geral”. De acordo com a endocrinologista Carolina Mantelli, “a prática regular de exercícios físicos é comprovadamente eficaz na redução da taxa total e elevação do bom colesterol. Pratique, pelo menos, 30 minutos de exercícios aeróbicos de intensidade moderada, de três a quatro vezes na semana”. A médica ressalta que, em alguns casos, pode ser necessário o uso de medicamentos.

Fonte: GNT


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quinta-feira, 21 de junho de 2012

AS MELHORES E PIORES FRUTAS SECAS PARA A SAÚDE


AS MELHORES PARA O CÉREBRO: os amendoins são tecnicamente leguminosas, mas geralmente entram no grupo das nozes. Eles são ricos em folato, um mineral essencial para o desenvolvimento do cérebro que pode proteger contra o declínio cognitivo. Como a maioria das outras nozes, amendoim também são cheios de gorduras saudáveis e vitamina.

AS MELHORES PARA A DIETA: todas as frutas secas são quase iguais em termos de calorias por grama, e com consumidas moderação, elas são saudáveis para qualquer dieta. "Sua mistura de ácidos graxos ômega-3 ácidos graxos, proteínas e fibras vai ajudá-lo a se sentir satisfeito", diz Judy Caplan, porta-voz da Academia de Nutrição e Dietética. As que possuem menor taxa de gordura são as amêndoas, pistaches e castanhas.

AS MELHORES PARA A PREVENÇÃO DE DOENÇAS: relativamente com baixa em calorias, as amêndoas têm mais cálcio do que qualquer outra fruta seca, o que faz dela um alimento ótimo para a saúde. Além disso, elas são ricas em fibras e vitamina E, um antioxidante que ajuda a combater a inflamação e, possivelmente, o câncer de pulmão e o declínio cognitivo.

AS MELHORES PARA OS HOMENS: as castanhas-do-pará são ricas em selênio, um mineral que pode proteger contra câncer de próstata e outras doenças. Porém, coma com moderação: uma pesquisa recente deu a entender selênio em demasia pode estar ligada ao risco de diabetes tipo 2. Pecans também são boas para a saúde dos homens: elas estão carregados com beta-sitosterol, que pode ajudar a aliviar os sintomas da hiperplasia prostática benigna (BPH), ou aumento da próstata.

AS MELHORES PARA O CORAÇÃO: embora todas as nozes contêm gorduras saudáveis para o coração e omega-3, elas também possuem grandes quantidades de ácido alfa-linoléico (ALA). Estudos tem sugerido que o ALA pode ajudar a arritmias cardíacas, e uma pesquisa de 2006 sugeriu que as nozes espanhoas foram tão eficazes como o azeite na redução da inflamação e oxidação das artérias após uma refeição gordurosa. Os autores deste estudo, financiado em parte pela Comissão Walnut Califórnia, recomendava comer cerca de oito nozes por dia para conseguir benefícios similares.

AS PIORES PARA A DIETA: quer manter as calorias em dia? Fica que longe das macadâmias e pecans. Cada 10 g de macadâmia, por exemplo, tem 2 g de proteína, 21 g de gordura. No entanto, ela e a pecã ainda são boas frutas secas: A diferença entre elas e as de baixa caloria é pequena. A dica é economizar nas porções.

Fonte: Terra

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segunda-feira, 16 de abril de 2012

REQUEIJÃO, CREAM CHEESE OU MAIONESE?


Todos podem ir no lanche do seu filho (se a lancheira for térmica) e fazer parte das refeições na sua casa. “Mas um não é melhor que o outro”, diz Priscilla Kaktsuka, nutricionista do Hospital Samaritano (SP). Como são produtos industrializados, devem ser consumidos com limite. Veja os prós e os contras de cada um: 

REQUEIJÃO OU CREAM CHEESE

PRÓS: são fontes de cálcio, importante para a formação dos ossos e dentes, e de proteína, que ajuda no desenvolvimento muscular.

CONTRA: possuem gordura de origem animal, aquela que aumenta os riscos de doenças cardiovasculares no futuro.

CONSUMO: 2 colheres (sopa) por dia (de um dos dois).

MAIONESE

PRÓS: tem gordura monoinsaturada e é fonte de ômega 3 e 6, que elevam o nível de colesterol bom (HDL) e reduzem o do ruim (LDL).

CONTRA: mais calórica, não é recomendada para crianças que estejam com uma dieta especial. Nesse caso, a light é indicada.

CONSUMO: 1 colher (sobremesa) por dia.


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segunda-feira, 5 de março de 2012

CAFEÍNA E AMAMENTAÇÃO


Essa discussão, que é sempre polêmica, voltou ao debate recentemente depois que uma entrevista com um especialista no assunto, Ruth Lawrence, da University of Rochester School of Medicine and Dentistry, foi publicada no Journal of Caffeine Research. Segundo Lawrence, como os bebês não conseguem metabolizar ou eliminar a cafeína muito bem, o acúmulo da substância poderia levá-lo à irritabilidade e problemas de sono.

Mas será que um cafezinho apenas é capaz de trazer tanto prejuízo? “Usamos a cafeína como medicamento para a apneia da prematuridade (quando o bebê para de respirar temporariamente) em doses mais altas do que aquela que a mãe pode passar para o bebê pelo leite. Com moderação, tomar um café de manhã e à tarde, não traz riscos”, diz Mario Cícero Falcão, pediatra e nutrólogo do Hospital Santa Catarina (SP). 

Agora, se você toma café no seu trabalho a toda hora, é preciso mudar esse hábito: choro, agitação e dificuldade para dormir são problemas que podem, sim, atrapalhar o dia a dia da vida do seu filho. Além do café, o chá e bebidas à base de cola também contêm cafeína.

MENOS MITOS

Exceto o que é extremamente proibido durante o período de amamentação (mas que sempre pode fazer mal a você e seu filho), como álcool, cigarro, drogas e alguns medicamentos, a alimentação durante esse período deve ser normal. “Existem muitas lendas de alimentos que podem provocar cólicas no bebê. A única coisa que é comprovada cientificamente é que o leite da mulher que consome muita gordura saturada tende a ser mais gorduroso e pode provocar cólica no bebê”, afirma Mario. 

Por outro lado, o ômega 3, que é considerado gordura boa, traz benefícios para o coração, cérebro e visão do bebê e devem fazer parte do cardápio das mães que amamentam. Atum, sardinha e peixes de água fria têm mais quantidade de ômega 3.

Agora, se você perceber que toda vez que come feijão seu filho tem cólica, acredite no seu taco. “Mãe sempre tem razão. Pediatra que não acredita nesse princípio nunca vai ser um bom pediatra”, diz Mario. Por isso, nada melhor que você para saber também o que é melhor para o seu filho. E uma dica importante: além da alimentação equilibrada, é fundamental você se hidratar. 

O leite é formado 99% de água, por isso você deve tomar 2 litros de água por dia, fora o que você vai ingerir com outros líquidos, como os que estão nos alimentos. Nos dias quentes, reforce a hidratação. “É comum as mães acharem que o leite está secando nessas épocas, mas é porque está faltando água no organismo, já que ela perde mais líquido por causa do calor”, reforça Mario.

Fonte: Revista Crescer
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sábado, 3 de março de 2012

CHIA AJUDA A EMAGRECER E COMBATE O COLESTEROL


Rica em fibras, cálcio, ferro, fósforo, potássio, magnésio, zinco e, especialmente, em ômega-3. Encontrada em forma de grãos, farinha e óleo. Estamos falando da Chia, a semente da planta Salvia hispânica, a mais nova queridinha dos fãs da alimentação saudável. Originária do México, além de trabalhar no controle do colesterol, também ajuda a emagrecer.

Segundo a nutricionista Mariana Froes, a Chia se transforma em “gel” dando mais saciedade para quem a consome. Dessa forma, a digestão fica mais lenta equilibrando os níveis de glicose e causa a sensação de saciedade por mais tempo.

Ainda de acordo com a especialista, por ser rica em Ômega-3, a Chia é um importante anti-inflamatório e equilibra o organismo. “Sabemos que a obesidade é uma doença inflamatória e que o tecido adiposo aumenta esse processo, sendo assim, ela pode ajudar no combate à obesidade. Sabemos também que o omega 3 está associado à depressão, então, o seu consumo pode ajudar também nesse sentido”, explicou Mariana.

A chia tem um sabor suave, por isso, pode ser misturado com outros alimentos como iogurtes, sucos, frutas, até mesmo em preparações caseiras de bolo e biscoitos. Agora é usar a imaginação e tornar a Chia parte do seu cardápio diário. Só não vale abusar na quantidade pois o seu valor calórico é alto!

Fonte: Sua Dieta Partilhar

sábado, 14 de janeiro de 2012

MELHORES ALIMENTOS PARA QUEM CHEGOU AOS 30


Você chegou aos 30. Está mais seguro, mais maduro e com o bolso um pouco mais recheado do que quando tinha 18. Ainda assim, o seu organismo começa a apresentar os primeiros sinais de envelhecimento. O metabolismo de quem chegou a essa idade agora, antes permitia queimar as calorias de um sanduíche grande. A triste informação é que agora, a cada 4 anos, ele começa a perder  1% de sua capacidade.

De acordo com o endocrinologista Carlos Ferreira Porto, por mais que você esteja com o corpo em cima, a tendência é engordar um pouco. “Por isso a importância dos exercícios e da alimentação saudável”, ensina a médico. Segundo um estudo publicado no American of Clinical Nutrition, pesquisadores demostraram que até mesmo as pessoas que sempre se preocuparam com a manutenção do peso durante 40 anos, ganharam cerca de três quilos de gordura no de correr desse tempo (dos 30 aos 40). E ainda perderam o mesmo peso em massa muscular.

A substituição da massa magra por gordura tem outro agravante, conforme explica o médico. “Além do ganho natural de gordura, natural com o passar dos anos, essa gordura cria um ciclo que por sua vez diminui ainda mais o gasto calórico”, diz ele. “Quanto mais massa muscular, maior o gasto de calorias, pois os músculos consomem energia”.

O aumento da pressão é outro problema que passa a se tornar real para quem alcançou os 30. Cientistas descobriram que além de fatores como obesidade, falta de exercícios e alto consumo de sal, dietas com pouca taxa de potássio são a causa número um da hipertensão. A solução, segundo Porto, é aumentar a dose do mineral na alimentação. “Comer mais banana, vegetais de folhas escuras e feijão ajudam a reduzir o problema”, recomenda.

No organismo feminino, a catecolaminas, hormônios que ajudam na queima de gordura, ficam cada vez mais escassos. Isso faz com que a tarefa de manter a cinturinha em dia fique mais difícil. Para os homens, o nível de testosterona também começa a diminuir. Para minimizar a redução do hormônio mais anabólico do corpo masculino, o médico diz que, em primeiro lugar, é preciso reduzir o consumo de álcool. 

A bebida álcoolica pode baixar em até 25% o nível de testosterona”, afirma. De acordo com ele, a falta do hormônio pode causar queda de cabelo e diminuir o ganho de músculos. “O melhor é ingerir gorduras monoinsaturadas diariamente. Alimentos como nozes, amendoins, amêndoas, além dos peixes como o atum e salmão são as melhores fontes”.

Fonte: Terra

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quinta-feira, 28 de julho de 2011

SEM MEDO DE FRITURAS

Quem não ama frituras? Batata-frita, pastel, salgadinhos e afins, todos são uma delícia. Pena que sejam considerados tão nocivos á saúde. Mas, e se existisse um jeito de tornar as frituras mais saudáveis? Pois saiba que ele existe. Aprenda a transformar esses vilões em aliados de uma dieta saudável.

Em primeiro lugar você deve escolher óleos saudáveis recomendados por especialistas como os de canola, linhaça, coco e castanha-do-pará, conforme ensina a nutricionista Cláudia Campos, de Porto Velho (RO). “Usando óleos saudáveis você garante que o seu alimento tenha menos gordura e calorias”, diz. Além disso, nunca reaproveite o óleo, pois, segundo Cláudia, a repetição da fritura ocasiona a formação da temida gordura trans, responsável pelo aumento dos níveis de colesterol ruim (LDL).

O segundo passo, de acordo com a nutricionista, é se certificar de que o óleo esteja quente, mas não fervendo. “A temperatura do óleo não deve exceder os 190°C”, ela explica. “Assim ele não irá penetrar muito fundo no alimento”, diz. Um jeito de saber se o óleo já atingiu essa temperatura é nunca deixar que ele solte fumaça. “Aquecer demais também faz com que o óleo perca as suas propriedades benéficas, como o ômega-3 e ômega-6”, explica.

Outro passo importante (inclusive para a boa gastronomia) é não encher a frigideira com o produto a ser frito. “Quanto mais cheia a frigideira, mais a temperatura do óleo baixa e ele tende a penetrar demais nos alimentos”, diz. É o famoso efeito “encharcar” que toda boa cozinheira conhece. Por último, quando retirar as frituras da panela, coloque-as sobre papel absorvente para que o óleo seja drenado.

“Fazendo isso, é como se você tivesse usado apenas uma colher de sopa de óleo para fritar”, ensina a nutricionista. Segundo ela, se você seguir os procedimentos adequados, não é mais do que isso que sobra na comida depois da fritura. “Fritar não faz mal, o que faz mal é fritar da forma incorreta”.

Fonte: Terra
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terça-feira, 7 de junho de 2011

QUAL O MELHOR PÃO PARA DIETA?

Comer um pãozinho com manteiga no café da manhã é quase uma tradição para os brasileiros. Mais do que gostosos, os pães são ricos em carboidratos. Esses nutrientes são importantes para o funcionamento de corpo e não devem ficar de fora da dieta, desde que controladas as quantidades. Todos os pães são ótimas fontes de carboidratos, responsáveis por dar energia ao corpo. Mas, como o teor de nutrientes e fibras podem variar, é importante saber qual é a melhor hora para o consumo sem culpa.

CONHEÇA OS DIFERENTES TIPOS

PÃO BRANCO NORMAL: Também conhecido como pão francês ou pão de sal, o pão branco é o mais consumido pelos brasileiros. Ele é feito com farinha refinada de trigo e é rico em carboidratos e proteínas. Como o índice glicêmico é elevado, não deve ser consumido antes dos exercícios ou antes de dormir. O hábito de consumi-lo na primeira refeição do dia é bastante saudável.

PÃO INTEGRAL: Opão integral não é preparado com farinha refinada, o que mantém as quantidades de vitaminas, minerais e fibras dos cereais no pão, tornando-o bastante nutritivo. Mesmo que também tenha carboidratos, as fibras contidas no pão integral desaceleram a absorção de glicemia pelo organismo, o que diminui o índice glicêmico. Ideal para ser consumido antes da atividade física, garantindo energia durante todo o treino.

PÃO DE LINHAÇA: A linhaça é ótima fonte de ômegas 3 e 6, por isso, ela só traz vantagens à sua dieta, além de ser um importante agente antioxidante e renovador celular. Um pão feito dessa sementinha também possui essas caraterísticas. De acordo com o nutricionista Vinicius Oliveira, o pão de linhaça, ainda garante ao corpo um aumento de energia e de vitalidade. "A linhaça acelera o metabolismo, o que garante eficácia na produção de energia celular e ajuda a recuperar a fadiga muscular". Por isso ele é uma ótima opção para um lanchinho antes e depois do treino.

PÃO DE CENTEIO: Esse pão é o campeão no quesito quantidade baixa de gordura. "O pão de centeio é o que contém menos gorduras e proteínas, sendo uma boa opção para quem não quer mais consumir pão branco ou quer ingerir menos gorduras", diz Vinícius Oliveira. Além disso, ele tem praticamente as mesmas fibras que o pão integral, ajudando no processo digestivo. No entanto, esse pão contém mais carboidratos do que os outros tipos.

PÃO DE AVEIA: Rico em ferro, magnésio, zinco, cobre e proteínas, o pão de aveia é bastante indicado para quem tem problemas em controlar a glicemia, já que a aveia é rica em fibras solúveis, principalmente a beta-glucana, que retarda a absorção de glicose e do colesterol, sendo uma sugestão de pão para hipercolesterolêmicos. Além disso, assim como o pão integral, a grande quantidade de fibras ajuda a abaixar o índice glicêmico, ideal para quem quer fazer um lanchinho antes de alguma atividade física mais demorada.

PÃO DE MILHO: O pão de milho, diferente do que é feito de trigo, não perde a casca durante o processo de preparação. Por isso, ele é rico em fibras e minerais, como fósforo, ferro, potássio e zinco. Além desses nutrientes, o pão de milho também é rico em proteínas e vitaminas do complexo B. "Ele é uma importante opção para quem tem doença celíaca, já que o milho não contém glúten", diz o nutricionista Vinicius Oliveira.

PÃO AUSTRALIANO: Esse pão, feito de farinha de trigo enriquecida com ferro e ácido fólico, tem uma cor escura, que vem da farinha integral, e um sabor adocicado causado pelo estrato de mel usado durante o preparo. É rico em vitaminas, minerais e fibras provenientes da casca dos grãos de trigo.

PÃO SÍRIO: Também conhecido como pão pita, ele é feito de trigo assim como o pão branco, só que contém menor quantidade de gorduras e de carboidratos. Ele é uma boa opção para quem quer variar a dieta sem aumentar a quantidade de calorias e gorduras ingeridas.

CROISSANT: Croissant - que quer dizer crescente em francês - é aquele pãozinho em forma de meia-lua, feito com massa folhada e grande estrela do café da manhã dos franceses. Essa opção tem mais gorduras e calorias do que os outros tipos e deve ser consumida com moderação, principalmente as versões recheadas.

Fonte: Adaptado do Yahoo
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domingo, 22 de maio de 2011

PREVENÇÃO À GRIPE VAI ALÉM DA VACINA

As campanhas de vacinação contra a gripe são importantes, mas as formas de prevenção vão além das doses aplicadas nos postos de saúde. A principal delas tem a ver com uma dieta equilibrada. Entre os alimentos que você precisa ingerir diariamente, há aqueles que apresentam vitaminas e minerais específicos para tornar o corpo mais resistente.

Como destaca a nutricionista Tarcila Campos, um cardápio que preserve a saúde do intestino é fundamental, pois o órgão pode ser tanto uma porta de entrada ou uma barreira para bactérias e vírus. Isso vai depender dos seus hábitos alimentares.

Leites fermentados ou iogurtes ricos em probióticos – as bactérias do bem – ajudam a regular a flora intestinal, acionando os mecanismos de defesa do organismo. “Hoje, há probióticos vendidos até em cápsulas, nas farmácias de manipulação”, diz Campos.

A ingestão de fibras, como as presentes nas folhas e nos cereais integrais, também ajudam o intestino. Uma salada verde nas refeições facilita o aproveitamento de nutrientes pelo corpo, deixando o sistema imunológico mais bem preparado para agir contra a gripe e outras doenças.

Confira alguns aliados que você tem à disposição para fortalecer o organismo e evitar ficar de cama. ATENÇÃO! os itens da lista não devem ser consumidos apenas quando a gripe aparecer. A alimentação saudável deve ser um hábito constante:

Zinco: ajuda na produção de células do corpo, inclusive as responsáveis pelo sistema imunológico. É encontrado em ovos, leite e derivados. Também em frutas oleaginosas, como castanhas e amêndoas. Entre as carnes, mais presente no frango.

Vitamina E: encontrada em óleos vegetais, como os de milho e girassol, além do azeite. Tem função antioxidante, preparando o corpo para lidar melhor com o estresse nas células causado pela gripe.

Ômega-3: fortalece o sistema imunológico. Está presente em peixes como o salmão e no óleo de linhaça. Uma sugestão é misturar linhaça triturada no suco de laranja.

Vitamina C: presente em frutas como laranja, limão, lima e acerola. Fortalece a produção de anticorpos e outras células de defesa. Também é antioxidante. Embora um aliado famoso, não atua sozinho na defesa do organismo. “Não adianta tomar comprimidos de vitamina C todo dia, sem uma dieta balanceada, e achar que você está protegido”, diz a especialista.

Fonte: Terra
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terça-feira, 10 de maio de 2011

PEIXE PODE REDUZIR POSSIBILIDADE DE PARTO PREMATURO

Um estudo recentemente publicado no jornal Obstetrics and Gynecology concluiu que entre as mulheres grávidas que apresentavam risco de parto prematuro, aquelas que consumiam porções de peixe algumas vezes por semana diminuíam a probabilidade de dar à luz antes do tempo.

Ainda não se sabe ao certo qual a relação direta do peixe com o parto prematuro, mas os pesquisadores enfatizam que os resultados comprovam a indicação médica de que grávidas devem comer cerca de duas porções deste tipo de proteína por semana.

Liderada pelo Dr. Mark A. Klebanoff, do Nationwide Children's Hospital de Columbus, em Ohio (EUA), a pesquisa incluiu 852 gestantes com risco maior que o normal de sofrerem um parto prematuro. Cerca de 70% das entrevistadas confessaram comer no mínimo meia porção de peixe uma vez por semana, durante os cinco primeiros meses de gestação. Destas, 36% tiveram seus bebês antes do tempo. Já a análise feita com mulheres que comiam peixe somente uma vez por mês mostrou que destas, 49% delas pariram com antecedência.

Em uma visão geral, pesquisadores concluram que as mulheres que consumiam duas ou três porções de peixe por semana eram 40% menos prováveis a ter um parto prematuro. Mas não questão apenas de comer mais peixe, explica Dr. Klebanoff. O médico atenta que os dados não significam que quanto mais se consuma a proteína, melhor. Como em qualquer dieta, o equilíbrio é fundamental.

BENEFÍCIOS DO PEIXE

Que o peixe é uma opção saudável de proteína, você já sabe. O alimento é conhecido por sua quantidade considerável de ômega 3, ácido-graxo que faz bem ao cérebro e ao coração. A nutricionista Maria Angela Ricco explica que o consumo de peixe pode acelerar o metabolismo do feto e acelerar o desenvolvimento cognitivo. Os tipos mais recomendados de peixe para consumo na gravidez são os de água fria como o atum, o salmão e a sardinha e eles devem ser consumidos, não só durante a gestação, como na amamentação também, lembra a nutricionista.

Mas mesmo que o peixe seja considerado uma carne magra, ele contém gorduras e deve ser consumido com bom senso. Cozido ou assado são as melhores opções. Evite o peixe cru, que pode desencadear uma infecção intestinal ou, pior ainda, a contaminação por toxoplasmose. Para preservar o ômega 3, evite fritá-lo. Isso porque a alta temperatura do óleo altera a substância.

Fonte: Revista Crescer
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quinta-feira, 24 de fevereiro de 2011

DEIXE A SUA FRITURA MENOS NOCIVA

“Durante o processo de fritura, os óleos são continuamente expostos a fatores que levam a um grande número de reações químicas”, conta a nutricionista Hosana Rodrigues, da Universidade de São Paulo. Há desde a transformação das moléculas de ácido graxo até alterações de aroma e sabor. “Pode ocorrer a formação de trans, se o óleo for reaproveitado e permanecer horas e horas sob altas temperaturas”, revela Ana Carolina Gagliardi, do Instituto do Coração de São Paulo.

O aquecimento exagerado favorece a perda de ômegas, e a maioria dos óleos usados na cozinha contêm ômegas 3 e 6, gorduras do bem e essenciais para o nosso organismo, que simplesmente acabam desperdiçadas. Nunca deixe chegar ao ponto de fumaça. Sem contar que as frituras aumentam pra valer a quantidade de calorias nas refeições. Para você ter uma ideia, uma escumadeira cheia de batata cozida fornece 68 calorias, já a batata que passou por fritura, o teor calórico sobe para nada menos que 182.

“A fritura pode entrar esporadicamente no cardápio de quem pratica atividade física, desde que o óleo seja saudável e bem fresco”, aconselha a nutricionista Cynthia Antonaccio, de São Paulo. Outra dica é fritar vegetais como brócolis, cenoura e outros, no lugar da batata e mandioca. E nada de linguiça na banha de porco, hein?

Adaptado da Revista Saúde
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quinta-feira, 20 de janeiro de 2011

SUPLEMENTO ALIMENTAR ALIVIA SINTOMAS DA TPM

O fim da Tensão Pré Menstrual (TPM) pode estar mais próximo. Um estudo feito pela Universidade Federal de Pernambuco (UFPE) renova a esperança de quem convive com o problema. Segundo os pesquisadores, ingerir uma cápsula de ácidos graxos por dia é capaz de reduzir em mais da metade os sintomas.
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Os ácidos graxos são um tipo de gordura essencial para o organismo, mas não são produzidos pelo corpo humano. Estão presentes em quantidade reduzida em alimentos como peixes, óleos de linhaça, de fígado e de bacalhau. Por isso, alguns médicos os recomendam em forma de suplemento na dieta.
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Participaram do estudo 120 mulheres entre 17 e 37 anos diagnosticadas com o problema. Elas foram acompanhadas durante oito meses: dois antes do início do tratamento e seis durante a ingestão das cápsulas. Um grupo recebeu uma pílula com 1 grama de ácidos graxos, outro recebeu 2 gramas e o terceiro tomou placebo. Além disso, diariamente as voluntárias preenchiam uma escala de marcadores para descrever a intensidade dos sintomas.
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Ao final do período, todos os grupos tiveram melhora, sem apresentar alteração nos níveis de colesterol: o primeiro grupo afirmou ter reduzido os sintomas em 64%, o segundo grupo em 74% e o terceiro, em 16%. "Os primeiros sinais de melhora surgiram depois de três meses e não houve relato de efeitos colaterais", afirmou Edilberto Rocha Filho, autor do estudo e médico-assistente do Departamento de Ginecologia da UFPE.
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Fonte: Uol
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domingo, 28 de novembro de 2010

ALIMENTAÇÃO PARA CONCURSEIROS E VESTIBULANDOS

Já passou pela sua cabeça que a alimentação pode interferir no seu resultado em concursos, provas e vestibulares? Pois as mais novas pesquisas mostram que sim.
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A alimentação adequada aumenta a memória, melhora a capacidade cardiorrespiratória, a oxigenação cerebral e a circulação sanguínea na mente. Por outro lado, a dieta desbalanceada pode deixar a pessoa cansada, sonolenta, irritada, fatores estes que prejudicam o desempenhos nas provas.
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Além de seguir os conceitos da nutrição saudável que propõe o aumento do uso de frutas, vegetais, água, cereais integrais, leite e derivados desnatados, a moderação para o consumo de carnes, açúcares e gorduras e a inclusão de alimentos funcionais (azeite, aveia, oleaginosas), a dieta dos concurseiros e vestibulandos precisa ser especial. Alguns alimentos são capazes de melhorar a memória e manter o cérebro mais ativo.
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VALE COLOCAR ESTES ALIMENTOS NO PRATO:
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º Frutas como kiwi, morango, maçã, pêssego, uva: fontes da fisetina, substância que auxilia o funcionamento cerebral contribuindo para a memória;

º Frutas vermelhas: fontes dos flavonóides, substâncias que protegem os neurônios e são capazes de reverter déficit de memória;

º Peixes: além de serem fonte de ômega 3, contêm zinco e selênio, nutrientes fundamentais para evitar o cansaço e estimular o cérebro. Além disto, alguns peixes, especialmente o atum, o bacalhau e o arenque, fornecem creatina, nutriente conhecido dos que fazem a musculação, mas que também tem um papel fundamental para os vestibulandos. A creatina, também encontrada em carne bovina, suína e, em menor quantidade, no leite, pode melhorar o desempenho dos estudantes;

º Ovos: fonte de colina, nutriente também encontrado na lecitina de soja e no fígado fundamental para a memória;
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Além da inclusão destes alimentos, vale o cuidado para não ficar muitas horas sem se alimentar por causa dos estudos ou comer em excesso devido à ansiedade. Importante também é evitar o uso das bebidas estimulantes para virar a noite com os livros na mesa. Energéticos, café, coca-cola, podem piorar a gastrite nervosa, comum em vestibulandos e concurseiros.
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Fonte: Temperus Gastronômico
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sábado, 20 de novembro de 2010

FAÇA UM CHURRASCO LIGHT

Quem quer controlar o peso ou precisa ficar atento a níveis de colesterol não precisa fugir dos churrascos. De acordo com a nutricionista Marilize Tamanini é possível, sim, preparar uma refeição mais magra e balanceada sobre o carvão em brasa. Veja as dicas:
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Uma boa dica é fazer espetinhos mistos ou individuais com abobrinha (baixíssimo valor calórico), berinjela (boa para o colesterol), tomate (rico em licopeno e quando aquecido libera mais essa substância protetora de câncer) e cebola (ótima para a circulação e sistema imunológico) para assar na churrasqueira.
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Uma receita barata e saudável e assar sardinha na churrasqueira, peixe barato e riquíssimo em ômega 3, você tempera o peixe com sal e limão, coloca no papel alumínio cobre com rodelas de tomate, cebola e demais vegetais de sua preferência, quando o peixe estiver quase pronto abre o papel alumínio e rega com azeite de oliva (não deve ser colocado no início da preparação pois perde suas propriedades antioxidantes pela saturação da gordura pelo calor). Além da sardinha, salmão e tainha são ótimas opções.
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O tradicional abacaxi é uma boa pedida para ser assado na churrasqueira, mas não precisa ser adicionado de açúcar, coloque apenas depois de assado a mistura de cacau e canela em pó polvilhados por cima da fruta, substitui muito bem qualquer sobremesa calórica e ainda ajuda a desintoxicar devido as propriedades da fruta do abacaxi, a canela é termogênica (ajuda na queima de gordura) e o cacau é antioxidante. Outras frutas como banana, manga, maçã e pêra também podem ser assadas.
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Um grande perigo dos churrascos é o pão de alho, a grande parte vendida nos açougues e mercados tem elevadíssimas quantidades de gorduras trans e/ou saturadas, portanto se aprecia tal iguaria invista no preparo caseiro fazendo uma pasta com 1 colher de sopa de maionese, 8 dentes de alho picados, 2 colheres de sopa de queijo minas cremoso, sal e oregáno essa mistura dá para 8 pães franceses.
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A carne mais ao ponto tem sua digestão facilitada e deixar demais a carne na grelha faz com que a acroleína substância tóxica seja liberada em maior quantidade. Na escolha do que assar, prefira carnes como o mignon (121 Kcal para 100 gramas), a picanha (156 Kcal), a maminha (158 Kcal) e a alcatra (200 Kcal), retirando a gordura depois de assadas. Fora do prato ficam o cupim (250 Kcal), a costela (Kcal 380) e a linguiça (280 Kcal). Substitua coxas e asas de frango (ambas podem ter mais de 150 Kcal) por peito (100 Kcal).
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Um churrasco saudável sempre pede uma salada de folha verde como escarola, agrião, rúcula ou mesmo brotos todos altamente desintoxicantes.
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Fonte: Revista Bem com Você
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sábado, 23 de outubro de 2010

SARDINHA

A sardinha é um peixe que pertence à família Clupeidae e tem um nome científico Sardina pilchardus. Geralmente de pequenas dimensões (10-15cm de comprimento), caracteriza-se por possuir apenas uma barbatana dorsal sem espinhos. Na sua composição apresenta um importante lipídeo, que é o Ômega-3, característico das propriedades funcionais deste alimento.
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PRÓS E CONTRAS
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Tem sido comprovado em estudos atuais que o consumo de alimentos como a sardinha previne alguns tipos de doenças cardiovasculares por conter uma elevada quantidade de ácidos graxos essenciais do tipo ômega-3 (gordura poli-insaturada) na sua composição nutricional.
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Salienta-se que o teor lipídico da sardinha varia ao longo do ano. O efeito benéfico ao nível das doenças cardiovasculares proporcionado pelo consumo deste alimento advém de:
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º Diminuição dos triglicerídeos e colesterol total no sangue;

º Diminuição do colesterol plasmático LDL e aumento do colesterol plasmático HDL;

º Redução da pressão arterial de indivíduos com hipertensão leve;

º Alteração da estrutura da membrana das células sanguíneas, tornando o sangue mais fluído.

A sardinha apresenta ainda uma excelente fonte de proteínas completas e de alto valor biológico. Contem também o ferro, fósforo, magnésio e as vitaminas A, B, D, E e K. Uma vantagem para o consumo deste alimento é o seu preço, sendo um alimento de elevada qualidade nutricional e com baixo custo. Contudo, não é o único alimento com as propriedades benéficas descritas anteriormente. Seu consumo deve ser variado, ou seja, uma alimentação composta por sardinha e outros alimentos com equivalência nutricional, nomeadamente o salmão, a cavala, o arenque, o sável, entre outros.

Devemos ainda ter em atenção a forma como preparamos e confeccionamos a sardinha. A sardinha frita ou confeccionada no microondas compromete a estrutura dos ácidos graxos e as suas propriedades benéficas devido à temperatura atingida e reações químicas ocorridas. Sendo assim, deve-se dar preferência à sardinha assada ou cozida. As conservas de sardinha, por outro lado, preparam-se em óleo ou azeite, em tomate ou molho de escabeche. São geralmente de boa qualidade, embora muito mais energéticas: o seu valor, por cada 100 gramas, é de cerca de 250 kcal no caso das conservas em azeite ou óleo e de 180 kcal nas conservas de tomate.

LADO A LADO COM...

A sardinha apresenta características semelhantes a outros peixes do mesmo tipo: cavala, arenque, atum, salmão, sável, entre outros, no que diz respeito à sua funcionalidade proveniente da composição em ômega-3. Quando confrontada com a composição lipídica da carne, deve ser dada preferência ao consumo de peixe, uma vez que a carne apresenta um teor superior de gordura saturada.

Relativamente à composição protéica de elevado valor biológico, a sardinha assemelha-se aos outros peixes, à carne ou aos ovos, sendo que: 100g peixe aprox.= 100g carne aprox.= 2 ovos aprox.= 20g proteína.

COM PESO E MEDIDA

Para controlar o peso a alimentação deve ser equilibrada e diversificada. A qualidade nutricional dos lipídios que compõem a sardinha é fundamental para prevenir algumas das complicações que podem surgir derivadas do excesso de peso. No geral, fontes de proteína de origem marinha são mais magras e, por isso, menos calóricas que fontes de proteína provenientes de mamíferos terrestres.

Fonte: Blog Alimentando
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quarta-feira, 15 de setembro de 2010

A MARGARINA REALMENTE FAZ BEM PARA O CORAÇÃO?

Os cremes vegetais que prometem auxiliar nos cuidados com o coração não servem para todo mundo. Estudo publicado no "New England Medical Journal" mostrou que a suplementação com baixos teores de ômega 3, presente nesses produtos, não evita novos infartos em cardíacos.
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Por 40 meses, pesquisadores holandeses deram quatro tipos de margarina para 4.837 pessoas, a maioria homens de 60 e 80 anos. Três produtos tinham ácidos graxos como ômega 3, derivado de peixe, ou de origem vegetal. O quarto era placebo. Cada um consumiu 18,8 gramas por dia. Nenhuma margarina reduziu o número de infartos.
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O diretor do departamento de hipertensão da Sociedade Brasileira da Cardiologia, Marcus Vinícius Malachias, afirma que essas margarinas não são para todo mundo. Malachias ressalva que todos os participantes do estudo tomavam remédios para baixar o colesterol e contra hipertensão. "São pacientes muito medicados, idosos e de alto risco", diz. Ele afirma que uma pesquisa com gente mais jovem poderia medir a eficácia como prevenção.
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Para o cardiologista, é melhor que cada pessoa consulte o médico sobre o uso desses produtos. "É preciso conter o afã das pessoas, que podem estar gastando muito dinheiro com algo que não vai beneficiá-las." O médico ressalva que há evidências sobre os efeitos do ômega 3, e que esse suplemento pode ser usado com o remédio anticolesterol, para reduzir triglicérides e aumentar o colesterol "bom".
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De acordo com o cardiologista e nutrólogo Daniel Magnoni, do Hospital do Coração, o resultado da pesquisa não significa que o uso de margarina deva ser descartado. Porém, sozinho, o alimento não faz milagre. "O consumo de fitoesterol pode reduzir cerca de 8% do colesterol total", diz, referindo-se a outro tipo de substância vegetal usada em margarinas à venda no Brasil.
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Fonte: Temperus Gastronômico
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quinta-feira, 2 de setembro de 2010

ÓLEO DE PEIXE PODE AJUDAR NA PREVENÇÃO DE PROBLEMAS CARDÍACOS

Receitar cápsulas de óleo de peixe para pacientes com problemas cardíacos pode salvar cerca de 10.000 vidas por ano, dizem especialistas.
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Um estudo acaba de comprovar que a ingestão regular de suplementos de ômega-3 preveniu a morte de um em cada 10 pacientes com insuficiência cardíaca e diminuiu em 8% as internações hospitalares por sintomas como falta de ar e retenção de líquidos.
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Os benefícios mais significativos, no entanto, aparecem apenas dois anos após o início da ingestão das cápsulas. De acordo com a pesquisa, que foi publicada no Jornal Europeu de Cardiologia, cerca de 700.000 britânicos sofrem de problemas cardíacos e 68.000 novos casos são diagnosticados todos os anos. As taxas de sobrevivência são inferiores às do câncer de mama de próstata e chegam a matar 100.000 pessoas por ano.
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O ômega-3 é uma gordura saturada encontrada naturalmente no óleo de peixe, na soja, no óleo de canola, na linhaça, em sementes de abóbora e em nozes. Apesar de ser importante para o bem-estar mental, a gordura é benéfica também para o coração e para pacientes com artrite. Ela ainda reduz as chances de um coágulo sanguíneo e ajuda a regular os batimentos cardíacos.
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Fonte: Revista Veja
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segunda-feira, 26 de julho de 2010

INGERIR PEIXE PROTEGE IDOSOS CONTRA PROBLEMAS NA VISÃO

Idosos que consomem peixes gordurosos pelo menos uma vez por semana podem ter um risco menor de perda severa da visão provocada pela degeneração macular relacionada à idade (DMRI), sugere um novo estudo novo. Os resultados, relatados na Revista Ophthalmology, não provam que o hábito de comer peixe diminua o risco de desenvolver estágios avançados de degeneração macular relacionada à idade.
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Mas a pesquisa comprova evidências de estudos anteriores que mostram que quem come peixe tende a ter taxas mais baixas do problema do que pessoas que não comem esse alimento. Eles também apoiam a teoria de que os ácidos graxos ômega-3 -encontrados em abundância em peixes gordurosos como salmão, cavala e atum branco- podem afetar o desenvolvimento ou a progressão da degeneração.
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A DMRI é causada pelo crescimento anormal dos vasos sanguíneos atrás da retina ou por uma avaria nas células sensíveis dentro da, o que pode causar deficiência visual grave. É a principal causa de cegueira nos adultos mais velhos. Não há cura para a doença, mas certos tratamentos podem prevenir ou retardar a perda visual grave. Um teste clínico do governo norte-americano descobriu que uma combinação específica de altas doses de antioxidantes -vitaminas C e E, betacaroteno e zinco- podem retardar a progressão da DMRI em fase intermediária.
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Ainda não está claro se o peixe ou suplementos como ômega-3 podem impedir a progressão da doença. Mas um teste nos EUA está levantando se adicionar óleo de peixe e os antioxidantes luteína e zeaxantina ao regime original traz benefícios adicionais.
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Veja a matéria completa: Uol
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