VERSÕES FRITAS ACUMULAM AINDA MAIS CALORIAS
SUSHI CONTÉM APENAS 5 GRAMAS DE PEIXE
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Quem não ama frituras? Batata-frita, pastel, salgadinhos e afins, todos são uma delícia. Pena que sejam considerados tão nocivos á saúde. Mas, e se existisse um jeito de tornar as frituras mais saudáveis? Pois saiba que ele existe. Aprenda a transformar esses vilões em aliados de uma dieta saudável.
Comer um pãozinho com manteiga no café da manhã é quase uma tradição para os brasileiros. Mais do que gostosos, os pães são ricos em carboidratos. Esses nutrientes são importantes para o funcionamento de corpo e não devem ficar de fora da dieta, desde que controladas as quantidades. Todos os pães são ótimas fontes de carboidratos, responsáveis por dar energia ao corpo. Mas, como o teor de nutrientes e fibras podem variar, é importante saber qual é a melhor hora para o consumo sem culpa.
As campanhas de vacinação contra a gripe são importantes, mas as formas de prevenção vão além das doses aplicadas nos postos de saúde. A principal delas tem a ver com uma dieta equilibrada. Entre os alimentos que você precisa ingerir diariamente, há aqueles que apresentam vitaminas e minerais específicos para tornar o corpo mais resistente.
Um estudo recentemente publicado no jornal Obstetrics and Gynecology concluiu que entre as mulheres grávidas que apresentavam risco de parto prematuro, aquelas que consumiam porções de peixe algumas vezes por semana diminuíam a probabilidade de dar à luz antes do tempo.
“Durante o processo de fritura, os óleos são continuamente expostos a fatores que levam a um grande número de reações químicas”, conta a nutricionista Hosana Rodrigues, da Universidade de São Paulo. Há desde a transformação das moléculas de ácido graxo até alterações de aroma e sabor. “Pode ocorrer a formação de trans, se o óleo for reaproveitado e permanecer horas e horas sob altas temperaturas”, revela Ana Carolina Gagliardi, do Instituto do Coração de São Paulo.
O fim da Tensão Pré Menstrual (TPM) pode estar mais próximo. Um estudo feito pela Universidade Federal de Pernambuco (UFPE) renova a esperança de quem convive com o problema. Segundo os pesquisadores, ingerir uma cápsula de ácidos graxos por dia é capaz de reduzir em mais da metade os sintomas.
Já passou pela sua cabeça que a alimentação pode interferir no seu resultado em concursos, provas e vestibulares? Pois as mais novas pesquisas mostram que sim.| Reações: |
Quem quer controlar o peso ou precisa ficar atento a níveis de colesterol não precisa fugir dos churrascos. De acordo com a nutricionista Marilize Tamanini é possível, sim, preparar uma refeição mais magra e balanceada sobre o carvão em brasa. Veja as dicas:
A sardinha é um peixe que pertence à família Clupeidae e tem um nome científico Sardina pilchardus. Geralmente de pequenas dimensões (10-15cm de comprimento), caracteriza-se por possuir apenas uma barbatana dorsal sem espinhos. Na sua composição apresenta um importante lipídeo, que é o Ômega-3, característico das propriedades funcionais deste alimento.º Diminuição do colesterol plasmático LDL e aumento do colesterol plasmático HDL;
º Redução da pressão arterial de indivíduos com hipertensão leve;
º Alteração da estrutura da membrana das células sanguíneas, tornando o sangue mais fluído.
A sardinha apresenta ainda uma excelente fonte de proteínas completas e de alto valor biológico. Contem também o ferro, fósforo, magnésio e as vitaminas A, B, D, E e K. Uma vantagem para o consumo deste alimento é o seu preço, sendo um alimento de elevada qualidade nutricional e com baixo custo. Contudo, não é o único alimento com as propriedades benéficas descritas anteriormente. Seu consumo deve ser variado, ou seja, uma alimentação composta por sardinha e outros alimentos com equivalência nutricional, nomeadamente o salmão, a cavala, o arenque, o sável, entre outros.
Devemos ainda ter em atenção a forma como preparamos e confeccionamos a sardinha. A sardinha frita ou confeccionada no microondas compromete a estrutura dos ácidos graxos e as suas propriedades benéficas devido à temperatura atingida e reações químicas ocorridas. Sendo assim, deve-se dar preferência à sardinha assada ou cozida. As conservas de sardinha, por outro lado, preparam-se em óleo ou azeite, em tomate ou molho de escabeche. São geralmente de boa qualidade, embora muito mais energéticas: o seu valor, por cada 100 gramas, é de cerca de 250 kcal no caso das conservas em azeite ou óleo e de 180 kcal nas conservas de tomate.
LADO A LADO COM...
A sardinha apresenta características semelhantes a outros peixes do mesmo tipo: cavala, arenque, atum, salmão, sável, entre outros, no que diz respeito à sua funcionalidade proveniente da composição em ômega-3. Quando confrontada com a composição lipídica da carne, deve ser dada preferência ao consumo de peixe, uma vez que a carne apresenta um teor superior de gordura saturada.
Relativamente à composição protéica de elevado valor biológico, a sardinha assemelha-se aos outros peixes, à carne ou aos ovos, sendo que: 100g peixe aprox.= 100g carne aprox.= 2 ovos aprox.= 20g proteína.
COM PESO E MEDIDA
Para controlar o peso a alimentação deve ser equilibrada e diversificada. A qualidade nutricional dos lipídios que compõem a sardinha é fundamental para prevenir algumas das complicações que podem surgir derivadas do excesso de peso. No geral, fontes de proteína de origem marinha são mais magras e, por isso, menos calóricas que fontes de proteína provenientes de mamíferos terrestres.
Fonte: Blog Alimentando
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Os cremes vegetais que prometem auxiliar nos cuidados com o coração não servem para todo mundo. Estudo publicado no "New England Medical Journal" mostrou que a suplementação com baixos teores de ômega 3, presente nesses produtos, não evita novos infartos em cardíacos.
Receitar cápsulas de óleo de peixe para pacientes com problemas cardíacos pode salvar cerca de 10.000 vidas por ano, dizem especialistas.
Idosos que consomem peixes gordurosos pelo menos uma vez por semana podem ter um risco menor de perda severa da visão provocada pela degeneração macular relacionada à idade (DMRI), sugere um novo estudo novo. Os resultados, relatados na Revista Ophthalmology, não provam que o hábito de comer peixe diminua o risco de desenvolver estágios avançados de degeneração macular relacionada à idade.