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quarta-feira, 1 de setembro de 2010

ARROZ PRETO PODE AJUDAR NO COMBATE AO CÂNCER

Cultivado na China, mas adorado no Ocidente, o arroz preto pode ser eficiente na prevenção de ataques cardíacos e no combate ao câncer. Cientistas da Louisiana State University analisaram amostras do produto cultivadas no sul dos Estados Unidos e encontraram altos índices de antocianina e antioxidantes .
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Também presentes em frutas e vegetais, como o pimentão vermelho, estas substâncias garantem a cor escura do arroz e ajudam na proteção das artérias e previne as lesões no DNA, que desencadeiam o câncer. “Uma colher de arroz preto contém pouco açúcar e ainda é rica em fibras, antioxidantes e vitamina E”, defende o cientista Zhimin Xu.
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No passado, o arroz preto era conhecido na China como “arroz proibido” porque aparecia somente nas refeições da nobreza. Hoje, o cereal é comum nas receitas de sushis e sobremesas asiáticas. Zhimin Xu acredita ainda que o grão tem potencial para incrementar bebidas, massas, bolos, bolachas, entre outros.
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Fonte: Nutrição em Foco
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sexta-feira, 27 de agosto de 2010

BENEFÍCIOS DA SALSA

A salsa é um tipo de tempero tão utilizado em sopas, omeletes, carnes, peixes, aves, entre diversas outras receitas. Além de dar um sabor especial à comida, ela é também utilizada para decorar alguns pratos.
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O que pouca gente sabe, é que esse tempero tem inúmeras vitaminas, nutrientes e sais minerais, sendo tão benéfica para o nosso organismo. Ela é rica em vitamina A, B1, B2, C e D e os sais minerais encontrados nela são cálcio, potássio, fósforo, enxofre, magnésio e ferro, além de propriedades antioxidantes, que retardam o envelhecimento das células.
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Dentre os benefícios, o consumo de salsa evita a formação de pedras nos rins, é estimulante e diurética, funciona como calmante, alivia o mau hálito, ajuda combater a hemorragia nasal, ajuda na digestão, promove o enriquecimento da pele, combate a formação de gases e a fermentação intestinal, previne o câncer, trata acne juvenil, clareia sardas e ainda auxilia no tratamento da hipertensão.
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E se ingerida em forma de chá, é capaz de tratar febres, retenção de urina e obesidade. Ainda são boas para a memória e favorecem a digestão. Com tantas vantagens assim, não custa acrescentar um pouquinho desse tempero na sua refeição diária, não é mesmo?
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Fonte: Blog Entre na Linea
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quinta-feira, 12 de agosto de 2010

OVO DE GALINHA CAIPIRA X OVO DE GALINHA DE GRANJA

O conteúdo de proteínas é praticamente o mesmo nos dois tipos de ovo. A diferença é que o ovo de galinha caipira possui teores consideravelmente maiores de carotenóides totais, substâncias antioxidantes que são precursoras da vitamina A (essas substâncias são transformadas em vitamina A depois de serem absorvidas e metabolizadas pelo organismo animal).
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Por serem antioxidantes, podemos dizer que os carotenóides comportam-se como “vigilantes”, protegendo o nosso organismo dos danos causados pelos radicais livres. E é justamente pela presença dos carotenóides que a gema da galinha caipira tem uma cor mais avermelhada que a gema da galinha de granja.
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Outra diferença entre eles é o conteúdo total de retinol, leia-se: vitamina A, que é um nutriente essencial para a regeneração das mucosas e da pele. A Universidade Federal de São Paulo (USP) desenvolveu um estudo que encontrou três vezes mais retinol no ovo caipira do que no ovo de granja.
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E A CASCA DOS OVOS?
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A cor da casca dos ovos indica apenas a cor da galinha, e a cor varia conforme a raça da galinha. As galinhas de cor branca possuem ovos brancos e aquelas de cor vermelha possuem cor vermelha. Portanto, não escolha um ovo pela cor de sua casca, porque a cor da casca não fornece nenhuma informação sobre o valor nutricional do ovo.
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DICA: O pó da casca de ovo serve como fonte complementar de cálcio, nutriente importante para o crescimento e na recuperação da saúde após uma doença, na gravidez e amamentação e para as pessoas idosas. Para fazer o pó é necessário uma boa limpeza das cascas. Antes de abrir o ovo lave bem sua casca com água e sabão e depois seque-as. Coloque as de molho em 1 litro de água com 2 colheres (de sopa) de vinagre. Ferva durante 20 minutos e deixe secar. A casca deve ser triturada e o pó deve ser peneirado várias vezes. Pode-se usar uma pitada diariamente nas refeições ou em sucos e vitaminas.
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Fonte: Bluelogs
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terça-feira, 3 de agosto de 2010

COGUMELOS BLINDAM O ORGANISMO E ENRIQUECEM O CARDÁPIO

SHITAKE e SHIMEJI. Esta dupla poderosa de cogumelos incrementa qualquer receita, mas não é só o seu paladar que sai ganhando com as duas espécies. Sua saúde também agradece. "O shitake possui como carro chefe nutricional a lentiman, um substância que estimula o sistema imunológico, protegendo o organismo contra doenças", explica a nutricionista Fabiana Honda, da PB Consultoria Nutricional.
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Outro composto dessa variedade, a eritadenina é conhecida por reduzir as taxas de colesterol. As betaglicanas encontradas em maior quantidade no shitake vem chamando a atenção dos cientistas. São substâncias que estimulam as células de defesa a combaterem infecções e tumores, além de carregarem antioxidantes que barram o processo de envelhecimento celular. Mais um de seus feitos é controlar os níveis de açúcar do sangue, beneficiando quem sofre com o diabetes.
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Já o shimeji é o terceiro cogumelo comestível mais cultivado no mundo. Nos países orientais, acredita-se que a espécie também possui propriedades relativas à redução do colesterol e à prevenção dos problemas hepáticos. Ele também fornece ergosterol, um precursor da vitamina D. Além disso, os dois tipos carregam uma considerável quantidade de ácido fólico. Em 100 gramas de cogumelo há 1014 mg do nutriente, enquanto a ingestão diária recomendada é de 400 mg. "Estudos mostram que o ácido fólico evita a má formação do feto e más formações congênitas, previnem doenças cardiovasculares, desordens mentais, câncer e o mal de Alzheimer", explica a nutricionista Fabiana Honda.
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VALE POR UM BIFE
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Mais um ponto positivo é que, com eles, o cardápio ganha em variedade. Os cogumelos são ótimas fontes de proteínas e tem baixa quantidade de lipídios. "Eles tem tanta proteína quanto na carne vermelha, com a vantagem de ter menos gordura", explica Giovanna Arcuri. Um bife de 100 gramas de contrafilé carrega cerca de 13 gramas de gorduras, enquanto a mesma quantidade de cogumelo não chega a um grama de gordura.
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Outra notícia boa. São considerados alimentos de baixa caloria. Em cada 100 gramas de shitake ou shimeji, por exemplo, há apenas 35 calorias. Eles podem ser comprados frescos, em conserva ou secos, e utilizados em pratos variados, como carnes, molhos para massas, saladas, recheios de omeletes e na culinária japonesa.
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Veja receitas no site: Yahoo
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terça-feira, 27 de julho de 2010

EFEITO DO BRÓCOLIS CONTRA O CÂNCER DE PRÓSTATA

O brócolis tem mostrado efeitos protetores contra uma série de doenças, do câncer de mama até a asma. Ele também atua inibindo o desenvolvimento do câncer de próstata, mas até agora os cientistas não sabiam como o vegetal agia no organismo para produzir esse efeito protetor.
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Esse mecanismo acaba de ser decifrado por uma equipe internacional de cientistas, chefiada pelo Dr. Richard Mithen, do Instituto de Pesquisas Alimentares da Inglaterra. A descoberta foi publicada no último exemplar da revista Molecular Cancer.
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Os cientistas descobriram que o efeito benéfico do brócolis deve-se ao SULFORAFANO, um composto químico presente no vegetal que interage com as células que não possuem um gene chamado PTEN, reduzindo as chances do desenvolvimento do câncer de próstata ou retardando seu desenvolvimento. O grupo realizou uma série de experimentos com tecidos da próstata humana e com modelos animais do câncer de próstata para estudar as interações entre a expressão do gene PTEN e a atividade anticâncer do sulforafano.
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"O PTEN é um gene supressor do tumor, e a sua deleção ou inativação pode iniciar a carcinogênese prostática, ou aumentar a probabilidade de progressão do câncer. Nós demonstramos aqui que o sulforafano tem efeitos diferentes dependendo se o gene PTEN está presente ou não," explica Mithen. Os cientistas constataram que, em células que expressam o PTEN, a ingestão de sulforafano não tem nenhum efeito sobre o desenvolvimento do câncer de próstata.
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Em células que não expressam o gene, no entanto, o sulforafano torna as células "menos competitivas", oferecendo uma explicação de nível molecular para como consumir brócolis pode reduzir o risco de incidência de câncer de próstata, ou de sua progressão, se ele já tiver-se instalado.
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Fonte: Diário da Saúde
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segunda-feira, 26 de julho de 2010

INGERIR PEIXE PROTEGE IDOSOS CONTRA PROBLEMAS NA VISÃO

Idosos que consomem peixes gordurosos pelo menos uma vez por semana podem ter um risco menor de perda severa da visão provocada pela degeneração macular relacionada à idade (DMRI), sugere um novo estudo novo. Os resultados, relatados na Revista Ophthalmology, não provam que o hábito de comer peixe diminua o risco de desenvolver estágios avançados de degeneração macular relacionada à idade.
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Mas a pesquisa comprova evidências de estudos anteriores que mostram que quem come peixe tende a ter taxas mais baixas do problema do que pessoas que não comem esse alimento. Eles também apoiam a teoria de que os ácidos graxos ômega-3 -encontrados em abundância em peixes gordurosos como salmão, cavala e atum branco- podem afetar o desenvolvimento ou a progressão da degeneração.
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A DMRI é causada pelo crescimento anormal dos vasos sanguíneos atrás da retina ou por uma avaria nas células sensíveis dentro da, o que pode causar deficiência visual grave. É a principal causa de cegueira nos adultos mais velhos. Não há cura para a doença, mas certos tratamentos podem prevenir ou retardar a perda visual grave. Um teste clínico do governo norte-americano descobriu que uma combinação específica de altas doses de antioxidantes -vitaminas C e E, betacaroteno e zinco- podem retardar a progressão da DMRI em fase intermediária.
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Ainda não está claro se o peixe ou suplementos como ômega-3 podem impedir a progressão da doença. Mas um teste nos EUA está levantando se adicionar óleo de peixe e os antioxidantes luteína e zeaxantina ao regime original traz benefícios adicionais.
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Veja a matéria completa: Uol
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Doença celíaca em idosos
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segunda-feira, 12 de julho de 2010

FERTILIDADE E ALIMENTAÇÃO

Atualmente a infertilidade atinge de 8 a 15% dos casais que desejam ter um filho. Um dos motivos é a má qualidade do sêmen, no qual a causa é pouco entendida, apesar do estilo de vida e a dieta serem apontados como um fator importante. Outro motivo bem frequente é devido às dificuldades ovulatórias, que, mesmo indiretamente, tem relação com alimentação.
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De acordo com pesquisas realizadas com animais e humanos, a ingestão de antioxidantes como vitamina C e E, betacaroteno e os minerais folato e zinco tem demonstrado ser importante para a qualidade do sêmen. Já o consumo de gordura trans está relacionado com o aumento do risco de infertilidade. A obesidade e o sobrepeso trazem muitas consequências à saúde, inclusive distúrbios reprodutivos. Há uma quantidade expressiva de mulheres obesas inférteis. Neste caso, a redução de peso e a mudança de hábitos alimentares podem ajudar na solução do problema.
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Mulheres com sobrepeso devem perder de 5% a 10% do peso para aumentarem suas possibilidades de gravidez. Estar na faixa de 20 a 24 do IMC (Índice de Massa Corporal) é favorável para engravidar. A gordura trans está relacionada com aumento de 73% de risco de infertilidade, isso vale também para alto índice glicêmico dos alimentos, associado há um maior risco. Por isso, ao comprar produtos industrializados, escolha aqueles "livre de trans". O mercado está trocando essa gordura por óleo de palma ou adotando a interesterificação (processo que não origina a gordura trans).
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Uma alimentação balanceada, com frutas, verduras, legumes, com variação dos alimentos certamente estarão presente os antioxidades, a vitamina C, E, betacaroteno e os minerais citados. Podemos mencionar ainda as gorduras boas e o ácido fólico a favor da fertilidade: Azeite, óleo de canola, salmão, sardinha, linhaça e amêndoa. Essas gorduras facilitam a penetração do espermatozóide e a saída do embrião, que vai se implantar no útero.
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O ácido fólico é importante desde a fecundação até o fim da gestação, pois ajuda na formação do sistema nervoso do feto. Ele ainda é eficaz na manutenção da gravidez, principalmente nos três primeiros meses, quando o risco de aborto natural é maior. Soja, fígado, vegetais verde-escuros (espinafre, agrião) e levedo de cerveja são boas fontes.
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OUTRAS DICAS IMPORTANTES
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Reduzir a ingestão de açúcar e carboidratos refinados, como doces, pão branco, batata, refrigerante, etc;
Reduzir a ingestão de gordura animal (manteiga, creme de leite, banha de porco, bacon, etc.);
Consumir alimentos fontes de fibras, incluindo grãos, frutas, vegetais e cereais integrais;
Praticar exercícios regularmente;
Beber bastante água.
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Fonte: Terra
Veja também:
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Diabetes gestacional
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quinta-feira, 24 de junho de 2010

VOCÊ ANDA ESTRESSADO?

O estresse está em toda parte, seja no trânsito, no trabalho, relações familiares, nas relações pessoais... É difícil encontrar alguém que não esteja estressado hoje em dia. É o preço que pagamos por levarmos uma vida tão agitada numa grande metrópole. Infelizmente é o nosso corpo que sofre com todas estas “agressões”.
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O estresse causa uma liberação maior de toxinas em nosso organismo, consome várias vitaminas e minerais, afeta a nossa digestão e o nosso metabolismo (nos tornando mais propensos a ganhar peso), além de ficarmos mais irritados, menos pacientes e mais cansados.
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A alimentação pode ser uma arma muito poderosa contra os sintomas do estresse. A seguir uma lista de alimentos “desestressantes” que podem melhorar seu astral e sua qualidade de vida no dia-a-dia:
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• SALSÃO: Possui nutrientes que combatem substâncias liberados no estresse que causam vasoconstrição (compressão dos vasos sanguíneos que pode ocasionar a alta da pressão arterial), além de possuir efeitos calmantes. Acrescente um talo de salsão picadinho em sua salada na hora do jantar, com certeza você vai sentir uma melhora a qualidade do sono.

• AMÊNDOAS: Possuem magnésio em sua composição, a deficiência deste mineral aumenta a ansiedade, a irritabilidade e a insônia. Leve com você um punhadinho de amêndoas para comer nos lanches entre as refeições.

• ASPARGO E ABACATE: Ajudam na formação da enzima antioxidante glutationa peroxidase, fortalecendo e mantendo o fígado sadio. Este órgão tem uma relação direta com o nosso estado de humor.

• CHÁS: Mais especificamente os chás de camomila e folhas de maracujá, que possuem efeito calmante.
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Caso o seu problema maior seja a irritação e o mau humor, alguns alimentos contribuem diretamente para a formação da serotonina, hormônio do humor, sendo eles: arroz integral; algas - que além de facilitar a excreção das toxinas, é rica em aminoácidos; repolho - rico em antioxidantes, vitamina A, C, E e Beta Caroteno. Ajuda ainda a combater os radicais livres gerados no estresse, evitando o envelhecimento precoce.
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Fonte: Emex Nutrição Orientada
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Alimentos para melhorar o humor
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Veja também a matéria do Portal Nutrição em Foco:
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terça-feira, 8 de junho de 2010

CRIANÇAS SOFREM MAIS NO INVERNO

Com a proximidade do inverno, é natural que os pais fiquem apavorados com doenças respiratórias. As baixas temperaturas aliadas com o clima muito seco são fatores agressivos para o sistema imunológico das crianças.
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Nosso corpo possui defensores naturais para essas agressões, mas como os pequenos ainda estão em fase de amadurecimento, essas barreiras estão se desenvolvendo. Em temperaturas muito baixas os brônquios não conseguem proteger com total eficiência o corpo. O ressecamento da pele a torna mais vulnerável para dermatites e dermatoses. A ocorrência de conjuntivite também é bastante comum no período.
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Alguns cuidados são fundamentais para evitar esses males. A hidratação é essencial, além de oferecer bastante água é indicado que se aplique soro fisiológico nas narinas para evitar ressecamento das mucosas. Fugir de aglomerações, evitar ambientes fechados sem boa ventilação, agasalhar-se bem, lavar e arejar roupas que ficam guardadas por muito tempo – acumulam facilmente fungos e mofos, vilões responsáveis por crises de rinite, asma e bronquite - evitar lugares com muita poeira.
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Segundo o médico Sylvio Renan de Barros, autor do livro “Seu bebê em perguntas e respostas – Do nascimento aos 12 meses”, a conduta básica é a regra dos 11. Segundo ele, são 11 as causas da maioria das infecções respiratórias: Os 10 dedos das mãos e a garganta. Enfatiza que é imprescindível ensinar as crianças a não levar as mãos aos olhos, boca ou narinas se não estiverem muito bem lavadas. A higienização reduz o risco de doenças.
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Manter o consumo de frutas e verduras, principalmente, nessa época do ano, é essencial para fortalecer o sistema imunológico e prevenir as crises de alergias.
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Fonte: Revista Pais e Filhos
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domingo, 6 de junho de 2010

ALECRIM AJUDA A REDUZIR TOXINAS EM CARNE GRELHADA

Sabe-se que cozinhar a carne em altas temperaturas cria toxinas chamadas aminas heterocíclicas, que têm sido associadas a alguns tipos de câncer. Marinar a carne diminui o risco ao evitar a formação das toxinas. Porém, um ingrediente que faz grande diferença é o alecrim. Estudos mostram que adicioná-lo à carne bovina e outros tipos de carne antes de grelhar, fritar ou assar reduz significativamente aminas heterocíclicas.
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Em um estudo publicado no “The Journal of Food Science in March”, cientistas testaram extratos de alecrim em tortinhas de carne que eram cozinhadas em temperaturas entre 190 graus e 204 graus Celsius. O extrato foi adicionado a ambos os lados da carne antes do preparo. Quanto maior a concentração, maior a redução nas aminas heterocíclicas (em alguns casos, houve redução de mais de 90%).
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Cientistas atribuem o resultado a antioxidantes específicos presentes no alecrim: ácido rosmarínico, carnosol e ácido carnósico. Outro estudo, realizado há dois anos, comparou vários marinados e descobriu que um dos que mais protegiam era uma mistura caribenha, que, como eles escreveram, “continha quantidades consideráveis” dos mesmos três antioxidantes.
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DICA: Se você não gosta muito de alecrim, ou tem alergia, tente fazer marinados com alho, cebola ou suco de limão. Segundo estudos, essas opções também são eficazes (cebola e alho muito mais do que suco de limão).
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Fonte: Uol
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terça-feira, 1 de junho de 2010

O PODER DE CURA DO GENGIBRE

Ainda estamos no outono, mas já é possível sentir o friozinho chegando, por isso, este é o momento ideal para falarmos mais sobre uma raiz muito preciosa, capaz de trazer muitos benefícios ao organismo: o gengibre.
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Cultivada e muito utilizada no Oriente há milhares de anos, o gengibre (zingiber officinalis) é um ingrediente básico e quase obrigatório nas culinárias japonesa, tailandesa e chinesa e indiana.
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Mas suas propriedades vão muito além do sabor forte e picante, que normalmente agrada o paladar e confere um toque todo especial aos pratos que são preparados com ele. Na medicina ayurvédica, por exemplo, é chamado de “remédio universal”, pela grande variedade de benefícios que proporciona à saúde.
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O gengibre produz calor no organismo e age de forma eficaz em casos de gripes, tosse, rouquidão, congestão nasal, dores de garganta e outras infecções, atenuando seus sintomas e fortalecendo o sistema imunológico, por isso, sua utilização é muito indicada para tratar e prevenir os males a que estamos sujeitos durante as épocas mais frias do ano.
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Esta capacidade de esquentar o corpo também provoca uma aceleração no metabolismo, ativa a circulação, estimula a mente e mantém a vitalidade. Uma boa dica é fazer um escalda pés ou preparar um banho com algumas gotas do óleo essencial de gengibre naqueles momentos em que nos sentimos sem ânimo, apresentando sintomas típicos de depressão, ou esgotados após um dia estressante de trabalho, por exemplo.
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É antiinflamatório, antibactericida e alivia dores musculares, de cabeça e cólicas menstruais. Nos casos de contraturas musculares, lombalgia, cervicalgia, reumatismo e artrose, pode-se massagear as regiões afetadas com o óleo essencial diluído em óleo vegetal, fazendo movimentos fortes e fricção, que produzirão efeitos de aquecimento e analgesia.
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Pesquisas também comprovaram sua atuação no sistema digestivo e é ótimo para combater náuseas e enjôos, inclusive por pessoas que sofrem com estes sintomas durante deslocamentos de barco ou de carro. Apesar de sua ingestão ser contra indicada durante a gravidez, as mulheres podem utilizar algumas gotas do óleo essencial em um difusor de aromas para aliviar os enjôos característicos dos primeiros meses de gestação. Pacientes que estão sendo submetidos a tratamento com quimioterapia também experimentam um grande alívio das náuseas causadas pelos medicamentos.
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Você pode incluí-lo no preparo de diversos alimentos, como sucos, sopas, saladas e refogados. Para um uso mais medicinal, o ideal é preparar um chá com as raízes e consumi-lo entre as refeições. Você pode também misturar com outras ervas, como hortelã, eucalipto e capim limão, se o objetivo for tratar de problemas causados por gripes e resfriados. O consumo diário do chá é muito eficaz na prevenção de crises de enxaqueca. Para combater enjôos, basta mastigar um pouco dele cru, com exceção das gestantes, que devem utilizar apenas o óleo essencial, num difusor de ambientes. Também é encontrado, em lojas de produtos naturais, em forma de comprimido e tintura.
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Fonte: Yahoo
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quarta-feira, 19 de maio de 2010

QUEIJO RICO EM PROBIÓTICOS PODE PREVENIR INFECÇÕES E DOENÇAS NOS IDOSOS

Um queijo especial desenvolvido por pesquisadores finlandeses, contendo bactérias probióticas, pode ajudar os idosos a combater infecções e doenças, segundo estudo recentemente publicado na revista científica Immunology & Medical Microbiology.
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De acordo com especialistas da Universidade de Turku, esse tipo de bactéria ajuda a regular o trato gastrointestinal - principal entrada de bactérias na corrente sanguínea e onde 70% das células imunoglobulinas são criadas - e afeta o sistema imunológico. E isso pode ser importante no combate a deterioração do sistema imunológico associado ao envelhecimento e que precede doenças infecciosas, inflamações crônicas e cânceres.
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A pesquisa avaliou o sangue de idosos com mais de 70 anos que moravam em um asilo finlandês - a alguns foi dada uma fatia de queijo especial por quatro semanas no café da manhã, enquanto outros comeram uma fatia de queijo normal todos as manhãs durante o estudo. E os resultados “demonstraram que a ingestão regular de queijo probiótico pode ajudar a impulsionar o sistema imunológico e que incluí-lo em uma dieta regular pode ajudar a melhorar as respostas imunes dos idosos a desafios externos”.
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Os benefícios estão nas bactérias probióticas empregadas hoje, principalmente em leites fermentados e em alguns iogurtes, atuam no balanço da microflora intestinal perturbada e nas disfunções do trato intestinal.
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Fonte: Portal Nutrição em Foco
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segunda-feira, 19 de abril de 2010

ESTUDO DIZ QUE CASTANHAS E PEIXES DIMINUEM RISCO DE ALZHEIMER

Uma dieta rica em frutos oleaginosos (como castanhas, nozes e amêndoas), peixe e legumes diminui significativamente as chances de que uma pessoa desenvolva o Mal de Alzheimer, segundo um estudo publicado na revista científica Archives of Neurology.
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O pesquisador Yian Gu e seus colegas do Medical Centre da Columbia University, em Nova York, Estados Unidos, analisaram as dietas de 2.148 adultos em idade de se aposentar vivendo em Nova York. Durante os quatro anos de duração do estudo, 253 dos adultos do grupo desenvolveram o Mal de Alzheimer. Quando os pesquisadores estudaram em detalhe as dietas de todos os participantes no estudo, perceberam um padrão.
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Adultos cujas dietas incluíam mais frutos oleaginosos, peixe, aves, frutas e verduras e menos laticínios gordurosos, carne vermelha e manteiga apresentaram muito menos chances de sofrer de demência. Os pesquisadores acreditam que o segredo esteja nos diferentes níveis de nutrientes específicos que essa combinação de alimentos oferece. Por exemplo, dietas ricas em ácidos graxos (como ômega 3), vitamina E e folatos (como o ácido fólico), mas pobres em gorduras saturadas, parecem ser as melhores.
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Há muito se suspeita de que nutrientes podem influenciar os riscos de demência. Os folatos reduzem os níveis do aminoácido homocisteína (que foi associado, em estudos anteriores, ao Mal de Alzheimer) na circulação sanguínea. Da mesma maneira, a vitamina E pode oferecer proteção devido ao seu forte efeito antioxidante. Por outro lado, ácidos graxos saturados e monoinsaturados podem aumentar os riscos de demência ao encorajar a formação de coágulos no sangue, dizem os pesquisadores.
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Comentando o estudo, Rebecca Wood, diretora-executiva do Alzheimer's Research Trust, disse: "Entender a conexão entre dieta e os riscos de demência pode ajudar a prevenir o desenvolvimento de doenças como o Mal de Alzheimer em algumas pessoas". "Adaptar nosso estilo de vida à medida em que ficamos mais velhos - fazendo exercícios regularmente, prestando atenção à nossa dieta e mantendo uma vida social ativa - pode reduzir os riscos de demência". "Mas infelizmente", acrescentou Wood, "não há dieta ou estilo de vida que elimine esses riscos por completo". Na opinião da especialista, com 35 milhões de pessoas sofrendo de demência no mundo hoje, é importante que as pesquisas sejam direcionadas para a criação de novos tratamentos.
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segunda-feira, 12 de abril de 2010

COCO: MUITO ALÉM DA ÁGUA

A água de coco é refrescante, gostosa e super-rica em nutrientes. Mas o que talvez você não saiba é que o óleo do fruto é tão saudável quanto a sua água e polpa.
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Pesquisas recentes comprovam o seu alto poder nutricional: rico em antioxidantes, ácidos graxos e vitamina E, favorece o aumento do bom colesterol, ajuda a emagrecer, aumenta a energia, combate fungos e bactérias, equilibra os níveis de insulina, melhora as funções intestinais, protege o fígado e reforça o sistema imunológico.
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Por fazer parte do grupo dos lipídeos, compõe as estruturas celulares e participa na síntese hormonal e metabolização de vitaminas. “Embora o óleo de coco seja uma gordura saturada (a mais prejudicial para o corpo por aumentar os níveis de colesterol no sangue e a formação de placas de gorduras nas artérias), ele tem fácil metabolização e baixa capacidade de oxidação no organismo. Resumindo: ele é utilizado como energia”, explica a Dra. Roseli Rossi, nutricionista da Clínica Equilíbrio Nutricional (SP).
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O ácido láurico é o principal ácido graxo encontrado no óleo de coco. Quando ele chega ao nosso intestino, é transformado em monolaurina, um monoglicerídeo que tem ação antibacteriana, antiviral e antiprotozoária. Esse efeito higienizador combate a candidíase, um problema genital que ataca 60% das mulheres. Consumido com freqüência em uma alimentação saudável, é perfeito para manter a saúde em dia. De sabor agradável, pode ser ingerido puro ou em qualquer preparação, doce ou salgada, fria ou quente. Por produzir energia rápida pode ser ingerido pela manhã, antes dos exercícios físicos.
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Matéria retirada do site Terra
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segunda-feira, 5 de abril de 2010

INHAME É OPÇÃO DE TUBÉRCULO NUTRITIVO

Todo mundo está acostumado com a batata, ou até mesmo a mandioca, nas refeições. No entanto, alguns parentes desses vegetais deveriam frequentar mais o cardápio cotidiano. O inhame é um exemplo de tubérculo excelente, com valor nutritivo e propriedades surpreendentes. É rico em betacaroteno, vitaminas C e B, cálcio, ferro e magnésio. Seu consumo favorece a produção hormonal, ameniza os sintomas da TPM e da menopausa, além de combater os radicais livres e aumentar as defesas do organismo.
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Entre as substâncias encontradas nele, há o fito-hormônio diosgina, que, no corpo, se transforma desidroepiandrosterona (DHEA), responsável pela formação de 50 hormônios. Um desses hormônios é do crescimento, denominado GH. Ele estimula a queima de gordura do abdômem e favorece o ganho de massa muscular. O inhame equilibra, ainda, o nível de progesterona (hormônio feminino) e é por isso que ele diminui as cólicas e a irritabilidade na TPM. Outra ação do tubérculo é a anti-inflamatória, que colabora com o não acúmulo de líquido e toxinas.
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Apesar de trazer tantos benefícios, o inhame precisa ser consumido com moderação, por ser calórico, sendo classificado como vegetal C. É importante ressaltar que ele deve ser usado como substituto do pão, arroz ou outro carboidrato na refeição, para não desequilibrar a dieta. O índice glicêmico dele é médio, portanto, demora mais para ser convertido em açúcar no sangue, evitando picos de insulina e minimizando o risco de engordar.
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Matéria retirada do Blog Entre na Linea
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Menopausa
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domingo, 4 de abril de 2010

CHOCOLATE E CORAÇÃO

O chocolate definitivamente não é um alimento qualquer. Proveniente do fruto do cacaueiro (Theobroma cacao) e utilizado literalmente há mais de 1000 anos, seu uso vem ultrapassando as necessidades compulsivas dos chocólatras e dos admiradores mais moderados para se tornar objeto de estudos científicos que tentam estabelecer seus benefícios à saúde.
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De afrodisíaco a protetor do coração, passando também por antidepressivo, o chocolate tem mostrado que realmente pode ser chamado de “produto dos deuses”.
.Quando se pensa em chocolate, não se pode esquecer que muitas substâncias estão presentes em sua composição, dentre elas, destacamos os triptofanos, a feniletilamina, a teobromina, a cafeína, os flavonóides, vitaminas e sais mineirais. Mas não vamos esquecer também que existe gordura, o que não torna essa tentação tão divina assim. Em seu processamento, alguns tipos de chocolate podem receber leite e gordura hidrogenada, tornando-os verdadeiros vilões à saúde por aumentar muito seu valor calórico. O chocolate amargo parece ser a melhor opção, feito a partir dos grãos de cacau torrados, sem adição de leite, é o mais rico em flavanóide, um antioxidante que vem sendo muito estudado.
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Embora seja também o terror das dietas, o chocolate contêm muitas substâncias que têm merecido atenção da sociedade científica. Os flavonóides são compostos fenólicos que funcionam em nosso organismo como antioxidantes, capazes de neutralizar os denominados radicais livres, considerados prejudiciais. Cientistas vem tentando produzir um chocolate ainda mais rico em flavonóides, mas ao que tudo indica, existe algum prejuízo em seu sabor quando submetido à essa alteração. Os flavonóides são pigmentos hidrossolúveis presentes em vegetais que pertecem ao grupo dos polifenóis, que por sua vez, possuem várias subdivisões em classes, incluindo as flavanas, flavanonas, isoflavonas, catequinas e as antocianinas, dentre outras.
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Além de servir como antioxidante, os flavonóides estão relacionados com a redução do mau colesterol (LDL) e aumento dos níveis de bom colesterol (HDL). Outra ação já bastante destacada atribuída ao chocolate é seu efeito positivo na pressão arterial. Alguns trabalhos mostram que o chocolate pode reduzir tanto a pressão arterial sistólica como a pressão arterial diastólica. Entretanto, as evidências dos benefícios cardiovasculares produzidos pelos flavonóides são ainda controversas, já que nem todos os estudos mostraram essa relação benéfica.
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Como se pode concluir, o chocolate não é um alimento qualquer, envolve em sua constituição inúmeros componentes que parecem exercer efeitos realmente benéficos no fluxo sanguineo, nos níveis pressóricos e no perfil lipídico (colesterol). Entretanto, estudos realmente grandes e com um número maior de pacientes, ainda não estão disponíveis para definir as doses consideradas ótimas e capazes de conferir a proteção cardiovascular pretendida. Nenhuma sociedade médica recomenda a ingestão regular de chocolate, sendo que crianças não deveriam consumir mais de 30g (equivalente a um chocolate “baton”) e os adultos não deveriam ultrapassar de 50g (equivalente a 2/3 de uma barra pequena de chocolate), ressaltando ainda que não deve ser consumido diariamente.
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Com isso, antes de cair em tentação, vale o conceito da moderação, evitando-se o consumo exagerado, sem no entanto, abrir mão desse alimento de sabor único.
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O ALIMENTARIUM DESEJA A TODOS UMA FELIZ PÁSCOA!
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Veja a matéria completa no site CDBH
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terça-feira, 30 de março de 2010

PÁSCOA COM MODERAÇÃO

A Páscoa está chegando. Esta data é uma das festividades mais esperadas por quem adora chocolates e quer uma oportunidade para consumi-los sem culpa. A boa notícia é que seu consumo com moderação pode trazer benefícios à saúde.
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Considerado um alimento funcional, o chocolate amargo (com no mínimo 70% de cacau), faz bem à saúde do coração, por ser rico em substâncias de ação antioxidante - epicatequinas e catequinas. Além disso, o chocolate, é fonte de cafeína e teobromina, atua como estimulante do cérebro e agiliza o raciocínio. Também aumenta a produção de serotonina, hormônio responsável pela sensação de bem-estar, ajudando a combater a ansiedade e a depressão. Para pessoas que têm alguma restrição alimentar existem alternativas aos chocolates convencionais. Aqueles que sofrem de intolerância à lactose, alergia à proteína do leite e os celíacos (alérgicos ao glúten) podem consumir os chocolates de alfarroba e os à base de soja. Já para os diabéticos há opções sem adição de açúcar, nas versões diet.
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Os chocolates são compostos de massa de cacau, sacarose, manteiga de cacau, aromatizantes e outros ingredientes como leite, passas, castanhas e amêndoas. Contém, ainda, alguns minerais, como ferro, potássio, cobre, manganês e magnésio. Para aproveitar o que há de melhor na guloseima, é preciso saber a composição dos diferentes tipos de chocolate.
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VEJA OS DIFERENTES TIPOS
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º AO LEITE - a massa de cacau é substituída em parte por leite em pó, produzindo um gosto mais adocicado.
º BRANCO - contém manteiga de cacau, açúcar e leite, mas não leva massa de cacau. É o mais calórico dos chocolates, pois é feito com manteiga de cacau, enquanto o escuro é feito apenas com o cacau.
º AMARGO - em geral, é de alta qualidade. Tem grande quantidade de massa e manteiga de cacau, pouquíssimo açúcar e não contém leite. É o menos calórico e o mais saudável entre os chocolates tradicionais.
º ORGÂNICO - fabricado a partir de ingredientes 100% orgânicos, sem a utilização de fertilizantes químicos e agrotóxicos. Encontrado nas versões: amargo (sem lactose), à base de soja (sem lactose), com menta (sem lactose) e ao leite.
º EM PÓ - muito usado em receitas. É feito de amêndoa de cacau, sem a manteiga. Não deve ser confundido com achocolatados (chocolate, leite em pó e açúcar).
º PARA COBERTURA - tem grande quantidade de manteiga de cacau, que lhe dá a propriedade de derreter com facilidade. Na culinária, ele facilita o acabamento e o brilho nas coberturas. É comercializado nos tipos: meio-amargo, branco, ao leite, diet e sem lactose.
º HIDROGENADO - é feito com a gordura hidrogenada em substituição à manteiga de cacau. É um produto mais barato, que derrete mais facilmente. Possui sabor e a textura inferiores aos dos chocolates feitos com manteiga de cacau. É tão calórico quanto os outros chocolates, sem apresentar os mesmos benefícios.
º DIET - opção para diabéticos. É feito de massa e manteiga de cacau, leite em pó integral, soro de leite e edulcorantes. Para compensar a falta de açúcar, ganha maior dose de gordura e, consequentemente, apresenta maior valor calórico. A versão LIGHT é mais indicada para quem quer perder peso.
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OPÇÕES PARA QUEM TEM INTOLERÂNCIA
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º ALFARROBA - é uma vagem que, após a trituração e torrefação, resulta numa farinha, utilizada como substituta do cacau e com amplas vantagens. Tem apenas 0,7% de gordura, é fonte de cálcio, potássio, fósforo e vitaminas E, B6 e B12. Além de ser rica em fibras e não conter cafeína. Seu sabor é similar ao do chocolate amargo. É indicado para celíacos, pessoas com intolerância à lactose e se for sem adição de açúcar, para diabéticos. Pode ser encontrada em barra, pó, bombons, gotas e ovos de Páscoa.
º À BASE DE SOJA - chocolate 100% vegetal, feito com extrato de soja (em substituição ao leite), sem lactose, proteína do leite ou glúten. Possui sabor similar ao chocolate ao leite tradicional. Disponível em bombons, trufas, barras e ovos de Páscoa, esta guloseima é especialmente indicada para pessoas com intolerância à lactose e celíacos. A versão sem açúcar do produto pode ser consumida por diabéticos. Seu valor calórico é inferior ao do chocolate tradicional e ao dietético.
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Independente do tipo, o ideal é ingerir a guloseima pela manhã ou no início da tarde, quando o corpo precisa de mais energia. Mas lembre-se: seu consumo deve ser moderado e acompanhado de uma alimentação equilibrada!
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Matéria retirada do site Mundo Verde
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terça-feira, 23 de março de 2010

CHÁ NA ALIMENTAÇÃO DE BEBÊS?

Os chás feitos com ervas naturais são conhecidos desde a antiguidade. Por suas características medicinais e culturais são muito utilizados, de forma correta ou não, em todas as etapas da vida.
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Dentre as suas propriedades destacam-se as digestivas, calmantes, hidratantes, antioxidantes, diuréticas, entre outras. Avaliando tantos benefícios com a ingestão dos chás, muitas pessoas os oferecem para as crianças desde o momento do seu nascimento, acreditando em relaxar o bebê e na maioria das vezes prevenir ou controlar as cólicas intestinais. Esta atitude é extremamente comum, porém totalmente inadequada quando se fala em aleitamento materno exclusivo. Os bebês, ao nascer tem que se adaptar com o aleitamento e com o sabor do leite materno. Introduzir qualquer outro componente nesta etapa pode comprometer o adequado desenvolvimento e crescimento do bebê nesta fase.
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Os chás, normalmente são oferecidos para os bebês em mamadeiras e algumas vezes são até adoçados. Como o leite materno é naturalmente e suavemente adocicado, pode acontecer que o sabor adocicado mais intenso dos chás passe a ser mais atrativo para o bebê e de alguma forma desestimular o bebe a sugar o leite materno podendo até rejeitar totalmente a mamar no seio. É importante destacar que o leite materno é mais do que suficiente para suprir todas as necessidades nutricionais e hídricas do bebê até os seis meses de idade. Os chás podem ser opções a serem oferecidas juntamente com os novos alimentos a partir dos seis meses de idade e em casos de desmame antecipado após o quarto mês.
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segunda-feira, 22 de março de 2010

CRAVO-DA-ÍNDIA, UM ALIADO DA SAÚDE

Cientistas espanhóis acreditam ter encontrado uma forma natural de conservar os alimentos e mantê-los saborosos sem o uso de químicos: cravo-da-índia. Devido a suas propriedades antioxidantes, o condimento já vem sendo tratado como o novo aliado da saúde, em uma descoberta que poderá ter grandes implicações na indústria alimentícia.
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De acordo com o estudo, publicado na última edição da revista Flavour and Fragrance, o cravo-da-índia é um excelente antioxidante pois possui altos níveis de fenol. "De cinco propriedades antioxidantes testadas, o cravo-da-índia teve a maior capacidade de se livrar do hidrogênio, reduzir bem a peroxidação dos lipídios e foi o melhor redutor de ferro", disse Juana Fernández-López, da Universidade Miguel Hernández.
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A pesquisadora explica que a oxidação da gordura é uma das principais razões para a deterioração dos alimentos, provocando uma "redução significativa de seu valor nutricional, assim como uma perda de sabor". "Os resultados do estudo mostram que o uso de antioxidantes naturais utilizados na dieta mediterrânea, ou seus extratos, são uma opção viável para a indústria alimentícia, já que as características do produto não são afetadas".
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Para a pesquisa, foram comparadas as propriedades do orégano, tomilho, alecrim e sálvia. "Essas substâncias possuem alta capacidade antioxidante e podem trazer efeitos benéficos para a saúde", salienta a cientista.
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sábado, 13 de março de 2010

TOMAR VINHO NO JANTAR MELHORA A DIGESTÃO?

Harmonizar o vinho certo com a refeição pode melhorar o sabor e estimular a conversa. Mas será que isso realmente ajuda a digerir a comida, como sugerido por autoridades ao longo do tempo, até mesmo pela Bíblia? Milênios depois, cientistas ainda estão trabalhando nisso. Alguns descobriram que bebidas alcoólicas aceleram o esvaziamento de alimentos do estômago e estimulam o ácido gástrico, enquanto outros sustentam que há pouco efeito.
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Um estudo realizado por pesquisadores alemães, publicado no jornal Gut, pode explicar a discrepância: a pesquisa descobriu um efeito a partir de bebidas fermentadas (vinho, xerez e cerveja), mas não a partir de bebidas que eram fermentadas e também destiladas, como rum, conhaque e uísque. “Os elementos constituintes da bebida alcoólica que estimulam a liberação de ácido gástrico e gastrina são, em sua maioria, provavelmente produzidos durante o processo de fermentação e removidos durante a destilação”, eles concluíram.
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Outros estudos ajudam a explicar por que o vinho tinto e a carne vermelha se harmonizam tão bem. A proteína suaviza as taninas do vinho, e o tinto ajuda a contrabalalancear substâncias potencialmente prejudiciais – gorduras oxidadas chamadas de MDA, ou malonaldeídos – liberadas quando a carne é ingerida. Um estudo de 2008 descobriu que uma porção de carne vermelha de peru elevava os níveis da substância no sangue dos indivíduos participantes. Mas, quando combinada com uma taça de cabernet sauvignon ou shiraz, o aumento do MDA era “completamente evitado”.
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CONCLUSÃO: vinho pode ajudar na digestão.
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