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sexta-feira, 4 de dezembro de 2009

ALIMENTAÇÃO E CORRIDA

Alimentar-se antes dos treinos pode ser um desafio. Apesar da necessidade de combustível para um melhor desempenho, o corredor não deve fazer atividades físicas com o estômago totalmente cheio. O alimento remanescente no estômago durante o exercício pode causar indigestão, náuseas e até vômitos.
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Uma boa recomendação é fazer uma refeição de duas a cinco horas antes do treinamento. Se o atleta está nervoso com relação ao seu desempenho, a digestão pode ser ainda mais lenta. A refeição ideal antes do exercício deve ser composta basicamente por carboidratos, moderada em proteínas e pobre em lipídeos. Os carboidratos são digeridos rapidamente, enquanto a digestão de proteínas e de lipídeos é mais lenta. As refeições ricas em lipídeos oferecidas antes do exercício (como muitas oferecidas em escolas e em redes de restaurantes fast-food) podem causar desconforto gástrico, flatulência e distensão gástrica.
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REFEIÇÃO APÓS A ATIVIDADE FÍSICA
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Alimentar-se para obter o melhor desempenho também inclui fazer uma escolha inteligente dos alimentos a serem ingeridos após o treinamento. A refeição adequada no período pós-exercício reabastece os músculos para o próximo evento ou competição. Na verdade, os músculos se recuperam mais facilmente durante os primeiros 30 minutos após uma atividade desgastante.
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• Para recuperar totalmente a energia muscular, coma nos primeiros 30 minutos após o exercício e faça outras refeições pequenas depois de 2 e 4 horas.
• Se você não conseguir ingerir alimentos sólidos nos primeiros 30 minutos após o exercício ou se não houver alimentos disponíveis, procure beber 2 a 4 copos de uma bebida esportiva ou comer uma barra energética. Coma alimentos sólidos apenas 2 a 4 horas mais tarde.
• Hidrate-se após o exercício ou jogo. Pese-se e beba 3 copos de líquidos para cada 0,5 kg perdido durante a competição.
• Escolha alimentos ricos em carboidratos e moderados em proteína.
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quinta-feira, 12 de novembro de 2009

SAIBA MAIS SOBRE DIABETES

A insulina, um hormônio produzido pelo pâncreas, é responsável pelo transporte da glicose do sangue para o interior das células. Quando há falha na produção ou na ação desse hormônio, ocorre hiperglicemia (níveis elevados de glicose no sangue). A Diabetes Mellitus é resultante dessa incapacidade de absorção da glicose pelas nossas células.
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COMO DEVE SER A ALIMENTAÇÃO?
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- Horários para se alimentar: realizar de 05 a 06 refeições por dia, com o intervalo de três horas entre as refeições, evitando permanecer em jejum prolongado. Realizar uma refeição leve antes de dormir (por exemplo: iogurte desnatado, leite de soja ou tofu) e tomar café da manhã assim que acordar.
- Fibras vegetais: responsáveis por retardar a absorção de açúcares e gorduras. Dessa forma, as fibras auxiliam no controle da glicose, triglicérides e colesterol sangüíneos, além de contribuírem para o bom funcionamento intestinal. São fontes de fibras: cereais integrais (arroz integral, macarrão integral, pão integral, quinua, aveia, amaranto), legumes, frutas (prefira consumir com casca e bagaço) e hortaliças.
- Adoçantes: utilizá-los para adoçar as suas preparações. Atenção para aqueles que podem ir ao forno e fogão. Devem ser utilizados para adoçar líquidos como sucos, vitaminas e chás.
- Ômega – 3: é uma gordura monoinsaturada presente em óleo de peixes e peixes in natura, linhaça, nozes e quinua. Auxilia no controle do colesterol, triglicérides e pressão arterial.
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CUDADO COM ALGUNS ALIMENTOS
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- Carboidratos: arroz, batata, batata-doce, mandioquinha, cará, inhame, mandioca, milho, farinhas em geral, farofa, macarrão, pipoca e biscoitos são fontes de carboidratos. Se consumidos em excesso provocam hiperglicemia em diabéticos, já que os carboidratos são digeridos e transformados em glicose para serem absorvidos. Dessa forma evite consumi-los misturados em uma mesma refeição, como por exemplo: arroz + milho, batata + farofa, arroz + macarrão. Opte por apenas um alimento fonte de carboidrato em suas refeições.
- Açúcares – não consumir alimentos fonte de açúcares simples como: sorvetes, doces, guloseimas, mel, melado, caldo de cana, rapadura, entre outros, pois elevam a glicemia rapidamente.
- Gorduras – dê preferência aos óleos vegetais, como soja, canola, gergelim e girassol. Utilizar azeite de oliva extravirgem para temperar saladas ou sobre o prato já servido. Evitar embutidos, frituras, creme de leite, maionese e manteiga.
- Sal – consuma com moderação. Prefira os temperos naturais como açafrão, salsinha, alho, cebola, manjericão, manjerona, orégano, louro, alecrim e hortelã.
- Frutose – é o açúcar presente nas frutas e vegetais, que também pode elevar a glicemia. Por isso consuma as frutas com moderação.
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Vale lembrar que a adequação do peso e a perda de gordura abdominal são fundamentais para garantir o controle da glicemia e evitar as complicações do diabetes mellitus. Uma reeducação alimentar associada com a prática de atividade física regular e orientada são os principais fatores aliados à qualidade de vida e ao equilíbrio do peso corporal. É de extrema importância verificar no rótulo do produto a frase SEM ADIÇÃO DE AÇÚCAR ou a palavra DIET, indicando que o produto pode ser consumido por diabéticos.
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quinta-feira, 8 de outubro de 2009

AÇÚCAR MASCAVO E MEL TAMBÉM AUMENTAM A GLICOSE

O açúcar mascavo e o mel apresentam maiores benefícios para a saúde e nem por isso podem ser consumidos por diabéticos, pois eles também elevam a glicemia. Ambos são mais saudáveis do ponto de vista nutricional por conterem mais nutrientes, mas também provocam as oscilações desagradáveis na glicose que o açúcar branco provoca e, como já foi dito, favorecem também o ganho de peso.
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Os adoçantes dietéticos, também chamados de edulcorantes, são substâncias que apresentam um poder adoçante muito superior ao da sacarose (açúcar refinado) e, por isso, eles são utilizados em quantidades bem menores se comparado ao açúcar de mesa. Os edulcorantes possuem duas classificações:
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Adoçantes naturais: frutose, sorbitol, manitol e esteovídeo;
Adoçantes artificiais: aspartame, ciclamato, sacarina, acessulfame-K, sucralose.
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Veja mais sobre os tipos de adoçantes
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terça-feira, 6 de outubro de 2009

PARA EMAGRECER EVITE OS VÍCIOS

Textos que falam sobre dicas para emagrecer se encontram aos montes, mas é interessante também algo que sirva de alerta quanto àquilo que não se deve fazer quando se quer emagrecer, afinal, algumas atitudes simples podem prejudicar ou até mesmo impedir que o emagrecimento aconteça.
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A BALANÇA
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Este instrumento deve ser esquecido durante o período de emagrecimento, o ato de se pesar todos os dias causa uma tensão/estresse no organismo, e isso não atua a favor da perda de peso. O ideal é pesar somente nas consultas com o nutricionista, sempre na mesma balança. Caso a curiosidade bata na porta e te leve a pesar, tenha em mente que no período menstrual ocorre possível inchaço e então elevação de peso, e que durante o dia o peso sofre variação.
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FECHAR A BOCA É A SOLUÇÃO (ERRADO!)
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Há quem diga que para emagrecer é só fechar a boca, mero engano! O ideal é emagrecer comendo, ou seja, sem sentir fome, o contrário das dietas milagrosas e que indicam restrições severas demais. Acertar nas calorias e na escolha dos alimentos é sim optar pelo emagrecimento saudável e pela manutenção da saúde.
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SEM CARBOIDRATO, SÓ SALADA (ERRADO!)
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Realmente, as saladas são essenciais para o organismo, afinal elas possuem muitas vitaminas e minerais. Mas não devem integrar o plano alimentar sozinhas, para o emagrecimento saudável é necessário ter uma combinação equilibrada de todos os nutrientes, afinal todos eles nas quantidades corretas exercem funções no metabolismo. Assim como o carboidrato, cortar este nutriente é fazer com que o organismo não tenha energia rápida, fazer com que o mesmo forneça energia ao corpo para realizar as atividades diárias. Se você tem receio em consumi-lo, faça com moderação.
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MALHAR E NÃO COMER (ERRADO!)
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Muitas pessoas que são adeptas da malhação digamos que ficam com um certo receio de comer depois da atividade física, por pensarem que podem engordar. Uma alimentação bem fracionada e com os nutrientes adequados no pré e no pós exercício é de fundamental importância tanto para quem tem como objetivo a perda de peso e a redução da gordura corporal, quanto para aqueles que pretendem aumentar a massa muscular, reduzir fadiga e melhorar desempenho.
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quarta-feira, 30 de setembro de 2009

JANTAR ENGORDA?

Uma das maiores dúvidas em relação ao emagrecimento está relacionada com a composição do jantar. Afinal, os carboidratos podem ou não estar presentes nessa refeição? Antes de se determinar a melhor conduta, alguns pontos devem ser analisados.
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A insulina é secretada antagonicamente à liberação do hormônio de crescimento (GH) e no período inicial de sono, o consumo de glicose é reduzido significamente, em função da diminuição do metabolismo cerebral e da menor utilização periférica da glicose. Assim, se o consumo de carboidratos, especialmente aqueles de alto índice glicêmico - açúcar, arroz branco, batatas e massas -, acontecer no final da noite ou durante a madrugada, é possível que a liberação do GH seja inibida pela grande liberação de insulina decorrente do pico de glicemia, dificultando a lipólise durante o sono.
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Portanto, em função do prejuízo no metabolismo glicídico durante o sono, a orientação para a ingestão de carboidratos em refeições muito próximas ao horário de dormir deve ser feita de forma criteriosa. Quando o jantar acontece após atividades físicas ou em horários de trabalhos noturnos, a melhor conduta está relacionada ao controle glicêmico e qualitativo dos carboidratos, priorizando o consumo de carboidratos integrais, assegurando uma glicemia constante e a liberação normal de GH. Entretanto, se esta refeição acontece no início da noite, o equilíbrio na sua composição nutricional, bem como a redução calórica da dieta, associada à atividade física regular, serão condutas acertadas para o controle de peso.
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terça-feira, 8 de setembro de 2009

DIETA POBRE EM CARBOIDRATOS DANIFICA AS ARTÉRIAS

Cientistas americanos sugerem que as dietas pobres em carboidratos e ricas em proteínas aumentam o risco de enfartes e ataques cardíacos porque causam danos nas artérias. Os pesquisadores do Beth Deaconess Medical Center, da Universidade de Harvard, testaram três dietas diferentes em camundongos e afirmam que a alimentação rica em peixes, carnes e queijo - como as dietas de Dr. Atkins e South Beach, por exemplo - causaram danos às artérias dos roedores.
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Os animais foram divididos em três grupos: o primeiro recebeu uma dieta padrão, o segundo uma dieta ocidental rica em gordura e o terceiro recebeu uma dieta pobre em carboidratos e rica em proteínas. Depois de 12 semanas, os cientistas analisaram os camundongos e identificaram que a dieta pobre em carboidratos não havia alterado os níveis de colesterol nos animais testados. A equipe identificou, no entanto, uma diferença significativa no impacto na arteriosclerose - formação de uma placa de gordura na parede arterial que pode levar a ataques cardíacos e infartos.
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Segundo os resultados, publicados na edição mais recente da revista científica "Proceedings of the National Academy of Sciences", os camundongos que receberam a dieta pobre em carboidratos haviam ganhado menos peso, mas desenvolveram 15% a mais de arteriosclerose do que aqueles com a dieta padrão. O grupo que recebeu a dieta ocidental apresentou um aumento de 9% nos níveis de arteriosclerose. Os pesquisadores não explicaram as razões para esse efeito negativo nas artérias, mas sugerem que as dietas pobres em carboidratos podem afetar o modo como as células da medula óssea limpam os depósitos de gordura das artérias.
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As dietas ricas em proteínas e que reduzem ou cortam o consumo de carboidratos atraíram atenção e controvérsia depois de um aumento de adeptos desses regimes na década de 90. Dessa forma, tudo indica que uma dieta equilibrada e associada a atividade física regularmente é bem mais saudável.
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Nutrição em Foco
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quarta-feira, 26 de agosto de 2009

ESTRESSE AUMENTA O CONSUMO DE FAST FOOD E DOCES

O estresse pode fazer as mulheres jovens aumentar o consumo de doces e fast food e reduzir a ingestão de frutas e verduras, segundo estudo da Universidade de Bielefeld, na Alemanha. Por outro, lado, os pesquisadores não observaram o mesmo comportamento entre os homens.
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Avaliando mais de 1,8 mil estudantes no primeiro ano de universidades da Alemanha, da Polônia e da Bulgária, os pesquisadores descobriram que as jovens que comiam mais alimentos ricos em carboidratos, como biscoitos e doces, apresentavam maiores níveis de estresse. E o consumo de frutas e verduras era menor entre as mulheres mais depressivas. Baseados nos resultados, os especialistas defendem que intervenções orientadas para o estresse percebido e sintomas depressivos incluam a questão da alimentação. “Adicionalmente, esforços para reduzir os sintomas depressivos e o estresse entre as estudantes do sexo feminino podem levar ao consumo de alimentos mais saudáveis e/ou vice-versa”, concluíram.
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Uol
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quarta-feira, 5 de agosto de 2009

ADULTOS E ADOLESCENTES CONSOMEM AÇÚCAR EM EXCESSO

Mais de um terço dos adultos e idosos e 70% dos adolescentes consomem açúcar além do limite estabelecido pela OMS e pelo Ministério da Saúde, revela um estudo feito pela USP - Universidade de São Paulo, com mais de 2.000 moradores da cidade de São Paulo.
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Além de não ter valor nutricional, o açúcar em excesso foi associado ao déficit de nutrientes. Segundo as autoras, apesar de o Brasil ser um dos principais produtores mundiais de açúcar proveniente da cana, não há estudos populacionais que investiguem esse consumo entre os brasileiros.
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Além de causar cáries, os alimentos açucarados levam facilmente ao ganho de peso - fator agravado porque normalmente esses produtos contêm gorduras. E a obesidade está relacionada a várias doenças. Alguns estudos também sugerem que os doces despertem uma espécie de vício. "A pessoa passa a querer mais", afirma Luciana Bruno, nutricionista da Sociedade Brasileira de Diabetes.
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Para diminuir a dose diária de açúcar, é possível mudar alguns hábitos, como evitar acrescentar o alimento a sucos e vitaminas e diminuir as colheradas em bebidas como café e chás. "Também vale substituir o açúcar branco pelo demerara ou pelo mascavo, que têm a mesma quantidade de calorias, mas menos aditivos químicos", recomenda a nutricionista Luciana Bruno.
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Para saber mais
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quinta-feira, 23 de julho de 2009

BARRA DE CEREAIS É UM HÁBITO SAUDÁVEL?

Não há como negar que as barrinhas de cereais caíram no gosto de muitas pessoas. Elas são fáceis de serem transportadas, podem ser levadas na bolsa, ficar por dias na sua gaveta do escritório, enfim, é um alimento que se adaptou muito bem à correria da vida moderna. No entanto, é preciso ter cuidados, assim como qualquer outra fonte de energia, a barra de cereais ter que ser consumida com moderação e jamais ser usada para substituir refeições.
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"A barra de cereais não tem qualidades nutritivas para substituir refeições", alerta a nutricionista e professora do Centro universitário São Camilo, Samantha Rhein. A profissional destaca a propaganda enganosa de pacotes de dietas que prometem perder peso por meio da ingestão apenas de barrinhas salgadas e doces. "O melhor horário para comê-las é entre as refeições", explica Samantha.
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Assim como as frutas, iogurte ou, ainda, um pedaço de queijo branco, a barra de cereais é indicada para os lanchinhos como uma forma de variar na dieta. No entanto, Mariana Del Bosco Rodrigues, nutricionista da Abeso, ressalta a importância dos alimentos naturais. "Sempre que possível é preferível optar por um lanchinho natural. Isso não quer dizer que os produtos industrializados são ruins, mas é que houve uma inversão que leva a preferência apenas pelos industrializados". A composição nutricional das barras de cereais depende muito de cada produto, uma vez que a variedade no mercado é bastante ampla. "De modo geral, elas são produtos energéticos, apropriados para o consumo anterior a atividade física, ou então rica em fibras, contribuindo para a regularização do trânsito intestinal. A dica é sempre analisar o rótulo (tabela de composição nutricional e lista de ingredientes)", ensina a nutricionista Adriana Alvarenga, Gerente de Informação Científica da Gold Nutrition.
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Para Mariana Del Bosco Rodrigues, as barras de cereais não deveriam ter o rótulo de "produto saudável" uma vez que são fontes de açúcar e gordura. "O ideal de ingestão diária de fibras é entre 25 e 30g e a maioria das barrinhas não têm nem 1g", destaca. Mas não dá para descartar a grande qualidade desse alimento: a praticidade. A nutricionista Samantha Rhein destaca ainda outros pontos positivos da barra de cereais. "Pelo fato de possuir fibras, é preciso mastigar muito, o que sacia a sensação de fome. E também supre a vontade, principalmente das mulheres, de comer um docinho no meio do dia."Já os produtos indicados como light também possuem ressalvas. "A diferença entre o light e o normal é de cerca de 30 calorias, ou seja muito pouco e desnecessário para quem tem um hábito alimentar controlado", explica Samantha Rhein.
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Terra
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sábado, 20 de junho de 2009

MELHORE O SEU HUMOR ESCOLHENDO OS ALIMENTOS CERTOS

QUE TAL ALIAR ALIMENTAÇÃO SAUDÁVEL E BOM HUMOR? NADA MAL NÉ...
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Um grupo de nutricionistas e cientistas está estudando o quanto a comida é capaz de influenciar o humor das pessoas. A Grã-Bretanha já tem o Food and Mood Institute, o Instituto da Comida e Humor. E o Brasil também já tem estudiosos trabalhando na mesma área na Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC). As pesquisas ainda estão em andamento, mas os profissionais do ramo não têm dúvidas de que ingredientes vindos do prato são capazes de interferir no humor. Os alimentos seriam capazes de modular a fabricação de neurotransmissores, substâncias químicas responsáveis pela comunicação das células no nosso cérebro.
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Para que uma pessoa se sinta feliz é fundamental que esse grupo desempenhe bem o seu papel e esteja em níveis adequados na massa cinzenta. São três os principais envolvidos com o alto-astral: serotonina, dopamina e noradrenalina. A serotonina é derivada de uma substância chamada triptofano e os dois últimos são produzidos com a ajuda da tirosina.
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Para garantir a produção adequada de serotonina é ideal uma dieta que inclua as opções a seguir:
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CARBOIDRATOS: massas, pães, batata e arroz promovem aumento nas taxas de insulina, que está por trás de uma maior captação dos aminoácidos que competem com o triptofano para entrar no cérebro. Assim, com seus rivais derrotados, o triptofano ganha mais espaço na cabeça, o que só colabora para a produção e a atividade da serotonina.
VITAMINA B12: sua deficiência está relacionada com a depressão. Ela é encontrada em ostras e mariscos, além da carne vermelha magra.
VITAMINA B: o maior destaque vai para o ácido fólico, que aparece em vegetais como os brócolis, o cogumelo, o tomate e a rúcula. O triptofano pode ser encontrado no grão-de-bico, ervilhas e feijões. Os alimentos protéicos, como carnes, peixes, leite e ovos também são fornecedores desta substância.
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http://www.clicrbs.com.br/blog/
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sexta-feira, 19 de junho de 2009

AS PERIGOSAS OSCILAÇÕES DA GLICEMIA

Manter e regular a taxa de glicemia no sangue são formas de conquistar saúde a curto e longo prazo. Você acaba de comer satisfatoriamente e, dentro de pouco tempo, já está com uma sensação de fome estranha que o leva a desejar ingerir algo imediatamente. Também anda cansado sem uma razão aparente, com certa apatia, dores de cabeça, enfim, percebe que algo não vai lá muito bem com sua saúde.
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A ingestão de açúcar, sobretudo os derivados da cana de açúcar, são destacados como grandes vilões da elevação da taxa glicêmica. Só que o açúcar não está sozinho. Os farináceos e alimentos refinados são carboidratos simples que agradam não somente aos gordinhos, mas crianças, adolescentes e pessoas de todas as idades habituadas aos alimentos altamente calóricos e rápidos dos ´fast foods´, que vai desde o sanduíche (hamburguer e hot dog), passando pela batata frita, arroz branco polido, pão branco e os biscoitinhos.
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Os índices mundiais indicam que cerca de 25% da população adulta tem resistência à insulina. O quadro é agravado para quem está acima do peso e tem mais de 45 anos. O aspecto ruim dessa história é que as pessoas só costumam mudar quando se deparam com um diagnóstico desfavorável ou um problema já instalado. O outro lado da balança é se foi a alimentação causadora da resistência à insulina, escolhas mais saudáveis e não menos saborosas poderão modificá-la do mesmo modo.
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Há duas formas de trabalhar no controle da glicemia através da alimentação. A primeira é substituir os carboidratos simples por alimentos fontes de carboidrato complexo, ricos em fibras que ajudam a glicose a ser absorvida lentamente. Outra é trabalhar o índice glicêmico dos alimentos. O carboidrato simples está presente no açúcar refinado, doces, pão branco, etc. O arroz integral é um exemplo de alimento com carboidrato complexo, assim como o pão integral. Associado aos legumes, hortaliças e frutas, conseguimos um teor de fibras interessante na alimentação, que contribui para a regulação da glicemia. Lembrando que é mais interessante ingerir a fruta, já que as fibras estão presentes reduzindo a absorção de glicose, do que o suco que eleva rapidamente o índice glicêmico.
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É importante manter um estilo de vida saudável, com atividade física e sono regular. Dar preferência a refeições saudáveis e, quanto mais colorido e variado for o prato, mais rico em nutrientes.
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Nutrição e Esportes
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quarta-feira, 10 de junho de 2009

BENEFÍCIOS DO MEL PARA A SAÚDE

O mel é um saboroso alimento que pode ser consumido junto com iogurte, frutas, leite, torradas e cereais, como a granola, a aveia e os flocos de milho. É uma substância açucarada, constituída de frutose e glicose, elaborada no organismo das abelhas a partir do néctar que coletam de diversas flores.
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Este alimento não serve apenas para satisfazer o paladar. Suas propriedades terapêuticas são conhecidas há milhares de anos. Ele pode ser consumido para cuidar da saúde do organismo e proporcionar mais energia para o dia-a-dia.
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É de fácil digestão, sendo assimilado diretamente pelo organismo. Fonte de carboidratos, vitaminas do complexo B e sais minerais, o mel desintoxica o organismo, favorece a digestão, neutraliza a ação de agentes tóxicos nocivos, combate o estresse e cansaço. Também previne contra a osteoporose, aumentando a fixação de cálcio nos tecidos.
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Possui ação prebiótica, agindo beneficamente sobre a flora intestinal. Contém uma substância chamada inibina que age como um antibiótico natural. Tem ação anti-séptica, antiinflamatória, antioxidante, antimicrobiana. É imunoestimulante, sendo eficaz contra os sintomas de gripes e resfriados. Bom coadjuvante no tratamento de problemas pulmonares e da garganta. Livre de agrotóxicos, o mel orgânico associa os seus benefícios aos dos alimentos orgânicos, cultivados em harmonia com o meio ambiente e gerando mais qualidade de vida.
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Todos os tipos de mel devem ser excluídos da dieta de pessoas diabéticas.
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Mundo Verde
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terça-feira, 9 de junho de 2009

TIPOS DE ARROZ


O arroz é conhecido como o vilão das dietas! Muitas pessaos deixam de comê-lo com medo das calorias e esquecem do seu valor nutritivo. De origem asiática, o arroz foi trazido ao Brasil pelos portugueses. Se você acredita que seus grãos são pouco nutritivos, prepare-se para algumas surpresas escondidas nas mais diferentes variedades:
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NEGRO - Ainda não é muito popular por aqui, embora seja conhecido na China há milhares de anos. Era chamado de arroz proibido por ser um alimento exclusivo do imperador, conta a nutricionista Andréa Esquivel, especialista em gastronomia e professora da Universidade Norte do Paraná, a Unopar. Contém pitadas de ferro e, portanto, pode ser útil para afastar a anemia.
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PARBOILIZADO - Ele concentra vitaminas do complexo B, importantes para afastar doenças cardiovasculares. Essa riqueza se preserva apesar do processamento. É que esse arroz, quando ainda está na casca, passa por um tratamento com água fervente que leva os nutrientes para dentro do grão.
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ARBÓREO - O mais usado para fazer risoto, ele concentra bastante amido, o que confere aquela consistência cremosa. Também tem uma incrível capacidade de absorver condimentos.
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INTEGRAL - Este tipo mantém a camada externa do grão, o farelo. Além de conservar vitaminas do complexo B, contém fibras benéficas ao intestino. Para quem estranha o sabor, Maria Cecília Corsi recomenda refogá-lo com um pedacinho de canela e um dente de cravo, além de bastante cebola.
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POLIDO - O arroz do dia-a-dia não é dos mais nutritivos, mas ainda assim é fonte de carboidratos e proteínas, diz a cientista de alimentos Priscila Zaczuk Bassinello. Seu empobrecimento se deve à retirada da casca no beneficiamento, embora já existam nos supermercados versões enriquecidas com minerais como zinco e ferro.
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Revista Saúde
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domingo, 7 de junho de 2009

AÇÚCAR: SAIBA O QUE ESSE PRODUTO FAZ AO ORGANISMO

Açúcar comum ou refinado? Qual será o menos prejudicial à saúde? Qual a quantidade usar?
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O coração depende de gorduras, proteínas, vitaminas e sais minerais, mas de nem um miligrama sequer de açúcar. A glicose que o cérebro necessita diariamente provém do açúcar já presente nos alimentos, fontes de carboidratos, e que não é prejudicial ao organismo.
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No entanto, o maior problema está no consumo de açúcar refinado, pois para ficar mais branco e soltinho ele é extraído da natureza e submetido ao refino, que utiliza inúmeros produtos químicos. Além disso, esse processo faz com que fibras, sais minerais, proteínas e demais nutrientes sejam eliminados, o que resulta em um produto químico cheio de calorias vazias, que produz estado de superacidez que desmineraliza o organismo, levando à carência de cálcio, magnésio, zinco, cobre e selênio.
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“Alimentos com alto teor de açúcar, além de serem calóricos, promovem um aumento rápido dos níveis de glicose no sangue. A glicose só pode ser utilizada pelas células, onde se transforma em energia, na presença do hormônio insulina. Pessoas com sobrepeso, obesidade ou predisposição genética estão mais propensas a desenvolver resistência à insulina, dessa forma o consumo exagerado de açúcar é parte de uma série de fatores que provocam diabetes, hipertensão, cárie e obesidade”, explica a nutricionista e tutora do Portal Educação, Ana Paula Leão Rossi.
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Diante disso, é aconselhável que a pessoa substitua o açúcar refinado comum por açúcar mascavo ou mel, pois estes produtos apresentam mais minerais e vitaminas na composição. Mas mesmo assim é preciso que se preste atenção quanto ao consumo exagerado de açúcar na alimentação diária e avalie a qualidade do que se está ingerindo.
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Nutrição Virtual
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segunda-feira, 11 de maio de 2009

CARBOIDRATOS GARANTEM ENERGIA E BOA ALIMENTAÇÃO

Os carboidratos (pão, macarrão, arroz, batata e etc) geralmente, são vistos com os "vilões" das dietas devido ao seu elevado índice de calorias e rápida absorção pelo organismo. Dessa forma, muitos excluem estes alimentos nas refeições diárias, o que pode vir a ser prejudical, já que o organismo necessita da energia proveniente dos carboidratos. Isso gera cansaço, desânimo e queda de glicose. Os carboidratos podem e devem fazer parte da alimentação e, principalmente, da dieta, desde que as quantidades estejam dentro do que o organismo necessita. É ideal uma refeição equilibrada com todos os nutrientes, dando preferência para alimentos integrais, por ter a absorção mais lenta.
Veja a reportagem:
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Os carboidratos são a principal fonte de energia para o corpo humano. Composto de dois átomos de hidrogênio, um de oxigênio e um de carbono, os hidratos de carbono, como também são conhecidos, fornecem energia para a realização das atividades humanas e calor para manter a temperatura corporal. Temidos por muitos como um dos maiores causadores do ganho de peso, os carboidratos estão presentes em alimentos como arroz, trigo, aveia, batata, mandioca, leguminosas (feijão, ervilha, grão de bico), frutas e doces. Mas não são apenas os aspectos negativos que se destacam nos hidratos de carbono. A ausência desse grupo alimentar na dieta pode causar transtornos como moleza, sonolência, perda de memória, perda do poder de concentração, dor de cabeça e, em alguns casos, desmaios. Isso porque a queda de açúcar no sangue diminui as funções cerebrais.
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“A ingestão ideal de calorias e de carboidratos varia de pessoa para pessoa, de acordo com o sexo, idade, peso, altura, atividade física, etc. Além disso, vai depender se a pessoa é saudável, tem peso adequado, possui problemas de saúde ou tendências hereditárias. Normalmente, os carboidratos representam a maior parte das calorias ingeridas (50 a 60% do total) na dieta, sendo que um grama desse nutriente provém energia de quatro kcal”, explica Juliana Pompeu, nutricionista da Academia Boca.
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O consumo excessivo de carboidratos pode levar ao sobrepeso, obesidade e desenvolvimento de diabetes. A nutricionista diz que o índice glicêmico desses alimentos os difere uns dos outros e ocasiona maior ou menor risco. “Toda vez que se ingere carboidratos, eles entram na concorrente sanguínea com diferentes velocidades. De acordo com a velocidade que entram no sangue, é possível classificar os prováveis danos que possam trazer. Quanto mais rápido, maior a descarga de insulina, o que define o valor glicêmico. Alimentos com baixo índice glicêmico, como é o caso dos integrais, são os mais indicados para o consumo e a manutenção do equilíbrio no organismo”, considera.
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Na prática de exercícios físicos, o consumo de carboidrato está diretamente relacionado com a intensidade e o volume dos exercícios. A refeição que antecede o treino deve ser de fácil digestão e com alto conteúdo de carboidratos. Durante a atividade física que dure mais de uma hora, a ingestão de carboidratos (água de coco, bebidas esportivas, gel de carboidrato ou frutas secas) pode melhorar o desempenho, por meio do fornecimento de glicose para o músculo, e retardar a fadiga. À noite, a dica é consumir carboidratos ricos em fibra e pobres em gordura, principalmente pela necessidade de uma quantidade menor de energia nesse período do dia. “Em geral, o que vale é diminuir a quantidade de todos os grupos de alimento à noite e não apenas de carboidratos. Comparando com a proteína, a quantidade de calorias por grama é a mesma”, alerta Juliana.
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“Além de diminuir as quantidades totais da última refeição do dia, a composição dos alimentos é um fator importante para manter o peso”, orienta a nutricionista. “Se o prato da noite for basicamente carboidrato, com pouca ou nenhuma proteína (carnes ou queijos), e sem fibras (legumes e verduras), a absorção dos carboidratos fica mais facilitada e o nível do açúcar no sangue pode aumentar rapidamente”, complementa Juliana. Durante o sono, o corpo usa mais gordura corporal do que açúcar dos músculos e do sangue como forma de energia, e o ideal é permitir que o organismo trabalhe da forma natural.
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FONTE: Revista Fator (http://revistafator.com.br)
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quinta-feira, 7 de maio de 2009

PÃO BRANCO NÃO ENGORDA MAIS QUE O INTEGRAL

A maioria das pessoas abusam do pão integral nas dietas por achar que ele tem menos calorias do que o pão branco. A verdade é que o valor calórico são bem parecidos e um NÃO engorda mais do que o outro. Porém, o pão integral ganha em saciedade e fibras. Sendo considerado mais saudável.

Considerado um dos grandes inimigos da dieta, o pão branco é acusado de ser calórico demais, de ter carboidratos em excesso e de atrapalhar o metabolismo de quem está na luta para perder peso. Ataques à parte, é bom lembrar que o pãozinho continua sendo uma grande fonte de energia, e seu consumo diário, em quantidades adequadas, não impede ninguém de ficar bem com a balança. A fama de ser ruim para quem quer perder peso talvez encontre explicação não em seu valor calórico, mas na forma como o organismo o recebe. O pão branco é rapidamente digerido e absorvido. Assim, em pouco tempo, a pessoa sente fome e volta a se alimentar, fazendo mais refeições por dia.
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– Não há diferenças entre os pães integral e os de farinha branca no que se refere às calorias. Elas são praticamente idênticas. Mas é inegável a superioridade dos pães integrais no quesito saciedade, fazendo com que as pessoas permaneçam mais tempo com essa sensação após a ingestão. Isso, inegavelmente, beneficia os programas de dieta para a perda de peso – explica a endocrinologista Ellen Simone Paiva. Por isso, para quem enfrenta o sobrepeso, é recomendado se alimentar com o pão integral.
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Outra vantagem são as fibras, que trazem vários benefícios metabólicos – tendem, por exemplo, a reduzir a absorção de colesterol e mantê-lo em níveis ideais no sangue. Também são consideradas grandes aliadas na prevenção do câncer do intestino grosso. Para quem não está com a mente fixa nos quilos a mais, é recomendado variar o tipo de pão que se coloca à mesa. Há uma infinidade de opções, como linho, mel, aveia e sete grãos, cada um com suas vantagens e desvantagens. Outra dica é moderar o consumo. Para os homens, são recomendadas, no máximo, seis fatias por dia. Para as mulheres, um pouco menos: até quatro fatias. Mas de nada vale prestar atenção ao pão e se descuidar dos acompanhamentos, que podem ser prejudiciais à saúde.
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– O ideal é colocar uma faca rasa de margarina. E a margarina tem de ser livre de gordura saturada (trans) – sugere a nutricionista Ana Flávia Stein Ferreira. Além da margarina, podem-se adotar outros produtos. O atum light, por exemplo, possui ômega 3 e 6, antioxidantes que combatem doenças cardiovasculares.
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FONTE: www.clicrbs.com.br
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