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sexta-feira, 7 de janeiro de 2011

AMÊNDOAS PREVINEM DIABETES E PROBLEMAS CARDÍACOS

Item praticamente obrigatório no cardápio das festas de final de ano, a amêndoa tem propriedades que protegem o corpo contra o diabetes tipo 2 e as doenças cardíacas. É o que mostra um estudo americano publicado na última edição do periódico especializado Journal of the American College of Nutrition.
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Pesquisadores da Universidade de Medicina e Odontologia de New Jersey tornaram rica em amêndoas a dieta de 65 voluntários, todos adultos e em estado pré-diabético, ou seja, com nível de glicose maior do que o normal e, portanto, com maior risco de desenvolver a doença.
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Após a mudança no cardápio, os médicos verificaram nos pacientes um aumento da sensibilidade à insulina, o que melhora o processamento de açúcares pelo corpo. A insulina é o hormônio responsável pela quebra dos açúcares no sangue, deficiente nos organismos dos diabéticos. Os voluntários apresentaram também uma significativa redução dos níveis de LDL, o chamado mau colesterol, no sangue.
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Estima-se que existam dez milhões de diabéticos no Brasil. O diabetes tipo 2 responde por 90% a 95% dos casos da doença no mundo. Vítimas dessa doença têm falhas na produção de insulina ou menor capacidade de usar o hormônio para quebrar a glicose e a gordura, transformando-as em energia. Soltas no organismo, glicose e gorduras danificam os órgãos.
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“Uma mudança de dieta é promissora para aqueles que têm riscos de desenvolver diabetes tipo 2 e problemas cardiovasculares. Ela pode ter influência essencial no desenvolvimento da doença”, declarou a líder do estudo, Michelle Wien, ao jornal britânico Daily Mail.
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Fonte: Revista Veja
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terça-feira, 28 de dezembro de 2010

ANVISA SUSPENDE MEDICAMENTOS USADOS PARA EMAGRECER

A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) suspendeu a importação e venda de produtos da marca Divine Shen no país e o uso da Caralluma Fimbriata. Segundo a publicação oficial, o Divine Shen é registrado regularmente na Anvisa como alimento, mas pode ter sido misturado ao medicamento de uso controlado sibutramina. A presença dessa substância foi constatada em análise realizada pelo Instituto de Criminalística de São Paulo, a pedido do Ministério Público Estadual.
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A agência diz que a sibutramina age no sistema nervoso central e é capaz de reduzir a sensação de fome. Mas pesquisadores já anunciaram que o consumo dessa substância por pacientes com histórico de doença cardiovascular pode ter aumentado o risco de doença coronariana, derrame, taquicardia e hipertensão. Os produtos da Divine Shen são importados da China. A suposta mistura com a sibutramina foi identificada em uma embalagem que deveria ter cápsulas com fibras de laranja amarga.
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Sobre a outra suspensão determinada no "Diário Oficial", a Anvisa diz que "nenhum produto que contenha em sua composição a Caralluma Fimbriata encontra-se regularizado no país, tendo em vista que não há qualquer comprovação em relação à sua segurança e eficácia".
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Estão suspensas a fabricação, a distribuição, a manipulação, o comércio e o uso desse produto. A agência não analisou essa substância recomenda o abandono do consumo. Em maio deste ano, a Anvisa já havia proibido propaganda de produtos anunciados como naturais que aceleravam a perda de peso, como a Caralluma Fimbriata. Equipes das Vigilâncias Sanitárias dos estados e dos municípios devem retirar os produtos de prateleiras de estabelecimentos comerciais e farmácias. As embalagens devem ser lacradas até que o processo administrativo sobre a presença dessa substância seja finalizado.
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No domingo (19), o "Fantástico" mostrou que produtos são vendidos para quem quer emagrecer mesmo sem receita médica. Na reportagem, foram encontrados os produtos Divine Shen e Caralluma Fimbriasta. “Nenhum suplemento, nenhum remédio vendido como natural serve pra acelerar um emagrecimento. Ainda não foi inventado nenhum que realmente funcione”, disse Marcio Mancini, da Sociedade Brasileira de Endocrinologia e Metabologia.
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Fonte:
Globo
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quarta-feira, 8 de dezembro de 2010

CONTRA A PRESSÃO ALTA... ALHO!

Cientistas australianos têm uma nova solução para controlar a pressão alta. A arma secreta é o alho, segundo um estudo publicado na Revista Científica Maturitas.
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Num teste de 12 semanas envolvendo 50 pacientes, Karen Reid e colegas da Universidade de Adelaide descobriram que o consumo de quatro cápsulas diárias de um suplemento chamado extrato de alho envelhecido reduzia a pressão arterial e, cerca de 10mmHg, em comparação a um grupi de usava um placebo. Reid disse que o alho consumido de outra forma não tem o mesmo efeito.
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"Quando você cozinha o alho fresco, o ingrediente que é responsável por reduzir a pressão sanguínea desaparece", disse ela. "Acho que o ponto realmente importante é que o extrato de alho envelhecido como suplemento é a arma secreta para a pressão sanguínea."
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Há muito tempo se sabe que o alho é bom para o coração, e a medicina tradicional indiana (aiurvédica) há séculos usa o produto na prevenção da hipertensão. Este, no entanto, é o primeiro estudo a avaliar cientificamente o impacto do extrato de alho envelhecido.
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Fonte: Emex Nutrição Orientada
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segunda-feira, 6 de dezembro de 2010

MIOJO É CAMPEÃO NA QUANTIDADE DE SAL

O macarrão instantâneo, o famoso miojo, é o alimento com maior quantidade de sódio encontrada dentre os produtos industrializados mais consumidos no Brasil. Em média, um pacotinho de 85 g, preparado com tempero, chega a ter 2.721 mg da substância, mais do que o recomendado para um dia inteiro – o limite diário para o consumo de sódio é de 2.400 mg por pessoa, de acordo com o Ministério da Saúde.
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Mineral presente no sal, o sódio em excesso é apontado pelos médicos como o principal vilão da pressão alta, doença que tem relação direta com problemas como o AVC (acidente vascular cerebral) e infartos. Nos alimentos industrializados, a substância é usada para aumentar o prazo de validade. A medição foi feita num estudo divulgado nesta quinta-feira (18) pela Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária), que comparou a quantidade de sódio, açúcares e gorduras saturada e trans em diversos alimentos de várias marcas.
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O miojo foi o alimento com a maior quantidade, seguido pelas carnes de frango empanadas (759 mg numa porção de 130 g) e pelos hambúrgueres bovino e de ave (567 mg em 80g e 525 mg em 80g, respectivamente). A pesquisa mostrou ainda que o teor encontrado nos alimentos varia muito entre as marcas. No caso do miojo, foram analisados produtos de 12 fabricantes. A quantidade de sódio numa mesma porção, de 85 g, variou de 1.778 mg a 4.010 mg. Essa última marca, não revelada, coloca uma quantidade que representa 167% do que uma pessoa poderia consumir num dia.
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A maior variação na quantidade de sódio foi encontrada na batata palha. Em 9 marcas analisadas, a diferença chegou a 14 vezes da menor (10 mg numa porção de 25g) à maior (139mg/25g). Em seguida vem o salgadinho de milho, com variação de 12,5 (29 mg a 176,5 mg, em uma porção de 25g).
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Entre as bebidas, foi constatado que os refrigerantes de baixa caloria apresentam mais sódio que os comuns, que têm mais açúcar. Enquanto um refrigerante de cola "zero" tem 97 mg de sódio em 1 litro, o normal tem 54 mg. Segundo Maria Cecília Brito, diretora da Anvisa que apresentou o relatório, o objetivo da agência agora é reforçar a recomendação às indústrias pela diminuição das quantidades de sódio nos alimentos, já que muitas já conseguem obter teores menores com mais tecnologia.
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Quanto menos tecnologia, mais concentração. As maiores empresas estão todas estudando. Agora, nós não podemos matar a indústria nacional. Mas a população pode fazer sua escolha. A divulgação do estudo pela Anvisa visa também conscientizar os consumidores sobre os excessos encontrados. A ideia é motivar as pessoas a consultarem os rótulos dos produtos, onde estão informadas as quantidades dos nutrientes. O estudo completo está disponível no site da agência.
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Fonte: Notícias R7

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quarta-feira, 24 de novembro de 2010

SUCO DE TOMATE PODE PREVENIR OSTEOPOROSE

Dois copos de suco de tomate por dia mantêm a osteoporose longe, concluíram cientistas canadenses. O diferencial da bebida é o licopeno, já considerado eficiente na prevenção de outras doenças, como o câncer de próstata e problemas cardíacos.
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A descoberta foi resultado de uma pesquisa da Universidade de Toronto, no Canadá. Os cientistas pediram a 60 mulheres na menopausa, entre 50 e 60 anos, que cortassem todo o tomate de suas dietas por um mês. O novo hábito alimentar aumentou em todas elas os níveis de um químico que é normalmente liberado pelo corpo quando ossos são quebrados, o N-telopeptídeo.
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A etapa seguinte do estudo durou quatro meses. Durante esse tempo, algumas dessas mulheres tomaram duas doses diárias de suco de tomate contendo 15 mg de licopeno, outras, uma versão com 35mg, um terceiro grupo, cápsulas da substância e as últimas receberam pílulas de efeito placebo.
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Resultado: as que ingeriram qualquer das substâncias com licopeno tiveram seus níveis de N-telopeptídeo consideravelmente reduzidos. Mas o benefício não foi estendido àquelas que tomavam as pílulas de farinha. E os pesquisadores ainda garantem que o suco de tomate encontrado em supermercados ajuda tanto no fortalecimento de ossos frágeis quanto o usado no estudo.
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Fonte: Revista Veja
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sábado, 23 de outubro de 2010

SARDINHA

A sardinha é um peixe que pertence à família Clupeidae e tem um nome científico Sardina pilchardus. Geralmente de pequenas dimensões (10-15cm de comprimento), caracteriza-se por possuir apenas uma barbatana dorsal sem espinhos. Na sua composição apresenta um importante lipídeo, que é o Ômega-3, característico das propriedades funcionais deste alimento.
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PRÓS E CONTRAS
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Tem sido comprovado em estudos atuais que o consumo de alimentos como a sardinha previne alguns tipos de doenças cardiovasculares por conter uma elevada quantidade de ácidos graxos essenciais do tipo ômega-3 (gordura poli-insaturada) na sua composição nutricional.
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Salienta-se que o teor lipídico da sardinha varia ao longo do ano. O efeito benéfico ao nível das doenças cardiovasculares proporcionado pelo consumo deste alimento advém de:
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º Diminuição dos triglicerídeos e colesterol total no sangue;

º Diminuição do colesterol plasmático LDL e aumento do colesterol plasmático HDL;

º Redução da pressão arterial de indivíduos com hipertensão leve;

º Alteração da estrutura da membrana das células sanguíneas, tornando o sangue mais fluído.

A sardinha apresenta ainda uma excelente fonte de proteínas completas e de alto valor biológico. Contem também o ferro, fósforo, magnésio e as vitaminas A, B, D, E e K. Uma vantagem para o consumo deste alimento é o seu preço, sendo um alimento de elevada qualidade nutricional e com baixo custo. Contudo, não é o único alimento com as propriedades benéficas descritas anteriormente. Seu consumo deve ser variado, ou seja, uma alimentação composta por sardinha e outros alimentos com equivalência nutricional, nomeadamente o salmão, a cavala, o arenque, o sável, entre outros.

Devemos ainda ter em atenção a forma como preparamos e confeccionamos a sardinha. A sardinha frita ou confeccionada no microondas compromete a estrutura dos ácidos graxos e as suas propriedades benéficas devido à temperatura atingida e reações químicas ocorridas. Sendo assim, deve-se dar preferência à sardinha assada ou cozida. As conservas de sardinha, por outro lado, preparam-se em óleo ou azeite, em tomate ou molho de escabeche. São geralmente de boa qualidade, embora muito mais energéticas: o seu valor, por cada 100 gramas, é de cerca de 250 kcal no caso das conservas em azeite ou óleo e de 180 kcal nas conservas de tomate.

LADO A LADO COM...

A sardinha apresenta características semelhantes a outros peixes do mesmo tipo: cavala, arenque, atum, salmão, sável, entre outros, no que diz respeito à sua funcionalidade proveniente da composição em ômega-3. Quando confrontada com a composição lipídica da carne, deve ser dada preferência ao consumo de peixe, uma vez que a carne apresenta um teor superior de gordura saturada.

Relativamente à composição protéica de elevado valor biológico, a sardinha assemelha-se aos outros peixes, à carne ou aos ovos, sendo que: 100g peixe aprox.= 100g carne aprox.= 2 ovos aprox.= 20g proteína.

COM PESO E MEDIDA

Para controlar o peso a alimentação deve ser equilibrada e diversificada. A qualidade nutricional dos lipídios que compõem a sardinha é fundamental para prevenir algumas das complicações que podem surgir derivadas do excesso de peso. No geral, fontes de proteína de origem marinha são mais magras e, por isso, menos calóricas que fontes de proteína provenientes de mamíferos terrestres.

Fonte: Blog Alimentando
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quarta-feira, 29 de setembro de 2010

GORDURA DO PORCO SE CONCENTRA NA PELE

Aproximadamente 70% da área gordurosa do suíno está localizada debaixo da pele (toucinho) e apenas 30% no restante do corpo. Sem a pele, a carne de porco apresenta baixos teores de gordura. No interior dos músculos, a quantidade encontrada de gordura é igual à da carne de frango, por exemplo.
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A carne suína contém 65% de gordura do tipo insaturada, ou seja, aquela que beneficia o colesterol no sangue, enquanto que o restante, 35%, é saturada, a que estimula e aumenta a produção do colesterol "ruim".
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A carne suína é excelente fonte de vitaminas do complexo B, como a tiamina, riboflavina ,B-6 e B-12, e de cálcio, fósforo, zinco, ferro e potássio, mineral que ajuda na redução dos níveis de sódio, que retém água no corpo em pessoas com pressão alta.
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Das cerca de 1.800 calorias que um indivíduo consome diariamente, em média, 30% (540 cal ou 60g) são de gordura (lipídios). Por isso, àqueles que abominam a simples menção da palavra "gordura" tomem nota porque ela é vital para o funcionamento do nosso organismo. Vale lembrar que o porco, o boi, as aves, a ovelha, por exemplo, têm altos índices de gordura saturada, que podem elevar o nível do colesterol e aumentar o risco de doenças cardíacas. Na hora de comer, portanto, escolha alimentos que contenham gorduras insaturadas, que são encontradas nos vegetais e na carne de peixe.
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A função da gordura é a de "carregar" as vitaminas para as diversas partes do corpo, auxiliar no funcionamento do intestino e do fígado, e suprir, com o menor volume possível de comida, as necessidades de energia do corpo. Sem a ingestão das gorduras por um longo período de tempo, os danos podem ocorrer no cérebro, provocando danos ao desenvolvimento intelectual.
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Fonte: Folha Uol
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terça-feira, 21 de setembro de 2010

SAÚDE NA CASCA: BENEFÍCIOS DA FARINHA DE FRUTA

As cascas de alguns alimentos possuem propriedades tão benéficas à saúde quanto a polpa. Uma das formas mais eficazes de aproveitar todos os nutrientes das cascas é o consumo na forma de farinha. Coloridas e altamente nutritivas, elas são fontes de fibras naturais que auxiliam no bom funcionamento do organismo.
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O produto pode ser extraído de frutas como maracujá, uva, laranja, maçã e banana verde. A trituração da casca da uva vermelha, por exemplo, resulta num excelente antioxidante natural que ajuda a evitar acidentes vasculares e problemas cardíacos, além de diminuir o conhecido mau colesterol, o LDL — afirma a nutricionista Fernanda Bortolon. Ela explica que a farinha feita da casca da banana e a do maracujá ajudam na perda de peso e no bom funcionamento do organismo.
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A casca da banana verde é rica em fibras de amido resistente, enquanto a farinha de maracujá é rica em pectina, que bloqueia a absorção de gorduras pelo intestino — destaca. A casca da maçã, segundo a nutricionista, também tem propriedades importantes para a saúde. A farinha desta casca reduz o colesterol e triglicerídeos, além de aumentar a saciedade e diminuir a fome.
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LARANJA: A casca da laranja amarga proporciona uma farinha que é rica em fibras naturais. Reduz o apetite, regula o funcionamento do intestino e também contribui para a redução do colesterol.

LIMÃO: A casca do limão possui um princípio ativo chamado d-limoneno, que ajuda a combater a ansiedade, depressão, excesso de colesterol LDL (ruim), auxilia no controle de ácido úrico e até mesmo previne o câncer. Também se mostraram as mais ricas em fibras, com 6,7 g. O baixo consumo de fibras pode originar problemas que vão de prisão de ventre a câncer de cólon. Seu consumo reduz os índices de glicemia e colesterol no sangue, o que previne as doenças do coração.

MARACUJÁ: A casca do maracujá é uma parte nobre da fruta, sua farinha ajuda a controlar a taxa de açúcar no sangue. Ela é rica em uma substância chamada pectina. A pectina é uma fração de fibra solúvel. No nosso organismo ela forma um gel, dificultando a absorção da glicose.

MAÇÃ: A casca da maçã tem 87% mais fitoquímicos, reduz o colesterol e triglicerídeos, além de aumentar a saciedade e diminuir a fome.

UVA: A trituração da casca da uva vermelha resulta em um excelente antioxidante natural que ajuda a evitar acidentes vasculares e problemas cardíacos, além de diminuir o conhecido mau colesterol, o LDL.
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DICAS DE CONSUMO
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A farinha pode ser consumida em saladas, iogurtes, vitaminas, no leite, ou acrescentada nas refeições. O ideal é ingerir uma colher de sopa, duas vezes ao dia. É muito importante comer as cascas, porém as frutas devem ser muito bem higienizadas, com uma solução de água com hipoclorito de sódio (1 colher de sopa de hipoclorito para 1 litro de água).
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Fonte: ClicRBS
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quinta-feira, 2 de setembro de 2010

ÓLEO DE PEIXE PODE AJUDAR NA PREVENÇÃO DE PROBLEMAS CARDÍACOS

Receitar cápsulas de óleo de peixe para pacientes com problemas cardíacos pode salvar cerca de 10.000 vidas por ano, dizem especialistas.
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Um estudo acaba de comprovar que a ingestão regular de suplementos de ômega-3 preveniu a morte de um em cada 10 pacientes com insuficiência cardíaca e diminuiu em 8% as internações hospitalares por sintomas como falta de ar e retenção de líquidos.
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Os benefícios mais significativos, no entanto, aparecem apenas dois anos após o início da ingestão das cápsulas. De acordo com a pesquisa, que foi publicada no Jornal Europeu de Cardiologia, cerca de 700.000 britânicos sofrem de problemas cardíacos e 68.000 novos casos são diagnosticados todos os anos. As taxas de sobrevivência são inferiores às do câncer de mama de próstata e chegam a matar 100.000 pessoas por ano.
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O ômega-3 é uma gordura saturada encontrada naturalmente no óleo de peixe, na soja, no óleo de canola, na linhaça, em sementes de abóbora e em nozes. Apesar de ser importante para o bem-estar mental, a gordura é benéfica também para o coração e para pacientes com artrite. Ela ainda reduz as chances de um coágulo sanguíneo e ajuda a regular os batimentos cardíacos.
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Fonte: Revista Veja
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quarta-feira, 1 de setembro de 2010

ARROZ PRETO PODE AJUDAR NO COMBATE AO CÂNCER

Cultivado na China, mas adorado no Ocidente, o arroz preto pode ser eficiente na prevenção de ataques cardíacos e no combate ao câncer. Cientistas da Louisiana State University analisaram amostras do produto cultivadas no sul dos Estados Unidos e encontraram altos índices de antocianina e antioxidantes .
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Também presentes em frutas e vegetais, como o pimentão vermelho, estas substâncias garantem a cor escura do arroz e ajudam na proteção das artérias e previne as lesões no DNA, que desencadeiam o câncer. “Uma colher de arroz preto contém pouco açúcar e ainda é rica em fibras, antioxidantes e vitamina E”, defende o cientista Zhimin Xu.
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No passado, o arroz preto era conhecido na China como “arroz proibido” porque aparecia somente nas refeições da nobreza. Hoje, o cereal é comum nas receitas de sushis e sobremesas asiáticas. Zhimin Xu acredita ainda que o grão tem potencial para incrementar bebidas, massas, bolos, bolachas, entre outros.
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Fonte: Nutrição em Foco
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segunda-feira, 30 de agosto de 2010

ENERGÉTICOS EM EXCESSO PREJUDICAM A SAÚDE

Conhecidas por melhorar o desempenho físico de atletas, as bebidas energéticas podem não ser tão benéficas quanto se pensava. De acordo com pesquisadores da Universidade de Nova Southeastern, na Flórida (EUA), o consumo desenfreado desses líquidos pode causar insônia, arritmia, osteoporose, doenças cardiovasculares, complicações no parto e na gestação e problemas gastrointestinais.
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“As bebidas energéticas contêm, tradicionalmente, cafeína, taurina, sacarose, guaraná, ginseng, niacina e vitamina B12”, descreve Stephanie Ballard, uma das responsáveis pelo estudo. Segundo ela, a melhora no desempenho físico proporcionado pela bebida está diretamente relacionada à cafeína. Até aí, nenhuma novidade. Mas Stephanie vai além: "Os efeitos da cafeína podem variar no desempenho anaeróbico do indivíduo”.
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Os resultados levantados pela equipe colocam em xeque ainda se a combinação entre a bebida e exercícios físicos pode acelerar, de fato, a perda de peso. “O aumento na queima de calorias tende a diminuir e a voltar ao normal quando o uso da cafeína se torna um hábito regular e corriqueiro”, acrescenta Ballard. Além disso, por ser frequentemente acrescida de açúcar, ela pode ser tão prejudicial para o ganho de peso quanto os refrigerantes.
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Doping - O consumo exagerado de uma substância ativa como a cafeína pode trazer efeitos colaterais sérios ao organismo. Nos energéticos, a substância está presente em concentrações altíssimas (até seis vezes mais do que em outras bebidas). Por isso, apesar de ter sido retirada da lista da Agência Mundial Anti-Doping em 2004, a substância é monitorada desde 2009 para evitar o uso abusivo. De acordo com as regras da Associação Atlética Universitária Nacional dos EUA, atletas que apresentam mais de 15mg/L de cafeína na urina são barrados no teste anti-doping. Oito xícaras de café, cada uma com 100mg de cafeína, são suficientes para atingir a quantia permitida.
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Fonte: Revista Veja
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terça-feira, 10 de agosto de 2010

CONSUMO DE NOZES E CASTANHA REDUZ O COLESTEROL

Comer nozes e castanhas diariamente pode melhorar os níveis de colesterol e reduzir os riscos de doença cardíaca coronariana, segundo estudo publicado no periódico Archives of Internal Medicine.
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Avaliando dados de 25 estudos sobre o consumo de castanhas e os níveis de colesterol em sete países, os pesquisadores da Universidade Loma Linda, nos EUA, descobriram que o consumo diário de cerca de 67 gramas de castanhas - incluindo amêndoas, avelãs, nozes, amendoim e pistaches - resultava em uma redução média de 5,1% no colesterol total, de 7,4% no colesterol ruim (LDL) e de 8,3% na taxa de LDL em relação ao HDL.
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Além disso, essa prática foi associada a uma redução de 10% nos triglicérides de pessoas que, inicialmente, apresentavam altas taxas dessa “gordura” no sangue. Segundo os autores, os diferentes tipos de castanha têm efeitos similares sobre o colesterol, mas esses efeitos seriam modificados dependendo dos níveis de LDL, índice de massa corporal e tipo de alimentação. Eles destacam, ainda, que os resultados apoiam a inclusão de castanhas em intervenções terapêuticas na dieta para melhorar os níveis de colesterol.
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“Aumentar o consumo de nozes como parte de uma dieta pode ser prudente por afetar positivamente os níveis de lipídios no sangue (pelo menos em curto prazo), e tem o potencial de reduzir o risco de doença cardíaca coronariana”, explicaram os autores, acrescentando que a moderação é a chave.
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Fonte: Emex Nutrição Orientada
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segunda-feira, 5 de julho de 2010

SAL E SÓDIO CAUSAM DÚVIDA A HIPERTENSOS

Reduzir o sal na dieta é a primeira recomendação que um portador de hipertensão recebe do médico. Mas uma pesquisa do Instituto Dante Pazzanese de Cardiologia com 1.294 hipertensos mostrou que 93% deles não sabem fazer a relação entre o sal e o sódio descrito nas embalagens de alimentos. Pior: 75% nem sequer leem os rótulos e 45% não sabem que os produtos industrializados podem conter sal.
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Segundo a Organização Mundial da Saúde, o consumo diário de sal não deve exceder seis gramas por dia - uma colher de chá. A Sociedade Brasileira de Cardiologia (SBC) deve lançar em breve uma nova diretriz reduzindo esse valor recomendado para cinco gramas. Estudo recente no New England Journal of Medicine apontou que diminuir o consumo de sal pode reduzir doenças cardiovasculares tanto quanto parar de fumar, combater a obesidade e controlar o colesterol. O problema é que a tabela nutricional das embalagens não informa a quantidade de sal e sim a de sódio - um dos componentes do sal de cozinha e o verdadeiro causador da pressão alta.
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Para aumentar a confusão, o sódio não está apenas em alimentos salgados, mas também em conservantes (nitrito de sódio e nitrato de sódio), adoçantes (ciclamato de sódio e sacarina sódica), fermentos (bicarbonato de sódio) e realçadores de sabor (glutamato monossódico). Isoladamente, o sódio não tem sabor, mas apenas 24% dos entrevistados sabiam disso", diz a nutricionista Cristiane Kovacs, uma das autoras do estudo.
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"Costuma-se recomendar a redução no consumo de sal porque ele é a principal fonte de sódio da alimentação, mas não é a única." O cardiologista Daniel Magnoni, coordenador da pesquisa, explica que é preciso multiplicar o valor de sódio no rótulo por 2,5 para saber o quanto aquilo corresponde em gramas de sal. Um alimento com 500 mg de sódio representa 1,25 g de sal. Estou elaborando uma proposta governamental para alterar a informação dos rótulos para que contenham a quantidade de sal", diz Magnoni.
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Mas, segundo a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), não seria possível fazer essa alteração porque muitos alimentos - como o leite - contêm naturalmente sódio, mas não sal. "Declarar a quantidade de sal em um alimento que não teve adição desse ingrediente seria enganar o consumidor", afirmou a agência em nota.
As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.
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Fonte: Uol
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sexta-feira, 25 de junho de 2010

EU SOU 12 POR 8

"Eu sou 12 por 8" é uma campanha humanitária criada pela Sociedade Brasileira de Cardiologia para conscientizar a população sobre os benefícios de manter a pressão arterial em níveis adequados e sobre os riscos da hipertensão. Hoje, no Brasil, existem mais de 30 milhões de hipertensos que precisam entender e cuidar da sua saúde para viver mais e melhor.
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A pressão alta não controlada é a principal causa das duas doenças que mais matam no Brasil: o acidente vascular cerebral e o infarto do miocárdio. A cada ano, 300 mil brasileiros são vitimados pelas doenças cardiovasculares, principalmente causadas pela hipertensão. Um número 2 vezes maior que as mortes causadas por câncer de todos os tipos, 3 vezes mais que aquelas devidas a acidentes e 4 vezes maior que as causadas por infecções, incluindo a AIDS.
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O grande desafio da campanha “Eu sou 12 por 8” é que as pessoas percebam os benefícios de ter uma pressão normal ou controlada e a gravidade da hipertensão não tratada, façam um diagnóstico precoce e não abandonem o tratamento. No Brasil, estima-se que apenas 10%, dos cerca de 30 milhões de hipertensos existentes, façam o controle adequado da hipertensão.
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Saiba mais acessando o site da campanha: www.eusou12por8.com.br
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segunda-feira, 14 de junho de 2010

TIPO DE GORDURA DO LEITE INTEGRAL PROTEGE O CORAÇÃO E AJUDA A EMAGRECER

Um tipo de gordura presente no leite de vacas alimentadas com pasto pode diminuir o risco de infartos, segundo pesquisa publicada no "American Journal of Clinical Nutrition".
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A versão integral do leite contém uma gordura insaturada, chamada ácido linoléico conjugado (CLA, na sigla em inglês) que, além de proteger o coração, ajuda a emagrecer.
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Os pesquisadores da Harvard School of Public Health, em Boston (EUA), analisaram dados de 4.000 pessoas. Os 5% com maior concentração de CLA no corpo tiveram 36% menos risco de infarto do que os com menor concentração. A líder do estudo, Hannia Campos, diz que esse benefício pode compensar os danos causados pela gordura saturada presente no leite integral.
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Como nos EUA a maior parte das vacas é criada em confinamento e não no pasto, os pesquisadores coletaram dados na Costa Rica, onde a regra ainda é a criação extensiva. Eles identificaram 2.000 costa-riquenhos que tiveram infartos não fatais e outros 2.000 que não tiveram e mediram a quantidade de CLA em seus tecidos gordurosos. Quando isolado das outras gorduras, o CLA diminuiu em até 49% o risco de infarto.
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"Leite integral e laticínios em geral ficaram com uma reputação muito ruim nos últimos anos, por causa da gordura saturada e do colesterol, e agora descobrimos que o CLA pode ser ótimo para a saúde", disse Michelle MacGuire, da American Society for Nutrition, que publicou o estudo. "O leite integral não é o vilão."
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Confira a matéria no site: Emex Nutrição Orientada
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sábado, 5 de junho de 2010

EXCESSO DO 'BOM COLESTEROL' PODE SER PREJUDICIAL?

Todos já ouvimos à exaustão sobre a importância de elevar o HDL, o chamado "bom" colesterol, e diminuir o LDL, ou colesterol "ruim", para melhorar a saúde do coração. Mas um novo estudo realizado na Universidade de Rochester, nos Estados Unidos, mostra que, para um grande número de pessoas, nem sempre o colesterol HDL é uma coisa intrinsecamente boa.
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O trabalho descobriu que um nível elevado de colesterol supostamente bom coloca um grupo de pacientes sob alto risco de eventos coronarianos recorrentes, como dor no peito, ataque cardíaco e morte. Os resultados podem ajudar a explicar os resultados decepcionantes de um medicamento experimental - o Torcetrapib, da empresa Pfizer - projetado para aumentar os níveis de colesterol HDL e que chegou a ser apregoado como uma revolução no tratamento das doenças cardiovasculares.
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Os autores do estudo acreditam que fatores genéticos e ambientais, principalmente a inflamação, influenciam se os níveis elevados de colesterol HDL terão efeito protetor ou se vão aumentar o risco cardiovascular. Dado um ambiente inflamatório, o conjunto único dos genes de um indivíduo ajuda a determinar se o colesterol HDL passa de bom para ruim no processo de uma eventual doença cardíaca.
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A atividade da proteína de transferência de éster de colesterol (CETP), que move o colesterol para longe do sistema vascular e está associada com o colesterol HDL, e a p22phox, que influencia os processos relacionados com a inflamação e está associada à PCR, são indicadores de risco neste grupo de pacientes.
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"Identificar esses pacientes e determinar o que os coloca em alto risco pode ser útil na escolha de tratamentos adaptados às necessidades específicas de subgrupos de pacientes em particular. Isso nos leva um passo mais perto de alcançar o objetivo da medicina personalizada," prevê o Dr. James Corsetti, coordenador do estudo.
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Veja a publicação do estudo detalhada no Diário da Saúde
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Colesterol ou triglicérides: qual pesa mais na sua saúde?

Colesterol em crianças: inimigo silencioso
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segunda-feira, 17 de maio de 2010

SAIBA MAIS SOBRE A MAIONESE

Toda criança ama. Não come salada: põe maionese que vai. Não come legume, idem. Mas esse molho quase mágico requer alguns cuidados. Ao contrário de muitos alimentos, a versão caseira não é a mais recomendada.
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A maionese feita em casa não é rigorosamente controlada, como a industrializada, e pode ter altos teores de gordura. Outro perigo é a bactéria Salmonela, por causa dos ovos crus que fazem parte da receita e que causam infecções graves.
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O lado bom é que a maionese industrializada tem óleos ricos em ômega-3, que conferem proteção indireta ao sistema cardiovascular, diminuindo os níveis de colesterol e triglicérides. Como se trata de um alimento muito calórico, prefira as versões light.
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É recomendável a partir dos 10 anos de idade, aproximadamente, pois crianças menores devem ser acostumadas a consumir alimentos menos gordurosos. As porções devem ser menores que uma colher de sopa, nos legumes e verduras, ao invés dos pães, que engordam mais. Ela é bastante calórica; por isso, use com cautela.
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VEJA ALGUNS MITOS E VERDADES
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* Industrializada e caseira: Os ingredientes que compõe a maionese são basicamente: óleo, ovo, água, suco de limão e vinagre. O processo de fabricação na maionese industrializada utiliza pressão para atingir a consistência desejada. Esse processo auxilia a diminuição de gorduras nocivas, como trans e saturada. A maionese caseira não é mais tão recomendada ao consumo, já que a quantidade necessária de óleo e ovos é bem maior.
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* Valor calórico: Hoje em dia estão disponíveis no mercado produtos com 0% de gordura, que têm menor valor calórico. É recomendado que seja feita uma comparação dos rótulos, para ter certeza de qual tipo de produto está sendo adquirido. Alguns tipos têm até menos gordura do que o requeijão e a margarina.
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* Cuidados: Se você quiser fazer sua receita caseira de maionese, é necessário muito cuidado com a qualidade dos produtos. A salmonela é um tipo de bactéria que pode contaminar todos os tipos de carnes e ovos, mas pode ser evitada com o cozimento correto. Como a receita usa ovos crus, todo precaução é necessária. A validade da maionese caseira não passa de dois, três dias. Já a maionese industrializada, não há o risco de contaminação por salmonela. Mas é preciso ficar atento com o prazo de validade e prestar atenção, pois depois de aberta o prazo é de 30 dias.
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* Maionese no cardápio: Então se o seu filho gosta de comer legumes com maionese, não há problema algum, mas fique atento a freqüência e a quantidade em que está consumindo, ou seja, não vale comer meio pote de maionese, ou consumir todos os dias. Como todos os outros nutrientes, é muito importante alternar seu consumo com outras coisas, como o queijo tipo polenguinho, que as crianças adoram!
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Fonte: Revista Pais e Filhos
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domingo, 16 de maio de 2010

ALIMENTOS COM ALTO ÍNDICE GLICÊMICO PODEM CAUSAR DANOS AO ORGANISMO

Desde 1970 os americanos reduziram a porcentagem de calorias provenientes de gorduras saturadas, mas os índices de obesidade durante este período mais do que dobraram. Os índices de diabetes triplicaram e as doenças cardíacas ainda são a maior causa de morte na população.
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Pesquisas recentes sugerem que os carboidratos processados, os quais muitas pessoas comem hoje em dia no lugar das gorduras saturadas, podem aumentar o risco de obesidade, diabetes e de doenças cardíacas mais do que a ingestão de gorduras saturadas.
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Meir Stampfer é professor de nutrição e epidemiologia da Harvard School of Public Health e um dos autores de um estudo publicado no New England Journal of Medicine que acompanhou 322 obesos por dois anos, quando eles adotaram uma das três dietas: dieta de baixo consumo de gorduras; dieta Mediterrânea - dieta de restrição calórica rica em vegetais e pobre em carnes vermelhas; dieta com baixo consumo de carboidratos, sem restrição calórica.
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Embora os que fizeram a dieta com baixo consumo de carboidratos tenham comido mais gorduras saturadas, eles terminaram o estudo com os níveis mais saudáveis de HDL e LDL colesterol e perderam duas vezes mais peso do que os que ingeriram pouca gordura saturada. Outro estudo avaliou 65 mil mulheres e observou que as que ingeriram carboidratos mais rapidamente absorvidos - os quais têm alto índice glicêmico - tinham uma probabilidade 47% maior de adquirir diabetes mellitus tipo 2 do que aquelas que ingeriram alimentos de índices glicêmicos baixos (a quantidade de gordura ingerida não afetou o risco de diabetes).
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Ninguém está dizendo que as pessoas devem começar a ingerir gorduras saturadas em qualquer quantidade. O que está sendo mostrado é que substituir gorduras saturadas por carboidratos de alto índice glicêmico além de não trazer benefícios, pode, pelo contrário, causar danos ao organismo. O segredo é MODERAÇÃO! O consumo de carboidratos de baixo índice glicêmico (alimentos integrais) são mais saudáveis e proporcionam benefícios ao organismo.
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Fonte: Emex Nutrição Orientada
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sexta-feira, 14 de maio de 2010

PISTACHE NA PREVENÇÃO DE DOENÇAS CARDIOVASCULARES

Boas notícias para os fãs de pistache! De acordo com uma nova pesquisa divulgada na Conferência de Biologia Experimental em São Diego, Califórnia, o pistache mostrou - mais uma vez - ter um impacto positivo na saúde cardiovascular já que reduz a inflamação do organismo. O pistache contém muitos nutrientes importantes.
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A pesquisa desenvolvida na Universidade de Penn State envolveu 28 indivíduos com idades entre 30 a 70 anos, com os níveis de colesterol moderadamente elevados. Durante quatro semanas foram testadas 3 dietas: uma sem pistache e duas com níveis variados da oleaginosa. As três dietas forneciam a mesma quantidade de gordura saturada e colesterol, porém diferentes quantidades de gordura monoinsaturada, em decorrência da presença do pistache.
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Ao final do estudo as células dos participantes foram isoladas e marcadores de inflamação foram medidos. As dietas que continham pistache conseguiram diminuir os níveis de LDL-c (o colesterol "ruim") e reduziram a inflamação celular.
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Outro estudo sobre o pistache foi conduzido na Universidade de Toronto, no Canadá, com relação ao controle do diabetes. O estudo "Glycemic Response of Pistachios - A Dose Response Study and Effect of Pistachios Consumed with Different Common Carbohydrate Foods on Postprandial Glycemia," liderado pelos doutores Cyril Kendall e David Jenkins, mostrou que o consumo de pistache associado a alimentos ricos em carboidratos, é capaz de diminuir a absorção destes, resultando em menor concentração de açúcar no sangue. Em geral, alimentos que não elevam tanto a quantidade de açúcar sanguíneo são geralmente considerados mais saudáveis. Este estudo foi o primeiro a determinar o efeito dos pistaches em combinação com os carboidratos no controle do diabetes.
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Fonte: Blog Dicas da Nutricionista
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terça-feira, 11 de maio de 2010

COMO CONSUMIR EMBUTIDOS SEM PREJUDICAR O CORAÇÃO?

Embutidos são produtos feitos com carnes de diversos tipos, temperadas e acondicionadas em membranas resistentes ou tripas. Os tipos mais comuns são a mortadela, a linguiça, a salsicha, o salsichão e o salame.
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São produtos que fazem parte da alimentação de grande parte da população que refere consumi-los por serem saborosos, práticos e de fácil preparo. O que muitas pessoas não sabem é que estes produtos são fontes de gordura, principalmente a saturada, além do colesterol, ambos prejudiciais ao coração quando consumidos demasiadamente.
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Segundo a nutricionista Maria de Fátima Silva Ferreira, os embutidos em sua grande maioria possuem o dobro, ou mais, de gordura saturada quando comparados às carnes in natura. Carnes não processadas e não industrializadas são mais saudáveis para a saúde em geral, pois não possuem aditivos e conservantes.
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No caso dos embutidos, além dos teores de gordura, eles apresentam grande quantidade de sódio necessária para sua conservação. Esta alta quantidade de sódio é um risco a mais para o coração, pois favorece o desenvolvimento da hipertensão arterial. Em uma alimentação saudável, o consumo de embutidos e de receitas que o contenham como ingrediente principal, deve limitar-se a 1 vez por semana, diz a nutricionista. Já na presença de alterações lipídicas, como o excesso de colesterol no sangue, o melhor é restringir totalmente os embutidos tradicionais e, no caso dos produtos à base de aves, utilizá-los apenas 1 vez por quinzena.
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Fonte: Nutrycionista
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