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terça-feira, 12 de março de 2013

SUSHI PODE TER MAIS CALORIAS DO QUE SANDUÍCHE E BATATAS FRITAS


A popularização da culinária japonesa está relacionada ao seu status de alimentação saudável e saborosa. Mas será que sushi, califórnia e outros pratos típicos são inofensivos para quem quer perder peso? 

De acordo com o livro Eat to Lose, Eat to Win (sem tradução para o português), da nutricionista Rachel Beller, um sushi tradicional pode conter de 290 a 350 calorias, com uma quantidade de carboidratos equivalente a duas fatias e meia de pão. E como você nunca vai comer apenas uma peça, um rodízio de comida japonesa pode ser tão calórico quanto um combo de hambúrguer e batatas fritas em uma rede de fast food.

VERSÕES FRITAS ACUMULAM AINDA MAIS CALORIAS

A quantidade de calorias pode aumentar muito quando são acrescentados à refeição japonesa os pratos fritos e ingredientes além de arroz e peixe. Portanto, não se engane! Uma refeição com três ou quatro sushis equivale a cerca de mil calorias, que poderiam ser encontradas em uma pizza, sanduíches repletos de molho e outros pratos reconhecidamente calóricos. 

Principal ingrediente do sushi, o arroz branco chega a representar até 75% de cada peça. A versão utilizada na culinária japonesa é muito processada, o que elimina boa parte das fibras, vitaminas e minerais presentes naturalmente no alimento. No cozimento do arroz ainda são utilizados açúcar e aromatizante, o que termina transformando a refeição saudável em uma bomba de carboidratos. 

SUSHI CONTÉM APENAS 5 GRAMAS DE PEIXE

Você também não estará fazendo um bom negócio se costuma comer algumas peças de sushi para garantir as duas porções de peixe semanais recomendadas por especialistas. Para os médicos, cada porção deve equivaler a cerca de 140 gramas de peixe, mas os sushis costumam conter, em média, apenas 5 gramas. Portanto, seria necessário comer cerca de 28 sushis para atingir a cota deste tipo de alimento. 

Se a sua intenção é comer peixe, opte pelo sashimi. Feito a partir de um corte preciso de peixe cru, ele garante boas doses de proteína, ômega-3, vitaminas e minerais, sem gordura ou as calorias presentes no arroz.

Fonte: GNT

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sábado, 6 de outubro de 2012

CARNE EM EXCESSO ENGORDA, DIZ ESTUDO



Um estudo do Imperial College London revelou que carne em excesso pode engordar. O estudo europeu analisou mais de 400 mil adultos de países como Dinamarca, Alemanha, Espanha, Suécia e Holanda. A conclusão foi que as dietas de proteína não são a melhor opção para manter a perda de peso a longo prazo.

A pesquisa descobriu que os voluntários com a dieta mais rica em carne engordaram mais do que as pessoas que optaram em comer proteína animal apenas algumas vezes na semana ou seguiam uma dieta vegetariana. Outros estudos apontam também que além do ganho de peso, o consumo excessivo de carne está ligado a um aumento de diversos tipos de câncer.

Os cientistas ainda não sabem qual é a ligação entre a carne e o ganho de peso, principalmente quando as calorias da dieta permanecem inalteradas. A porção ideal de carne recomendada pelos médicos é um bife do tamanho da palma da mão. Os médicos aconselham o consumo de ovos, queijo, lentinhas e peixes em substituição à carne vermelha.

Fonte: Terra


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sexta-feira, 28 de setembro de 2012

12 MELHORES ALIMENTOS PARA MANTER O CÉREBRO SAUDÁVEL


Mente cansada, falta de concentração ou preguiça de pensar? Tudo isso pode ser falta de alimentar o cérebro. Mesmo! Um estudo inglês apontou o óbvio: fazer refeições balenceadas é garantia para uma mente sadia. O café, por exemplo, melhora a memória e a aquisição de novas informações. Já o alho ajuda a combater tumores no cérebro. Essa lista dos doze melhores alimentos para o cérebro foi feita pelo Huffington Post e nós achamos mais do que propícia. Confira… 

NOZES são excelentes antiinflamatórios e ricos em ácido alfa-linolênico que ajuda a promover o fluxo sanguíneo e oxigenação no cérebro.

ÓLEO DE OLIVA ajuda a retardar o envelhecimento do cérebro. 

FRUTAS VERMELHAS ajudam no combate a falta de memória e de concentração. 

SARDINHA previne a demência e aumenta o nível de atenção. 

CAFÉ é um excelente estimulante e promove a acuidade cerebral, além de ter efeito antioxidante que mantém a saúde do cérebro. 

ESPINAFRE contém antioxidante e ajuda na manutenção da cognigção. 

CHOCOLATE ajuda no fluxo sanguíneo e na oxigenação do cérebro, além de regular os níveis de colesterol. 

ABACATE é rico em gordura monoinsaturada e funciona como alimento antioxidante. 

ÁGUA ajuda no processo de cognição. Um corpo desidratado tem efeito nas funções cerebrais. 

FARELO DE TRIGO é um ótimo alimento para os neurotransmissores. 

BETERRABAS ajudam na oxigenção do cérebro. 

ALHO é ótimo no combate à tumores no cérebro.

Fonte: GQ

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sexta-feira, 24 de agosto de 2012

DIETA DO MEDITERRÂNEO PROTEGE OSSOS

A dieta do Mediterrâneo, quando enriquecida com azeite de oliva, pode ter um efeito protetor para os ossos. De acordo com uma pesquisa que será publicada no periódico médico Journal of Clinical Endocrinology and Metabolism, o consumo por dois anos da dieta aumentou os níveis de osteocalcina, um marcador biológico que indica a manutenção óssea.

A perda de massa e de força óssea está associada diretamente com a idade, tanto em homens quanto em mulheres, e é um determinante para a osteoporose e para riscos de fraturas. Estudos anteriores já haviam demonstrado que a incidência da osteoporose na Europa é menor na região da bacia mediterrânea. 

A dieta Mediterrânea tradicional, rica em carnes de peixes, frutas, vegetais, azeitonas e azeite de oliva, poderia, então, ser o fator ambiental subjacente a essa diferença.

“O consumo de azeite de oliva tem sido relacionado com a prevenção da osteoporose em modelos experimentais e in vitro”, diz José Manuel Fernández-Real, médico no Hospital Dr Josep Trueta, na Espanha, e coordenador da pesquisa. “Este é o primeiro estudo randomizado que demonstra que o azeite de oliva preserva os ossos, ao menos como indicado pelos marcadores ósseos em circulação pelo corpo.”

PESQUISA

Participaram do estudo 127 homens entre 55 e 80 anos. Todos foram selecionados randomicamente do levantamento Prevenção com Dieta do Mediterrâneo (Predimed), um estudo que teve ao menos dois anos de acompanhamento. Esse levantamento, feito de maneira randomizada e com a participação de um número grande de voluntários, teve como objetivo avaliar os efeitos da dieta do Mediterrâneo na prevenção de doenças cardiovasculares.

Os participantes não tinham doenças cardiovasculares prévias, mas haviam sido diagnosticados com diabetes 2 ou com pelo menos três fatores de risco para doenças cardiovasculares, como hipertensão, dislipidemia (aumento dos lipídeos no sangue) ou com histórico familiar de doença cardiovascular precoce. Eles foram divididos em três grupos alimentares diferentes: dieta do Mediterrâneo com castanhas mistas, dieta do Mediterrâneo com azeite de oliva virgem e uma dieta com baixo índice de gordura.

As dosagens dos níveis de osteocalcina, glucose, colesterol total, HDL (o “colesterol bom”) foram feitas no início e depois de dois anos de acompanhamento. Descobriu-se, então, que o consumo da dieta do Mediterrâneo enriquecida com azeite de oliva estava associado com um aumento significativo nos níveis de osteocalcina e de outros marcadores de formação óssea. As taxas de cálcio não sofreram mudanças significativas entre os voluntários que mantinham essa dieta — mas teve sua concentração diminuída nos outros dois grupos.

Fonte: Revista Veja


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terça-feira, 7 de agosto de 2012

VEGETARIANOS SÃO MAIS FRACOS?


Ser vegetariano num país que tem como pratos tradicionais feijoada e churrasco não é tarefa fácil. Os que decidem abster-se de comer carne enfrentam muitos preconceitos e desconhecimento. Porém, estudos em várias partes do mundo têm mostrado que vegetarianos não têm a saúde frágil, como muita gente acredita. Pelo contrário, eles são mais magros e saudáveis.

Esse é apenas um dos vários equívocos que cercam o não consumo de carne. Para começar, o próprio conceito de vegetarianismo não é muito claro. É considerado vegetariano quem não consome nenhum tipo de carne, seja vermelha ou branca. Portanto, quem come só peixe ou frango não pode receber o título.

Os lactovegetarianos consomem leite e derivados em sua dieta; ovolactovegetarianos utilizam ovo, leite e derivados na alimentação; já veganos ou “vegans” não consomem nenhum tipo de alimento de origem animal. Independente da opção, é essencial ter um acompanhamento nutricional para garantir a alimentação balanceada e prevenir a carência de vitaminas e minerais e, assim, blindarem-se contra possíveis males.

CONFIRA OS MITOS E VERDADES

É PRECISO SUPLEMENTAR? Verdade. Com raras exceções, depois de dois ou três anos sem comer carne as pessoas precisam fazer reposição de ferro, zinco, cálcio e vitamina B12, afirma o nutrólogo Durval Ribas Filho. "Até é possível ter dieta saudável sem suplementos, mas desde que a pessoa tenha capacidade de ingerir de 400 a 500g por dia de legumes, verduras e frutas", diz. Mas isso só vale para os que ingerem algum alimento de origem animal (leite ou ovos); todos os veganos precisam de suplementos.

É UMA ALIMENTAÇÃO MAIS SAUDÁVEL? Verdade. Segundo um relatório publicado pela Associação Dietética Norte-americana, vegetarianos têm 50% menos risco de apresentar diabetes, menos doenças cardíacas, seus níveis de colesterol geralmente são mais controlados, assim como a pressão arterial. "Comer até 500 g de carne vermelha por semana também é saudável", garante o nutrólogo Durval Ribas Filho. O problema das dietas "carnívoras" é ingerir grandes quantidades ou, junto da carne, comer a gordura, como as que acompanham um pedaço de picanha, ou as que vêm "escondidas" em um hambúrguer. Essas sim fazem mal à saúde.

O VEGANO PRECISA INGERIR B12? Verdade. "Os vegetarianos restritos, que não consomem nenhuma carne nem qualquer alimento de origem animal, devem ser suplementados com vitamina B12, ferro e ômega-3, pois não conseguem atingir a quantidade necessária somente com alimentos de origem vegetal", afirma a nutricionista clínica Roberta Soriano. A profissional, no entanto, lembra que muitas pessoas que consomem carne regularmente também possuem deficiências de ferro e B12.

APRESENTAM MENOS DIABETES, COLESTEROL E PROBLEMAS DO CORAÇÃO? Verdade. Segundo o nutrólogo Ribas Filho, há cinco grandes estudos mostrando que as pessoas que não comem carne têm menos diabetes, colesterol mais controlado, são mais magras e, portanto, apresentam menos problemas de coração. "Mas essas pesquisas também mostraram que o vegetariano reflete muito sobre o que come, se preocupa com a dieta, e é esse comportamento de controle alimentar que dá resultados positivos, não a ausência da carne em si", afirma.

TEM MENOS CÂNCER? Parcialmente verdade. Embora haja algumas evidências quanto à menor incidência de câncer entre vegetarianos, existem poucos estudos nessa área, o que não permite afirmações conclusivas, informa Alessandra Luglio, da Hero Nutritionals. Segundo ela, a queda dos casos de câncer se deve à maior atenção do vegetariano ao que come. "Tendo feito a opção pelo não consumo de carne, o vegetariano passa a cuidar mais da alimentação, deixa de lado boa parte das "besteiras" e aumenta o consumo de alimentos mais nutritivos, integrais", afirma Alessandra.

SÃO MAIS FRACOS? Mito. Se o vegetariano adequar a dieta a suas necessidades, ele vai se manter "forte" e "saudável" como qualquer outra pessoa. Mas não adianta simplesmente trocar as carnes por pão e batata para se sentir saciado. "Pessoas que não adequam suas dietas sofrem carências nutricionais que acarretam diminuição do vigor físico, baixa de imunidade, perda ou até ganho de peso devido à errônea substituição dos alimentos proteicos", afirma Alessandra Luglio, nutricionista da Hero Nutritionals.

TODO SUPLEMENTO PROTEICO TEM PROTEÍNA ANIMAL? Mito. Embora os suplementos com origem animal sejam os mais comuns, feitos à base de ovo, por exemplo, existem suplementos à base de soja, ervilha, arroz integral e brotos de alfafa e feijão, que já são muito consumidos no exterior e estão começando a chegar no Brasil, informa a nutricionista Alessandra Luglio, consultora da Hero Nutritionals.

DEVEM ABUSAR DOS LATICÍNIOS? Mito. Um dos maiores erros dos vegetarianos é consumir laticínios em demasia, pois o leite e seus subprodutos são ricos em gordura saturada, alerta Alessandra Luglio. "Muitos laticínios superam o teor de gordura das carnes gordas, tornando a dieta muito calórica", diz. O vegetariano pode aumentar o consumo de laticínios para garantir um bom aporte de proteínas, mas deve optar por versões magras, de baixo teor de gordura, aconselha a profissional.

DIFICULTA O GANHO DE MASSA? Mito. Pessoas que praticam esporte, principalmente musculação, requerem, sim, um aporte maior de proteína para garantir a regeneração muscular estimulada pelo treino. "Porém, o vegetariano, usando fontes alternativas de proteína como o ovo, leite, seus derivados e também suplementos proteicos, terá a mesma condição fisiológica e aporte de proteína que pessoas que consomem carne regularmente", diz Alessandra Luglio, nutricionista da Hero Nutritionals.

GRÁVIDAS PRECISAM DE MAIS NUTRIENTES? Verdade. Durante o período da gravidez, o corpo precisa de uma aporte maior de nutrientes, mas isso pode ser facilmente suprido com suplementação de polivitamínicos, afirma a nutricionista Roberta Soriano. "Em geral, os médicos recomendam para todas as mulheres, vegetarianas ou não, suplementos de ácido fólico, que ajudam na formação do tubo neural do feto, e também politamínicos para garantir que ela está consumindo todas as vitaminas e minerais necessários, caso a dieta regular da gestante não supra as necessidades", diz ela.

CRIANÇAS VEGETARIANAS SE DESENVOLVEM NORMALMENTE? Parcialmente verdade. Embora estudos realizados nos EUA e Inglaterra mostrem que elas em geral são saudáveis - apenas mais magras que as carnívoras - há casos de crianças vegetarianas com dietas mal planejadas que tiveram comprometimento neurológico. Se a criança for vegana (não incluir ovos ou leite), a atenção deve ser redobrada. "Nesse caso elas terão de tomar injeções periódicas de vitamina B12, além de ter acompanhamento nutricional rigoroso", afirma Alessandra Luglio, da Heros Nutritionals. Há ainda preocupações de ordem prática: "Para conseguir um aporte adequado de proteínas, a criança precisa comer grandes quantidades e variedades de verduras, legumes e grãos, algo que nem sempre é muito fácil de se alcançar", diz a nutricionista Roberta Soriano.

COMER CARNE FAZ MAL AO PLANETA? Parcialmente verdade. Um dos mais fortes argumentos dos vegetarianos para defender sua opção é a de que a produção de carnes prejudica do planeta. De fato, grandes áreas da Floresta Amazônica têm sido derrubadas para abrir pastagens para o rebanho bovino. "Produzida numa área de desmatamento, em um pasto de baixa qualidade, essa carne tem um impacto imenso. Já um gado do Pantanal, região de Cerrado, com pastagem natural, com boas práticas, tem baixo impacto" diz Michael Becker, coordenador do Programa Pantanal-Cerrado da WWF, que lembra que áreas de floresta também são derrubadas para plantar soja. O conselho para não prejudicar a natureza, portanto, é buscar conhecer a procedência dos alimentos.

Adaptado de Uol


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segunda-feira, 14 de maio de 2012

AVERSÃO ÀS CARNES PODE TER EXPLICAÇÃO GENÉTICA


O motivo pelo qual algumas pessoas têm, e outras não, aversão à carne pode ser genético, de acordo com um novo estudo feito na Universidade Norueguesa de Ciências da Vida. Segundo os pesquisadores, a presença de um gene que permite que um indivíduo sinta um odor típico de carnes como a de porco pode determinar a repulsa pelo alimento. "Para essas pessoas, o cheiro da carne é repugnante e lembra odor de urina”, explica um dos pesquisadores responsáveis pela pesquisa. O trabalho, publicado no periódico PLoS One, é um dos primeiros a mostrar como os genes podem influenciar os nossos hábitos alimentares.

Como explicam os autores do estudo, a capacidade de as pessoas detectarem odores se deve a receptores químicos presentes nas células nervosas do nariz. No total, um indivíduo possui genes ligados a aproximadamente 400 receptores de odor diferentes, capazes de detectar algo em torno de 10.000 cheiros variados. Alguns desses receptores são capazes de detectar a androsterona, um hormônio esteroide encontrado em grandes concentrações nos porcos machos. Estudos anteriores mostraram que cerca de 70% da população mundial possui genes que permitem que uma pessoa sinta a androsterona, o que provoca reações diferentes em cada indivíduo.

De acordo com um dos autores do estudo, Hiroaki Matsunami, os indivíduos mais sensíveis ao odor da androsterona são aqueles que possuem as duas cópias do gene OR7D4, que é justamente o gene ligado aos receptores capazes de detectar o hormônio. Ou seja, devem herdar o gene tanto do pai quanto da mãe. “Para essas pessoas, o cheiro da carne realmente é repugnante, e lembra suor ou odor de urina”, explica o pesquisador. No entanto, como o autor indica, há pessoas com somente uma cópia do gene (e uma variante) que, mesmo sentindo o odor do hormônio, não se incomodam tanto com ele. “Esses indivíduos não acham o cheiro da carne tão desagradável, e muitas vezes o odor é tão fraco que chega perto de se tornar imperceptível”, diz.

A pesquisa — Para chegar a essa conclusão, Matsunami e sua equipe selecionaram 23 adultos saudáveis. O trabalho foi feito em três etapas: primeiro, os autores do estudo adicionaram androsterona em dois de três copos de água e pediram que os participantes cheirassem cada copo e identificassem qual deles tinha um odor diferente. Assim, a equipe concluiu que os que estavam certos eram os indivíduos sensíveis ao odor do hormônio. Em seguida, os participantes tiveram que comer carne de porco moída e cozida com níveis variados de androsterona que era acrescentada à carne e, depois, avaliaram sabor e cheiro do alimento. Por fim, os autores realizaram testes genéticos nos indivíduos.

Os pesquisadores descobriram que todas as pessoas que conseguiram identificar o cheiro da androsterona nos copos de água tinham duas cópias do gene relacionado aos receptores do odor do hormônio. Além disso, esses indivíduos foram mais propensos a classificar o sabor da carne como ruim. Por outro lado, aqueles que possuíam somente uma cópia do gene não identificaram o odor da androsterona e tenderam a considerar o sabor da carne bom.

Segundo os autores, o estudo mostrou que os genes certamente influenciam a capacidade de uma pessoa identificar odores e, consequentemente, interferem nas preferencias por determinados alimentos. Porém, eles lembram que a experiência é outro fator que deve ser levado em consideração, já que, segundo a pesquisa, parte das pessoas que inicialmente não conseguem identificar determinado odor podem passar a senti-lo se entrarem em contato com o cheiro repetidamente.

Fonte: Revista Veja
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quarta-feira, 18 de abril de 2012

DEIXE A CARNE VERMELHA MAIS SAUDÁVEL


Quem resiste ao cheirinho de carne cozinhando na panela? Além de saborosa, ela é rica em proteínas e em nutrientes, como o ácido linoleico e a creatina, que promovem a perda de gordura, controlam o açúcar no sangue e melhoram o transporte de oxigênio para os músculos. Para aproveitar os benefícios sem prejudicar a saúde, é preciso escolher bem tanto o tipo de carne vermelha quanto o modo de preparo. "Opções gordurosas, como alcatra e picanha, podem trazer mais riscos do que benefícios", explica a nutricionista Ana Carolina Quireze, de Goiânia, que recomenda cortes magros: patinho, maminha e filé mignon. 

Outro cuidado importante é a quantidade adequada consumida. Segundo a nutricionista, a porção não deve ultrapassar o tamanho de uma carta de baralho e o consumo deve se limitar a duas vezes por semana. O excesso pode levar a complicações como colesterol alto e aumento da pressão arterial. Confira as melhores formas de preparar a carne vermelha e veja dicas para deixá-la mais saudável: 

ASSADA: Por não precisar da adição de óleos e outras gorduras, esse preparo é um dos mais saudáveis, pois permite aproveitar bem os nutrientes sem somar muitas calorias. Ana Carolina Quireze afirma que a carne assada na churrasqueira também é uma boa pedida, desde que seja ao ponto - nunca muito bem passada. "A casquinha de queimado que se forma por cima da carne é extremamente tóxica para as nossas células", justifica a nutricionista. 

COZIDA: Embora a cocção faça com que o alimento perca alguns nutrientes, a nutricionista Paula Castilho, da Sabor Integral Consultoria em Nutrição, afirma que a carne vermelha é bastante resistente e não têm perdas significativas. Já o preparo no vapor é o que menos sofre perda de nutrientes, mas tem a desvantagem de ser mais demorado. "Se a pessoa não quiser perder nenhum nutriente, uma boa opção é cozinhar a carne e utilizar a água para preparar um molho ou risoto, por exemplo", sugere Paula. 

FRITA NA ÁGUA: Qualquer fritura é prejudicial à saúde e deve ser evitada. Segundo Ana Carolina Quireze, a temperatura elevada e o tempo de aquecimento causam alterações químicas no óleo utilizado, fazendo com ele deixe de ser uma fonte de gordura insaturada e vire gordura saturada, que em excesso pode causar diversas doenças. "Portanto, a fritura é prejudicial mesmo se realizada com óleos vegetais de boa qualidade", comenta. A nutricionista afirma que não é necessário acrescentar óleo ou qualquer outro tipo de gordura às carnes no preparo. "Um bife de tamanho médio pode ser frito com apenas algumas colheres de água, ficando isento do acréscimo de gordura", diz. Para deixar a carne ainda mais saborosa, você pode acrescentar temperos - como mostarda - a essa água. 

MILANESA NÃO! Para fazer um bife à milanesa, é preciso não só fritá-lo em imersão no óleo, como também acrescentar farinha de trigo e o ovo ao preparo, tornado o prato ainda mais calórico. Caso você queira comer essa opção de vez em quando, é preciso tomar alguns cuidados com a fritura: "Utilize um óleo vegetal e aqueça pouco tempo e o mínimo possível, pois quanto maior a relação tempo/temperatura, maiores as alterações", afirma Ana Carolina. Outra ressalva é nunca reutilizar o óleo da fritura na alimentação - uma vez aquecido, suas propriedades não voltam mais a ser como antes. 

CARNE DE SOJA À CARNE MOÍDA: Para deixar a carne moída mais saudável, vale acrescentar porções de carne de soja ao preparo sem comprometer o sabor. "A soja é uma ótima opção, pois não tem gordura saturada e deixa o prato menos calórico", afirma a nutricionista Paula Castilho. Além disso, a leguminosa é rica em isoflavonas, um tipo de flavonoide que pode ajudar a diminuir o colesterol total e o colesterol LDL (colesterol ruim). 

COM LEGUMES: Carne com legumes é um ótimo casamento para a saúde e a dieta, ainda mais se eles forem opções bem diversificadas: brócolis, batata, cenoura, vagem, entre outras. "Quanto mais colorido estiver o prato, maior a diversidade e oferta de nutrientes", diz a nutricionista Paula. Tanto a preparação cozida quanto assada pode ser enriquecida com legumes. Paula conta que as melhores opções de recheios para as carnes são os legumes e as castanhas. "Os primeiros, por serem ricos em vitaminas e minerais e de baixo valor energético; já a castanha é rica em gorduras monoinsaturadas e poli-insaturadas, possui antioxidantes e atua diminuindo os níveis de colesterol", explica. 

CUIDADO COM A CARNE VERMELHA: A ingestão da carne vermelha crua pode ser muito perigosa, pois o risco de contaminação é grande. A primeira coisa a fazer é conhecer a procedência da carne. Durante o preparo, lave bem as mãos e utilize sempre utensílios devidamente higienizados. Assim que a carne estiver pronta, coloque-a na geladeira para que a temperatura seja mantida até o momento de servir, diminuindo os riscos de contaminação. "Mesmo que as preparações assadas ou cozidas sofram perdas de nutrientes, o que dificilmente acontece com a carne crua, não existe uma vantagem muito grande entre esses métodos", comenta Ana Carolina. Ela afirma que, para diminuir os riscos de contaminação, é até melhor perder um pouco dos nutrientes em vez de comprometer a saúde. 

Veja a matéria completa no Yahoo Minha Vida

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segunda-feira, 2 de abril de 2012

OS BENEFÍCIOS DA CARNE DE SIRI


Mesmo aqueles que moram longe do litoral costumam ficar com a boca cheia d’água quando veem uma bela casquinha de siri. Saborosíssima, esta carne já se transformou em tradição daqueles apaixonados por praia e frutos do mar. Mas, quando se trata de saúde, será que a carne de siri é realmente benéfica? Descubra!

Confira o valor nutricional presente em 100 gramas de carne de siri!

PROTEÍNA 17,6g - Pensou em carne, pensou na quantidade de proteína. E a carne de siri é uma bela representante, podendo, inclusive, substituir a carne vermelha sem perda nutricional.

CALORIAS 93,64 - Contando que a mesma quantidade de carne vermelha contém cerca de 150 calorias, a carne de siri é uma excelente opção para quem quer emagrecer.

CARBOIDRATO 1,3g - Contando que a indicação nutricional é para que a alimentação de um adulto contenha até 60% de carboidrato, este valor é aceitável para a hora do almoço ou do jantar!

CÁLCIO 107mg - Por conter uma quantidade razoável de cálcio, a carne de siri é uma ótima opção para os idosos, que sofrem mais com doenças nos ossos e articulações.

POTÁSSIO 261,7mg - Para quem pratica exercícios, esta carne é excelente na prevenção de lesões. Consuma a carne de siri, pelo menos, uma vez por semana.

FERRO 1,9mg - Além de ajudar no crescimento, o ferro é ótimo na prevenção de algumas doenças, como a anemia.

Fonte: Sua Dieta

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quarta-feira, 8 de fevereiro de 2012

METAIS TÓXICOS PODEM CAUSAR MAU HUMOR

Segundo a nutricionista Paula Gandin, o estresse e a má alimentação são fatores que podem desencadear o mau humor. “Isso acontece por que eles dificultam a atividade dos neurotransmissores cerebrais, que são responsáveis pela sensação de bem estar”, diz a nutricionista.

De acordo com Paula Gandin, metais tóxicos também podem exercer influência no cérebro, causando mau humor. “O arsênico que está presente na fumaça de automóvel e em  alguns estabilizantes de madeira também causa esse problema. 

Recentemente, uma publicação do Food and Drug Administration (FDA), órgão regulador de alimentos e medicamentos dos Estados Unidos, observou uma quantidade de arsênico em sua forma mais tóxica, presente em carnes de frango por causa da utilização de certo tipo medicamento que chegava a esses animais”, explica a nutricionista.

Paula Gandin diz que o mercúrio que está presente em maior quantidade alguns peixes como o atum e cação pode também atrapalhar a atividade do neurotransmissor serotonina. “Por isso é importante que a pessoa com mau humor crônico faça uma análise para investigar a possível presença desses metais tóxicos no organismo”, recomenda a nutricionista. 

Fonte: Saúde gntPartilhar

terça-feira, 3 de janeiro de 2012

APROVEITE AS SOBRAS DO FIM DE ANO


O Ano Novo acabou, mas as sobras da ceia estão na geladeira. Você costuma ficar em dúvida se pode usá-las para preparar outros pratos? A nutricionista e personal diet Karla Oliveira, da Mova Saúde, explica que o armazenamento correto é o primeiro passo para transformar o que sobrou da ceia em novos pratos.

“O que não foi consumido na ceia da noite anterior deve ser acondicionado separadamente, em potes plásticos, de inox ou vidro. Sobras de peru, chester, tender, pernil e bacalhau devem ser armazenadas, de preferência, nas prateleiras do meio da geladeira”, explica a personal diet. Karla Oliveira também recomenda que, em geral, as sobras da ceia sejam consumidas em, no máximo, dois dias. As rabanadas duram até três dias. 

CONFIRA AS IDÉIAS PARA PREPARAR NOVOS PRATOS:

PERNIL: Saltear fatias de pernil no suco de laranja, temperar com ervas frescas (como tomilho e alecrim) e cozinhar até que o suco reduza e se torne mais encorpado. Servir com arroz e salada verde.

PERU E CHESTER: Opção 1: desossar as sobras de peru ou chester, misturar com o arroz da ceia, acrescentar frutas secas, queijo ralado e levar ao forno para gratinar.
Opção 2: salada de folhas com lascas de peru ou chester ao molho de iogurte natural desnatado com hortelã.

TENDER: Sanduíche de tiras finas de tender e abacaxi.

BACALHAU E FRUTOS DO MAR: Opção 1: misturar as sobras com arroz, molho de tomate, azeitonas pretas e levar ao forno.
Opção 2: preparar uma salada de feijão fradinho com as sobras de bacalhau.

FRUTAS: Preparar uma salada de frutas com aquelas que sobraram. Acrescente iogurte natural e granola.

Fonte: saúde gnt


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sexta-feira, 23 de dezembro de 2011

A ALIMENTAÇÃO NA CEIA DE NATAL

Nesta época do ano, para algumas pessoas, tão esperado quanto o presente trazido pelo Papai Noel é o cardápio da ceia de Natal. Embora sair da dieta seja bem comum na ocasião, vale lembrar que é possível reduzir o impacto calórico desse repasto tão especial.

A primeira dica diz respeito exatamente a um dos itens mais tradicionais da festa: a rabanada. Se você ficou com água na boca só de pensar nela, vale a pena preparar a rabanada no forno, em vez de servir a versão frita. Isso porque 100 gramas da primeira opção tem 163 calorias, contra 219 da segunda.

Para o início do jantar, a nutricionista Adriana Ávila, de São Paulo, lembra que as fibras são sempre ótimas aliadas, já que preenchem espaço no estômago e ajudam a evitar os excessos. “Por isso a importância de se caprichar na variedade das saladas”, ressalta.

Antes de se começar a comer, no entanto, ela recomenda olhar todas as comidas na mesa para melhor equilibrar o prato. “Se tiver arroz, farofa e maionese de acompanhamento, opte por um deles ou reúna-os em porções menores de cada”, sugere a nutricionista. A mesma regra, aliás, vale para as carnes – sempre observe o conjunto do prato, para poder apreciar de tudo com gosto e sem exagero.

Entre as carnes de aves, Adriana diz que o peito de chester é um pouco mais calórico que os de peru e frango – sempre lembrando que todas elas ganham calorias a mais se ingeridas com a pele.  A nutricionista lembra ainda que as variações ocorrem até entre carnes do mesmo tipo –  nas aves em geral, a carne branca do peito é mais magra que a escura, da coxa ou sobrecoxa.

Se você quiser se precaver de ingerir muita gordura, mas não abre mão dos belos tenders e outros cortes de porco usualmente servidos nesse dia, não fique muito culpado. Afinal, como lembra a nutricionista, o melhor e mais leve preparo de carne para a saúde é sempre o assado – justamente o mais comum na ceia de Natal. No caso da carne de porco, uma boa opção é o lombo, menos gorduroso que os demais cortes.

NA DOSE CERTA

Para regar condignamente a ceia, também há como racionalizar a quantidade de calorias ingeridas nas bebidas. Adriana diz que o menos calórico entre os acompanhamentos alcoolicos é a cerveja, seguida dos  vinhos ou champanhe. Porém, a cerveja, na maioria das vezes, é ingerida em maior quantidade, o que prejudica o emagrecimento. Os mais calóricos são os destilados vodca, uísque e cachaça – portanto, modere nesses aperitivos.

Entre um copo e outro, é bom também estar atento para não exagerar nos tira-gosto como castanhas, nozes, pistache, amêndoas e avelãs. Embora cheios de qualidades nutritivas, esses alimentos engordam bastante e logo se farão notar se consumidos além da conta. De acordo com a nutricionista, um punhado de cerca de 30 gramas está de bom tamanho para um dia normal da vida – então tome isso como uma base e faça sua própria conta.

Mas o mais importante de tudo, como diz Adriana, é curtir com tranquilidade a ceia natalina. “A pessoa deve comer com calma e não agir como se fosse a última refeição de sua vida”, reforça a nutricionista.

Fonte: TerraPartilhar

terça-feira, 23 de agosto de 2011

O PODER DAS ALGAS COMESTÍVEIS

As algas comestíveis são muito conhecidas na China, Coreia e Japão. Atualmente, seu uso se espalhou por todo o mundo e caiu no gosto dos brasileiros, tanto pelo sabor diferente quanto por suas propriedades benéficas para o organismo.

Ricas em carboidratos, proteínas, vitaminas e minerais essenciais, elas compõem vários pratos e podem ser comidas in natura. De acordo com o sushiman Teruo Togo, existem mais de 20 mil espécies de algas, mas apenas cerca de 50 delas são comestíveis.

“A mais conhecida dos brasileiros é a nori, usada para fazer sushi”, afirma. “Ela é vendida em folhas secas e chega a ter duas vezes mais proteínas do que algumas carnes”.

A alga wakame é menos conhecida, mas é aquela que aparece em sopas como o missoshiro, feita à base de soja. Togo explica que essa alga é a mais utilizada em sopas por causa de seu cozimento rápido. “A wakame também é muito rica em cálcio”, diz. Já a alga kombu, segundo o sushiman, é mais usada em pratos quentes ou feitos com vegetais, como o sukiyaki, e precisa ficar de molho em água durante uma hora antes de ser utilizada.

De acordo com a nutricionista Jéssica Mattos, especialista em alimentação funcional, as algas contêm ainda muitos outros nutrientes interessantes para nosso organismo. “Elas são ricas em iodo, ferro, potássio, cobre, magnésio e zinco”, diz. Entre seus benefícios, ela ressalta o fato de que os carboidratos presentes nas algas agem como fibras no intestino.

“E o melhor é que as calorias das algas são próximas do zero”, afirma. Além disso, segundo Jessica, a maioria das algas contém também caroteno, substância que tem um papel protetor contra células cancerígenas.

E as vantagens das algas não param por aí. Jéssica destaca que elas são ricas em vitaminas do complexo B, sendo inclusive o único alimento de origem vegetal que é fonte de vitamina B12, essencial para a atividade das células nervosas e a replicação do DNA. Por essa razão, as algas podem ser consideradas boas para a prevenção de doenças como anemia, depressão, fraqueza e perda de memória.

Fonte: Terra
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domingo, 10 de julho de 2011

PIZZA!

Se a pizza ainda não é considerada um prato nacional, com certeza falta pouco. Trazida a São Paulo pelos imigrantes italianos, sua fama logo se espalhou por todo o país - como a de um alimento gostoso, nutritivo, versátil, barato, um símbolo de alegria e confraternização.

Dia 10 de julho é o DIA DA PIZZA. Essa data é comemorada desde 1985 e foi instituída pelo então secretário de turismo, Caio Luís de Carvalho, por ocasião de um concurso estadual que elegeria as 10 melhores receitas de pizzas mussarela e marguerita. Empolgado com o sucesso do evento, ele escolheu a data de seu encerramento, 10 de julho, como data oficial de comemoração da pizza. Em São Paulo, onde o dia da Pizza foi instituído há exatos 20 anos, há cerca de seis mil pizzarias, produzindo 43 milhões de redondas por mês.

Basicamente, para fazer uma pizza é preciso farinha de trigo, fermento, sal, molho de tomates e a cobertura. Mas as possibilidades de preparo são bem variadas. Além de ser uma ótima opção para quando: sair com amigos, chegar uma visita em casa; a pizza também é nutritiva quando sabemos fazer a escolha dentre os diversos sabores. Isto não significa que você deva comer pizza a toda hora, mas não há problemas em consumir uma ou duas fatias, entre as opções mais leves, e esporadicamente, como uma vez por semana.

A massa de pizza é uma boa fonte de carboidrato (principal nutriente fornecedor de energia), essencial para que você possa desempenhar suas atividades diárias com disposição. As calorias podem estourar por conta da cobertura, geralmente rica em gordura, portanto, deve-se prestar bastante atenção na hora de fazer a escolha. Por isso, sabendo escolher os complementos mais saudáveis, você até pode trazer alguns benefícios para a saúde, saiba como:

- TOMATE: boa fonte de vitamina C e A, folato e potássio, além do licopeno, que é um importante antioxidante que protege o organismo de alguns tipos de câncer.

- QUEIJO BRANCO: alto teor de proteína e cálcio, além de ser uma boa fonte de vitamina B12;

- ATUM: boa fonte de proteínas, ferro e alguns minerais, além de ser rico em ácidos graxos do tipo ômega-3;

- RÚCULA: é uma hortaliça rica em riboflavina e vitamina C, que é um antioxidante. É muito importante durante a gravidez, pois a falta desta pode prejudicar o desenvolvimento do feto.

- RICOTA: este tipo de queijo é uma ótima opção para compor sua pizza, afinal ele é uma boa fonte de cálcio, proteínas e de vitamina B12, além de oferecer uma baixa concentração de gordura e colesterol.

- PEITO DE PERU: é uma excelente fonte de proteínas, além de apresentar menos gordura saturada que a maioria das carnes.

Fonte: Adaptado de RG Nutri e Nestlé com você
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quinta-feira, 7 de julho de 2011

E O CONSUMO DE PEIXE CRU?

Em algumas culturas, comer peixe cru é uma tradição antiga. Mas certas pessoas têm maior risco de contrair doenças transmitidas por alimentos e devem evitar comer peixes e frutos do mar crus, diz a Food and Drug Administration (FDA), agência que regula o comércio de medicamentos e alimentos nos Estados Unidos.

Aqui está a lista dos principais grupos que devem ter cuidado no consumo de sashimis e sushis:
  • Idosos
  • Crianças muito pequenas
  • Mulheres grávidas
  • Qualquer pessoa com um sistema imunológico comprometido
  • Qualquer pessoa com baixos níveis de ácido do estômago

Fonte: IG
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terça-feira, 10 de maio de 2011

PEIXE PODE REDUZIR POSSIBILIDADE DE PARTO PREMATURO

Um estudo recentemente publicado no jornal Obstetrics and Gynecology concluiu que entre as mulheres grávidas que apresentavam risco de parto prematuro, aquelas que consumiam porções de peixe algumas vezes por semana diminuíam a probabilidade de dar à luz antes do tempo.

Ainda não se sabe ao certo qual a relação direta do peixe com o parto prematuro, mas os pesquisadores enfatizam que os resultados comprovam a indicação médica de que grávidas devem comer cerca de duas porções deste tipo de proteína por semana.

Liderada pelo Dr. Mark A. Klebanoff, do Nationwide Children's Hospital de Columbus, em Ohio (EUA), a pesquisa incluiu 852 gestantes com risco maior que o normal de sofrerem um parto prematuro. Cerca de 70% das entrevistadas confessaram comer no mínimo meia porção de peixe uma vez por semana, durante os cinco primeiros meses de gestação. Destas, 36% tiveram seus bebês antes do tempo. Já a análise feita com mulheres que comiam peixe somente uma vez por mês mostrou que destas, 49% delas pariram com antecedência.

Em uma visão geral, pesquisadores concluram que as mulheres que consumiam duas ou três porções de peixe por semana eram 40% menos prováveis a ter um parto prematuro. Mas não questão apenas de comer mais peixe, explica Dr. Klebanoff. O médico atenta que os dados não significam que quanto mais se consuma a proteína, melhor. Como em qualquer dieta, o equilíbrio é fundamental.

BENEFÍCIOS DO PEIXE

Que o peixe é uma opção saudável de proteína, você já sabe. O alimento é conhecido por sua quantidade considerável de ômega 3, ácido-graxo que faz bem ao cérebro e ao coração. A nutricionista Maria Angela Ricco explica que o consumo de peixe pode acelerar o metabolismo do feto e acelerar o desenvolvimento cognitivo. Os tipos mais recomendados de peixe para consumo na gravidez são os de água fria como o atum, o salmão e a sardinha e eles devem ser consumidos, não só durante a gestação, como na amamentação também, lembra a nutricionista.

Mas mesmo que o peixe seja considerado uma carne magra, ele contém gorduras e deve ser consumido com bom senso. Cozido ou assado são as melhores opções. Evite o peixe cru, que pode desencadear uma infecção intestinal ou, pior ainda, a contaminação por toxoplasmose. Para preservar o ômega 3, evite fritá-lo. Isso porque a alta temperatura do óleo altera a substância.

Fonte: Revista Crescer
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quinta-feira, 28 de abril de 2011

COUVE-MANTEIGA: A RAINHA DOS VEGETAIS

A couve-manteiga é um dos vegetais mais importantes da nossa alimentação. Ela é a que possui maior quantidade de ferro e cálcio de todas as outras verduras.

A couve crua contém mais vitamina C do que a quantidade encontrada nas frutas cítricas, e esta vitamina aumenta a capacidade de absorção de ferro e cálcio pelo nosso organismo, por isso é uma boa idéia consumir folhas de couve com carnes. Excelente aliada para quem quer emagrecer, a couve tem pouquíssimas calorias e esbanja nutrientes, devendo estar sempre à mesa! Para que todos os nutrientes da couve sejam aproveitados você deve cozinhá-la rapidamente e com pouca água.

Por conter carotenóides, ainda protege contra o aparecimento de doenças como o câncer e problemas cardiovasculares. Outros nutrientes encontrados na couve são: beta-caroteno, o precursor da vitamina A, vitamina C, E, potássio, ácido fólico e fibras, que ajudam no funcionamento do intestino. Ótimo desintoxicante, o suco de couve ajuda a limpar seu organismo, fazendo uma verdadeira “faxina” no fígado e intestino, retirando as toxinas.

DICA!
Para aqueles que não são fãs do gostinho da couve, uma opção é preparar o suco (bater as folhas no liquidificador com água) e depois de pronto, colocar em forminhas de gelo e levar ao congelador. Para guardar, coloque em um pote fechado. Vá adicionando a sucos de sua preferência e garanta todos os seus benefícios!

Prepare esta deliciosa receita:

Suco de Couve, Limão e Hortelã:

- 3 folha de couve
- Folhinhas de hortelã
- 1/2 limão médio espremido
- 500 ml de água
- Açúcar ou adoçante a gosto

Fonte: Emex Nutrição Orientada
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quarta-feira, 6 de abril de 2011

COMBINANDO VINHO E COMIDA

Quase todo mundo sabe que o consumo moderado de vinho auxilia nossas funções cardiovasculares. Mas, para que toque o nosso coração de verdade, é preciso que o vinho agrade também ao paladar, realizando um casamento harmônico com o prato que está acompanhando. A harmonização de vinhos é complexa e muito abrangente. Abaixo vão algumas dicas de combinações de sucesso garantido:

Saladas: Elas vão bem com vinhos brancos leves, como Pinot Blanc, Riesling e Sauvignon Blanc.

Sopas: Também aposte nos mais leves. Se o sabor for de carnes, prefira um Pinot Noir. Se for de queijo ou vegetais, Chardonnay.

Carnes vermelhas: As carnes de caça, como coelho, pato, javali e avestruz, vão muito bem com vinhos franceses das regiões da Borgonha e de Bordeaux. Já as carnes de vaca/boi, porco e carneiro combinam melhor com Malbec, Tannat, Shiraz e Cabernet Sauvignon.

Massas: Depende do molho! Para os molhos vermelhos, prefira os tintos italianos: Chianti, Sangiovese e Valpolicella. Para os molhos brancos, opte também por vinhos brancos, como o Chenin Blanc e o Chardonnay.

Queijos: Outro dia ouvi Manoel Beato dizer que, ao contrário do que muitos pensam, vinhos brancos combinam melhor com queijos do que os tintos. E ele realmente tem razão. Por isso, vou indicar o Sauvignon Blanc, o Chardonnay e o Pinot Grigio.

Carnes brancas: Peixes e aves combinam melhor com vinhos brancos, como Sauvignon Blanc, Chardonnay e Chenin Blanc. Porém, as sardinhas frescas também vão bem com vinhos verdes! Se você não passa sem um vinho tinto, o que vai melhor com carnes brancas é o Pinot Noir.

Sobremesas: Para acompanhar doces, opte por um Moscatel ou por um Vinho do Porto.

Lembre-se: vinho tem função de potencializar o sabor da comida, nunca de sobrepô-la! Qual o tipo de vinho que você prefere? Comente! E boa degustação!

Fonte:
Yahoo
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quinta-feira, 24 de março de 2011

10 FONTES DE PROTEÍNA PARA SUBSTITUIR A CARNE

A alimentação é o combustível que mantém o corpo em funcionamento, mas também está associada a diversos problemas de saúde. As carnes são as fontes mais conhecidas de proteínas e um dos principais produtos ligados a doenças, como aumento das más gorduras no sangue ou maior risco do desenvolvimento de câncer.

Cada vez mais os alimentos de origem animal ocupam destaque nas preocupações com a saúde devido aos altos níveis de gordura, bem como aos antibióticos e substâncias químicas usadas na criação dos animais.

"O excesso de alimentos de origem animal, ricos em proteínas e gorduras, e a carne vermelha, podem intoxicar o corpo e acidificar o sangue, drenar o cálcio, sobrecarregar o fígado e os rins, estagnar a digestão e destruir as bactérias benéficas", escreveu Gillian McKeith no livro Você é o Que Você Come, publicado no país pela editora Campus.

As proteínas são necessárias para formação e manutenção dos órgãos, tecidos e células e devem corresponder a 15% do valor calórico total consumido diariamente. Pois saiba que os cuidados em relação ao consumo de carnes não devem excluí-las totalmente do cardápio. Em contrapartida, há também diversos alimentos, boas fontes de proteínas vindas de cereais e frutas, que fornecem ao organismo as chamadas proteínas completas, fontes dos aminoácidos essenciais ao corpo.

CONHEÇA ALGUNS ALIMENTOS FONTE DE PROTEÍNAS:

Coco: oito porções de coco, cerca de 80g, correspondem ao consumo proteico semelhante a um filé de frango. Os benefícios são obtidos quando se come a fruta ou se toma o leite feito a partir dela. A restrição fica por conta da grande quantidade de gordura saturada contida no alimento. Coco também é rico em fibras.

Arroz integral: boa fonte de proteínas, cerca de 2,5%, mas não na versão completa. Por isso deve ser consumido com outros alimentos ricos em proteínas para fornecimento de todos os aminoácidos necessários ao corpo. É ainda rico em fibras e um carboidrato de absorção lenta, que ajuda a disparar a liberação de substâncias químicas que promovam bem-estar, como a serotonina.

Sopa tipo Missô: um dos principais pratos da culinária japonesa é também uma boa fonte de proteínas. Feita a partir de grãos de soja fermentados, a sopa tipo Missô contém 12% de proteínas completas. Ainda fornecem ao corpo isoflavonoides, que combatem hipertensão e mau colesterol, e melhoram a digestão. Bastam três porções para receber a mesma quantidade de proteínas contida num filé de frango.

Beterraba: seis unidades pequenas correspondem ao consumo de um filé de frango, considerando-se a quantidade de proteínas completas. É ainda alimento de baixa caloria, rico em antioxidantes, especialmente os que beneficiam o fígado

Grão-de-bico: a quantidade de proteínas contida no alimento chega a 23%. Apesar do alto índice, elas não são do tipo completo e, por isso, precisam ser combinados a outros, como arroz integral ou ervilhas, para fornecimento de todas as substâncias que o corpo precisa. Os benefícios do grão-de-bico vão além. É um alimento rico em sais minerais, vitaminas do complexo B, fibras, cálcio, ferro, magnésio, e está associado ao aumento da produção de serotonina no organismo.

Pasta de amendoim: pode soar estranho que a iguaria seja boa fonte de proteína, mas é. Contém cerca de 28% dos nutrientes, mas na versão incompleta. Além disso, o amendoim é fonte de substâncias antioxidantes associadas à boa saúde cardíaca e vascular

Ervilhas: os pequenos legumes possuem cerca de 5% de proteínas. Essa propriedade é mantida no alimento fresco, congelado ou em conserva. A proteína contida, no entanto, não é do tipo completo, e por isso as ervilhas podem ser combinadas com outros alimentos fontes de proteína para fornecimento dos aminoácidos necessários ao corpo. As verdinhas também são ricas em vitaminas C e K e sais minerais.

Abacate: a quantidade de proteína contida na fruta é quase a mesma encontrada no leite integral. Cada unidade oferece cerca de 2% de proteínas. Para chegar à mesma quantidade de um filé de frango, seria necessário consumir cerca de 15 unidades, mas não é essa a recomendação. A combinação de alimentos consumidos ao longo do dia é que deve somar a quantidade diária necessária de proteínas. Ele ainda é rico em fibras e ômega 6 e combate à hipertensão e ao mau colesterol.

Aveia: cada porção fornece 3% de proteínas completas ao corpo. Para o organismo receber a mesma quantidade presente em um filé de frango seria necessário consumir 11 porções. Não é uma indicação, apenas uma comparação. A dieta ao longo do dia é que deve fornecer a quantidade de proteínas necessárias à manutenção do corpo. A aveia, na forma de grãos ou farinha, é boa fonte de antioxidantes e de vitaminas do complexo B.

Quinoa: o cereal que vem da região dos Andes é uma das principais fontes de proteínas entre os grãos. Cada 100g de quinoa contêm 15g de proteínas. A quantidade pode variar um pouco, em razão da diversidade de sementes. Disponível no mercado em grãos e até em versões cozidas, é também excelente fonte de fibras. Duas porções do alimento, cerca de 160g, contêm o mesmo nível de proteínas que um filé de frango.

MAS CUIDADO! Os produtos de origem animal são fontes de vitamina B12. Se excluídos por completo da alimentação, devem ser suplementados para que o organismo não fique deficiente.

Adaptado do site Terra

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quarta-feira, 26 de janeiro de 2011

SALADA TROPICAL DE KANI KAMA

A salada tropical de kani kama foi uma das receitas do curso de culinária saudável do mês de janeiro realizado na CLINLIFE. É uma receita de baixa caloria, super fácil de fazer e rende em média 8 porções.
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INGREDIENTES
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- 1 pacote de kani kama cortado em fatias;
- ½ abacaxi descascado e picado em cubos;
- ½ abacaxi cortado em rodelas;
- 1 vidro de palmito em rodelas;
- 6 colheres de sopa de maionese light;
- 1 pote de iogurte desnatado;
- 1 pé de alface americana;
- 1 bandeja de tomate cereja;
- Sal e pimenta à gosto.
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MODO DE PREPARO
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Decore uma travessa com as folhas de alface americana e o abacaxi em rodelas. Misture a maionese com o iogurte desnatado e, em seguida, o kani kama, abacaxi em cubos e palmito. Por último, decore com tomates cerejas.
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sexta-feira, 31 de dezembro de 2010

ALIMENTOS E SIGNIFICADOS

Assim como vestir roupa branca, é tradicional em toda virada de ano o consumo de certos alimentos. Alguns trazem sorte, fortuna, fartura e até mesmo fertilidade. Cuidado também com os alimentos que 'ciscam para trás' (frango, peru e faisão)! Verdade ou superstição, o que vale é acreditar e fazer escolhas saudáveis.
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Então confira, faça a sua escolha e tenha um
FELIZ ANO NOVO!

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Lentilha: Em várias regiões do mundo é esse o alimento que traz fortuna. Como as ervilhas, as lentilhas também evocam morte e renascimento, do grão enterrado na terra renascem múltiplos grãos.
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Uva: Alimento nº 1 da ceia de ano-novo. Come-se 3 dando as costas para a lua, 12 dando pulinhos ou sobre um banquinho, 11 guardando as sementes, não importa! O importante é não faltar uva na ceia de reveillon, fruta que traz boa sorte para o ano inteiro!
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Peixe: Além de ser saudável e muito mais leve, o peixe na ceia de ano novo está vinculado à boa sorte e fecundidade. Quando se fala em peixe automaticamente se faz associação com a água, símbolo da vida, do nascimento. Em chinês, U, peixe, foneticamente tem o mesmo som da palavra "abundância", fazendo-se a analogia. Aqui no Brasil tropical, nada mais perfeito para a ceia de reveillon do que um bom peixe assado em folha de bananeira!
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Carne de porco: É muito apreciada na ceia de reveillon, afinal o porco é um animal que fuça para a frente, sendo um bom estímulo para o novo ano. Já o frango, peru ou faisão acredita-se não ser uma boa pedida para a passagem do ano: todos os três ciscam para trás...
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Romã: Com sua enorme quantidade de sementes é símbolo de fartura e fertilidade. Os judeus, no Rosh Hashaná pedem a multiplicação das bênçãos divinas ao comer a romã. As sementes vão para debaixo do travesseiro para atrair "dinheirinha". Já no cristianismo, as sementes simbolizam esperança.
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Fonte: Temperus Gastronômico
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