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quinta-feira, 14 de março de 2013

MEDICAMENTO A PARTIR DO VINHO TINTO PODE FAZER VIVER ATÉ 150 ANOS



Os benefícios do vinho tinto para a saúde incluem a prevenção de doenças cardiovasculares, controle do colesterol e da pressão arterial, mas uma nova pesquisa mostra que ele pode prolongar a vida. Publicado na revista Science, o estudo aponta que o resveratrol, encontrado na bebida, pode fazer o ser humano viver até os 150 anos. E a boa notícia é que a indústria farmacêutica já está produzindo um medicamento a partir desta substância. 

MEDICAMENTO PODE PROLONGAR A VIDA COM QUALIDADE

As versões sintéticas do resveratrol já estão sendo testadas em pacientes que sofrem de câncer, diabetes e doenças do coração. O medicamento é 100 vezes mais potente do que a forma encontrada no vinho e poderia prevenir o surgimento destas doenças, além de Mal de Alzheimer e Parkinson, artrite, osteoporose, psoríase, problemas cardiovasculares e câncer. 

No entanto, os pesquisadores acreditam que o diabetes tipo 2 será a primeira complicação de saúde a ser tratada pelo resveratrol sintético, já que os testes em laboratório apontaram grandes avançados em ratos com sobrepeso. 

RESVERATROL SINTÉTICO DEVE CHEGAR AO MERCADO EM CINCO ANOS

O medicamento, que deve estar no mercado dentro de cinco anos, pode ser administrado em comprimidos ou usado diretamente sobre a pele, dependendo da orientação médica. 

Fonte: GNT


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sexta-feira, 12 de outubro de 2012

ÓLEO DE ABACATE

Recém-chegado ao mercado nacional, o óleo de abacate está na fila para se tornar o próximo modismo "saudável". Novidade no segmento de produtos naturais, ele engrossa a lista de produtos ricos em ácidos graxos e esteróis, como o azeite de oliva e o óleo de coco, que vem ganhando adeptos. 

Em outras palavras, é alternativa aos óleos comumente utilizados na cozinha (milho, girassol, canola etc) e nova fonte de “gordura do bem”. Contém substâncias importantes para o equilíbrio do bom e do mau colesterol, assim como para controlar os níveis de glicose, ajudando a prevenir doenças cardiovasculares e diabetes.

Segundo pesquisa da Escola Superior de Agricultura Luiz de Queiroz (Esalq), da Universidade de São Paulo (USP), o óleo de abacate pode prevenir e controlar o nível de colesterol ruim e triglicérides no sangue. O estudo, publicado na Revista Ciência e Tecnologia de Alimentos, avaliou que a substância extraída da polpa da fruta pode ser excelente matéria-prima para a indústria de alimentos. Ainda segundo a coordenadora da pesquisa, a professora Jocelem Mastrodi Salgado, o óleo de abacate é uma boa fonte de vitamina E (30ml do óleo suprem 18% das necessidades diárias de um adulto), um poderoso antioxidante. 

ABACATE É UM SUPER ALIMENTO

No entanto, há quem defenda que o consumidor pode se beneficiar de tudo isso apenas consumindo a própria fruta. É o caso da nutricionista Andrea Santa Rosa. Segundo ela, o abacate é rico também em ômega 6 e 9, e é bom aliado para o emagrecimento e a redução do estresse. “É uma gordura anti-inflamatória, facilitando a utilização da glicose pelas células. Como lanche da tarde, traz saciedade para aquela fome oculta que surge de repente. Já ingerida à noite, por exemplo, ajuda a melhorar o sono, baixando o nível de cortisol. Uma noite reparadora é importante para quem está tentando perder peso”, ensina. 

Andrea recomenda que, na cozinha, se alterne o uso do óleo de abacate com o azeite de oliva e o óleo de coco no preparo de alimentos. Para não serem vítimas de modismos, a nutricionista sugere que os consumidores fiquem atentos às informações geralmente menos óbvias nos produtos, como procedência, composição e embalagem, que não deve ser de plástico.

Fonte: GNT

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terça-feira, 2 de outubro de 2012

SAIBA COMO OS EXERCÍCIOS FÍSICOS PREVINEM DOENÇAS DO CORAÇÃO

Os exercícios físicos estão na lista de orientações dos médicos para prevenir doenças cardiovasculares. Mas será que todas as atividades são iguais? De acordo com o cardiologista Fábio Alves Torres, doVitta Exercício & Clínica de Saúde, “os melhores exercícios são os aeróbicos.

Para que eles protejam o coração contra doenças é preciso atingir uma determinada frequência cardíaca, que deve ser mantida para que haja a proteção da função cardíaca”. A seguir, entenda como a prática de atividades físicas pode evitar doenças cardiovasculares:

BENEFÍCIOS - Segundo a cardiologista Isa Bragança, da clínica Cardiomex, a prática de exercícios físicos é capaz de reduzir as taxas de colesterol no sangue, fator que pode levar ao desenvolvimento de doenças cardiovasculares. “Com exercícios regulares e uma dieta equilibrada é possível evitar a administração de medicamentos para redução do colesterol”. Fábio completa: “A elevação da frequência cardíaca, provocada pela prática de exercícios, estimula o trabalho cardiovascular. Esta elevação no momento da atividade também provoca a redução do ritmo cardíaco em repouso, com menor esforço. Durante os exercícios há ainda a produção de óxido nítrico, que atua como vasodilatador”.

RECOMENDAÇÕES - Os exercícios aeróbicos apresentam maior benefício cardiovascular. “Caminhada, corrida, natação, ciclismo, futebol, vôlei, basquete e tênis estão entre os melhores exercícios para a saúde do coração. Para fazer bem a ele, a frequência cardíaca durante as atividades físicas deve atingir 60%, no máximo", diz Fábio, que ainda orienta sobre como calcular a frequência cardíaca: "Pode ser encontrada fazendo a seguinte conta: a sua idade menos o valor 220”. 

FREQUÊNCIA - “Para fazer bem ao coração é preciso praticar de 150 a 200 minutos semanais de exercícios aeróbicos. Este tempo pode ser dividido em três a cinco sessões de 30 a 50 minutos cada. Você pode variar as atividades, mas, para que tenham benefício cardiovascular, é preciso praticar exercícios por, no mínimo, 20 minutos. Neste caso, o objetivo da atividade é manter a frequência cardíaca. Se o seu objetivo inclui a perda de peso, cada sessão de exercícios deve ter 40 minutos ou mais”, explica o cardiologista Fábio Alves Torres.

INDICAÇÕES - Para Fábio Alves Torres, “em geral, as atividades físicas trazem muito mais benefícios para o coração do que riscos, principalmente no caso de exercícios com intensidade leve a moderada. Para evitar complicações cardiovasculares decorrentes do esforço, é preciso manter o check-up em dia. Dos 20 aos 40 anos, é preciso realizar os exames a cada cinco anos. A partir dos 40, as avaliações devem ser anuais ou semestrais, no caso de doenças ou riscos específicos”. A cardiologista Isa Bragança explica que “mesmo pessoas com risco cardíaco precisam praticar exercícios, mas é necessário ter acompanhamento e liberação do médico, que irá recomendar a atividade ou esporte ideal”. 

Fonte: GNT


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sexta-feira, 24 de agosto de 2012

DIETA DO MEDITERRÂNEO PROTEGE OSSOS

A dieta do Mediterrâneo, quando enriquecida com azeite de oliva, pode ter um efeito protetor para os ossos. De acordo com uma pesquisa que será publicada no periódico médico Journal of Clinical Endocrinology and Metabolism, o consumo por dois anos da dieta aumentou os níveis de osteocalcina, um marcador biológico que indica a manutenção óssea.

A perda de massa e de força óssea está associada diretamente com a idade, tanto em homens quanto em mulheres, e é um determinante para a osteoporose e para riscos de fraturas. Estudos anteriores já haviam demonstrado que a incidência da osteoporose na Europa é menor na região da bacia mediterrânea. 

A dieta Mediterrânea tradicional, rica em carnes de peixes, frutas, vegetais, azeitonas e azeite de oliva, poderia, então, ser o fator ambiental subjacente a essa diferença.

“O consumo de azeite de oliva tem sido relacionado com a prevenção da osteoporose em modelos experimentais e in vitro”, diz José Manuel Fernández-Real, médico no Hospital Dr Josep Trueta, na Espanha, e coordenador da pesquisa. “Este é o primeiro estudo randomizado que demonstra que o azeite de oliva preserva os ossos, ao menos como indicado pelos marcadores ósseos em circulação pelo corpo.”

PESQUISA

Participaram do estudo 127 homens entre 55 e 80 anos. Todos foram selecionados randomicamente do levantamento Prevenção com Dieta do Mediterrâneo (Predimed), um estudo que teve ao menos dois anos de acompanhamento. Esse levantamento, feito de maneira randomizada e com a participação de um número grande de voluntários, teve como objetivo avaliar os efeitos da dieta do Mediterrâneo na prevenção de doenças cardiovasculares.

Os participantes não tinham doenças cardiovasculares prévias, mas haviam sido diagnosticados com diabetes 2 ou com pelo menos três fatores de risco para doenças cardiovasculares, como hipertensão, dislipidemia (aumento dos lipídeos no sangue) ou com histórico familiar de doença cardiovascular precoce. Eles foram divididos em três grupos alimentares diferentes: dieta do Mediterrâneo com castanhas mistas, dieta do Mediterrâneo com azeite de oliva virgem e uma dieta com baixo índice de gordura.

As dosagens dos níveis de osteocalcina, glucose, colesterol total, HDL (o “colesterol bom”) foram feitas no início e depois de dois anos de acompanhamento. Descobriu-se, então, que o consumo da dieta do Mediterrâneo enriquecida com azeite de oliva estava associado com um aumento significativo nos níveis de osteocalcina e de outros marcadores de formação óssea. As taxas de cálcio não sofreram mudanças significativas entre os voluntários que mantinham essa dieta — mas teve sua concentração diminuída nos outros dois grupos.

Fonte: Revista Veja


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sábado, 11 de agosto de 2012

6 ALIMENTOS QUE DIMINUEM O COLESTEROL


O colesterol alto pode ser considerado o vilão de uma vida saudável. Taxas elevadas aumentam os riscos de desenvolver arterioesclerose, doença silenciosa que leva ao entupimento das artérias e pode culminar em infartos e até acidentes vasculares cerebrais (AVC). Confira dicas simples para evitar o colesterol alto com a alimentação.

De acordo com a nutróloga Liliane Oppermman, “é preciso investir em alimentos ricos em fibras, que têm a capacidade de absorver o colesterol. Recomenda-se o consumo de 30 gramas diárias de vegetais folhosos, frutas com casca e cereais integrais são suficientes para evitar a elevação do colesterol e também ajudar a diminuir as taxas”. A seguir, saiba quais alimentos são mais eficazes na diminuição do colesterol:

AVEIA - “A aveia é rica em um nutriente chamado betaglucana, capaz de regular a síntese (formação) de colesterol. As fibras solúveis presentes no alimento exercem uma importante função de carregar parte do colesterol no intestino, reduzindo sua absorção. Recomendo o consumo de duas colheres de sopa de farelo de aveia por dia”, diz a nutricionista Lucianna Jardim.

CHÁ MATE - Segundo Lucianna Jardim, “o chá mate é rico em uma substância chamada saponina, que auxilia na redução da absorção do colesterol no intestino. Recomenda-se a ingestão de três xícaras de chá por dia”.

ROMÃ - “O suco de romã possui substâncias antioxidantes, como flavonóides, ácidos fenólicos e ácido elágico. Estudos têm demonstrado efeitos benéficos sobre a pressão arterial, câncer e diminuição do colesterol ruim. Recomendamos fazer suco com as sementes de romã ou utilizar as sementes na salada”, explica a nutricionista.

SALMÃO - Segundo Lucianna, “o ômega-3 presente no salmão auxilia na redução do colesterol ruim (LDL) e aumenta os níveis do colesterol bom e protetor do sistema cardiovascular (HDL). Recomendo a ingestão de 100 gramas por dia, seis vezes por semana”.

CEBOLA - “Além de temperar os pratos, a cebola alimento tem potencial antioxidante, que protege o sistema circulatório, regulando a pressão arterial. Também possui bom conteúdo de fibras, que auxiliam na redução do colesterol sanguíneo. Recomendamos consumir em torno de 100g por dia”, orienta a nutricionista.

AZEITE DE OLIVA EXTRA VIRGEM - “O azeite de oliva extra virgem é rico em gorduras monoinsaturadas que auxiliam na redução do colesterol total e ruim (LDL) e aumenta o colesterol bom (HDL). O alimento também possui propriedades importantes para regular a pressão arterial e prevenir doenças cardiovasculares. A dose recomendada é de duas colheres de sopa de azeite extra virgem por dia”, explica a nutricionista Lucianna Jardim.

DICAS EXTRAS - Segundo Lucianna Jardim, “para prevenir o colesterol alto é preciso evitar o consumo de carne vermelha gorda, como picanha e cupim, leite integral, camarão, molhos gordurosos, doces e frituras em geral”. De acordo com a endocrinologista Carolina Mantelli, “a prática regular de exercícios físicos é comprovadamente eficaz na redução da taxa total e elevação do bom colesterol. Pratique, pelo menos, 30 minutos de exercícios aeróbicos de intensidade moderada, de três a quatro vezes na semana”. A médica ressalta que, em alguns casos, pode ser necessário o uso de medicamentos.

Fonte: GNT


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terça-feira, 7 de agosto de 2012

VEGETARIANOS SÃO MAIS FRACOS?


Ser vegetariano num país que tem como pratos tradicionais feijoada e churrasco não é tarefa fácil. Os que decidem abster-se de comer carne enfrentam muitos preconceitos e desconhecimento. Porém, estudos em várias partes do mundo têm mostrado que vegetarianos não têm a saúde frágil, como muita gente acredita. Pelo contrário, eles são mais magros e saudáveis.

Esse é apenas um dos vários equívocos que cercam o não consumo de carne. Para começar, o próprio conceito de vegetarianismo não é muito claro. É considerado vegetariano quem não consome nenhum tipo de carne, seja vermelha ou branca. Portanto, quem come só peixe ou frango não pode receber o título.

Os lactovegetarianos consomem leite e derivados em sua dieta; ovolactovegetarianos utilizam ovo, leite e derivados na alimentação; já veganos ou “vegans” não consomem nenhum tipo de alimento de origem animal. Independente da opção, é essencial ter um acompanhamento nutricional para garantir a alimentação balanceada e prevenir a carência de vitaminas e minerais e, assim, blindarem-se contra possíveis males.

CONFIRA OS MITOS E VERDADES

É PRECISO SUPLEMENTAR? Verdade. Com raras exceções, depois de dois ou três anos sem comer carne as pessoas precisam fazer reposição de ferro, zinco, cálcio e vitamina B12, afirma o nutrólogo Durval Ribas Filho. "Até é possível ter dieta saudável sem suplementos, mas desde que a pessoa tenha capacidade de ingerir de 400 a 500g por dia de legumes, verduras e frutas", diz. Mas isso só vale para os que ingerem algum alimento de origem animal (leite ou ovos); todos os veganos precisam de suplementos.

É UMA ALIMENTAÇÃO MAIS SAUDÁVEL? Verdade. Segundo um relatório publicado pela Associação Dietética Norte-americana, vegetarianos têm 50% menos risco de apresentar diabetes, menos doenças cardíacas, seus níveis de colesterol geralmente são mais controlados, assim como a pressão arterial. "Comer até 500 g de carne vermelha por semana também é saudável", garante o nutrólogo Durval Ribas Filho. O problema das dietas "carnívoras" é ingerir grandes quantidades ou, junto da carne, comer a gordura, como as que acompanham um pedaço de picanha, ou as que vêm "escondidas" em um hambúrguer. Essas sim fazem mal à saúde.

O VEGANO PRECISA INGERIR B12? Verdade. "Os vegetarianos restritos, que não consomem nenhuma carne nem qualquer alimento de origem animal, devem ser suplementados com vitamina B12, ferro e ômega-3, pois não conseguem atingir a quantidade necessária somente com alimentos de origem vegetal", afirma a nutricionista clínica Roberta Soriano. A profissional, no entanto, lembra que muitas pessoas que consomem carne regularmente também possuem deficiências de ferro e B12.

APRESENTAM MENOS DIABETES, COLESTEROL E PROBLEMAS DO CORAÇÃO? Verdade. Segundo o nutrólogo Ribas Filho, há cinco grandes estudos mostrando que as pessoas que não comem carne têm menos diabetes, colesterol mais controlado, são mais magras e, portanto, apresentam menos problemas de coração. "Mas essas pesquisas também mostraram que o vegetariano reflete muito sobre o que come, se preocupa com a dieta, e é esse comportamento de controle alimentar que dá resultados positivos, não a ausência da carne em si", afirma.

TEM MENOS CÂNCER? Parcialmente verdade. Embora haja algumas evidências quanto à menor incidência de câncer entre vegetarianos, existem poucos estudos nessa área, o que não permite afirmações conclusivas, informa Alessandra Luglio, da Hero Nutritionals. Segundo ela, a queda dos casos de câncer se deve à maior atenção do vegetariano ao que come. "Tendo feito a opção pelo não consumo de carne, o vegetariano passa a cuidar mais da alimentação, deixa de lado boa parte das "besteiras" e aumenta o consumo de alimentos mais nutritivos, integrais", afirma Alessandra.

SÃO MAIS FRACOS? Mito. Se o vegetariano adequar a dieta a suas necessidades, ele vai se manter "forte" e "saudável" como qualquer outra pessoa. Mas não adianta simplesmente trocar as carnes por pão e batata para se sentir saciado. "Pessoas que não adequam suas dietas sofrem carências nutricionais que acarretam diminuição do vigor físico, baixa de imunidade, perda ou até ganho de peso devido à errônea substituição dos alimentos proteicos", afirma Alessandra Luglio, nutricionista da Hero Nutritionals.

TODO SUPLEMENTO PROTEICO TEM PROTEÍNA ANIMAL? Mito. Embora os suplementos com origem animal sejam os mais comuns, feitos à base de ovo, por exemplo, existem suplementos à base de soja, ervilha, arroz integral e brotos de alfafa e feijão, que já são muito consumidos no exterior e estão começando a chegar no Brasil, informa a nutricionista Alessandra Luglio, consultora da Hero Nutritionals.

DEVEM ABUSAR DOS LATICÍNIOS? Mito. Um dos maiores erros dos vegetarianos é consumir laticínios em demasia, pois o leite e seus subprodutos são ricos em gordura saturada, alerta Alessandra Luglio. "Muitos laticínios superam o teor de gordura das carnes gordas, tornando a dieta muito calórica", diz. O vegetariano pode aumentar o consumo de laticínios para garantir um bom aporte de proteínas, mas deve optar por versões magras, de baixo teor de gordura, aconselha a profissional.

DIFICULTA O GANHO DE MASSA? Mito. Pessoas que praticam esporte, principalmente musculação, requerem, sim, um aporte maior de proteína para garantir a regeneração muscular estimulada pelo treino. "Porém, o vegetariano, usando fontes alternativas de proteína como o ovo, leite, seus derivados e também suplementos proteicos, terá a mesma condição fisiológica e aporte de proteína que pessoas que consomem carne regularmente", diz Alessandra Luglio, nutricionista da Hero Nutritionals.

GRÁVIDAS PRECISAM DE MAIS NUTRIENTES? Verdade. Durante o período da gravidez, o corpo precisa de uma aporte maior de nutrientes, mas isso pode ser facilmente suprido com suplementação de polivitamínicos, afirma a nutricionista Roberta Soriano. "Em geral, os médicos recomendam para todas as mulheres, vegetarianas ou não, suplementos de ácido fólico, que ajudam na formação do tubo neural do feto, e também politamínicos para garantir que ela está consumindo todas as vitaminas e minerais necessários, caso a dieta regular da gestante não supra as necessidades", diz ela.

CRIANÇAS VEGETARIANAS SE DESENVOLVEM NORMALMENTE? Parcialmente verdade. Embora estudos realizados nos EUA e Inglaterra mostrem que elas em geral são saudáveis - apenas mais magras que as carnívoras - há casos de crianças vegetarianas com dietas mal planejadas que tiveram comprometimento neurológico. Se a criança for vegana (não incluir ovos ou leite), a atenção deve ser redobrada. "Nesse caso elas terão de tomar injeções periódicas de vitamina B12, além de ter acompanhamento nutricional rigoroso", afirma Alessandra Luglio, da Heros Nutritionals. Há ainda preocupações de ordem prática: "Para conseguir um aporte adequado de proteínas, a criança precisa comer grandes quantidades e variedades de verduras, legumes e grãos, algo que nem sempre é muito fácil de se alcançar", diz a nutricionista Roberta Soriano.

COMER CARNE FAZ MAL AO PLANETA? Parcialmente verdade. Um dos mais fortes argumentos dos vegetarianos para defender sua opção é a de que a produção de carnes prejudica do planeta. De fato, grandes áreas da Floresta Amazônica têm sido derrubadas para abrir pastagens para o rebanho bovino. "Produzida numa área de desmatamento, em um pasto de baixa qualidade, essa carne tem um impacto imenso. Já um gado do Pantanal, região de Cerrado, com pastagem natural, com boas práticas, tem baixo impacto" diz Michael Becker, coordenador do Programa Pantanal-Cerrado da WWF, que lembra que áreas de floresta também são derrubadas para plantar soja. O conselho para não prejudicar a natureza, portanto, é buscar conhecer a procedência dos alimentos.

Adaptado de Uol


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sexta-feira, 20 de julho de 2012

APOSTE NA CAMINHADA

Tudo bem que julho é mês de férias escolares, está friozinho e dá aquela preguicinha de sair para mexer o esqueleto. Nessa época, é normal deixarmos a nossa rotina um pouco de lado, mas essa também pode ser uma ótima oportunidade para incluir novos hábitos no dia a dia, inclusive as atividades físicas. 

Se você está enrolando para começar a se exercitar, que tal investir na caminhada? Com certeza você já ouviu a frase: ”de passinho em passinho, se vai longe”. E, então, vamos começar?

Não é preciso muitos acessórios para essa atividade. Pelo contrário, basta um tênis apropriado, uma roupa confortável, ter disposição, escolher o local e o cenário que irão acompanhar você, separar algumas músicas e ir. No seu ritmo, desfrutando um momento que é só seu.

AS VANTAGENS?

Extremamente simples e prazerosa, a caminhada traz inúmeros benefícios à saúde. Entre eles, vale destacar o fortalecimento muscular e dos aparelhos cardíaco e respiratório; também pode ajudar na diminuição do colesterol ruim e no aumento do colesterol bom; o auxílio na manutenção do peso etc. Isso sem falar que a caminhada ajuda a relaxar o corpo e a mente.

Esses são bons motivos para separar 30 minutinhos por dia, calçar o tênis e ir caminhar, você não concorda? Mas, antes, lembre-se de consultar um médico e fazer um checkup. É a maneira mais segura e eficiente para se exercitar.



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quinta-feira, 12 de julho de 2012

DOIS HAMBÚRGUERES...

Uma dieta baseada em junk food, que é pouco nutritiva, gordurosa e altamente calórica, pode ser mais prejudicial à saúde do que uma alimentação baseada em gordura animal, indicou um novo estudo feito na Universidade da Carolina do Norte, nos Estados Unidos. 

A pesquisa analisou a resposta inflamatória em ratos após eles seguirem diferentes tipos de dietas e concluiu que comer alimentos como lanches, chocolate, biscoito e batata frita pode aumentar a gravidade de problemas metabólicos associados à obesidade. O trabalho foi publicado na edição deste mês do periódico PLoS One.

Segundo os pesquisadores, há algum tempo já se sabe que a obesidade provoca inflamações no tecido adiposo. Eles explicam que alimentos de junk food têm não só um, mas diversos ingredientes — como gorduras saturadas e trans, sódio e colesterol — que estão associados à síndrome metabólica e a um maior risco de diabetes tipo 2, acidente vascular cerebral (AVC) e outros eventos cardiovasculares.

Nesse estudo, os ratos foram submetidos a um dos três tipos diferentes de dieta: uma baseada em gordura animal, especificamente a de porco; uma alimentação baseada em alimentos de junk food; ou uma dieta balanceada. Os quadros de inflamação e problemas associados à síndrome metabólica, embora também tenham sido desencadeados pela dieta rica em gordura, foram mais graves entre os animais que se alimentaram de junk food. De acordo com os pesquisadores, futuros trabalhos deverão investigar em humanos os prejuízos à saúde desencadeados por cada tipo de alimentação.

Fonte: Revista Veja

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domingo, 20 de maio de 2012

DIETA SEM PÃO FRANCÊS


Para a maioria das pessoas, o café da manhã e o lanche da tarde perdem a graça se ele fica de fora. Fácil de combinar, barato e - além de tudo! - muito gostoso, o pão francês é uma ótima fonte de carboidratos para a dieta. Mas, nem sempre, ele cabe na sua cota de calorias e é preciso fazer substituições que não prejudiquem a alimentação. 

"Cada unidade de pão francês tem, aproximadamente, 150 calorias. É possível pensar em muitas opções nutritivas e saborosas que permanecem nesta faixa", afirma a endocrinologista Glaucia Duarte, da Sociedade Brasileira de Endocrinologia e Metabologia. Mas se a sua vontade é comer pão, tem alternativa bem gostosa e mais nutritiva - e não estamos falando de pão de forma multigrãos. "Essa variedade de pão tem muitas fibras, mas não conta com a crocância e a maciez combinadas do pãozinho de sal", afirma Glaucia. 

Veja as dicas de uma equipe de especialistas para incrementar seu cardápio com sugestões cheias de energia e bem saborosas. Aproveite! 

TAPIOCA COM RECHEIO LEVE - Já pensou em incluir tapioca no seu café da manhã ou no lanche da tarde, sem culpa na consciência? A massa ou biju, como é chamado em alguns estados, é feita à base de farinha de polvilho e água, fornecendo os carboidratos necessários para uma refeição. Para não fugir da dieta, basta escolher um recheio light, como ricota e blanquet de peru. "Queijos amarelos devem ficar de fora, eles são fonte de muita gordura e, portanto, de calorias", completa a nutricionista Daniela Cyrulin, da Nutri & Consult. 

CEREAL DE FLOCOS INTEGRAIS DE MILHO COM LEITE - Os cereais, assim como o pão francês, são fontes de energia. Para adicionar mais nutrientes à sua refeição, o ideal é buscar versões integrais dos grãos, mais nutritivas por conter substâncias como antioxidantes, vitaminas, minerais, fibras, proteínas e lipídios, além dos carboidratos. A combinação deste cereal com o cálcio do leite é um substituto ideal para o pãozinho.

PÃO DE CENTEIO - Não tem jeito, o que você quer mesmo é comer pão? Uma boa variação, de acordo com a especialista, é o pão de centeio, feito com farinha integral e rico em minerais, complexo B e fibras alimentares, que ajudam na regulação da função digestiva - benefício mal atendido pelo pão francês, que só fornece carboidratos (nutriente transformado em energia para as atividades diárias). "A receita básica do pãozinho é à base de farinha branca e quase não contém fibras. Ao ser ingerido, ele aumenta a glicemia (açúcar no sangue), estimula a liberação de insulina e, com o tempo, esse mecanismo acaba se refletindo em acúmulo de gordura corporal", afirma Daniela.

AVEIA BATIDA COM LEITE E FRUTAS - A nutricionista Andréia Ceschin de Avelar, especialista em Nutrição Materno Infantil pela Unifesp, sugere uma vitamina de aveia batida com leite e frutas como substituta para o pão francês. "A aveia é fonte de fibras e alguns estudos mostraram que ela traz benefícios ao coração se consumida regularmente. Duas colheres de sopa do grão é a quantidade ideal", afirma a especialista. As frutas completam essa vitamina, acrescentando um sabor especial e muitas vitaminas. 

IOGURTE NATURAL COM GRANOLA - O iogurte natural é rico em vitaminas, como vitamina A e as vitaminas do complexo B. Além disso, é uma grande fonte de cálcio e não contém glúten. Já experimentou misturá-lo com granola? Esse mix traz cereais diversos, castanhas e frutas secas - a versão light, sem açúcar, é ainda mais indicada para quem quer emagrecer. "Não existe uma receita padrão de granola, mas todas as variedades levam alimentos ricos em fibras (cevada, aveia, farelo e gérmen de trigo, flocos de milho, de arroz ou trigo, linhaça)", afirma a nutricionista Rosana Farah, da Associação Brasileira para o Estudo da Obesidade e da Síndrome Metabólica. "A granola oferece os mesmos carboidratos do pãozinho, mas com benefícios extras de com fibras e vitaminas". 

VITAMINA DE AVEIA, LINHAÇA E LEITE - A receita traz nutrientes poderosos. O leite é fonte de cálcio, mineral indispensável à boa saúde dos ossos. Opte pelo leite desnatado, com menos gorduras que o integral. Uma colher de sopa de aveia e outra de linhaça completam a mistura rica ômega 3, nutriente que retarda o envelhecimento e as fibras solúveis ideais para controlar os níveis de colesterol, além da função digestiva. 

MUESLI - Você conhece o muesli? De origem suíça, este cereal reúne flocos de aveia crus, frutas e frutos secos. Há dois tipos: o muesli fresco e o seco. O seco é uma mistura de aveia e pedacinhos de frutas desidratadas, nozes e sementes. Já o fresco é uma mistura de aveia macerada em água ou sucos de fruta, misturado com frutas frescas picadas. Ele contém uma grande variedade de nutrientes, como fibras e vitaminas, e pode ser consumido com leite, frutas ou iogurte natural. 

Adaptado de yahoominhavida

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sexta-feira, 18 de maio de 2012

CHOCOLATE AMARGO FAZ BEM AO SANGUE


Pesquisadores da universidade de São Diego conduziram um pequeno estudo e demonstraram que comer chocolate amargo traz efeitos positivos à saúde, contribuindo para a diminuição dos níveis de açúcar no sangue e do mau colesterol, aumentando os níveis do bom colesterol - tudo o que o coração precisa para ter saúde. As informações são do jornal Huffington Post.

O estudo foi apresentado no Encontro de Biologia Experimental. Foram analisadas 31 pessoas, que comeram 50 gramas de chocolate escuro (com 70% de cacau), e chocolate escuro (com 70% de cacau) aquecido com chocolate branco (0% de cacau). Os participantes participaram do experimento por 15 dias. A glicose no sangue, a pressão do sangue e o fluxo sanguíneo seriam medidos depois deste período.

Os resultados ligados ao chocolate escuro foram bastante positivos, mas os especialistas reiteram que o alimento é rico em gordura saturada e calorias, por isso, deve ser ingerido com moderação. Veja alguns benefícios à saúde que estão relacionados ao consumo de chocolate.

DIMINUI O RISCO DE ATAQUE CARDÍACO - Um estudo feito em 2011 na Suíça mostrou que mulheres que comeram mais de 45 gramas de chocolate pro semana têm 20% a menos de chance de ter um ataque cardíaco, quando comparadas quando às que comem menos que 9 gramas por semana.

AUMENTA A SAÚDE DO CORAÇÃO - Pessoas que consomem chocolate regularmente podem ver sua pressão sanguínea diminuída, menor risco de doenças do coração e até mesmo de doenças cardiovasculares, uma vez que o chocolate amargo tem propriedades antiinflamatórias.

AUMENTA A SENSAÇÃO DE SACIEDADE - Rico em fibras, o chocolate amargo pode trazer a sensação de saciedade. De acordo com um estudo conduzido pela universidade de Copenhagen, comer chocolate pode até mesmo diminuir o desejo por alimentos doces, muito salgados ou gordurosos.

PODE COMBATER A DIABETES - Um pequeno estudo italiano de 2005 mostrou que comer chocolate regularmente pode aumentar a sensibilidade à insulina, reduzindo o risco de diabetes.

PROTEGE A PELE - Ao contrário do que muita gente pensa, o chocolate pode sim fazer bem para a pele. O chocolate escuro contém antioxidantes chamados flavonoides, que oferecem proteção contra os raios UV.

AMENIZA A TOSSE - Um ingrediente presente no chocolate chamado teobramina parece reduzir a atividade da parte do cérebro responsável por desencadear a tosse.

MELHORA O HUMOR - Pessoas que comem chocolate se mostram menos estressadas.

MELHORA O FLUXO SANGUÍNEO - O cacau tem propriedades anticoagulantes que trabalham de forma semelhante à aspirina, podendo atuar na melhora da circulação e do fluxo sanguíneo.

MELHORA A VISÃO - Devido à capacidade de melhorar o fluxo sanguíneo, especialmente no cérebro, pesquisadores da University of Reading concluíram, a partir de um pequeno estudo de 2011, que o chocolate também pode aumentar o fluxo de sangue para a retina, e, dessa forma, melhorar a visão.

PODE AUMENTAR A INTELIGÊNCIA - O aumento do fluxo sanguíneo no cérebro criado pelos flavonoides do cacau aparentemente mantém as pessoas mais alertas e acordas, de acordo com um estudo britânico, colaborando para o melhor desempenho em tarefas.

Mas lembrem-se: COM MODERAÇÃO!

Fonte: Terra

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quarta-feira, 18 de abril de 2012

DEIXE A CARNE VERMELHA MAIS SAUDÁVEL


Quem resiste ao cheirinho de carne cozinhando na panela? Além de saborosa, ela é rica em proteínas e em nutrientes, como o ácido linoleico e a creatina, que promovem a perda de gordura, controlam o açúcar no sangue e melhoram o transporte de oxigênio para os músculos. Para aproveitar os benefícios sem prejudicar a saúde, é preciso escolher bem tanto o tipo de carne vermelha quanto o modo de preparo. "Opções gordurosas, como alcatra e picanha, podem trazer mais riscos do que benefícios", explica a nutricionista Ana Carolina Quireze, de Goiânia, que recomenda cortes magros: patinho, maminha e filé mignon. 

Outro cuidado importante é a quantidade adequada consumida. Segundo a nutricionista, a porção não deve ultrapassar o tamanho de uma carta de baralho e o consumo deve se limitar a duas vezes por semana. O excesso pode levar a complicações como colesterol alto e aumento da pressão arterial. Confira as melhores formas de preparar a carne vermelha e veja dicas para deixá-la mais saudável: 

ASSADA: Por não precisar da adição de óleos e outras gorduras, esse preparo é um dos mais saudáveis, pois permite aproveitar bem os nutrientes sem somar muitas calorias. Ana Carolina Quireze afirma que a carne assada na churrasqueira também é uma boa pedida, desde que seja ao ponto - nunca muito bem passada. "A casquinha de queimado que se forma por cima da carne é extremamente tóxica para as nossas células", justifica a nutricionista. 

COZIDA: Embora a cocção faça com que o alimento perca alguns nutrientes, a nutricionista Paula Castilho, da Sabor Integral Consultoria em Nutrição, afirma que a carne vermelha é bastante resistente e não têm perdas significativas. Já o preparo no vapor é o que menos sofre perda de nutrientes, mas tem a desvantagem de ser mais demorado. "Se a pessoa não quiser perder nenhum nutriente, uma boa opção é cozinhar a carne e utilizar a água para preparar um molho ou risoto, por exemplo", sugere Paula. 

FRITA NA ÁGUA: Qualquer fritura é prejudicial à saúde e deve ser evitada. Segundo Ana Carolina Quireze, a temperatura elevada e o tempo de aquecimento causam alterações químicas no óleo utilizado, fazendo com ele deixe de ser uma fonte de gordura insaturada e vire gordura saturada, que em excesso pode causar diversas doenças. "Portanto, a fritura é prejudicial mesmo se realizada com óleos vegetais de boa qualidade", comenta. A nutricionista afirma que não é necessário acrescentar óleo ou qualquer outro tipo de gordura às carnes no preparo. "Um bife de tamanho médio pode ser frito com apenas algumas colheres de água, ficando isento do acréscimo de gordura", diz. Para deixar a carne ainda mais saborosa, você pode acrescentar temperos - como mostarda - a essa água. 

MILANESA NÃO! Para fazer um bife à milanesa, é preciso não só fritá-lo em imersão no óleo, como também acrescentar farinha de trigo e o ovo ao preparo, tornado o prato ainda mais calórico. Caso você queira comer essa opção de vez em quando, é preciso tomar alguns cuidados com a fritura: "Utilize um óleo vegetal e aqueça pouco tempo e o mínimo possível, pois quanto maior a relação tempo/temperatura, maiores as alterações", afirma Ana Carolina. Outra ressalva é nunca reutilizar o óleo da fritura na alimentação - uma vez aquecido, suas propriedades não voltam mais a ser como antes. 

CARNE DE SOJA À CARNE MOÍDA: Para deixar a carne moída mais saudável, vale acrescentar porções de carne de soja ao preparo sem comprometer o sabor. "A soja é uma ótima opção, pois não tem gordura saturada e deixa o prato menos calórico", afirma a nutricionista Paula Castilho. Além disso, a leguminosa é rica em isoflavonas, um tipo de flavonoide que pode ajudar a diminuir o colesterol total e o colesterol LDL (colesterol ruim). 

COM LEGUMES: Carne com legumes é um ótimo casamento para a saúde e a dieta, ainda mais se eles forem opções bem diversificadas: brócolis, batata, cenoura, vagem, entre outras. "Quanto mais colorido estiver o prato, maior a diversidade e oferta de nutrientes", diz a nutricionista Paula. Tanto a preparação cozida quanto assada pode ser enriquecida com legumes. Paula conta que as melhores opções de recheios para as carnes são os legumes e as castanhas. "Os primeiros, por serem ricos em vitaminas e minerais e de baixo valor energético; já a castanha é rica em gorduras monoinsaturadas e poli-insaturadas, possui antioxidantes e atua diminuindo os níveis de colesterol", explica. 

CUIDADO COM A CARNE VERMELHA: A ingestão da carne vermelha crua pode ser muito perigosa, pois o risco de contaminação é grande. A primeira coisa a fazer é conhecer a procedência da carne. Durante o preparo, lave bem as mãos e utilize sempre utensílios devidamente higienizados. Assim que a carne estiver pronta, coloque-a na geladeira para que a temperatura seja mantida até o momento de servir, diminuindo os riscos de contaminação. "Mesmo que as preparações assadas ou cozidas sofram perdas de nutrientes, o que dificilmente acontece com a carne crua, não existe uma vantagem muito grande entre esses métodos", comenta Ana Carolina. Ela afirma que, para diminuir os riscos de contaminação, é até melhor perder um pouco dos nutrientes em vez de comprometer a saúde. 

Veja a matéria completa no Yahoo Minha Vida

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segunda-feira, 16 de abril de 2012

REQUEIJÃO, CREAM CHEESE OU MAIONESE?


Todos podem ir no lanche do seu filho (se a lancheira for térmica) e fazer parte das refeições na sua casa. “Mas um não é melhor que o outro”, diz Priscilla Kaktsuka, nutricionista do Hospital Samaritano (SP). Como são produtos industrializados, devem ser consumidos com limite. Veja os prós e os contras de cada um: 

REQUEIJÃO OU CREAM CHEESE

PRÓS: são fontes de cálcio, importante para a formação dos ossos e dentes, e de proteína, que ajuda no desenvolvimento muscular.

CONTRA: possuem gordura de origem animal, aquela que aumenta os riscos de doenças cardiovasculares no futuro.

CONSUMO: 2 colheres (sopa) por dia (de um dos dois).

MAIONESE

PRÓS: tem gordura monoinsaturada e é fonte de ômega 3 e 6, que elevam o nível de colesterol bom (HDL) e reduzem o do ruim (LDL).

CONTRA: mais calórica, não é recomendada para crianças que estejam com uma dieta especial. Nesse caso, a light é indicada.

CONSUMO: 1 colher (sobremesa) por dia.


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quinta-feira, 12 de abril de 2012

COMO AJUDAR SEU FILHO A PERDER PESO


Quer ajudar seu filho a perder peso? Então entre em forma junto com ele. Essa é a maneira mais eficiente de fazer com que as crianças emagreçam, segundo pesquisadores da Universidade da Califórnia, em San Diego, e da Universidade de Minnesota, nos Estados Unidos. 

Durante 5 meses eles analisaram 80 grupos de pais com filhos de 8 a 12 anos que eram obesos ou estavam acima do peso e perceberam que as crianças só emagreciam quando os pais faziam o mesmo. Isso acontece porque os pais são, como sempre, os principais modelos dos filhos. “A família tem que estar ao lado da criança para oferecer apoio e caminhar junto com ela. Alguns pais questionam porque vão mudar a sua alimentação e a dos outros filhos quando só um deles está obeso. Mas, se família toda come mal, todos precisam mudar, mesmo que não tenham problema de peso”, explica Claudia Lobo, nutricionista e autora do livro Comida de Criança (MG Editores). 

Se o seu filho está com alguns quilinhos a mais, você vai precisar mudar os hábitos e a rotina da família toda, sim, além de conversar com ele sobre o assunto – o que nem sempre é tão simples assim. Um estudo norte-americano recente mostrou que para alguns pais é mais difícil falar sobre obesidade e sobrepeso do que sobre álcool e drogas com os filhos. “Não é uma tarefa fácil, mas só com o apoio e o incentivo dos pais é que as crianças conseguem melhorar sua saúde”, diz Claudia Lobo. Abaixo, 8 dicas de como lidar com essa situação na sua casa: 

- ASSUMA A RESPONSABILIDADE: “É comum receber no consultório pais que falam que a criança não coopera, não come o que eles compram e não querem fazer dieta. Ou seja, eles transferem para o filho uma responsabilidade que é deles, de fazer escolhas saudáveis e ter uma alimentação mais regrada”, afirma a nutricionista Claudia Lobo. É por isso que vocês precisam estar juntos nessa empreitada. 

- APOSTE NA AUTOESTIMA DO SEU FILHO: Crianças que estão acima do peso têm mais problemas sociais e sofrem mais bullying, de acordo com novos estudos. Aproveite para falar das coisas positivas, como o sorriso lindo que ele tem. 

- COMECE COM PEQUENOS AJUSTES: A infância não é idade para se fazer regime, segundo os especialistas. Como as crianças estão em fase de crescimento e desenvolvimento, não podem deixar de receber os nutrientes e calorias necessárias. A ideia, então, é reorganizar a alimentação, ou seja, regular os horários, estipular dias específicos para comer as chamadas “bobagens” (por exemplo, doces e refrigerantes só aos finais de semana, ou duas vezes por semana) e diminuir a quantidade de alimento ingerida. 

- APRECIE A COMIDA: Um estudo mostrou que quando os pais comem vegetais e sorriem, as crianças ficam mais estimuladas a comê-los também. Quando estiverem almoçando juntos, por exemplo, elogie os alimentos saudáveis e faça cara de quem está gostando muito. Vale até dizer: “hummmm!” 

- FALE SOBRE O QUE ELE VAI COMER A MAIS: Em vez de dizer que seu filho não vai poder comer isso e aquilo, mostre a enorme quantidade de alimentos novos (e saudáveis) que estarão à disposição dele. Mostre que ele vai comer tudo o que comia antes, mas de um jeito diferente, em horários e dias diferentes. Inclua legumes, frutas e verduras que até então ele não conhecia e comece um trabalho para deixar esses alimentos em evidência, colocando os outros, menos saudáveis, em segundo plano. 

- NUNCA FALE QUE ELE ESTÁ GORDINHO: A criança sabe quando está acima do peso, principalmente se já vai à escola, porque percebe que é diferente dos colegas e pode até já ter ouvido alguma piadinha sobre seus quilos a mais. Em casa, puxe a conversa para o lado positivo e diga que vocês estão fazendo mudanças para cuidar da saúde, ter mais energia.

- PROPONHA ATIVIDADES DIVERTIDAS: Nada de obrigar seu filho a fazer um exercício só porque ele precisa perder peso. Opte por atividades mais lúdicas e que você possa fazer junto com ele. “O ideal é que a criança se movimente 30 minutos por dia, e pode ser brincando, jogando bola, correndo, pulando corda, subindo e descendo escada, dançando na frente da televisão. Tem que ser algo de que a criança goste e, de preferência, que os pais estejam presentes, nem que seja ao lado, incentivando a atividade”, conta Claudia Lobo. 

- NÃO PROÍBA OS DOCES E SALGADINHOS: Se ele vai à uma festa de criança, por exemplo, dê algo saudável para ele comer antes de saírem, sem falar nada sobre a restrição. Com o estômago cheio, ele vai ter menos apetite. Você também pode oferecer alternativas menos gordurosas, como os salgados assados no lugar dos fritos.


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terça-feira, 10 de abril de 2012

PONTOS POSITIVOS E NEGATIVOS DO CHOCOLATE PARA A SAÚDE

Se junto da satisfação de ganhar ovos de Páscoa vem a culpa por devorá-los, saiba que o chocolate é considerado um alimento saudável, mas só se consumido com moderação. Ele é fonte de vitaminas, de antioxidantes (que previnem o envelhecimento) e consegue até minimizar a tensão pré-menstrual (TPM).

Mas como todo exagero alimentar faz mal, o consumo em demasia pode também causar uma série de problemas. Para entender o lado bom e o ruim do consumo do chocolate, confira as dicas fundamentais para comer sem culpa e sem engordar.

Clique na imagem para ampliar.

Todos são unânimes em dizer que a melhor opção é o chocolate amargo, rico em cacau. É no fruto que estão os principais benefícios do chocolate. Na versão ao leite a substância também aparece, só que mais tímida, enquanto no chocolate branco só lhe resta a manteiga de cacau – ou seja, apenas a gordura.

Segundo Daniel Magnoni, diretor de nutrição clínica do Hospital do Coração (HCor), a legislação brasileira afirma que um produto só pode ser considerado "chocolate" se tiver mais de 25% de cacau. Por isso, ele orienta a ler a embalagem antes de comer. “O chocolate amargo que tem mais de 70% de cacau é benéfico para a saúde cardiovascular porque tem flavonoides que atuam diminuindo o colesterol total e o ruim. Ele ainda melhora a elasticidade arterial que ajuda no controle da hipertensão e possui uma substância semelhante à cafeína que teria ação na prevenção da aterosclerose”, afirma o nutrólogo.

Por outro lado, se ultrapassar a quantidade de 50 gramas por dia – equivalente a um bombom ou um pouco mais – pode acarretar em uma série de problemas de saúde e engordar. “O chocolate tem em torno de seis calorias por grama, ou seja, uma barra de cem gramas vai ter 600 calorias. Pode propiciar obesidade. E no caso do chocolate ao leite, pode ter muita gordura saturada que vem do leite, ajudando a elevar o colesterol também," afirma Magnoni.

A nutricionista Michele Grilo Barone, do hospital Beneficência Portuguesa, em São Paulo, faz a ressalva de que o chocolate amargo tende a ser menos aceito por ser menos doce e mais duro. No entanto, ela dá uma dica para quem acumular ovos de Páscoa: "já que um ovo de Páscoa tem, no mínimo, cem gramas, o ideal é dividir com a família ou comer aos poucos”. Para a nutróloga Sylvana Braga, mesmo o chocolate ao leite tem seus benefícios, que incluem uma injeção de ânimo em pessoas deprimidas e de foco para quem tem falta de atenção - desde que seja consumido com moderação.

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quarta-feira, 7 de março de 2012

AÇÚCAR TAMBÉM É TÓXICO

Você controla a quantidade de doces que seu filho consome diariamente? Saiba que o açúcar está tão na mira dos pesquisadores que eles acreditam que o ideal seria que ele fosse regulado, como uma toxina. 

Um artigo publicado na revista Nature, chamado The Toxic Truth About Sugar (A Verdade Tóxica sobre o Açúcar), reforça que o açúcar e outros adoçantes podem provocar problemas cardíacos, aumento da pressão, colesterol, diabetes, insuficiência hepática.

Mas fique tranquila. Aqui estamos falando do excesso. E mais, segundo Rubens Feferbaum, pediatra e nutrólogo do Hospital Infantil Sabará (SP), nos Estados Unidos o problema é maior porque a frutose, que potencializa problemas renais e cardiovasculares, é muito utilizada no país em diversos produtos, como refrigerantes. No Brasil, é a sacarose, mas os riscos também existem.

Para Rubens, as bebidas açucaradas são grandes vilãs. Um estudo realizado pelo Centro de Pesquisas do Hospital Infantil Sabará, com 800 pessoas entre 3 e 17 anos, revelou que as bebidas açucaradas, como sucos de caixinha (néctar), refrigerantes, refrescos em pó, entram muito cedo na dieta da criança e viram hábito na vida delas. “Descobrimos que cerca de 20% das necessidades calóricas diárias dos adolescentes vêm do açúcar dessas bebidas”, diz Rubens.

Isso quer dizer que, se o seu filho tem o hábito de tomar um “suquinho” a toda hora, é caloria que ele está ingerindo o tempo todo, que vai ser somada com o que ele come ao longo do dia. Além disso, reforça o especialista, essas bebidas elevam a glicemia e insulina rapidamente, o que pode ocasionar em reações inflamatórias crônicas, levando a problemas como hipertensão, arteriosclerose.

Por isso, vale o alerta: para matar a sede, ÁGUA! “Muito se pergunta sobre o que as crianças comem, mas pouco se pergunta sobre o que elas bebem. Grande parte do sobrepeso e obesidade é pelo que se bebe”, afirma Rubens. Sabe aquele achocolatado na mamadeira ou um suquinho adoçado para acalmar a criança? Esqueça.

MENOS AÇÚCAR, MAIS ALIMENTOS SAUDÁVEIS
 
Não existe idade ideal para introduzir o açúcar na dieta do seu filho. O melhor é postergar o quanto você puder. “Não há necessidade de adição de açúcares, desde que alimentos como grãos, cereais, frutas, legumes e tubérculos, que tem açúcares mais ou menos complexos em sua composição, façam parte da dieta”, diz Rubens. Isso porque, junto com proteínas e gorduras, são suficientes para as necessidades de gasto energético diário e de crescimento. É preciso equilíbrio. Sucos de laranja, por exemplo, não precisam ser adoçados. Deixe para colocar açúcar naqueles que realmente precisam, como os de limão.

LIGHT E DIET PARA CRIANÇAS?

Se você acha que, para amenizar o consumo da quantidade de açúcar, a saída é oferecer produtos  diet e light para o seu filho, atenção!

Diet é um produto feito para crianças e adultos que têm restrição de determinado nutriente, que pode ser tanto o glúten, o sódio, o açúcar. Só que para adoçar o alimento, no caso dos sucos, por exemplo, é usado o adoçante – e ainda não há pesquisas que mostrem qual a quantidade segura que as crianças podem usar sem que isso tenha um impacto em sua saúde no futuro. Além disso, um chocolate diet pode ter ainda mais gordura do que o normal, desequilibrando a composição nutricional do seu filho. “Liberamos para aquelas que têm diabetes, por exemplo”, diz Maria Emília Suplicy, nutricionista do Hospital Pequeno Príncipe (SP).

Já os produtos light, que têm redução de açúcar e/ou gordura e sal, também devem ficar restritos àquelas crianças que precisam de uma dieta com menos calorias. Vale lembrar que os produtos que precisam ser adocicados também têm em sua composição o adoçante, como os diets. Por isso, vale o alerta: “Por que utilizá-los quando a criança tem uma alimentação sadia e equilibrada?”, diz Rubens.

Fonte: Revista Crescer

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sábado, 3 de março de 2012

CHIA AJUDA A EMAGRECER E COMBATE O COLESTEROL


Rica em fibras, cálcio, ferro, fósforo, potássio, magnésio, zinco e, especialmente, em ômega-3. Encontrada em forma de grãos, farinha e óleo. Estamos falando da Chia, a semente da planta Salvia hispânica, a mais nova queridinha dos fãs da alimentação saudável. Originária do México, além de trabalhar no controle do colesterol, também ajuda a emagrecer.

Segundo a nutricionista Mariana Froes, a Chia se transforma em “gel” dando mais saciedade para quem a consome. Dessa forma, a digestão fica mais lenta equilibrando os níveis de glicose e causa a sensação de saciedade por mais tempo.

Ainda de acordo com a especialista, por ser rica em Ômega-3, a Chia é um importante anti-inflamatório e equilibra o organismo. “Sabemos que a obesidade é uma doença inflamatória e que o tecido adiposo aumenta esse processo, sendo assim, ela pode ajudar no combate à obesidade. Sabemos também que o omega 3 está associado à depressão, então, o seu consumo pode ajudar também nesse sentido”, explicou Mariana.

A chia tem um sabor suave, por isso, pode ser misturado com outros alimentos como iogurtes, sucos, frutas, até mesmo em preparações caseiras de bolo e biscoitos. Agora é usar a imaginação e tornar a Chia parte do seu cardápio diário. Só não vale abusar na quantidade pois o seu valor calórico é alto!

Fonte: Sua Dieta Partilhar

quinta-feira, 1 de março de 2012

BENEFÍCIOS DO TOFU


Descoberto na China há mais de 2.000 anos, é preparado atualmente em quase 40.000 fábricas no Japão. O Tofú é, de todos os produtos obtidos a partir do feijão de soja, o mais consumido em toda a Ásia Oriental. Quando consideramos os benefícios de um regime alimentar sem carne e procuramos uma outra fonte de proteínas, é habitual perguntar-se: "O que deverá ser usado em substituição da carne?" A resposta do Oriente é: Tofú! 

Feito a partir do feijão de soja (fonte importante de proteínas vegetais) água e um coagulante natural - o nigari (sal mineral natural concentrado) - este produto oriundo do Oriente (China e Japão), aonde vem sendo produzido e consumido em larga escala desde os tempos mais remotos da história, só muito recentemente surgiu no Ocidente, como alternativa ou suplemento para regimes alimentares baseados em proteínas animais.

De sabor adocicado, o Tofú - ou queijo de soja - desde logo passou a ser objeto de estudos e preparações culinárias por parte dos ocidentais. Dado que possui notável versatilidade, não foi difícil adaptá-lo à cozinha ocidental, dando origem a uma variedade enorme de aplicações e receitas bem saborosas e nutritivas. É o único dos alimentos de alto valor protéico que, simultaneamente, tem um valor calórico baixo, uma percentagem de gorduras saturadas escassa e total isenção de colesterol. O seu consumo pode ser de vital importância para garantir a boa saúde e longevidade. 

O Tofú é uma excelente fonte de cálcio, um mineral essencial para a construção e manutenção dos ossos e dentes. É também rico em outros minerais, como o ferro, o fósforo e o sódio e, ainda, em vitaminas do complexo B e vitamina E. Trata-se de um alimento que convida a uma vasta experimentação e criatividade. Pode ser apreciado nas mais diversas formas, dia após dia, proporcionando-nos riqueza de sabor e proteínas nas nossas refeições diárias. O primeiro livro Japonês sobre o Tofú. "Tofú Hyaku Chin", foi escrito há mais de 200 anos e já continha 100 receitas. 

Fonte: Vila Mulher

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segunda-feira, 20 de fevereiro de 2012

CUIDADO COM OS SALGADINHOS DE BATATA

Sequinho, crocante, salgadinho: quem não gosta dos chips de batata frita que encontramos em qualquer mercado? Apesar de deliciosos, eles são cheios de calorias e gorduras e prejudiciais à saúde de qualquer pessoa. Além disso, fazem os norte-americanos gastarem mais de US$ 7 bilhões por ano nos petiscos, segundo o site TimeHealthland.

Por isso, separamos algumas sugestões de salgadinhos tão gostosos quanto os de batata, mas muito mais saudáveis! Você pode encontrá-los em lojas de produtos naturais ou então prepará-los em casa, com a ajuda dos pequenos. Confira!

MAÇÃ CROCANTE: Se você achava que a fruta não poderia substituir o salgadinho de batata, está muito enganado. Simples de fazer e muito mais saborosa do que ao natural, a maçã crocante é um bom substituto do aperitivo.

Ingredientes
2 xícaras de água
1 ½ xícara de açúcar
Suco de 2 ou 3 limões
2 maçãs pequenas do tipo Gala, lavadas e secas
Modo de preparo
Em uma panela pequena, misture a água e o açúcar e deixe ferver em fogo médio. Reserve e deixe esfriar. Corte as maçãs em fatias, remova as sementes e jogue um pouco do suco de limão. Coloque as fatias na mistura na calda de água e açúcar e deixe que elas descansem até o dia seguinte. Pré-aqueça o forno e retire as maçãs desta calda, secando-as em papel-toalha. Coloque-as em uma assadeira forrada com papel manteiga e asse por 60 minutos.

INHAME: O inhame é primo da batata, mas tem até 30% menos gordura e muito mais fibra do que seu parente próximo, além das muitas vitaminas E. Você só deve cozinhar bem o tubérculo, já que a raiz do inhame é tóxica.

Ingredientes
1 inhame grande, sem casca e cortado em fatias
½ colher de sopa de sal
1 colher de sopa de azeite

Modo de preparo
Pré-aqueça o forno. Lave, descasque e corte o inhame em fatias, usando uma faca bem afiada. Pincele azeite de oliva em cada lado do pedaço e coloque-os em uma assadeira forrada com papel manteiga. Deixe assar por 10 minutos, ou até que cada lado esteja dourado.

Fonte: Revista Pais e Filhos

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terça-feira, 14 de fevereiro de 2012

ÓLEO DE COCO EMAGRECE MESMO?


O óleo de coco é uma das substâncias mais comentadas do momento. Recentemente, pesquisadores da Universidade de Columbia, nos Estados Unidos, adicionaram o óleo de coco virgem a bolinhos, consumidos por voluntários.O estudo mostrou que aqueles que ingeriram os bolinhos emagreceram além do esperado. Na região do abdômen, a perda de centímetros foi sete vezes maior, quando comparada ao grupo que não incluiu o óleo de coco na rotina alimentar.

A nutricionista Adriana Castro, da clínica Club Corpus, explica que “a gordura de coco é capaz de gerar calor e queimar calorias, favorecendo a perda de peso”. O médico Guilherme Giorelli, membro da Associação Brasileira de Nutrologia (ABRAN) lembra que “o óleo também é indicado para diminuir os triglicérides e o mau colesterol (LDL), aumentar o bom colesterol (HDL) e por sua característica anti-inflamatória”.

CONFIRA AS DICAS PARA CONSUMO:

QUANTIDADE IDEAL: Para quem deseja emagrecer, a nutricionista Adriana Castro aconselha a ingestão de até quatro colheres de sopa por dia. “Essa quantidade diminui o apetite e favorece a perda de peso, já que eleva o gasto energético do organismo. Quem segue dietas com restrição de gorduras deve começar com uma dose de meia colher de sopa ao dia e aumentar o consumo gradualmente”, pondera. Ela reforça que o óleo de coco não é um medicamento e, sim, um alimento complementar. Sendo assim, é preciso consumi-lo todos os dias para perceber os benefícios.

COMBINAÇÃO COM OUTROS ALIMENTOS: Segundo Adriana, “o óleo de coco virgem tem sabor agradável e pode ser consumido puro. Ele também não altera o sabor de outros alimentos, o que permite usá-lo em substituição ao óleo de soja ou canola, e ainda misturá-lo em sucos e vitaminas, como tempero para saladas ou na receita de bolos e doces". O nutrólogo Guilherme Giorelli completa: “Nas refeições ricas em carboidrato, o óleo de coco virgem pode diminuir o índice glicêmico da refeição, deixando o prato mais saudável”.

ÓLEO DE COCO X ÓLEO DE COCO VIRGEM: É importante ressaltar que os benefícios estão no óleo de coco virgem. "O óleo de coco é dividido em duas categorias: refinado e virgem. A versão refinada é obtida a partir do coco seco (sem umidade), chamado de copra, e não mantém suas propriedades benéficas. O óleo de coco virgem é obtido, por processos físicos, a partir de cocos frescos (de casca marrom) e úmidos. O alimento passa pelas etapas de prensagem e filtração, preservando seus fitoquímicos naturais”, diz Adriana Castro. A nutricionista informa que o óleo virgem pode ser preparado em casa.

CÁPSULAS DE ÓLEO DE COCO VIRGEM: Guilherme diz que “as cápsulas de coco ainda necessitam de estudos clínicos para comprovar sua ação benéfica”.

DEMAIS INDICAÇÕES: De acordo com Adriana, o óleo de coco virgem é capaz de prevenir certas doenças. “De todas as gorduras vegetais, a de coco apresenta a maior concentração de ácido láurico - mesmo ácido graxo presente no leite materno. O óleo de coco virgem melhora a absorção dos nutrientes, elevando todas as defesas do organismo. Ele também age na prevenção e no combate de fungos, como a cândida, e parasitas, como a giárdia", complementa. A nutricionista diz que o óleo de coco também regula a função intestinal, combate a fadiga crônica e a fibromialgia e ajuda no controle da diabetes, já que não estimula a liberação de insulina.  

Fonte: Saúde gnt




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quinta-feira, 2 de fevereiro de 2012

OBESIDADE INFANTIL AUMENTA NO BRASIL

Com que idade as crianças começam a ter problemas com a balança? Uma nova pesquisa mostrou que isso acontece cedo: o número de brasileiros de 5 a 9 anos com obesidade e sobrepeso está aumentando. 

Os dados de 2010 do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) foram analisados pela Sociedade Brasileira de Endocrinologia e Metabologia (SBEM). Para se ter uma ideia: 16,6% das meninas e 11,8% dos meninos nessa faixa etária estão obesos. Já em relação ao sobrepeso, os atingidos são 34,8% dos garotos e 32% das garotas.

Quando comparado aos índices de 1989, dá para perceber como a situação se agravou. Naquele ano, as crianças obesas representavam 4,1% dos meninos de 5 a 9 anos e 2,4% das meninas. Mas, afinal, por que esse aumento ocorreu? Existem diversas tentativas de explicá-lo. “Nessa idade, as crianças têm livre acesso às guloseimas", explica Marcelo Reibscheid, pediatra e neonatologista do Hospital e Maternidade São Luiz (SP).

“Elas já vão sozinhas à despensa, por exemplo." E também podem comer o que não devem na escola, na casa do amigo, etc. Outro motivo que causa o aumento de casos de obesidade infantil é a falta de disponibilidade dos adultos. “Atualmente, os pais não têm tempo para acompanhar a refeição das crianças, porque trabalham muito”, relata Reibscheid. E isso facilita a ingestão de frituras e comidas prontas, por exemplo. 

O endocrinopediatra Eurico Mendonça, do Hospital Infantil Sabará (SP), concorda. "Como são os adultos que controlam a alimentação dos pequenos, principalmente nesta fase em que a obesidade mais cresce em nosso país, não é difícil identificar quem está errando nesta história”, alerta. De acordo com o especialista, além da maior oferta e variedade de guloseimas calóricas, os pais resistem em enxergar os quilos extras nos filhos.

COMO EVITAR QUE AS CRIANÇAS ENGORDEM

A melhor forma para orientar a alimentação ainda é pelo exemplo. “Refeições em família, preparo da comida com a ajuda das crianças e mudança de hábitos envolvendo os moradores de uma mesma casa costumam ser eficazes na guerra contra a balança ainda na infância”, recomenda Mendonça. Não tem jeito: a família inteira tem de seguir uma dieta balanceada.

O pediatra Reibscheid, que tem dois filhos, dá outra dica que ele próprio já testou: nada de comprar guloseimas em quantidade. "Lá em casa, só compramos doces aos finais de semana", conta. Assim, quando os pais não estão por perto, as crianças não caem na tentação de atacar a geladeira. 

A obesidade traz muitos problemas na infância, você já sabe. “Os gordinhos costumam ser vítimas de bullying. Além disso, vão ter tendência a ser obesos na adolescência”, explica o pediatra. “Esses jovens com sobrepeso ou obesos são pequenas bombas-relógios para as temidas doenças cardiovasculares. Desde a infância podem apresentar os fatores de risco para as doenças cardiovasculares do adulto, como colesterol elevado, diabetes tipo 2 e hipertensão arterial”, completa Mendonça.

Por isso, além de cuidar da alimentação do seu filho, estimule-o a praticar atividades aeróbicas (esportes e brincadeiras estão incluídos aqui!) pelo menos três vezes por semana. Assim, ele vai ficar de fora dessa terrível estatística.

Fonte: Revista Crescer


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