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terça-feira, 21 de setembro de 2010

SAÚDE NA CASCA: BENEFÍCIOS DA FARINHA DE FRUTA

As cascas de alguns alimentos possuem propriedades tão benéficas à saúde quanto a polpa. Uma das formas mais eficazes de aproveitar todos os nutrientes das cascas é o consumo na forma de farinha. Coloridas e altamente nutritivas, elas são fontes de fibras naturais que auxiliam no bom funcionamento do organismo.
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O produto pode ser extraído de frutas como maracujá, uva, laranja, maçã e banana verde. A trituração da casca da uva vermelha, por exemplo, resulta num excelente antioxidante natural que ajuda a evitar acidentes vasculares e problemas cardíacos, além de diminuir o conhecido mau colesterol, o LDL — afirma a nutricionista Fernanda Bortolon. Ela explica que a farinha feita da casca da banana e a do maracujá ajudam na perda de peso e no bom funcionamento do organismo.
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A casca da banana verde é rica em fibras de amido resistente, enquanto a farinha de maracujá é rica em pectina, que bloqueia a absorção de gorduras pelo intestino — destaca. A casca da maçã, segundo a nutricionista, também tem propriedades importantes para a saúde. A farinha desta casca reduz o colesterol e triglicerídeos, além de aumentar a saciedade e diminuir a fome.
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VEJA CASCAS DE FRUTAS QUE PODEM SE TRANSFORMAR EM FARINHA:
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LARANJA: A casca da laranja amarga proporciona uma farinha que é rica em fibras naturais. Reduz o apetite, regula o funcionamento do intestino e também contribui para a redução do colesterol.

LIMÃO: A casca do limão possui um princípio ativo chamado d-limoneno, que ajuda a combater a ansiedade, depressão, excesso de colesterol LDL (ruim), auxilia no controle de ácido úrico e até mesmo previne o câncer. Também se mostraram as mais ricas em fibras, com 6,7 g. O baixo consumo de fibras pode originar problemas que vão de prisão de ventre a câncer de cólon. Seu consumo reduz os índices de glicemia e colesterol no sangue, o que previne as doenças do coração.

MARACUJÁ: A casca do maracujá é uma parte nobre da fruta, sua farinha ajuda a controlar a taxa de açúcar no sangue. Ela é rica em uma substância chamada pectina. A pectina é uma fração de fibra solúvel. No nosso organismo ela forma um gel, dificultando a absorção da glicose.

MAÇÃ: A casca da maçã tem 87% mais fitoquímicos, reduz o colesterol e triglicerídeos, além de aumentar a saciedade e diminuir a fome.

UVA: A trituração da casca da uva vermelha resulta em um excelente antioxidante natural que ajuda a evitar acidentes vasculares e problemas cardíacos, além de diminuir o conhecido mau colesterol, o LDL.
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DICAS DE CONSUMO
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A farinha pode ser consumida em saladas, iogurtes, vitaminas, no leite, ou acrescentada nas refeições. O ideal é ingerir uma colher de sopa, duas vezes ao dia. É muito importante comer as cascas, porém as frutas devem ser muito bem higienizadas, com uma solução de água com hipoclorito de sódio (1 colher de sopa de hipoclorito para 1 litro de água).
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Fonte: ClicRBS
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quarta-feira, 15 de setembro de 2010

A MARGARINA REALMENTE FAZ BEM PARA O CORAÇÃO?

Os cremes vegetais que prometem auxiliar nos cuidados com o coração não servem para todo mundo. Estudo publicado no "New England Medical Journal" mostrou que a suplementação com baixos teores de ômega 3, presente nesses produtos, não evita novos infartos em cardíacos.
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Por 40 meses, pesquisadores holandeses deram quatro tipos de margarina para 4.837 pessoas, a maioria homens de 60 e 80 anos. Três produtos tinham ácidos graxos como ômega 3, derivado de peixe, ou de origem vegetal. O quarto era placebo. Cada um consumiu 18,8 gramas por dia. Nenhuma margarina reduziu o número de infartos.
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O diretor do departamento de hipertensão da Sociedade Brasileira da Cardiologia, Marcus Vinícius Malachias, afirma que essas margarinas não são para todo mundo. Malachias ressalva que todos os participantes do estudo tomavam remédios para baixar o colesterol e contra hipertensão. "São pacientes muito medicados, idosos e de alto risco", diz. Ele afirma que uma pesquisa com gente mais jovem poderia medir a eficácia como prevenção.
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Para o cardiologista, é melhor que cada pessoa consulte o médico sobre o uso desses produtos. "É preciso conter o afã das pessoas, que podem estar gastando muito dinheiro com algo que não vai beneficiá-las." O médico ressalva que há evidências sobre os efeitos do ômega 3, e que esse suplemento pode ser usado com o remédio anticolesterol, para reduzir triglicérides e aumentar o colesterol "bom".
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De acordo com o cardiologista e nutrólogo Daniel Magnoni, do Hospital do Coração, o resultado da pesquisa não significa que o uso de margarina deva ser descartado. Porém, sozinho, o alimento não faz milagre. "O consumo de fitoesterol pode reduzir cerca de 8% do colesterol total", diz, referindo-se a outro tipo de substância vegetal usada em margarinas à venda no Brasil.
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Fonte: Temperus Gastronômico
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terça-feira, 10 de agosto de 2010

CONSUMO DE NOZES E CASTANHA REDUZ O COLESTEROL

Comer nozes e castanhas diariamente pode melhorar os níveis de colesterol e reduzir os riscos de doença cardíaca coronariana, segundo estudo publicado no periódico Archives of Internal Medicine.
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Avaliando dados de 25 estudos sobre o consumo de castanhas e os níveis de colesterol em sete países, os pesquisadores da Universidade Loma Linda, nos EUA, descobriram que o consumo diário de cerca de 67 gramas de castanhas - incluindo amêndoas, avelãs, nozes, amendoim e pistaches - resultava em uma redução média de 5,1% no colesterol total, de 7,4% no colesterol ruim (LDL) e de 8,3% na taxa de LDL em relação ao HDL.
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Além disso, essa prática foi associada a uma redução de 10% nos triglicérides de pessoas que, inicialmente, apresentavam altas taxas dessa “gordura” no sangue. Segundo os autores, os diferentes tipos de castanha têm efeitos similares sobre o colesterol, mas esses efeitos seriam modificados dependendo dos níveis de LDL, índice de massa corporal e tipo de alimentação. Eles destacam, ainda, que os resultados apoiam a inclusão de castanhas em intervenções terapêuticas na dieta para melhorar os níveis de colesterol.
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“Aumentar o consumo de nozes como parte de uma dieta pode ser prudente por afetar positivamente os níveis de lipídios no sangue (pelo menos em curto prazo), e tem o potencial de reduzir o risco de doença cardíaca coronariana”, explicaram os autores, acrescentando que a moderação é a chave.
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Fonte: Emex Nutrição Orientada
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terça-feira, 3 de agosto de 2010

COGUMELOS BLINDAM O ORGANISMO E ENRIQUECEM O CARDÁPIO

SHITAKE e SHIMEJI. Esta dupla poderosa de cogumelos incrementa qualquer receita, mas não é só o seu paladar que sai ganhando com as duas espécies. Sua saúde também agradece. "O shitake possui como carro chefe nutricional a lentiman, um substância que estimula o sistema imunológico, protegendo o organismo contra doenças", explica a nutricionista Fabiana Honda, da PB Consultoria Nutricional.
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Outro composto dessa variedade, a eritadenina é conhecida por reduzir as taxas de colesterol. As betaglicanas encontradas em maior quantidade no shitake vem chamando a atenção dos cientistas. São substâncias que estimulam as células de defesa a combaterem infecções e tumores, além de carregarem antioxidantes que barram o processo de envelhecimento celular. Mais um de seus feitos é controlar os níveis de açúcar do sangue, beneficiando quem sofre com o diabetes.
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Já o shimeji é o terceiro cogumelo comestível mais cultivado no mundo. Nos países orientais, acredita-se que a espécie também possui propriedades relativas à redução do colesterol e à prevenção dos problemas hepáticos. Ele também fornece ergosterol, um precursor da vitamina D. Além disso, os dois tipos carregam uma considerável quantidade de ácido fólico. Em 100 gramas de cogumelo há 1014 mg do nutriente, enquanto a ingestão diária recomendada é de 400 mg. "Estudos mostram que o ácido fólico evita a má formação do feto e más formações congênitas, previnem doenças cardiovasculares, desordens mentais, câncer e o mal de Alzheimer", explica a nutricionista Fabiana Honda.
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VALE POR UM BIFE
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Mais um ponto positivo é que, com eles, o cardápio ganha em variedade. Os cogumelos são ótimas fontes de proteínas e tem baixa quantidade de lipídios. "Eles tem tanta proteína quanto na carne vermelha, com a vantagem de ter menos gordura", explica Giovanna Arcuri. Um bife de 100 gramas de contrafilé carrega cerca de 13 gramas de gorduras, enquanto a mesma quantidade de cogumelo não chega a um grama de gordura.
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Outra notícia boa. São considerados alimentos de baixa caloria. Em cada 100 gramas de shitake ou shimeji, por exemplo, há apenas 35 calorias. Eles podem ser comprados frescos, em conserva ou secos, e utilizados em pratos variados, como carnes, molhos para massas, saladas, recheios de omeletes e na culinária japonesa.
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Veja receitas no site: Yahoo
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segunda-feira, 5 de julho de 2010

SAL E SÓDIO CAUSAM DÚVIDA A HIPERTENSOS

Reduzir o sal na dieta é a primeira recomendação que um portador de hipertensão recebe do médico. Mas uma pesquisa do Instituto Dante Pazzanese de Cardiologia com 1.294 hipertensos mostrou que 93% deles não sabem fazer a relação entre o sal e o sódio descrito nas embalagens de alimentos. Pior: 75% nem sequer leem os rótulos e 45% não sabem que os produtos industrializados podem conter sal.
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Segundo a Organização Mundial da Saúde, o consumo diário de sal não deve exceder seis gramas por dia - uma colher de chá. A Sociedade Brasileira de Cardiologia (SBC) deve lançar em breve uma nova diretriz reduzindo esse valor recomendado para cinco gramas. Estudo recente no New England Journal of Medicine apontou que diminuir o consumo de sal pode reduzir doenças cardiovasculares tanto quanto parar de fumar, combater a obesidade e controlar o colesterol. O problema é que a tabela nutricional das embalagens não informa a quantidade de sal e sim a de sódio - um dos componentes do sal de cozinha e o verdadeiro causador da pressão alta.
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Para aumentar a confusão, o sódio não está apenas em alimentos salgados, mas também em conservantes (nitrito de sódio e nitrato de sódio), adoçantes (ciclamato de sódio e sacarina sódica), fermentos (bicarbonato de sódio) e realçadores de sabor (glutamato monossódico). Isoladamente, o sódio não tem sabor, mas apenas 24% dos entrevistados sabiam disso", diz a nutricionista Cristiane Kovacs, uma das autoras do estudo.
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"Costuma-se recomendar a redução no consumo de sal porque ele é a principal fonte de sódio da alimentação, mas não é a única." O cardiologista Daniel Magnoni, coordenador da pesquisa, explica que é preciso multiplicar o valor de sódio no rótulo por 2,5 para saber o quanto aquilo corresponde em gramas de sal. Um alimento com 500 mg de sódio representa 1,25 g de sal. Estou elaborando uma proposta governamental para alterar a informação dos rótulos para que contenham a quantidade de sal", diz Magnoni.
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Mas, segundo a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), não seria possível fazer essa alteração porque muitos alimentos - como o leite - contêm naturalmente sódio, mas não sal. "Declarar a quantidade de sal em um alimento que não teve adição desse ingrediente seria enganar o consumidor", afirmou a agência em nota.
As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.
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Fonte: Uol
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segunda-feira, 14 de junho de 2010

TIPO DE GORDURA DO LEITE INTEGRAL PROTEGE O CORAÇÃO E AJUDA A EMAGRECER

Um tipo de gordura presente no leite de vacas alimentadas com pasto pode diminuir o risco de infartos, segundo pesquisa publicada no "American Journal of Clinical Nutrition".
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A versão integral do leite contém uma gordura insaturada, chamada ácido linoléico conjugado (CLA, na sigla em inglês) que, além de proteger o coração, ajuda a emagrecer.
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Os pesquisadores da Harvard School of Public Health, em Boston (EUA), analisaram dados de 4.000 pessoas. Os 5% com maior concentração de CLA no corpo tiveram 36% menos risco de infarto do que os com menor concentração. A líder do estudo, Hannia Campos, diz que esse benefício pode compensar os danos causados pela gordura saturada presente no leite integral.
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Como nos EUA a maior parte das vacas é criada em confinamento e não no pasto, os pesquisadores coletaram dados na Costa Rica, onde a regra ainda é a criação extensiva. Eles identificaram 2.000 costa-riquenhos que tiveram infartos não fatais e outros 2.000 que não tiveram e mediram a quantidade de CLA em seus tecidos gordurosos. Quando isolado das outras gorduras, o CLA diminuiu em até 49% o risco de infarto.
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"Leite integral e laticínios em geral ficaram com uma reputação muito ruim nos últimos anos, por causa da gordura saturada e do colesterol, e agora descobrimos que o CLA pode ser ótimo para a saúde", disse Michelle MacGuire, da American Society for Nutrition, que publicou o estudo. "O leite integral não é o vilão."
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Confira a matéria no site: Emex Nutrição Orientada
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sábado, 5 de junho de 2010

EXCESSO DO 'BOM COLESTEROL' PODE SER PREJUDICIAL?

Todos já ouvimos à exaustão sobre a importância de elevar o HDL, o chamado "bom" colesterol, e diminuir o LDL, ou colesterol "ruim", para melhorar a saúde do coração. Mas um novo estudo realizado na Universidade de Rochester, nos Estados Unidos, mostra que, para um grande número de pessoas, nem sempre o colesterol HDL é uma coisa intrinsecamente boa.
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O trabalho descobriu que um nível elevado de colesterol supostamente bom coloca um grupo de pacientes sob alto risco de eventos coronarianos recorrentes, como dor no peito, ataque cardíaco e morte. Os resultados podem ajudar a explicar os resultados decepcionantes de um medicamento experimental - o Torcetrapib, da empresa Pfizer - projetado para aumentar os níveis de colesterol HDL e que chegou a ser apregoado como uma revolução no tratamento das doenças cardiovasculares.
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Os autores do estudo acreditam que fatores genéticos e ambientais, principalmente a inflamação, influenciam se os níveis elevados de colesterol HDL terão efeito protetor ou se vão aumentar o risco cardiovascular. Dado um ambiente inflamatório, o conjunto único dos genes de um indivíduo ajuda a determinar se o colesterol HDL passa de bom para ruim no processo de uma eventual doença cardíaca.
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A atividade da proteína de transferência de éster de colesterol (CETP), que move o colesterol para longe do sistema vascular e está associada com o colesterol HDL, e a p22phox, que influencia os processos relacionados com a inflamação e está associada à PCR, são indicadores de risco neste grupo de pacientes.
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"Identificar esses pacientes e determinar o que os coloca em alto risco pode ser útil na escolha de tratamentos adaptados às necessidades específicas de subgrupos de pacientes em particular. Isso nos leva um passo mais perto de alcançar o objetivo da medicina personalizada," prevê o Dr. James Corsetti, coordenador do estudo.
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Veja a publicação do estudo detalhada no Diário da Saúde
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segunda-feira, 17 de maio de 2010

SAIBA MAIS SOBRE A MAIONESE

Toda criança ama. Não come salada: põe maionese que vai. Não come legume, idem. Mas esse molho quase mágico requer alguns cuidados. Ao contrário de muitos alimentos, a versão caseira não é a mais recomendada.
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A maionese feita em casa não é rigorosamente controlada, como a industrializada, e pode ter altos teores de gordura. Outro perigo é a bactéria Salmonela, por causa dos ovos crus que fazem parte da receita e que causam infecções graves.
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O lado bom é que a maionese industrializada tem óleos ricos em ômega-3, que conferem proteção indireta ao sistema cardiovascular, diminuindo os níveis de colesterol e triglicérides. Como se trata de um alimento muito calórico, prefira as versões light.
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É recomendável a partir dos 10 anos de idade, aproximadamente, pois crianças menores devem ser acostumadas a consumir alimentos menos gordurosos. As porções devem ser menores que uma colher de sopa, nos legumes e verduras, ao invés dos pães, que engordam mais. Ela é bastante calórica; por isso, use com cautela.
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VEJA ALGUNS MITOS E VERDADES
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* Industrializada e caseira: Os ingredientes que compõe a maionese são basicamente: óleo, ovo, água, suco de limão e vinagre. O processo de fabricação na maionese industrializada utiliza pressão para atingir a consistência desejada. Esse processo auxilia a diminuição de gorduras nocivas, como trans e saturada. A maionese caseira não é mais tão recomendada ao consumo, já que a quantidade necessária de óleo e ovos é bem maior.
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* Valor calórico: Hoje em dia estão disponíveis no mercado produtos com 0% de gordura, que têm menor valor calórico. É recomendado que seja feita uma comparação dos rótulos, para ter certeza de qual tipo de produto está sendo adquirido. Alguns tipos têm até menos gordura do que o requeijão e a margarina.
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* Cuidados: Se você quiser fazer sua receita caseira de maionese, é necessário muito cuidado com a qualidade dos produtos. A salmonela é um tipo de bactéria que pode contaminar todos os tipos de carnes e ovos, mas pode ser evitada com o cozimento correto. Como a receita usa ovos crus, todo precaução é necessária. A validade da maionese caseira não passa de dois, três dias. Já a maionese industrializada, não há o risco de contaminação por salmonela. Mas é preciso ficar atento com o prazo de validade e prestar atenção, pois depois de aberta o prazo é de 30 dias.
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* Maionese no cardápio: Então se o seu filho gosta de comer legumes com maionese, não há problema algum, mas fique atento a freqüência e a quantidade em que está consumindo, ou seja, não vale comer meio pote de maionese, ou consumir todos os dias. Como todos os outros nutrientes, é muito importante alternar seu consumo com outras coisas, como o queijo tipo polenguinho, que as crianças adoram!
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Fonte: Revista Pais e Filhos
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domingo, 16 de maio de 2010

ALIMENTOS COM ALTO ÍNDICE GLICÊMICO PODEM CAUSAR DANOS AO ORGANISMO

Desde 1970 os americanos reduziram a porcentagem de calorias provenientes de gorduras saturadas, mas os índices de obesidade durante este período mais do que dobraram. Os índices de diabetes triplicaram e as doenças cardíacas ainda são a maior causa de morte na população.
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Pesquisas recentes sugerem que os carboidratos processados, os quais muitas pessoas comem hoje em dia no lugar das gorduras saturadas, podem aumentar o risco de obesidade, diabetes e de doenças cardíacas mais do que a ingestão de gorduras saturadas.
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Meir Stampfer é professor de nutrição e epidemiologia da Harvard School of Public Health e um dos autores de um estudo publicado no New England Journal of Medicine que acompanhou 322 obesos por dois anos, quando eles adotaram uma das três dietas: dieta de baixo consumo de gorduras; dieta Mediterrânea - dieta de restrição calórica rica em vegetais e pobre em carnes vermelhas; dieta com baixo consumo de carboidratos, sem restrição calórica.
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Embora os que fizeram a dieta com baixo consumo de carboidratos tenham comido mais gorduras saturadas, eles terminaram o estudo com os níveis mais saudáveis de HDL e LDL colesterol e perderam duas vezes mais peso do que os que ingeriram pouca gordura saturada. Outro estudo avaliou 65 mil mulheres e observou que as que ingeriram carboidratos mais rapidamente absorvidos - os quais têm alto índice glicêmico - tinham uma probabilidade 47% maior de adquirir diabetes mellitus tipo 2 do que aquelas que ingeriram alimentos de índices glicêmicos baixos (a quantidade de gordura ingerida não afetou o risco de diabetes).
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Ninguém está dizendo que as pessoas devem começar a ingerir gorduras saturadas em qualquer quantidade. O que está sendo mostrado é que substituir gorduras saturadas por carboidratos de alto índice glicêmico além de não trazer benefícios, pode, pelo contrário, causar danos ao organismo. O segredo é MODERAÇÃO! O consumo de carboidratos de baixo índice glicêmico (alimentos integrais) são mais saudáveis e proporcionam benefícios ao organismo.
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Fonte: Emex Nutrição Orientada
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sexta-feira, 14 de maio de 2010

PISTACHE NA PREVENÇÃO DE DOENÇAS CARDIOVASCULARES

Boas notícias para os fãs de pistache! De acordo com uma nova pesquisa divulgada na Conferência de Biologia Experimental em São Diego, Califórnia, o pistache mostrou - mais uma vez - ter um impacto positivo na saúde cardiovascular já que reduz a inflamação do organismo. O pistache contém muitos nutrientes importantes.
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A pesquisa desenvolvida na Universidade de Penn State envolveu 28 indivíduos com idades entre 30 a 70 anos, com os níveis de colesterol moderadamente elevados. Durante quatro semanas foram testadas 3 dietas: uma sem pistache e duas com níveis variados da oleaginosa. As três dietas forneciam a mesma quantidade de gordura saturada e colesterol, porém diferentes quantidades de gordura monoinsaturada, em decorrência da presença do pistache.
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Ao final do estudo as células dos participantes foram isoladas e marcadores de inflamação foram medidos. As dietas que continham pistache conseguiram diminuir os níveis de LDL-c (o colesterol "ruim") e reduziram a inflamação celular.
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Outro estudo sobre o pistache foi conduzido na Universidade de Toronto, no Canadá, com relação ao controle do diabetes. O estudo "Glycemic Response of Pistachios - A Dose Response Study and Effect of Pistachios Consumed with Different Common Carbohydrate Foods on Postprandial Glycemia," liderado pelos doutores Cyril Kendall e David Jenkins, mostrou que o consumo de pistache associado a alimentos ricos em carboidratos, é capaz de diminuir a absorção destes, resultando em menor concentração de açúcar no sangue. Em geral, alimentos que não elevam tanto a quantidade de açúcar sanguíneo são geralmente considerados mais saudáveis. Este estudo foi o primeiro a determinar o efeito dos pistaches em combinação com os carboidratos no controle do diabetes.
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Fonte: Blog Dicas da Nutricionista
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quarta-feira, 12 de maio de 2010

PIRÂMIDE ALIMENTAR

A pirâmide alimentar é um instrumento, sob a forma gráfica, de orientação da população para uma alimentação mais saudável. Ela foi criada em 1992 pelo Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA) e desde então é uma das ferramentas de educação nutricional mais utilizada na prática clínica.
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Recentemente ela sofreu algumas mudanças baseadas em pesquisas científicas e foi reestruturada com base no princípio da alimentação saudável. A nova pirâmide foi desenvolvida para orientar consumidores a fazer escolhas alimentares saudáveis e serem ativos todos os dias, além de incentivar uma alimentação mais rica em nutrientes funcionais (com funções benéficas à saúde).
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O grupo dos carboidratos inclui pães, cereais, farinhas, biscoitos integrais, arroz e massas. São os chamados alimentos energéticos, ricos em carboidratos complexos, cuja absorção é mais lenta que a do açúcar simples. A nova pirâmide reforça a importância dos cereais integrais, ricos em fibras, deixando pães, cereais, arroz e massas integrais na base e pão branco, arroz branco, batatas, massas comuns e farinhas refinadas no ápice, emparelhados com os doces que devem ser consumidos com moderação.
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Os vegetais (verduras e legumes) e as frutas são alimentos reguladores, sendo fontes de vitaminas, minerais e fibras e seu consumo diário é importante para o bom funcionamento do organismo. Esses alimentos possuem, em sua composição, os fitoesteróis e antioxidantes, que ajudam a reduzir o colesterol LDL (ruim) e neutralizam os radicais livres diminuindo o envelhecimento das células.
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Os alimentos construtores são requeridos pelo organismo em menor proporção, mas não em menor importância, são aqueles ricos em proteínas. As proteínas podem ser animais (carnes, ovos, peixes e aves), vegetais (feijões, soja, leguminosas em geral) e ainda proteínas animais ricas em cálcio (leite, queijo, iogurte). Na nova pirâmide houve desmembramento de mais um setor dos construtores. As carnes brancas de frango e peixe juntaram-se aos ovos como incentivo a escolha, na parte mais baixa da pirâmide. As carnes vermelhas foram para o topo indicando consumo moderado juntamente com a manteiga, por serem alimentos ricos em gorduras saturadas.
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Óleos vegetais de boa qualidade como azeite de oliva, óleo de canola, milho, girassol e soja ganharam espaço na base da pirâmide por serem ricos em gorduras polinsaturadas, monoinsaturadas e os chamados ômegas que ajudam o sistema cardiovascular e o controle dos lipídeos sanguíneos. Em outras palavras, a nova pirâmide salienta que nem todos os carboidratos são bons e nem todas as gorduras são más.
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Há um degrau exclusivo para as oleaginosas e leguminosas (castanhas, nozes, amêndoas, feijões e soja), que são fontes de proteínas vegetais, gorduras insaturadas (ômega 3), selênio, vitaminas antioxidantes, e fibras. Houve também a inclusão de 1 dose de vinho tinto (100 ml). O consumo moderado de etanol produz efeito cardioprotetor, principalmente pelo aumento nos níveis de HDL (bom colesterol). O vinho tinto, além de conter etanol, é rico em polifenóis ou compostos fenólicos, que estão presentes nas cascas e nas sementes das uvas vermelhas e comprovadamente possuem atividade antioxidante.
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A alimentação é um dos prazeres da vida podendo frequentemente manifestar emoções e sentimentos. Por isso, ela deve conviver com os hábitos individuais. Alimentação saudável é associar o prazer com o cuidado em um planejamento para refeições mais saudáveis, gostosas e nutritivas. Vá em frente!
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Veja a matéria completa no site: CDBH
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terça-feira, 11 de maio de 2010

COMO CONSUMIR EMBUTIDOS SEM PREJUDICAR O CORAÇÃO?

Embutidos são produtos feitos com carnes de diversos tipos, temperadas e acondicionadas em membranas resistentes ou tripas. Os tipos mais comuns são a mortadela, a linguiça, a salsicha, o salsichão e o salame.
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São produtos que fazem parte da alimentação de grande parte da população que refere consumi-los por serem saborosos, práticos e de fácil preparo. O que muitas pessoas não sabem é que estes produtos são fontes de gordura, principalmente a saturada, além do colesterol, ambos prejudiciais ao coração quando consumidos demasiadamente.
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Segundo a nutricionista Maria de Fátima Silva Ferreira, os embutidos em sua grande maioria possuem o dobro, ou mais, de gordura saturada quando comparados às carnes in natura. Carnes não processadas e não industrializadas são mais saudáveis para a saúde em geral, pois não possuem aditivos e conservantes.
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No caso dos embutidos, além dos teores de gordura, eles apresentam grande quantidade de sódio necessária para sua conservação. Esta alta quantidade de sódio é um risco a mais para o coração, pois favorece o desenvolvimento da hipertensão arterial. Em uma alimentação saudável, o consumo de embutidos e de receitas que o contenham como ingrediente principal, deve limitar-se a 1 vez por semana, diz a nutricionista. Já na presença de alterações lipídicas, como o excesso de colesterol no sangue, o melhor é restringir totalmente os embutidos tradicionais e, no caso dos produtos à base de aves, utilizá-los apenas 1 vez por quinzena.
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Fonte: Nutrycionista
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segunda-feira, 3 de maio de 2010

AÇÚCAR TAMBÉM PODE ELEVAR COLESTEROL

Um estudo publicado no Journal of American Medical Association sugere que, assim como uma dieta rica em gordura pode aumentar seus níveis de triglicerídeos e colesterol, a ingestão de açúcar também pode afetar as taxas de lipídios. Para a realização do estudo, foram analisados os níveis de lipídios no sangue em mais de seis mil homens e mulheres adultos.
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Os participantes do estudo foram divididos em cinco grupos de acordo com a quantidade de açúcar e adoçantes calóricos que consumiam diariamente. Os pesquisadores descobriram que pessoas que consumiam mais açúcar tinham maior propensão de ter uma doença cardiovascular. Esse é o primeiro estudo do tipo para examinar a associação entre o consumo de açúcares adicionados e as medidas de lipídios, triglicérides e colesterol.
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Os cientistas não sabem ao certo que processo está envolvido nessa ligação do açúcar com o colesterol, pois até hoje, o que se sabia era a associação entre o consumo de açúcar e o diabetes. Nos Estados Unidos, o consumo total de açúcar aumentou substancialmente nas últimas décadas, em grande parte devido a um aumento da ingestão de alimentos processados ou preparados para aumentar a o sabor desses alimentos. No estudo, o grupo de maior consumo ingeria uma média de 46 colheres de chá de açúcares "escondidos" nos alimentos por dia. O grupo de menor consumo ingeria uma média de apenas cerca de três colheres de chá por dia.
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Fonte: Uol
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terça-feira, 27 de abril de 2010

BATATA CONGELADA?

Criança adora batata frita. Por isso, a Pro Teste analisou a quantidade de gordura saturada, maléfica ao coração, que os produtos testados trazem. Como referência foi ultilizada a mesma porção de 85g usada para os adultos. Veja abaixo os produtos indicados, se preparados no forno, em cada faixa etária.
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- Entre 1 e 3 anos: A única marca testada com quantidade de gordura saturada aceitável para crianças menores que quatro anos de idade é a McCain, se preparada no forno. Purê, batata cozida ou apenas assada, são mais indicados do que batata frita ou congelada feita no forno para esta idade. - Entre 4 e 6 anos: Todas as marcas podem ser consumidas quando os produtos forem preparados no forno. Porém, a McCain tem menos gordura saturada que as demais.
- Mais que 7 anos: Todas as marcas podem ser consumidas quando os produtos forem preparados no forno. McCain e Sadia são melhores em gordura saturada para esta faixa etária que as demais.
- Adultos: Para os adultos, a quantidade de gordura saturada dos produtos testados, quando preparados no forno, não trazem problemas para a saúde.
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BATATA IN NATURA
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É trabalhoso, mas compensa! Para ter uma comparação mais completa, a Pro Teste testou também a batata in natura frita em casa. A conclusão é que o trabalho de descascar e cortar a batata vale a pena. A porção de 85g de batata in natura frita como nossas avós costumavam fazer tem menos calorias (115Kcal) e gordura que qualquer batata pré-frita congelada, inclusive se preparada no forno. A batata feita em casa pode ser consumida por crianças e adultos e é também mais barata (R$1,82 para cada 700g de produto in natura).
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Fonte: Pro Teste
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sexta-feira, 16 de abril de 2010

COLESTEROL OU TRIGLICÉRIDES: QUAL PESA MAIS NA SUA SAÚDE?

Muitas pessoas passam pelo conhecido "ritual" de realizar exame de sangue para avaliar os níveis de colesterol e triglicérides. E o retorno ao consultório médico sempre é acompanhado por um friozinho na barriga. Afinal, e se as taxas dessas substâncias estiverem alteradas?
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O receio em relação ao resultado tem justificativa. De acordo com os especialistas, o excesso desses dois tipos de gordura, na corrente sangüínea, pode, sim, oferecer riscos à saúde. Infelizmente, o que a maioria das pessoas sabe sobre esses "supostos vilões" termina aí. Quer um exemplo?
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Talvez você ainda não saiba, mas essas substâncias são essenciais para o bom funcionamento do organismo - se estiverem na medida certa, é claro. Tanto que boa parte do colesterol e do triglicérides é "fabricada", naturalmente, pelo nosso fígado. No caso da quantidade de colesterol no sangue, aliás, só 30% dela vem de uma alimentação inadequada, geralmente rica em gordura. O restante (70%) é culpa do nosso próprio metabolismo. O que pesa, portanto, contra a sua saúde não é propriamente o colesterol ou o triglicérides, mas a quantidade que essas gorduras aparecem em seu sangue.
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COLESTEROL
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É um tipo de gordura produzida pelo fígado e também proveniente de alimentos de origem animal, como carnes e laticínios. O colesterol é transportado na circulação sangüínea de carona com proteínas especiais, as lipoproteínas, mais conhecidas como LDL e HDL. O LDL possui baixa densidade e distribui o colesterol do fígado para diversos tecidos e células do corpo. É chamado de colesterol ruim, porque pode se acumular nas paredes das artérias. Por isso, quanto menor sua quantidade no sangue, melhor. Já o HDL é uma partícula de alta densidade que tem a função de "varrer" da circulação o excesso de colesterol e encaminhá-lo para o fígado. Por esta razão, é considerado um "bom moço".
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É importante para a manutenção da membrana celular, síntese de vitamina D, além da produção de importantes hormônios, incluindo os sexuais. Em excesso, o LDL (mau colesterol) se acumula no interior das artérias e forma uma placa de gordura, gerando o entupimento, que é denominado aterosclerose. Isso predispõe as pessoas ao enfarte ou derrame (também conhecido como acidente vascular cerebral, o AVC). O melhor caminho para controlar o colesterol é a reeducação alimentar. Entretanto, há quadros em que o fator genético age de maneira desfavorável, e a pessoa apresenta certa disfunção na produção do colesterol. Atividades físicas ainda contribuem para aumentar o HDL (o bom) e, assim, forçar indiretamente a redução do LDL (o mau).
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TRIGLICERÍDEOS
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É um tipo de gordura que funciona como importante fonte de energia. É encontrado e armazenado no tecido adiposo. São produzidos pelo fígado e também provenientes tanto da gordura animal quanto da vegetal, além dos carboidratos e das bebidas alcoólicas. Sem eles, não há vida, porque as células, tecidos e órgãos dependem da energia que vem dos triglicérides para funcionar. O nível de triglicérides aumenta, principalmente, pela má alimentação e pelo excesso de peso (uma vez que esse tipo de gordura fica armazenado no tecido adiposo). Esse aumento pode gerar uma grave doença chamada pancreatite, que, se não for tratada, pode levar à morte. Nesse caso, os triglicérides "entopem" canais do pâncreas, gerando uma inflamação.
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A taxa de triglicérides eleva-se basicamente por erros alimentares. Portanto, para corrigir um alto índice dessa gordura no sangue é necessário manter uma dieta balanceada, reduzindo a quantidade de carnes, leite e derivados e outros alimentos de origem animal, óleos e cremes vegetais, carboidratos (pão branco, açúcar refinado, massas) e álcool. Vale investir também em frutas, legumes e verduras, uma vez que a presença de fibras nesses alimentos reduz a absorção de todos os tipos de gordura.
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Veja a matéria completa no site Terra
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terça-feira, 13 de abril de 2010

PROPRIEDADES FUNCIONAIS DA BANANA VERDE

A banana é produzida na maioria dos países tropicais e é uma das frutas mais consumidas no mundo, tendo o Brasil como o segundo maior produtor e o primeiro consumidor mundial. As variedades mais difundidas no Brasil são: Prata, Pacovan, Prata-anã, Maçã, Mydore, Terra e D’ Angola, além da Nanica e Nanicão voltadas principalmente à exportação. A banana é considerada hoje uma das principais fontes de amido na dieta. Mas além de sua concentração de carboidratos e energia, também apresenta elevadas proporções de vitaminas e minerais.
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A banana ainda verde é considerada um alimento funcional pois, quando cozida, apresenta alto conteúdo de amido resistente presente na polpa da fruta. O benefício do amido resistente é similar ao da fibra alimentar, sendo que este não é digerido e absorvido no intestino delgado, podendo ser fermentado no intestino grosso, produzindo substâncias que servem como fonte de energia para a produção das bactérias benéficas do nosso intestino, além de manter a integridade da mucosa intestinal, que é responsável pela absorção adequada dos nutrientes e pela barreira da entrada de substâncias maléficas. Desta forma, o consumo de banana verde auxilia no trânsito intestinal adequado, atuando na prevenção e tratamento de quadros como diarréia e constipação, além de prevenir o desenvolvimento de doenças como o câncer de intestino.
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Além de contribuir para a saúde do intestino, a banana verde exerce outros efeitos benéficos ao organismo. É considerada um alimento de baixo índice glicêmico, ou seja, sua digestão e absorção são mais lentas, e assim a quantidade de glicose liberada no sangue ocorre gradativamente, mantendo os níveis de glicose no sangue controlados, e reduzindo a necessidade de liberação de insulina para que esta glicose entre na célula, contribuindo então para a prevenção do desenvolvimento de diabetes, além do acúmulo de gordura corporal, devido ao aumento da saciedade promovido pelo amido resistente. Os estudos indicam que o consumo de amido resistente também atua na redução do colesterol, pela redução de sua produção pelo fígado, e pelo aumento da sua eliminação pelos ácidos biliares. Desta forma, a banana verde pode também ter uma importante função na prevenção do desenvolvimento de doenças do coração.
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A banana verde na forma cozida é apropriada ao preparo de subprodutos como a biomassa e a farinha de banana verde, que são utilizadas para a confecção de bolos, biscoitos e outras massas, substituindo a farinha de trigo. Além disso, você pode adicionar a biomassa da banana verde em sucos de frutas e vitaminas. O preparo da banana verde é simples e pode ser feito em casa.
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SAIBA COMO PREPARAR
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1. Lave as bananas verdes com casca, uma a uma, utilizando esponja com água e sabão e enxágüe bem;
2. Em uma panela de pressão com água fervente (para criar choque térmico), cozinhe as bananas verdes com casca, cobertas com água por 20 minutos;
3. Desligue o fogo após os primeiros 8 minutos, e deixe que a pressão continue cozinhando as bananas;
4. Espere o vapor escapar naturalmente. Não force o processo abrindo a panela debaixo da torneira, por exemplo;
5. Ao término do cozimento, mantenha as bananas na água quente da panela;
6. Vá aos poucos tirando a casca da polpa, que deve ser passada imediatamente no processador. É importante que a polpa esteja bem quente, para não esfarinhar;
7. Coloque a quantidade desejada da polpa cozida quentíssima no processador;
8. Processe até obter uma pasta bem espessa;
9. Se não for utilizar imediatamente, guarde a polpa em saco plástico. Essa polpa pode ser guardada por 3 a 4 meses no congelador, mas necessitará de um reprocessamento.
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Matéria retirada do site VP Nutrição Funcional
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segunda-feira, 12 de abril de 2010

COCO: MUITO ALÉM DA ÁGUA

A água de coco é refrescante, gostosa e super-rica em nutrientes. Mas o que talvez você não saiba é que o óleo do fruto é tão saudável quanto a sua água e polpa.
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Pesquisas recentes comprovam o seu alto poder nutricional: rico em antioxidantes, ácidos graxos e vitamina E, favorece o aumento do bom colesterol, ajuda a emagrecer, aumenta a energia, combate fungos e bactérias, equilibra os níveis de insulina, melhora as funções intestinais, protege o fígado e reforça o sistema imunológico.
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Por fazer parte do grupo dos lipídeos, compõe as estruturas celulares e participa na síntese hormonal e metabolização de vitaminas. “Embora o óleo de coco seja uma gordura saturada (a mais prejudicial para o corpo por aumentar os níveis de colesterol no sangue e a formação de placas de gorduras nas artérias), ele tem fácil metabolização e baixa capacidade de oxidação no organismo. Resumindo: ele é utilizado como energia”, explica a Dra. Roseli Rossi, nutricionista da Clínica Equilíbrio Nutricional (SP).
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O ácido láurico é o principal ácido graxo encontrado no óleo de coco. Quando ele chega ao nosso intestino, é transformado em monolaurina, um monoglicerídeo que tem ação antibacteriana, antiviral e antiprotozoária. Esse efeito higienizador combate a candidíase, um problema genital que ataca 60% das mulheres. Consumido com freqüência em uma alimentação saudável, é perfeito para manter a saúde em dia. De sabor agradável, pode ser ingerido puro ou em qualquer preparação, doce ou salgada, fria ou quente. Por produzir energia rápida pode ser ingerido pela manhã, antes dos exercícios físicos.
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Matéria retirada do site Terra
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domingo, 4 de abril de 2010

CHOCOLATE E CORAÇÃO

O chocolate definitivamente não é um alimento qualquer. Proveniente do fruto do cacaueiro (Theobroma cacao) e utilizado literalmente há mais de 1000 anos, seu uso vem ultrapassando as necessidades compulsivas dos chocólatras e dos admiradores mais moderados para se tornar objeto de estudos científicos que tentam estabelecer seus benefícios à saúde.
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De afrodisíaco a protetor do coração, passando também por antidepressivo, o chocolate tem mostrado que realmente pode ser chamado de “produto dos deuses”.
.Quando se pensa em chocolate, não se pode esquecer que muitas substâncias estão presentes em sua composição, dentre elas, destacamos os triptofanos, a feniletilamina, a teobromina, a cafeína, os flavonóides, vitaminas e sais mineirais. Mas não vamos esquecer também que existe gordura, o que não torna essa tentação tão divina assim. Em seu processamento, alguns tipos de chocolate podem receber leite e gordura hidrogenada, tornando-os verdadeiros vilões à saúde por aumentar muito seu valor calórico. O chocolate amargo parece ser a melhor opção, feito a partir dos grãos de cacau torrados, sem adição de leite, é o mais rico em flavanóide, um antioxidante que vem sendo muito estudado.
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Embora seja também o terror das dietas, o chocolate contêm muitas substâncias que têm merecido atenção da sociedade científica. Os flavonóides são compostos fenólicos que funcionam em nosso organismo como antioxidantes, capazes de neutralizar os denominados radicais livres, considerados prejudiciais. Cientistas vem tentando produzir um chocolate ainda mais rico em flavonóides, mas ao que tudo indica, existe algum prejuízo em seu sabor quando submetido à essa alteração. Os flavonóides são pigmentos hidrossolúveis presentes em vegetais que pertecem ao grupo dos polifenóis, que por sua vez, possuem várias subdivisões em classes, incluindo as flavanas, flavanonas, isoflavonas, catequinas e as antocianinas, dentre outras.
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Além de servir como antioxidante, os flavonóides estão relacionados com a redução do mau colesterol (LDL) e aumento dos níveis de bom colesterol (HDL). Outra ação já bastante destacada atribuída ao chocolate é seu efeito positivo na pressão arterial. Alguns trabalhos mostram que o chocolate pode reduzir tanto a pressão arterial sistólica como a pressão arterial diastólica. Entretanto, as evidências dos benefícios cardiovasculares produzidos pelos flavonóides são ainda controversas, já que nem todos os estudos mostraram essa relação benéfica.
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Como se pode concluir, o chocolate não é um alimento qualquer, envolve em sua constituição inúmeros componentes que parecem exercer efeitos realmente benéficos no fluxo sanguineo, nos níveis pressóricos e no perfil lipídico (colesterol). Entretanto, estudos realmente grandes e com um número maior de pacientes, ainda não estão disponíveis para definir as doses consideradas ótimas e capazes de conferir a proteção cardiovascular pretendida. Nenhuma sociedade médica recomenda a ingestão regular de chocolate, sendo que crianças não deveriam consumir mais de 30g (equivalente a um chocolate “baton”) e os adultos não deveriam ultrapassar de 50g (equivalente a 2/3 de uma barra pequena de chocolate), ressaltando ainda que não deve ser consumido diariamente.
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Com isso, antes de cair em tentação, vale o conceito da moderação, evitando-se o consumo exagerado, sem no entanto, abrir mão desse alimento de sabor único.
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O ALIMENTARIUM DESEJA A TODOS UMA FELIZ PÁSCOA!
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Veja a matéria completa no site CDBH
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Páscoa com moderação
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Refrigerante em excesso pode ser prejudicial aos músculos e coração
Chocolate: prazer ou vício?
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quarta-feira, 31 de março de 2010

DIET E LIGHT PARA CRIANÇAS?

As últimas pesquisas na área da saúde revelaram as modificações no padrão alimentar da população brasileira, principalmente das crianças. Uma alimentação composta por alimentos de alto valor energético, como é o caso do fast food, doces em geral e refrigerantes tem como consequência o aumento da obesidade infantil.
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O acúmulo de gordura no abdomem (adiposidade abdominal) aumenta o risco de doenças como o diabetes mellitus, fator importante para aumentar o risco cardiovascular. A mídia expõe alimentos nutricionalmente inadequados através da persuasão da propaganda, tornando o padrão de consumo alimentar baseado em alimentos industrializados. De acordo com o Presidente da Abiad (Associação Brasileira das Indústrias de Alimentos Dietéticos), no século 21 as crianças despontaram como grandes consumidoras de alimentos diet e light.
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Na busca por uma vida mais equilibrada, os adultos em geral acabam por incluir na alimentação familiar os alimentos que consideram mais “saudáveis”, como adoçantes e produtos com a designação diet e light. Mas será que é saudável o consumo desses produtos pelas crianças? Em relação aos adoçantes, não se chegou a um consenso sobre o seu efeito em longo prazo. O ideal, nesse caso, seria a diminuição do consumo de doces, além de incentivar o consumo de frutas, ricas em frutose, um açúcar natural e verduras, que contém fibras.
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Quanto ao consumo de alimentos diet e light, é preciso bom senso e atenção aos rótulos! Alguns doces light são ricos em ciclamato, sacarina e aspartame, contra-indicados para as crianças. Contudo, os salgados light, em geral possuem menos gordura que seus similares. Alguns dos produtos diet contêm adoçantes artificiais e, portanto, seu consumo deve ser limitado em crianças. Aqui o equilíbrio também é importante, já que esses produtos também não apresentam, necessariamente, diminuição de seus valores calóricos. O consumo de 500ml de refrigerante diet ou refrigerante 'zero' contém o limite máximo de adoçantes artificiais para as crianças. Na maioria das vezes, esses produtos são ricos também em sal.
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É importante lembrar que as crianças possuem necessidades nutricionais específicas para a idade. A utilização desses produtos, em demasia, não atinge essas necessidades. O correto é ensinar aos pequenos a importância de uma alimentação selecionada e variada, dentro das refeições fracionadas ao longo do dia.
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Matéria retirada do site Guia Nutritivo
Veja também:
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Como o paladar infantil se desenvolve?
Maneiras de fazer a criança comer frutas
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quinta-feira, 25 de março de 2010

BATATA YACON: CONHEÇA MELHOR SOBRE ESSE FANTÁSTICO ALIMENTO

A batata Yacon - Smallanthus sonchifolius - vem sendo conhecida pelos seus benefícios para a saúde. Trata-se de um tubérculo que está sendo considerado um alimento nutracêutico em decorrência de seus componentes designados, como fibras alimentares solúveis e prebióticos – devido a sua baixa digestibilidade pelas enzimas do trato gastrointestinal humano, estímulo seletivo do crescimento e atividade de bactérias intestinais promotoras da saúde.
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A batata diet, uma planta herbácea oriunda dos Andes, tem sabor e textura bem diferentes dos conhecidos habitualmente, lembrando a uma pêra. No oriente ela já vem sendo consumida em maior escala, principalmente, entre os diabéticos. O poder da batata yacon reside no fato deste tubérculo, ao contrário de seus parentes como a mandioca, inhame, batata inglesa e cará, não ser fonte de amido e sim de inulina, um tipo de oligofrutano que tem elevado poder adoçante e baixo conteúdo calórico. O amido dos tubérculos é o responsável pelos picos glicêmicos após a ingestão dessas raízes.
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O amido e a inulina são carboidratos complexos, a diferença é que a inulina é composta em sua maioria por moléculas de frutose. A inulina tem valor calórico de 1 kcal por grama enquanto o amido de 4 kcal por grama, isso se deve ao fato de que, as ligações entre as moléculas de frutose existentes na inulina não são digeríveis no trato gastrointestinal em razão da ausência de enzimas necessárias para o metabolismo destes elementos, e com isso, chegam quase íntegras no intestino grosso. O baixo teor calórico da yacon é devido também, ao alto percentual de água das raízes situando-se em torno de 83 a 90% do peso fresco.
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A inulina não aumenta a glicemia, pois, ao chegar no intestino grosso é fermentada pela microflora bacteriana produzindo gases, ácidos graxos voláteis ou são excretadas. Os ácidos graxos voláteis podem ser absorvidos e ao chegar no fígado reduz a síntese de colesterol. O yacon tem como principal carboidrato os frutooligossacarídeos (FOS), que têm se destacado em vários estudos por exercerem atividade bifidogênica, isto é, estimulam o crescimento das bifidobactérias no intestino que protegem contra o efeito de bactérias invasivas e patogênicas.
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O yacon contêm outros nutrientes como: boas quantidades de potássio e em menores quantidades cálcio, fósforo, magnésio, sódio, ferro, zinco, vitamina C, triptofano, compostos fenólicos e flavonóides. Além de nutracêutico, o yacon é reconhecido como o alimento com maior conteúdo de frutooligossacarídeos na natureza. A atividade prebiótica dos frutooligossacarídeos presentes no yacon tem sido associada com alívio do intestino preso, aumento da capacidade de absorção de minerais, fortalecimento do sistema imunológico e diminuição do desenvolvimento de câncer de cólon.
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Com base nessas informações, conclui-se que a Batata Yacon é um alimento promissor, que vale a pena conhecer e tê-lo na alimentação balanceada do dia-a-dia de quem tem ou não diabetes. Mas por si só não reduz a glicemia e sim ajuda a não elevá-la em demasia por um controle na quantidade de carboidratos digeríveis ingerida. Vamos lá: experimente!
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Matéria retirada do site CDBH
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