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sexta-feira, 18 de junho de 2010

GRÃO-DE-BICO POSSUI MESMO EFEITO QUE CHOCOLATE NA PRODUÇÃO DE SEROTONINA

Apesar de muito nutritivo, dificilmente encontramos receitas ou festividades relacionadas com o preparo e/ou consumo do grão-de-bico. Esse alimento não ocupa lugar de destaque no ranking das leguminosas mais populares entre os brasileiros e a explicação mais aceita para isso refere-se ao custo: o grão-de-bico pode chegar a custar até cinco vezes mais que o feijão!
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Apesar de pouco consumida no Brasil, essa leguminosa é amplamente utilizada como ingrediente de pratos indianos e em diversas localidades do Oriente Médio, na forma de hummus, falafels e curries. Ele apresenta, em média, 20% de sua composição total de pura proteína. É uma dica valiosa para quem está querendo substituir a carne vermelha em seus menus: o grão-de-bico é uma rica fonte de proteínas que, quando combinado com um cereal integral (macarrão de trigo integral, arroz integral, etc.), tem sua biodisponibilidade potencializada no organismo.
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Assim, esse alimento pode fornecer um teor de proteínas comparável ao de alimentos à base de carne ou de leite, sem os elevados valores calóricos ou altas quantidades de gordura saturada encontrada nesses alimentos. Outro destaque de sua composição é o elevado teor de fibras (12% da sua composição total), principalmente na casca, que auxilia no melhor funcionamento do intestino. Além disso, a ingestão do grão-de-bico também evita elevações rápidas dos níveis de açúcar no sangue após uma refeição. Isso ocorre porque ele proporciona uma queima mais lenta da energia adquirida pelo organismo, diminuindo assim os danos causados pela resistência à insulina, hipoglicemia ou diabetes.
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O grão-de-bico também é considerado uma excelente fonte de manganês (mineral essencial que atua na síntese de diversas enzimas importantes, relacionadas à produção de energia e as defesas antioxidantes), molibdênio componente que “desintoxica” os sulfitos que, em pessoas sensíveis a eles, podem ser causadores de taquicardias, dor de cabeça, atordoações entre outros.
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Apesar de todos esses benefícios, a característica que mais tem chamado atenção para essa leguminosa é seu alto teor de triptofano, que é um aminoácido essencial relacionado à produção da serotonina (substância que traz sensações agradáveis e bem-estar). Para quem ainda não reconheceu essa substância, ai vai a explicação: a serotonina é o composto responsável pela sensação de bem-estar causada pelo chocolate.
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Alguns estudos afirmam que o grão-de-bico possui o mesmo efeito que o chocolate na produção de serotonina, com a vantagem de estar livre das gorduras e carboidratos presentes no mesmo, o que conferiu ao grão-de-bico o título de “grão da felicidade”. Mas devemos sempre lembrar que a plena felicidade não depende apenas do consumo de um alimento rico em certo componente. Ela é um conjunto de vários fatores relacionados entre si, envolvendo uma alimentação adequada e hábitos de vida saudáveis.
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COMO PREPARAR
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* Antes de lavar os grãos, você deve espalhá-los em uma superfície de cor clara ou para identificar e remover pequenas pedras ou grãos danificados. Após esse processo, coloque-os em um coador e enxágue-os com água corrente fresca.
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* Para encurtar o seu tempo de cozimento e torná-los mais fáceis de digerir, os grãos-de-bico devem sofrer cozimento, que pode ser realizado de duas maneiras: A primeira consiste em colocar os grãos em uma panela e adicionar duas a três xícaras de água para cada xícara de grão-de-bico. Ferver por dois minutos, tirar a panela do fogo, tampar e deixar de repouso por duas horas. O outro método é simplesmente deixar os grãos de molho por oito horas, com a panela na geladeira para que eles não fermentem.
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Confira no site: Uol
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segunda-feira, 7 de junho de 2010

PREFIRA SUSHI SEM SHOYU

A ProTeste analisou o rótulo de nove molhos, três de cada tipo, shoyu, inglês e pimenta, para indicar uma alternativa mais saudável à sua alimentação. O molho shoyu, muito utilizado na culinária oriental, deve ser consumido com moderação. Apenas uma colher de sopa de molho shoyu traz quase toda quantidade de sódio que um adulto deveria ingerir em um almoço.
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A mesma quantidade de molho inglês, por sua vez, representa 6% e 16% das necessidades de sódio de um adulto em um almoço. Se você gosta de comida picante, em vez de usar o molho shoyu, use um molho de pimenta. A substância que dá o ardido na pimenta alivia as dores de cabeça, controla níveis de glicose no sangue, aumenta a capacidade pulmonar e ajuda no tratamento de renite.
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Uma colher de sopa de molho de pimenta tem entre 11% e 22% das necessidades de sódio de adulto em uma refeição. Qualquer molho com glutamato deve ser evitado, pois pode causar alergias. E, se o benzoato de sódio estiver na lista de ingredientes, o molho deve ser evitado por crianças. Este conservante pode causar hiperatividade infantil. Prefira os com sorbato de potássio. Por fim, prefira sempre os alimentos que trouxerem menos sódio. O excesso de sódio causa hipertensão.
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Fonte: Temperus Gastronômico
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segunda-feira, 24 de maio de 2010

FEIJÃO BRANCO PARA EMAGRECER

Quando se fala em comida brasileira, uma dupla quase que inseparável logo passa pela nossa cabeça: Arroz e feijão. Mas, dependendo da região, o tipo do feijão pode variar. Os cariocas, por exemplo, preferem o feijão preto, enquanto os mineiros comem, diariamente, o grão de cor amarronzada.
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Porém, o que muitos não sabem é que uma variação deste alimento, ainda pouco consumida no país, pode fazer toda a diferença quando o objetivo é emagrecer. Estamos falando do feijão branco. Com um sabor mais suave, ele possui grande quantidade de proteína, cálcio, ferro e fibras, se comparado aos outros tipos de feijão.
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E por falar em proteína, é a faseolamina, presente no feijão branco, que auxilia na luta contra a balança. Isso porque ela consegue fazer com que o nosso organismo absorva menos carboidrato do que de fato consumimos. Ou seja, o nutriente presente nos pães, batatas e massas, por exemplo, que fazem com que ganhemos peso, tem sua ação inibida pela faseolamina. Desta maneira, o açúcar não se acumula no sangue e, conseqüentemente, não são formadas as gordurinhas.
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De acordo com uma pesquisa realizada na Universidade da Califórnia (EUA), pessoas que consumiram faseolamina durante 30 dias tiveram uma redução de peso de cerca de 4%. A conclusão foi que a substância é capaz de bloquear até 20% do açúcar consumido. Contudo, para conquistar este objetivo, o feijão branco deve ser consumido cru.
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A melhor maneira é através da farinha deste grão, encontrada em lojas de produtos naturais ou especializadas em suplementos. As cápsulas desta farinha também já estão sendo comercializadas no país. Mas, vale lembrar que milagres não acontecem e, por isso, de nada adianta consumir o feijão se não praticar atividade física, balancear a alimentação e consumir muita água!
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Fonte: Temperus Gastronômico
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domingo, 16 de maio de 2010

ALIMENTOS COM ALTO ÍNDICE GLICÊMICO PODEM CAUSAR DANOS AO ORGANISMO

Desde 1970 os americanos reduziram a porcentagem de calorias provenientes de gorduras saturadas, mas os índices de obesidade durante este período mais do que dobraram. Os índices de diabetes triplicaram e as doenças cardíacas ainda são a maior causa de morte na população.
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Pesquisas recentes sugerem que os carboidratos processados, os quais muitas pessoas comem hoje em dia no lugar das gorduras saturadas, podem aumentar o risco de obesidade, diabetes e de doenças cardíacas mais do que a ingestão de gorduras saturadas.
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Meir Stampfer é professor de nutrição e epidemiologia da Harvard School of Public Health e um dos autores de um estudo publicado no New England Journal of Medicine que acompanhou 322 obesos por dois anos, quando eles adotaram uma das três dietas: dieta de baixo consumo de gorduras; dieta Mediterrânea - dieta de restrição calórica rica em vegetais e pobre em carnes vermelhas; dieta com baixo consumo de carboidratos, sem restrição calórica.
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Embora os que fizeram a dieta com baixo consumo de carboidratos tenham comido mais gorduras saturadas, eles terminaram o estudo com os níveis mais saudáveis de HDL e LDL colesterol e perderam duas vezes mais peso do que os que ingeriram pouca gordura saturada. Outro estudo avaliou 65 mil mulheres e observou que as que ingeriram carboidratos mais rapidamente absorvidos - os quais têm alto índice glicêmico - tinham uma probabilidade 47% maior de adquirir diabetes mellitus tipo 2 do que aquelas que ingeriram alimentos de índices glicêmicos baixos (a quantidade de gordura ingerida não afetou o risco de diabetes).
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Ninguém está dizendo que as pessoas devem começar a ingerir gorduras saturadas em qualquer quantidade. O que está sendo mostrado é que substituir gorduras saturadas por carboidratos de alto índice glicêmico além de não trazer benefícios, pode, pelo contrário, causar danos ao organismo. O segredo é MODERAÇÃO! O consumo de carboidratos de baixo índice glicêmico (alimentos integrais) são mais saudáveis e proporcionam benefícios ao organismo.
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Fonte: Emex Nutrição Orientada
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sexta-feira, 14 de maio de 2010

PISTACHE NA PREVENÇÃO DE DOENÇAS CARDIOVASCULARES

Boas notícias para os fãs de pistache! De acordo com uma nova pesquisa divulgada na Conferência de Biologia Experimental em São Diego, Califórnia, o pistache mostrou - mais uma vez - ter um impacto positivo na saúde cardiovascular já que reduz a inflamação do organismo. O pistache contém muitos nutrientes importantes.
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A pesquisa desenvolvida na Universidade de Penn State envolveu 28 indivíduos com idades entre 30 a 70 anos, com os níveis de colesterol moderadamente elevados. Durante quatro semanas foram testadas 3 dietas: uma sem pistache e duas com níveis variados da oleaginosa. As três dietas forneciam a mesma quantidade de gordura saturada e colesterol, porém diferentes quantidades de gordura monoinsaturada, em decorrência da presença do pistache.
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Ao final do estudo as células dos participantes foram isoladas e marcadores de inflamação foram medidos. As dietas que continham pistache conseguiram diminuir os níveis de LDL-c (o colesterol "ruim") e reduziram a inflamação celular.
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Outro estudo sobre o pistache foi conduzido na Universidade de Toronto, no Canadá, com relação ao controle do diabetes. O estudo "Glycemic Response of Pistachios - A Dose Response Study and Effect of Pistachios Consumed with Different Common Carbohydrate Foods on Postprandial Glycemia," liderado pelos doutores Cyril Kendall e David Jenkins, mostrou que o consumo de pistache associado a alimentos ricos em carboidratos, é capaz de diminuir a absorção destes, resultando em menor concentração de açúcar no sangue. Em geral, alimentos que não elevam tanto a quantidade de açúcar sanguíneo são geralmente considerados mais saudáveis. Este estudo foi o primeiro a determinar o efeito dos pistaches em combinação com os carboidratos no controle do diabetes.
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Fonte: Blog Dicas da Nutricionista
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segunda-feira, 3 de maio de 2010

AÇÚCAR TAMBÉM PODE ELEVAR COLESTEROL

Um estudo publicado no Journal of American Medical Association sugere que, assim como uma dieta rica em gordura pode aumentar seus níveis de triglicerídeos e colesterol, a ingestão de açúcar também pode afetar as taxas de lipídios. Para a realização do estudo, foram analisados os níveis de lipídios no sangue em mais de seis mil homens e mulheres adultos.
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Os participantes do estudo foram divididos em cinco grupos de acordo com a quantidade de açúcar e adoçantes calóricos que consumiam diariamente. Os pesquisadores descobriram que pessoas que consumiam mais açúcar tinham maior propensão de ter uma doença cardiovascular. Esse é o primeiro estudo do tipo para examinar a associação entre o consumo de açúcares adicionados e as medidas de lipídios, triglicérides e colesterol.
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Os cientistas não sabem ao certo que processo está envolvido nessa ligação do açúcar com o colesterol, pois até hoje, o que se sabia era a associação entre o consumo de açúcar e o diabetes. Nos Estados Unidos, o consumo total de açúcar aumentou substancialmente nas últimas décadas, em grande parte devido a um aumento da ingestão de alimentos processados ou preparados para aumentar a o sabor desses alimentos. No estudo, o grupo de maior consumo ingeria uma média de 46 colheres de chá de açúcares "escondidos" nos alimentos por dia. O grupo de menor consumo ingeria uma média de apenas cerca de três colheres de chá por dia.
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Fonte: Uol
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domingo, 2 de maio de 2010

ATIVIDADE FÍSICA PREVINE A INSÔNIA

Quer dormir bem? Então, mexa-se. Esta é a recomendação de especialistas em sono: atividades físicas regulares levam o indivíduo a fazer as pazes com o travesseiro. E, em muitos casos, o exercício pode reduzir ou até eliminar a necessidade de tomar remédios para dormir.
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"O ideal é praticar uma atividade física quatro vezes por semana, por pelo menos 40 minutos. E a intensidade do exercício vai depender do condicionamento físico da pessoa. Para quem é sedentário, começar pela caminhada já vai trazer uma boa melhora", diz a neurologista Andrea Bacelar, vice-presidente da Associação Brasileira do Sono. Segundo a especialista, o ideal é fazer estas atividades físicas pela parte da manhã.
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Se a pessoa só tiver disponibilidade no fim da tarde ou à noite, o indicado é evitar fazer o exercício quatro horas antes de dormir. A atividade física libera hormônios como a endorfina, que relaxa. Mas também libera a adrenalina, daí o alerta para evitar se exercitar antes de dormir. Além disso, praticar a atividade de manhã faz com que o organismo funcione melhor, proporcionando um bem-estar físico e mental.
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Isto acaba se refletindo na qualidade do sono. "Quem pratica esportes ou atividades físicas regulares tem um tempo total de sono maior e também uma maior quantidade de sono profundo, que é fundamental para o cérebro processar novas informações", diz. O exercício ajuda a dormir, e vice-versa, num círculo virtuoso. Dormir bem, dá mais vigor ao organismo para praticar atividades físicas, pois libera o hormônio do crescimento, até mesmo na idade adulta. "No adulto, este hormônio recupera a musculatura e ajuda a reduzir riscos de osteoporose", diz a neurologista. Por outro lado, dormir mal tem consequência a curto e a longo prazo. A curto prazo, causa irritabilidade, cansaço, déficit de atenção. A longo prazo, baixa a imunidade, antecipando doenças degenerativas, como hipertensão e diabetes.
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Metade dos adultos brasileiros tem queixas em relação à qualidade do sono: ou não tem tempo para dormir, por causa dos afazeres do cotidiano; ou demoram a pegar no sono; ou dormem tão mal que acabam passando dia cansados, segundo uma pesquisa da Academia Brasileira de Neurologia, de 2009. Isto sem falar na insônia propriamente dita, um mal que atinge 20% da população mundial, de acordo com estudo da Sleep Foudation, dos EUA. "O quadro de insônia crônica se configura partir de um mês sem conseguir dormir direito. Então, é a hora de procurar um médico" diz a neurologista.
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Fonte: Terra
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sexta-feira, 30 de abril de 2010

RAÇÃO HUMANA CAUSA POLÊMICA ENTRE PROFISSIONAIS DE SAÚDE

Ela causa repulsa pelo nome e euforia pelos benefícios que supostamente seria capaz de proporcionar: rejuvenescimento, bom funcionamento do intestino e até perda de peso, garantem os fabricantes.
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A ração humana, uma farinha composta por cerca de dez ingredientes, virou moda. É a aposta da vez para aqueles que buscam emagrecer e cuidar da saúde. Como não há um estudo científico que ateste os efeitos positivos que a tal mistura promoveria no corpo humano, os especialistas ainda não chegaram a um consenso sobre o alimento.
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O nutrólogo Mauro Sisberg, da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp), condena o uso da novidade até como complemento alimentar. "Sou a favor dos nutrientes de sua composição, como o trigo e a soja, mas não desta combinação e nem da dosagem. A mistura tem sido vendida como uma solução pronta, mas não tem comprovação médica. Uma colher desta ração não tem o poder de melhorar nada", diz.
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Outro problema, segundo Sisberg, é que não há padronização da composição da ração. "Não se sabe nem mesmo a origem desta fórmula, assim como não há validação e padronização científica sobre a dosagem ideal. Teoricamente, a mistura de cereais é feita desde a década de 1950, mas não como uma fórmula única", afirma. Até mesmo os especialistas que indicam a mistura pedem cautela para o consumo, sobretudo para quem tem alguma doença. "O hipertenso não pode consumir a farinha porque contém guaraná, assim como o diabético não pode ingerir o açúcar mascavo que há nela e o farelo de trigo pode provocar diarréia", diz a nutróloga Socorro Giorelli, da Sociedade Brasileira de Nutrologia. "Atenção ao rótulo na hora da compra! Se for fabricar em casa, veja a procedência dos ingredientes", indica ela.
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Doutor em Ciências dos alimentos pela Unicamp, o nutrólogo Edson Credidio compara a ração à multimistura criada pela médica Zilda Arns (fundadora da Pastoral da Criança), que tinha um preço mais popular e não era usada com o objetivo de emagrecer. "Acho válido o uso da ração humana porque o brasileiro consome pouca fibra", declara o profissional. "Necessitamos de 25g a 35 g por dia e a maioria das pessoas passa longe desta medida. A farinha pode ser um complemento se for adicionada aos lanches, mas nunca deverá atuar como substituta de refeições, pois isso pode causar carências nutricionais", diz.
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A nutróloga Ellen Simone Paiva também é contrária à ração humana. O único benefício verdadeiro da mistura, segundo ela, seria melhorar o funcionamento intestinal. "Como a composição tem muita fibra, pode melhorar a flora intestinal, mas apenas se a pessoa tiver um estilo de vida completamente saudável", opina. Em um ponto todos os especialistas concordam: se optar pela ração humana, não dispense o acompanhamento médico.
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Fonte: Editora Abril
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terça-feira, 13 de abril de 2010

PROPRIEDADES FUNCIONAIS DA BANANA VERDE

A banana é produzida na maioria dos países tropicais e é uma das frutas mais consumidas no mundo, tendo o Brasil como o segundo maior produtor e o primeiro consumidor mundial. As variedades mais difundidas no Brasil são: Prata, Pacovan, Prata-anã, Maçã, Mydore, Terra e D’ Angola, além da Nanica e Nanicão voltadas principalmente à exportação. A banana é considerada hoje uma das principais fontes de amido na dieta. Mas além de sua concentração de carboidratos e energia, também apresenta elevadas proporções de vitaminas e minerais.
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A banana ainda verde é considerada um alimento funcional pois, quando cozida, apresenta alto conteúdo de amido resistente presente na polpa da fruta. O benefício do amido resistente é similar ao da fibra alimentar, sendo que este não é digerido e absorvido no intestino delgado, podendo ser fermentado no intestino grosso, produzindo substâncias que servem como fonte de energia para a produção das bactérias benéficas do nosso intestino, além de manter a integridade da mucosa intestinal, que é responsável pela absorção adequada dos nutrientes e pela barreira da entrada de substâncias maléficas. Desta forma, o consumo de banana verde auxilia no trânsito intestinal adequado, atuando na prevenção e tratamento de quadros como diarréia e constipação, além de prevenir o desenvolvimento de doenças como o câncer de intestino.
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Além de contribuir para a saúde do intestino, a banana verde exerce outros efeitos benéficos ao organismo. É considerada um alimento de baixo índice glicêmico, ou seja, sua digestão e absorção são mais lentas, e assim a quantidade de glicose liberada no sangue ocorre gradativamente, mantendo os níveis de glicose no sangue controlados, e reduzindo a necessidade de liberação de insulina para que esta glicose entre na célula, contribuindo então para a prevenção do desenvolvimento de diabetes, além do acúmulo de gordura corporal, devido ao aumento da saciedade promovido pelo amido resistente. Os estudos indicam que o consumo de amido resistente também atua na redução do colesterol, pela redução de sua produção pelo fígado, e pelo aumento da sua eliminação pelos ácidos biliares. Desta forma, a banana verde pode também ter uma importante função na prevenção do desenvolvimento de doenças do coração.
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A banana verde na forma cozida é apropriada ao preparo de subprodutos como a biomassa e a farinha de banana verde, que são utilizadas para a confecção de bolos, biscoitos e outras massas, substituindo a farinha de trigo. Além disso, você pode adicionar a biomassa da banana verde em sucos de frutas e vitaminas. O preparo da banana verde é simples e pode ser feito em casa.
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SAIBA COMO PREPARAR
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1. Lave as bananas verdes com casca, uma a uma, utilizando esponja com água e sabão e enxágüe bem;
2. Em uma panela de pressão com água fervente (para criar choque térmico), cozinhe as bananas verdes com casca, cobertas com água por 20 minutos;
3. Desligue o fogo após os primeiros 8 minutos, e deixe que a pressão continue cozinhando as bananas;
4. Espere o vapor escapar naturalmente. Não force o processo abrindo a panela debaixo da torneira, por exemplo;
5. Ao término do cozimento, mantenha as bananas na água quente da panela;
6. Vá aos poucos tirando a casca da polpa, que deve ser passada imediatamente no processador. É importante que a polpa esteja bem quente, para não esfarinhar;
7. Coloque a quantidade desejada da polpa cozida quentíssima no processador;
8. Processe até obter uma pasta bem espessa;
9. Se não for utilizar imediatamente, guarde a polpa em saco plástico. Essa polpa pode ser guardada por 3 a 4 meses no congelador, mas necessitará de um reprocessamento.
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Matéria retirada do site VP Nutrição Funcional
Veja também:
Batata yacon: conheça melhor sobre esse fantástico alimento
Farinha da casca do maracujá
Ração humana
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quinta-feira, 1 de abril de 2010

LINEA SUCRALOSE

Linea Sucralose é o único adoçante que tem o verdadeiro sabor do açúcar porque é feito com Sucralose, um edulcorante derivado da cana-de-açúcar que não possui calorias. Pode ser usada por toda família, inclusive criança, gestantes, diabéticos e fenilcetonúricos.
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Aprovada pelo FDA - Food and Drug Admnistration - em todas as categorias (General Purpose), JECFA - Joint Expert Committee on Food Additivies e ANVISA - Agência Nacional de Vigilância Sanitária - a sucralose foi estudada por mais de 20 anos. Os estudos têm demonstrado de maneira definitiva que a sucralose é inócua à saúde, mesmo a níveis de consumo muito superiores ao necessário para adoçar, não havendo nenhum tipo de restrição ao seu consumo. Os estudos indicam claramente que a sucralose não possui calorias, não causa cáries, não tem efeito na secreção de insulina e não é tóxica. Além disso, devido sua excepcional estabilidade a altas temperaturas, é perfeito tanto para culinária como para adoçante de mesa.
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Os produtos da linha Linea são fabricados sem adição de açúcar e gordura, resultando em produtos saudáveis e com grande redução calórica. Como substituto de açúcar utilizamos em toda a linha de produtos Linea o edulcorante de última geração sucralose. A sucralose apresenta perfil de dulçor similar ao do açúcar mantendo o sabor original dos alimentos. São utilizados como substitutos de gordura ingredientes modernos (fibras dietéticas, proteínas de soro do leite, gomas etc), conferindo aos produtos textura e sabor adequados.
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A Linea é a única empresa do Brasil que utiliza sucralose Splenda, original dos EUA, em adoçantes de mesa, e a única que obedece a lei de patentes para este fim. Sendo também a empresa pioneira no uso de sucralose em alimentos industrializados. Os produtos Linea apresentam valor nutricional agregado e qualidades sensoriais superiores (sabor/textura semelhantes aos produtos convencionais).
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Além de adoçantes, existe uma gama de produtos destinados ao público saudável, como barra de cereais, geléias, sal light (66% menos sódio), refrescos em pó e shakes. Experimente!
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Para saber mais sobre os produtos da linha Linea, acesse:
Site: http://www.lineasucralose.com.br/index.php
Blog: http://www.entrenalinea.com.br/
Twitter: http://twitter.com/entrenalinea
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Veja também:
Saiba mais sobre diabetes
Diet ou light?
Batata Yacon: conheça melhor esse fantástico alimento
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quarta-feira, 31 de março de 2010

DIET E LIGHT PARA CRIANÇAS?

As últimas pesquisas na área da saúde revelaram as modificações no padrão alimentar da população brasileira, principalmente das crianças. Uma alimentação composta por alimentos de alto valor energético, como é o caso do fast food, doces em geral e refrigerantes tem como consequência o aumento da obesidade infantil.
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O acúmulo de gordura no abdomem (adiposidade abdominal) aumenta o risco de doenças como o diabetes mellitus, fator importante para aumentar o risco cardiovascular. A mídia expõe alimentos nutricionalmente inadequados através da persuasão da propaganda, tornando o padrão de consumo alimentar baseado em alimentos industrializados. De acordo com o Presidente da Abiad (Associação Brasileira das Indústrias de Alimentos Dietéticos), no século 21 as crianças despontaram como grandes consumidoras de alimentos diet e light.
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Na busca por uma vida mais equilibrada, os adultos em geral acabam por incluir na alimentação familiar os alimentos que consideram mais “saudáveis”, como adoçantes e produtos com a designação diet e light. Mas será que é saudável o consumo desses produtos pelas crianças? Em relação aos adoçantes, não se chegou a um consenso sobre o seu efeito em longo prazo. O ideal, nesse caso, seria a diminuição do consumo de doces, além de incentivar o consumo de frutas, ricas em frutose, um açúcar natural e verduras, que contém fibras.
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Quanto ao consumo de alimentos diet e light, é preciso bom senso e atenção aos rótulos! Alguns doces light são ricos em ciclamato, sacarina e aspartame, contra-indicados para as crianças. Contudo, os salgados light, em geral possuem menos gordura que seus similares. Alguns dos produtos diet contêm adoçantes artificiais e, portanto, seu consumo deve ser limitado em crianças. Aqui o equilíbrio também é importante, já que esses produtos também não apresentam, necessariamente, diminuição de seus valores calóricos. O consumo de 500ml de refrigerante diet ou refrigerante 'zero' contém o limite máximo de adoçantes artificiais para as crianças. Na maioria das vezes, esses produtos são ricos também em sal.
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É importante lembrar que as crianças possuem necessidades nutricionais específicas para a idade. A utilização desses produtos, em demasia, não atinge essas necessidades. O correto é ensinar aos pequenos a importância de uma alimentação selecionada e variada, dentro das refeições fracionadas ao longo do dia.
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Matéria retirada do site Guia Nutritivo
Veja também:
Comportamento alimentar da família
Como o paladar infantil se desenvolve?
Maneiras de fazer a criança comer frutas
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quinta-feira, 25 de março de 2010

BATATA YACON: CONHEÇA MELHOR SOBRE ESSE FANTÁSTICO ALIMENTO

A batata Yacon - Smallanthus sonchifolius - vem sendo conhecida pelos seus benefícios para a saúde. Trata-se de um tubérculo que está sendo considerado um alimento nutracêutico em decorrência de seus componentes designados, como fibras alimentares solúveis e prebióticos – devido a sua baixa digestibilidade pelas enzimas do trato gastrointestinal humano, estímulo seletivo do crescimento e atividade de bactérias intestinais promotoras da saúde.
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A batata diet, uma planta herbácea oriunda dos Andes, tem sabor e textura bem diferentes dos conhecidos habitualmente, lembrando a uma pêra. No oriente ela já vem sendo consumida em maior escala, principalmente, entre os diabéticos. O poder da batata yacon reside no fato deste tubérculo, ao contrário de seus parentes como a mandioca, inhame, batata inglesa e cará, não ser fonte de amido e sim de inulina, um tipo de oligofrutano que tem elevado poder adoçante e baixo conteúdo calórico. O amido dos tubérculos é o responsável pelos picos glicêmicos após a ingestão dessas raízes.
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O amido e a inulina são carboidratos complexos, a diferença é que a inulina é composta em sua maioria por moléculas de frutose. A inulina tem valor calórico de 1 kcal por grama enquanto o amido de 4 kcal por grama, isso se deve ao fato de que, as ligações entre as moléculas de frutose existentes na inulina não são digeríveis no trato gastrointestinal em razão da ausência de enzimas necessárias para o metabolismo destes elementos, e com isso, chegam quase íntegras no intestino grosso. O baixo teor calórico da yacon é devido também, ao alto percentual de água das raízes situando-se em torno de 83 a 90% do peso fresco.
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A inulina não aumenta a glicemia, pois, ao chegar no intestino grosso é fermentada pela microflora bacteriana produzindo gases, ácidos graxos voláteis ou são excretadas. Os ácidos graxos voláteis podem ser absorvidos e ao chegar no fígado reduz a síntese de colesterol. O yacon tem como principal carboidrato os frutooligossacarídeos (FOS), que têm se destacado em vários estudos por exercerem atividade bifidogênica, isto é, estimulam o crescimento das bifidobactérias no intestino que protegem contra o efeito de bactérias invasivas e patogênicas.
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O yacon contêm outros nutrientes como: boas quantidades de potássio e em menores quantidades cálcio, fósforo, magnésio, sódio, ferro, zinco, vitamina C, triptofano, compostos fenólicos e flavonóides. Além de nutracêutico, o yacon é reconhecido como o alimento com maior conteúdo de frutooligossacarídeos na natureza. A atividade prebiótica dos frutooligossacarídeos presentes no yacon tem sido associada com alívio do intestino preso, aumento da capacidade de absorção de minerais, fortalecimento do sistema imunológico e diminuição do desenvolvimento de câncer de cólon.
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Com base nessas informações, conclui-se que a Batata Yacon é um alimento promissor, que vale a pena conhecer e tê-lo na alimentação balanceada do dia-a-dia de quem tem ou não diabetes. Mas por si só não reduz a glicemia e sim ajuda a não elevá-la em demasia por um controle na quantidade de carboidratos digeríveis ingerida. Vamos lá: experimente!
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Matéria retirada do site CDBH
Veja também:
Feijão azuki
Probióticos e prebióticos

Os benefícios do amaranto
Quinua: grão rico em nutrientes e baixa caloria
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sábado, 20 de março de 2010

COMPORTAMENTO ALIMENTAR DA FAMÍLIA

O comportamento de compra e consumo dos alimentos tem se tornado algo curioso – e importante de ser avaliado. O motivo? Tanto a grande variedade de alimentos industrializados disponíveis para compra ou ainda o vasto número de restaurantes que temos, desde os mais tradicionais e populares aos mais luxuosos e que determina escolhas nem sempre fáceis ou adequadas.
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Interessante levar em conta que um adulto chega a tomar mais de 200 decisões por dia para realizar suas refeições - o que impede, muitas vezes, o consumo consciente em cada refeição. O resultado disso é geralmente uma miscelânea de erros tanto em qualidade como em quantidade, gerando doenças cada vez mais precoces, como é o caso da obesidade, hipertensão e Diabetes do tipo 2 (associado ao excesso de peso e não apenas à genética).
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Nessa “guerra de erros”, um bom exemplo é a variedade de restaurantes self-service, onde geralmente as pessoas acabam colocando no prato três ou mais tipos de carboidratos (massas, arroz e farofa) e alguns tipos de carnes (carne vermelha, frango e peixe). Isso quando não acontecem as combinações pra lá de “incombináveis” como sashimi, feijoada e lasanha! E esse hábito comprova o que pesquisas já relatam: quanto mais opções tivermos, maiores as probabilidades para o erro.
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A cobrança de mais tempo para passar com a família muitas vezes gera escolhas com mais conveniência e melhor preço, o que leva a um aumento no consumo de fast-food. E nesse quesito deve ser observado o tamanho das porções que pedimos, como o tamanho dos copos de refrigerantes que crescem a cada ano, além dos lanches de 3 andares e os intermináveis pacotes de batata frita. E lembre-se de que, mesmo nas redes de comida rápida, há possibilidades de escolher saladas, alimentos menos gordurosos, sucos e até frutas. Cabe aos pais, portanto, incentivar o consumo mais coerente, em qualquer lugar.
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Como ultimamente os pais estão sempre ligados nas informações e apresentam um cotidiano agitado, é importante manter o bom senso entre o prático, o rápido e o saudável. A dupla jornada “comer e trabalhar”, a necessidade de estar atento a informações na TV, rádio, internet, usar o celular durante as refeições... essas atitudes levam a uma mudança do foco. Em vez de se tornar um ato de prazer e de focar no sabor dos alimentos, as refeições proporcionam um consumo exagerado, com direito a quilos extras. O que os pais não percebem é que nessas ocasiões os filhos recebem a mensagem de que tudo é permitido. Assim, eles vão reivindicar o direito de comer enquanto assiste à TV ou joga vídeo game e chegam ao mesmo resultado: quilos a mais e saúde de menos.
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Matéria retirada da Revista Crescer
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Refeições longe da telinha
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quinta-feira, 11 de março de 2010

SIBUTRAMINA

A obesidade constitui uma doença crônica de caráter neuroquímico, progressivo e recidivante. O seu tratamento visa uma redução ponderal com fins de prevenção, melhora, controle ou mesmo reversão das doenças associadas, tais como o diabetes, a hipertensão e a dislipidemia.
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As principais causas de morte na obesidade, independente do tratamento, são as doenças cardiovasculares, dentre elas a doença arterial coronariana, doenças cerebrovasculares e arritmias cardíacas. A abordagem clinica da obesidade fundamenta-se em uma combinação equilibrada de um programa de modificação dietética e comportamental com exercícios físicos, associada ou não ao uso responsável de medicamentos.
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Diante de poucas medicações disponíveis, a sibutramina constitui uma excelente opção que combina eficácia, segurança e fácil manejo clínico por médicos com experiência na área de obesidade. A perda de peso significativa obtida com o uso da medicação, demonstrada nos estudos anteriores ao Scout, justifica seu uso para o tratamento da obesidade. A retirada da sibutramina do mercado europeu foi precipitada, pois se baseia em dados já conhecidos do estudo Scout (Sibutramine Cardiovascular OUTcome), no qual 11,4% dos pacientes que utilizaram a sibutramina tiveram um evento cardiovascular, em comparação com 10% dos que tomaram placebo. O estudo incluiu cerca de 10.000 doentes com 55 anos ou mais e história de doença cardiovascular ou diabetes tipo 2 com um fator de risco cardiovascular adicional.
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Por outro lado, a extrapolação destes dados pode ser vista como contraditória. O uso da sibutramina como coadjuvante do tratamento pode trazer uma redução do risco para pacientes que não tenham a doença cardiovascular clinicamente estabelecida, podendo preveni-la ou impedir a sua progressão. Lembremos que a advertência quanto ao uso da sibutramina em pacientes com doença cardiovascular sempre existiu e a bula do medicamento afirma explicitamente que o medicamento não deve ser utilizado em pessoas com história de doença cardiovascular. Acreditamos que nossos órgãos regulatórios precisam reforçar a advertência de que a sibutramina não deva ser usada por doentes com doença arterial coronariana, insuficiência cardíaca, hipertensão arterial não controlada, arritmias e outros problemas cardiovasculares graves.
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Sociedade Brasileira de Endocrinologia e Metabologia
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terça-feira, 2 de março de 2010

COM CASCA E TUDO!

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Quem nunca ouviu que o melhor prato é aquele cheio de cores, de alimentos pouco processados e de vegetais? Mas quantas vezes você já escutou que as cascas e as folhas podem ser até mais nutritivas do que a própria polpa? Não é a toa que deveriam fazer parte do cardápio. A casca da laranja, por exemplo, contém maiores quantidades de fibras, potássio e fósforo que a polpa. A do pepino é rica em fibras, carotenoides, cálcio, potássio e fósforo. Mesmo assim, quantas vezes elas não foram parar na lata de lixo?
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Um estudo feito pelo Instituto de Biociências da Universidade Estadual Paulista (Unesp) de Botucatu em parceria com o Sesi-SP descobriu que as cascas, folhas e talos podem ser mais interessantes do que a polpa quando a questão é nutrição. "Os vegetais e suas cascas são fontes de substâncias que protegem o organismo de doenças como câncer, diabetes e Alzheimer", comenta Maria Rosecler Miranda Rossetto, uma das pesquisadoras da Unesp.
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VEJA ALGUNS NUTRIENTES OCULTOS
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* Carotenoides: O brócolis surpreendeu nos testes. Suas folhas são mais ricas que o talo em oito nutrientes, entre eles, os carotenoides, que aparecem em concentração cerca de 20 vezes maior. E nem precisa de muita criatividade para o consumo: elas podem ser cozidas junto ao vegetal. Entre as cascas, quem vence em quantidade de carotenoides é a manga, com 30,36 gramas dessa substância, contra 17,3 gramas da polpa.
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* Fósforo: A casca da laranja é outra aliada para se ter ossos fortes e saudáveis. Nela, a concentração de fósforo, mineral essencial para manter a saúde de ossos e dentes (junto ao cálcio) é abundante. Além disso, a casca contém quantidade maior de carboidratos que a polpa, fundamentais para produzir energia para as tarefas do dia-a-dia.
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* Potássio: Na casca do pepino, a concentração de potássio é uma das maiores, sendo um ótimo aliado ao controle da pressão arterial. Para se ter ideia, 100 gramas de banana têm cerca de 0,45 gramas de potássio, enquanto a mesma quantidade de casca de pepino tem 7,21 gramas. Não é de se jogar fora!
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* Vitamina C: A banana, além de controlar a hipertensão, fortalecer os músculos e minimizar os sintomas da TPM, possui vitamina C na casca, assim como, o talo da beterraba. Sendo assim, auxiliam no fortalecimento do sistema imunológico. Apesar de ser encontrada em todas as frutas ácidas - como abacaxi, acerola, laranja, kiwi, caju, morango, e em folhas como rúcula e espinafre, a da casca da banana e do talo da beterraba têm um gostinho especial, pois não costumam ser aproveitadas. Quem já provou bolos com cascas de banana pode confirmar o que estava perdendo!
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* Fibras: A casca da maçã e cenoura é imprescindível para quem deseja o intestino funcionando como um relógio. Elas contêm mais fibras do que a própria polpa: a casca da maçã chega a ter três vezes mais fibras que a polpa. Esses nutrientes regulam o funcionamento intestinal, protegem contra doenças cardiovasculares, reduzem o risco para alguns tipos de câncer e ainda auxiliam na perda de peso.
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* Cálcio: Na rama da cenoura, encontra-se boas quantidades de cálcio. Essas folhinhas, muitas vezes deixadas de lado, tem dez vezes o cálcio presente na polpa do vegetal.
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Adaptado da Revista Vida Natural
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segunda-feira, 1 de março de 2010

SEM AÇÚCAR, MAS COM MUITO SABOR

Quando comemos um doce ou um prato de macarrão, os carboidratos desses alimentos são transformados em glicose e absorvidos pelo intestino delgado. Então, a glicose é levada ao sangue e, a partir daí, com a ação da insulina, é transportada para dentro das células, onde será convertida em energia. Esse é um processo normal do organismo. Não para os diabéticos. Neles, a insulina deixa de agir e a glicose fica circulando no sangue por muito tempo. Assim, falta energia para as atividades diárias e sobram problemas decorrentes do exagero desse tipo de carboidrato.
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Hoje, sabe-se que uma alimentação equilibrada, aliada à prática de exercícios físicos, pode ser suficiente para estabilizar a situação e evitar qualquer complicação que a diabetes possa trazer. As fibras são o principal ingrediente para se manter bem. É de se ressaltar a importância dessa substância para a saúde dos diabéticos. Ela freia a absorção dos carboidratos, evitando os picos de glicose no sangue. Consumir um prato de macarrão ao sugo, por exemplo, elevará mais a glicemia do que se a pessoa comer uma quantidade menor desse alimento com um pedaço de carne grelhada e legumes cozidos.
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Isso porque o carboidrato (nutriente em que o macarrão é abundante), quando ingerido sozinho, eleva mais a glicemia do que quando combinado a alimentos ricos em proteínas (como a carne) e ricos em fibras (como os legumes). Isso dá oportunidade ao pâncreas de produzir a quantidade de insulina necessária para compensar o açúcar ingerido na refeição, ou dá tempo para o medicamento contra a diabetes agir de forma adequada.
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VEJA ALGUMAS OPÇÕES DE FIBRAS
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* Aveia com frutas: a aveia tem altos teores de fibras solúveis que ajudam a reduzir o risco de diabetes, doenças cardíacas e câncer, além de combinar com tudo (ou quase tudo): com frutas, iogurte, ou mesmo no preparo de bolos e biscoitos. Dica: substitua seu café da manhã por um mingau de aveia com passas e amêndoas.
* Canela X açúcar: Essa especiaria melhora a sensibilidade das células à insulina - o hormônio responsável pelo transporte da glicose do sangue para dentro das células, facilitando a penetração do nutriente nelas. Porém, em excesso pode causar danos ao fígado e rins.
* Yacon: Essa raiz costuma ser vendida como um tipo de batata e ainda é pouco conhecida no Brasil. Sua presença tímida nos pratos do país, no entanto, se deve apenas à falta de conhecimento sobre seus inúmeros benefícios. Um deles é de suma importância para os diabéticos: o alimento diminui os níveis de glicose no sangue. A raiz não é rica em amido (um tipo de carboidrato) e possui açúcares conhecidos como frutanos, que atuam como adoçantes naturais.
* Levedo de cerveja: É o resultado do processo de fermentação da cevada durante a produção de cerveja. Rico em cromo e vitaminas do complexo B, que auxiliam na regulação da glicemia. O interessante é a versatilidade do alimento: pode ser misturado às saladas, sopas e hortaliças cozidas.
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Adaptado da Revista Vida Natural
Veja mais:
Aveia
Cereais integrais os promotores da saúde
Canela ajuda a controlar o colesterol ruim
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quinta-feira, 25 de fevereiro de 2010

EXTRATO DE AGAVE: ADOÇANTE NATURAL

Já ouviu falar do Agave? De origem mexicana este extrato é um excelente substituto do açúcar. O Agave é uma planta suculenta, originaria do México. Da variedade Azul é produzido o extrato ou xarope de Agave. A produção ocorre através de quebra, filtragens, homogeneização e evaporação da planta. É um substituto do açúcar, 100% natural. O extrato de Agave tem coloração amarela clara, odor agradável e textura mais suave que o mel.
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É um alimento orgânico, de poder adoçante maior que o açúcar, e de baixo índice glicêmico (se transforma em glicose de maneira mais lenta) o que permite sua utilização por diabéticos controlados. É sem glúten, sem lactose e de origem vegetal. Tem 3,34 calorias por grama, é 3 vezes mais doce que o açúcar comum. Boa fonte de minerais, como ferro, cálcio, potássio e magnésio. O extrato de Agave quando usado no lugar do açúcar tem efeito coadjuvante no emagrecimento, pois tem menos calorias e menor indice glicemico. Ainda devido ao baixo indice glicemico pode atuar como protetor contra diabetes - como é digerido mais lentamente não demanda grandes quantidades de insulina, importante para prevenção de diabetes.
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USO DO AGAVE
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* Como edulcorante (adoçante): para adoçar 250ml de suco substitua 1 colher de sopa de açúcar (15g) por 1 colher de sobremesa de Extrato de Agave (10g). Potencializador de sabor - realça o sabor de outros ingredientes como frutas e sucos; Amasse uma banana ou cozinhe maçãs e peras e adoce com um fio de Extrato de Agave.
* Na culinária: pode ser usado no dia-a-dia para adoçar cafés, chás, sucos, assim como sobremesas, waffles, pães, panquecas, bolos e muito mais.
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O Extrato de Agave é menos viscoso e dissolve mais facilmente que o mel ou o melado e não açucara. É um produto orgânico certificado. A planta que dá origem ao AGAVE é cultivada sem nenhum aditivo químico. O processo de beneficiamento da planta é também isento de qualquer substância química. Por tudo isso, o Agave é um grande aliado de quem busca uma alimentação saudável.
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domingo, 7 de fevereiro de 2010

FEIJÃO AZUKI

Já ouviu falar sobre o feijão azuki? É uma leguminosa selvagem, originária do Japão, pequena e vermelha. A sua introdução na Europa deu-se após o século XX, depois de ter sido levado pelos emigrantes japoneses para o Brasil. É um alimento de grande riqueza nutricional, pois é rico em proteínas, fósforo, cálcio, ferro, potássio, zinco, fibras solúveis e vitaminas do complexo B.
.Para além de propriedades diuréticas, este feijão fermenta menos do que os outros. Auxilia na formação óssea, fortifica e regenera rins cansados, sendo indicado para disfunções renais, hipertensão e diabetes. Os japoneses utilizam-no na preparação de doces com sabor suave. Na alimentação vegetariana é o ingrediente principal de feijoadas ou chili, por ser leve e saudável. Também é usado na preparação de sopas e saladas. O consumo de arroz com feijão azuki fornece ao organismo uma combinação nutricional completa.
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Antes de qualquer preparação, este feijão deve ser deixado de molho durante 10 a 12 horas. Deve cozinhar-se, preferencialmente na panela de pressão, durante 30 minutos, sem sal. O sal deve ser adicionado depois da cozedura e de se deixar a água evaporar, com a tampa destapada e a chama moderada. Com este alimento também se pode preparar uma infusão particularmente indicada para fortalecer os rins, a bexiga e os órgãos reprodutores; ajudando ainda a lidar com casos de obstipação e a eliminar o excesso de produtos animais. Para preparar esta bebida deve colocar-se uma chávena de azuki num tacho, juntamente com uma tira de alga kombu (opcional) e adicionar quatro chávenas de água. Depois de levantar fervura, deve baixar-se a chama para o mínimo e deixar o líquido borbulhar durante cerca de meia hora. No final, coa-se e bebe-se quente. Se, após ter coado os feijões, se adicionar meia chávena de rábano, nabo ou rabanete ralados, obtém-se uma variante desta infusão indicada para dissolver cálculos renais.
.INFORMAÇÃO NUTRICIONAL.Cada 100g de feijão azuki:
Valor Calórico: 350 kcal
Hidratos de carbono: 66 g
Proteínas: 20 g
Lípidos: 0 g
Fibras: 8 g
Cálcio: 252 mg
Ferro: 8 mg
Potássio: 1254 mg
Sódio: 5 mg
.Atualmente, o feijão azuki é um produto relativamente fácil de encontrar em lojas de produtos naturais e até em alguns hipermercados.

Fonte: Centro Vegetariano; Mãe Terra
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quarta-feira, 27 de janeiro de 2010

FARINHA DA CASCA DO MARACUJÁ

O maracujá devido as suas propriedades terapêuticas tem valor medicinal. As folhas e o suco contêm passiflorina, um sedativo natural e o chá preparado com as folhas têm efeito diurético. Seu uso principal, no entanto, está na alimentação seja na forma de sucos, doces, geléias, sorvetes e licores. É rico em vitamina C, cálcio e fósforo. Mas 60% do fruto é casca, então nada melhor que aproveitá-la também.
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Pesquisas realizadas recentemente pela Universidade Federal do Rio de Janeiro UFRJ , e testada em ratos, mostraram que a casca de maracujá desidratada e transformada em farinha é um alimento com alta concentração de fibras solúveis (pectina) e insolúveis. No nosso organismo a pectina forma um gel que, no caso da diabetes, dificulta a absorção de carboidratos, tornando-a mais lenta e evitando a hiperglicemia. Os estudos clínicos demonstram também os benefícios das fibras no controle do colesterol, no aumento da saciedade e maior tempo de esvaziamento gástrico, contribuindo para a perda de peso em indivíduos obesos e regularização da função intestinal, evitando certos tipos de câncer que se desenvolvem no intestino.
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Pode ser usada nas refeições. Sugere-se usar uma ou duas colheres de sobremesa no leite, iogurte ou suco. Vale lembrar que a farinha de maracujá não cura a diabetes, enquanto for usada controla a velocidade de absorção da glicose, quando o uso é suspenso essa taxa pode voltar a subir.
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Mundo Verde
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terça-feira, 26 de janeiro de 2010

O PODER DO LIMÃO

O limão, como sempre disseram os mais velhos, oferece diversos benefícios a saúde. Ajuda a prevenir resfriados, a emagrecer e até a evitar problemas de coração e circulação. Também é bom para manter o colesterol sob controle, auxiliar no trabalho dos rins, na digestão e na regulação do açúcar do sangue.
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Melhora o sistema imunológico e é um poderoso desintoxicante. Auxilia no combate a formação de cálculos renais, além de beneficiar o emagrecimento por proporcionar sensação de saciedade. Diabéticos e hipertensos também devem incluir o limão na alimentação. Quem tem úlcera ou gastrite não precisa abrir mão do alimento, que ajuda a cicatrizar feridas, desde que não haja exagero no consumo.
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DICAS DE CONSUMO
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* SUCOS - Misture o limão com outros sucos de frutas, como mamão, laranja e manga. Dessa forma, o limão ajuda a absorver os nutrientes das outras frutas. As mais doces também amenizam o gosto amargo do limão. A limonada suíça é uma das melhores formas de consumir o limão, pois é preparada também com a casca que tem fibras e nutrientes que não estão presentes nos gomos. A limonada deve ser ingerida logo após o preparo e, de preferência, sem açúcar.
* SALADAS - Tempere as saladas com limão, além de proporcionar um sabor agradável gera inúmeros benefícios à saúde.
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Dica de livro: O Poder da Cura do Limão - Nutricionista Conceição Trucom.
Matéria adaptada do site
Terra.
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