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quarta-feira, 3 de abril de 2013

COMENDO POR DOIS, TRÊS OU MAIS

No momento em que o casal decide engravidar, a mulher deve imediatamente pensar em planejar na sua saúde física e mental. Não adianta engravidar de qualquer jeito. Sabemos que “acidentes” acontecem com muito mais frequência do que gostaríamos. Ao mesmo existe uma grande parcela de mulheres que percorre um longo caminho até conseguir realizar este sonho. Ajuda muito estar com a cabeça boa e sem muitas ansiedades. 

Quantas histórias você já ouviu do casal que depois que ganhou o Gucci, um lindo Shitzu de presente, engravidou logo depois. Para aqueles que estão flertando com a ideia de aumentar a família, o ideal é procurar um clínico geral ou obstetra e iniciar um check-up. 

A obstetra provavelmente vai iniciar a futura mamãe em vitaminas específicas. Todos esses procedimentos são apenas o primeiro gostinho do que vem por aí. Quando o bebê estiver a caminho (ou bebês, né?) um mundo novo vai se abrir para o casal. Se mente sana é muito desejável, um corpo em dia é igualmente preferível. 

Desnutrição não é termo que se usa só para os magros, mas para qualquer pessoa que não tenha seu metabolismo funcionando igual a um relógio suíço. A magreza, assim como a obesidade, são fatores de infertilidade e sérios problemas para a saúde. A gestante abaixo do peso ou que não ganha peso e a gestante acima do peso e que ganha peso rapidamente, inspiram os mesmos cuidados. 

ALGUMAS DICAS SIMPLES AJUDAM QUALQUER FUTURA MAMÃE A NÃO SAIR DA LINHA: 

1- Faça avaliação física, não pule exames e siga as orientações do seu obstetra e nutricionista. Se ainda na fase de planejamento, procure engravidar depois de ter perdido os 10 quilos que almeja, de ter baixado o colesterol, de desistir da dieta das papinhas de Hollywood. Acredite, você vai comer muita papinha depois que o seu filho nascer;

2- Não pule refeições. Comer ajuda a manter seu corpo funcionando melhor, grandes períodos de jejum podem causar sonolência, desmaio, hipoglicemia, enjoos, mal-estar, entre outros;

3- Procure trocar o pão e macarrão comuns pela versão integral, muito mais nutritivos e ricos em fibras; 

4- Repare em quantas porções de vegetais e frutas você come diariamente;

5- Os desejos devem ser respeitados, mas nada de ter desejo de brigadeiro de panela toda semana; 

6- Tenha a água, ou melhor, o gelo como aliado. Congele frutas picadas em formas de gelo, pois elas refrescam diminuindo o enjoo e a necessidade de doce a todo o momento;

7- Faça um diário alimentar. Nos dois primeiros trimestres o ideal é chegar a mais 100 calorias/dia para o bebê, e depois 300 calorias, sendo assim, pise no freio; 

8- Faça escolhas saudáveis e inteligentes. Perceba o que te satisfaz; se qualidade, sabor ou quantidade; 

9- Fique de olho na quantidade de sal, nada de usar saleiro em casa ou na rua;

10- Beba bastante líquido. Se antes do bebê sua dose era de 2 litros, pode colocar mais uma garrafa nessa história. A dica é levar sempre uma garrafinha com você. A água estará sempre a mão e vira desculpa: se você não está fazendo nada, se está esperando em alguma fila, beba água;

11- Coloque atividade física na sua vida. Fale com o seu obstetra e veja se ele libera caminhadas leves, hidroginástica ou yoga. Mexa-se. 

No mais, passe esses nove meses se mimando muito. Massagens, comprinhas, drenagem linfática, cremes, velas perfumadas. Curta muito o seu marido. Façam passeios, pequenas viagens, namorem bastante. Afinal, depois disso, vocês vão passar o resto da vida mimando seu filhotinho.

Fonte: Mundo Ovo

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quinta-feira, 20 de setembro de 2012

REFRIGERANTES AUMENTAM CHANCES DE PARTO PREMATURO

Você já sabe que beber refrigerante não faz bem para a sua saúde, muito menos para a saúde do bebê durante a gravidez. Mas um novo estudo mostrou que o consumo desse tipo de bebida também pode contribuir para o parto prematuro. 

Pesquisadores da Sahlgrenska University Hospital em Gotemburgo, na Suíça, analisaram mais de 60 mil gestantes na Noruega e concluíram que as que bebiam mais de uma lata de refrigerante por dia tinham 25% mais chances de ter o bebê antes do tempo do que aquelas que nunca consumiam a bebida.

Outro fator observado foi a obesidade. As grávidas que estavam acima do peso e ingeriam pelo menos uma lata de refrigerante por semana tinham 30% mais riscos de ter parto prematuro. O número chegava a 41% para as que tomavam todos os dias. Apesar desses resultados, os especialistas afirmam que o estudo não é conclusivo.

Ainda assim, a recomendação de evitá-la permanece. “Refrigerantes em excesso são um importante fator de risco para a obesidade na gravidez e, consequentemente, aumento do risco de hipertensão e diabetes, entre outros”, afirma o obstetra Abner Lobão, coordenador do Serviço de Pré-Natal Especializado da Unifesp. Não existe uma medida segura, mas o ideal é que ele seja substituído por água e sucos naturais.

Fonte: Crescer


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sexta-feira, 15 de junho de 2012

ALIVIE OS ENJOOS DA GRAVIDEZ

Nem macarrão, lasanha, feijoada ou o bolo mais delicioso do mundo é capaz de abrir o seu apetite. Essa situação só é possível na gestação. E a causa é o famoso enjoo, uma das palavras mais comuns nesse período. 

Esse mal estar é um dos primeiros sintomas da gravidez e está relacionado ao hormônio HCG, responsável por ajudar os ovários a produzir progesterona e estrógeno durante o primeiro trimestre. 

Na maioria dos casos, o enjoo passa a partir do terceiro mês e você pode até perder um pouco de peso. Só que a cada mal estar, o tempo vai parecer uma eternidade e o segundo trimestre vai parecer estar longe de chegar. Calma! Dá para amenizar essa sensação. 

CONFIRA ALGUMAS DICAS: 

- A náusea piora quando você escova os dentes? Então, troque a marca do creme dental e deixe para fazer a higiene bucal após o café da manhã; 

- Não fique muito tempo sem comer. Fracione as refeições para o estômago não ficar vazio; 

- Tenha bolachas salgadas à mão, perto da sua cama – a náusea alivia se você comer algumas antes de se levantar; 

- Experimente comer torradas, batatas e outros alimentos leves que contenham carboidratos; 

- As frutas são boas opções para os lanchinhos entre as principais refeições. As mais indicadas são abacaxi, kiwi, laranja, limão e água-de-coco; 

- Se a náusea piora por excesso de salivação, chupe balas de limão; 

- Gengibre – sob a forma de chá, tabletes ou biscoitos – também ajuda a amenizar; 

- Evite perfumes e produtos de limpeza com cheiros muito fortes; 

- Atenção! Nessa fase, você não precisa se preocupar muito em seguir uma dieta balanceada. Coma o que conseguir e tiver vontade. O que acontece é que os alimentos mais saudáveis, como frutas e verduras, são os que menos causam enjoo.


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quinta-feira, 26 de abril de 2012

ABANDONE A FUNCHICÓREA


O que você costuma fazer para aliviar a cólica do seu bebê? Se a resposta for Funchicórea, vai ter de encontrar outra alternativa. O remédio fitoterápico, que combateria a prisão de ventre e as cólicas nos primeiros meses de vida da criança, teve seu registro cancelado pela ANVISA, recentemente. 

Em 2005, a renovação do registro do Funchicórea foi indeferida, porque a empresa fabricante do produto, Laboratório Melpoejo, não havia cumprido as exigências técnicas e apresentara documentação em desacordo com as normas da época. Segundo a Anvisa, não houve comprovação da eficácia e da segurança do fitoterápico. Mas o laboratório, na época, recorreu e conseguiu que ele continuasse sendo comercializado. 

O pediatra Marcelo Reibscheid, do Hospital e Maternidade São Luiz (SP), explica que os bebês podem até se acalmar, mas isso não significa que a cólica passou. Ele apenas se distraiu. Isso porque um dos componentes do remédio é a sacarina, um tipo de adoçante artificial, que, como toda substância doce, desperta aquela sensação de prazer. A mesma que você sente ao comer chocolate. “Não é recomendado que a criança consuma açúcar no primeiro ano de vida, muito menos adoçante”, alerta Reibscheid. Essa substância é artificial e desnecessária para o bebê. 

Caso seu filho já tenha tomado Funchicórea, não se preocupe. "O efeito do remédio é agudo, ou seja, o bebê elimina o que ingeriu rapidamente", afirma Moisés Chencinski, pediatra e homeopata. Não há efeitos colaterais. A questão do cancelamento do registro na Anvisa é mesmo técnica, já que a eficácia não é comprovada cientificamente. 

Mas é claro que existem outras formas de amenizar as cólicas do bebê. O mais importante é manter a calma. “Vale lembrar que o sintoma é fisiológico e diminui após os três meses de vida", tranquiliza Marcelo. Como os sistemas digestório e neurológico ainda estão imaturos, os movimentos peristáticos (aqueles do intestino) são desordenados e causam desconforto. "Se os pais ficam menos ansiosos, passam a tranquilidade para o bebê", explica Moisés. 

ALGUMAS DICAS PARA AJUDAR A AMENIZAR AS CÓLICAS 

MASSAGEM: A shantala, técnica indiana, é uma boa forma de acalmar o bebê. Você pode fazer movimentos circulares, com uma leve pressão, que também aquecerão a barriga dele. Usar óleo de bétula ou de amêndoa é outra dica para fazer a massagem ficar mais prazerosa. 

GINÁSTICA: O famoso exercício da bicicletinha estimula a eliminação de gases. Flexione e estique as pernas do seu filho, para que ele solte puns e arrote. 

BANHO OU BOLSA DE ÁGUA QUENTE: Aquecer a região dolorida é uma ótima forma de amortecer a dor. Um banho morno, duas a três vezes ao dia, é indicado pelo pediatra Marcelo para acalmar a criança. No caso da bolsa, sempre a embrulhe em uma toalha, para não queimar a barriga do bebê. 

ALIMENTAÇÃO: Há mitos quanto à influência da alimentação da mãe que amamenta na produção de gases da criança. “Não existem privações na dieta”, diz Reibscheid. No entanto, evite exageros e bebidas que fermentem, como as alcoólicas e as gasosas, enquanto estiver no período de aleitamento. 

COLO: Além do carinho, você contribuirá para aquecer a barriga do bebê e aliviar a cólica. Alguns pais gostam de segurar o bebê deitado de bruços em seu antebraço. A posição também pode ajudar no alívio das dores.


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domingo, 25 de março de 2012

COMO CONTROLAR O APETITE DURANTE A GRAVIDEZ


Você acha que o seu apetite aumentou agora que está grávida? Saiba que há dois fatores principais que interferem na sensação de saciedade da gestante. 

Segundo o nutrólogo Durval Ribas Filho, o primeiro é que o corpo passa a produzir mais peptídeos (substâncias responsáveis por mediar a sensação de fome); o segundo é que há diminuição dos movimentos peristálticos, que movimentam o alimento por meio do trato digestório.

“É como se o próprio corpo dissesse ‘você precisa comer mais’”, afirma. Mas essa quantidade é pequena: cerca de 300 calorias a mais do que as 2 mil geralmente indicadas para um adulto. No caso de gravidez de gêmeos, basta dobrar esse número. 

Mas o que fazer para saciar a fome sem exagerar? O principal é comer de 6 a 8 vezes por dia, intercalando as refeições principais com lanches leves. Queijo, leite, gelatina ou alguma fruta está liberado. Evite alimentos gordurosos e com excesso de sal. E inclua vegetais, legumes e um tipo de proteína, como carne vermelha magra, peixe ou frango na sua dieta. 

Lembre-se de que, ao controlar seu peso, você está preservando não apenas a sua saúde, mas também a do bebê. Estudos mostram que a obesidade da mãe aumenta o risco de o filho ter doenças congênitas.

QUANTO ENGORDAR? 

Não há consenso entre os obstetras. Enquanto alguns recomendam de 9 a 11 quilos, outros dizem que o ideal é de 11 a 15 quilos. Há ainda outra tabela que estima que a gestante deve engordar cerca de 15% do total do peso pré-gestacional. O melhor é mesmo é consultar o seu médico.
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segunda-feira, 5 de março de 2012

CAFEÍNA E AMAMENTAÇÃO


Essa discussão, que é sempre polêmica, voltou ao debate recentemente depois que uma entrevista com um especialista no assunto, Ruth Lawrence, da University of Rochester School of Medicine and Dentistry, foi publicada no Journal of Caffeine Research. Segundo Lawrence, como os bebês não conseguem metabolizar ou eliminar a cafeína muito bem, o acúmulo da substância poderia levá-lo à irritabilidade e problemas de sono.

Mas será que um cafezinho apenas é capaz de trazer tanto prejuízo? “Usamos a cafeína como medicamento para a apneia da prematuridade (quando o bebê para de respirar temporariamente) em doses mais altas do que aquela que a mãe pode passar para o bebê pelo leite. Com moderação, tomar um café de manhã e à tarde, não traz riscos”, diz Mario Cícero Falcão, pediatra e nutrólogo do Hospital Santa Catarina (SP). 

Agora, se você toma café no seu trabalho a toda hora, é preciso mudar esse hábito: choro, agitação e dificuldade para dormir são problemas que podem, sim, atrapalhar o dia a dia da vida do seu filho. Além do café, o chá e bebidas à base de cola também contêm cafeína.

MENOS MITOS

Exceto o que é extremamente proibido durante o período de amamentação (mas que sempre pode fazer mal a você e seu filho), como álcool, cigarro, drogas e alguns medicamentos, a alimentação durante esse período deve ser normal. “Existem muitas lendas de alimentos que podem provocar cólicas no bebê. A única coisa que é comprovada cientificamente é que o leite da mulher que consome muita gordura saturada tende a ser mais gorduroso e pode provocar cólica no bebê”, afirma Mario. 

Por outro lado, o ômega 3, que é considerado gordura boa, traz benefícios para o coração, cérebro e visão do bebê e devem fazer parte do cardápio das mães que amamentam. Atum, sardinha e peixes de água fria têm mais quantidade de ômega 3.

Agora, se você perceber que toda vez que come feijão seu filho tem cólica, acredite no seu taco. “Mãe sempre tem razão. Pediatra que não acredita nesse princípio nunca vai ser um bom pediatra”, diz Mario. Por isso, nada melhor que você para saber também o que é melhor para o seu filho. E uma dica importante: além da alimentação equilibrada, é fundamental você se hidratar. 

O leite é formado 99% de água, por isso você deve tomar 2 litros de água por dia, fora o que você vai ingerir com outros líquidos, como os que estão nos alimentos. Nos dias quentes, reforce a hidratação. “É comum as mães acharem que o leite está secando nessas épocas, mas é porque está faltando água no organismo, já que ela perde mais líquido por causa do calor”, reforça Mario.

Fonte: Revista Crescer
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sábado, 28 de janeiro de 2012

COUVE-FLOR: ALTO POTENCIAL NUTRITIVO


Em geral, as crianças fazem careta ao se depararem com a couve-flor no prato. E, se não houver um bom incentivo à sua entrada nas receitas desde a infância, é bem possível que elas cresçam sem aproveitar mesmo os grandes benefícios do alimento. Afinal, também não é todo adulto que aprecia esse tipo de comida.

É comum, no entanto, que mesmo quem já esteja acostumado com o sabor da couve-flor não aproveite todo o seu potencial nutritivo. Isso porque uma das partes do alimento é normalmente dispensada durante o preparo: as folhas. Em vez de irem para o lixo, elas podem ser lavadas como qualquer verdura e integrar as receitas sem problemas, oferecendo boas doses de ferro e se tornando um aliado na prevenção da anemia – nas mais diversas faixas etárias.

Uma dica para fazer a couve-flor mais atraente, aliás, é não cozinhá-la durante muito tempo. Além de isso facilitar a perda de nutrientes, a fervura em excesso escurece o alimento, deixando-o menos apetitoso. Depois de um tempo na água, a couve-flor amolece, desmancha fácil e perde sabor. Assim, o ponto ideal para retirá-la da panela é enquanto ainda está levemente crocante. 

Entre os principais nutrientes da couve-flor, a nutricionista Christina Teixeira, de São Paulo, destaca a vitamina C. “A vitamina C tem propriedades antioxidantes, fortalecendo as defesas do organismo e atuando, inclusive, na prevenção de tumores”, diz a nutricionista. Além da vitamina C, a couve-flor é rica em fibras, o que auxilia na prevenção da constipação (prisão de ventre) e favorece a sensação de saciedade durante as refeições, evitando que se coma em exageros. O alimento ainda conta com vitamina B1, B2, B3, B5, B6 e K, além de minerais como magnésio, fósforo e potássio, importantes para a saúde do organismo.

Outra vantagem são os efeitos diuréticos, que ajudam no caso de pessoas que sofrem com retenção de líquidos. A presença de ácido fólico – substância essencial para o bom desenvolvimento do feto – também faz do alimento uma opção interessante na dieta de mulheres grávidas. 

“Além de rico em nutrientes, a couve-flor é um alimento de baixas calorias, o que é muito bom para quem está procurando manter ou perder peso, sem abrir mão da saúde e dos nutrientes essenciais”, explica Christina. Cada 100 gramas de couve-flor contêm 35 calorias.  Para conservar os nutrientes, o melhor modo de ingerir o alimento sem perder as propriedades, é consumindo a couve-flor cozida, de preferência, no vapor.


Fonte: Adaptado do site Terra


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quarta-feira, 18 de janeiro de 2012

AFETO X OBESIDADE


A relação entre mãe, bebê e alimentação começa logo na gestação e tem influência pelo resto da vida. Afinal, os genes e os hábitos alimentares da família vão ditar as preferências da criança. Mas sabia que afeto entre você e o seu filho também interfere na maneira como ele vai lidar com a comida na adolescência? Tal suspeita foi comprovada recentemente por um estudo publicado na revista Pediatrics, da Academia Americana de Pediatria, nos Estados Unidos.

Segundo a pesquisa, crianças que tiveram uma relação pouco afetuosa com as mães têm duas vezes mais chances de se tornar obesas aos 15 anos. Os pesquisadores sugerem que isso acontece porque em situações de estresse, a criança aprende a substituir a figura materna pela comida.

No estudo, os especialistas acompanharam mil crianças, com idade entre 15 meses e 3 anos, e analisaram o nível de sensibilidade das mães. Isso foi obtido a partir da observação de atividades monitoradas por vídeo. Os cientistas avaliaram a sensilbilidade materna como a capacidade da mãe em reconhecer e atender as necessidades do filho. Eles também observaram se as crianças encaravam as mães como uma base segura e confortável ou não. Nos casos em que a mães não corresponderam aos anseios dos filhos, as crianças se mostraram mais propensas ao estresse e ao acúmulo de peso.

Para a brasileira Maria Emília Albuquerque, nutricionista infantil do Hospital Pequeno Príncipe, em Curitiba (PR), a obesidade pode mesmo surgir nos casos em que a comida se torna um escape. "A criança nesse sentido funciona como os adultos, se ela está estressada ou triste vai procurar algo que lhe dê prazer e a comida é um caminho simples para isso", explica a especialista.

A nutricionista atenta também para os casos em que os pais trabalham demais ou exercem muitas atividades diariamente. Nessas situações, é comum a criança ganhar doces ou fast-food como espécie de recompensa pela ausência, o que pode se tornar um péssimo hábito para os pequenos. "Se funcionar como um prêmio, a criança vai estabelecer um vínculo errado com a comida", alerta.

Fonte: CrescerPartilhar

quinta-feira, 12 de janeiro de 2012

DIET E LIGHT NA GESTAÇÃO?

Embora seja natural engordar de 9 a 12 kg durante a gravidez, a preocupação com o peso acompanha os nove meses da gestação de muitas mulheres. Mais que motivos estéticos, o cuidado com o ganho de gordura e massa corporal se reflete na saúde de mãe e filho. 

Mas o uso de produtos light e diet, tão comum em dietas, tem de ser supervisionado durante a gestação, já que não são claras as consequências da sua ingestão pelas futuras mães.

"Os estudos sobre o efeitos dos alimentos diet e light no organismo não incluem as grávidas. Você não pode fazer testes em bebês. Mas é certo que o consumo em excesso não é recomendado", orienta Eduardo Zlotnik, ginecologista e obstetra do hospital Albert Einstein, em São Paulo. Em se tratando de adoçantes, as grávidas devem evitar o aspartame, a sacarina e os edulcorantes e substitui-los por stevia e sucralose.

Já para Mariana Exel, nutricionista do Hospital Samaritano, o real problema em se consumir comida light ou diet está na falta de informação que existe nas embalagens dos alimentos. O que no caso desses produtos é indispensável. Para começar, um produto diet é aquele que não possui determinado nutriente em sua composição, assim como o light é aquele que apresenta redução mínima de 25% em alguma de suas substâncias.

"As pessoas associam o light e o diet ao açúcar, mas esses produtos podem ter redução ou isenção de outros ingredientes ", explica a especialista. Por exemplo, um produto pode ser diet em sódio e em gordura, o que significa que não possui nem um nem outro. Como essa informação nem sempre está clara nas embalagens, é preciso ler o rótulo dos produtos com atenção. Assim, são comuns os erros na alimentação de quem quer controlar o peso. Um exemplo clássico é tentar substituir o chocolate tradicional pelo diet. "O chocolate diet não leva açúcar, mas em compensação tem muito mais gordura", explica a nutricionista.

Mas apesar das discussões que o assunto levanta, os especialistas são unânimes quando a questão é o controle de peso: o segredo está na alimentação saudável. "Ter uma dieta balanceada e praticar exercícios traz muito mais resultado", resume Zlotnik.

DESVENDANDO O RÓTULO

A melhor maneira de evitar enganos é, realmente, a leitura das pequeninas letras que descrevem os ingredientes do produto. Maria Emília Albuquerque, nutricionista infantil do Hospital Pequeno Príncipe ,em Curitiba, dá mais dicas. "Na hora de ler o rótulo, é importante saber que eles são escritos em ordem decrescente de acordo com a quantidade em que estão presentes nos alimentos." Isso significa, por exemplo, que se o açúcar aparece antes do que o concentrado de fruta no rótulo de um suco, ele contém mais açúcar do que fruta.

Mas como nem sempre os termos utilizados nas embalagens são conhecidos por quem não entende muito de química ou nutrição, listamos os principais nutrientes que você deve evitar nos produtos light e diet que consome:
  • Aspartame ou fenilalanina 
  • Sacarina
  • Ciclamato
  • Edulcorantes
  • Sacarose
  • Sódio (o indicado é até 150 mg a cada 100gr)
  • Gordura hidrogenada
Fonte: Revista CrescerPartilhar

terça-feira, 16 de agosto de 2011

VEGETAIS DENTRO DA BARRIGA

Se o seu filho não gosta de comer vegetais e legumes, o problema pode ter começado durante a gestação. Pesquisadores de uma universidade na Philadelfia, nos Estados Unidos, revelaram que o que a mãe come durante a gestação pode influenciar as preferências dos pequenos.

O estudo apontou que os sabores dos alimentos ingeridos pela mãe passaram para o bebê pelo líquido amniótico. Alimentos como baunilha, cenouras, alho, anis e menta são alguns dos que passaram da mãe para o bebê, revelou Julie Mennella, uma das responsáveis pela pesquisa, ao Daily Mail. Para comprovar a teoria, os pesquisadores deram cápsulas de alho ou açúcar para as mulheres antes de realizarem um exame de líquido amniótico de rotina. Eles então pediram para voluntários cheirarem as amostras e apontarem quais eram das mulheres que tinham comido alho.

Para eles, o feto consegue “sentir o gosto” do alimento, já que sua sensibilidade depende 90% do cheiro. E isso faria com que a criança guardasse a informação até a hora de ser apresentado aos alimentos sólidos. A pesquisadora Linda Bartoshuk, da Universidade da Flórida, afirma que a pesquisa pode fazer com que as crianças tenham uma alimentação mais saudável no futuro, com gostos para alimentos mais saudáveis desde a gestação.

Durante o estudo, pesquisadores pediram para que as gestantes se dividissem em três grupos: aquelas que tomavam suco de cenoura todos os dias, aquelas que só tomaram o suco durante a amamentação e aquelas que evitaram comer o alimento. Quando os bebês foram apresentados aos alimentos sólidos, aqueles cujas mães tomaram suco de cenoura durante a gestação e amamentação comeram mais cereais de cenoura do que o outro grupo.

Bem interessante, não?

Fonte: Revista Pais e filhos
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quinta-feira, 7 de julho de 2011

E O CONSUMO DE PEIXE CRU?

Em algumas culturas, comer peixe cru é uma tradição antiga. Mas certas pessoas têm maior risco de contrair doenças transmitidas por alimentos e devem evitar comer peixes e frutos do mar crus, diz a Food and Drug Administration (FDA), agência que regula o comércio de medicamentos e alimentos nos Estados Unidos.

Aqui está a lista dos principais grupos que devem ter cuidado no consumo de sashimis e sushis:
  • Idosos
  • Crianças muito pequenas
  • Mulheres grávidas
  • Qualquer pessoa com um sistema imunológico comprometido
  • Qualquer pessoa com baixos níveis de ácido do estômago

Fonte: IG
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sexta-feira, 10 de junho de 2011

CAFEÍNA ATRAPALHA A FERTILIDADE DA MULHER

Quantos cafés você toma por dia? Saiba que, se você está tentando engravidar, é melhor reduzir essa quantidade. Um novo estudo, realizado pela University of Nevada School of Medicine (EUA), revelou que a cafeína reduz a atividade muscular nas trompas que levam os óvulos dos ovários até o útero - o que diminuiria a chance de a mulher engravidar.

Para entender melhor como funciona, no revestimento das trompas há uma espécie de “cílios” e também células. Essas coordenam a contração muscular e, então, os cílios se movimentam e encaminham os óvulos em direção ao útero. O estudo, feito com camundongos fêmeas, revelou que a cafeína bloqueia as ações das células, o que faz com que os óvulos não cheguem ao seu destino certo.

Mas será que isso pode acontecer em seres humanos? Para Eduardo Zlotnik, ginecologista e obstetra do Hospital Albert Einstein (SP), apesar de a análise ser experimental e feita com animais, podendo haver diferenças ao extrapolar para nosso organismo, a relação entre cafeína e fertilidade merece atenção.

“Há muitos estudos sobre a cafeína [como a relação com aborto na gestação] controversos, porém a mulher deve ficar atenta se está com dificuldade de engravidar e toma muito café diariamente. Vale diminuir a quantidade. Ainda não está comprovado, mas já é um alerta”, diz.

Fonte: Revista Crescer
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sexta-feira, 20 de maio de 2011

CERVEJA ESCURA NÃO AUMENTA A PRODUÇÃO DE LEITE

Tomar cerveja escura é apenas um dos mitos populares que escutamos por aí de como seria possível aumentar a produção de leite. E vale reforçar que bebidas alcóolicas durante o aleitamento – assim como na gravidez – oferecem risco ao bebê.

“Tudo o que a mãe come ou bebe pode passar pelo leite e chegar até o filho, em maior ou menor quantidade”, diz Alexandre Pupo Nogueira, ginecologista e obstetra do Hospital Sírio-Libanês (SP).

Mães que ingerem muito álcool enquanto amamentam prejudicam o desenvolvimento da criança, desde a estatura até atraso do desenvolvimento neuropsicomotor.

Na lista de sugestões milagrosas entram a canjica e canja de galinha. “O que acontece é que a produção de leite demanda uma energia grande e esses alimentos são muito calóricos, com um tipo de carboidrato de absorção rápida pelo corpo. Isso aumentaria a energia corporal e também poderia ajudar na produção do leite. Mas nada disso é preciso”, afirma Alexandre. O que faz diferença é manter uma alimentação balanceada e ingerir caloria de maneira equilibrada ao longo do dia e não em picos como nos casos acima. E, principalmente, beber muito líquido.

Vale reforçar que o principal estímulo para a produção de leite materno é a sucção que o bebê faz no mamilo da mãe - processo que estimula a produção da prolactina e, assim, o leite. O bem-estar da mulher também é item fundamental. Segundo o especialista, uma das principais causas de não produção do leite é o estresse. Por isso, lembre-se de que o leite não vai aparecer assim que o bebê nascer.

Durante os primeiros dias, quando o que sai do seio é o colostro (riquíssimo em anticorpos, que serve como uma vacina para proteger o seu filho), o bebê vai consumir a reserva de gordura que acumulou dentro do útero, porque esse alimento inicial não nutre. Por isso, é normal ele perder peso nesse começo e recuperar aquele que nasceu por volta do 10º dia. Não tem nada de leite fraco aí!

Fique tranquila. Só por volta do terceiro ou quinto dia é que você vai notar a mama mais pesada, dura, que pode até dar uma sensação de calafrio. É o momento em que a produção de leite começa – e a partir de quando o bebê começa a ganhar uns quilinhos também.

Fonte: Revista Crescer
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terça-feira, 10 de maio de 2011

PEIXE PODE REDUZIR POSSIBILIDADE DE PARTO PREMATURO

Um estudo recentemente publicado no jornal Obstetrics and Gynecology concluiu que entre as mulheres grávidas que apresentavam risco de parto prematuro, aquelas que consumiam porções de peixe algumas vezes por semana diminuíam a probabilidade de dar à luz antes do tempo.

Ainda não se sabe ao certo qual a relação direta do peixe com o parto prematuro, mas os pesquisadores enfatizam que os resultados comprovam a indicação médica de que grávidas devem comer cerca de duas porções deste tipo de proteína por semana.

Liderada pelo Dr. Mark A. Klebanoff, do Nationwide Children's Hospital de Columbus, em Ohio (EUA), a pesquisa incluiu 852 gestantes com risco maior que o normal de sofrerem um parto prematuro. Cerca de 70% das entrevistadas confessaram comer no mínimo meia porção de peixe uma vez por semana, durante os cinco primeiros meses de gestação. Destas, 36% tiveram seus bebês antes do tempo. Já a análise feita com mulheres que comiam peixe somente uma vez por mês mostrou que destas, 49% delas pariram com antecedência.

Em uma visão geral, pesquisadores concluram que as mulheres que consumiam duas ou três porções de peixe por semana eram 40% menos prováveis a ter um parto prematuro. Mas não questão apenas de comer mais peixe, explica Dr. Klebanoff. O médico atenta que os dados não significam que quanto mais se consuma a proteína, melhor. Como em qualquer dieta, o equilíbrio é fundamental.

BENEFÍCIOS DO PEIXE

Que o peixe é uma opção saudável de proteína, você já sabe. O alimento é conhecido por sua quantidade considerável de ômega 3, ácido-graxo que faz bem ao cérebro e ao coração. A nutricionista Maria Angela Ricco explica que o consumo de peixe pode acelerar o metabolismo do feto e acelerar o desenvolvimento cognitivo. Os tipos mais recomendados de peixe para consumo na gravidez são os de água fria como o atum, o salmão e a sardinha e eles devem ser consumidos, não só durante a gestação, como na amamentação também, lembra a nutricionista.

Mas mesmo que o peixe seja considerado uma carne magra, ele contém gorduras e deve ser consumido com bom senso. Cozido ou assado são as melhores opções. Evite o peixe cru, que pode desencadear uma infecção intestinal ou, pior ainda, a contaminação por toxoplasmose. Para preservar o ômega 3, evite fritá-lo. Isso porque a alta temperatura do óleo altera a substância.

Fonte: Revista Crescer
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segunda-feira, 2 de maio de 2011

GRAVIDEZ E JUNK FOOD

Que tudo o que você come na gravidez tem um impacto na saúde do seu filho, você já sabe. Agora, um novo estudo revela que mulheres que comem muita junk food durante os nove meses têm mais chance de ter filhos que gostem desse tipo de comida.

Para a pesquisa, publicada no jornal científico FASEB, cientistas da Univeristy of Adelaide, na Austrália, os cientistas estudaram dois grupos de ratos durante a gravidez e lactação. Uns foram alimentados com ração normal e outros, à base de uma dieta rica em gordura e açúcar.

Depois que os filhotes dos ratos foram desmamados, ambos foram autorizados a escolher suas próprias dietas. Aqueles cujas “mães” ingeriram junk food eram mais propensos a optar por alimentos gordurosos.

Mas será que isso pode acontecer também com seres humanos? Segundo Alexandre Pupo Nogueira, ginecologista e obstetra do Hospital Sírio-Libanês (SP), apesar de o estudo ter sido feito com um modelo animal (e nem sempre os resultados podem ser extrapolados para o homem), ele traz indícios de que, desde a formação do feto, já se inicia a programação dos hábitos alimentares.

Ou seja, a criança já teria uma tendência de ter o paladar mais voltado à junk food. “Mas são só indícios. Devemos lembrar que os hábitos alimentares da criança são definidos por diversos fatores, desde a cultura, o ambiente onde vive, o que é oferecido a ela e, claro, o paladar de cada um”, diz o especialista.

Fonte: Revista Crescer
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domingo, 20 de março de 2011

PRISÃO DE VENTRE NA GRAVIDEZ

Esse desconforto é comum durante os nove meses e pode piorar se você já tinha o problema antes de engravidar - cerca de 40% das grávidas passam por isso. A constipação acontece porque a progesterona (hormônio da gestação) deixa o intestino preguiçoso, além de o útero comprimi-lo. Há mulheres que se queixam já no primeiro trimestre, e o ferro presente nas vitaminas que você toma também pode agravar a situação.

Assim que você sentir dificuldade para ir ao banheiro, procure o médico. Em alguns casos, o obstetra pode receitar o uso de laxantes apropriados para as grávidas. Em casa, beba bastante água (você pode até colocar uma rodelinha de limão, laranja ou umas folhas de hortelã no copo para dar um sabor especial) e incremente as refeições com alimentos ricos em fibras, que ajudam a prevenir a prisão de ventre.

São eles: cereais, frutas, verduras e legumes. Comer ameixa preta ou fazer um suco com ela é uma boa dica. Os exercícios físicos ajudam, mas só se o seu médico liberar. Confira a seguir as frutas que mais ajudam e as que você deve evitar enquanto estiver com o problema:

- Frutas indicadas: ameixa, mamão, manga, morango, laranja (com bagaço), abacaxi, jaca, figo e damasco.

- Frutas contraindicadas: goiaba, maçã, banana, pêra e caju.
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Fonte: Revista Crescer
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quarta-feira, 10 de novembro de 2010

TEM VITAMINA NO PÃO

Um trabalho científico realizado por estudiosos suecos mostra que o ácido fólico, presente na farinha de trigo, é bem aproveitado pelo organismo. Os estudiosos avaliaram o teor da vitamina no sangue de voluntários que consumiram pães elaborados com farinha enriquecida e concluíram que a absorção do nutriente é ótima. O estudo acaba de ser publicado no periódico American Journal of Clinical Nutrition.
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A substância - também chamada de folato - é uma vitamina do complexo B que previne a malformação fetal, e ela é indispensável desde os primeiros dias de gestação, fase em que as estruturas nervosas do feto, incluindo o tubo neural, começam a se constituir. No Brasil, por determinação do Governo Federal, desde 2002 toda farinha comercializada deve receber a vitamina. Alimentos como os brócolis e o tomate também são excelentes
fontes do nutriente.
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Fonte: Trigo é saúde
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quinta-feira, 5 de agosto de 2010

EXCESSO DE PESO E IDADE AVANÇADA PODEM ATRASAR PRODUÇÃO DE LEITE MATERNO

Mães de primeira viagem que tem mais de 30 anos, estão acima do peso ou têm dificuldades na amamentação do recém-nascido no primeiro dia podem ter mais chance de sofrer atraso na produção do leite, sugere um novo estudo. Após o parto, as mulheres produzem um precursor do leite materno, chamado colostro, até começar a dar leite. Se essa mudança não acontecer dentro de 72 horas, os investigadores consideram o caso um atraso na lactogênese.
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Os pesquisadores se preocupam com a possibilidade de algumas crianças sofrerem desidratação ou perderem muito peso (perder um pouco de peso após o parto é normal), e de algumas mães, preocupadas e frustradas, desistirem de amamentar. No entanto, as novas mamães com atraso na produção de leite não devem ser desencorajadas, disse Laurie A. Nommsen-Rios, do Cincinnati Children's Hospital Medical Center, em Ohio, que liderou o novo estudo. Em vez disso, elas devem procurar seu pediatra ou um especialista em questões do aleitamento materno, segundo a pesquisadora.
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Com apoio, Nommsen-Rios disse que as mães com a produção do leite materno atrasada vão se sair bem. Ela observou que quase todas as novas mães -98%- começam a produzir leite após a primeira semana. Para o estudo atual, publicado no American Journal of Clinical Nutrition, a pesquisadora e seus colegas analisaram os fatores associados ao atraso do aleitamento entre 431 mães de primeira viagem que deram à luz em um centro médico da Califórnia. Os investigadores focaram nas mães de primeira viagem, pois há mais chance de elas terem tido problemas com atraso.
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Globalmente, o estudo observou que 44% das mulheres levaram mais de 72 horas para começar a produzir leite -o que foi avaliado após questionar as participantes se sentiram seus seios visivelmente mais cheios três dias após o parto. As mulheres que estavam com sobrepeso ou obesas estavam mais propensas ao atraso do que as magras -45% e 54% respectivamente- em comparação a 31% das mulheres com peso normal. A idade também parece ser um fator. 58% das mulheres de 30 anos de idade e mais velhas tiveram atraso na produção do leite materno em comparação a 39% das mulheres mais jovens. Além disso, as mães que disseram que tinham "amamentado bem" pelo menos duas vezes durante as primeiras 24 horas de vida do recém-nascido -quando o colostro é produzido- estavam menos propensas a ter um atraso -39% a 43% destas mulheres, em comparação a 65% das mães que relataram ter amamentado apenas uma ou nenhuma vez nas primeiras 24 horas.
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Outro fator relacionado à produção de leite foi a dor no mamilo. As mulheres que tiveram mais do que uma dor leve nos primeiros dias após o parto estavam menos propensas a ter atraso de que as outras. Segundo os pesquisadores, essa dor pode ser um indicativo mais eficaz do aleitamento materno precoce, o que incentivaria a produção de leite. Não está claro por qual motivo a idade e o peso estariam associados a um maior risco de lactação tardia, de acordo com Nommsen-Rios. Mas ambos estão relacionados a maiores probabilidades de intolerância a carboidrato durante a gravidez. Problemas no metabolismo do açúcar podem ser um fator de risco mais elevado relacionado ao atraso na produção do leite materno, especulou a equipe.
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Independente de qualquer explicação para os resultados, Nommsen-Rios alertou que todas as mulheres devem procurar ajuda para lidar com as dificuldades do aleitamento materno precoce.
Para ajudar a sustentar o sucesso do aleitamento materno precoce, a Academia Americana de Pediatria recomenda que as mulheres peçam para ter seus recém-nascidos colocados em contato pele a pele com elas logo após o nascimento, para que possam amamentar.
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Mamadas frequentes nos primeiros dias também são importantes, segundo a pesquisadora. Muitas vezes, é recomendado que as mulheres amamentem a cada duas horas, mas ela sugeriu que as novas mães tentem amamentar sempre que seu recém-nascido "mostrar interesse". A taxa de atraso da produção de leite neste estudo -44%- é significativa, de acordo com Nommsen-Rios. Estudos anteriores demonstraram que, em comparação com as norte-americanas, as mulheres de nações menos desenvolvidas, como o Peru e a Guatemala, tendem a produzir leite mais rapidamente.
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Fonte: Uol
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quinta-feira, 15 de julho de 2010

POSSO TOMAR CHÁ NA GESTAÇÃO?

Com os dias mais frios, você não resiste a um chazinho? Mas, na gravidez, é preciso cuidado com tudo o que você consome. Até essa bebida simples pode, sim, ser um problema. Um estudo realizado pelo Centro de Controle e Prevenção de Doenças dos Estados Unidos (CDC), publicado pelo American Journal of Obstetrics and Gynecology, mostrou que a época em que as grávidas norte-americanas mais são adeptas de chás e remédios à base de ervas é no primeiro trimestre da gestação. O período mais crítico da gravidez, quando o bebê está em formação.
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Alguns chás, inclusive, podem ser abortivos, caso dos de canela e de cravo-da-índia. Há aqueles que contêm grande quantidade de cafeína, como o preto e o mate. “A cafeína deve ser excluída durante toda a gestação. Ela é um estimulante do sistema nervoso central, o que pode deixar a mulher agitada, com taquicardia, trazendo aceleração dos batimentos cardíacos não somente para ela, mas também para o bebê”, afirma Antonio Júlio de Sales Barbosa, obstetra e ginecologista do Hospital Santa Catarina (SP).
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Segundo Regina Stikan, nutricionista do Hospital e Maternidade São Camilo (SP), a gestante deve optar pelos chás claros, mas não deve tomá-los todos os dias. "Os mais indicados são os de erva doce e erva cidreira, que têm efeito calmante", diz. Ainda assim, o obstetra alerta: “Por existirem poucos estudos sobre o efeito das plantas medicinais durante os nove meses, é preciso sempre conversar com o seu obstetra. Ele é quem vai avaliar a segurança de medicações e alimentos durante a gravidez”, afirma. .
CHÁS NA BERLINDA
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º CHÁ VERDE - Acelera o metabolismo e não tem um estudo definido. Não indicado.
º CHÁ BRANCO - Acelera o metabolismo. Não indicado.
º CHÁ PRETO - hiperacidez, redução do apetite e prisão de ventre. Não indicado.
º CHÁ DE ERVA DOCE - calmante. Indicado.
º CHÁ DE CANELA - relaxante. Não indicado.
º CHÁ DE CRAVO-DA-ÍNDIA - relaxante. Não indicado.
º CHÁ DE ERVA CIDREIRA - calmante. Indicado.
º CHÁ MATE - não realiza a adequada absorção de proteínas, ferro e cálcio. Não indicado.
º CHÁ DE ALFAZEMA - tranquilizante. Indicado.
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Fonte: Revista Crescer
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segunda-feira, 12 de julho de 2010

FERTILIDADE E ALIMENTAÇÃO

Atualmente a infertilidade atinge de 8 a 15% dos casais que desejam ter um filho. Um dos motivos é a má qualidade do sêmen, no qual a causa é pouco entendida, apesar do estilo de vida e a dieta serem apontados como um fator importante. Outro motivo bem frequente é devido às dificuldades ovulatórias, que, mesmo indiretamente, tem relação com alimentação.
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De acordo com pesquisas realizadas com animais e humanos, a ingestão de antioxidantes como vitamina C e E, betacaroteno e os minerais folato e zinco tem demonstrado ser importante para a qualidade do sêmen. Já o consumo de gordura trans está relacionado com o aumento do risco de infertilidade. A obesidade e o sobrepeso trazem muitas consequências à saúde, inclusive distúrbios reprodutivos. Há uma quantidade expressiva de mulheres obesas inférteis. Neste caso, a redução de peso e a mudança de hábitos alimentares podem ajudar na solução do problema.
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Mulheres com sobrepeso devem perder de 5% a 10% do peso para aumentarem suas possibilidades de gravidez. Estar na faixa de 20 a 24 do IMC (Índice de Massa Corporal) é favorável para engravidar. A gordura trans está relacionada com aumento de 73% de risco de infertilidade, isso vale também para alto índice glicêmico dos alimentos, associado há um maior risco. Por isso, ao comprar produtos industrializados, escolha aqueles "livre de trans". O mercado está trocando essa gordura por óleo de palma ou adotando a interesterificação (processo que não origina a gordura trans).
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Uma alimentação balanceada, com frutas, verduras, legumes, com variação dos alimentos certamente estarão presente os antioxidades, a vitamina C, E, betacaroteno e os minerais citados. Podemos mencionar ainda as gorduras boas e o ácido fólico a favor da fertilidade: Azeite, óleo de canola, salmão, sardinha, linhaça e amêndoa. Essas gorduras facilitam a penetração do espermatozóide e a saída do embrião, que vai se implantar no útero.
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O ácido fólico é importante desde a fecundação até o fim da gestação, pois ajuda na formação do sistema nervoso do feto. Ele ainda é eficaz na manutenção da gravidez, principalmente nos três primeiros meses, quando o risco de aborto natural é maior. Soja, fígado, vegetais verde-escuros (espinafre, agrião) e levedo de cerveja são boas fontes.
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OUTRAS DICAS IMPORTANTES
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Reduzir a ingestão de açúcar e carboidratos refinados, como doces, pão branco, batata, refrigerante, etc;
Reduzir a ingestão de gordura animal (manteiga, creme de leite, banha de porco, bacon, etc.);
Consumir alimentos fontes de fibras, incluindo grãos, frutas, vegetais e cereais integrais;
Praticar exercícios regularmente;
Beber bastante água.
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Fonte: Terra
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