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terça-feira, 4 de maio de 2010

PRINCIPAL CAUSADOR DA HIPERTENSÃO: SAL É VILÃO DA DIETA

Depois da guerra travada contra o tabaco e o açúcar, as autoridades de saúde agora miram suas armas para outro vilão da dieta: o sal. Uma pesquisa divulgada nesta segunda-feira pelo Ministério da Saúde mostra que a proporção de brasileiros com hipertensão arterial cresceu de 21,5%, em 2006, para 24,4% em 2009.
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O levantamento, que entrevistou 54 mil adultos, concluiu que, apesar de terem aumentado em todas as faixas etárias, os casos de hipertensão cresceram sobretudo entre os idosos - 63,2% das pessoas com 65 anos ou mais apresentam o problema. Em 2006, esse porcentual era de 57,8%.
Pesquisas científicas já comprovaram a relação direta entre o consumo de sal e a hipertensão arterial, um dos grandes males de saúde pública no mundo.
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De acordo dados da Sociedade Brasileira de Cardiologia, um brasileiro consome em média 12 gramas de sal por dia, quando o recomendado seria limitar essa ingestão a 6 gramas. Em geral, a quantidade é alta porque, além do sal contido no alimento industrializado, as pessoas não dispensam o saleiro durante as refeições. O consumo de sal tornou-se um assunto de saúde pública.
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A batalha das autoridades contra o uso exagerado de sal esbarra, no entanto, nos argumentos de boa parte da indústria alimentícia. A redução do sal interfere diretamente no sabor dos produtos industrializados, mas não é só. "Ele também é um dos principais conservantes dos alimentos", explica Luiz Aparecido Bortolotto, cardiologista do Instituto do Coração do Hospital das Clínicas de São Paulo e membro da Sociedade Brasileira de Hipertensão. "Enquanto essa mudança não ocorre na indústria, é preciso concientizar a população a reduzir o sal na alimentação diária. Tirar o saleiro da mesa, usar ervas e outros temperos como alternativa.”
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INIMIGO DA SAÚDE
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O problema do consumo excessivo de sal é que ele provoca retenção de sódio e água nos rins, o que aumenta o volume de sangue em circulação. Com uma quantidade maior de sangue nas paredes das artérias, a pressão arterial fica mais alta. O levantamento divulgado hoje mostra que a doença não é ocorre apenas entre os idosos. Entre a população até 34 anos, 14% dos entrevistados apresentam pressão alta. E a proporção de hipertensos é maior entre mulheres (27,2%) do que entre homens (21,2%).
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A hipertensão é uma doença silenciosa e não apresenta sintomas. Por isso, é importante conferir a pressão pelo menos uma vez por ano. Uma Pressão considerada normal para adultos é aquela igual ou inferior a 12 por 8. Para substituir o sal, utilize alho, orégano, salsa, majericão, cebola, pimenta e outras ervas e especiarias.
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Veja a matéria completa na Revista Veja
Veja também:
Sal em excesso
Cuidado com o sal na alimentação das crianças
Insuficiência renal e alimentação
Especiarias podem ajudar no combate a obesidade
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domingo, 2 de maio de 2010

ATIVIDADE FÍSICA PREVINE A INSÔNIA

Quer dormir bem? Então, mexa-se. Esta é a recomendação de especialistas em sono: atividades físicas regulares levam o indivíduo a fazer as pazes com o travesseiro. E, em muitos casos, o exercício pode reduzir ou até eliminar a necessidade de tomar remédios para dormir.
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"O ideal é praticar uma atividade física quatro vezes por semana, por pelo menos 40 minutos. E a intensidade do exercício vai depender do condicionamento físico da pessoa. Para quem é sedentário, começar pela caminhada já vai trazer uma boa melhora", diz a neurologista Andrea Bacelar, vice-presidente da Associação Brasileira do Sono. Segundo a especialista, o ideal é fazer estas atividades físicas pela parte da manhã.
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Se a pessoa só tiver disponibilidade no fim da tarde ou à noite, o indicado é evitar fazer o exercício quatro horas antes de dormir. A atividade física libera hormônios como a endorfina, que relaxa. Mas também libera a adrenalina, daí o alerta para evitar se exercitar antes de dormir. Além disso, praticar a atividade de manhã faz com que o organismo funcione melhor, proporcionando um bem-estar físico e mental.
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Isto acaba se refletindo na qualidade do sono. "Quem pratica esportes ou atividades físicas regulares tem um tempo total de sono maior e também uma maior quantidade de sono profundo, que é fundamental para o cérebro processar novas informações", diz. O exercício ajuda a dormir, e vice-versa, num círculo virtuoso. Dormir bem, dá mais vigor ao organismo para praticar atividades físicas, pois libera o hormônio do crescimento, até mesmo na idade adulta. "No adulto, este hormônio recupera a musculatura e ajuda a reduzir riscos de osteoporose", diz a neurologista. Por outro lado, dormir mal tem consequência a curto e a longo prazo. A curto prazo, causa irritabilidade, cansaço, déficit de atenção. A longo prazo, baixa a imunidade, antecipando doenças degenerativas, como hipertensão e diabetes.
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Metade dos adultos brasileiros tem queixas em relação à qualidade do sono: ou não tem tempo para dormir, por causa dos afazeres do cotidiano; ou demoram a pegar no sono; ou dormem tão mal que acabam passando dia cansados, segundo uma pesquisa da Academia Brasileira de Neurologia, de 2009. Isto sem falar na insônia propriamente dita, um mal que atinge 20% da população mundial, de acordo com estudo da Sleep Foudation, dos EUA. "O quadro de insônia crônica se configura partir de um mês sem conseguir dormir direito. Então, é a hora de procurar um médico" diz a neurologista.
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Fonte: Terra
Veja também:
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Cãimbra ou cãibra? Não importa!
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sexta-feira, 30 de abril de 2010

RAÇÃO HUMANA CAUSA POLÊMICA ENTRE PROFISSIONAIS DE SAÚDE

Ela causa repulsa pelo nome e euforia pelos benefícios que supostamente seria capaz de proporcionar: rejuvenescimento, bom funcionamento do intestino e até perda de peso, garantem os fabricantes.
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A ração humana, uma farinha composta por cerca de dez ingredientes, virou moda. É a aposta da vez para aqueles que buscam emagrecer e cuidar da saúde. Como não há um estudo científico que ateste os efeitos positivos que a tal mistura promoveria no corpo humano, os especialistas ainda não chegaram a um consenso sobre o alimento.
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O nutrólogo Mauro Sisberg, da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp), condena o uso da novidade até como complemento alimentar. "Sou a favor dos nutrientes de sua composição, como o trigo e a soja, mas não desta combinação e nem da dosagem. A mistura tem sido vendida como uma solução pronta, mas não tem comprovação médica. Uma colher desta ração não tem o poder de melhorar nada", diz.
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Outro problema, segundo Sisberg, é que não há padronização da composição da ração. "Não se sabe nem mesmo a origem desta fórmula, assim como não há validação e padronização científica sobre a dosagem ideal. Teoricamente, a mistura de cereais é feita desde a década de 1950, mas não como uma fórmula única", afirma. Até mesmo os especialistas que indicam a mistura pedem cautela para o consumo, sobretudo para quem tem alguma doença. "O hipertenso não pode consumir a farinha porque contém guaraná, assim como o diabético não pode ingerir o açúcar mascavo que há nela e o farelo de trigo pode provocar diarréia", diz a nutróloga Socorro Giorelli, da Sociedade Brasileira de Nutrologia. "Atenção ao rótulo na hora da compra! Se for fabricar em casa, veja a procedência dos ingredientes", indica ela.
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Doutor em Ciências dos alimentos pela Unicamp, o nutrólogo Edson Credidio compara a ração à multimistura criada pela médica Zilda Arns (fundadora da Pastoral da Criança), que tinha um preço mais popular e não era usada com o objetivo de emagrecer. "Acho válido o uso da ração humana porque o brasileiro consome pouca fibra", declara o profissional. "Necessitamos de 25g a 35 g por dia e a maioria das pessoas passa longe desta medida. A farinha pode ser um complemento se for adicionada aos lanches, mas nunca deverá atuar como substituta de refeições, pois isso pode causar carências nutricionais", diz.
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A nutróloga Ellen Simone Paiva também é contrária à ração humana. O único benefício verdadeiro da mistura, segundo ela, seria melhorar o funcionamento intestinal. "Como a composição tem muita fibra, pode melhorar a flora intestinal, mas apenas se a pessoa tiver um estilo de vida completamente saudável", opina. Em um ponto todos os especialistas concordam: se optar pela ração humana, não dispense o acompanhamento médico.
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Fonte: Editora Abril
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Ração humana
Tipo de café da manhã influencia perda de gordura
Barra de cereais é um hábito saudável?
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quinta-feira, 15 de abril de 2010

MISTURAR ERVAS E ATÉ CHÁ VERDE COM REMÉDIOS PODE SER PERIGOSO

Pesquisadores alertam que ervas e suplementos populares, incluindo erva de São João e até mesmo alho e gengibre, não se misturam bem a medicamentos comuns para o coração, e também podem ser perigosos para pacientes que tomam estatina, anticoagulante e remédios para a pressão arterial.
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Considerado um antidepressivo natural, a erva de São João eleva a pressão e os batimentos cardíacos. Já o alho e o gengibre aumentam o risco de hemorragias em pacientes que tomam anticoagulantes, afirmaram os pesquisadores. Mesmo o suco de toranja (grapefruit) pode ser arriscado, aumentando os efeitos de bloqueadores dos canais de cálcio e estatinas, disseram eles.
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“Esta não é uma pesquisa nova, mas existe uma tendência na direção de um uso cada vez maior desses compostos. Os pacientes muitas vezes não discutem com seus médicos os compostos que tomam por conta própria”, disse Dr. Arshad Jahangir, autor de um artigo publicado esta semana no The Journal of the American College of Cardiology.
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O trabalho inclui uma lista com mais de duas dúzias de produtos de ervas que os pacientes deveriam usar com cautela, além de uma lista de interações comuns entre medicamentos e ervas. Entre os produtos listados estão o ginkgo biloba, o ginseng e a equinácea, assim como algumas surpresas como o leite de soja e o chá verde – que podem reduzir a eficácia do anticoagulante varfarina – e até mesmo a babosa e o alcaçuz. Os médicos precisam ser mais assertivos e perguntar aos pacientes sobre as ervas e suplementos que eles tomam; já os pacientes precisam revelar essa informação a seus médicos, disse Jahangir.
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Para quem toma suplementos de alho acreditando que isso melhorará a saúde de seu coração, explicou Jahangir, “as pessoas vão se surpreender ao saber que podem estar tomando algo capaz de aumentar os riscos de hemorragia”.
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Matéria retirada do site Nutrição em Foco
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Chá diminui consequências físicas do estresse
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Caminhada reduz níveis de pressão arterial
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quinta-feira, 1 de abril de 2010

LINEA SUCRALOSE

Linea Sucralose é o único adoçante que tem o verdadeiro sabor do açúcar porque é feito com Sucralose, um edulcorante derivado da cana-de-açúcar que não possui calorias. Pode ser usada por toda família, inclusive criança, gestantes, diabéticos e fenilcetonúricos.
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Aprovada pelo FDA - Food and Drug Admnistration - em todas as categorias (General Purpose), JECFA - Joint Expert Committee on Food Additivies e ANVISA - Agência Nacional de Vigilância Sanitária - a sucralose foi estudada por mais de 20 anos. Os estudos têm demonstrado de maneira definitiva que a sucralose é inócua à saúde, mesmo a níveis de consumo muito superiores ao necessário para adoçar, não havendo nenhum tipo de restrição ao seu consumo. Os estudos indicam claramente que a sucralose não possui calorias, não causa cáries, não tem efeito na secreção de insulina e não é tóxica. Além disso, devido sua excepcional estabilidade a altas temperaturas, é perfeito tanto para culinária como para adoçante de mesa.
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Os produtos da linha Linea são fabricados sem adição de açúcar e gordura, resultando em produtos saudáveis e com grande redução calórica. Como substituto de açúcar utilizamos em toda a linha de produtos Linea o edulcorante de última geração sucralose. A sucralose apresenta perfil de dulçor similar ao do açúcar mantendo o sabor original dos alimentos. São utilizados como substitutos de gordura ingredientes modernos (fibras dietéticas, proteínas de soro do leite, gomas etc), conferindo aos produtos textura e sabor adequados.
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A Linea é a única empresa do Brasil que utiliza sucralose Splenda, original dos EUA, em adoçantes de mesa, e a única que obedece a lei de patentes para este fim. Sendo também a empresa pioneira no uso de sucralose em alimentos industrializados. Os produtos Linea apresentam valor nutricional agregado e qualidades sensoriais superiores (sabor/textura semelhantes aos produtos convencionais).
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Além de adoçantes, existe uma gama de produtos destinados ao público saudável, como barra de cereais, geléias, sal light (66% menos sódio), refrescos em pó e shakes. Experimente!
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Para saber mais sobre os produtos da linha Linea, acesse:
Site: http://www.lineasucralose.com.br/index.php
Blog: http://www.entrenalinea.com.br/
Twitter: http://twitter.com/entrenalinea
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Veja também:
Saiba mais sobre diabetes
Diet ou light?
Batata Yacon: conheça melhor esse fantástico alimento
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sábado, 20 de março de 2010

COMPORTAMENTO ALIMENTAR DA FAMÍLIA

O comportamento de compra e consumo dos alimentos tem se tornado algo curioso – e importante de ser avaliado. O motivo? Tanto a grande variedade de alimentos industrializados disponíveis para compra ou ainda o vasto número de restaurantes que temos, desde os mais tradicionais e populares aos mais luxuosos e que determina escolhas nem sempre fáceis ou adequadas.
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Interessante levar em conta que um adulto chega a tomar mais de 200 decisões por dia para realizar suas refeições - o que impede, muitas vezes, o consumo consciente em cada refeição. O resultado disso é geralmente uma miscelânea de erros tanto em qualidade como em quantidade, gerando doenças cada vez mais precoces, como é o caso da obesidade, hipertensão e Diabetes do tipo 2 (associado ao excesso de peso e não apenas à genética).
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Nessa “guerra de erros”, um bom exemplo é a variedade de restaurantes self-service, onde geralmente as pessoas acabam colocando no prato três ou mais tipos de carboidratos (massas, arroz e farofa) e alguns tipos de carnes (carne vermelha, frango e peixe). Isso quando não acontecem as combinações pra lá de “incombináveis” como sashimi, feijoada e lasanha! E esse hábito comprova o que pesquisas já relatam: quanto mais opções tivermos, maiores as probabilidades para o erro.
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A cobrança de mais tempo para passar com a família muitas vezes gera escolhas com mais conveniência e melhor preço, o que leva a um aumento no consumo de fast-food. E nesse quesito deve ser observado o tamanho das porções que pedimos, como o tamanho dos copos de refrigerantes que crescem a cada ano, além dos lanches de 3 andares e os intermináveis pacotes de batata frita. E lembre-se de que, mesmo nas redes de comida rápida, há possibilidades de escolher saladas, alimentos menos gordurosos, sucos e até frutas. Cabe aos pais, portanto, incentivar o consumo mais coerente, em qualquer lugar.
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Como ultimamente os pais estão sempre ligados nas informações e apresentam um cotidiano agitado, é importante manter o bom senso entre o prático, o rápido e o saudável. A dupla jornada “comer e trabalhar”, a necessidade de estar atento a informações na TV, rádio, internet, usar o celular durante as refeições... essas atitudes levam a uma mudança do foco. Em vez de se tornar um ato de prazer e de focar no sabor dos alimentos, as refeições proporcionam um consumo exagerado, com direito a quilos extras. O que os pais não percebem é que nessas ocasiões os filhos recebem a mensagem de que tudo é permitido. Assim, eles vão reivindicar o direito de comer enquanto assiste à TV ou joga vídeo game e chegam ao mesmo resultado: quilos a mais e saúde de menos.
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Matéria retirada da Revista Crescer
Veja também:
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Obesidade infantil
Refeições longe da telinha
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quinta-feira, 11 de março de 2010

SIBUTRAMINA

A obesidade constitui uma doença crônica de caráter neuroquímico, progressivo e recidivante. O seu tratamento visa uma redução ponderal com fins de prevenção, melhora, controle ou mesmo reversão das doenças associadas, tais como o diabetes, a hipertensão e a dislipidemia.
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As principais causas de morte na obesidade, independente do tratamento, são as doenças cardiovasculares, dentre elas a doença arterial coronariana, doenças cerebrovasculares e arritmias cardíacas. A abordagem clinica da obesidade fundamenta-se em uma combinação equilibrada de um programa de modificação dietética e comportamental com exercícios físicos, associada ou não ao uso responsável de medicamentos.
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Diante de poucas medicações disponíveis, a sibutramina constitui uma excelente opção que combina eficácia, segurança e fácil manejo clínico por médicos com experiência na área de obesidade. A perda de peso significativa obtida com o uso da medicação, demonstrada nos estudos anteriores ao Scout, justifica seu uso para o tratamento da obesidade. A retirada da sibutramina do mercado europeu foi precipitada, pois se baseia em dados já conhecidos do estudo Scout (Sibutramine Cardiovascular OUTcome), no qual 11,4% dos pacientes que utilizaram a sibutramina tiveram um evento cardiovascular, em comparação com 10% dos que tomaram placebo. O estudo incluiu cerca de 10.000 doentes com 55 anos ou mais e história de doença cardiovascular ou diabetes tipo 2 com um fator de risco cardiovascular adicional.
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Por outro lado, a extrapolação destes dados pode ser vista como contraditória. O uso da sibutramina como coadjuvante do tratamento pode trazer uma redução do risco para pacientes que não tenham a doença cardiovascular clinicamente estabelecida, podendo preveni-la ou impedir a sua progressão. Lembremos que a advertência quanto ao uso da sibutramina em pacientes com doença cardiovascular sempre existiu e a bula do medicamento afirma explicitamente que o medicamento não deve ser utilizado em pessoas com história de doença cardiovascular. Acreditamos que nossos órgãos regulatórios precisam reforçar a advertência de que a sibutramina não deva ser usada por doentes com doença arterial coronariana, insuficiência cardíaca, hipertensão arterial não controlada, arritmias e outros problemas cardiovasculares graves.
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Sociedade Brasileira de Endocrinologia e Metabologia
Veja também:
Remédios para emagrecer
Caloria: é só isso que importa para emagrecer?
Shakes para emagrecer
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terça-feira, 9 de fevereiro de 2010

CAMINHADA REDUZ NÍVEIS DE PRESSÃO ARTERIAL

Para afastar o perigo da hipertensão, aposte nas caminhadas. Uma pesquisa da Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto (FMRP), da USP, comprovou que a caminhada reduz a pressão arterial na primeira hora e, o que é melhor ainda, essa queda se mantém nas 24 horas subsequentes. Segundo dados da Sociedade Brasileira de Cardiologia, no Brasil, são 27 milhões de hipertensos com mais de 18 anos e 2 milhões de crianças e adolescentes que enfrentam o problema.
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A pesquisa teve início em julho de 2008 e terminou em outubro de 2009. Foram avaliados 1000 voluntários com idade entre 60 e 75 anos. Inicialmente foram selecionados 10% dos idosos como amostragem representativa. Os participantes realizaram uma sessão intensa de 40 minutos de caminhada, seguida de uma sessão de repouso também de 40 minutos. Os resultados apontaram que a redução é mais expressiva naqueles com pressão arterial elevada e menor naqueles com pressão arterial normal. O diferencial do estudo, segundo os pesquisadores, é o fato de ter sido analisado o impacto do exercício aeróbico em pista, na modalidade caminhada, e não em esteira e bicicleta ergométrica, como era feito até então.
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Após uma única sessão desse exercício aeróbico, em média, a pressão arterial sistólica, que é o valor mais alto e mede a força do sangue nas artérias, quando o coração se contrai para impulsionar o sangue através do corpo, caiu 14 milímetros de mercúrio (mm Hg) e a pressão arterial diastólica, número inferior que mede a pressão enquanto o coração relaxa para se abastecer de sangue, caiu 4 milímetros, ou seja, de 13 por 9, por exemplo, passou para 11 por 8. E, após 24 horas, essa pressão continuou reduzida em 3 milímetros na pressão sistólica e 2 milímetros na diastólica. Os pesquisadores explicam que a prática contínua de exercícios pode levar à diminuição gradativa e até ao não uso de medicamentos para os hipertensos leves e, ainda ser um método coadjuvante no tratamento com medicamentos nos casos mais graves.
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Veja também:
Cuidado com o sal na alimentação das crianças
Sal em excesso
Consumo de chá verde exige cautela
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domingo, 7 de fevereiro de 2010

FEIJÃO AZUKI

Já ouviu falar sobre o feijão azuki? É uma leguminosa selvagem, originária do Japão, pequena e vermelha. A sua introdução na Europa deu-se após o século XX, depois de ter sido levado pelos emigrantes japoneses para o Brasil. É um alimento de grande riqueza nutricional, pois é rico em proteínas, fósforo, cálcio, ferro, potássio, zinco, fibras solúveis e vitaminas do complexo B.
.Para além de propriedades diuréticas, este feijão fermenta menos do que os outros. Auxilia na formação óssea, fortifica e regenera rins cansados, sendo indicado para disfunções renais, hipertensão e diabetes. Os japoneses utilizam-no na preparação de doces com sabor suave. Na alimentação vegetariana é o ingrediente principal de feijoadas ou chili, por ser leve e saudável. Também é usado na preparação de sopas e saladas. O consumo de arroz com feijão azuki fornece ao organismo uma combinação nutricional completa.
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Antes de qualquer preparação, este feijão deve ser deixado de molho durante 10 a 12 horas. Deve cozinhar-se, preferencialmente na panela de pressão, durante 30 minutos, sem sal. O sal deve ser adicionado depois da cozedura e de se deixar a água evaporar, com a tampa destapada e a chama moderada. Com este alimento também se pode preparar uma infusão particularmente indicada para fortalecer os rins, a bexiga e os órgãos reprodutores; ajudando ainda a lidar com casos de obstipação e a eliminar o excesso de produtos animais. Para preparar esta bebida deve colocar-se uma chávena de azuki num tacho, juntamente com uma tira de alga kombu (opcional) e adicionar quatro chávenas de água. Depois de levantar fervura, deve baixar-se a chama para o mínimo e deixar o líquido borbulhar durante cerca de meia hora. No final, coa-se e bebe-se quente. Se, após ter coado os feijões, se adicionar meia chávena de rábano, nabo ou rabanete ralados, obtém-se uma variante desta infusão indicada para dissolver cálculos renais.
.INFORMAÇÃO NUTRICIONAL.Cada 100g de feijão azuki:
Valor Calórico: 350 kcal
Hidratos de carbono: 66 g
Proteínas: 20 g
Lípidos: 0 g
Fibras: 8 g
Cálcio: 252 mg
Ferro: 8 mg
Potássio: 1254 mg
Sódio: 5 mg
.Atualmente, o feijão azuki é um produto relativamente fácil de encontrar em lojas de produtos naturais e até em alguns hipermercados.

Fonte: Centro Vegetariano; Mãe Terra
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terça-feira, 26 de janeiro de 2010

O PODER DO LIMÃO

O limão, como sempre disseram os mais velhos, oferece diversos benefícios a saúde. Ajuda a prevenir resfriados, a emagrecer e até a evitar problemas de coração e circulação. Também é bom para manter o colesterol sob controle, auxiliar no trabalho dos rins, na digestão e na regulação do açúcar do sangue.
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Melhora o sistema imunológico e é um poderoso desintoxicante. Auxilia no combate a formação de cálculos renais, além de beneficiar o emagrecimento por proporcionar sensação de saciedade. Diabéticos e hipertensos também devem incluir o limão na alimentação. Quem tem úlcera ou gastrite não precisa abrir mão do alimento, que ajuda a cicatrizar feridas, desde que não haja exagero no consumo.
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DICAS DE CONSUMO
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* SUCOS - Misture o limão com outros sucos de frutas, como mamão, laranja e manga. Dessa forma, o limão ajuda a absorver os nutrientes das outras frutas. As mais doces também amenizam o gosto amargo do limão. A limonada suíça é uma das melhores formas de consumir o limão, pois é preparada também com a casca que tem fibras e nutrientes que não estão presentes nos gomos. A limonada deve ser ingerida logo após o preparo e, de preferência, sem açúcar.
* SALADAS - Tempere as saladas com limão, além de proporcionar um sabor agradável gera inúmeros benefícios à saúde.
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Dica de livro: O Poder da Cura do Limão - Nutricionista Conceição Trucom.
Matéria adaptada do site
Terra.
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terça-feira, 17 de novembro de 2009

COMO O PALADAR INFANTIL SE DESENVOLVE

Por que as primeiras papinhas do bebê precisam ter um sabor suave? A maneira como os alimentos são apresentados inicialmente é de fundamental importância para o futuro hábito alimentar das crianças, pois elas passam a gostar do alimento desta maneira.
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Já foi comprovado que a criança nasce com preferência para o sabor adocicado; no entanto, a adição de açúcar é desnecessária e deve ser evitada nos dois primeiros anos de vida, a oferta de alimentos doces em excesso pode fazer com que a criança se desinteresse por outros alimentos (cereais, verduras e legumes, alimentos que tem sabores menos intensos). Com relação ao teor de sal na dieta de lactentes, o mesmo deve ser reduzido, não apenas com o objetivo de contribuir para a formação de bons hábitos alimentares, como também para proteger o rim dos excessos de sódio que são danosos em curto e longo prazo, uma vez que a habilidade dos rins do lactente ainda não está totalmente desenvolvida antes do primeiro ano de vida.
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Portanto, a introdução de alimentos muito condimetados ou muito doces poderá fazer com que a criança se habitue a ingerir alimentos não adequados (muito doces ou muito salgados) e tenha uma dieta pouco saudável quando adulta. O uso de sal e açúcar, por exemplo, deve ser feito com sempre com moderação. Atualmente já sabemos que o uso excessivo de sal pode predispor à pressão alta e o uso em excesso de açúcar, além de causar cáries pode fazer com que o bebê tenha preferênica pelo sabor doce e assim, aumentar o risco de obesidade no futuro. Além disso, o uso abusivo de açúcar e sal pode mascarar o sabor dos alimentos. Os alimentos têm sabores diferentes e próprios para cada tipo. O ideal é que não seja adicionado açúcar nas papas de frutas, uma vez que estas já são naturalemnte doces. No caso das papas de legumes os temperos, sempre naturais, podem ser utilizados, mas deve-se tomar cuidado com o uso abusivo, pois estes podem mascarar o sabor natural de cada alimento. O sal deve sempre ser utilizado com moderação.
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Revista Crescer
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segunda-feira, 16 de novembro de 2009

MELANCIA

A melancia é uma ótima opção para o verão! Além de refrescante, é uma fruta doce, muito nutritiva e de baixa caloria. É rica em vitamina A, C e do complexo B. Também apresenta cálcio, fósforo, ferro e muita água em sua composição. Hoje já se conhece o licopeno e glutationa, compostos que a melancia possui em abundância, que são responsáveis por proteger o organismo contra o câncer e a oxidação celular.
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É recomendada para quem tem pressão alta, reumatismo ou gota. O suco de melancia provoca eliminação de ácido úrico, além de limpar o estômago e o intestino. Também é eficaz no tratamento da acidez estomacal, obesidade, bronquites crônicas, problemas de boca e garganta e infecções urinárias. Além disso, protege contra o câncer e a oxidação celular. O chá das sementes de melancia é vasodilatador, prestando contribuição destacada no combate à impotência sexual e hipertensão arterial. Cada 100g de melancia fornecem 31 calorias!
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sábado, 31 de outubro de 2009

MACARRÃO INSTANTÂNEO FAZ MAL A SAÚDE

As dez principais versões de macarrão instantâneo, de diferentes fabricantes, fazem mal à saúde, segundo a Associação Brasileira de Defesa do Consumidor (Pro Teste). Por meio de análise dos produtos, a entidade constatou que o tempero em pó (que vem num saquinho) tem mais sódio que o valor total diário recomendado para o consumo e quantidades abusivas de glutamato monossódico, conhecido como realçador de sabor, que pode causar dependência. Nos macarrões, também foram encontradas quantidade excessiva de gordura.
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A Organização Mundial da Saúde (OMS) recomenda a ingestão diária de, no máximo, 2g de sódio ou 4g de sal. Entre os produtos avaliados, a menor concentração de sódio encontrada foi de 16g a cada 100g do sachê de tempero, no Nissin Lamen Light. As marcas Qualitá e Piraquê foram as que mais apresentaram a substância acima da quantidade ideal diária em seus produtos. Levando em conta que o sachê utilizado tem 8 g, a quantidade de sódio nos dois produtos com a pior avaliação é de 2,32 g - mais que a porção diária recomendada.
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O sódio é utilizado como sal nos macarrões instantâneos e o consumo excessivo é fator de risco para problemas cardíacos e hipertensão. O sódio é necessário para o equilíbrio hídrico do corpo. Ele atua na transpiração, na urina e, no sangue, controla a saída e entrada de líquidos das células. Mas, em excesso, o sódio é o grande vilão da pressão arterial. Em relação aos perigos do glutamato monossódico, é utilizado para mascarar a pobreza de ingredientes. Ainda não há estudos que comprovem o impacto da substância no organismo. Ele atua como um realçador do sabor e existem indícios de que pode levar à dependência.
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Enxaqueca, dor de cabeça, náusea, vermelhidão facial, dor no pescoço, queimação no peito, sudorese e ondas de calor são reações observadas pelos especialistas em pessoas que consomem grandes quantidades de glutamato. No macarrão da Maggi Lamenitos, a Pro Teste detectou até 242g por 1kg do produto. As marcas avaliadas foram Adria, Carrefour, Great Value, Maggi, Nissin Lamen, Piraquê, Qualitá, Renata Express, Maggi Lamenitos e Nissin Turma da Mônica.
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segunda-feira, 28 de setembro de 2009

CUIDADO COM O SAL NA ALIMENTAÇÃO DAS CRIANÇAS

Qual é a quantia de sal que você coloca na comida de sua família? Uma pesquisa realizada pela Faculdade de Saúde Pública da Universidade de São Paulo revelou que nas casas brasileiras a quantidade de sódio consumida por dia é de 4,5 g por pessoa. A recomendação da Organização Mundial de Saúde (OMS) é que a ingestão desse nutriente não ultrapasse 2 g diárias.
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Hoje, as crianças têm cada vez mais cedo doenças até então consideradas de adultos, como a hipertensão. Por isso, o cuidado com o consumo de sal deve começar desde a primeira papinha que você prepara para o seu filho. Isso não quer dizer que a comida fique sem sabor. “A refeição deve ser gostosa. Para isso, além da variação dos ingredientes no preparo da sopa, é preciso incluir temperos frescos, como cheiro verde, cebola, alho poró e azeite de oliva”, diz Maria Amparo Martinez Descalzo, pediatra do Hospital Santa Catarina (SP).
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Essas medidas saudáveis entram no lugar dos caldos, de carne ou galinha, usados para temperar a comida. Dados do estudo mostram que a maior parte do sódio consumido (76,2%) pelos brasileiros vem do sal da cozinha e de condimentos à base desse sal. Uma dica da especialista é cozinhar a papinha sem sal, colocando uma pitada na porção que for servir à criança. Os industrializados, como os salgadinhos e comidas prontas, também entram para a lista dos vilões em quantidade de sódio. E atrapalham o paladar da criança. Não é que a criança esteja proibida de consumir esse tipo de alimento, mas eles não devem fazer parte do dia a dia.
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O mesmo vale para os sucos de caixinha e refrigerantes, que contêm sódio. Substitua-os por sucos de frutas naturais e água. Ela, aliás, é responsável pelo bom funcionamento do rim. “A criança precisa aprender a toma-la desde bebê”, afirma Amparo. Todos esses cuidados servem como prevenção de doenças na vida adulta, como as renais e os acidentes vasculares.
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Revista Crescer
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segunda-feira, 3 de agosto de 2009

SAL EM EXCESSO

Ele já carrega má fama porque faz o organismo reter mais água do que deveria, contribuindo, assim, para o aumento da pressão arterial. Só que, ainda por cima, irrita a mucosa do aparelho digestivo de tal maneira que provoca lesões capazes de evoluir para um câncer, avisa Sueli Couto. Segundo ela, só afastar o saleiro da mesa não basta.
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Diminuir o sal nas preparações não é sinônimo de comida sem gosto. Para isto, as ervas são excelentes aliadas, pois são aromáticas e saborosas. Basta variar as ervas adicionadas como: estragão, orégano, sálvia, alecrim, tomilho, manjericão, salsinha e cebolinha. Além de não exagerar no sal no preparo dos alimentos, é preciso cuidado com os alimentos industrializados (até os doces, balas, bolos e biscoitos) que incluem esse tempero de forma camuflada. O melhor é conferir a composição na embalagem e preferir alimentos e temperos naturais.
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COMO EVITAR O CONSUMO EXCESSIVO
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* Não acrescente sal aos alimentos já prontos;
* Nunca tenha um saleiro à mesa;
* Evite conservas e enlatados como picles, azeitona, aspargo, patês e palmito;
* Prefira alimentos frescos em vez dos processados;
* Evite o aditivo glutamato monossódico utilizado em alguns condimentos e nas sopas pré-preparadas;
* Dê preferência ao queijo branco ou ricota sem sal a outros tipos de queijo;
* Evite salgadinhos para aperitivo com adição de sal, como batata frita, amendoim e tantos outros;
* Evite embutidos (lingüiça, salsicha, mortadela, presunto, salame);
* Substitutos do sal ou sal diet podem ser úteis para algumas pessoas, mas só devem ser consumidos sob orientação médica ou de nutricionistas.
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Revista Saúde
Terra
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quarta-feira, 8 de julho de 2009

INDUSTRIALIZADOS ANTES DOS 6 MESES

Os erros na alimentação da criança estão acontecendo cada vez mais cedo. É o que mostrou uma pesquisa realizada pelo Departamento de Pediatria da Unifesp. Ela revelou que antes mesmo dos 3 meses de idade há pais que oferecem aos filhos alimentos industrializados, ricos em gorduras e açúcares, como macarrão instantâneo, sucos artificiais e salgadinhos.
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Além de prejudicar o período de amamentação exclusiva, que deve acontecer até os 6 meses, essa atitude contribui para a obesidade e o aparecimento de doenças associadas a ela, como colesterol, diabetes, hipertensão. Segundo Maysa Helena de Aguiar Toloni, nutricionista e autora da pesquisa, existe ainda risco de a criança apresentar reações alérgicas e carência de minerais e vitaminas, fundamentais para o crescimento e desenvolvimento.
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O estudo, que avaliou 270 pais de crianças de berçários de creches públicas da capital paulista, mostrou que, antes de a criança ter 1 ano, 87% dos entrevistados já tinham lhes oferecido açúcar, 88%, chás e 73%, mel. Este último, aliás, se consumido antes do primeiro ano de vida, traz risco de a criança contrair botulismo. Também entraram para a lista de alimentos consumidos antes dos 6 meses refrigerante e açúcar refinado.
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Para a pesquisadora, como esse trabalho foi realizado com famílias de menor nível socioeconômico, fica evidente que esses erros são derivados da falta de informações em relação à saúde dos filhos e a influência que a publicidade tem sob as escolhas alimentares que fazem para as crianças.
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Revista Crescer
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sexta-feira, 5 de junho de 2009

OS ADOÇANTES

Adoçantes... diabetes, perder peso ou manter a forma? Há quem não dispensa o bom é velho adoçante, porém há aqueles que acham que o sabor do alimento se modifica. Para os diabéticos é mais que recomendado o uso de adoçantes, já as pessoas que querem perder ou manter o peso, pode-se somente diminuir a ingestão de açúcar.
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As pessoas, muitas vezes, utilizam adoçantes com a simples intenção de emagrecer, desconhecendo as características e restrições de cada um. Eles são, sim, grandes aliados das dietas, mas é bom saber um pouco mais sobre cada um deles. Vale uma ressalva: os diabéticos, independente dessas informações, sempre devem seguir a recomendação médica.
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CONHEÇA OS TIPOS DE ADOÇANTES:
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SACARINA - é um adoçante sintético extraído de um sub produto do petróleo e pode ir ao fogo.
STEVIOSÍDEO - é um adoçante natural, extraído das folhas da Stevia rebaudiana, planta nativa da fronteira do Brasil com o Paraguai. Não apresenta restrições de consumo, mantém o padrão em produtos quente ou frio. Não produz cáries, pode ser usado à vontade.
CICLAMATO - é uma composição de ácido ciclâmico e ciclamatos de sódio, potássio e cálcio e pode ir ao fogo. Pessoas com hipertensão arterial devem evitar seu uso, pois pode agravar o problema.
ASPARTAME - Composto por dois aminoácidos: fenilalanina e o ácido aspártico. Não deixa gosto amargo, não produz cáries, nem câncer. Não suporta altas temperaturas, pode ser aquecido levemente. Seu uso não deve ser feito por fenilcetonúricos, pessoas com ausência de fenilalanina no organismo.
XILITOL - também é um adoçante natural, extraído de certas frutas ou madeira. Ao xilitol são atribuídos propriedades anti- cariogênicas.
SUCRALOSE - adoçante elaborado a partir da modificação da molécula do açúcar. Não é calórico e não altera a taxa glicêmica do diabético, pois não é metabolizado por nosso organismo.
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Mundo Verde
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quarta-feira, 3 de junho de 2009

CULINÁRIA JAPONESA

Nunca se comeu tanto comida japonesa no Brasil como agora. Sushi bar, casas especializadas em cones e restaurantes que servem culinária oriental se multiplicam cada vez mais e já é possível encontrar delícias nipônicas em shoppings, quiosques e até em barraquinhas de rua.
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Apesar da fama de comida leve e de fácil digestão, a mistura com alimentos de origem chinesa, como o yakissoba e o rolinho primavera, pode engordar seu prato. É preciso cuidado também na hora de consumir peixes crus, pois um prato mal preparado pode esconder bactérias perigosas.
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Quando bem preparada, a comida japonesa é natural, o que só traz benefícios à saúde. O broto de feijão, ingrediente presente em saladas, deve ser consumido cru e possui vitamina C e fibras. Já o sashimi (fatia de peixe cru) auxilia na redução do colesterol e no controle da hipertensão. O arroz branco, presente na maioria dos pratos, é fonte de carboidratos e aminoácidos essenciais, além de possuir ferro. O gengibre e a raíz forte, que sempre acompanham os pratos de sushi, são fundamentais na culinária japonesa. Enquanto o gengibre tem ação bactericida e ação digestiva, a raíz forte atua contra a formação de cáries e tem sabor diferenciado. O shiitake, tipo de cogumelo muito apreciado pelos japoneses, tem sido usado em pratos requintados e estimula a defesa imunológica.
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Veja mais sobre as calorias de cada prato:
http://bemleve.bolsademulher.com/dieta/mania-de-japa/12
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quinta-feira, 21 de maio de 2009

BEBIDAS ALCOÓLICAS: QUAL O LIMITE?

Em diabéticos, a ingestão de álcool deve ser realizada junto com o consumo de alimentos para dificultar o aparecimento de crises de hipoglicemia (queda das taxas de açúcar no sangue).
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Tanto em diabéticos como em hipertensos, o consumo de álcool por dia não deve ultrapassar um drinque para a mulher e dois drinques para o homem. O consumo além de 720ml de cerveja ou 240ml de vinho ou 60ml de uma bebida destilada para o homem e a metade dessa dose para as mulheres, poderá alterar a glicemia dos pacientes diabéticos, além de elevar a pressão arterial.
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Lembramos que cada grama de etanol (substância que o álcool contém) apresenta 7 kcal, ou seja, 720 ml de cerveja apresenta cerca 30 gramas de etanol e mais de 200 kcal.
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A ingesta regular de bebidas alcoólicas ainda proporciona ganho de peso, e eleva as taxas de triglicerídeos e ácido úrico. Não recomendamos o consumo de bebidas alcoólicas, apenas informamos a quantidade limite referida na literatura médica. Se você for dirigir, não beba nada que contenha álcool.
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FONTE: www.portaldocoracao.com.br
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quinta-feira, 14 de maio de 2009

SEMENTE DO BEM

Ingrediente de diversas preparações deliciosas, o amendoim, ao contrário do que muito se fala, traz vários benefícios ao nosso organismo, principalmente para o sistema cardiovascular.
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Do grupo das oleaginosas (o mesmo das castanhas e nozes), ele é rico em vitamina E (antioxidante), ferro, magnésio, fósforo, selênio e zinco. Além desses nutrientes, o amendoim também possui grande concentração de proteínas (15g de proteína a cada 100g do alimento), diminuindo, assim, a carência desse nutriente em regiões onde se consome pouca carne.
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O amendoim pode suprir, portanto, juntamente com outros alimentos, a falta de nutrientes no organismo de pessoas que tiveram ausência de uma alimentação de origem animal e também de fibras dietéticas, ajudando no bom funcionamento do intestino. Rico em gordura monoinsaturada, que traz benefícios para o coração, ajudando na diminuição do colesterol e dos triglicerídeos, o amendoim é, no entanto, pobre em ômega 3.
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Não podemos esquecer, além disso, que ele é um alimento calórico. De acordo com a Tabela de Avaliação de Consumo Alimentar em Medidas Caseiras, o amendoim japonês (um pacote médio de 200g ) tem 970 Kcal. Já o amendoim torrado com sal (um canudo com 35g), que normalmente consumimos como aperitivo, tem 223,30 Kcal. O pé de moleque (uma unidade com 17 g), 88,40 Kcal e, por fim, a paçoca (uma unidade com 30 g) possui 114 Kcal.
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Por isso, o amendoim não é recomendado para indivíduos que queiram perder peso. Hipertensos também precisam prestar muita atenção, pois geralmente os amendoins são vendidos salgados, podendo agravar a patologia.
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