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terça-feira, 27 de julho de 2010

EFEITO DO BRÓCOLIS CONTRA O CÂNCER DE PRÓSTATA

O brócolis tem mostrado efeitos protetores contra uma série de doenças, do câncer de mama até a asma. Ele também atua inibindo o desenvolvimento do câncer de próstata, mas até agora os cientistas não sabiam como o vegetal agia no organismo para produzir esse efeito protetor.
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Esse mecanismo acaba de ser decifrado por uma equipe internacional de cientistas, chefiada pelo Dr. Richard Mithen, do Instituto de Pesquisas Alimentares da Inglaterra. A descoberta foi publicada no último exemplar da revista Molecular Cancer.
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Os cientistas descobriram que o efeito benéfico do brócolis deve-se ao SULFORAFANO, um composto químico presente no vegetal que interage com as células que não possuem um gene chamado PTEN, reduzindo as chances do desenvolvimento do câncer de próstata ou retardando seu desenvolvimento. O grupo realizou uma série de experimentos com tecidos da próstata humana e com modelos animais do câncer de próstata para estudar as interações entre a expressão do gene PTEN e a atividade anticâncer do sulforafano.
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"O PTEN é um gene supressor do tumor, e a sua deleção ou inativação pode iniciar a carcinogênese prostática, ou aumentar a probabilidade de progressão do câncer. Nós demonstramos aqui que o sulforafano tem efeitos diferentes dependendo se o gene PTEN está presente ou não," explica Mithen. Os cientistas constataram que, em células que expressam o PTEN, a ingestão de sulforafano não tem nenhum efeito sobre o desenvolvimento do câncer de próstata.
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Em células que não expressam o gene, no entanto, o sulforafano torna as células "menos competitivas", oferecendo uma explicação de nível molecular para como consumir brócolis pode reduzir o risco de incidência de câncer de próstata, ou de sua progressão, se ele já tiver-se instalado.
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Fonte: Diário da Saúde
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terça-feira, 20 de julho de 2010

O BOM FUNCIONAMENTO DO FÍGADO TAMBÉM INTERFERE NO EMAGRECIMENTO

O fígado é um dos órgãos mais importantes do nosso organismo, isso porque dentre as diversas funções que ele desempenha, destaca-se uma que é primordial para o bom funcionamento do nosso corpo como um todo, ele é o nosso grande filtro, é no fígado que todas as substâncias tóxicas passam e sofrem transformação bioquímica para depois serem eliminados.
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Hoje em dia nos deparamos com substâncias tóxicas por todos os lados: pesticidas, solventes, herbicidas, aditivos, agrotóxicos, hormônios sintéticos... Toda esta carga tóxica vem através do ar, da água, dos medicamentos e de toda a alimentação que ingerimos. Não é de se espantar que o fígado fique sobrecarregado e que muitas vezes não dê conta do recado e, quando isso acontece, diversos processos metabólicos não funcionam em sua total capacidade.
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Excesso de toxinas no corpo significa também dificuldade no emagrecimento e risco aumentado de osteoporose, visto que algumas toxinas se acumulam nos ossos, competindo desta forma com o cálcio. Ainda não inventaram nenhum aparelho que ajude o fígado como o marcapasso ajuda o coração e a doença do fígado geralmente é silenciosa. Então, o que podemos fazer para ajudar o fígado? Podemos ingerir alimentos que agem fortalecendo o fígado e também evitar aqueles que o esgotam.
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ALIMENTOS QUE ESGOTAM:
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º Álcool em excesso: limite a ingestão para 1 a 2 taças de vinho por semana;
º Auto medicação: o excesso de medicamentos sem necessidade também prejudica o fígado;
º Gordura em excesso: evite principalmente a gordura de frituras e das carnes/aves.
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ALIMENTOS QUE FORTALECEM:
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º Alimentos orgânicos: como são isentos de pesticidas e outros tipos de agrotóxicos, não sobrecarregam o fígado;
º Verduras/ legumes amargos: jiló, chicória, escarola;
º Vegetais que possuem compostos organosulfurados: couve, couve flor, brócolis, couve de bruxelas;
º Chás amargos: dente de leão e principalmente folhas de alcachofra;
º Temperos: alho, cebola, alecrim e cúrcuma.
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Fonte: Emex Nutrição Orientada
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domingo, 13 de junho de 2010

SOPAS NUTRITIVAS PARA TODA A FAMÍLIA

O inverno chega oficialmente no dia 21 de junho, mas os dias frios já se instalaram nas regiões Sul e Sudeste e, com ele, bons momentos para saborear uma sopa no jantar. Servidas como complemento ou refeições únicas, as sopas têm a vantagem de serem práticas e, geralmente, de preparo rápido.
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Outra vantagem é que elas preservam as qualidades nutricionais dos alimentos – assim, fica bem mais fácil convencer seu filho a comer aquele legume que ele não gosta, por exemplo.
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De acordo com Juliana Simões, supervisora de nutrição do Hcor (Hospital do Coração) de São Paulo, as sopas mais indicadas, e com as propriedades nutricionais recomendadas, são aquelas preparadas com legumes e verduras, um tipo de carboidrato (arroz ou macarrão) e proteína (carne).
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Ela também explica que as receitas à base de leguminosas (que normalmente são ricas em carboidratos e proteínas) também devem levar um tipo de legume ou verdura. O cuidado na hora do preparo fica para a quantidade de sal, que deve ser pequena.
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Veja receitas no site da Revista Crescer
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terça-feira, 8 de junho de 2010

CRIANÇAS SOFREM MAIS NO INVERNO

Com a proximidade do inverno, é natural que os pais fiquem apavorados com doenças respiratórias. As baixas temperaturas aliadas com o clima muito seco são fatores agressivos para o sistema imunológico das crianças.
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Nosso corpo possui defensores naturais para essas agressões, mas como os pequenos ainda estão em fase de amadurecimento, essas barreiras estão se desenvolvendo. Em temperaturas muito baixas os brônquios não conseguem proteger com total eficiência o corpo. O ressecamento da pele a torna mais vulnerável para dermatites e dermatoses. A ocorrência de conjuntivite também é bastante comum no período.
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Alguns cuidados são fundamentais para evitar esses males. A hidratação é essencial, além de oferecer bastante água é indicado que se aplique soro fisiológico nas narinas para evitar ressecamento das mucosas. Fugir de aglomerações, evitar ambientes fechados sem boa ventilação, agasalhar-se bem, lavar e arejar roupas que ficam guardadas por muito tempo – acumulam facilmente fungos e mofos, vilões responsáveis por crises de rinite, asma e bronquite - evitar lugares com muita poeira.
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Segundo o médico Sylvio Renan de Barros, autor do livro “Seu bebê em perguntas e respostas – Do nascimento aos 12 meses”, a conduta básica é a regra dos 11. Segundo ele, são 11 as causas da maioria das infecções respiratórias: Os 10 dedos das mãos e a garganta. Enfatiza que é imprescindível ensinar as crianças a não levar as mãos aos olhos, boca ou narinas se não estiverem muito bem lavadas. A higienização reduz o risco de doenças.
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Manter o consumo de frutas e verduras, principalmente, nessa época do ano, é essencial para fortalecer o sistema imunológico e prevenir as crises de alergias.
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Fonte: Revista Pais e Filhos
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sexta-feira, 4 de junho de 2010

CUIDE DO VISUAL DA COMIDA DO SEU FILHO

Pense como se fosse uma criança: diante daquela maçã cortada ao meio e uma bandeja cheia de frutas colocadas em espetinhos e cortadas em formatos diferentes, o que você vai preferir? A segunda opção, certamente. O mesmo vale para aquele prato de salada sem graça e outro todo colorido com direito até a formas criativas.
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Uma pesquisa publicada na revista holandesa Appetite mostrou que as crianças comem mais frutas, verduras e legumes quando eles são apresentados de forma atraente e divertida. Os cientistas analisaram cerca de 100 crianças com idades entre 4 e 7 anos e perceberam que elas sabem que a apresentação não altera o sabor do alimento, mas mesmo assim comeram o dobro da quantidade quando os pratos eram montados com criatividade.
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“Todos os sentidos devem ser estimulados. A visão com o visual da comida, o olfato ao sentir o cheiro de algo gostoso, o tato para segurar os alimentos com as mãos e sentir a textura, o paladar com o sabor e, por fim, a audição”, diz a nutricionista Solange de Oliveira Saavedra, do Conselho Regional de Nutricionistas (SP). Dar uma cara mais apetitosa à comida não precisa ser trabalhoso. Colocar o arroz em um potinho e depois desinformar, por exemplo, é fácil e já muda a cara do prato.
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terça-feira, 1 de junho de 2010

O PODER DE CURA DO GENGIBRE

Ainda estamos no outono, mas já é possível sentir o friozinho chegando, por isso, este é o momento ideal para falarmos mais sobre uma raiz muito preciosa, capaz de trazer muitos benefícios ao organismo: o gengibre.
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Cultivada e muito utilizada no Oriente há milhares de anos, o gengibre (zingiber officinalis) é um ingrediente básico e quase obrigatório nas culinárias japonesa, tailandesa e chinesa e indiana.
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Mas suas propriedades vão muito além do sabor forte e picante, que normalmente agrada o paladar e confere um toque todo especial aos pratos que são preparados com ele. Na medicina ayurvédica, por exemplo, é chamado de “remédio universal”, pela grande variedade de benefícios que proporciona à saúde.
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O gengibre produz calor no organismo e age de forma eficaz em casos de gripes, tosse, rouquidão, congestão nasal, dores de garganta e outras infecções, atenuando seus sintomas e fortalecendo o sistema imunológico, por isso, sua utilização é muito indicada para tratar e prevenir os males a que estamos sujeitos durante as épocas mais frias do ano.
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Esta capacidade de esquentar o corpo também provoca uma aceleração no metabolismo, ativa a circulação, estimula a mente e mantém a vitalidade. Uma boa dica é fazer um escalda pés ou preparar um banho com algumas gotas do óleo essencial de gengibre naqueles momentos em que nos sentimos sem ânimo, apresentando sintomas típicos de depressão, ou esgotados após um dia estressante de trabalho, por exemplo.
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É antiinflamatório, antibactericida e alivia dores musculares, de cabeça e cólicas menstruais. Nos casos de contraturas musculares, lombalgia, cervicalgia, reumatismo e artrose, pode-se massagear as regiões afetadas com o óleo essencial diluído em óleo vegetal, fazendo movimentos fortes e fricção, que produzirão efeitos de aquecimento e analgesia.
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Pesquisas também comprovaram sua atuação no sistema digestivo e é ótimo para combater náuseas e enjôos, inclusive por pessoas que sofrem com estes sintomas durante deslocamentos de barco ou de carro. Apesar de sua ingestão ser contra indicada durante a gravidez, as mulheres podem utilizar algumas gotas do óleo essencial em um difusor de aromas para aliviar os enjôos característicos dos primeiros meses de gestação. Pacientes que estão sendo submetidos a tratamento com quimioterapia também experimentam um grande alívio das náuseas causadas pelos medicamentos.
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Você pode incluí-lo no preparo de diversos alimentos, como sucos, sopas, saladas e refogados. Para um uso mais medicinal, o ideal é preparar um chá com as raízes e consumi-lo entre as refeições. Você pode também misturar com outras ervas, como hortelã, eucalipto e capim limão, se o objetivo for tratar de problemas causados por gripes e resfriados. O consumo diário do chá é muito eficaz na prevenção de crises de enxaqueca. Para combater enjôos, basta mastigar um pouco dele cru, com exceção das gestantes, que devem utilizar apenas o óleo essencial, num difusor de ambientes. Também é encontrado, em lojas de produtos naturais, em forma de comprimido e tintura.
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Fonte: Yahoo
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segunda-feira, 31 de maio de 2010

AGROTÓXICOS SÃO A 4ª CAUSA DE INTOXICAÇÃO

Agrotóxicos ocupam o quarto lugar no ranking de intoxicações do País, atrás de medicamentos, acidentes com animais peçonhentos e produtos de limpeza (saneantes). Em 2007, foram registradas 6.260 casos provocados por agrotóxicos.
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"As estatísticas identificam acidentes, intoxicações extremas. Não sabemos quantas pessoas adoecem pela exposição por meio do consumo de alimentos", diz a coordenadora do Sistema Nacional de Informação Tóxico Farmacológicas da Fiocruz (Sinitox), Rosany Bochner.
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Estudos em laboratório mostram o risco de algumas substâncias provocarem problemas hepáticos, doenças de pele, mais risco de câncer, problemas hormonais, neurológicos e reprodutivos.
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"Temos de ser realistas, não podemos considerar agrotóxicos como veneno, eles têm importância para produção", afirma o chefe do Laboratório Toxicológico da Escola Nacional de Saúde Pública, Sérgio Rabelo. Para ele, o problema não está no uso de todos os produtos, mas no emprego incorreto.
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Uma análise feita desde 2001 pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária, batizada de Programa de Análise de Resíduos de Agrotóxicos em Alimentos (Para), acompanha os níveis de resíduos de agrotóxicos nos alimentos consumidos pela população. Além do abuso de defensivos, a pesquisa revela o emprego de produtos proibidos para algumas culturas. Dados da última avaliação, feita em 2008, revelam, por exemplo, que 64,36% das amostras de pimentão analisadas apresentavam uso de defensivos proibidos para a cultura - entre eles, endossultam e acefato, que estão sendo agora reavaliados.
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Fonte: O Estado de São Paulo
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quarta-feira, 12 de maio de 2010

PIRÂMIDE ALIMENTAR

A pirâmide alimentar é um instrumento, sob a forma gráfica, de orientação da população para uma alimentação mais saudável. Ela foi criada em 1992 pelo Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA) e desde então é uma das ferramentas de educação nutricional mais utilizada na prática clínica.
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Recentemente ela sofreu algumas mudanças baseadas em pesquisas científicas e foi reestruturada com base no princípio da alimentação saudável. A nova pirâmide foi desenvolvida para orientar consumidores a fazer escolhas alimentares saudáveis e serem ativos todos os dias, além de incentivar uma alimentação mais rica em nutrientes funcionais (com funções benéficas à saúde).
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O grupo dos carboidratos inclui pães, cereais, farinhas, biscoitos integrais, arroz e massas. São os chamados alimentos energéticos, ricos em carboidratos complexos, cuja absorção é mais lenta que a do açúcar simples. A nova pirâmide reforça a importância dos cereais integrais, ricos em fibras, deixando pães, cereais, arroz e massas integrais na base e pão branco, arroz branco, batatas, massas comuns e farinhas refinadas no ápice, emparelhados com os doces que devem ser consumidos com moderação.
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Os vegetais (verduras e legumes) e as frutas são alimentos reguladores, sendo fontes de vitaminas, minerais e fibras e seu consumo diário é importante para o bom funcionamento do organismo. Esses alimentos possuem, em sua composição, os fitoesteróis e antioxidantes, que ajudam a reduzir o colesterol LDL (ruim) e neutralizam os radicais livres diminuindo o envelhecimento das células.
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Os alimentos construtores são requeridos pelo organismo em menor proporção, mas não em menor importância, são aqueles ricos em proteínas. As proteínas podem ser animais (carnes, ovos, peixes e aves), vegetais (feijões, soja, leguminosas em geral) e ainda proteínas animais ricas em cálcio (leite, queijo, iogurte). Na nova pirâmide houve desmembramento de mais um setor dos construtores. As carnes brancas de frango e peixe juntaram-se aos ovos como incentivo a escolha, na parte mais baixa da pirâmide. As carnes vermelhas foram para o topo indicando consumo moderado juntamente com a manteiga, por serem alimentos ricos em gorduras saturadas.
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Óleos vegetais de boa qualidade como azeite de oliva, óleo de canola, milho, girassol e soja ganharam espaço na base da pirâmide por serem ricos em gorduras polinsaturadas, monoinsaturadas e os chamados ômegas que ajudam o sistema cardiovascular e o controle dos lipídeos sanguíneos. Em outras palavras, a nova pirâmide salienta que nem todos os carboidratos são bons e nem todas as gorduras são más.
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Há um degrau exclusivo para as oleaginosas e leguminosas (castanhas, nozes, amêndoas, feijões e soja), que são fontes de proteínas vegetais, gorduras insaturadas (ômega 3), selênio, vitaminas antioxidantes, e fibras. Houve também a inclusão de 1 dose de vinho tinto (100 ml). O consumo moderado de etanol produz efeito cardioprotetor, principalmente pelo aumento nos níveis de HDL (bom colesterol). O vinho tinto, além de conter etanol, é rico em polifenóis ou compostos fenólicos, que estão presentes nas cascas e nas sementes das uvas vermelhas e comprovadamente possuem atividade antioxidante.
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A alimentação é um dos prazeres da vida podendo frequentemente manifestar emoções e sentimentos. Por isso, ela deve conviver com os hábitos individuais. Alimentação saudável é associar o prazer com o cuidado em um planejamento para refeições mais saudáveis, gostosas e nutritivas. Vá em frente!
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Veja a matéria completa no site: CDBH
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quinta-feira, 6 de maio de 2010

QUAIS ALIMENTOS NÃO APROPRIADOS PARA CONGELAMENTO?

Congelar alimentos vem se tornando um hábito comum em decorrência da correria do dia-a-dia. Muitas pessoas se beneficiam desta técnica a fim de ter mais praticidade na hora do preparo ou para não haver deterioração, já que o congelamento impede a multiplicação bacteriana. Porém, certos alimentos não são apropriados para o congelamento pois podem perder a textura, sabor e, até mesmo, a qualidade nutricional.
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VEJA OS ALIMENTOS NÃO APROPRIADOS PARA CONGELAMENTO:
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- MAIONESE: porque o óleo se separa dos demais ingredientes.
- GELATINA PRONTA: cristaliza.
- BATATAS COZIDAS: perdem sabor e têm a textura modificada.
- OVOS: tanto os ovos cozidos ou crus, a casca se rompe e a gema fica granulada.
- GEMA: a gema pura crua fica cheia de grânulos.
- VEGETAIS: os vegetais que serão usados crus perdem a textura original.
- BOLOS E PUDINS: quando a base é de amido a água se separa e o sabor se modifica.
- ALIMENTOS INTEGRAIS: tanto as barras de cereais quanto os cereais integrais devem ser mantidos em local fresco e seco, pois são produtos com baixa umidade e, dependendo das condições em que são armazenados, podem absorver água, o que faz com que percam a textura ficando moles e murchos.
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quarta-feira, 5 de maio de 2010

OS AMIGOS SAIS MINERAIS

Sendo as proteínas, carboidratos e lipídeos denominados macronutrientes, as vitaminas e minerais por sua vez são considerados micronutrientes, esta diferença se dá de acordo com o tamanho das partículas/moléculas, macro = grande e micro = pequena. É importante salientar que ambas são essenciais para o bom funcionamento do organismo. Cada um desempenhando o seu papel.
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Os sais minerais também conhecidos somente como minerais podem ser definidos como: "Substâncias de origem inorgânica, que fazem parte dos tecidos duros do organismo, como ossos e dentes, também encontrados nos tecidos moles como músculos, células sangüíneas e sistema nervoso. Possuem função reguladora, contribuindo para a função osmótica, equilíbrio ácido-básico, estímulos nervosos, ritmo cardíaco e atividade metabólica.”
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Assim como as vitaminas não podem ser sintetizados pelo organismo e por isso, devem ser obtidos através da alimentação. Além disso, muitos minerais estão envolvidos no processo de crescimento e desenvolvimento corporal. Como componentes dos alimentos, os minerais participam do sabor, ativam ou inibem as enzimas e outras reações que influem na textura dos alimentos. Dentre os minerais existe outra subdivisão, os macrominerais (necessidade diária: 100 mg ou mais) são eles: cálcio, fósforo, sódio, potássio, cloro, magnésio e enxofre, já os microminerais (necessidade pequena diária – miligramas ou microgramas) que são: ferro, cobre, cobalto, zinco, manganês, iodo, molibdênio, selênio, flúor e cromo.
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Há ainda outros minerais que são tóxicos, assim como o chumbo, cádmio, mercúrio, arsênio, bário, estrôncio, alumínio, lítio, berílio e rubídio. É importante dizer que o excesso na ingestão de um mineral pode acarretar prejuízos na absorção e utilização de outro. Por exemplo, a absorção de zinco pode ser afetada por suplementação de ferro, enquanto a ingestão em excesso de zinco pode reduzir a absorção de cobre.
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Você pode estar pensando agora no quanto é complicado digamos que “acertar” qual a melhor forma de obter os benefícios e saúde que vem dos minerais, mas não é difícil! O hábito alimentar saudável, portanto, com uma alimentação balanceada e diversificada em todos os tipos de alimentos, normalmente é suficiente para suprir as necessidades nutricionais de minerais.
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Fonte: Temperus Gastronômico
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quinta-feira, 8 de abril de 2010

SAIBA QUAIS SÃO AS FORMAS EFICIENTES DE CONSUMIR COLÁGENO

O colágeno é uma proteína que faz parte da formação de unhas, cabelos e tecidos. É importante para manter a elasticidade e a firmeza da pele, além de evitar que ligamentos e tendões enfraqueçam. Segundo a nutricionista Andrea Squivel, o ideal é consumir alimentos que estimulem a produção de colágeno, como frutas, legumes, cereais integrais e carnes. “O colágeno industrializado pode cair inteiro no intestino e causar alergia, pois não é absorvido dessa forma”, afirma ela.
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Para Andrea, a eficácia do colágeno industrializado é bastante duvidosa. “As cápsulas de colágeno, por exemplo, são digeridas pelo organismo e trabalhadas como um aminoácido qualquer, o que não garante o resultado desejado”, explica a nutricionista. “Enquanto uma cápsula de colágeno tem cerca de 2g de proteína, 100 gramas de carne, que equivalem a um bife pequeno, têm 22g. E o índice de absorção dos aminoácidos presentes na carne é de 100%”, acrescenta ela.
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A nutricionista cita outros alimentos que possibilitam a ingestão de colágeno. “O músculo cozido libera uma boa quantidade de colágeno. Basta retirar a camada de gordura que fica por cima e aproveitar o caldo em sopas, para cozinhar arroz ou preparar feijão”, ensina Andrea. Cozinhar peixe e frango com as respectivas peles também resulta em um caldo rico nessa proteína, depois que a gordura é removida. “Pés de vaca, porco ou cabra, quando fervidos, também liberam muito colágeno”, diz ela.
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Já a gelatina, embora retirada da aponervose, que deixa a carne rica em colágeno, não tem comprovação científica de que seja fonte uma eficiente dessa proteína”, complementa a nutricionista. Além disso, a gelatina apresenta grandes quantidades de corantes e conservantes, podendo ser prejudicial à saúde quando consumidos em excesso e a longo prazo.
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quarta-feira, 31 de março de 2010

DIET E LIGHT PARA CRIANÇAS?

As últimas pesquisas na área da saúde revelaram as modificações no padrão alimentar da população brasileira, principalmente das crianças. Uma alimentação composta por alimentos de alto valor energético, como é o caso do fast food, doces em geral e refrigerantes tem como consequência o aumento da obesidade infantil.
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O acúmulo de gordura no abdomem (adiposidade abdominal) aumenta o risco de doenças como o diabetes mellitus, fator importante para aumentar o risco cardiovascular. A mídia expõe alimentos nutricionalmente inadequados através da persuasão da propaganda, tornando o padrão de consumo alimentar baseado em alimentos industrializados. De acordo com o Presidente da Abiad (Associação Brasileira das Indústrias de Alimentos Dietéticos), no século 21 as crianças despontaram como grandes consumidoras de alimentos diet e light.
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Na busca por uma vida mais equilibrada, os adultos em geral acabam por incluir na alimentação familiar os alimentos que consideram mais “saudáveis”, como adoçantes e produtos com a designação diet e light. Mas será que é saudável o consumo desses produtos pelas crianças? Em relação aos adoçantes, não se chegou a um consenso sobre o seu efeito em longo prazo. O ideal, nesse caso, seria a diminuição do consumo de doces, além de incentivar o consumo de frutas, ricas em frutose, um açúcar natural e verduras, que contém fibras.
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Quanto ao consumo de alimentos diet e light, é preciso bom senso e atenção aos rótulos! Alguns doces light são ricos em ciclamato, sacarina e aspartame, contra-indicados para as crianças. Contudo, os salgados light, em geral possuem menos gordura que seus similares. Alguns dos produtos diet contêm adoçantes artificiais e, portanto, seu consumo deve ser limitado em crianças. Aqui o equilíbrio também é importante, já que esses produtos também não apresentam, necessariamente, diminuição de seus valores calóricos. O consumo de 500ml de refrigerante diet ou refrigerante 'zero' contém o limite máximo de adoçantes artificiais para as crianças. Na maioria das vezes, esses produtos são ricos também em sal.
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É importante lembrar que as crianças possuem necessidades nutricionais específicas para a idade. A utilização desses produtos, em demasia, não atinge essas necessidades. O correto é ensinar aos pequenos a importância de uma alimentação selecionada e variada, dentro das refeições fracionadas ao longo do dia.
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Matéria retirada do site Guia Nutritivo
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Como o paladar infantil se desenvolve?
Maneiras de fazer a criança comer frutas
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segunda-feira, 29 de março de 2010

SINAL VERDE PARA O SANDUÍCHE

Às vezes, dá uma vontade enorme de comer um sanduíche e, poucas vezes, nos damos esse pequeno prazer. A boa notícia é que ele está liberado de vez em quando, desde que preparado com ingredientes magrinhos e saudáveis. Veja as dicas:
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* Prefira o pão do tipo integral. Por ser rico em fibras, controla o colesterol, melhora o funcionamento do intestino e promove sensação de saciedade.
* Não esqueça das proteínas. Vale hambúrguer de carne bovina ou de frango, filé grelhado, presunto magro, queijo tipo ricota ou frescal e ainda atum ou sardinha.
* Os vegetais também não podem ficar de fora! Alface, acelga, tomate, cenoura e beterraba podem fazer parte de um sanduíche gostoso e nutritivo.
* Tome cuidado com o uso de molhos, catchups, maionese e gorduras em geral. São ricos em sódio e calorias!
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ATENÇÃO: Não exagere na quantidade das porções consumidas e não substitua refeições com frequência. O sanduíche preparado com ingredientes saudáveis, pode fazer parte das refeições, desde que tenha uma alimentação equilibrada e pratica regular de atividade física.
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terça-feira, 16 de março de 2010

CULINÁRIA ITALIANA

Quando se pensa em comida italiana, macarrão e pizza são os primeiros pratos que vem na memória, porém ela é mais que isso e podemos considerar que atualmente essa culinária é uma das preferidas no Brasil e no mundo inteiro.
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A região da Itália sofreu inúmeras influências dos mais variados povos, desde o império romano até os dias atuais, existindo períodos de fartura e também de crise, deixando assim marcas profundas na gastronomia italiana. O sul da Itália e as ilhas Sicília e Sardegna caracterizam-se pela culinária mediterrânea, trazendo a forte presença do azeite de oliva, legumes e hortaliças, massa e vinho e como não poderia ser diferente é farta em peixes e frutos do mar.
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Nas regiões interioranas o consumo de animais como a ovelha, a cabra, o porco e eventualmente o gado bovino são comuns e principalmente no outono as caças são apreciadas. A pizza tem sua origem na província de Napoli, que também é famosa pela mozzarella - queijo proveniente do leite de búfalas. As regiões da Umbria, Marche e da Toscana mesclam a tradição do sul e do norte da península itálica. A Itália é um país inteiramente coberto de vinhedos oferecendo vinhos de alta qualidade e muita tipicidade, tendo como rival a França.
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O risotto é um dos mais famosos pratos do norte da Itália, assim como o bollito misto, o carpaccio, o panettone e o ossobucco. O consumo em grande quantidade da manteiga, arroz e das massas recheadas são características comuns da região, concentrando também o maior número de produtos com fama internacional, como o vinho lambrusco, mortadela de Bologna entre outros. Acredita-se que o maior segredo da culinária italiana está na forma que os italianos encaram a comida e o ato de comer, pois para eles alimentar-se vai além do que uma necessidade fisiológica. Requer tempo, ótimas companhias e muito prazer.
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Temperus Gastronômicos
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segunda-feira, 15 de março de 2010

PRIMEIRA PAPINHA E INTRODUÇÃO DE NOVOS ALIMENTOS

Depois de seis meses que o seu filho passou se alimentando apenas com o leite materno, chegou a hora de ele conhecer novos sabores. Junto com a novidade para ele chegam mil dúvidas para você. Quais alimentos posso oferecer primeiro? O que não pode faltar na papinha? Qual a melhor maneira de preparar os alimentos? Devo dar carne na primeira vez? Calma. Essa nova fase do desenvolvimento do seu filho exige paciência e tranquilidade.
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A introdução dos novos alimentos na dieta do seu filho deve ser gradativa e é preciso respeitar a idade certa - a partir dos 7 meses. Apesar de alguns estudos preliminares sugerirem que oferecer algumas comidas precocemente reduza a chance de a criança sofrer de alergia no futuro, isso ainda não está totalmente claro. Além disso, antes dessa idade, o sistema imunológico e digestivo do bebê não está preparado para receber e digerir os alimentos. O método sobre a introdução dos alimentos varia entre os especialistas. Alguns preferem começar com papinhas salgadas, feitas com apenas um legume, enquanto outros já sugerem uma sopinha mais elaborada. Ofereça sucos de frutas e papas de frutas nos intervalos das refeições e das mamadas.
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A quantidade que a criança vai começar varia muito, mas para ter uma referência, é comum dos 6 aos 9 meses: de quatro colheres (das de sopa) a uma xícara; dos 10 aos 12 meses: uma xícara cheia; de 1 a 3 anos: um prato infantil cheio. Já a água entra em cena junto com as papinhas. Como não há uma recomendação médica específica de quantidade, ofereça depois e entre as refeições, até a criança aprender a pedir. Sucos e chás sem açúcar também são bons, mas sem excesso, para não substituir completamente a água, que é considerada mais hidratante. Primeiro na mamadeira. Com o tempo, passe para o copinho.
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A rotina é muito importante, portanto, estabelecer horário para as refeições é um dos princípios fundamentais para a alimentação saudável durante toda a vida. Depois que o bebê experimenta vários alimentos (só depois), é importante criar uma rotina nas refeições. O controle do peso corporal, a melhora do funcionamento intestinal e a prevenção de doenças crônicas são algumas vantagens que ela trará a seu filho.
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ALGUNS ALIMENTOS... SÓ NA HORA CERTA
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Até o bebê completar 1 ano, atenção aos alimentos que podem provocar alergias: gema de ovo cozido, feijão, peixes e frutos do mar, clara de ovo e mel de abelha são alimentos que requerem cuidados. Os doces, refrigerantes e frituras é preciso ser evitado até 1 ano de idade. Pesquisas científicas apontam que esses alimentos, além de não possuir valor nutricional, aumentam o risco de a criança ficar obesa no futuro. Prefira sobremesas à base de frutas do que as bolachas doces. Outro tipo de alimento que aparece principalmente na dieta dos bebês considerados magrinhos são os "engrossantes", como a farinha láctea e o amido de milho. Eles apenas agregam calorias e, muitas vezes, são usados precocemente.
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Veja a matéria completa na Revista Crescer
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sexta-feira, 5 de março de 2010

VEGETAIS CONGELADOS PODEM SER MAIS NUTRITIVOS

Uma pesquisa sugere que os vegetais congelados podem ser mais nutritivos que os frescos. De acordo com o estudo, cerca de 45% dos nutrientes mais importantes são perdidos no período entre a compra e o consumo dos alimentos.
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Os cientistas descobriram que, geralmente, os consumidores compram os vegetais duas semanas antes de consumi-los e 80% dos entrevistados acreditam que os vegetais comprados estão há menos de quatro dias nas prateleiras dos supermercados.
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Segundo os pesquisadores, esse tempo é crucial para que os nutrientes sejam descartados. Dezesseis dias após a colheita, a vagem perde mais de 45% dos seus nutrientes, enquanto o brócolis e a couve-flor perdem 25% no mesmo período. Já as ervilhas perdem 15% e a cenoura perde em torno de 10%.
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Isso acontece em menor escala com os vegetais congelados, alegam os responsáveis pela pesquisa. Já que são submetidos a baixas temperaturas logo depois de colhidos, eles conservam melhor os nutrientes. "O conteúdo nutritivo dos vegetais frescos começam a perder-se no momento em que são colhidos. Isso significa que no momento em que eles chegam ao nosso prato, apesar de muitos acreditarem que estão comendo um vegetal cheio de nutrientes, muitas vezes isso não é verdade", afirmou a nutricionista Sarah Schenker, uma das responsáveis pela pesquisa. O estudo foi realizado pelo Instituto de Pesquisa de Alimentos coordenado pela Birds Eye, uma empresa multinacional do ramo de alimentos congelados.
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Matéria retirada da Revista Veja
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quinta-feira, 4 de março de 2010

O QUE É NEOFOBIA ALIMENTAR?

Para muitos pais a alimentação da criança é sempre uma preocupação. Em muitos lares, a hora de refeição se torna um momento tenso diante da recusa dos pequenos em ingerirem alimentos nutritivos e experimentarem o que é saudável. Neofobia alimentar quer dizer medo de consumir alimentos novos, que de início são considerados estranhos. É mais comum em crianças com idade entre 1 e 7 anos, mas não significa que não vá acometer em adultos também.
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Muitas vezes, as crianças rejeitam os alimentos sem nem mesmo prová-los. O que os pais precisam saber é que isso não quer dizer que a criança sempre vai recusá-los. Eles poderão ser aceitos em uma outra ocasião, desde que sejam oferecidos novamente. A maturidade do paladar das crianças não acontece da noite para o dia. Portanto não se pode desistir de oferecer o alimento à criança nas primeiras recusas. Insista, mude a apresentação do alimento se for o caso.
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Os hábitos alimentares das crianças são formados desde pequenos, e os pais são os principais colaboradores para sua formação. Os filhos tendem a optar por alimentos normalmente consumidos pelos pais e irmãos mais velhos. É preciso ressaltar que não se devem usar estratégias do tipo: “Come toda a comida que ganha sobremesa” ou “se não comer tudo, vai ficar de castigo”. Estes artifícios não vão fazer com que a criança coma o alimento porque gosta e sim porque vai ter algum benefício ou vai ser castigada se não comer. Estratégias como estas são causadoras das fobias alimentares desenvolvidas por crianças e que podem persistir durante toda a vida.
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Alguns pais tendem a acreditar na idéia de que o filho precisa comer muito para estar bem nutrido. É preciso ficar claro que a criança come menos do que os adultos e que, quando ela come uma quantidade maior do que sua capacidade gástrica, a mesma pode perder o seu controle de fome e saciedade, o que poderá gerar problemas futuros. Por esse motivo, é extremamente importante a educação nutricional, onde desde cedo as crianças aprenderão a importância de uma alimentação saudável e variada. Portanto, opte por alimentos nutritivos na mesa da família. Varie o cardápio. Tire sempre um tempo para envolver o seu filho no preparo do alimento. A criança poderá experimentar alimentos novos sem traumas se ela ajudar a prepará-los.
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Texto retirado do site Temperus Gastronômico
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terça-feira, 2 de março de 2010

COM CASCA E TUDO!

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Quem nunca ouviu que o melhor prato é aquele cheio de cores, de alimentos pouco processados e de vegetais? Mas quantas vezes você já escutou que as cascas e as folhas podem ser até mais nutritivas do que a própria polpa? Não é a toa que deveriam fazer parte do cardápio. A casca da laranja, por exemplo, contém maiores quantidades de fibras, potássio e fósforo que a polpa. A do pepino é rica em fibras, carotenoides, cálcio, potássio e fósforo. Mesmo assim, quantas vezes elas não foram parar na lata de lixo?
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Um estudo feito pelo Instituto de Biociências da Universidade Estadual Paulista (Unesp) de Botucatu em parceria com o Sesi-SP descobriu que as cascas, folhas e talos podem ser mais interessantes do que a polpa quando a questão é nutrição. "Os vegetais e suas cascas são fontes de substâncias que protegem o organismo de doenças como câncer, diabetes e Alzheimer", comenta Maria Rosecler Miranda Rossetto, uma das pesquisadoras da Unesp.
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VEJA ALGUNS NUTRIENTES OCULTOS
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* Carotenoides: O brócolis surpreendeu nos testes. Suas folhas são mais ricas que o talo em oito nutrientes, entre eles, os carotenoides, que aparecem em concentração cerca de 20 vezes maior. E nem precisa de muita criatividade para o consumo: elas podem ser cozidas junto ao vegetal. Entre as cascas, quem vence em quantidade de carotenoides é a manga, com 30,36 gramas dessa substância, contra 17,3 gramas da polpa.
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* Fósforo: A casca da laranja é outra aliada para se ter ossos fortes e saudáveis. Nela, a concentração de fósforo, mineral essencial para manter a saúde de ossos e dentes (junto ao cálcio) é abundante. Além disso, a casca contém quantidade maior de carboidratos que a polpa, fundamentais para produzir energia para as tarefas do dia-a-dia.
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* Potássio: Na casca do pepino, a concentração de potássio é uma das maiores, sendo um ótimo aliado ao controle da pressão arterial. Para se ter ideia, 100 gramas de banana têm cerca de 0,45 gramas de potássio, enquanto a mesma quantidade de casca de pepino tem 7,21 gramas. Não é de se jogar fora!
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* Vitamina C: A banana, além de controlar a hipertensão, fortalecer os músculos e minimizar os sintomas da TPM, possui vitamina C na casca, assim como, o talo da beterraba. Sendo assim, auxiliam no fortalecimento do sistema imunológico. Apesar de ser encontrada em todas as frutas ácidas - como abacaxi, acerola, laranja, kiwi, caju, morango, e em folhas como rúcula e espinafre, a da casca da banana e do talo da beterraba têm um gostinho especial, pois não costumam ser aproveitadas. Quem já provou bolos com cascas de banana pode confirmar o que estava perdendo!
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* Fibras: A casca da maçã e cenoura é imprescindível para quem deseja o intestino funcionando como um relógio. Elas contêm mais fibras do que a própria polpa: a casca da maçã chega a ter três vezes mais fibras que a polpa. Esses nutrientes regulam o funcionamento intestinal, protegem contra doenças cardiovasculares, reduzem o risco para alguns tipos de câncer e ainda auxiliam na perda de peso.
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* Cálcio: Na rama da cenoura, encontra-se boas quantidades de cálcio. Essas folhinhas, muitas vezes deixadas de lado, tem dez vezes o cálcio presente na polpa do vegetal.
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Adaptado da Revista Vida Natural
Veja mais:
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Maçã para afastar a gripe
Alimente seu sistema imunológico
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terça-feira, 23 de fevereiro de 2010

QUE PIMENTÃO ESCOLHER?

Os nutrientes são diversos e cada um deles atua de forma diferente no organismo. Verde, vermelho ou amarelo, os pimentões estão presentes em vários tipos de pratos, dos simples aos mais elaborados. Além de oferecer um colorido especial à mesa, os vegetais têm muito a contribuir com a saúde.
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Para saber qual cor escolher na hora da compra, o nutricionista do Oba Hortifruti, Diego Soares, explica as propriedades e benefícios de cada pimentão. "O que define as cores e as propriedades nutricionais dos pimentões é seu tempo de colheita. Os vegetais são verdes e tornam-se vermelhos ou amarelos quando maduros".
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Rico em betacaroteno, o vermelho tem forte poder antioxidante, isto é, contribui no combate aos radicais livres. Já o amarelo é o que possui maior quantidade de vitamina C, sendo 330 miligramas em 100 gramas, enquanto o vermelho possui apenas 180 miligramas. Assim como o vermelho, o pimentão amarelo tem sabor levemente adocicado devido ao acúmulo de carboidratos. Com sabor mais ácido, o pimentão verde é o mais leve, contendo apenas 16 calorias em cada 100 gramas, enquando o vermelho possui 26 e o amarelo, 27.
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Aos escolher os pimentões, dê preferência aos mais firmes, lustrosos e com o cabo verde. Para higienizá-los, em casa, coloque-os em uma mistura de 1 litro de água para uma colher de água sanitária, por cinco minutos. Enxágue-os em água corrente, de preferência, filtrada. O uso dos pimentões é mais comum em pratos salgados, entretanto, pode-se fazer geléias e patês dos vegetais.
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segunda-feira, 22 de fevereiro de 2010

BETACAROTENO: CONHEÇA OS BENEFÍCIOS

O Betacaroteno é um pigmento naturalmente encontrado em alguns alimentos, sendo também conhecido como pró-vitamina A. Quando consumido, ele pode ser convertido em vitamina A, sempre que o organismo necessitar. As principais fontes de betacaroteno são cenoura, abóbora, beterraba, mamão, manga, batata doce e, em menores proporções, em alguns vegetais verdes escuros.
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Entre seus benefícios, o betacaroteno, aumenta a imunidade, previne o envelhecimento precoce, favorece a integridade da visão, promove a elasticidade e o brilho da pele, fortalece as unhas e protege a pele contra a ação dos raios ultravioletas. O interesse por este componente é crescente e tem sido foco de muitos estudos científicos, além de ganhar maior atenção dos pesquisadores, considerando-se que o perigo da ação dos raios ultravioletas tem aumentado, comprometendo cada vez mais a saúde e a integridade da pele.
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Em pesquisas recentes, verificou-se que o consumo de 15 a 30mg de betacaroteno por dia, favorece um bronzeado mais bonito e aumenta a proteção da pele, até mesmo das regiões que normalmente não recebem a utilização do filtro solar, como por exemplo, os olhos, mas para isso é importante que ele seja consumido regularmente. Não basta consumir os alimentos ricos em betacaroteno apenas dois dias antes de entrar em férias e curtir uma praia. Segundo estudos, os efeitos benéficos do betacaroteno costumam aparecer após 10 a 12 semanas de consumo.
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Uma alimentação saudável é capaz de fornecer a quantidade necessária de betacaroteno para o corpo. Existem suplementos de betacaroteno disponíveis no mercado farmacológico, porém constata-se que quando o aporte necessário é atingido de forma natural, os benefícios para a saúde são maiores, pois vem acompanhado de outros componentes nutritivos que, associados, podem prevenir o corpo de muitas outras doenças.
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