sábado, 20 de junho de 2009

MELHORE O SEU HUMOR ESCOLHENDO OS ALIMENTOS CERTOS

QUE TAL ALIAR ALIMENTAÇÃO SAUDÁVEL E BOM HUMOR? NADA MAL NÉ...
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Um grupo de nutricionistas e cientistas está estudando o quanto a comida é capaz de influenciar o humor das pessoas. A Grã-Bretanha já tem o Food and Mood Institute, o Instituto da Comida e Humor. E o Brasil também já tem estudiosos trabalhando na mesma área na Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC). As pesquisas ainda estão em andamento, mas os profissionais do ramo não têm dúvidas de que ingredientes vindos do prato são capazes de interferir no humor. Os alimentos seriam capazes de modular a fabricação de neurotransmissores, substâncias químicas responsáveis pela comunicação das células no nosso cérebro.
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Para que uma pessoa se sinta feliz é fundamental que esse grupo desempenhe bem o seu papel e esteja em níveis adequados na massa cinzenta. São três os principais envolvidos com o alto-astral: serotonina, dopamina e noradrenalina. A serotonina é derivada de uma substância chamada triptofano e os dois últimos são produzidos com a ajuda da tirosina.
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Para garantir a produção adequada de serotonina é ideal uma dieta que inclua as opções a seguir:
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CARBOIDRATOS: massas, pães, batata e arroz promovem aumento nas taxas de insulina, que está por trás de uma maior captação dos aminoácidos que competem com o triptofano para entrar no cérebro. Assim, com seus rivais derrotados, o triptofano ganha mais espaço na cabeça, o que só colabora para a produção e a atividade da serotonina.
VITAMINA B12: sua deficiência está relacionada com a depressão. Ela é encontrada em ostras e mariscos, além da carne vermelha magra.
VITAMINA B: o maior destaque vai para o ácido fólico, que aparece em vegetais como os brócolis, o cogumelo, o tomate e a rúcula. O triptofano pode ser encontrado no grão-de-bico, ervilhas e feijões. Os alimentos protéicos, como carnes, peixes, leite e ovos também são fornecedores desta substância.
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http://www.clicrbs.com.br/blog/
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sexta-feira, 19 de junho de 2009

AS PERIGOSAS OSCILAÇÕES DA GLICEMIA

Manter e regular a taxa de glicemia no sangue são formas de conquistar saúde a curto e longo prazo. Você acaba de comer satisfatoriamente e, dentro de pouco tempo, já está com uma sensação de fome estranha que o leva a desejar ingerir algo imediatamente. Também anda cansado sem uma razão aparente, com certa apatia, dores de cabeça, enfim, percebe que algo não vai lá muito bem com sua saúde.
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A ingestão de açúcar, sobretudo os derivados da cana de açúcar, são destacados como grandes vilões da elevação da taxa glicêmica. Só que o açúcar não está sozinho. Os farináceos e alimentos refinados são carboidratos simples que agradam não somente aos gordinhos, mas crianças, adolescentes e pessoas de todas as idades habituadas aos alimentos altamente calóricos e rápidos dos ´fast foods´, que vai desde o sanduíche (hamburguer e hot dog), passando pela batata frita, arroz branco polido, pão branco e os biscoitinhos.
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Os índices mundiais indicam que cerca de 25% da população adulta tem resistência à insulina. O quadro é agravado para quem está acima do peso e tem mais de 45 anos. O aspecto ruim dessa história é que as pessoas só costumam mudar quando se deparam com um diagnóstico desfavorável ou um problema já instalado. O outro lado da balança é se foi a alimentação causadora da resistência à insulina, escolhas mais saudáveis e não menos saborosas poderão modificá-la do mesmo modo.
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Há duas formas de trabalhar no controle da glicemia através da alimentação. A primeira é substituir os carboidratos simples por alimentos fontes de carboidrato complexo, ricos em fibras que ajudam a glicose a ser absorvida lentamente. Outra é trabalhar o índice glicêmico dos alimentos. O carboidrato simples está presente no açúcar refinado, doces, pão branco, etc. O arroz integral é um exemplo de alimento com carboidrato complexo, assim como o pão integral. Associado aos legumes, hortaliças e frutas, conseguimos um teor de fibras interessante na alimentação, que contribui para a regulação da glicemia. Lembrando que é mais interessante ingerir a fruta, já que as fibras estão presentes reduzindo a absorção de glicose, do que o suco que eleva rapidamente o índice glicêmico.
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É importante manter um estilo de vida saudável, com atividade física e sono regular. Dar preferência a refeições saudáveis e, quanto mais colorido e variado for o prato, mais rico em nutrientes.
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Nutrição e Esportes
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quinta-feira, 18 de junho de 2009

O QUE É GORDURA TRANS?

A gordura vegetal hidrogenada, presente em alimentos industrializados, aumenta o risco de doenças vasculares.
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Desde 2006, a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) obriga todos os fabricantes a indicar no rótulo a quantidade de gordura trans presente nos alimentos. Por outro lado, o Ministério da Saúde também tenta acabar com a utilização dessa gordura, seguindo o exemplo de países como Suíça e a Dinamarca, onde ela é proibida. A perseguição tem um bom motivo. Estudos científicos comprovaram que essa gordura é extremamente prejudicial à saúde: além de aumentar os níveis de colesterol ruim, o LDL, também diminui a taxa de colesterol bom, o HDL. E isso significa elevar o risco de arteriosclerose, infarto e acidente vascular cerebral.
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A gordura trans é o nome dado à gordura vegetal que passa por um processo de hidrogenação natural ou industrial. A gordura trans não é sintetizada pelo organismo e, por isso, não deveria ser consumida nunca. Mas, como isso é quase impossível, o Ministério da Saúde determinou que é aceitável consumir até 2g da gordura por dia, o que equivale a quatro biscoitos recheados. Mesmo tendo isso em mente, um dos grandes problemas para o consumidor é conseguir perceber com clareza quanta gordura trans existe em cada alimento. Vale lembrar que os alimentos que mais contêm gordura trans são bolachas, pipocas de microondas, chocolates, sorvetes, salgadinhos e todos os alimentos que tem margarina na composição.
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Revista Escola
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quarta-feira, 17 de junho de 2009

TIPOS DE ÓLEO DE COZINHA

A gordura deve fazer parte da nossa alimentação em até 30% das calorias diárias. Há vários tipos de gorduras (ácidos graxos) que compõem a nossa alimentação: os saturados (presentes na manteiga, leite e derivados e carnes em geral) e os trans (alimentos industrializados e gorduras hidrogenadas), que devem ser consumidos com moderação, pois são prejudiciais à saúde, elevando a taxa de colesterol, proporcionando o ganho de peso e causando problemas cardiovasculares.
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Já os ácidos graxos insaturados apresentam gorduras benéficas ao organismo que contribuem para o controle do colesterol e previnem doenças cardiovasculares, porém, também fornecem calorias e devem ser consumidos de forma moderada. Conheça alguns destes óleos:
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ÓLEO DE SOJA: fonte de ômega 3 e 6 que ajuda a controlar os níveis de colesterol. É o mais usado na culinária.
ÓLEO DE OLIVA EXTRA VIRGEM (AZEITE): não é particularmente rico em ômega-3, porém seu conteúdo de lipídos monoinsaturados, principalmente o ácido oléico faz com que o mesmo seja um ótimo protetor contra doenças coronarianas. Não é recomendado levar ao fogo.
ÓLEO DE CANOLA: equilibrado em quantidades de ômega 6 e 3, fonte de gorduras monoinsaturadas e vitamina E. Possui o menor teor de gordura saturada de todos os óleos vegetais. Normalmente usado para cozimento.
ÓLEO DE GIRASSOL: fonte importante de ômega 6 e de vitamina E. Utilizado a frio, diretamente sobre os alimentos e em molhos para saladas ou ainda em cozimento rápido em baixas temperaturas.
ÓLEO DE LINHAÇA: fonte de ômegas 3 e 6 na proporção ideal. Estudos mostram sua ação na redução de triacilglicerol e colesterol, na proteção de neurônios e também na inibição de fatores inflamatórios. Pode ser misturado ao azeite e usado para temperar saladas.
ÓLEO DE GERGELIM: fonte de ácidos graxos insaturados ômegas 3, 6 e 9. Naturalmente fonte de vitamina E, antioxidante que protege as células da ação dos radicais livres. Saboroso, pode ser usado em saladas, pratos frios e massas.
ÓLEO DE MACADÂMIA: fonte de ômegas 7 e 9. Estudos mostram que seu consumo auxilia na redução das taxas de colesterol total e LDL. Usado em receitas, saladas e refogados.
ÓLEO DE AMÊNDOAS: Também é fonte de ácidos graxos essenciais, sendo que alguns destes possuem propriedades antiinflamatórias. Assim como qualquer óleo, os mais frescos e extraídos a frio são os melhores. De preferência escolha garrafas marrons ou verdes, que mantenham pequeno contato do produto com a luz. Também evite o superaquecimento dos óleos para prevenir a deterioração dos mesmos.
ÓLEO DE COCO: prensado a frio, quando submetido a altas temperaturas, não perde suas características nutricionais, sendo considerado um óleo estável. Tem ação antioxidante e imunoestimulante. Estudos sugerem ainda sua ação termogênica, coadjuvante nos processos de emagrecimento, porém, a gordura do coco é altamente saturada e deve ser consumida com moderação.
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FONTES:
Mundo Verde
Dicas da Nutricionista
Revista Saúde
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terça-feira, 16 de junho de 2009

ALHO E CEBOLA CONTRA PEDRA NA VESÍCULA

A dupla seria capaz de reduzir a formação de cálculo biliar, sugere um estudo indiano publicado no periódico British Journal of Nutrition. Realizado com roedores, o trabalho mostrou que o dueto aumenta a produção de duas enzimas responsáveis por derrubar naturalmente os níveis de colesterol. “E quase 80% das pedras na vesícula são formadas por esse tipo de gordura”, afirma Ricardo Abdalla, clínico-geral do Hospital Sírio-Libanês, em São Paulo. Para chegar à conclusão, os cientistas compararam dois grupos de cobaias. Entre os animais alimentados com uma maior quantidade de alho e cebola, houve uma redução de até 30% na incidência dos cálculos.
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Revista Saúde
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segunda-feira, 15 de junho de 2009

ALIMENTAÇÃO DA MÃE E CÓLICAS NOS BEBÊS

Ao se falar de alimentos que provocam algum tipo de desconforto no bebê é importante levar em conta o histórico alimentar da família. Pois os alimentos que causam alergia ou desconforto no pai, na mãe ou em parentes próximos podem ocasionar alergia no bebê. Os mais comuns são: o leite de vaca (considerado o campeão) devido a Imunoglobulina Bovina (IgG) presente nele, seguido da cebola, chocolate, repolho, brócolis, couve-flor e carnes vermelhas.
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Brócolis, couve-flor, repolho e cebola apesar de serem ricos nutricionalmente, podem alterar o sabor do leite e causar desconforto e irritação no bebê, que normalmente duram até 24 horas. O leite e os derivados (leite, queijos, iogurtes e até a manteiga) podem causar reações alérgicas no bebê, que podem aparecer desde minutos, até horas após a mamada, com sintomas de diarréia, irritações de pele, desconforto e gases. O chocolate pode causar irritabilidade e aumentar os movimentos intestinais do bebê. As carnes vermelhas por serem digeridas mais lentamente podem ocasionar gases. E as leguminosas (feijões, grãos, favas e lentilhas), apesar de serem bastante nutritivas, podem ocasionar formação de gases.
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Portanto, pode ser interessante evitar esses tipos de alimentos. Ressaltando que a alimentação da mãe deve conter todos os grupos de alimentos (arroz e grãos em geral, leguminosas, carnes, frutas e verduras) para que o bebê seja nutrido adequadamente.
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Nutrição em Foco
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domingo, 14 de junho de 2009

OBESIDADE INFANTIL

Obesidade infantil: um problema mundial dentro de casa. O maior exemplo de alimentação saudável para as crianças deve partir dos pais. A influência para prática de atividade física e alimentação rica em frutas e verduras é o primeiro passo para garantir a saúde dos pequeninos.
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Acredita-se que as preferências alimentares sejam responsáveis pelas escolhas, especialmente quando se trata de crianças. Estudos indicam existência de neofobia alimentar em crianças, o que limita a ingestão de alimentos nutritivos, assim como frutas e vegetais.
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A prevenção da obesidade infantil é um problema de saúde pública em todo o mundo. Estudos atuais mostram que a prevalência de sobrepeso e obesidade infantil vem aumentando rapidamente, devido a qualidade do consumo alimentar, atividade física e hábitos sedentários os quais costumam ser aprendidos em casa, durante os 5 primeiros anos de vida.
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Pesquisas indicam que a promoção de hábitos saudáveis para os pais, melhora os hábitos e protegem as crianças do desenvolvimento de obesidade infantil. Outra alternativa complementar seria o aumento do consumo de alimentos de baixa densidade calórica. Estudos recentes realizados em laboratórios mostram que as crianças podem aprender a substituir alimentos mais calóricos e menos saudáveis pelos mais nutritivos e menos calóricos. Essa substituição pode ser auxiliada pelos pais, os quais devem deixar alimentos nutritivos de maneira que seja de mais fácil acesso á criança dentro de casa.
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http://www.nutricaovirtual.com.br/nutricao/principal/conteudo.asp?id=8229
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sexta-feira, 12 de junho de 2009

VINHO PARA O BEM DO PULMÃO

Hoje, dia dos namorados! Nada mais romântico do que um bom vinho e um jantar especial. Pequenas doses dessa bebida oferece quantidades de antioxidantes benéficos para o organismo.
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A ciência acaba de desvendar mais uma contribuição da bebida ao corpo humano. Um time do centro de pesquisas Kaiser Permanente Southern Califórnia, nos Estados Unidos, constatou, depois de avaliar quase 85 mil homens, que quem degustava um cálice no dia-a-dia corria menos risco de desenvolver câncer de pulmão. Os estudiosos investigaram se outras bebidas alcoólicas contavam com o mesmo efeito protetor, mas perceberam que somente o vinho tinto oferecia o benefício. “Isso porque ele tem uma alta concentração de antioxidantes”, justifica Chun Chao, a autora do trabalho. “O resveratrol, por exemplo, pode induzir a morte de células cancerosas e, assim, retardar o crescimento do tumor.”
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Revista Saúde
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quinta-feira, 11 de junho de 2009

SEM GLÚTEN

O glúten é uma proteína presente no trigo, aveia, centeio e cevada, e em todos os seus derivados. Algumas pessoas podem ter uma maior sensibilidade à esta substância em decorrência dos anos de grande consumo, já que nossa dieta é rica em pães, macarrão, biscoitos, barras de cereais e tantos outros produtos enriquecidos com esta proteína.
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Pesquisas recentes vem mostrando, inclusive, a relação entre o alto consumo de glúten e prisão de ventre e doenças inflamatórias, incluindo obesidade e artrite. Qual é a solução? Não abusar, substituindo o glúten por tapioca, polvilho, fécula de batata, farinha de milho, farinha de arroz, farinha de mandioca, araruta, quinua, farinha de linhaça, dentre outras opções. Se você gosta de fazer tortas ou bolos, deixe pronta uma mistura que substitui a farinha de trigo:
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3 xícaras de farinha ou creme de arroz
1 xícara de fécula de batata
1 xícara de polvilho doce
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Para farinhas utilizadas em empanados: misturar, peneirando, farinha de mandioca com farinha de milho.
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Dica da Nutricionista - Andréia Torres
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quarta-feira, 10 de junho de 2009

BENEFÍCIOS DO MEL PARA A SAÚDE

O mel é um saboroso alimento que pode ser consumido junto com iogurte, frutas, leite, torradas e cereais, como a granola, a aveia e os flocos de milho. É uma substância açucarada, constituída de frutose e glicose, elaborada no organismo das abelhas a partir do néctar que coletam de diversas flores.
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Este alimento não serve apenas para satisfazer o paladar. Suas propriedades terapêuticas são conhecidas há milhares de anos. Ele pode ser consumido para cuidar da saúde do organismo e proporcionar mais energia para o dia-a-dia.
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É de fácil digestão, sendo assimilado diretamente pelo organismo. Fonte de carboidratos, vitaminas do complexo B e sais minerais, o mel desintoxica o organismo, favorece a digestão, neutraliza a ação de agentes tóxicos nocivos, combate o estresse e cansaço. Também previne contra a osteoporose, aumentando a fixação de cálcio nos tecidos.
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Possui ação prebiótica, agindo beneficamente sobre a flora intestinal. Contém uma substância chamada inibina que age como um antibiótico natural. Tem ação anti-séptica, antiinflamatória, antioxidante, antimicrobiana. É imunoestimulante, sendo eficaz contra os sintomas de gripes e resfriados. Bom coadjuvante no tratamento de problemas pulmonares e da garganta. Livre de agrotóxicos, o mel orgânico associa os seus benefícios aos dos alimentos orgânicos, cultivados em harmonia com o meio ambiente e gerando mais qualidade de vida.
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Todos os tipos de mel devem ser excluídos da dieta de pessoas diabéticas.
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Mundo Verde
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terça-feira, 9 de junho de 2009

TIPOS DE ARROZ


O arroz é conhecido como o vilão das dietas! Muitas pessaos deixam de comê-lo com medo das calorias e esquecem do seu valor nutritivo. De origem asiática, o arroz foi trazido ao Brasil pelos portugueses. Se você acredita que seus grãos são pouco nutritivos, prepare-se para algumas surpresas escondidas nas mais diferentes variedades:
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NEGRO - Ainda não é muito popular por aqui, embora seja conhecido na China há milhares de anos. Era chamado de arroz proibido por ser um alimento exclusivo do imperador, conta a nutricionista Andréa Esquivel, especialista em gastronomia e professora da Universidade Norte do Paraná, a Unopar. Contém pitadas de ferro e, portanto, pode ser útil para afastar a anemia.
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PARBOILIZADO - Ele concentra vitaminas do complexo B, importantes para afastar doenças cardiovasculares. Essa riqueza se preserva apesar do processamento. É que esse arroz, quando ainda está na casca, passa por um tratamento com água fervente que leva os nutrientes para dentro do grão.
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ARBÓREO - O mais usado para fazer risoto, ele concentra bastante amido, o que confere aquela consistência cremosa. Também tem uma incrível capacidade de absorver condimentos.
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INTEGRAL - Este tipo mantém a camada externa do grão, o farelo. Além de conservar vitaminas do complexo B, contém fibras benéficas ao intestino. Para quem estranha o sabor, Maria Cecília Corsi recomenda refogá-lo com um pedacinho de canela e um dente de cravo, além de bastante cebola.
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POLIDO - O arroz do dia-a-dia não é dos mais nutritivos, mas ainda assim é fonte de carboidratos e proteínas, diz a cientista de alimentos Priscila Zaczuk Bassinello. Seu empobrecimento se deve à retirada da casca no beneficiamento, embora já existam nos supermercados versões enriquecidas com minerais como zinco e ferro.
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Revista Saúde
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segunda-feira, 8 de junho de 2009

FESTA JUNINA LIGHT

O mês de junho é marcado pelas tradicionais festas juninas acompanhadas de fogueiras, bandeirinhas, danças e as maravilhosas comidas típicas! Paçoca, pé-de-moleque, caldo de feijão, quentão, pipoca, canjica, pamonha... E as temidas CALORIAS!
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Não há nada de ruim em comer paçoca e pé-de-moleque, desde que estes não sejam o seu único feito durante a festa. As comidas típicas das festas juninas são em sua maioria calóricas. A base desses pratos, o amendoim, contém cerca de 625 calorias em 100g. Uma opção gostosa e menos calórica seria consumir o milho. O pão de milho e o curau são opções com menor valor calórico do que a pamonha, por exemplo, e tão gostosas quanto.
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Há também a possibilidade de alterar as receitas que serão servidas durante os festejos juninos, tornando-as menos calóricas, sem lhes tirar o sabor. “Medidas simples como trocar o leite integral pelo desnatado, a manteiga pela margarina light sem gordura hidrogenada, e o açúcar pela versão light ou pelo adoçante de forno e fogão contribuem com esse objetivo”, conta a nutricionista Amanda Epifânio, do Centro Integrado de Terapia Nutricional.
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“Na impossibilidade de um cardápio light, podemos dar preferência aos alimentos à base de milho, em vez dos que são feitos com amendoim. Dançar muita quadrilha e forró, sem medo de ser feliz, também favorece o gasto calórico”, recomenda a nutricionista.
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Abril
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