quinta-feira, 25 de junho de 2009

BRASILEIROS CONSOMEM 40% MENOS LEITE QUE RECOMENDADO

Aproximadamente 90% do cálcio utilizado pelo organismo ao longo da vida é estocado até o início da vida adulta. O leite é uma fonte rica em cálcio e ajuda a prevenir doenças como osteoporose, hipertensão e também alguns tipos de câncer. Porém, hoje, de acordo com informações do Ministério da Saúde, os brasileiros ingerem 40% menos leite do que o recomendado..

É aconselhável pelos médicos a ingestão de leite principalmente na infância e na adolescência, porque 90% de todo o cálcio utilizado pelo organismo ao longo da vida é estocado até o início da vida adulta.“As crianças devem ter uma dieta rica em cálcio, que pode ser obtida principalmente por meio do leite e seus derivados”, explica a tutora do Portal Educação, Danielle Pereira.
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Após a fase infantil e adolescência, o tecido ósseo não absorve mais o mineral com a mesma eficiência. O médico Everaldo Lopes ressalta que a baixa ingestão de cálcio na juventude aumenta em 20% o risco de osteoporose na idade adulta.
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quarta-feira, 24 de junho de 2009

FERRO FAZ BEM PARA O CÉREBRO DAS CRIANÇAS

Quando o mineral está em baixa no organismo, o cérebro da garotada não se desenvolve como deveria. Daí, aprender o bê-á-bá fica mesmo muito mais difícil.
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Um estudo que acaba de ser publicado na Revista Paulista de Pediatria mostra que meninos e meninas com anemia por falta de ferro apresentam problemas de desempenho cognitivo — principalmente na área da linguagem. Ou seja, fica atrás no aprendizado quem está com baixos níveis de hemoglobina — a proteína dos glóbulos vermelhos do sangue que é feita do mineral e que transporta oxigênio. “Analisamos crianças com idade entre 2 e 6 anos”, conta a autora, Juliana Nunes, professora de fonoaudiologia do centro de ensino Fead, em Belo Horizonte. “Nessa fase, a anemia pode provocar graves danos ao cérebro”, acrescenta.
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Segundo o Ministério da Saúde, uma em cada cinco crianças brasileiras de todas as classes sociais sofre da doença. Alguns especialistas acham que esse número seja até três vezes maior. “Em geral, o problema é provocado pela falta de ferro no prato”, afirma a pediatra Fernanda Ceragioli Oliveira, da Sociedade de Pediatria de São Paulo. Esse mineral não só entra na receita da hemoglobina como participa da produção de enzimas que ajudam a manter as células cerebrais, os neurônios, sempre ligadas. Sem contar que é importantíssimo para as defesas do corpo.
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Para não faltar ferro, é essencial que a dieta infantil inclua carne. Só ela fornece um tipo do mineral, o heme, que é mais bem aproveitado pelo organismo. No caso, as mais ricas são a de boi, de frango e de peixe, nessa ordem. Feijão e outros grãos, além de verduras como couve e rúcula, também carregam o nutriente, mas, para ele ser bem absorvido, necessita do empurrão de fontes de vitamina C, como o suco de laranja. Aposente as guloseimas e invista em frutas, verduras, legumes, cereais e, claro, carne. O cérebro do seu filho agradece. E ele, com a desenvoltura de quem se dá bem no território da linguagem, também saberá como agradecer.
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Revista Saúde
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terça-feira, 23 de junho de 2009

MENOPAUSA

A menopausa é um estágio natural da vida da mulher caracterizada pela ausência de menstruação ou irregularidades menstruais. Isso ocorre devido à redução da concentração dos hormônios progesterona e estrogênio. Os principais sintomas que afetam a mulher neste período são: ondas de calor (fogachos); ressecamento vaginal, alterações de humor, irritabilidade, ansiedade, depressão, insônia, diminuição da libido, aumento do risco de doenças cardíacas, osteoporose, dentre outros.
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Uma alimentação saudável e equilibrada auxilia na redução dos sintomas da menopausa e é essencial neste período de vida da mulher. Eis algumas dicas:
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- Aumentar o consumo de alimentos fontes do mineral cálcio. Estes são importantes para a manutenção da saúde óssea, tais como: gergelim, vegetais verde-escuros (couve, espinafre, rúcula, salsa etc), queijos brancos, leite, iogurtes, entre outros;

- Priorizar o consumo de produtos à base de soja: extrato de soja, soja em grãos, proteína texturizada de soja, tofu, missô. A soja é considerada um alimento funcional, pois possui a isoflavona, que apresenta estrutura similar ao estrogênio (hormônio feminino);

- A semente de linhaça, possui uma substância chamada lignana, que atua auxiliando no alívio dos sintomas da menopausa. Além disso, é rica em fibras e em óleos essenciais ao organismo (ômega 3 e ômega 6) que atuam aumentando o HDL ou "colesterol bom" e reduzindo o LDL ou "colesterol ruim";

- Os cereais integrais (arroz integral, massas integrais, pão integral, biscoitos integrais, farinhas integrais, aveia, granola, farelo de trigo) também devem ser introduzidos na alimentação diária, pois são fontes de carboidratos que fornecem energia para nosso organismo e fibras, que melhoram o funcionamento do intestino;

- O suco de uva é rico em resveratrol, uma substância que atua na prevenção de doenças cardíacas, além de ser um excelente antioxidante combatendo os radicais livres;

- Inclua na alimentação o gérmen de trigo e as sementes oleaginosas (avelãs, nozes, castanha de caju, castanha-do-pará, amêndoas e pistache), pois são alimentos fontes de vitamina E, que combatem o envelhecimento precoce da pele;

- Consuma diariamente frutas, verduras e legumes, por serem ricos em fibras, vitaminas, minerais e antioxidantes;

- Beba bastante líquidos durante o dia sob a forma de água, chás e sucos naturais.
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Mundo Verde
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segunda-feira, 22 de junho de 2009

AÇAÍ

O açaí é um fruto consumido há muito tempo pelos indígenas e moradores da região amazônica. É também largamente utilizado para a produção de um refresco (“vinho” de açaí). Nas regiões sul e sudeste vem sendo popularizado e consumido como complemento alimentar, principalmente pelas pessoas que buscam vigor físico.
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Além de ter um sabor delicioso e refrescante, é rico em vitamina E, ferro, fibras, fósforo, minerais, gordura vegetal, cálcio e potássio, que, dentre outras propriedades, ajudam a combater os radicais livres. A alta concentração de fibras melhora as funções intestinais. A presença de vitamina B1 e o teor elevado de pigmentos anticianianos, que são antioxidantes, favorecem a circulação sanguínea. Mas seu componente de maior destaque é o ferro, indicado na prevenção de anemias e fortalecimento muscular.
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Uma pesquisa realizada pela Universidade Federal do Pará levantou a tabela nutricional do açaí, permitindo concluir que este é o ingrediente perfeito para um café da manhã reforçado e para praticantes de atividades esportivas, crianças e executivos.
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MAS CUIDADO: é uma fruta extremamente calórica e 100g oferece aproximadamente 262 calorias.
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Nutrição em Foco
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domingo, 21 de junho de 2009

PROTEÍNA DA SOJA NO CONTROLE DO COLESTEROL

O consumo de alimentos funcionais é uma das mais recentes tendências para a redução de fatores de risco relacionados a doenças cardiovasculares. E o que tem chamado a atenção dos profissionais da saúde é a proteína da soja, pois o seu consumo está associado à redução dos níveis de colesterol no sangue.
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Além disso, a soja é rica em proteínas de boa qualidade, possui ácidos graxos poli-insaturados e compostos fitoquímicos, como: isoflavonas, saponinas, fitatos, dentre outros. Também é uma excelente fonte de minerais, como: cobre, ferro, fósforo, potássio, magnésio, manganês e vitaminas do complexo B.
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Os mecanismos e componentes responsáveis pelo potencial efeito da proteína de soja na prevenção de doenças cardiovasculares ainda não está completamente identificado. No entanto, os estudos mais recentes acreditam que diversos fatores estão inter-relacionados, incluindo a composição funcional da proteína de soja, os sinergismos entre os componentes presentes nos alimentos, o metabolismo e a genética individual, assim como outros fatores de risco.
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Nutrição Virtual
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sábado, 20 de junho de 2009

MELHORE O SEU HUMOR ESCOLHENDO OS ALIMENTOS CERTOS

QUE TAL ALIAR ALIMENTAÇÃO SAUDÁVEL E BOM HUMOR? NADA MAL NÉ...
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Um grupo de nutricionistas e cientistas está estudando o quanto a comida é capaz de influenciar o humor das pessoas. A Grã-Bretanha já tem o Food and Mood Institute, o Instituto da Comida e Humor. E o Brasil também já tem estudiosos trabalhando na mesma área na Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC). As pesquisas ainda estão em andamento, mas os profissionais do ramo não têm dúvidas de que ingredientes vindos do prato são capazes de interferir no humor. Os alimentos seriam capazes de modular a fabricação de neurotransmissores, substâncias químicas responsáveis pela comunicação das células no nosso cérebro.
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Para que uma pessoa se sinta feliz é fundamental que esse grupo desempenhe bem o seu papel e esteja em níveis adequados na massa cinzenta. São três os principais envolvidos com o alto-astral: serotonina, dopamina e noradrenalina. A serotonina é derivada de uma substância chamada triptofano e os dois últimos são produzidos com a ajuda da tirosina.
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Para garantir a produção adequada de serotonina é ideal uma dieta que inclua as opções a seguir:
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CARBOIDRATOS: massas, pães, batata e arroz promovem aumento nas taxas de insulina, que está por trás de uma maior captação dos aminoácidos que competem com o triptofano para entrar no cérebro. Assim, com seus rivais derrotados, o triptofano ganha mais espaço na cabeça, o que só colabora para a produção e a atividade da serotonina.
VITAMINA B12: sua deficiência está relacionada com a depressão. Ela é encontrada em ostras e mariscos, além da carne vermelha magra.
VITAMINA B: o maior destaque vai para o ácido fólico, que aparece em vegetais como os brócolis, o cogumelo, o tomate e a rúcula. O triptofano pode ser encontrado no grão-de-bico, ervilhas e feijões. Os alimentos protéicos, como carnes, peixes, leite e ovos também são fornecedores desta substância.
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http://www.clicrbs.com.br/blog/
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sexta-feira, 19 de junho de 2009

AS PERIGOSAS OSCILAÇÕES DA GLICEMIA

Manter e regular a taxa de glicemia no sangue são formas de conquistar saúde a curto e longo prazo. Você acaba de comer satisfatoriamente e, dentro de pouco tempo, já está com uma sensação de fome estranha que o leva a desejar ingerir algo imediatamente. Também anda cansado sem uma razão aparente, com certa apatia, dores de cabeça, enfim, percebe que algo não vai lá muito bem com sua saúde.
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A ingestão de açúcar, sobretudo os derivados da cana de açúcar, são destacados como grandes vilões da elevação da taxa glicêmica. Só que o açúcar não está sozinho. Os farináceos e alimentos refinados são carboidratos simples que agradam não somente aos gordinhos, mas crianças, adolescentes e pessoas de todas as idades habituadas aos alimentos altamente calóricos e rápidos dos ´fast foods´, que vai desde o sanduíche (hamburguer e hot dog), passando pela batata frita, arroz branco polido, pão branco e os biscoitinhos.
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Os índices mundiais indicam que cerca de 25% da população adulta tem resistência à insulina. O quadro é agravado para quem está acima do peso e tem mais de 45 anos. O aspecto ruim dessa história é que as pessoas só costumam mudar quando se deparam com um diagnóstico desfavorável ou um problema já instalado. O outro lado da balança é se foi a alimentação causadora da resistência à insulina, escolhas mais saudáveis e não menos saborosas poderão modificá-la do mesmo modo.
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Há duas formas de trabalhar no controle da glicemia através da alimentação. A primeira é substituir os carboidratos simples por alimentos fontes de carboidrato complexo, ricos em fibras que ajudam a glicose a ser absorvida lentamente. Outra é trabalhar o índice glicêmico dos alimentos. O carboidrato simples está presente no açúcar refinado, doces, pão branco, etc. O arroz integral é um exemplo de alimento com carboidrato complexo, assim como o pão integral. Associado aos legumes, hortaliças e frutas, conseguimos um teor de fibras interessante na alimentação, que contribui para a regulação da glicemia. Lembrando que é mais interessante ingerir a fruta, já que as fibras estão presentes reduzindo a absorção de glicose, do que o suco que eleva rapidamente o índice glicêmico.
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É importante manter um estilo de vida saudável, com atividade física e sono regular. Dar preferência a refeições saudáveis e, quanto mais colorido e variado for o prato, mais rico em nutrientes.
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Nutrição e Esportes
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quinta-feira, 18 de junho de 2009

O QUE É GORDURA TRANS?

A gordura vegetal hidrogenada, presente em alimentos industrializados, aumenta o risco de doenças vasculares.
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Desde 2006, a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) obriga todos os fabricantes a indicar no rótulo a quantidade de gordura trans presente nos alimentos. Por outro lado, o Ministério da Saúde também tenta acabar com a utilização dessa gordura, seguindo o exemplo de países como Suíça e a Dinamarca, onde ela é proibida. A perseguição tem um bom motivo. Estudos científicos comprovaram que essa gordura é extremamente prejudicial à saúde: além de aumentar os níveis de colesterol ruim, o LDL, também diminui a taxa de colesterol bom, o HDL. E isso significa elevar o risco de arteriosclerose, infarto e acidente vascular cerebral.
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A gordura trans é o nome dado à gordura vegetal que passa por um processo de hidrogenação natural ou industrial. A gordura trans não é sintetizada pelo organismo e, por isso, não deveria ser consumida nunca. Mas, como isso é quase impossível, o Ministério da Saúde determinou que é aceitável consumir até 2g da gordura por dia, o que equivale a quatro biscoitos recheados. Mesmo tendo isso em mente, um dos grandes problemas para o consumidor é conseguir perceber com clareza quanta gordura trans existe em cada alimento. Vale lembrar que os alimentos que mais contêm gordura trans são bolachas, pipocas de microondas, chocolates, sorvetes, salgadinhos e todos os alimentos que tem margarina na composição.
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Revista Escola
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quarta-feira, 17 de junho de 2009

TIPOS DE ÓLEO DE COZINHA

A gordura deve fazer parte da nossa alimentação em até 30% das calorias diárias. Há vários tipos de gorduras (ácidos graxos) que compõem a nossa alimentação: os saturados (presentes na manteiga, leite e derivados e carnes em geral) e os trans (alimentos industrializados e gorduras hidrogenadas), que devem ser consumidos com moderação, pois são prejudiciais à saúde, elevando a taxa de colesterol, proporcionando o ganho de peso e causando problemas cardiovasculares.
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Já os ácidos graxos insaturados apresentam gorduras benéficas ao organismo que contribuem para o controle do colesterol e previnem doenças cardiovasculares, porém, também fornecem calorias e devem ser consumidos de forma moderada. Conheça alguns destes óleos:
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ÓLEO DE SOJA: fonte de ômega 3 e 6 que ajuda a controlar os níveis de colesterol. É o mais usado na culinária.
ÓLEO DE OLIVA EXTRA VIRGEM (AZEITE): não é particularmente rico em ômega-3, porém seu conteúdo de lipídos monoinsaturados, principalmente o ácido oléico faz com que o mesmo seja um ótimo protetor contra doenças coronarianas. Não é recomendado levar ao fogo.
ÓLEO DE CANOLA: equilibrado em quantidades de ômega 6 e 3, fonte de gorduras monoinsaturadas e vitamina E. Possui o menor teor de gordura saturada de todos os óleos vegetais. Normalmente usado para cozimento.
ÓLEO DE GIRASSOL: fonte importante de ômega 6 e de vitamina E. Utilizado a frio, diretamente sobre os alimentos e em molhos para saladas ou ainda em cozimento rápido em baixas temperaturas.
ÓLEO DE LINHAÇA: fonte de ômegas 3 e 6 na proporção ideal. Estudos mostram sua ação na redução de triacilglicerol e colesterol, na proteção de neurônios e também na inibição de fatores inflamatórios. Pode ser misturado ao azeite e usado para temperar saladas.
ÓLEO DE GERGELIM: fonte de ácidos graxos insaturados ômegas 3, 6 e 9. Naturalmente fonte de vitamina E, antioxidante que protege as células da ação dos radicais livres. Saboroso, pode ser usado em saladas, pratos frios e massas.
ÓLEO DE MACADÂMIA: fonte de ômegas 7 e 9. Estudos mostram que seu consumo auxilia na redução das taxas de colesterol total e LDL. Usado em receitas, saladas e refogados.
ÓLEO DE AMÊNDOAS: Também é fonte de ácidos graxos essenciais, sendo que alguns destes possuem propriedades antiinflamatórias. Assim como qualquer óleo, os mais frescos e extraídos a frio são os melhores. De preferência escolha garrafas marrons ou verdes, que mantenham pequeno contato do produto com a luz. Também evite o superaquecimento dos óleos para prevenir a deterioração dos mesmos.
ÓLEO DE COCO: prensado a frio, quando submetido a altas temperaturas, não perde suas características nutricionais, sendo considerado um óleo estável. Tem ação antioxidante e imunoestimulante. Estudos sugerem ainda sua ação termogênica, coadjuvante nos processos de emagrecimento, porém, a gordura do coco é altamente saturada e deve ser consumida com moderação.
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FONTES:
Mundo Verde
Dicas da Nutricionista
Revista Saúde
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terça-feira, 16 de junho de 2009

ALHO E CEBOLA CONTRA PEDRA NA VESÍCULA

A dupla seria capaz de reduzir a formação de cálculo biliar, sugere um estudo indiano publicado no periódico British Journal of Nutrition. Realizado com roedores, o trabalho mostrou que o dueto aumenta a produção de duas enzimas responsáveis por derrubar naturalmente os níveis de colesterol. “E quase 80% das pedras na vesícula são formadas por esse tipo de gordura”, afirma Ricardo Abdalla, clínico-geral do Hospital Sírio-Libanês, em São Paulo. Para chegar à conclusão, os cientistas compararam dois grupos de cobaias. Entre os animais alimentados com uma maior quantidade de alho e cebola, houve uma redução de até 30% na incidência dos cálculos.
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Revista Saúde
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segunda-feira, 15 de junho de 2009

ALIMENTAÇÃO DA MÃE E CÓLICAS NOS BEBÊS

Ao se falar de alimentos que provocam algum tipo de desconforto no bebê é importante levar em conta o histórico alimentar da família. Pois os alimentos que causam alergia ou desconforto no pai, na mãe ou em parentes próximos podem ocasionar alergia no bebê. Os mais comuns são: o leite de vaca (considerado o campeão) devido a Imunoglobulina Bovina (IgG) presente nele, seguido da cebola, chocolate, repolho, brócolis, couve-flor e carnes vermelhas.
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Brócolis, couve-flor, repolho e cebola apesar de serem ricos nutricionalmente, podem alterar o sabor do leite e causar desconforto e irritação no bebê, que normalmente duram até 24 horas. O leite e os derivados (leite, queijos, iogurtes e até a manteiga) podem causar reações alérgicas no bebê, que podem aparecer desde minutos, até horas após a mamada, com sintomas de diarréia, irritações de pele, desconforto e gases. O chocolate pode causar irritabilidade e aumentar os movimentos intestinais do bebê. As carnes vermelhas por serem digeridas mais lentamente podem ocasionar gases. E as leguminosas (feijões, grãos, favas e lentilhas), apesar de serem bastante nutritivas, podem ocasionar formação de gases.
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Portanto, pode ser interessante evitar esses tipos de alimentos. Ressaltando que a alimentação da mãe deve conter todos os grupos de alimentos (arroz e grãos em geral, leguminosas, carnes, frutas e verduras) para que o bebê seja nutrido adequadamente.
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Nutrição em Foco
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domingo, 14 de junho de 2009

OBESIDADE INFANTIL

Obesidade infantil: um problema mundial dentro de casa. O maior exemplo de alimentação saudável para as crianças deve partir dos pais. A influência para prática de atividade física e alimentação rica em frutas e verduras é o primeiro passo para garantir a saúde dos pequeninos.
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Acredita-se que as preferências alimentares sejam responsáveis pelas escolhas, especialmente quando se trata de crianças. Estudos indicam existência de neofobia alimentar em crianças, o que limita a ingestão de alimentos nutritivos, assim como frutas e vegetais.
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A prevenção da obesidade infantil é um problema de saúde pública em todo o mundo. Estudos atuais mostram que a prevalência de sobrepeso e obesidade infantil vem aumentando rapidamente, devido a qualidade do consumo alimentar, atividade física e hábitos sedentários os quais costumam ser aprendidos em casa, durante os 5 primeiros anos de vida.
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Pesquisas indicam que a promoção de hábitos saudáveis para os pais, melhora os hábitos e protegem as crianças do desenvolvimento de obesidade infantil. Outra alternativa complementar seria o aumento do consumo de alimentos de baixa densidade calórica. Estudos recentes realizados em laboratórios mostram que as crianças podem aprender a substituir alimentos mais calóricos e menos saudáveis pelos mais nutritivos e menos calóricos. Essa substituição pode ser auxiliada pelos pais, os quais devem deixar alimentos nutritivos de maneira que seja de mais fácil acesso á criança dentro de casa.
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http://www.nutricaovirtual.com.br/nutricao/principal/conteudo.asp?id=8229
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