terça-feira, 30 de junho de 2009

PIMENTA PARA EMAGRECER


Pimentas: quanto mais quente melhor. Elas melhoram a digestão e protegem contra alguns tipos de câncer. E ainda fazem seu corpo queimar gordura.
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Verdes e vermelhas, as pimentas mostram seu poder de fogo contra uma série de encrencas, desde dor de cabeça até artrite, passando por reumatismo, má digestão, colesterol alto e doenças circulatórias. Recentemente canadenses e holandeses vieram com uma história ainda mais picante: essa família ardida seria uma ótima ajuda para vencer a obesidade. As evidências vêm de um trabalho em parceria feito por cientistas da Universidade Laval, em Quebec, no Canadá, com cientistas do Centro de Ciências Alimentícias de Wageningen, na Holanda.
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Segundo o estudo, o fruto da pimenteira derreteria os estoques de energia acumulados em forma de gordura corporal. Isso graças à capsaicina, substância presente na parte mais esbranquiçada, onde ficam as sementes. Como é a capsaicina que arde, o título desta reportagem é justo. O mecanismo é simples. Para quebrar os nutrientes da comida e absorvê-los, nosso aparelho digestivo trabalha duro e gasta muito combustível. A capsaicina faz com que ele, nas horas de serviço pesado, se abasteça nos depósitos gordurosos. Esse processo, ainda por cima, aumenta a temperatura corporal e, para dissipá-la, lá se vão mais calorias e calorias. É por isso que ingredientes com essa capacidade são chamados de termogênicos.
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Ela reduz a formação de gases e melhora a produção do suco gástrico. Por isso dá uma força na digestão difícil. Porém, o ingrediente é contra-indicado para quem sofre de gastrite ou úlcera. O mais paradoxal é que a pimenta em si parece ser capaz de combater a Helicobacter pylori, bactéria envolvida nesses males estomacais.
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Revista Saúde
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segunda-feira, 29 de junho de 2009

FICAR SEM COMER ENGORDA

Explicações científicas já comprovaram que o que mais engorda numa dieta de emagrecimento é fazer regime, principalmente com restrições radicais em quantidade e qualidade.
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Nossas necessidades calóricas precedem todas as outras do nosso organismo, principalmente para a manutenção de energia para o cérebro. Com um consumo reduzido de calorias, abaixo das necessidades daquele indivíduo, o organismo dispõe de um sistema de segurança que poupa o principal estoque de energia (gordura) diminuindo seu consumo. Com isso, o corpo utiliza o glicogênio e proteína muscular (que são as nossas reservas corporais) como fontes de energia, transformando-os em glicose para ser utilizado pelo sistema nervoso central.
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Numa restrição calórica radical, a perda de peso na balança será proporcionalmente maior de músculos e água do que de gordura. As células musculares consomem mais energia do que o tecido de gordura, portanto, ao diminuirmos a massa magra mais do que deveríamos, começamos a gastar menos energia. Isso explica o que chamamos de “diminuir ou desacelerar o metabolismo”. Ao retornarmos a alimentação normal e gastando menos calorias do que anteriormente, voltamos a engordar com mais facilidade, formando mais gordura do que antes.
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Uma dieta de emagrecimento saudável, deve respeitar as necessidades individuais tanto em qualidade quanto em quantidade dos alimentos. O importante é a conscientização de que só emagrece com paciência e persistência.
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Algumas dicas são básicas para o sucesso do emagrecimento:
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Se alimente de 3 em 3 horas;
Faça em média 5 a 6 refeições por dia;
Tenha uma alimentação variada;
Mastigue bem os alimentos;
Coma devagar e em ambientes tranquilos;
Consuma frutas, verduras e legumes diariamente;
Pratique atividade física regularmente.
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Nutrição e Esportes
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domingo, 28 de junho de 2009

QUINUA: GRÃO RICO EM NUTRIENTES E BAIXA CALORIA

Além de ser ótima fonte de carboidratos de baixo índice glicêmico, vitaminas, minerais e gordura saudável, a quinua contém todos os aminoácidos essenciais para o bom funcionamento do corpo. A quinua desembarcou em terras brasileiras há pouco tempo. Foi a partir de 2004 que esse cereal começou a ser importada do deserto Uyuni, nos Andes bolivianos. E já não era sem tempo.
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O grão é uma ótima fonte de carboidratos de baixo índice glicêmico, vitaminas, minerais e gordura saudável. Possui baixa caloria e mais fibra que o arroz integral.
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“Ele contém todos os aminoácidos essenciais que nosso corpo não fabrica e que são precursores das proteínas: histidina, isoleucina, leucina, lisina, metionina, fenilalanina, treonina, triptofano, valina e arginina”, afirma a nutricionista Mariana Reis, da Rede de Clínicas Anna Aslan. “Essas proteínas, formadas pelos aminoácidos, são indispensáveis para o melhor rendimento e elasticidade das fibras musculares, recuperação de tecidos e células, manutenção dos órgãos, da pele e do sistema imunológico, bem como para a produção de hormônios e enzimas”, destaca. Outro diferencial do grão é a presença dos aminoácidos metionina e lisina, típicos de alimentos de origem animal como carne e ovos. Segundo a nutrucionista, esses dois aminoácidos estão relacionados ao desenvolvimento da inteligência, à rapidez de reflexos e a funções como a memória e a aprendizagem.
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A quinua também é uma boa fonte de triptofano, aminoácido ligado à produção de serotonina no cérebro, responsável pela modulação do humor, pela disposição e pelo bem-estar. “Por isso, acredita-se que o seu consumo regular possa ajudar a reduzir a fadiga e a depressão”, diz a Mariana. Livre de glúten, o grão contém quase a mesma quantidade de calorias do arroz. Cada 100g de quinua crua têm 374 calorias, contra 350 calorias do arroz integral. “E por ser rica em fibras, ele ajuda a aumentar a sensação de saciedade durante as refeições, melhora o funcionamento intestinal e favorece o controle dos níveis de colesterol, glicemia e triglicérides no sangue”, diz o geriatra Eduardo Gomes, diretor da rede de Clínicas Anna Aslan.
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Abril
www.quinuareal.com.br
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sexta-feira, 26 de junho de 2009

OVOS TERÃO EMBALAGENS COM ADVERTÊNCIAS SOBRE CONSUMO

Foi aprovada pela ANVISA (Agência Nacional de Vigilância Sanitária), uma norma que determina a obrigatoriedade, nos rótulos de todos os ovos vendidos no país, de advertências sobre o consumo do produto. Para isso, torna-se necessário que as embalagens contenham as seguintes frases: “Manter ovos preferencialmente refrigerados” e “O consumo deste alimento cru ou mal cozido pode causar danos à saúde”. O consumo de ovos crus ou mal cozidos foi responsável por 22,6% dos 5.699 casos desse tipo de doença.
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A norma vem com o intuito de alertar a população para evitar a transmissão de salmonella pelo ovo. “O sintoma mais comum da infecção por Samonella é a diarréia, mas algumas pessoas podem apresentar náuseas, vômito, dor abdominal e cefaléia”, explica a médica veterinária e tutora do Portal Educação, Danielle Pereira.
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O ovo é o principal alimento envolvido em surtos de doenças transmitidas por alimentos no país, de acordo com estudo do Ministério da Saúde. Entre 1999 e 2007, o consumo de ovos crus ou mal cozidos foi responsável por 22,6% dos 5.699 casos desse tipo de doença notificados.
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Para evitar a salmonella, a ANVISA dá algumas dicas:
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1. Lavar bem utensílios e mãos depois de manipular carne de aves e ovos crus;
2. Cozinhar bem os alimentos;
3. Evitar consumo de produtos preparados com ovos crus;
4. Não usar os mesmos para preparar alimentos crus e cozidos;
5. Guardar na geladeira os alimentos preparados no fogão, mesmo que ainda estejam quentes;
6. Proteger os alimentos do contato com animais como aves, insetos e roedores, que podem transmitir a bactéria.
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quinta-feira, 25 de junho de 2009

BRASILEIROS CONSOMEM 40% MENOS LEITE QUE RECOMENDADO

Aproximadamente 90% do cálcio utilizado pelo organismo ao longo da vida é estocado até o início da vida adulta. O leite é uma fonte rica em cálcio e ajuda a prevenir doenças como osteoporose, hipertensão e também alguns tipos de câncer. Porém, hoje, de acordo com informações do Ministério da Saúde, os brasileiros ingerem 40% menos leite do que o recomendado..

É aconselhável pelos médicos a ingestão de leite principalmente na infância e na adolescência, porque 90% de todo o cálcio utilizado pelo organismo ao longo da vida é estocado até o início da vida adulta.“As crianças devem ter uma dieta rica em cálcio, que pode ser obtida principalmente por meio do leite e seus derivados”, explica a tutora do Portal Educação, Danielle Pereira.
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Após a fase infantil e adolescência, o tecido ósseo não absorve mais o mineral com a mesma eficiência. O médico Everaldo Lopes ressalta que a baixa ingestão de cálcio na juventude aumenta em 20% o risco de osteoporose na idade adulta.
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quarta-feira, 24 de junho de 2009

FERRO FAZ BEM PARA O CÉREBRO DAS CRIANÇAS

Quando o mineral está em baixa no organismo, o cérebro da garotada não se desenvolve como deveria. Daí, aprender o bê-á-bá fica mesmo muito mais difícil.
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Um estudo que acaba de ser publicado na Revista Paulista de Pediatria mostra que meninos e meninas com anemia por falta de ferro apresentam problemas de desempenho cognitivo — principalmente na área da linguagem. Ou seja, fica atrás no aprendizado quem está com baixos níveis de hemoglobina — a proteína dos glóbulos vermelhos do sangue que é feita do mineral e que transporta oxigênio. “Analisamos crianças com idade entre 2 e 6 anos”, conta a autora, Juliana Nunes, professora de fonoaudiologia do centro de ensino Fead, em Belo Horizonte. “Nessa fase, a anemia pode provocar graves danos ao cérebro”, acrescenta.
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Segundo o Ministério da Saúde, uma em cada cinco crianças brasileiras de todas as classes sociais sofre da doença. Alguns especialistas acham que esse número seja até três vezes maior. “Em geral, o problema é provocado pela falta de ferro no prato”, afirma a pediatra Fernanda Ceragioli Oliveira, da Sociedade de Pediatria de São Paulo. Esse mineral não só entra na receita da hemoglobina como participa da produção de enzimas que ajudam a manter as células cerebrais, os neurônios, sempre ligadas. Sem contar que é importantíssimo para as defesas do corpo.
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Para não faltar ferro, é essencial que a dieta infantil inclua carne. Só ela fornece um tipo do mineral, o heme, que é mais bem aproveitado pelo organismo. No caso, as mais ricas são a de boi, de frango e de peixe, nessa ordem. Feijão e outros grãos, além de verduras como couve e rúcula, também carregam o nutriente, mas, para ele ser bem absorvido, necessita do empurrão de fontes de vitamina C, como o suco de laranja. Aposente as guloseimas e invista em frutas, verduras, legumes, cereais e, claro, carne. O cérebro do seu filho agradece. E ele, com a desenvoltura de quem se dá bem no território da linguagem, também saberá como agradecer.
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Revista Saúde
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terça-feira, 23 de junho de 2009

MENOPAUSA

A menopausa é um estágio natural da vida da mulher caracterizada pela ausência de menstruação ou irregularidades menstruais. Isso ocorre devido à redução da concentração dos hormônios progesterona e estrogênio. Os principais sintomas que afetam a mulher neste período são: ondas de calor (fogachos); ressecamento vaginal, alterações de humor, irritabilidade, ansiedade, depressão, insônia, diminuição da libido, aumento do risco de doenças cardíacas, osteoporose, dentre outros.
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Uma alimentação saudável e equilibrada auxilia na redução dos sintomas da menopausa e é essencial neste período de vida da mulher. Eis algumas dicas:
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- Aumentar o consumo de alimentos fontes do mineral cálcio. Estes são importantes para a manutenção da saúde óssea, tais como: gergelim, vegetais verde-escuros (couve, espinafre, rúcula, salsa etc), queijos brancos, leite, iogurtes, entre outros;

- Priorizar o consumo de produtos à base de soja: extrato de soja, soja em grãos, proteína texturizada de soja, tofu, missô. A soja é considerada um alimento funcional, pois possui a isoflavona, que apresenta estrutura similar ao estrogênio (hormônio feminino);

- A semente de linhaça, possui uma substância chamada lignana, que atua auxiliando no alívio dos sintomas da menopausa. Além disso, é rica em fibras e em óleos essenciais ao organismo (ômega 3 e ômega 6) que atuam aumentando o HDL ou "colesterol bom" e reduzindo o LDL ou "colesterol ruim";

- Os cereais integrais (arroz integral, massas integrais, pão integral, biscoitos integrais, farinhas integrais, aveia, granola, farelo de trigo) também devem ser introduzidos na alimentação diária, pois são fontes de carboidratos que fornecem energia para nosso organismo e fibras, que melhoram o funcionamento do intestino;

- O suco de uva é rico em resveratrol, uma substância que atua na prevenção de doenças cardíacas, além de ser um excelente antioxidante combatendo os radicais livres;

- Inclua na alimentação o gérmen de trigo e as sementes oleaginosas (avelãs, nozes, castanha de caju, castanha-do-pará, amêndoas e pistache), pois são alimentos fontes de vitamina E, que combatem o envelhecimento precoce da pele;

- Consuma diariamente frutas, verduras e legumes, por serem ricos em fibras, vitaminas, minerais e antioxidantes;

- Beba bastante líquidos durante o dia sob a forma de água, chás e sucos naturais.
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Mundo Verde
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segunda-feira, 22 de junho de 2009

AÇAÍ

O açaí é um fruto consumido há muito tempo pelos indígenas e moradores da região amazônica. É também largamente utilizado para a produção de um refresco (“vinho” de açaí). Nas regiões sul e sudeste vem sendo popularizado e consumido como complemento alimentar, principalmente pelas pessoas que buscam vigor físico.
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Além de ter um sabor delicioso e refrescante, é rico em vitamina E, ferro, fibras, fósforo, minerais, gordura vegetal, cálcio e potássio, que, dentre outras propriedades, ajudam a combater os radicais livres. A alta concentração de fibras melhora as funções intestinais. A presença de vitamina B1 e o teor elevado de pigmentos anticianianos, que são antioxidantes, favorecem a circulação sanguínea. Mas seu componente de maior destaque é o ferro, indicado na prevenção de anemias e fortalecimento muscular.
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Uma pesquisa realizada pela Universidade Federal do Pará levantou a tabela nutricional do açaí, permitindo concluir que este é o ingrediente perfeito para um café da manhã reforçado e para praticantes de atividades esportivas, crianças e executivos.
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MAS CUIDADO: é uma fruta extremamente calórica e 100g oferece aproximadamente 262 calorias.
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Nutrição em Foco
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domingo, 21 de junho de 2009

PROTEÍNA DA SOJA NO CONTROLE DO COLESTEROL

O consumo de alimentos funcionais é uma das mais recentes tendências para a redução de fatores de risco relacionados a doenças cardiovasculares. E o que tem chamado a atenção dos profissionais da saúde é a proteína da soja, pois o seu consumo está associado à redução dos níveis de colesterol no sangue.
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Além disso, a soja é rica em proteínas de boa qualidade, possui ácidos graxos poli-insaturados e compostos fitoquímicos, como: isoflavonas, saponinas, fitatos, dentre outros. Também é uma excelente fonte de minerais, como: cobre, ferro, fósforo, potássio, magnésio, manganês e vitaminas do complexo B.
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Os mecanismos e componentes responsáveis pelo potencial efeito da proteína de soja na prevenção de doenças cardiovasculares ainda não está completamente identificado. No entanto, os estudos mais recentes acreditam que diversos fatores estão inter-relacionados, incluindo a composição funcional da proteína de soja, os sinergismos entre os componentes presentes nos alimentos, o metabolismo e a genética individual, assim como outros fatores de risco.
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Nutrição Virtual
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sábado, 20 de junho de 2009

MELHORE O SEU HUMOR ESCOLHENDO OS ALIMENTOS CERTOS

QUE TAL ALIAR ALIMENTAÇÃO SAUDÁVEL E BOM HUMOR? NADA MAL NÉ...
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Um grupo de nutricionistas e cientistas está estudando o quanto a comida é capaz de influenciar o humor das pessoas. A Grã-Bretanha já tem o Food and Mood Institute, o Instituto da Comida e Humor. E o Brasil também já tem estudiosos trabalhando na mesma área na Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC). As pesquisas ainda estão em andamento, mas os profissionais do ramo não têm dúvidas de que ingredientes vindos do prato são capazes de interferir no humor. Os alimentos seriam capazes de modular a fabricação de neurotransmissores, substâncias químicas responsáveis pela comunicação das células no nosso cérebro.
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Para que uma pessoa se sinta feliz é fundamental que esse grupo desempenhe bem o seu papel e esteja em níveis adequados na massa cinzenta. São três os principais envolvidos com o alto-astral: serotonina, dopamina e noradrenalina. A serotonina é derivada de uma substância chamada triptofano e os dois últimos são produzidos com a ajuda da tirosina.
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Para garantir a produção adequada de serotonina é ideal uma dieta que inclua as opções a seguir:
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CARBOIDRATOS: massas, pães, batata e arroz promovem aumento nas taxas de insulina, que está por trás de uma maior captação dos aminoácidos que competem com o triptofano para entrar no cérebro. Assim, com seus rivais derrotados, o triptofano ganha mais espaço na cabeça, o que só colabora para a produção e a atividade da serotonina.
VITAMINA B12: sua deficiência está relacionada com a depressão. Ela é encontrada em ostras e mariscos, além da carne vermelha magra.
VITAMINA B: o maior destaque vai para o ácido fólico, que aparece em vegetais como os brócolis, o cogumelo, o tomate e a rúcula. O triptofano pode ser encontrado no grão-de-bico, ervilhas e feijões. Os alimentos protéicos, como carnes, peixes, leite e ovos também são fornecedores desta substância.
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http://www.clicrbs.com.br/blog/
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sexta-feira, 19 de junho de 2009

AS PERIGOSAS OSCILAÇÕES DA GLICEMIA

Manter e regular a taxa de glicemia no sangue são formas de conquistar saúde a curto e longo prazo. Você acaba de comer satisfatoriamente e, dentro de pouco tempo, já está com uma sensação de fome estranha que o leva a desejar ingerir algo imediatamente. Também anda cansado sem uma razão aparente, com certa apatia, dores de cabeça, enfim, percebe que algo não vai lá muito bem com sua saúde.
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A ingestão de açúcar, sobretudo os derivados da cana de açúcar, são destacados como grandes vilões da elevação da taxa glicêmica. Só que o açúcar não está sozinho. Os farináceos e alimentos refinados são carboidratos simples que agradam não somente aos gordinhos, mas crianças, adolescentes e pessoas de todas as idades habituadas aos alimentos altamente calóricos e rápidos dos ´fast foods´, que vai desde o sanduíche (hamburguer e hot dog), passando pela batata frita, arroz branco polido, pão branco e os biscoitinhos.
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Os índices mundiais indicam que cerca de 25% da população adulta tem resistência à insulina. O quadro é agravado para quem está acima do peso e tem mais de 45 anos. O aspecto ruim dessa história é que as pessoas só costumam mudar quando se deparam com um diagnóstico desfavorável ou um problema já instalado. O outro lado da balança é se foi a alimentação causadora da resistência à insulina, escolhas mais saudáveis e não menos saborosas poderão modificá-la do mesmo modo.
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Há duas formas de trabalhar no controle da glicemia através da alimentação. A primeira é substituir os carboidratos simples por alimentos fontes de carboidrato complexo, ricos em fibras que ajudam a glicose a ser absorvida lentamente. Outra é trabalhar o índice glicêmico dos alimentos. O carboidrato simples está presente no açúcar refinado, doces, pão branco, etc. O arroz integral é um exemplo de alimento com carboidrato complexo, assim como o pão integral. Associado aos legumes, hortaliças e frutas, conseguimos um teor de fibras interessante na alimentação, que contribui para a regulação da glicemia. Lembrando que é mais interessante ingerir a fruta, já que as fibras estão presentes reduzindo a absorção de glicose, do que o suco que eleva rapidamente o índice glicêmico.
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É importante manter um estilo de vida saudável, com atividade física e sono regular. Dar preferência a refeições saudáveis e, quanto mais colorido e variado for o prato, mais rico em nutrientes.
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Nutrição e Esportes
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quinta-feira, 18 de junho de 2009

O QUE É GORDURA TRANS?

A gordura vegetal hidrogenada, presente em alimentos industrializados, aumenta o risco de doenças vasculares.
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Desde 2006, a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) obriga todos os fabricantes a indicar no rótulo a quantidade de gordura trans presente nos alimentos. Por outro lado, o Ministério da Saúde também tenta acabar com a utilização dessa gordura, seguindo o exemplo de países como Suíça e a Dinamarca, onde ela é proibida. A perseguição tem um bom motivo. Estudos científicos comprovaram que essa gordura é extremamente prejudicial à saúde: além de aumentar os níveis de colesterol ruim, o LDL, também diminui a taxa de colesterol bom, o HDL. E isso significa elevar o risco de arteriosclerose, infarto e acidente vascular cerebral.
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A gordura trans é o nome dado à gordura vegetal que passa por um processo de hidrogenação natural ou industrial. A gordura trans não é sintetizada pelo organismo e, por isso, não deveria ser consumida nunca. Mas, como isso é quase impossível, o Ministério da Saúde determinou que é aceitável consumir até 2g da gordura por dia, o que equivale a quatro biscoitos recheados. Mesmo tendo isso em mente, um dos grandes problemas para o consumidor é conseguir perceber com clareza quanta gordura trans existe em cada alimento. Vale lembrar que os alimentos que mais contêm gordura trans são bolachas, pipocas de microondas, chocolates, sorvetes, salgadinhos e todos os alimentos que tem margarina na composição.
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Revista Escola
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