segunda-feira, 6 de julho de 2009

REMÉDIOS PARA EMAGRECER

Com tantas opções de remédios para emagrecer, você já começa a se perguntar qual deles vai tomar para perder aquelas gordurinhas. Mas será que é mesmo necessário partir para a medicação? Antes de tomar essa decisão drástica, é bom saber como atuam no organismo e quais são as contra-indicações das principais drogas receitadas pelos médicos.
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É importante lembrar que tais medicamentos não vão ser ingeridos para o resto da vida. Quando você atinge o objetivo do corpo ideal e deixa de tomar a medicação, o corpo retoma o trabalho normal e os kilos sempre voltam. O ideal é a perda de peso saudável com a reeducação alimentar.
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Saiba como os medicamentos atuam no organismo:
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- Antidepressivos: atuam na liberação de serotonina, um neurotransmissor que regula a sensação de saciedade. Remédios como a fluoxetina são indicados para pessoas com problemas de transtorno alimentar. Devem ser ingeridos estritamente com orientação médica.
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- Derivados de anfetamina: os mais conhecidos são os princípios ativos femproporex e a anfepramona. Atuam no sistema nervoso central diminuindo o apetite. Podem causar dependência, irritabilidade, insônia, taquicardia, sensação de boca seca, dor de cabeça, constipação, problemas de pressão arterial e alterações de humor.
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- Orlistate: a substância ativa do Xenical diminui em 30% a absorção da gordura absorvida pelo intestino. Considerado uma medicação segura, pode ser usado por tempo indeterminado desde que seja acompanhado de dieta.
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- Rimonabanto: conhecido como "pílula antibarriga", o princípio ativo diminui o apetite e a formação de gordura, principalmente na região do abdome. Com a redução da gordura da região, há uma melhora no diabetes, na hipertensão e no nível de colesterol e redução do triglicérides. O uso indiscriminado pode causar sensação de boca seca, náusea e enjôo. É contra-indicado em pessoas com histórico de depressão.
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- Sibutramina: atua no sistema nervoso central, aumentando a sensação de saciedade. Baixo risco de dependência e de problemas arteriais. Apresenta probabilidade reduzida de efeitos colaterais como sensação de boca seca, irritabilidade, insônia e taquicardia.
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"Os remédios para emagrecer não devem ser tomados para fins estéticos. Quem nunca teve problema com sobrepeso e quer perder 5kg em um tempo curto, deve procurar ajuda em um spa, por exemplo", comenta Marcio Mancini, endocrinologista e presidente da Associação Brasileira para o Estudo da Obesidade e da Síndrome Metabólica (Abeso). Segundo o médico, dietas radicais a base de remédios em dosagens altas são prejudiciais e, em casos extremos, podem matar. "Além de todos os riscos da alta dosagem, essa pessoa provavelmente irá engordar tudo de novo quando acabar a dieta. O corpo facilita que você ganhe peso novamente porque, para ele, você corre o risco de morrer de inanição", alerta.
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A situação é semelhante a se você estivesse perdido em um lugar inóspito e sem alimentos. Seu corpo perde calorias e gordura em quantidade superior a que está 'programado'. Quando você volta a comer, todas as portas de seu corpo estarão abertas para que se recupere o que perdeu. "Quem não passa por uma reeducação alimentar, não consegue manter o peso", alerta Mancini. "Todo remédio para emagrecer deve ser prescrito junto com uma nova dieta, com uma proposta de reeducação alimentar", complementa a endocrinologista Mônica Cabral. De acordo com a médica, a perda de peso é alcançada em melhor resultado quando a medicação caminha junto a uma nova dieta. "Os remédios contribuem para acelerar a perda de peso, mas seu uso é temporário", comenta. Em casos de obesidade, o médico Marcio Mancini afirma que o uso de remédios deve ser mantido por tempo indeterminado. "A obesidade é uma doença crônica e progressiva e deve ser tratada como uma doença do coração, por exemplo. Não se controla uma pressão alta e se retira a medicação", alerta.
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Terra
www.abeso.org.br
www.monicacabral.com.br
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domingo, 5 de julho de 2009

VINAGRE COMBATE A GORDURA CORPORAL

Normalmente o vinagre é usado para o tempero de saladas, mas um novo estudo sugere que ele também deve ser aceito como um produto que ajuda na saúde – propriedade já muito difundida na medicina popular. Cientistas japoneses descobriram que o uso de vinagre é eficaz para evitar o acúmulo de gordura corporal e o ganho de peso em um estudo realizado com ratos.
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Tomoo Kondo e sua equipe notaram que o vinagre é usado pela medicina popular há muito tempo. Ele é usado para várias doenças, e pesquisas científicas modernas sugerem que ácido acético, o principal componente do vinagre, pode ajudar a controlar a pressão sanguínea, níveis de açúcar no sangue e o acúmulo de gordura. Para verificar os efeitos do vinagre, dois grupos de ratos de laboratório receberam uma mesma dieta rica em gorduras, e um grupo recebeu o ácido acético, e o outro não. O grupo que consumiu o vinagre teve um desenvolvimento 10% menor de gordura corporal que o outro grupo.
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A descoberta aparece em uma época que conselhos sobre a alimentação e dietas são constantes, mas pesquisas feitas nos Estados Unidos mostram que as dietas da população do país estão piorando. A procura por recomendações sobre um estilo de vida saudável por pessoas de meia idade e da terceira idade diminuiu, em comparação a duas décadas atrás.
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A nova pesquisa ajuda a confirmar a ideia que o ácido acético combate a gordura do corpo ao ativar genes que geram as proteínas envolvidas na quebra da gordura, assim suprimindo o acúmulo de gordura no corpo. Pesquisas ainda têm que ser feitas em humanos para verificar se os resultados e efeitos são semelhantes aos dos ratos.
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Nutrição e Esportes
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sexta-feira, 3 de julho de 2009

INTOLERÂNCIA À LACTOSE

A intolerância à lactose acomete, na maioria das vezes, bebês e crianças, mas pode também ser desenvolvida na idade adulta. Acontece quando a pessoa não possui a enzima lactase, que digere a lactose - açúcar do leite. Sendo assim, os alimentos que possuem lactose não são digeridos e causam cólicas, gases, desconfortos e diarréia.
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A alimentação deve seguir as seguintes recomendações:
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Trocar o leite de vaca pelo leite de soja;
Consumir queijo e iogurtes (fermentados) e observar a aceitação;
Verificar rótulos de alimentos e excluir os que possuem lactose em sua composição (bolo, biscoito, tortas, pudins e etc);
Utilizar leites mistos, após melhora dos sintomas, testando sempre o nível de aceitação;
É essencial a avaliação com um nutricionista para que não falte nutrientes na alimentação diária.
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quinta-feira, 2 de julho de 2009

CHÁ E CAFÉ PODEM DIMINUIR A ABSORÇÃO DE FERRO

Pesquisa foi feita com americanos que fizeram refeição com bebidas. Efeito, no entanto, não é muito grande e traz poucos riscos reais.
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Com seus antioxidantes em abundância e níveis relativamente moderados de cafeína, o chá é uma das bebidas mais saudáveis que existem. No entanto, dizem que beber chá bloqueia a absorção do ferro dos alimentos, podendo causar deficiência do elemento.
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Estudos mostraram que existe um pouco de verdade nessa afirmação. Compostos do chá, chamados de taninos, podem aderir aos minerais e reduzir a capacidade do copo de absorvê-los. Embora isso possa diminuir os níveis de ferro no corpo, estudos também descobriram que os impactos não são tão fortes. Em um estudo, cientistas examinaram os efeitos da seguinte forma: pediram que participantes comessem uma refeição típica – uma carne, feijão e purê de batata – e depois mediram os níveis de ferro quando a refeição estava acompanhada de diversas bebidas. Quando os participantes comiam a refeição com chá, havia uma redução de 62% na absorção do ferro. Beber café resultava em uma redução de 53%. O suco de laranja aumentava a absorção do elemento em cerca de 85%.
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No entanto, há um porém. O café e o chá afetavam somente os níveis de ferro não-hemo, o mesmo encontrado em grãos e vegetais. O ferro hemo, encontrado em carnes, peixes e aves, não foi afetado. Pelo fato de que a maioria dos americanos geralmente ingere mais ferro através da alimentação do que o necessário, uma ou duas xícaras diárias de café ou chá têm pouca probabilidade de causar baixos níveis de ferro no corpo.
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Ciência e Saúde - Globo
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quarta-feira, 1 de julho de 2009

COMO ESCOLHER PANELAS

Que tipo de panela utilizar? Há aquelas que esquentam demais e outras liberam metais que podem ser tóxicos ao organismo. Porém, há as que garantem segurança e boa higienização.
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Inox: assim como a de pedra sabão, ela tem a capacidade de distribuir o calor igualmente. Não é indicada para frituras, o óleo pode aquecer demais. Por isso cuidado com o tempo de cocção (cozimento), a comida pode passar do ponto. É mais resistente porque resiste a variações bruscas de temperatura. Ela não libera substâncias tóxicas. Antes de usá-la ferva com água por três ou quatro vezes.
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Ferro: é muito usada pois não se deforma com o calor e conserva melhor a temperatu ra, o que garante uma economia de gás. Quando for escolher a sua prefira as com cabo de madeira. Você sabe que elas são pesadas e ficam quentes por muito tempo. É uma peça importante se você gosta de fazer pratos típicos da nossa cozinha, com muitos molhos e peixes. Já o ferro fundido, além de ser muito charmosa e vistosa, essa panela versátil pode ser usada em fogões elétricos, a gás, réchauds, churrasqueiras e vários tipos de fornos. Como retém muito calor é sempre bom usar fogo baixo por segurança. Também não a arraste muito no fogão e use utensílios de nylon ou silicone para não estragar o esmalte. Evite choques térmicos. Não use esponjas de aço para limpar e não a deixe secar naturalmente.
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Vidro: é uma das mais indicadas pelos especialistas porque não elimina resíduos para os alimentos. Também são ótimas para quem gosta de dosar as quantidades na medida certa, afinal, dá para ver tudinho. Mas cuidado, elas quebram com facilidade. Apesar disso são seguras para uso na máquina de lavar louça.
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Esmaltadas: as famosas panelas de ágata possuem a camada de esmalte que impede o desenvolvimento de bactérias. São mais usadas para cozinhar pequenos alimentos, molhos e sopas. Na hora da limpeza não use materiais ásperos e produtos químicos fortes.
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Teflon: um estudo da Escola de Engenharia de São Carlos (EESC) da USP afirma que o teflon é uma barreira para a passagem de metais prejudiciais à saúde. A presença de politetrafluoretileno, com propriedades antiaderentes, exige o uso de pouco óleo no preparo dos alimentos.
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Cerâmica: deixam a cozinha maravilhosa! O problema é que a pintura interna pode conter óxidos de chumbo e cádmio. Algumas até em grandes quantidades. Por isso preste atenção no selo de qualidade. São indicadas para cozinhar sopa de legumes, creme de abóbora ou grandes cozidos.
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Pedra sabão: este tipo de panela tem várias vantagens. Uma delas é cozinhar sem alterar o sabor dos alimentos. Pelo contrário ressalta ainda mais. Também consegue aquecer os ingredientes por igual e dura por muitos anos. Não guarde alimentos nela, nem use para frituras. E quando for colocá-la no fogo, no início sempre use fogo baixo para que ela não rache devido ao choque térmico. Antes de usá-la é indicado fazer um “tratamento” para liberar os teores tóxicos de níquel que ela tem. Isso é simples. Unte a panela com óleo vegetal, coloque água e deixe no forno quente por duas horas. No dia-a-dia limpe bem, pois a superfície é porosa e abriga microorganismos. Ela é ótima para cozinhar moquecas, feijoadas e a comidinha mineira.
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Alumínio: apesar de ser prática é preciso alguns cuidados no uso dessa panela. O material pode liberar metais tóxicos, por isso não é indicado você deixar o alimento esfriar dentro dela.
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Nutrição em Foco
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terça-feira, 30 de junho de 2009

PIMENTA PARA EMAGRECER


Pimentas: quanto mais quente melhor. Elas melhoram a digestão e protegem contra alguns tipos de câncer. E ainda fazem seu corpo queimar gordura.
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Verdes e vermelhas, as pimentas mostram seu poder de fogo contra uma série de encrencas, desde dor de cabeça até artrite, passando por reumatismo, má digestão, colesterol alto e doenças circulatórias. Recentemente canadenses e holandeses vieram com uma história ainda mais picante: essa família ardida seria uma ótima ajuda para vencer a obesidade. As evidências vêm de um trabalho em parceria feito por cientistas da Universidade Laval, em Quebec, no Canadá, com cientistas do Centro de Ciências Alimentícias de Wageningen, na Holanda.
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Segundo o estudo, o fruto da pimenteira derreteria os estoques de energia acumulados em forma de gordura corporal. Isso graças à capsaicina, substância presente na parte mais esbranquiçada, onde ficam as sementes. Como é a capsaicina que arde, o título desta reportagem é justo. O mecanismo é simples. Para quebrar os nutrientes da comida e absorvê-los, nosso aparelho digestivo trabalha duro e gasta muito combustível. A capsaicina faz com que ele, nas horas de serviço pesado, se abasteça nos depósitos gordurosos. Esse processo, ainda por cima, aumenta a temperatura corporal e, para dissipá-la, lá se vão mais calorias e calorias. É por isso que ingredientes com essa capacidade são chamados de termogênicos.
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Ela reduz a formação de gases e melhora a produção do suco gástrico. Por isso dá uma força na digestão difícil. Porém, o ingrediente é contra-indicado para quem sofre de gastrite ou úlcera. O mais paradoxal é que a pimenta em si parece ser capaz de combater a Helicobacter pylori, bactéria envolvida nesses males estomacais.
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Revista Saúde
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segunda-feira, 29 de junho de 2009

FICAR SEM COMER ENGORDA

Explicações científicas já comprovaram que o que mais engorda numa dieta de emagrecimento é fazer regime, principalmente com restrições radicais em quantidade e qualidade.
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Nossas necessidades calóricas precedem todas as outras do nosso organismo, principalmente para a manutenção de energia para o cérebro. Com um consumo reduzido de calorias, abaixo das necessidades daquele indivíduo, o organismo dispõe de um sistema de segurança que poupa o principal estoque de energia (gordura) diminuindo seu consumo. Com isso, o corpo utiliza o glicogênio e proteína muscular (que são as nossas reservas corporais) como fontes de energia, transformando-os em glicose para ser utilizado pelo sistema nervoso central.
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Numa restrição calórica radical, a perda de peso na balança será proporcionalmente maior de músculos e água do que de gordura. As células musculares consomem mais energia do que o tecido de gordura, portanto, ao diminuirmos a massa magra mais do que deveríamos, começamos a gastar menos energia. Isso explica o que chamamos de “diminuir ou desacelerar o metabolismo”. Ao retornarmos a alimentação normal e gastando menos calorias do que anteriormente, voltamos a engordar com mais facilidade, formando mais gordura do que antes.
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Uma dieta de emagrecimento saudável, deve respeitar as necessidades individuais tanto em qualidade quanto em quantidade dos alimentos. O importante é a conscientização de que só emagrece com paciência e persistência.
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Algumas dicas são básicas para o sucesso do emagrecimento:
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Se alimente de 3 em 3 horas;
Faça em média 5 a 6 refeições por dia;
Tenha uma alimentação variada;
Mastigue bem os alimentos;
Coma devagar e em ambientes tranquilos;
Consuma frutas, verduras e legumes diariamente;
Pratique atividade física regularmente.
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Nutrição e Esportes
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domingo, 28 de junho de 2009

QUINUA: GRÃO RICO EM NUTRIENTES E BAIXA CALORIA

Além de ser ótima fonte de carboidratos de baixo índice glicêmico, vitaminas, minerais e gordura saudável, a quinua contém todos os aminoácidos essenciais para o bom funcionamento do corpo. A quinua desembarcou em terras brasileiras há pouco tempo. Foi a partir de 2004 que esse cereal começou a ser importada do deserto Uyuni, nos Andes bolivianos. E já não era sem tempo.
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O grão é uma ótima fonte de carboidratos de baixo índice glicêmico, vitaminas, minerais e gordura saudável. Possui baixa caloria e mais fibra que o arroz integral.
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“Ele contém todos os aminoácidos essenciais que nosso corpo não fabrica e que são precursores das proteínas: histidina, isoleucina, leucina, lisina, metionina, fenilalanina, treonina, triptofano, valina e arginina”, afirma a nutricionista Mariana Reis, da Rede de Clínicas Anna Aslan. “Essas proteínas, formadas pelos aminoácidos, são indispensáveis para o melhor rendimento e elasticidade das fibras musculares, recuperação de tecidos e células, manutenção dos órgãos, da pele e do sistema imunológico, bem como para a produção de hormônios e enzimas”, destaca. Outro diferencial do grão é a presença dos aminoácidos metionina e lisina, típicos de alimentos de origem animal como carne e ovos. Segundo a nutrucionista, esses dois aminoácidos estão relacionados ao desenvolvimento da inteligência, à rapidez de reflexos e a funções como a memória e a aprendizagem.
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A quinua também é uma boa fonte de triptofano, aminoácido ligado à produção de serotonina no cérebro, responsável pela modulação do humor, pela disposição e pelo bem-estar. “Por isso, acredita-se que o seu consumo regular possa ajudar a reduzir a fadiga e a depressão”, diz a Mariana. Livre de glúten, o grão contém quase a mesma quantidade de calorias do arroz. Cada 100g de quinua crua têm 374 calorias, contra 350 calorias do arroz integral. “E por ser rica em fibras, ele ajuda a aumentar a sensação de saciedade durante as refeições, melhora o funcionamento intestinal e favorece o controle dos níveis de colesterol, glicemia e triglicérides no sangue”, diz o geriatra Eduardo Gomes, diretor da rede de Clínicas Anna Aslan.
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Abril
www.quinuareal.com.br
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sexta-feira, 26 de junho de 2009

OVOS TERÃO EMBALAGENS COM ADVERTÊNCIAS SOBRE CONSUMO

Foi aprovada pela ANVISA (Agência Nacional de Vigilância Sanitária), uma norma que determina a obrigatoriedade, nos rótulos de todos os ovos vendidos no país, de advertências sobre o consumo do produto. Para isso, torna-se necessário que as embalagens contenham as seguintes frases: “Manter ovos preferencialmente refrigerados” e “O consumo deste alimento cru ou mal cozido pode causar danos à saúde”. O consumo de ovos crus ou mal cozidos foi responsável por 22,6% dos 5.699 casos desse tipo de doença.
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A norma vem com o intuito de alertar a população para evitar a transmissão de salmonella pelo ovo. “O sintoma mais comum da infecção por Samonella é a diarréia, mas algumas pessoas podem apresentar náuseas, vômito, dor abdominal e cefaléia”, explica a médica veterinária e tutora do Portal Educação, Danielle Pereira.
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O ovo é o principal alimento envolvido em surtos de doenças transmitidas por alimentos no país, de acordo com estudo do Ministério da Saúde. Entre 1999 e 2007, o consumo de ovos crus ou mal cozidos foi responsável por 22,6% dos 5.699 casos desse tipo de doença notificados.
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Para evitar a salmonella, a ANVISA dá algumas dicas:
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1. Lavar bem utensílios e mãos depois de manipular carne de aves e ovos crus;
2. Cozinhar bem os alimentos;
3. Evitar consumo de produtos preparados com ovos crus;
4. Não usar os mesmos para preparar alimentos crus e cozidos;
5. Guardar na geladeira os alimentos preparados no fogão, mesmo que ainda estejam quentes;
6. Proteger os alimentos do contato com animais como aves, insetos e roedores, que podem transmitir a bactéria.
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quinta-feira, 25 de junho de 2009

BRASILEIROS CONSOMEM 40% MENOS LEITE QUE RECOMENDADO

Aproximadamente 90% do cálcio utilizado pelo organismo ao longo da vida é estocado até o início da vida adulta. O leite é uma fonte rica em cálcio e ajuda a prevenir doenças como osteoporose, hipertensão e também alguns tipos de câncer. Porém, hoje, de acordo com informações do Ministério da Saúde, os brasileiros ingerem 40% menos leite do que o recomendado..

É aconselhável pelos médicos a ingestão de leite principalmente na infância e na adolescência, porque 90% de todo o cálcio utilizado pelo organismo ao longo da vida é estocado até o início da vida adulta.“As crianças devem ter uma dieta rica em cálcio, que pode ser obtida principalmente por meio do leite e seus derivados”, explica a tutora do Portal Educação, Danielle Pereira.
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Após a fase infantil e adolescência, o tecido ósseo não absorve mais o mineral com a mesma eficiência. O médico Everaldo Lopes ressalta que a baixa ingestão de cálcio na juventude aumenta em 20% o risco de osteoporose na idade adulta.
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quarta-feira, 24 de junho de 2009

FERRO FAZ BEM PARA O CÉREBRO DAS CRIANÇAS

Quando o mineral está em baixa no organismo, o cérebro da garotada não se desenvolve como deveria. Daí, aprender o bê-á-bá fica mesmo muito mais difícil.
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Um estudo que acaba de ser publicado na Revista Paulista de Pediatria mostra que meninos e meninas com anemia por falta de ferro apresentam problemas de desempenho cognitivo — principalmente na área da linguagem. Ou seja, fica atrás no aprendizado quem está com baixos níveis de hemoglobina — a proteína dos glóbulos vermelhos do sangue que é feita do mineral e que transporta oxigênio. “Analisamos crianças com idade entre 2 e 6 anos”, conta a autora, Juliana Nunes, professora de fonoaudiologia do centro de ensino Fead, em Belo Horizonte. “Nessa fase, a anemia pode provocar graves danos ao cérebro”, acrescenta.
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Segundo o Ministério da Saúde, uma em cada cinco crianças brasileiras de todas as classes sociais sofre da doença. Alguns especialistas acham que esse número seja até três vezes maior. “Em geral, o problema é provocado pela falta de ferro no prato”, afirma a pediatra Fernanda Ceragioli Oliveira, da Sociedade de Pediatria de São Paulo. Esse mineral não só entra na receita da hemoglobina como participa da produção de enzimas que ajudam a manter as células cerebrais, os neurônios, sempre ligadas. Sem contar que é importantíssimo para as defesas do corpo.
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Para não faltar ferro, é essencial que a dieta infantil inclua carne. Só ela fornece um tipo do mineral, o heme, que é mais bem aproveitado pelo organismo. No caso, as mais ricas são a de boi, de frango e de peixe, nessa ordem. Feijão e outros grãos, além de verduras como couve e rúcula, também carregam o nutriente, mas, para ele ser bem absorvido, necessita do empurrão de fontes de vitamina C, como o suco de laranja. Aposente as guloseimas e invista em frutas, verduras, legumes, cereais e, claro, carne. O cérebro do seu filho agradece. E ele, com a desenvoltura de quem se dá bem no território da linguagem, também saberá como agradecer.
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Revista Saúde
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terça-feira, 23 de junho de 2009

MENOPAUSA

A menopausa é um estágio natural da vida da mulher caracterizada pela ausência de menstruação ou irregularidades menstruais. Isso ocorre devido à redução da concentração dos hormônios progesterona e estrogênio. Os principais sintomas que afetam a mulher neste período são: ondas de calor (fogachos); ressecamento vaginal, alterações de humor, irritabilidade, ansiedade, depressão, insônia, diminuição da libido, aumento do risco de doenças cardíacas, osteoporose, dentre outros.
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Uma alimentação saudável e equilibrada auxilia na redução dos sintomas da menopausa e é essencial neste período de vida da mulher. Eis algumas dicas:
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- Aumentar o consumo de alimentos fontes do mineral cálcio. Estes são importantes para a manutenção da saúde óssea, tais como: gergelim, vegetais verde-escuros (couve, espinafre, rúcula, salsa etc), queijos brancos, leite, iogurtes, entre outros;

- Priorizar o consumo de produtos à base de soja: extrato de soja, soja em grãos, proteína texturizada de soja, tofu, missô. A soja é considerada um alimento funcional, pois possui a isoflavona, que apresenta estrutura similar ao estrogênio (hormônio feminino);

- A semente de linhaça, possui uma substância chamada lignana, que atua auxiliando no alívio dos sintomas da menopausa. Além disso, é rica em fibras e em óleos essenciais ao organismo (ômega 3 e ômega 6) que atuam aumentando o HDL ou "colesterol bom" e reduzindo o LDL ou "colesterol ruim";

- Os cereais integrais (arroz integral, massas integrais, pão integral, biscoitos integrais, farinhas integrais, aveia, granola, farelo de trigo) também devem ser introduzidos na alimentação diária, pois são fontes de carboidratos que fornecem energia para nosso organismo e fibras, que melhoram o funcionamento do intestino;

- O suco de uva é rico em resveratrol, uma substância que atua na prevenção de doenças cardíacas, além de ser um excelente antioxidante combatendo os radicais livres;

- Inclua na alimentação o gérmen de trigo e as sementes oleaginosas (avelãs, nozes, castanha de caju, castanha-do-pará, amêndoas e pistache), pois são alimentos fontes de vitamina E, que combatem o envelhecimento precoce da pele;

- Consuma diariamente frutas, verduras e legumes, por serem ricos em fibras, vitaminas, minerais e antioxidantes;

- Beba bastante líquidos durante o dia sob a forma de água, chás e sucos naturais.
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Mundo Verde
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