Com tantas guloseimas e produtos alimentícios cada vez mais atrativos disponíveis ao público infantil, é grande o desafio de impor uma disciplina alimentar completa e adequada para o crescimento saudável. Por este motivo, é cada vez mais frequente entre o público infantil a falta de disciplina na alimentação incorreta. Em alguns casos, é preciso recorrer à suplementação dietética, como por exemplo para uma dieta calórica protéica ou de micronutrientes, como o ferro e o zinco..
Dr. José Spolidoro, presidente da Sociedade Brasileira de Nutrição Parenteral e Enteral, afirma que, a simples queixa da mãe de pouca quantidade na alimentação do filho não é razão para indicação da suplementação. É preciso, primeiro, avaliar as condições de saúde desta criança e também a curva de crescimento. “Se o desenvolvimento está adequado, não podemos correr o risco de superalimentar a criança. É preciso, sim, investir em uma dieta equilibrada para que se atinja uma boa nutrição”, explica.
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A suplementação deve ser indicada de acordo com a faixa etária e mediante a análise do crescimento infantil. Crianças com baixa ingestão alimentar, que no primeiro ano de vida não aceitam alimentação, ou aquelas que passam por tratamento complexo, como é o caso de crianças com cardiopatias congênitas. Isso porque, estes são alguns dos fatores que impedem o ganho de peso e, por consequência, prejudicam a curva de crescimento.
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O melhor suplemento é a alimentação adequada para a idade, em quantidade adequada, ou seja, é preciso ficar atento, oferecer proteínas e micronutrientes e não apenas carboidratos e lipídios. Esses últimos promoverão a formação de tecido adiposo e não o crescimento.
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