segunda-feira, 27 de julho de 2009

SUPLEMENTAÇÃO EM CRIANÇAS

Com tantas guloseimas e produtos alimentícios cada vez mais atrativos disponíveis ao público infantil, é grande o desafio de impor uma disciplina alimentar completa e adequada para o crescimento saudável. Por este motivo, é cada vez mais frequente entre o público infantil a falta de disciplina na alimentação incorreta. Em alguns casos, é preciso recorrer à suplementação dietética, como por exemplo para uma dieta calórica protéica ou de micronutrientes, como o ferro e o zinco.
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Dr. José Spolidoro, presidente da Sociedade Brasileira de Nutrição Parenteral e Enteral, afirma que, a simples queixa da mãe de pouca quantidade na alimentação do filho não é razão para indicação da suplementação. É preciso, primeiro, avaliar as condições de saúde desta criança e também a curva de crescimento. “Se o desenvolvimento está adequado, não podemos correr o risco de superalimentar a criança. É preciso, sim, investir em uma dieta equilibrada para que se atinja uma boa nutrição”, explica.
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A suplementação deve ser indicada de acordo com a faixa etária e mediante a análise do crescimento infantil. Crianças com baixa ingestão alimentar, que no primeiro ano de vida não aceitam alimentação, ou aquelas que passam por tratamento complexo, como é o caso de crianças com cardiopatias congênitas. Isso porque, estes são alguns dos fatores que impedem o ganho de peso e, por consequência, prejudicam a curva de crescimento.
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O melhor suplemento é a alimentação adequada para a idade, em quantidade adequada, ou seja, é preciso ficar atento, oferecer proteínas e micronutrientes e não apenas carboidratos e lipídios. Esses últimos promoverão a formação de tecido adiposo e não o crescimento.
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Nutritotal
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domingo, 26 de julho de 2009

PIMENTÃO É O ALIMENTO COM MAIOR ÍNDICE DE AGROTÓXICOS

A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) divulgou nesta quinta-feira os resultados do Programa de Análise de Resíduos Agrotóxicos em Alimentos. Foram analisados 1.773 amostras de 17 alimentos. O pimentão se destacou com o pior resultado, com 65% das amostras com índices insatisfatórios, apresentando resíduos de agrotóxicos acima do permitido, ou venenos proibidos para o tipo de cultura.
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Morango, uva e cenoura também apresentaram resultados insatisfatórios, acima de 30% das amostras. Já o arroz e o feijão tiveram bons resultados, com 4,41% e 2,92% das amostras insatisfatórias, respectivamente. O ministro da Saúde, José Gomes Temporão, disse que ele próprio já cortou o consumo de alguns dos alimentos com maiores índices de contaminação. E alertou que a população deve dar preferência aos produtos da época, que necessitam de menos pesticidas na hora de serem produzidos.
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Terra
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sexta-feira, 24 de julho de 2009

MÁ CONSERVAÇÃO DE ALIMENTOS PODE CAUSAR INTOXICAÇÃO

Ovos na porta da geladeira, superfície de madeira para cortar a carne e o velho pano úmido na pia. É assim que funciona a cozinha da sua casa? Abra o olho, alertam especialistas. A falta de cuidados pode levar a Doenças de Transmissão Alimentar (DTA), problema que atinge gravemente idosos, gestantes, crianças e pessoas com baixa imunidade.
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Segundo a Organização das Nações Unidas para Agricultura e Alimentação (FAO, órgão da ONU), no ano passado 82 milhões de brasileiros (43% da população do País) foram internadas com intoxicação alimentar e mais de 6 mil morreram. Metade das contaminações ocorreu dentro de casa.
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Os ambientes perfeitos para a proliferação de bactérias, fungos e protozoários são os de temperatura próxima a 37 graus. "Mas a maioria desses micro-organismos se multiplica dentro da faixa entre 4 e 60 graus. Para impedir o problema, só submetendo os alimentos a temperaturas superiores a 70 graus", orienta a pesquisadora Tatiana Pastorello, do projeto Cuidar dos Alimentos, da Fiocruz. Depois de pronta, a comida não deve ficar mais de duas horas fora da geladeira.
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Contaminação Cruzada
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Na cozinha, nada de manipular diferentes alimentos sem lavar as mãos. "Leva-se micro-organismos de um para outro", explica Tatiana. Usar a mesma faca, sem lavar, para cortar produtos distintos é perigoso. "Em churrascos acontece muito: a faca que corta a carne crua é a mesma que fatia o alimento servido", diz. Alimento cozido não está livre do risco de ser contaminado, se tiver contato com alimento cru, que é onde os micro-organismos proliferam. O problema ocorre com facilidade ao se colocar, na mesma vasilha, carne crua e alimentos cozidos ou quando a mesma tábua de carne é usada, ainda suja, para cortar alimentos "in natura", como temperos e saladas.
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O ovo é um dos alimentos que mais recebe ressalvas. "Pode transmitir salmonella. Se a casca quebrar, há risco de contaminar a gema. Colocá-los na porta da geladeira é arriscado: o abre e fecha causa microfissuras que provocam o contágio", orienta o microbiologista Roberto Martins Figueiredo. "Comer ovo cru ou com a gema mole é perigoso", diz. Ele lembra ainda que alimentos folhosos devem ser bem lavados em água corrente.
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O Dia
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quinta-feira, 23 de julho de 2009

BARRA DE CEREAIS É UM HÁBITO SAUDÁVEL?

Não há como negar que as barrinhas de cereais caíram no gosto de muitas pessoas. Elas são fáceis de serem transportadas, podem ser levadas na bolsa, ficar por dias na sua gaveta do escritório, enfim, é um alimento que se adaptou muito bem à correria da vida moderna. No entanto, é preciso ter cuidados, assim como qualquer outra fonte de energia, a barra de cereais ter que ser consumida com moderação e jamais ser usada para substituir refeições.
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"A barra de cereais não tem qualidades nutritivas para substituir refeições", alerta a nutricionista e professora do Centro universitário São Camilo, Samantha Rhein. A profissional destaca a propaganda enganosa de pacotes de dietas que prometem perder peso por meio da ingestão apenas de barrinhas salgadas e doces. "O melhor horário para comê-las é entre as refeições", explica Samantha.
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Assim como as frutas, iogurte ou, ainda, um pedaço de queijo branco, a barra de cereais é indicada para os lanchinhos como uma forma de variar na dieta. No entanto, Mariana Del Bosco Rodrigues, nutricionista da Abeso, ressalta a importância dos alimentos naturais. "Sempre que possível é preferível optar por um lanchinho natural. Isso não quer dizer que os produtos industrializados são ruins, mas é que houve uma inversão que leva a preferência apenas pelos industrializados". A composição nutricional das barras de cereais depende muito de cada produto, uma vez que a variedade no mercado é bastante ampla. "De modo geral, elas são produtos energéticos, apropriados para o consumo anterior a atividade física, ou então rica em fibras, contribuindo para a regularização do trânsito intestinal. A dica é sempre analisar o rótulo (tabela de composição nutricional e lista de ingredientes)", ensina a nutricionista Adriana Alvarenga, Gerente de Informação Científica da Gold Nutrition.
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Para Mariana Del Bosco Rodrigues, as barras de cereais não deveriam ter o rótulo de "produto saudável" uma vez que são fontes de açúcar e gordura. "O ideal de ingestão diária de fibras é entre 25 e 30g e a maioria das barrinhas não têm nem 1g", destaca. Mas não dá para descartar a grande qualidade desse alimento: a praticidade. A nutricionista Samantha Rhein destaca ainda outros pontos positivos da barra de cereais. "Pelo fato de possuir fibras, é preciso mastigar muito, o que sacia a sensação de fome. E também supre a vontade, principalmente das mulheres, de comer um docinho no meio do dia."Já os produtos indicados como light também possuem ressalvas. "A diferença entre o light e o normal é de cerca de 30 calorias, ou seja muito pouco e desnecessário para quem tem um hábito alimentar controlado", explica Samantha Rhein.
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Terra
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quarta-feira, 22 de julho de 2009

ENTREVISTA DIET E LIGHT

Entrevista sobre Diet e Light para o Jornal Candidés em Divinópolis/MG.
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terça-feira, 21 de julho de 2009

COMO MANTER A FORMA COMENDO EM RESTAURANTES

Arroz, feijão, bife e, às vezes, um belo lanche do fast-food ao lado. A rotina alimentar de quem trabalha fora, e longe de casa, beira a mesmice de sabores e variedades. Isso sem contar nos inúmeros lanches e comidas de baixo valor nutritivo que colocam em risco a silhueta. Mas, se engana quem pensa que é impossível levar uma alimentação saudável adiante nessa situação. "Opte sempre pelo restaurante com mais variedades e evite frituras, doces e molhos prontos", explica Fernanda Correa, nutricionista da Unifesp - Universidade Federal de São Paulo.
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A regra para comer bem em estabelecimentos por quilo é ter no prato os três grandes grupos alimentares: energético, construtor e regulador. Para isso, basta que se balanceie porções de carboidratos (arroz, batata e macarrão), proteínas (carnes e feijão) e verduras e legumes. "Metade do que você pegar no buffet deve ser de verduras e legumes, a outra metade divida entre carboidratos e proteínas", ensina Mariana Del Bosco Rodrigues, nutricionista da Abeso - Associação Brasileira para o Estudo da Obesidade e da Síndrome Metabólica.
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Já os lanches, salgados e fast-foods devem ser encarados como um luxo na dieta. A dica é selecionar dentro do cardápio das lanchonetes opções de menor valor calórico, caso você queira emagrecer ou mesmo manter as curvas. O mais importante é saber que engordamos pela regra, não pela excessão. Lanches, doces e frituras não podem estar sempre no prato do almoço. Para garantir a ingestão de todos os nutrientes de que seu corpo precisa diariamente, tenha sempre um prato colorido. Misture as saladas de folhas verdes, com tomates, cenouras, beterrabas e pepinos, por exemplo. E não exagere. Pequenas porções diárias nutrem o organismo e ainda ajudam a emagrecer.
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Terra
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segunda-feira, 20 de julho de 2009

MOTIVOS PARA IR AO NUTRICIONISTA

Você integra o grupo de pessoas que acredita que o nutricionista só ajuda quem precisa emagrecer? Então chegou a hora de mudar de opinião.
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Os benefícios de uma alimentação adequada para o organismo são tantos que agora até mesmo os planos de saúde são obrigados a oferecer ao menos um nutricionista em seu quadro de profissionais. Aproximadamente 80% das doenças cardíacas, acidentes vasculares cerebrais (AVCs), diabetes tipo II e 40% dos cânceres poderiam ser evitados a partir de uma dieta saudável, defende o Ministério da Saúde.
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Além de eliminar quilinhos extras, segue abaixo alguns motivos para fazer uma consulta:
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SAÚDE EM DIA: Um prato de comida balanceado, rico em nutrientes, com uma variação de carboidratos, proteínas e minerais, é capaz de diminuir o risco de infartos, de doenças crônicas, como a diabetes e hipertensão, e até proteger contra o câncer.
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ALIMENTAÇÃO DA CRIANÇA: Já pensou em levar seu filhote para uma consulta? Um nutricionista pode contribuir diretamente com o desenvolvimento do seu pequeno. Cada fase da vida necessita de um cuidado especial para obter um crescimento saudável.
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DE BEM COM A BALANÇA: Se o excesso de peso é o problema, o tratamento com um nutricionista pode eliminar a gordura extra e ensinar você a comer direito, ou seja, os quilos não voltam mais. O nutricionista trabalha com a reeducação alimentar, proporcionando hábitos saudáveis por toda a vida.
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GRAVIDEZ SAUDÁVEL: A adequação de nutrientes e o ganho de peso adequado interferem no crescimento e desenvolvimento saudável do bebê.
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ENERGIA A MIL: Está se sentindo cansado ou sem pique para realizar as atividades do dia a dia? A alimentação equilibrada garante energia e disposição.
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ATIVIDADES FÍSICAS: Outro beneficio das técnicas de nutrição estão totalmente relacionadas a prática de atividades físicas. Os resultados e desempenho físico são melhores quando há uma alimentação saudável.
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PRAZER EM COMER BEM: Está com medo que sua alimentação fique restrita a um grupo de alimentos sem graça? O nutricionista tenta se adequar ao máximo com os horários e preferências alimentares do paciente, desde que haja equilíbrio.
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ALIMENTAÇÃO DO IDOSO: A terceira-idade pode aproveitar ainda mais os benefícios de uma boa nutrição para melhorar a qualidade de vida. Os idosos apresentam cuidados e necessidades especiais na alimentação para que não haja deficiência de nenhum nutriente e não ocorra desenvolvimento de patologias.
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domingo, 19 de julho de 2009

FIQUE DE OLHO NAS CALORIAS DAS BEBIDAS

Sempre de olho no que comemos, muitas vezes nos esquecemos que boa parte das calorias ingeridas está nas bebidas. Refrigerantes, sucos, leite, bebidas alcoólicas, entre outras, trazem consigo calorias muitas vezes determinantes no sucesso ou fracasso de uma dieta.
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Um dos principais vilões das dietas de emagrecimento, especialmente quando não são orientadas por um profissional, são os refrigerantes regulares. Os sucos, apesar de serem excelentes fontes de vitaminas e minerais, também merecem atenção e não devem ser consumidos à vontade, já que contêm calorias. Segundo Benjamin Caballero, prfessor da Johns Hopkins e autor principal do estudo, o resultado revela que regulamos melhor a ingestão de calorias sólidas do que de líquidas, ou seja, é mais fácil exagerar quando bebemos do que quando comemos.
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Outro ponto negativo para as bebidas calóricas está na falta da necessidade de mastigação, presente nos alimentos sólidos. É ali que inicia o mecanismo de regulação da saciedade. Ao mastigar e deglutir um alimento, estimulamos as regiões do cérebro responsáveis por regular a satisfação. O açúcar frequentemente utilizado em bebidas também interfere nesta diferença. Por ser um carboidrato simples, de rápida absorção, ele estimula a produção de insulina, favorecendo o estoque da energia ingerida em forma de gordura.
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Muitos indivíduos tomam sucos de frutas em abundância, certos de que estão fazendo somente bem ao organismo enriquecendo-o de vitaminas. Mas nem todas as versões são assim. Os sucos de caju, acerola, pêssego, limão, morango, melão ou maracujá, adoçados sem açúcar, são boas opções por serem provenientes de frutas com baixas calorias. O mesmo não podemos dizer da laranja, manga ou uva, que devem ser consumidas na forma de suco moderadamente.
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Embora os sucos naturais contenham mais calorias que as bebidas diet/light, não devemos ignorar que eles fornecem vitaminas e minerais importantes para o bom funcionamento de nosso organismo. Para substituí-los, há no mercado diversas opções interessantes, como a água de coco que é um excelente repositor de eletrólitos, que são comumente perdidos em atividades intensas.
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Nutritotal
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quarta-feira, 15 de julho de 2009

GELATINAS EM PÓ TEM MUITO AÇÚCAR E POUCO COLÁGENO

Apesar de ser uma sobremesa muito consumida por crianças, a gelatina não deveria fazer parte da alimentação infantil. É o que afirma a Pro Teste - Associação Brasileira de Defesa do Consumidor - após avaliar 11 pós para preparo do produto sabor morango: quatro na versão tradicional, quatro na versão diet e três na versão zero.
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Por conterem adoçantes, as versões sem açúcar já não eram recomendadas para crianças saudáveis. Mas o levantamento mostrou que mesmo as versões tradicionais não são indicadas.
Um dos problemas é que duas das marcas (Royal e Dr. Oetker) possuem adoçante mesmo nas versões tradicionais. Segundo a Pro Teste, a informação não tem o destaque necessário no rótulo. Nos dois casos, as embalagens trazem personagens ou promoções voltados para o público infantil.
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Se a presença de colágeno é o motivo para dar gelatina às crianças, não vale a pena. A quantidade encontrada não ultrapassou 2 g - apesar de não haver consenso, a Pro Teste diz que alguns estudos sugerem que seriam necessários 10 g diários para haver benefícios. Uma pessoas normal, somente com uma alimentação balanceada e rica em proteínas, consegue suprir a quantidade de colágeno por dia.
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Além das questões nutricionais, foram constatados problemas em rótulos, como falta de informação sobre a presença de sódio e falta da data de fabricação - o dado não é obrigatório, mas a Pro Teste recomenda. A associação defende que se crie uma norma para regular gelatinas que defina parâmetros como quantidade de açúcar e de colágeno.
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Para saber mais:
http://www1.folha.uol.com.br/folha/equilibrio/noticias/ult263u528644.shtml
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terça-feira, 14 de julho de 2009

CENOURA COZIDA INTEIRA É MAIS NUTRITIVA

As propriedades da cenoura que ajudam na prevenção do câncer aumentam em 25% se o alimento, ao ser cozido, estiver inteiro e não em pedaços, concluiu um estudo da Universidade Newcastle. Segundo o coordenador da pesquisa, o médico Kirsten Brandt, quando a cenoura é cortada, sua superfície aumenta e há maior contato com a água, o que facilita a perda de nutrientes.
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O médico ressalta ainda que o alimento cozido por inteiro é mais saboroso, uma vez que retém mais açúcar - um teste conduzido por sua equipe entre cem pessoas demonstrou que 80% delas preferem o gosto das cenouras cozidas inteiras. Brandt descobriu os benefícios do falcarinol, a substância presente nas cenouras que ajuda a prevenir o câncer, há 4 anos, com a ajuda de colegas da Universidade da Dinamarca.
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Revista Veja
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segunda-feira, 13 de julho de 2009

DIET OU LIGHT?

DIET OU LIGHT. VOCÊ SABE A DIFERENÇA?
A maioria das pessoas associam a utilização destes produtos com a redução e manutenção do peso. Mas nem sempre é assim que funciona...
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DIET são alimentos industrializados em que determinados nutrientes como proteína, carboidrato, gordura, sódio, entre outros, estão AUSENTES ou dentro das quantidades mínimas permitidas, sendo 0,5g de nutriente por 100g do produto para produtos isentos de carboidratos e/ou gorduras. Já os alimentos restritos em proteínas, devem ser isentos deste nutriente. Sendo assim, produtos diet são, na maioria das vezes, destinados para pessoas que apresentam patologias específicas. Como por exemplo, os isentos de açúcar são destinados para diabéticos e os isentos de sódio são destinados para hipertensos.
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LIGHT são alimentos produzidos com redução mínima de 25% do valor calórico e/ou outros nutrientes, como gorduras, açúcares, colesterol e sódio em comparação com o produto tradicional ou similar de marcas diferentes.
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Dessa forma, nem sempre os produtos Diet apresentam redução de calorias e NÃO são indicados para pessoas que querem perder peso. O chocolate diet, por exemplo, é isento de açúcar, mas, para manter a consistência, é adicionado mais gorduras, apresentando assim, valor calórico semelhante ao chocolate tradicional. Os Light são mais indicados para redução do peso, porém, deve-se ficar atento aos rótulos, pois alguns dos refrigerantes light apresentam redução de calorias e, consequentemente, ficam isentos de açúcar podendo também ser consumidos por diabéticos.
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Além disso, a quantidade do alimento consumido não deve ser aumentada por se tratar de um alimento que apresenta baixas calorias. Freqüentemente, ocorre o erro de ingerir o dobro do habitual por ser um alimento diet ou light, mas, dificilmente, há a redução de 50% das calorias nesses alimentos. Confusão é fácil de acontecer, por isso, ler os rótulos dos produtos light e diet e compará-los com o alimento convencional é importante para verificar se eles atendem as suas necessidades. Fique sempre atento na hora da compra, pois como esses alimentos são mais caros do que os convencionais, você poderá estar gastando mais por um alimento que não precisa ser substituído.
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domingo, 12 de julho de 2009

QUE DESPERDÍCIO!

O Brasil é um dos países que mais jogam comida boa na lata do lixo. A maior parte dos nutrientes estão escondidos nas cascas e nos talos desprezados. De 30 a 40% de todos os alimentos produzidos no país vão parar no lixo. Em países desenvolvidos, esse índice não chega aos 10%. Aqui, são toneladas e mais toneladas de comida perdidas diariamente. Boa parte do desperdício ocorre logo na colheita e no transporte, mas os consumidores também têm sua parcela de responsabilidade.
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O brasileiro joga fora mais comida do que a que de fato leva à mesa. Um estudo da Embrapa Agroindústria de Alimentos mostra que só em hortaliças, por exemplo, o total de perda a cada ano é de 37 quilos por habitante, enquanto a ingestão desses vegetais não passa dos 35 quilos no mesmo período de tempo.
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Toda essa comida desperdiçada equivale a 12 bilhões de reais que o país despeja nas lixeiras a cada ano para se ter uma idéia, isso é quase metade do orçamento do Ministério do Desenvolvimento Social e Combate à Fome ou 24 vezes o da Secretaria Nacional de Segurança Alimentar e Nutricional. Estamos, literalmente, botando dinheiro e saúde no lixo. Veja o que está ao seu alcance para mudar esse panorama desde a hora em que você seleciona vegetais fresquinhos na feira ou no supermercado até o momento em que os leva para a panela.
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Revista Saúde
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