quarta-feira, 14 de outubro de 2009

OBESIDADE É A SEGUNDA MAIOR CAUSA DE CÂNCER

A obesidade cresce rapidamente no mundo todo e oncologistas estão em alerta. A causa de tanta preocupação é o resultado de uma pesquisa feita pela União Internacional de Combate ao Câncer (UICC) que mostra que 30% dos casos de câncer nos países ocidentais são causados pela combinação da má alimentação com o sedentarismo, que também traz como consequência o sobrepeso. A obesidade ocupa a segunda posição entre as prováveis causas de câncer, só perdendo para o cigarro. A maioria das pessoas acham que o excesso de peso causa apenas problemas cardíacos, vasculares e diabetes.
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"Muitos se preocupam com a estética, mas a obesidade hoje se tornou um problema de saúde pública e é vista como uma epidemia, principalmente na América Latina", alerta Fernando Medina da Cunha, diretor científico do Centro de Oncologia Campinas. De acordo como a Organização Mundial de Saúde, entre um terço e um quarto dos casos de câncer no mundo podem estar relacionados ao excesso de peso e à falta de atividade física.
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"Quanto mais células se duplicam, maiores as chances de algo dar errado na célula e originar uma célula maligna. Esses hormônios adicionais levam a uma rápida reprodução das células de câncer. Além do que, as células de gordura podem manter os agentes que causam o câncer escondidos no corpo e levar ao desenvolvimento da doença", explica Medina. O relatório ressalta que, os riscos de câncer de mama após a menopausa, câncer de cólon, próstata, esôfago, endométrio e rins são maiores entre não fumantes acima do peso e adultos obesos.
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Andar ao menos 30 minutos por dia, parar de fumar e manter uma alimentação equilibrada devem ser as primeiras medidas adotadas para se ter uma vida saudável. A obesidade e o hábito de fumar são os fatores que mais contribuem para a manifestação do câncer e podem ser fatores decisivos na sobrevida dos pacientes que convivem com a doença. A pesquisa revela que a obesidade aumentou entre os brasileiros: 13% dos adultos são obesos, sendo maior o índice nas mulheres (13,6%) do que entre os homens (12,4%). O índice de brasileiros com excesso de peso se manteve estável nos últimos três anos. Entre os adultos das 26 capitais e do Distrito Federal, 43,3% estão acima do peso. Neste caso, a frequência entre os homens é maior: 47,3% contra 39,5% das mulheres.
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terça-feira, 13 de outubro de 2009

DESVENDANDO RÓTULOS

Você sabe o que significa: glutamato monossódico, fenilalanina, acidulante, flavonóide? São as substâncias presentes nos alimentos industrializados e que constam nos rótulos dos produtos. De acordo com a ANVISA (Agência Nacional de Vigilância Sanitária), os rótulos devem apresentar:
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• Nome do produto
• Peso
• Identificação de origem
• Lote
• Prazo de validade
• Instruções sobre preparo e uso
• Valor calórico
• Informação nutricional
• Lista de ingredientes
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O Código de Defesa do Consumidor garante o direito a uma informação clara e precisa nas embalagens dos alimentos. Várias pessoas possuem intolerâncias e alergias a algumas substâncias presentes nos alimentos, e a sua identificação nos rótulos é um passo importante para o diagnóstico desses casos. Abaixo, vamos “desvendar” os mistérios por trás desses nomes:
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CONTÉM FENILALANINA: A fenilalanina é um dos responsáveis pela produção de adrenalina, fundamental à nossa sobrevivência. Ela realça o humor e a disposição, diminui as dores, auxilia na memória e no aprendizado, e ainda reduz o apetite. A fenilalanina está presente no aspartame e na sacarina, edulcorantes que devem ser usados por tempo limitado por diabéticos, gestantes e pessoas com doenças auto-imunes, principalmente em temperaturas elevadas.
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CONTÉM GLÚTEN: Essa proteína, encontrada na semente de cereais (como trigo, cevada, aveia e centeio), é usada para dar consistência, elasticidade e leveza à massa dos alimentos, em geral bolos e biscoitos. Porém, o problema é que ela apresenta aminoácidos tóxicos em sua composição, o que pode provocar alguns danos à saúde. Muitas pessoas têm intolerância ao glúten, mas não percebem o problema, porque os sintomas (distensão abdominal, dor de cabeça e má digestão) são frequentemente confundidos com outros distúrbios.
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CORANTES: A tartazina, mais conhecida como corante amarelo, pode provocar reações alérgicas adversas em pessoas sensíveis. Asma, hiperatividade e até o aparecimento de cânceres são os efeitos mais graves.
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GORDURAS TRANS: As gorduras trans têm a finalidade de melhorar a consistência e aumentar a validade do produto, sendo vastamente encontradas no sorvete, na batata-frita, nos salgadinhos e bolos industrializados. Usado em excesso, podem causar aumento do colesterol total e do ruim, e redução do colesterol bom, o que favorece a ocorrência de problemas cardíacos. Esse tipo de gordura está sendo banida da indústria alimentícia.
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CONSERVANTES: Os conservantes são encontrados nos alimentos industrializados e são constituídos em sua maioria por ácidos orgânicos que impedem ou retardam alterações causadas por microrganismos. Podem provocar reações alérgicas semelhantes às dos corantes. O BHT, em especial, pode ser tóxico para o sistema nervoso.
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GLUTAMATO MONOSSÓDICO: Alguns condimentos são dignos de alerta. O glutamato monossódico, por exemplo, tem a finalidade de realçar o sabor dos pratos salgados. Em algumas pessoas às vezes provocam alergias, dores de cabeça e depressão com seu uso.
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PRODUTO NATURAL: Não são todos os naturais que são inocentes, tudo pode causar irritação. As pessoas acham que esses produtos são inofensivos. O mel, por exemplo, pode provocar alergia e estar contaminado com bactérias. Portanto, o importante é o consumo consciente!
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segunda-feira, 12 de outubro de 2009

MANEIRAS DE FAZER A CRIANÇA COMER FRUTAS

Está difícil convencer seu filho de experimentar uma fruta? Confira as dicas para facilitar o processo.
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1 Ofereça as mais variadas opções. Assim, se ela não gostar de algum tipo (as ácidas, por exemplo), pode se interessar por outro.
2 Que tal levá-la com você à feira ou ao mercado? A oportunidade de escolher as frutas pode aumentar a vontade.
3 Se ela não quiser provar de jeito nenhum, tente fazer um suco. Vale misturar duas ou mais frutas.
4 Sorvete de fruta feito em casa também é legal. Vocês podem até fazer juntos, o que é melhor ainda.
5 Faça uma salada de frutas. Depois, chame a família toda para comer. A criança vai se sentir estimulada vendo os pais provando o mesmo que ela.
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Revista Crescer
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domingo, 11 de outubro de 2009

AZEITE DE OLIVA

O azeite é um produto alimentar, usado como tempero, produzido a partir da azeitona, fruto advindo das oliveiras. Trata-se, pois, de um alimento antigo, clássico da culinária contemporânea, regular na dieta mediterrânea e nos dias atuais presente em grande parte das cozinhas. Além dos benefícios para a saúde o azeite adiciona à comida um sabor e aroma peculiares. A região mediterrânea, atualmente, é responsável por 95% da produção mundial de azeite, favorecida pelas suas condições climáticas, propícias ao cultivo das oliveiras, com bastante sol e clima seco.
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O óleo de oliva possui várias substancias benéficas a saúde. Ele pode reduzir a quantidade de LDL (mau colesterol) do organismo, devido a sua grande quantidade de gordura monoinsaturada, o fator importante é que essa gordura não se transforma em colesterol. Esse fator reduz o risco de infarto ou AVC, uma vez que o consumo regular do óleo de oliva reduz a formação de placas de ateroma nas paredes dos vasos sanguíneos.
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Outro fator importante para a saúde é que o óleo de oliva previne oxidações biológicas porque é rico em polifenóis os quais reduzem a formação de radicais livres. Os radicais livres são muito nocivos a saúde, pois são responsáveis pelo envelhecimento, e doenças degenerativas, tendo como exemplo o câncer. Cientistas observaram que os povos das regiões do mediterrâneo tem vida saudável com baixo nível de infarto e câncer, por esses povos serem os maiores consumidores do óleo de oliva, e outras substâncias de uma dieta saudável, peixe, verduras.
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Portal do Coração
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sábado, 10 de outubro de 2009

CHÁS

Os chás possuem alguma contraindicação? Crianças e gestantes podem consumí-los? E indivíduos com diabetes, hipertensão, insuficiência renal e cardíaca?
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Os chás branco, vermelho, preto e verde são extraídos da mesma planta, a Camellia Sinensis, os benefícios são os mesmos, com potencialidades diferentes. A diferença no processo de fabricação é que define as diferencas na quantidade de polifenóis. O chá verde em conjunto com uma dieta balanceada pode trazer grandes benefícios à saúde.
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Cada planta tem um princípio ativo diferente, dependendo da finalidade e do efeito que a pessoa deseja. O chá verde (planta-Camellia Sinensis) não seria aconselhável para crianças. Como a criança é muito mais sensível quando comparada a um adulto, para um efeito laxativo, calmante ou digestivo outras ervas seriam mais indicadas. Os orientais desde a infância já tomam o chá verde. Dentre muitas funções ele pode também ser usado para estabelecer os mecanismos imunológiocs e tem efeito na prevenção de infecções por conta da ação imunomoduladora. Por estes efeitos pode ser indicado para crianças em idade escolar e em uma dosagem de 1 xícara ao dia, longe das refeições. O Chá verde não é aconselhável para grávidas, nutrizes, paciente renal crônico e pode ter interação medicamentosa com remédios que contenham cafeína, mas tudo vai depender da individualidade de cada caso.
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A indicação do chá verde deve ser feita pelo nutricionista após uma anamnese bem detalhada, para que o chá possa trazer beneficios e não desconfortos. Um indivíduo, por exemplo, que tem dificuldade de dormir, o chá é aconselhável tomar a última xícara até as 17h ou mesmo um indivíduo com enxaqueca pode ser sensível a cafeína que tambem é encontrada no chá (em menos quantidade que do café e com absorção mais lenta), deve-se mudar toda a dieta e introduzir o chá gradativamente para não agravar seu quadro. Existem muitos estudos que mostram o efeito positivo do consumo de chá verde na perda de peso. Existem também trabalhos sobre a relação entre o chá verde e patologias como hipertensão, gastrite e doenças coronarianas.
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Nutrição em Foco
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sexta-feira, 9 de outubro de 2009

INSUFICIÊNCIA RENAL E ALIMENTAÇÃO

Uma a cada 5.000 pessoas sofre algum tipo de doença renal por diversos motivos. A insuficiência renal é uma doença que altera e muito a vida do portador, seja pela atenção a alimentação, quanto até mesmo a alteração do estado emocional em relação a aceitação da doença e sua limitações.
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A insuficiência renal é caracterizada como sendo uma alteração na função dos rins capaz de fazer com que estes órgãos percam em algum grau a capacidade de excretar as substâncias tóxicas do nosso organismo. Quando não excretadas adequadamente, estas substâncias se acumulam fazendo mal ao organismo. Há ainda retenção de líquido o que gera edema (inchaço).
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ATENÇÃO A NUTRIÇÃO
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- Evite alimentos ricos em sódio (sal): embutidos em geral (salsicha, salames, mortadelas) ou até mesmo carnes processadas;
- Substitua o sal como tempero por azeite, suco de limão, vinagre ou ervas;
- Consulte o médico a respeito do limite de água. No caso de precisar limitar o consumo, evite os alimentos líquidos;
- Cuidado com os alimentos ricos em potássio como: banana, mamão, tomate, abóbora, acelga, carne, batata, feijão;
- Consuma de forma moderada os alimentos ricos em cálcio e fósforo como derivados do leite, carnes, ovos, legumes e a casca dos cereais.
- As proteínas são importantes, mas neste caso são também perigosas, ao consumir dê preferência a ovos, peixes, soja, pois a sobrecarga glomerular é menor quando comparada as outras carnes;
- Evite o consumo de chá preto, chá mate e refrigerantes a base de cola.
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quinta-feira, 8 de outubro de 2009

AÇÚCAR MASCAVO E MEL TAMBÉM AUMENTAM A GLICOSE

O açúcar mascavo e o mel apresentam maiores benefícios para a saúde e nem por isso podem ser consumidos por diabéticos, pois eles também elevam a glicemia. Ambos são mais saudáveis do ponto de vista nutricional por conterem mais nutrientes, mas também provocam as oscilações desagradáveis na glicose que o açúcar branco provoca e, como já foi dito, favorecem também o ganho de peso.
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Os adoçantes dietéticos, também chamados de edulcorantes, são substâncias que apresentam um poder adoçante muito superior ao da sacarose (açúcar refinado) e, por isso, eles são utilizados em quantidades bem menores se comparado ao açúcar de mesa. Os edulcorantes possuem duas classificações:
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Adoçantes naturais: frutose, sorbitol, manitol e esteovídeo;
Adoçantes artificiais: aspartame, ciclamato, sacarina, acessulfame-K, sucralose.
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Veja mais sobre os tipos de adoçantes
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quarta-feira, 7 de outubro de 2009

OS BENEFÍCIOS DA DIETA MEDITERRÂNEA

Você conhece a dieta mediterrânea? Aquela rica em frutas, vegetais, cereais, peixes e frutos do mar, associada ao azeite de oliva? Além de ela dar a você alguns anos de vida a mais, um relatório publicado na revista Archives of General Psychiatry, da Associação Médica Americana, revelou que esse tipo de alimentação pode reduzir riscos de depressão.
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Para chegar a essa conclusão, cientistas das Universidades de Las Palmas de Gran Canária e Navarra, na Espanha, avaliaram 10.094 espanhóis entre 1999 e 2005. Os participantes relataram sua ingestão alimentar e os pesquisadores calcularam a sua adesão à dieta mediterrânea, entre eles o consumo moderado de álcool e produtos lácteos; a baixa ingestão de carne vermelha; e o alto consumo de legumes, frutas cereais, legumes e peixe.
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Depois de aproximadamente quatro anos de estudo, 480 casos de depressão foram detectados, sendo 156 em homens e 324 em mulheres. Aqueles que optaram pela dieta mediterrânea apresentaram 30% menos risco de desenvolver depressão. Para os pesquisadores, a explicação estaria nos componentes da dieta, que podem melhorar a função dos vasos sanguíneos, combater a inflamação, reduzir o risco de doença cardíaca e reparar danos celulares.
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NA GRAVIDEZ
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Mães que durante a gestação optam por esse tipo de dieta podem prevenir seus filhos de ter asma e outras alergias, segundo estudo realizado pela Universidade de Creta, na Grécia. A pesquisa avaliou 460 mães e seus filhos, da gravidez até os 6 anos e meio. É importante levar em conta que tanto o desenvolvimento da asma quanto do câncer depende ainda de vários fatores além da alimentação, como a hereditariedade, por exemplo.
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Se quiser reforçar os benefícios de uma alimentação saudável, procure fazer as refeições em horários regulares e não se privar de muitos alimentos, como acontece em regimes muito restritivos. Um recente estudo do Sesi-SP, feito com alunos, comprovou que a reeducação alimentar é o melhor caminho para evitar a obesidade e garantir uma vida saudável. Não custa tentar, certo?
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Revista Crescer
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terça-feira, 6 de outubro de 2009

PARA EMAGRECER EVITE OS VÍCIOS

Textos que falam sobre dicas para emagrecer se encontram aos montes, mas é interessante também algo que sirva de alerta quanto àquilo que não se deve fazer quando se quer emagrecer, afinal, algumas atitudes simples podem prejudicar ou até mesmo impedir que o emagrecimento aconteça.
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A BALANÇA
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Este instrumento deve ser esquecido durante o período de emagrecimento, o ato de se pesar todos os dias causa uma tensão/estresse no organismo, e isso não atua a favor da perda de peso. O ideal é pesar somente nas consultas com o nutricionista, sempre na mesma balança. Caso a curiosidade bata na porta e te leve a pesar, tenha em mente que no período menstrual ocorre possível inchaço e então elevação de peso, e que durante o dia o peso sofre variação.
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FECHAR A BOCA É A SOLUÇÃO (ERRADO!)
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Há quem diga que para emagrecer é só fechar a boca, mero engano! O ideal é emagrecer comendo, ou seja, sem sentir fome, o contrário das dietas milagrosas e que indicam restrições severas demais. Acertar nas calorias e na escolha dos alimentos é sim optar pelo emagrecimento saudável e pela manutenção da saúde.
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SEM CARBOIDRATO, SÓ SALADA (ERRADO!)
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Realmente, as saladas são essenciais para o organismo, afinal elas possuem muitas vitaminas e minerais. Mas não devem integrar o plano alimentar sozinhas, para o emagrecimento saudável é necessário ter uma combinação equilibrada de todos os nutrientes, afinal todos eles nas quantidades corretas exercem funções no metabolismo. Assim como o carboidrato, cortar este nutriente é fazer com que o organismo não tenha energia rápida, fazer com que o mesmo forneça energia ao corpo para realizar as atividades diárias. Se você tem receio em consumi-lo, faça com moderação.
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MALHAR E NÃO COMER (ERRADO!)
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Muitas pessoas que são adeptas da malhação digamos que ficam com um certo receio de comer depois da atividade física, por pensarem que podem engordar. Uma alimentação bem fracionada e com os nutrientes adequados no pré e no pós exercício é de fundamental importância tanto para quem tem como objetivo a perda de peso e a redução da gordura corporal, quanto para aqueles que pretendem aumentar a massa muscular, reduzir fadiga e melhorar desempenho.
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segunda-feira, 5 de outubro de 2009

VITAMINA K

A vitamina K é conhecida como a vitamina anti-hemorrágica, porque atua na coagulação sanguínea. Ela é uma vitamina lipossolúvel, que se armazena no fígado. Existe na natureza sob duas formas: filoquinonas (grupo de compostos presentes em alguns vegetais) e menaquinonas (produzida pelas bactérias da flora intestinal). A vitamina K é essencial para a formação de glicoproteínas, necessárias à coagulação do sangue. Participa também do processo de mineralização óssea, facilitando a cicatrização normal de ossos e fraturas.
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A maioria dos casos de deficiência de vitamina K se dá pelo uso de antibióticos por via oral, que destroem a flora bacteriana intestinal. Outra causa para a deficiência de vitamina K é a má absorção das gorduras - a vitamina K é lipossolúvel e precisa de gordura para ser sintetizada. Sintomas decorrentes da deficiência da vitamina K no organismo são incomuns, devido à grande quantidade dessa substância nos alimentos e ao trabalho das bactérias do intestino humano. A quantidade diária recomendada é de 70 microgramas em média.
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FONTES DE VITAMINA K
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- Gorduras e óleos, como de canola e de soja;
- Hortaliças: folhas e cascas mais externas das hortaliças. São ricos: aspargos, brócolis, couve-de-bruxelas, repolho cru, couve-flor, grão-de-bico, almeirão (chicória amarga), casca do pepino, tomate verde, couve, alface, lentilha, hortelã, folha de mostarda, cebolinha verde, algas marinhas, soja, espinafre.
- Outros alimentos: fígado de vaca, de frango e de porco, gema do ovo, folhas de chá verde, maçãs com casca verde.
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quinta-feira, 1 de outubro de 2009

RAÇÃO HUMANA

A ração humana é uma mistura de cereais integrais (trigo, aveia em flocos) e sementes (linhaça, gergelim). Por causa do teor de fibras e gorduras que a ração humana contém, o intestino funciona mais rapidamente. Entretanto, algumas pessoas podem sofrer com a irritação na parede do intestino, prejudicando a absorção de nutrientes. As fibras ajudam a dar uma maior sensação de saciedade, fazendo com que a fome demore mais tempo a aparecer. Mas dizer que a ração humana emagrece é um equívoco. O que faz com que o emagrecimento ocorra é uma alimentação com menor quantidade de calorias do que a necessidade diária, associada a prática regular de atividade física. Nenhum alimento por si só tem a capacidade de levar ao emagrecimento.
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RECEITA RAÇÃO HUMANA:
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- 250 g de fibra de trigo
- 125 g de leite de soja em pó
- 125 g de linhaça marrom
- 100 g de açúcar mascavo
- 100 g de aveia em flocos
- 100 g de gergelim com casca
- 75 g de gérmen de trigo
- 50 g de gelatina sem sabor
- 25 g de guaraná em pó
- 25 g de levedo de cerveja
- 25 g de cacau em pó
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Misture todos os ingredientes. Armazene em um pote bem fechado e guarde-o em local fresco ou na geladeira. Consuma em média 2 colheres de sopa por dia e tenha uma vida saudável.
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quarta-feira, 30 de setembro de 2009

JANTAR ENGORDA?

Uma das maiores dúvidas em relação ao emagrecimento está relacionada com a composição do jantar. Afinal, os carboidratos podem ou não estar presentes nessa refeição? Antes de se determinar a melhor conduta, alguns pontos devem ser analisados.
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A insulina é secretada antagonicamente à liberação do hormônio de crescimento (GH) e no período inicial de sono, o consumo de glicose é reduzido significamente, em função da diminuição do metabolismo cerebral e da menor utilização periférica da glicose. Assim, se o consumo de carboidratos, especialmente aqueles de alto índice glicêmico - açúcar, arroz branco, batatas e massas -, acontecer no final da noite ou durante a madrugada, é possível que a liberação do GH seja inibida pela grande liberação de insulina decorrente do pico de glicemia, dificultando a lipólise durante o sono.
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Portanto, em função do prejuízo no metabolismo glicídico durante o sono, a orientação para a ingestão de carboidratos em refeições muito próximas ao horário de dormir deve ser feita de forma criteriosa. Quando o jantar acontece após atividades físicas ou em horários de trabalhos noturnos, a melhor conduta está relacionada ao controle glicêmico e qualitativo dos carboidratos, priorizando o consumo de carboidratos integrais, assegurando uma glicemia constante e a liberação normal de GH. Entretanto, se esta refeição acontece no início da noite, o equilíbrio na sua composição nutricional, bem como a redução calórica da dieta, associada à atividade física regular, serão condutas acertadas para o controle de peso.
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