segunda-feira, 29 de março de 2010

SINAL VERDE PARA O SANDUÍCHE

Às vezes, dá uma vontade enorme de comer um sanduíche e, poucas vezes, nos damos esse pequeno prazer. A boa notícia é que ele está liberado de vez em quando, desde que preparado com ingredientes magrinhos e saudáveis. Veja as dicas:
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* Prefira o pão do tipo integral. Por ser rico em fibras, controla o colesterol, melhora o funcionamento do intestino e promove sensação de saciedade.
* Não esqueça das proteínas. Vale hambúrguer de carne bovina ou de frango, filé grelhado, presunto magro, queijo tipo ricota ou frescal e ainda atum ou sardinha.
* Os vegetais também não podem ficar de fora! Alface, acelga, tomate, cenoura e beterraba podem fazer parte de um sanduíche gostoso e nutritivo.
* Tome cuidado com o uso de molhos, catchups, maionese e gorduras em geral. São ricos em sódio e calorias!
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ATENÇÃO: Não exagere na quantidade das porções consumidas e não substitua refeições com frequência. O sanduíche preparado com ingredientes saudáveis, pode fazer parte das refeições, desde que tenha uma alimentação equilibrada e pratica regular de atividade física.
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quinta-feira, 25 de março de 2010

BATATA YACON: CONHEÇA MELHOR SOBRE ESSE FANTÁSTICO ALIMENTO

A batata Yacon - Smallanthus sonchifolius - vem sendo conhecida pelos seus benefícios para a saúde. Trata-se de um tubérculo que está sendo considerado um alimento nutracêutico em decorrência de seus componentes designados, como fibras alimentares solúveis e prebióticos – devido a sua baixa digestibilidade pelas enzimas do trato gastrointestinal humano, estímulo seletivo do crescimento e atividade de bactérias intestinais promotoras da saúde.
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A batata diet, uma planta herbácea oriunda dos Andes, tem sabor e textura bem diferentes dos conhecidos habitualmente, lembrando a uma pêra. No oriente ela já vem sendo consumida em maior escala, principalmente, entre os diabéticos. O poder da batata yacon reside no fato deste tubérculo, ao contrário de seus parentes como a mandioca, inhame, batata inglesa e cará, não ser fonte de amido e sim de inulina, um tipo de oligofrutano que tem elevado poder adoçante e baixo conteúdo calórico. O amido dos tubérculos é o responsável pelos picos glicêmicos após a ingestão dessas raízes.
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O amido e a inulina são carboidratos complexos, a diferença é que a inulina é composta em sua maioria por moléculas de frutose. A inulina tem valor calórico de 1 kcal por grama enquanto o amido de 4 kcal por grama, isso se deve ao fato de que, as ligações entre as moléculas de frutose existentes na inulina não são digeríveis no trato gastrointestinal em razão da ausência de enzimas necessárias para o metabolismo destes elementos, e com isso, chegam quase íntegras no intestino grosso. O baixo teor calórico da yacon é devido também, ao alto percentual de água das raízes situando-se em torno de 83 a 90% do peso fresco.
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A inulina não aumenta a glicemia, pois, ao chegar no intestino grosso é fermentada pela microflora bacteriana produzindo gases, ácidos graxos voláteis ou são excretadas. Os ácidos graxos voláteis podem ser absorvidos e ao chegar no fígado reduz a síntese de colesterol. O yacon tem como principal carboidrato os frutooligossacarídeos (FOS), que têm se destacado em vários estudos por exercerem atividade bifidogênica, isto é, estimulam o crescimento das bifidobactérias no intestino que protegem contra o efeito de bactérias invasivas e patogênicas.
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O yacon contêm outros nutrientes como: boas quantidades de potássio e em menores quantidades cálcio, fósforo, magnésio, sódio, ferro, zinco, vitamina C, triptofano, compostos fenólicos e flavonóides. Além de nutracêutico, o yacon é reconhecido como o alimento com maior conteúdo de frutooligossacarídeos na natureza. A atividade prebiótica dos frutooligossacarídeos presentes no yacon tem sido associada com alívio do intestino preso, aumento da capacidade de absorção de minerais, fortalecimento do sistema imunológico e diminuição do desenvolvimento de câncer de cólon.
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Com base nessas informações, conclui-se que a Batata Yacon é um alimento promissor, que vale a pena conhecer e tê-lo na alimentação balanceada do dia-a-dia de quem tem ou não diabetes. Mas por si só não reduz a glicemia e sim ajuda a não elevá-la em demasia por um controle na quantidade de carboidratos digeríveis ingerida. Vamos lá: experimente!
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Matéria retirada do site CDBH
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quarta-feira, 24 de março de 2010

VACINA CONTRA GRIPE SUÍNA (H1N1)

A gripe suína foi um dos maiores temas de saúde de 2009 e uma das medidas com maior impacto em 2010 será a vacinação. O órgão responsável pela distribuição da vacina para todo o Brasil é o Ministério da Saúde, que, segundo o governo paulista, deve receber até o início de março 83 milhões de doses da vacina.
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GRUPO DE PRIORITÁRIOS
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Inicialmente estão entre o grupo de prioritários:
•Trabalhadores de saúde envolvidos em atendimento aos pacientes;
•Grávidas;
•Indígenas;
•Crianças entre 6 meses e 2 anos;
•Adultos entre 20 e 39 anos;
•Pacientes de doenças crônicas (obesidade grau 3 - antiga obesidade mórbida, doenças respiratórias, asmáticos (formas graves), doença pulmonar obstrutiva crônica e outras doenças crônicas com insuficiência respiratória, doença neuromuscular com comprometimento da função respiratória (exemplo: distrofia neuromuscular), imunodeprimidos (exemplos: pacientes em tratamento para aids e câncer ou portadores de doenças que debilitam o sistema imunológico), diabetes mellitus, doença hepática, doença renal, doença hematológica (hemoglobinopatias), pacientes menores de 18 anos com terapêutica contínua com salicilatos (exemplos: doença reumática autoimune, doença de Kawasaki), portadores da Síndrome Clínica de Insuficiência Cardíaca, portadores de cardiopatia estrutural com repercussão clínica e/ou hemodinâmica (exemplos: hipertensão arterial pulmonar, valvulopatias, cardiopatia isquêmica com disfunção ventricular.
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Veja abaixo o calendário de vacinação:

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Acesse o link da vacinação

Veja também:

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terça-feira, 23 de março de 2010

CHÁ NA ALIMENTAÇÃO DE BEBÊS?

Os chás feitos com ervas naturais são conhecidos desde a antiguidade. Por suas características medicinais e culturais são muito utilizados, de forma correta ou não, em todas as etapas da vida.
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Dentre as suas propriedades destacam-se as digestivas, calmantes, hidratantes, antioxidantes, diuréticas, entre outras. Avaliando tantos benefícios com a ingestão dos chás, muitas pessoas os oferecem para as crianças desde o momento do seu nascimento, acreditando em relaxar o bebê e na maioria das vezes prevenir ou controlar as cólicas intestinais. Esta atitude é extremamente comum, porém totalmente inadequada quando se fala em aleitamento materno exclusivo. Os bebês, ao nascer tem que se adaptar com o aleitamento e com o sabor do leite materno. Introduzir qualquer outro componente nesta etapa pode comprometer o adequado desenvolvimento e crescimento do bebê nesta fase.
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Os chás, normalmente são oferecidos para os bebês em mamadeiras e algumas vezes são até adoçados. Como o leite materno é naturalmente e suavemente adocicado, pode acontecer que o sabor adocicado mais intenso dos chás passe a ser mais atrativo para o bebê e de alguma forma desestimular o bebe a sugar o leite materno podendo até rejeitar totalmente a mamar no seio. É importante destacar que o leite materno é mais do que suficiente para suprir todas as necessidades nutricionais e hídricas do bebê até os seis meses de idade. Os chás podem ser opções a serem oferecidas juntamente com os novos alimentos a partir dos seis meses de idade e em casos de desmame antecipado após o quarto mês.
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Veja também:
Primeira papinha e introdução de novos alimentos
Alimentação da mãe e cólicas nos bebês
Leite materno pode passar gordura trans para o bebê
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segunda-feira, 22 de março de 2010

CRAVO-DA-ÍNDIA, UM ALIADO DA SAÚDE

Cientistas espanhóis acreditam ter encontrado uma forma natural de conservar os alimentos e mantê-los saborosos sem o uso de químicos: cravo-da-índia. Devido a suas propriedades antioxidantes, o condimento já vem sendo tratado como o novo aliado da saúde, em uma descoberta que poderá ter grandes implicações na indústria alimentícia.
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De acordo com o estudo, publicado na última edição da revista Flavour and Fragrance, o cravo-da-índia é um excelente antioxidante pois possui altos níveis de fenol. "De cinco propriedades antioxidantes testadas, o cravo-da-índia teve a maior capacidade de se livrar do hidrogênio, reduzir bem a peroxidação dos lipídios e foi o melhor redutor de ferro", disse Juana Fernández-López, da Universidade Miguel Hernández.
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A pesquisadora explica que a oxidação da gordura é uma das principais razões para a deterioração dos alimentos, provocando uma "redução significativa de seu valor nutricional, assim como uma perda de sabor". "Os resultados do estudo mostram que o uso de antioxidantes naturais utilizados na dieta mediterrânea, ou seus extratos, são uma opção viável para a indústria alimentícia, já que as características do produto não são afetadas".
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Para a pesquisa, foram comparadas as propriedades do orégano, tomilho, alecrim e sálvia. "Essas substâncias possuem alta capacidade antioxidante e podem trazer efeitos benéficos para a saúde", salienta a cientista.
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domingo, 21 de março de 2010

BARRAS ENERGÉTICAS

Aumenta a cada dia o consumo de barras diversas por esportistas e pessoas comuns que na correria do dia-a-dia encontraram uma maneira mais prática de se alimentar. Elas estão disponíveis no mercado em diferentes tipos, marcas, sabores e composições nutricionais, sendo eficientes em diferentes situações. Entretanto, fiquem atentos às situações onde são aconselháveis o seu consumo. Somente a diversidade de alimentos é que vai fornecer todas as vitaminas e minerais que necessitamos.
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BARRA DE CEREAIS FIBROSAS: São barras compostas predominantemente por fibras e carboidratos de rápida absorção (glicose), estando estas prontamente disponíveis para elevar a glicemia logo após a ingestão. Caracterizam-se pelo alto teor de fibras, podendo ser utilizadas por qualquer pessoa nos intervalos das refeições. Se formos pensar em exercício, o conveniente seria usá-las após o mesmo, já que o alto teor em fibras pode gerar um trabalho digestivo em um momento onde a prioridade do organismo é o trabalho muscular, podendo atrapalhar, inclusive, o desempenho físico. Em média, estas barras possuem 100kcal e 20grs de carboidratos, substituindo adequadamente, em termos calóricos, um lanchinho composto por: uma vitamina de frutas ou 1 fatia de pão integral com requeijão light.
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BARRAS ENERGÉTICAS: São barras compostas em grande parte por carboidratos de cadeia longa, menos fibrosas que as anteriores e ótimas para serem utilizadas durante e após o exercício. São de fácil absorção poupando parte do conteúdo muscular e diminuindo a fadiga. Para indivíduos que não fazem nenhuma atividade física, esta se torna um pouco calórica, com 280 calorias em média. Seria conveniente para um lanche da tarde de um indivíduo que necessite de 1800 à 2000 kcal/dia.
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BARRAS PROTÉICAS: São ideais para quem pratica atividade física, devendo ser consumidas após as mesmas para recuperação muscular. Não são indicadas para indivíduos que não fazem atividade física, porém podem ser incluídas caso alguma refeição seja omitida, como almoço ou jantar.
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BARRAS DIETÉTICAS E LIGHT: Mais novas no mercado, estas barras satisfazem o paladar daqueles que já aderiram ao uso de barras, com uma vantagem aos que não devem consumir calorias em excesso: possuem menos de 20grs de carboidrato, isto é, menos carboidrato que 1 fatia de pão. Em comparação à barra fibrosa, a baixa quantidade de gordura é um ponto positivo. Podem ser utilizadas por qualquer indivíduo, porém aqueles que praticam atividade física, devem preferir as mais calóricas, com maior conteúdo nutricional.
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GEL ENERGÉTICO: Trata-se de um gel rico em carboidratos de rápida e média absorção, ideal para atletas e esportistas. Encontrados em diversos sabores como banana, pêssego, limão e morango.
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Matéria retirada do site RG Nutri
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Leite deve ser usado para hidratação após atividade física
Atividade Física X Carboidratos
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sábado, 20 de março de 2010

COMPORTAMENTO ALIMENTAR DA FAMÍLIA

O comportamento de compra e consumo dos alimentos tem se tornado algo curioso – e importante de ser avaliado. O motivo? Tanto a grande variedade de alimentos industrializados disponíveis para compra ou ainda o vasto número de restaurantes que temos, desde os mais tradicionais e populares aos mais luxuosos e que determina escolhas nem sempre fáceis ou adequadas.
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Interessante levar em conta que um adulto chega a tomar mais de 200 decisões por dia para realizar suas refeições - o que impede, muitas vezes, o consumo consciente em cada refeição. O resultado disso é geralmente uma miscelânea de erros tanto em qualidade como em quantidade, gerando doenças cada vez mais precoces, como é o caso da obesidade, hipertensão e Diabetes do tipo 2 (associado ao excesso de peso e não apenas à genética).
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Nessa “guerra de erros”, um bom exemplo é a variedade de restaurantes self-service, onde geralmente as pessoas acabam colocando no prato três ou mais tipos de carboidratos (massas, arroz e farofa) e alguns tipos de carnes (carne vermelha, frango e peixe). Isso quando não acontecem as combinações pra lá de “incombináveis” como sashimi, feijoada e lasanha! E esse hábito comprova o que pesquisas já relatam: quanto mais opções tivermos, maiores as probabilidades para o erro.
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A cobrança de mais tempo para passar com a família muitas vezes gera escolhas com mais conveniência e melhor preço, o que leva a um aumento no consumo de fast-food. E nesse quesito deve ser observado o tamanho das porções que pedimos, como o tamanho dos copos de refrigerantes que crescem a cada ano, além dos lanches de 3 andares e os intermináveis pacotes de batata frita. E lembre-se de que, mesmo nas redes de comida rápida, há possibilidades de escolher saladas, alimentos menos gordurosos, sucos e até frutas. Cabe aos pais, portanto, incentivar o consumo mais coerente, em qualquer lugar.
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Como ultimamente os pais estão sempre ligados nas informações e apresentam um cotidiano agitado, é importante manter o bom senso entre o prático, o rápido e o saudável. A dupla jornada “comer e trabalhar”, a necessidade de estar atento a informações na TV, rádio, internet, usar o celular durante as refeições... essas atitudes levam a uma mudança do foco. Em vez de se tornar um ato de prazer e de focar no sabor dos alimentos, as refeições proporcionam um consumo exagerado, com direito a quilos extras. O que os pais não percebem é que nessas ocasiões os filhos recebem a mensagem de que tudo é permitido. Assim, eles vão reivindicar o direito de comer enquanto assiste à TV ou joga vídeo game e chegam ao mesmo resultado: quilos a mais e saúde de menos.
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Matéria retirada da Revista Crescer
Veja também:
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Refeições longe da telinha
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sexta-feira, 19 de março de 2010

DIETA DAS PROTEÍNAS

A famosa dieta das proteínas foi publicada pela primeira vez em 1972 pelo cardiologista norte-americano Dr. Atkins em seu livro "A Dieta Revolucionária do Dr. Atkins". Uma grande polêmica em meios científicos foi gerada ao recomendar a ingestão de grandes quantidades de alimentos ricos em proteínas, como carne, ovos e queijos, enquanto proibia outras fontes de carboidrato como açúcar, pão, arroz e frutas. Em 1990, as propostas da dieta revolucionária do dr. Atkins ganharam um novo impulso com a publicação de outro livro "A Nova Dieta Revolucionária". Essa novidade foi chamada de dieta hiperlipídica e hiperprotéica (elevada em gordura e proteína). Atualmente, é um dos mais populares e discutidos métodos de emagrecimento no mundo todo conquistando um grande número de adeptos no Brasil.
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Esta dieta corta vários alimentos do cardápio e zera os carboidratos: os legumes e as frutas são proibidos e só algumas verduras são liberadas, pois muitas delas são ricas em carboidratos. Por outro lado, carnes vermelhas, frango, peixe, queijos de todos os tipos, embutidos em geral e gorduras são liberados. Com isso, a gordura passa a ser a principal fonte de energia. É baseada no princípio da ação do hormônio insulina produzido no pâncreas. A insulina tem como função retirar a glicose do sangue para ser utilizada ou armazenada como combustível no organismo. O resultado da quebra do carboidrato no organismo é a glicose. Assim, reduzindo o seu consumo, o corpo liberará menos insulina e haverá a necessidade de utilizar outra fonte de energia que, nesse caso, será a gordura.
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Portanto, o médico defendia a idéia de que o corpo, na ausência de carboidratos (que fornece energia ao organismo), começa a queimar gordura. A queima de gordura, por sua vez, transforma-se em cetonas (corpos cetônicos), o que o cardiologista chama de "cetose benigna". O indivíduo elimina muitos desses corpos cetônicos pela urina e também pelo ar expirado (o que provoca mal hálito). Segundo o médico, a produção de corpos cetônicos atua no cérebro proporcionando sensação de saciedade.
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OS PRINCIPAIS RISCOS
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Muitos estudos comprovam que a dieta da proteína promove uma rápida perda de peso. No entanto, as condições sob as quais essa perda de peso ocorre ainda são muito questionáveis. Veja os principais argumentos contra essa dieta:
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* Produção elevada de cetose: desagradável mal hálito, em excesso, provoca toxidade;
* Provoca tontura, cansaço, fraqueza e prejudica a memória: processo mais lento e menos eficiente provocando mal estar e desânimo;
* "Efeito sanfona": com rápida perda de peso, o corpo tende a recuperar toda a gordura depois que a pessoa abandona a dieta;
* Alto consumo de gordura saturada: favorece o aumento de colesterol e pode provocar problemas coronarianos e até diabetes;
* Perda de peso enganosa: perde-se apenas líquido e massa magra e preserva-se a gordura do corpo;
* Não favorece a perda de peso a longo prazo.
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É necessário promover uma reeducação alimentar acompanhada de aumento da atividade física, o que levará o indivíduo a perder gordura e não recuperá-la posteriormente. Dietas muito restritivas ou desbalanceadas, não são indicadas, pois subestimam ou superestimam as quantidades de nutrientes, provocando carências e distúrbios nutricionais. Portanto, os carboidratos continuam sendo extremamente importantes para a saúde, manutenção da massa muscular e bem estar das pessoas. É claro que, se consumidos em excesso, podem impedir a perda de peso. No entanto, devemos ficar atentos à quantidade e tipo de carboidratos da dieta ao invés de baní-los radicalmente.
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quinta-feira, 18 de março de 2010

ALIMENTOS FORTIFICADOS?

Nos supermercados, o que vemos é uma grande variedade de alimentos contendo vitaminas, acrescidos de ferro e sais minerais, quantidades extras de fibras e de cálcio, concorrendo pela preferência de um consumidor confuso, em meio a tantas informações.
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O acréscimo de uma vitamina a um biscoito ou a um refrigerante nem sempre significa que esse alimento seja nutritivo, pois, muitas vezes, ele tem alto teor de sódio ou de gordura saturada. Diante de tamanha oferta, é preciso avaliar a necessidade de consumirmos salgadinhos, biscoitos, cereais matinais, gelatinas e até balas em versões fortificadas, uma vez que a maioria desses produtos não carrega quantidades importantes de nutrientes, portanto, não devem ser ingeridos à vontade e não substituem os alimentos naturais.
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Não se justifica a utilização de alimentos questionáveis do ponto de vista nutricional somente porque eles foram fortificados com essa ou aquela vitamina. Alguns exemplos bem sucedidos de alimentos fortificados no Brasil são o sal iodado, a água fluoretada e a fortificação das farinhas de trigo e de milho com ferro e ácido fólico. Nos casos citados, a suplementação vitamínica beneficia grande parte da população brasileira, conseguindo alcançar todas as classes sociais, nos diversos recantos do Brasil, onde foi adotada. O segredo é estar sempre atento aos rótulos.
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Retirado do Blog Comer sem Culpa
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quarta-feira, 17 de março de 2010

CONSUMO PRECOCE DE GLÚTEN PODE CAUSAR CONSTIPAÇÃO

O glúten é uma proteína presente no trigo, cevada e centeio, e assim onipresente na dieta ocidental. Além disso, para os portadores da doença celíaca (uma condição caracterizada por uma intolerância permante ao glúten em pessoas geneticamente predipostas) a ingestão de glúten é responsável pela inflamação crônica e danificação da mucosa intestinal em função da reação auto-imune que ele desencadeia, levando à má-absorção de nutrientes e outros problemas derivados como por exemplo a osteoporose, anemia e fadiga. Estudos recentes hipotetisam que o glúten possa também ser responsável pela presença de sintomas gastrointestinais mesmo na ausência da doença celíaca.
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Neste novo estudo, o objetivo dos pesquisadores holandeses, coordenados pelo Dr. Kiefte-de Jong do Erasmus Medical Center (Holanda), era determinar se o glúten poderia de alguma forma também estar relacionado à constipação em bebês e crianças, uma das causas frequentes de visitas aos pediatras, principalmente na época em que se inicia a introdução de alimentos sólidos na dieta do bebê, bem como quando ocorre a transição do leite materno ou fórmula para o leite de vaca.
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Para responder à esta pergunta, os pesquisadores analisaram os dados de mais de 4600 crianças. Os pais destas crianças completaram um questionário - envolvendo várias questões sobre a saúde da criança, amamentação, introdução de alimentos sólidos, medicamentos, presença de alergia à leite de vaca, dentre outras informações – em dois momentos do desenvolvimento de seus filhos: quando os bebês estavam com 6 meses e quando tinham 24 meses. A presença de constipação foi analisada como correspondendo à uma frequência de evacuação de menos de 3 vezes por semana e/ou presença de fezes endurecidas durante duas semanas ou mais.
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Aos dois anos de idade, 12% das crianças, ou seja, aproximadamente 1 criança em cada 8, já tinham apresentado sintomas característicos de constipação. Após analisar características familiares e das dietas das crianças, o Dr. Kiefte-de Jong e seus colaboradores verificaram que a introdução do glúten na dieta precocemente foi o fator desencadeador da constipação em diversos casos: dentre as crianças que consumiram glúten precocemente (com 6 meses de idade ou menos), a probabilidade de terem sofrido episódios longos de constipação intestinal foi significativamente maior do que dentre aquelas que não consumiram glúten até os 6 meses de idade. Os resultados também não se alteraram quando os pesquisadores controlaram, na análise, os efeitos de fatores como o sexo da criança, peso no nascimento, tempo de gestação, nível de instrução da mãe, tabagismo pela mãe e origem étnica da criança.
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Ainda assim, os autores do estudo ressaltam que é preciso considerar que a pesquisa não é isenta de problemas, dentre os quais a utilização de questionários respondidos pelos próprios pais sobre a presença de alergias alimentares (ao invés do diagnóstico independente), e a falta de informação sobre características do estilo de vida das famílias. Neste sentido, ainda são necessárias pesquisas adicionais antes de que se possa recomendar rotineiramente o adiamento da introdução do glúten na dieta dos bebês.
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Matéria retirada da Revista Vida sem Glúten e Alergias
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terça-feira, 16 de março de 2010

CULINÁRIA ITALIANA

Quando se pensa em comida italiana, macarrão e pizza são os primeiros pratos que vem na memória, porém ela é mais que isso e podemos considerar que atualmente essa culinária é uma das preferidas no Brasil e no mundo inteiro.
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A região da Itália sofreu inúmeras influências dos mais variados povos, desde o império romano até os dias atuais, existindo períodos de fartura e também de crise, deixando assim marcas profundas na gastronomia italiana. O sul da Itália e as ilhas Sicília e Sardegna caracterizam-se pela culinária mediterrânea, trazendo a forte presença do azeite de oliva, legumes e hortaliças, massa e vinho e como não poderia ser diferente é farta em peixes e frutos do mar.
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Nas regiões interioranas o consumo de animais como a ovelha, a cabra, o porco e eventualmente o gado bovino são comuns e principalmente no outono as caças são apreciadas. A pizza tem sua origem na província de Napoli, que também é famosa pela mozzarella - queijo proveniente do leite de búfalas. As regiões da Umbria, Marche e da Toscana mesclam a tradição do sul e do norte da península itálica. A Itália é um país inteiramente coberto de vinhedos oferecendo vinhos de alta qualidade e muita tipicidade, tendo como rival a França.
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O risotto é um dos mais famosos pratos do norte da Itália, assim como o bollito misto, o carpaccio, o panettone e o ossobucco. O consumo em grande quantidade da manteiga, arroz e das massas recheadas são características comuns da região, concentrando também o maior número de produtos com fama internacional, como o vinho lambrusco, mortadela de Bologna entre outros. Acredita-se que o maior segredo da culinária italiana está na forma que os italianos encaram a comida e o ato de comer, pois para eles alimentar-se vai além do que uma necessidade fisiológica. Requer tempo, ótimas companhias e muito prazer.
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Temperus Gastronômicos
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Culinária Japonesa
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segunda-feira, 15 de março de 2010

PRIMEIRA PAPINHA E INTRODUÇÃO DE NOVOS ALIMENTOS

Depois de seis meses que o seu filho passou se alimentando apenas com o leite materno, chegou a hora de ele conhecer novos sabores. Junto com a novidade para ele chegam mil dúvidas para você. Quais alimentos posso oferecer primeiro? O que não pode faltar na papinha? Qual a melhor maneira de preparar os alimentos? Devo dar carne na primeira vez? Calma. Essa nova fase do desenvolvimento do seu filho exige paciência e tranquilidade.
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A introdução dos novos alimentos na dieta do seu filho deve ser gradativa e é preciso respeitar a idade certa - a partir dos 7 meses. Apesar de alguns estudos preliminares sugerirem que oferecer algumas comidas precocemente reduza a chance de a criança sofrer de alergia no futuro, isso ainda não está totalmente claro. Além disso, antes dessa idade, o sistema imunológico e digestivo do bebê não está preparado para receber e digerir os alimentos. O método sobre a introdução dos alimentos varia entre os especialistas. Alguns preferem começar com papinhas salgadas, feitas com apenas um legume, enquanto outros já sugerem uma sopinha mais elaborada. Ofereça sucos de frutas e papas de frutas nos intervalos das refeições e das mamadas.
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A quantidade que a criança vai começar varia muito, mas para ter uma referência, é comum dos 6 aos 9 meses: de quatro colheres (das de sopa) a uma xícara; dos 10 aos 12 meses: uma xícara cheia; de 1 a 3 anos: um prato infantil cheio. Já a água entra em cena junto com as papinhas. Como não há uma recomendação médica específica de quantidade, ofereça depois e entre as refeições, até a criança aprender a pedir. Sucos e chás sem açúcar também são bons, mas sem excesso, para não substituir completamente a água, que é considerada mais hidratante. Primeiro na mamadeira. Com o tempo, passe para o copinho.
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A rotina é muito importante, portanto, estabelecer horário para as refeições é um dos princípios fundamentais para a alimentação saudável durante toda a vida. Depois que o bebê experimenta vários alimentos (só depois), é importante criar uma rotina nas refeições. O controle do peso corporal, a melhora do funcionamento intestinal e a prevenção de doenças crônicas são algumas vantagens que ela trará a seu filho.
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ALGUNS ALIMENTOS... SÓ NA HORA CERTA
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Até o bebê completar 1 ano, atenção aos alimentos que podem provocar alergias: gema de ovo cozido, feijão, peixes e frutos do mar, clara de ovo e mel de abelha são alimentos que requerem cuidados. Os doces, refrigerantes e frituras é preciso ser evitado até 1 ano de idade. Pesquisas científicas apontam que esses alimentos, além de não possuir valor nutricional, aumentam o risco de a criança ficar obesa no futuro. Prefira sobremesas à base de frutas do que as bolachas doces. Outro tipo de alimento que aparece principalmente na dieta dos bebês considerados magrinhos são os "engrossantes", como a farinha láctea e o amido de milho. Eles apenas agregam calorias e, muitas vezes, são usados precocemente.
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Veja a matéria completa na Revista Crescer
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