quinta-feira, 15 de abril de 2010

MISTURAR ERVAS E ATÉ CHÁ VERDE COM REMÉDIOS PODE SER PERIGOSO

Pesquisadores alertam que ervas e suplementos populares, incluindo erva de São João e até mesmo alho e gengibre, não se misturam bem a medicamentos comuns para o coração, e também podem ser perigosos para pacientes que tomam estatina, anticoagulante e remédios para a pressão arterial.
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Considerado um antidepressivo natural, a erva de São João eleva a pressão e os batimentos cardíacos. Já o alho e o gengibre aumentam o risco de hemorragias em pacientes que tomam anticoagulantes, afirmaram os pesquisadores. Mesmo o suco de toranja (grapefruit) pode ser arriscado, aumentando os efeitos de bloqueadores dos canais de cálcio e estatinas, disseram eles.
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“Esta não é uma pesquisa nova, mas existe uma tendência na direção de um uso cada vez maior desses compostos. Os pacientes muitas vezes não discutem com seus médicos os compostos que tomam por conta própria”, disse Dr. Arshad Jahangir, autor de um artigo publicado esta semana no The Journal of the American College of Cardiology.
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O trabalho inclui uma lista com mais de duas dúzias de produtos de ervas que os pacientes deveriam usar com cautela, além de uma lista de interações comuns entre medicamentos e ervas. Entre os produtos listados estão o ginkgo biloba, o ginseng e a equinácea, assim como algumas surpresas como o leite de soja e o chá verde – que podem reduzir a eficácia do anticoagulante varfarina – e até mesmo a babosa e o alcaçuz. Os médicos precisam ser mais assertivos e perguntar aos pacientes sobre as ervas e suplementos que eles tomam; já os pacientes precisam revelar essa informação a seus médicos, disse Jahangir.
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Para quem toma suplementos de alho acreditando que isso melhorará a saúde de seu coração, explicou Jahangir, “as pessoas vão se surpreender ao saber que podem estar tomando algo capaz de aumentar os riscos de hemorragia”.
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Matéria retirada do site Nutrição em Foco
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terça-feira, 13 de abril de 2010

PROPRIEDADES FUNCIONAIS DA BANANA VERDE

A banana é produzida na maioria dos países tropicais e é uma das frutas mais consumidas no mundo, tendo o Brasil como o segundo maior produtor e o primeiro consumidor mundial. As variedades mais difundidas no Brasil são: Prata, Pacovan, Prata-anã, Maçã, Mydore, Terra e D’ Angola, além da Nanica e Nanicão voltadas principalmente à exportação. A banana é considerada hoje uma das principais fontes de amido na dieta. Mas além de sua concentração de carboidratos e energia, também apresenta elevadas proporções de vitaminas e minerais.
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A banana ainda verde é considerada um alimento funcional pois, quando cozida, apresenta alto conteúdo de amido resistente presente na polpa da fruta. O benefício do amido resistente é similar ao da fibra alimentar, sendo que este não é digerido e absorvido no intestino delgado, podendo ser fermentado no intestino grosso, produzindo substâncias que servem como fonte de energia para a produção das bactérias benéficas do nosso intestino, além de manter a integridade da mucosa intestinal, que é responsável pela absorção adequada dos nutrientes e pela barreira da entrada de substâncias maléficas. Desta forma, o consumo de banana verde auxilia no trânsito intestinal adequado, atuando na prevenção e tratamento de quadros como diarréia e constipação, além de prevenir o desenvolvimento de doenças como o câncer de intestino.
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Além de contribuir para a saúde do intestino, a banana verde exerce outros efeitos benéficos ao organismo. É considerada um alimento de baixo índice glicêmico, ou seja, sua digestão e absorção são mais lentas, e assim a quantidade de glicose liberada no sangue ocorre gradativamente, mantendo os níveis de glicose no sangue controlados, e reduzindo a necessidade de liberação de insulina para que esta glicose entre na célula, contribuindo então para a prevenção do desenvolvimento de diabetes, além do acúmulo de gordura corporal, devido ao aumento da saciedade promovido pelo amido resistente. Os estudos indicam que o consumo de amido resistente também atua na redução do colesterol, pela redução de sua produção pelo fígado, e pelo aumento da sua eliminação pelos ácidos biliares. Desta forma, a banana verde pode também ter uma importante função na prevenção do desenvolvimento de doenças do coração.
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A banana verde na forma cozida é apropriada ao preparo de subprodutos como a biomassa e a farinha de banana verde, que são utilizadas para a confecção de bolos, biscoitos e outras massas, substituindo a farinha de trigo. Além disso, você pode adicionar a biomassa da banana verde em sucos de frutas e vitaminas. O preparo da banana verde é simples e pode ser feito em casa.
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SAIBA COMO PREPARAR
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1. Lave as bananas verdes com casca, uma a uma, utilizando esponja com água e sabão e enxágüe bem;
2. Em uma panela de pressão com água fervente (para criar choque térmico), cozinhe as bananas verdes com casca, cobertas com água por 20 minutos;
3. Desligue o fogo após os primeiros 8 minutos, e deixe que a pressão continue cozinhando as bananas;
4. Espere o vapor escapar naturalmente. Não force o processo abrindo a panela debaixo da torneira, por exemplo;
5. Ao término do cozimento, mantenha as bananas na água quente da panela;
6. Vá aos poucos tirando a casca da polpa, que deve ser passada imediatamente no processador. É importante que a polpa esteja bem quente, para não esfarinhar;
7. Coloque a quantidade desejada da polpa cozida quentíssima no processador;
8. Processe até obter uma pasta bem espessa;
9. Se não for utilizar imediatamente, guarde a polpa em saco plástico. Essa polpa pode ser guardada por 3 a 4 meses no congelador, mas necessitará de um reprocessamento.
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Matéria retirada do site VP Nutrição Funcional
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segunda-feira, 12 de abril de 2010

COCO: MUITO ALÉM DA ÁGUA

A água de coco é refrescante, gostosa e super-rica em nutrientes. Mas o que talvez você não saiba é que o óleo do fruto é tão saudável quanto a sua água e polpa.
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Pesquisas recentes comprovam o seu alto poder nutricional: rico em antioxidantes, ácidos graxos e vitamina E, favorece o aumento do bom colesterol, ajuda a emagrecer, aumenta a energia, combate fungos e bactérias, equilibra os níveis de insulina, melhora as funções intestinais, protege o fígado e reforça o sistema imunológico.
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Por fazer parte do grupo dos lipídeos, compõe as estruturas celulares e participa na síntese hormonal e metabolização de vitaminas. “Embora o óleo de coco seja uma gordura saturada (a mais prejudicial para o corpo por aumentar os níveis de colesterol no sangue e a formação de placas de gorduras nas artérias), ele tem fácil metabolização e baixa capacidade de oxidação no organismo. Resumindo: ele é utilizado como energia”, explica a Dra. Roseli Rossi, nutricionista da Clínica Equilíbrio Nutricional (SP).
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O ácido láurico é o principal ácido graxo encontrado no óleo de coco. Quando ele chega ao nosso intestino, é transformado em monolaurina, um monoglicerídeo que tem ação antibacteriana, antiviral e antiprotozoária. Esse efeito higienizador combate a candidíase, um problema genital que ataca 60% das mulheres. Consumido com freqüência em uma alimentação saudável, é perfeito para manter a saúde em dia. De sabor agradável, pode ser ingerido puro ou em qualquer preparação, doce ou salgada, fria ou quente. Por produzir energia rápida pode ser ingerido pela manhã, antes dos exercícios físicos.
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Matéria retirada do site Terra
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sexta-feira, 9 de abril de 2010

LEITE MATERNO: COMO RETIRAR E ARMAZENAR

Durante o período de amamentação, haverá algumas situações em que você vai precisar se ausentar; seja pelo retorno ao trabalho, para estudar e, por que não, até para ir ao cinema com o marido. E o seu filho pode continuar se alimentando com o leite materno mesmo quando não estiver por perto, basta que você se programe para retirá-lo.
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COMO TIRAR O LEITE
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Em primeiro lugar, você precisa estar em um local e momento tranquilos. O ideal é que o bebê esteja dormindo, assim você não precisa interromper a retirada do leite. Você pode extrair seu leite com as próprias mãos ou com bombas de sucção. Para retirá-lo manualmente, é preciso que você massageie a mama como um todo, com movimentos circulares da base em direção à aréola. Uma das maneiras é colocar os polegares acima da aréola e os outros dedos abaixo e, assim, espremer ritmicamente a parte inferior do seio, enquanto o pressiona contra a costela. Esse processo pode levar, em média, de 20 a 30 minutos em cada mama, principalmente nos primeiros dias.
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Há mulheres, no entanto, que preferem a bombinha manual, outras, a elétrica, que são mais caras e podem ser alugadas. Se optar por esses acessórios, é fundamental que você cuide da higiene deles, deixando-os sempre esterilizados. Seja qual for o processo da extração do leite, higienize sempre as mãos antes e as mamas: você pode lavá-las com sabonete neutro e secá-las levemente, sem fazer atrito, com uma toalha bem macia. Evite ainda falar, espirrar ou tossir enquanto tira o leite.
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COMO ARMAZENAR
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Use potes de vidro (prefira os de boca larga caso retire o leite manualmente) esterilizados e identifique-os com uma etiqueta com o dia que retirou o leite. Se ele for usado num período de 24 horas, pode ficar somente na geladeira. Além desse período, é preciso congelar. No freezer, sem ser aqueles acoplados, ele pode ser armazenado por até 30 dias. Se for retirar o leite fora de casa, como no trabalho, por exemplo, ele deve ser conservado sempre na geladeira e transportado em uma bolsa térmica.
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Para oferecer o leite ao bebê, nunca se deve fervê-lo, muito menos usar o micro-ondas para tirar o gelo. Se ele não estiver congelado, é só mergulhar o recipiente direto da geladeira para uma água morna. Agite-o levemente para que ele todo fique na mesma temperatura, que deve ser a ambiente. Se estiver congelado, retire do freezer e coloque na geladeira um dia antes de ser usado. Depois, o processo é o mesmo. Lembre-se: o leite extraído nunca deve substituir a amamentação do seu filho. Além da sucção do bebê ser a responsável pela produção do leite, segundo Sônia, há uma perda de micronutrientes do leite materno quando ele é congelado.
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Matéria retirada da Revista Crescer
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quinta-feira, 8 de abril de 2010

SAIBA QUAIS SÃO AS FORMAS EFICIENTES DE CONSUMIR COLÁGENO

O colágeno é uma proteína que faz parte da formação de unhas, cabelos e tecidos. É importante para manter a elasticidade e a firmeza da pele, além de evitar que ligamentos e tendões enfraqueçam. Segundo a nutricionista Andrea Squivel, o ideal é consumir alimentos que estimulem a produção de colágeno, como frutas, legumes, cereais integrais e carnes. “O colágeno industrializado pode cair inteiro no intestino e causar alergia, pois não é absorvido dessa forma”, afirma ela.
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Para Andrea, a eficácia do colágeno industrializado é bastante duvidosa. “As cápsulas de colágeno, por exemplo, são digeridas pelo organismo e trabalhadas como um aminoácido qualquer, o que não garante o resultado desejado”, explica a nutricionista. “Enquanto uma cápsula de colágeno tem cerca de 2g de proteína, 100 gramas de carne, que equivalem a um bife pequeno, têm 22g. E o índice de absorção dos aminoácidos presentes na carne é de 100%”, acrescenta ela.
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A nutricionista cita outros alimentos que possibilitam a ingestão de colágeno. “O músculo cozido libera uma boa quantidade de colágeno. Basta retirar a camada de gordura que fica por cima e aproveitar o caldo em sopas, para cozinhar arroz ou preparar feijão”, ensina Andrea. Cozinhar peixe e frango com as respectivas peles também resulta em um caldo rico nessa proteína, depois que a gordura é removida. “Pés de vaca, porco ou cabra, quando fervidos, também liberam muito colágeno”, diz ela.
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Já a gelatina, embora retirada da aponervose, que deixa a carne rica em colágeno, não tem comprovação científica de que seja fonte uma eficiente dessa proteína”, complementa a nutricionista. Além disso, a gelatina apresenta grandes quantidades de corantes e conservantes, podendo ser prejudicial à saúde quando consumidos em excesso e a longo prazo.
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quarta-feira, 7 de abril de 2010

DISPEPSIA

Dispepsia nada mais é do que a velha conhecida má digestão, ou mais popularmente queimação. Um abuso na quantidade de alimentos, a rapidez com que se alimenta, consumo de alimentos de difícil digestão, bebidas alcoólicas, dentre outros, digamos “hábitos” aumentam as chances de sofrer desta patologia tão comum.
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Mais comum do que se pensa, é difícil encontrar alguém que nunca sentiu dores abdominais, estômago pesado ou sensação de mal-estar depois de uma alimentação inadequada. Esses sintomas podem indicar problemas na digestão dos alimentos ou maus hábitos alimentares. O melhor hábito e meio de prevenção desta e das demais patologias é a alimentação adequada, evitando os excessos, dando atenção a mastigação e moderando no consumo de bebidas alcoólicas.
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Digamos que a digestão nada mais é do que transformar partículas grandes em pequenas, este processo começa na boca e termina no intestino, tem o envolvimento da saliva, suco gástrico, bile e enzimas. Ao digerir alimentos, o organismo está recebendo nutrientes essenciais para seu bom funcionamento, se a digestão não ocorre de maneira adequada, o fornecimento destes nutrientes fica alterado, conseqüentemente o alimento se degenera e se transforma em gases, ácidos e outras substâncias venenosas que prejudicam a saúde.
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O indivíduo com hábitos saudáveis como: a prática de atividade física regular, alimentação equilibrada, peso adequado, não fumar e não exagerar no consumo de bebidas alcoólicas, na maioria das vezes não apresenta sintomas de dispepsia. Portanto se esses hábitos forem realizados opostamente, assim como alguém acima do peso, sedentário, fumante, e que além de tudo isso ainda se alimenta mal, é um candidato em potencial de sofrer de crises de má digestão. Não se pode deixar de incluir na lista de possíveis causas, o estresse do dia-a-dia, este por sua vez além de deixar o metabolismo “atordoado” a digestão fica complicada.
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Ou seja, a correria cotidiana, gera um ciclo vicioso, corre-corre, se estressa, fica sem tempo para se alimentar de maneira saudável e calma, assim como nem pensa para mastigar, desencadeando em uma digestão difícil, o que interfere no rendimento no trabalho e também afeta o humor. Os sintomas mais freqüentes são: náusea, saciedade precoce, vômitos e pirose. A alimentação deve primar por alimentos bem cozidos, com pouca gordura, em pequenas quantidades e levemente condimentados. Claro que se deve primordialmente se alimentar tranquilamente e em local agradável, e não dispensar uma boa mastigação. Veja as dicas:
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PREFIRA: leite e iogurte desnatado, pão integral, frutas e sucos naturais, carnes brancas e magras, hortaliças cozidas, bastante água.
EVITE: leite e iogurte integral, queijos amarelos, frituras, biscoitos recheados, carnes vermelhase vísceras com excesso de molho, pimentas e café em excesso.
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segunda-feira, 5 de abril de 2010

INHAME É OPÇÃO DE TUBÉRCULO NUTRITIVO

Todo mundo está acostumado com a batata, ou até mesmo a mandioca, nas refeições. No entanto, alguns parentes desses vegetais deveriam frequentar mais o cardápio cotidiano. O inhame é um exemplo de tubérculo excelente, com valor nutritivo e propriedades surpreendentes. É rico em betacaroteno, vitaminas C e B, cálcio, ferro e magnésio. Seu consumo favorece a produção hormonal, ameniza os sintomas da TPM e da menopausa, além de combater os radicais livres e aumentar as defesas do organismo.
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Entre as substâncias encontradas nele, há o fito-hormônio diosgina, que, no corpo, se transforma desidroepiandrosterona (DHEA), responsável pela formação de 50 hormônios. Um desses hormônios é do crescimento, denominado GH. Ele estimula a queima de gordura do abdômem e favorece o ganho de massa muscular. O inhame equilibra, ainda, o nível de progesterona (hormônio feminino) e é por isso que ele diminui as cólicas e a irritabilidade na TPM. Outra ação do tubérculo é a anti-inflamatória, que colabora com o não acúmulo de líquido e toxinas.
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Apesar de trazer tantos benefícios, o inhame precisa ser consumido com moderação, por ser calórico, sendo classificado como vegetal C. É importante ressaltar que ele deve ser usado como substituto do pão, arroz ou outro carboidrato na refeição, para não desequilibrar a dieta. O índice glicêmico dele é médio, portanto, demora mais para ser convertido em açúcar no sangue, evitando picos de insulina e minimizando o risco de engordar.
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Matéria retirada do Blog Entre na Linea
Veja também:
Com casca e tudo
Azeite de oliva
Menopausa
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domingo, 4 de abril de 2010

CHOCOLATE E CORAÇÃO

O chocolate definitivamente não é um alimento qualquer. Proveniente do fruto do cacaueiro (Theobroma cacao) e utilizado literalmente há mais de 1000 anos, seu uso vem ultrapassando as necessidades compulsivas dos chocólatras e dos admiradores mais moderados para se tornar objeto de estudos científicos que tentam estabelecer seus benefícios à saúde.
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De afrodisíaco a protetor do coração, passando também por antidepressivo, o chocolate tem mostrado que realmente pode ser chamado de “produto dos deuses”.
.Quando se pensa em chocolate, não se pode esquecer que muitas substâncias estão presentes em sua composição, dentre elas, destacamos os triptofanos, a feniletilamina, a teobromina, a cafeína, os flavonóides, vitaminas e sais mineirais. Mas não vamos esquecer também que existe gordura, o que não torna essa tentação tão divina assim. Em seu processamento, alguns tipos de chocolate podem receber leite e gordura hidrogenada, tornando-os verdadeiros vilões à saúde por aumentar muito seu valor calórico. O chocolate amargo parece ser a melhor opção, feito a partir dos grãos de cacau torrados, sem adição de leite, é o mais rico em flavanóide, um antioxidante que vem sendo muito estudado.
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Embora seja também o terror das dietas, o chocolate contêm muitas substâncias que têm merecido atenção da sociedade científica. Os flavonóides são compostos fenólicos que funcionam em nosso organismo como antioxidantes, capazes de neutralizar os denominados radicais livres, considerados prejudiciais. Cientistas vem tentando produzir um chocolate ainda mais rico em flavonóides, mas ao que tudo indica, existe algum prejuízo em seu sabor quando submetido à essa alteração. Os flavonóides são pigmentos hidrossolúveis presentes em vegetais que pertecem ao grupo dos polifenóis, que por sua vez, possuem várias subdivisões em classes, incluindo as flavanas, flavanonas, isoflavonas, catequinas e as antocianinas, dentre outras.
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Além de servir como antioxidante, os flavonóides estão relacionados com a redução do mau colesterol (LDL) e aumento dos níveis de bom colesterol (HDL). Outra ação já bastante destacada atribuída ao chocolate é seu efeito positivo na pressão arterial. Alguns trabalhos mostram que o chocolate pode reduzir tanto a pressão arterial sistólica como a pressão arterial diastólica. Entretanto, as evidências dos benefícios cardiovasculares produzidos pelos flavonóides são ainda controversas, já que nem todos os estudos mostraram essa relação benéfica.
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Como se pode concluir, o chocolate não é um alimento qualquer, envolve em sua constituição inúmeros componentes que parecem exercer efeitos realmente benéficos no fluxo sanguineo, nos níveis pressóricos e no perfil lipídico (colesterol). Entretanto, estudos realmente grandes e com um número maior de pacientes, ainda não estão disponíveis para definir as doses consideradas ótimas e capazes de conferir a proteção cardiovascular pretendida. Nenhuma sociedade médica recomenda a ingestão regular de chocolate, sendo que crianças não deveriam consumir mais de 30g (equivalente a um chocolate “baton”) e os adultos não deveriam ultrapassar de 50g (equivalente a 2/3 de uma barra pequena de chocolate), ressaltando ainda que não deve ser consumido diariamente.
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Com isso, antes de cair em tentação, vale o conceito da moderação, evitando-se o consumo exagerado, sem no entanto, abrir mão desse alimento de sabor único.
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O ALIMENTARIUM DESEJA A TODOS UMA FELIZ PÁSCOA!
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Veja a matéria completa no site CDBH
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Páscoa com moderação
Caminhada reduz níveis de pressão arterial
Refrigerante em excesso pode ser prejudicial aos músculos e coração
Chocolate: prazer ou vício?
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sexta-feira, 2 de abril de 2010

'JUNK FOOD' PODE VICIAR TANTO QUANTO DROGAS

Que tal limitar as guloseimas na sua casa apenas para os finais de semana? Pesquisa publicada esta semana afirma que os mecanismos do corpo que provocam vício em drogas são os mesmos que nos fazem ter compulsão por comidas gordurosas e calóricas, como balas, fast-food, frituras e doces em geral. E assim como o vício em drogas, o vício por comidas gorduras é extremamente difícil de ser combatido.
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O estudo foi feito pelo Scripps Research Institute, nos EUA. Ao analisar camundongos, percebeu-se que as partes do cérebro que lidam com o prazer deterioram-se gradualmente na medida em que o consumo vai aumentando. Quanto mais os ratinhos comiam, menos essas regiões do cérebro iam respondendo, o que fazia com que eles comessem cada vez mais, tornando-se obesos. O mesmo teste foi realizado com heroína e cocaína, e os ratos responderam da mesma forma. "No estudo, os animais perderam completamente o controle sobre seu hábito de alimentação, o primeiro sinal de vício. Eles continuaram comendo demais mesmo quando antecipavam que receberiam choques elétricos, mostrando o quão estimulados eles estavam para consumir a comida.", explica o cientista Paul Kenny, que coordenou a pesquisa de três anos. A experiência foi feita com alimentos como bacon, salsichas e cheesecakes.
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Matéria retirada da Revista Pais e Filhos
Veja também:
Macarrão instantâneo faz mal à saúde
O que seu filho está comendo?
Rótulos de guloseimas enganam as mães
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quinta-feira, 1 de abril de 2010

LINEA SUCRALOSE

Linea Sucralose é o único adoçante que tem o verdadeiro sabor do açúcar porque é feito com Sucralose, um edulcorante derivado da cana-de-açúcar que não possui calorias. Pode ser usada por toda família, inclusive criança, gestantes, diabéticos e fenilcetonúricos.
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Aprovada pelo FDA - Food and Drug Admnistration - em todas as categorias (General Purpose), JECFA - Joint Expert Committee on Food Additivies e ANVISA - Agência Nacional de Vigilância Sanitária - a sucralose foi estudada por mais de 20 anos. Os estudos têm demonstrado de maneira definitiva que a sucralose é inócua à saúde, mesmo a níveis de consumo muito superiores ao necessário para adoçar, não havendo nenhum tipo de restrição ao seu consumo. Os estudos indicam claramente que a sucralose não possui calorias, não causa cáries, não tem efeito na secreção de insulina e não é tóxica. Além disso, devido sua excepcional estabilidade a altas temperaturas, é perfeito tanto para culinária como para adoçante de mesa.
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Os produtos da linha Linea são fabricados sem adição de açúcar e gordura, resultando em produtos saudáveis e com grande redução calórica. Como substituto de açúcar utilizamos em toda a linha de produtos Linea o edulcorante de última geração sucralose. A sucralose apresenta perfil de dulçor similar ao do açúcar mantendo o sabor original dos alimentos. São utilizados como substitutos de gordura ingredientes modernos (fibras dietéticas, proteínas de soro do leite, gomas etc), conferindo aos produtos textura e sabor adequados.
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A Linea é a única empresa do Brasil que utiliza sucralose Splenda, original dos EUA, em adoçantes de mesa, e a única que obedece a lei de patentes para este fim. Sendo também a empresa pioneira no uso de sucralose em alimentos industrializados. Os produtos Linea apresentam valor nutricional agregado e qualidades sensoriais superiores (sabor/textura semelhantes aos produtos convencionais).
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Além de adoçantes, existe uma gama de produtos destinados ao público saudável, como barra de cereais, geléias, sal light (66% menos sódio), refrescos em pó e shakes. Experimente!
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Para saber mais sobre os produtos da linha Linea, acesse:
Site: http://www.lineasucralose.com.br/index.php
Blog: http://www.entrenalinea.com.br/
Twitter: http://twitter.com/entrenalinea
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Veja também:
Saiba mais sobre diabetes
Diet ou light?
Batata Yacon: conheça melhor esse fantástico alimento
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quarta-feira, 31 de março de 2010

DIET E LIGHT PARA CRIANÇAS?

As últimas pesquisas na área da saúde revelaram as modificações no padrão alimentar da população brasileira, principalmente das crianças. Uma alimentação composta por alimentos de alto valor energético, como é o caso do fast food, doces em geral e refrigerantes tem como consequência o aumento da obesidade infantil.
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O acúmulo de gordura no abdomem (adiposidade abdominal) aumenta o risco de doenças como o diabetes mellitus, fator importante para aumentar o risco cardiovascular. A mídia expõe alimentos nutricionalmente inadequados através da persuasão da propaganda, tornando o padrão de consumo alimentar baseado em alimentos industrializados. De acordo com o Presidente da Abiad (Associação Brasileira das Indústrias de Alimentos Dietéticos), no século 21 as crianças despontaram como grandes consumidoras de alimentos diet e light.
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Na busca por uma vida mais equilibrada, os adultos em geral acabam por incluir na alimentação familiar os alimentos que consideram mais “saudáveis”, como adoçantes e produtos com a designação diet e light. Mas será que é saudável o consumo desses produtos pelas crianças? Em relação aos adoçantes, não se chegou a um consenso sobre o seu efeito em longo prazo. O ideal, nesse caso, seria a diminuição do consumo de doces, além de incentivar o consumo de frutas, ricas em frutose, um açúcar natural e verduras, que contém fibras.
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Quanto ao consumo de alimentos diet e light, é preciso bom senso e atenção aos rótulos! Alguns doces light são ricos em ciclamato, sacarina e aspartame, contra-indicados para as crianças. Contudo, os salgados light, em geral possuem menos gordura que seus similares. Alguns dos produtos diet contêm adoçantes artificiais e, portanto, seu consumo deve ser limitado em crianças. Aqui o equilíbrio também é importante, já que esses produtos também não apresentam, necessariamente, diminuição de seus valores calóricos. O consumo de 500ml de refrigerante diet ou refrigerante 'zero' contém o limite máximo de adoçantes artificiais para as crianças. Na maioria das vezes, esses produtos são ricos também em sal.
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É importante lembrar que as crianças possuem necessidades nutricionais específicas para a idade. A utilização desses produtos, em demasia, não atinge essas necessidades. O correto é ensinar aos pequenos a importância de uma alimentação selecionada e variada, dentro das refeições fracionadas ao longo do dia.
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Matéria retirada do site Guia Nutritivo
Veja também:
Comportamento alimentar da família
Como o paladar infantil se desenvolve?
Maneiras de fazer a criança comer frutas
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terça-feira, 30 de março de 2010

PÁSCOA COM MODERAÇÃO

A Páscoa está chegando. Esta data é uma das festividades mais esperadas por quem adora chocolates e quer uma oportunidade para consumi-los sem culpa. A boa notícia é que seu consumo com moderação pode trazer benefícios à saúde.
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Considerado um alimento funcional, o chocolate amargo (com no mínimo 70% de cacau), faz bem à saúde do coração, por ser rico em substâncias de ação antioxidante - epicatequinas e catequinas. Além disso, o chocolate, é fonte de cafeína e teobromina, atua como estimulante do cérebro e agiliza o raciocínio. Também aumenta a produção de serotonina, hormônio responsável pela sensação de bem-estar, ajudando a combater a ansiedade e a depressão. Para pessoas que têm alguma restrição alimentar existem alternativas aos chocolates convencionais. Aqueles que sofrem de intolerância à lactose, alergia à proteína do leite e os celíacos (alérgicos ao glúten) podem consumir os chocolates de alfarroba e os à base de soja. Já para os diabéticos há opções sem adição de açúcar, nas versões diet.
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Os chocolates são compostos de massa de cacau, sacarose, manteiga de cacau, aromatizantes e outros ingredientes como leite, passas, castanhas e amêndoas. Contém, ainda, alguns minerais, como ferro, potássio, cobre, manganês e magnésio. Para aproveitar o que há de melhor na guloseima, é preciso saber a composição dos diferentes tipos de chocolate.
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VEJA OS DIFERENTES TIPOS
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º AO LEITE - a massa de cacau é substituída em parte por leite em pó, produzindo um gosto mais adocicado.
º BRANCO - contém manteiga de cacau, açúcar e leite, mas não leva massa de cacau. É o mais calórico dos chocolates, pois é feito com manteiga de cacau, enquanto o escuro é feito apenas com o cacau.
º AMARGO - em geral, é de alta qualidade. Tem grande quantidade de massa e manteiga de cacau, pouquíssimo açúcar e não contém leite. É o menos calórico e o mais saudável entre os chocolates tradicionais.
º ORGÂNICO - fabricado a partir de ingredientes 100% orgânicos, sem a utilização de fertilizantes químicos e agrotóxicos. Encontrado nas versões: amargo (sem lactose), à base de soja (sem lactose), com menta (sem lactose) e ao leite.
º EM PÓ - muito usado em receitas. É feito de amêndoa de cacau, sem a manteiga. Não deve ser confundido com achocolatados (chocolate, leite em pó e açúcar).
º PARA COBERTURA - tem grande quantidade de manteiga de cacau, que lhe dá a propriedade de derreter com facilidade. Na culinária, ele facilita o acabamento e o brilho nas coberturas. É comercializado nos tipos: meio-amargo, branco, ao leite, diet e sem lactose.
º HIDROGENADO - é feito com a gordura hidrogenada em substituição à manteiga de cacau. É um produto mais barato, que derrete mais facilmente. Possui sabor e a textura inferiores aos dos chocolates feitos com manteiga de cacau. É tão calórico quanto os outros chocolates, sem apresentar os mesmos benefícios.
º DIET - opção para diabéticos. É feito de massa e manteiga de cacau, leite em pó integral, soro de leite e edulcorantes. Para compensar a falta de açúcar, ganha maior dose de gordura e, consequentemente, apresenta maior valor calórico. A versão LIGHT é mais indicada para quem quer perder peso.
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OPÇÕES PARA QUEM TEM INTOLERÂNCIA
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º ALFARROBA - é uma vagem que, após a trituração e torrefação, resulta numa farinha, utilizada como substituta do cacau e com amplas vantagens. Tem apenas 0,7% de gordura, é fonte de cálcio, potássio, fósforo e vitaminas E, B6 e B12. Além de ser rica em fibras e não conter cafeína. Seu sabor é similar ao do chocolate amargo. É indicado para celíacos, pessoas com intolerância à lactose e se for sem adição de açúcar, para diabéticos. Pode ser encontrada em barra, pó, bombons, gotas e ovos de Páscoa.
º À BASE DE SOJA - chocolate 100% vegetal, feito com extrato de soja (em substituição ao leite), sem lactose, proteína do leite ou glúten. Possui sabor similar ao chocolate ao leite tradicional. Disponível em bombons, trufas, barras e ovos de Páscoa, esta guloseima é especialmente indicada para pessoas com intolerância à lactose e celíacos. A versão sem açúcar do produto pode ser consumida por diabéticos. Seu valor calórico é inferior ao do chocolate tradicional e ao dietético.
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Independente do tipo, o ideal é ingerir a guloseima pela manhã ou no início da tarde, quando o corpo precisa de mais energia. Mas lembre-se: seu consumo deve ser moderado e acompanhado de uma alimentação equilibrada!
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Matéria retirada do site Mundo Verde
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Diet ou light?
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