sexta-feira, 28 de maio de 2010

PERDI PESO, MAS NÃO CHEGUEI AO PESO IDEAL

Muitos afirmam que conseguem reduzir o peso facilmente no início do regime e quando alcançam um determinado peso, simplesmente “empacam” e não perdem mais. “Sempre que chego a esse peso eu não perco mais.” Mas, porque isso acontece?
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Na verdade, fazer regime é um exercício duro de ser implementado. Exige estratégias possíveis de serem realizadas, resitência para vencer o cansaço, criatividade para vencer a monotonia e até uma certa dose de teimosia. É uma guerra! Muitas vezes, ao alcançar uma perda variável de peso a pessoa simplemente para de emagrecer e isso pode acontecer por vários fatores.
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À medida em que perdemos peso, nossa queima calórica vai se reduzindo, como uma forma do nosso corpo se proteger das nossas restrições e com isso, muitas vezes, a dieta que inicialmente fazia efeito, passa a não fazer mais. Mas o fator mais importante para empacar os regimes é mesmo o cansaço da dieta. As pessoas passam a ser mais condescendentes, menos rigorosas com a dieta e mais permissivas com a quantidade e com os tipos de alimentos, “antes” muito bem regulados...
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Para dificultar ainda mais a dieta, o peso, embora ainda não ideal, “já não está tão fora do normal” e ainda ouvimos comentários de que estamos ótimos. Isso mina a nossa resistência e dificulta a continuidade do regime. Como ainda não chegamos ao peso ideal, a manutenção também é impossível, pois não temos pique para manter um peso que ainda não é o ideal. Neste estágio, pode ocorrer o pior... voltamos a engordar! Afastando de vez a possibilidade do regime dar certo... e o efeito sanfona prevalece até que tenhamos novo ânimo para recomeçar um novo ciclo.
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Por isso, a importância de variar o cardápio sempre e substituir alguns alimentos por outros de igual valor nutricional e calórico. Intercalar com dietas desintoxicantes também costuma apresentar um bom resultado. O que não vale é desanimar e perder o pique da dieta. Portanto, muita força de vontade e atividade física, pois recomeçar, concerteza, é muito mais doloroso!
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Fonte: Blog Comer sem Culpa
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quinta-feira, 27 de maio de 2010

CONSUMO DE ERVAS SERÁ CONTROLADO PELA ANVISA

A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) regulamentou o uso de drogas vegetais. A resolução RDC 10 foi publicada no Diário Oficial da União. Segundo a resolução, drogas vegetais são aquelas em que partes secas de folhas, cascas, raízes ou flores de plantas são usadas para aliviar febre, mal-estar e outros sintomas de doenças de baixa gravidade.
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No modo de utilização, as drogas devem ser maceradas, preparadas em água quente ou por meio de infusão, o que as diferencia de medicamentos fitoterápicos, tecnicamente mais elaborados e geralmente apresentados como comprimidos, cápsulas ou xaropes.
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A RDC 10 também aborda medidas de segurança. A partir de agora, as empresas vão precisar informar a Anvisa sobre fabricação, importação e comercialização no mínimo de cinco em cinco anos. Os produtos também vão passar por testes de detecção de microrganismos e de controle de qualidade e da identidade.
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Os locais de produção deverão cumprir normas de fabricação e as embalagens dos produtos deverão conter informações sobre o produtor, número de lote, datas de fabricação e validade, alegações terapêuticas comprovadas com base no uso tradicional, precauções e contraindicações de uso e advertências específicas.
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Fonte: Terra
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terça-feira, 25 de maio de 2010

CUIDADO NA HORA DE TROCAR O REFRIGERANTE PELO SUCO

Refrigerantes são calóricos e possuem açúcar. Então, você resolve tomar suco de caixinha é mais saudável... Aí é que você se engana. Algumas coisas precisam ficar claras para quem quer trocar a bebida na hora de se refrescar.
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Sucos de fruta industrializados, e até mesmo os a base de soja, contém uma quantidade de açúcar, calorias, conservantes e corantes que os tornam praticamente tão inimigos da dieta quanto os refrigerantes. Dê uma olhada no rótulo dos sucos e compare o número de calorias e carboidratos. O mesmo acontece com sucos em pó comuns, pois eles possuem altas doses de corantes, aromatizantes e açúcares.
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Se a ideia é ingerir líquidos mais saudáveis, a melhor pedida é preparar sucos naturais, com polpa (e casca) de frutas e consumi-los geladinhos e sem açúcar, ou com adoçante. Você pode optar, ainda, por valer-se da boa e velha água e não correr o risco de errar. Calorias todos tem, o que vale é preservar a qualidade do alimento. As versões LIGHT também são ótimas opções e com redução de calorias.
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Fonte: Blog Entre na Linea
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segunda-feira, 24 de maio de 2010

FEIJÃO BRANCO PARA EMAGRECER

Quando se fala em comida brasileira, uma dupla quase que inseparável logo passa pela nossa cabeça: Arroz e feijão. Mas, dependendo da região, o tipo do feijão pode variar. Os cariocas, por exemplo, preferem o feijão preto, enquanto os mineiros comem, diariamente, o grão de cor amarronzada.
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Porém, o que muitos não sabem é que uma variação deste alimento, ainda pouco consumida no país, pode fazer toda a diferença quando o objetivo é emagrecer. Estamos falando do feijão branco. Com um sabor mais suave, ele possui grande quantidade de proteína, cálcio, ferro e fibras, se comparado aos outros tipos de feijão.
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E por falar em proteína, é a faseolamina, presente no feijão branco, que auxilia na luta contra a balança. Isso porque ela consegue fazer com que o nosso organismo absorva menos carboidrato do que de fato consumimos. Ou seja, o nutriente presente nos pães, batatas e massas, por exemplo, que fazem com que ganhemos peso, tem sua ação inibida pela faseolamina. Desta maneira, o açúcar não se acumula no sangue e, conseqüentemente, não são formadas as gordurinhas.
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De acordo com uma pesquisa realizada na Universidade da Califórnia (EUA), pessoas que consumiram faseolamina durante 30 dias tiveram uma redução de peso de cerca de 4%. A conclusão foi que a substância é capaz de bloquear até 20% do açúcar consumido. Contudo, para conquistar este objetivo, o feijão branco deve ser consumido cru.
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A melhor maneira é através da farinha deste grão, encontrada em lojas de produtos naturais ou especializadas em suplementos. As cápsulas desta farinha também já estão sendo comercializadas no país. Mas, vale lembrar que milagres não acontecem e, por isso, de nada adianta consumir o feijão se não praticar atividade física, balancear a alimentação e consumir muita água!
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Fonte: Temperus Gastronômico
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domingo, 23 de maio de 2010

DOE PALAVRAS

OLHA QUE IDÉIA SENSACIONAL!!!
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O Hospital Mário Penna em Belo Horizonte, que cuida de doentes de câncer, lançou um projeto que se chama 'Doe Palavras'. É fácil, rápido e todos poderão doar um pouquinho.
Acesse o site http://www.doepalavras.com.br/ e escreva uma mensagem de otimismo, curta (como no twitter). Sua mensagem aparecerá no telão para os pacientes que estão fazendo o tratamento.
É muito linda a reação de esperança dos pacientes. Participe, sempre que te sobrar um tempinho. As mensagens são em tempo real e aparecem diariamente no telão do hospital.
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sábado, 22 de maio de 2010

LEITE NA MAMADEIRA X OBESIDADE INFANTIL

Você já sabe que uma alimentação balanceada e a prática de exercícios físicos são as melhores armas contra a obesidade infantil. Uma nova pesquisa, que será divulgada em junho na Revista Pediatrics, aponta mais uma maneira de combater o excesso de peso: o aleitamento materno, direto do peito, e não na mamadeira.
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Os pesquisadores do Centro de Controle e Prevenção de Doenças dos Estados Unidos (CDC) analisaram 1.250 bebês durante o primeiro ano de vida. Aqueles que bebiam tanto leite materno quanto fórmulas lácteas na mamadeira nos primeiros seis meses de vida mostraram uma menor “autorregulação” de apetite.
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Isso significa que os bebês alimentados com mamadeira desde cedo tendem a não conseguir controlar a quantidade de comida suficiente para se sentirem satisfeitos. Esse tipo de comportamento permanece nos anos seguintes, quando eles já conseguem comer sozinhos.
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“Não está claro por que a amamentação pode encorajar uma melhor autorregulação do apetite das crianças, mas, quando os bebês são amamentados, eles controlam a quantidade de leite que consomem; quando os pais dão mamadeira, eles podem tentar fazer o bebê esvaziá-la todas as vezes. É possível que isso interfira na capacidade inata de o bebê de regular sua ingestão de calorias", afirma Ruowei Li, pesquisadora que participou do estudo.
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Isso indica que a obesidade pode ser causada não somente pelo tipo de alimento que a criança consome, como também pelo modo que você oferece. Segundo os pesquisadores, os bebês que tiveram mais de dois terços de sua alimentação via mamadeira no início da vida tinham duas vezes mais chances de, mais tarde, esvaziar o recipiente do que aqueles que tiveram menos de um terço de sua alimentação dessa forma.
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COMO SABER SE ELE ESTÁ SACIADO?
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A primeira dica que o seu bebê vai dar é empurrar o bico do peito ou da mamadeira com a língua, ou desviar o rosto quando você oferecer mais. Se ele demonstrar sonolência, esse também é um sinal de que já está na hora de parar. Outro indício é a velocidade com que o bebê mama. No começo, ele toma o leite devagar e, conforme se desenvolve, passa a ingerir um maior volume em menos tempo.
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“Às vezes, os pais ficam preocupados porque o filho está mamando durante pouco tempo. Mas, quando muda o padrão das mamadas, antes de insistir, eles devem ficar atentos para perceber que tipo de mudança aconteceu”, afirma Márcia Regina da Silva, enfermeira chefe do Hospital e Maternidade São Luiz (SP). De qualquer forma, é recomendável sempre conversar com o pediatra para se certificar de que a quantidade de alimento que o bebê está ingerindo é a adequada. Normalmente, esse volume é indicado segundo idade e tamanho da criança, e varia de caso para caso.
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A partir dos 6 meses, os pais já podem introduzir na dieta dos bebês, aos poucos, uma alimentação complementar. Nesse caso, é recomendado servir frutas (em pedaços ou como papa), papa com legumes e carne e, claro, o leite materno quantas vezes o bebê quiser (o que costuma acontecer de seis a oito vezes ao longo do dia, nos intervalos entre as outras refeições).
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Fonte: Revista Crescer
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Leite materno: como retirar e armazenar
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Industrializados antes dos 6 meses
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sexta-feira, 21 de maio de 2010

INVERNO E SOPA

A gente costuma pensar que tempo frio é sinônimo de gordurinhas a mais escondidas sob o casaco - afinal, quem não merece um chocolate quente ou um prato mais calórico nesta época do ano?
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Mas a estação não significa, de forma alguma, a herança de alguns quilos extras. Práticas e saborosas, as sopas são ideais para o clima frio - e para a boa forma: quentinhas, leves e nutritivas.
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E sopa tem é história! Dizem por aí que ela foi a primeira comida inventada pelo ser humano, lá nos tempos das cavernas, quando as carnes da caça eram cozidas em água. De lá para cá, os caldos só evoluíram, passando a ser cada vez mais incrementados e apetitosos. Reza a lenda que um rei francês, no ápice de sua excentricidade ou gulodice, fez com que dois de seus cozinheiros elaborassem mais de 200 tipos diferentes!
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A sopa é uma forma muito equilibrada de agregar vários ingredientes em um só prato. Sem contar o paladar, que surpreende a cada receita. Seguindo a fórmula um carboidrato + um legume + uma verdura + uma proteína, o resultado é uma concentração muito boa de minerais, vitaminas e fibras, favorecendo - e muito - a sua saúde.
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Além de nutritivas, as sopas hidratam e são excelentes opções para a recuperação de gripes e cirurgias. São também opções de desintoxicação e pode até ajudar a reduzir o colesterol. Além de ser de fácil digestão e acelerar o metabolismo, a sopa é um método rápido de emagrecimento e, ao mesmo tempo, também é ótima para quem quer apenas manter a boa forma e a saúde em dia. Tudo é uma questão de escolha e quantidade dos ingredientes.
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FIQUE DE OLHO NAS DICAS
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Quem quer perder peso deve procurar consumir sopas com pouca gordura e menos cremosas. As mais aquosas auxiliam no controle da saciedade, mas é preciso tomar cuidado para não misturar ingredientes calóricos: não use, por exemplo, dois carboidratos como a batata e o macarrão na mesma sopa.
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Coma sempre devagar, para despistar o organismo e matar a fome. O calor da sopa também contribui para a saciedade, sem falar no paladar! E se você é daquelas que não vive sem molhar um pãozinho na sopa, sem problemas! Se ela não tiver nenhum carboidrato, o pão pode fazer a vez do nutriente. Mas contente-se com uma fatia integral!
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O segredo de uma boa sopa está na escolha dos ingredientes e na combinação entre eles, que vai enriquecer o caldo. Use e abuse da criatividade para equilibrar a cor e textura da sua sopa! O ideal é apostar nas sopas caseiras. Muitas sopas industrializadas, em saquinho, contêm sal em excesso, bem como gordura, aditivos e conservantes. Mas se você optar por ela, incremente com carne, cubos de peito de peru, frango desfiado e, para engrossar, grãos (feijão, ervilha, grão de bico etc).
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Numa sopa também é muito interessante usar ervas e aproveitar os talos e folhas que iriam direto para o lixo. Portanto, para dar um toque especial: salsão, alho poró, salsinha, tomilho, cebolinha, sálvia, talo e folha de brócolis, etc. Especiarias como curry, gengibre e pimenta, também são ótimas para aguçar o paladar. E, se quiser, não se esqueça também de um bom vinho tinto. A combinação é perfeita para um inverno delicioso!
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Confira a matéria completa no site: Bem Leve
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quinta-feira, 20 de maio de 2010

PRÊMIO TOP BLOG 2010

O Alimentarium foi indicado e está concorrendo ao prêmio Top Blog 2010! Participe da votação clicando na imagem acima ou no selo ao lado direito da página!
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quarta-feira, 19 de maio de 2010

QUEIJO RICO EM PROBIÓTICOS PODE PREVENIR INFECÇÕES E DOENÇAS NOS IDOSOS

Um queijo especial desenvolvido por pesquisadores finlandeses, contendo bactérias probióticas, pode ajudar os idosos a combater infecções e doenças, segundo estudo recentemente publicado na revista científica Immunology & Medical Microbiology.
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De acordo com especialistas da Universidade de Turku, esse tipo de bactéria ajuda a regular o trato gastrointestinal - principal entrada de bactérias na corrente sanguínea e onde 70% das células imunoglobulinas são criadas - e afeta o sistema imunológico. E isso pode ser importante no combate a deterioração do sistema imunológico associado ao envelhecimento e que precede doenças infecciosas, inflamações crônicas e cânceres.
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A pesquisa avaliou o sangue de idosos com mais de 70 anos que moravam em um asilo finlandês - a alguns foi dada uma fatia de queijo especial por quatro semanas no café da manhã, enquanto outros comeram uma fatia de queijo normal todos as manhãs durante o estudo. E os resultados “demonstraram que a ingestão regular de queijo probiótico pode ajudar a impulsionar o sistema imunológico e que incluí-lo em uma dieta regular pode ajudar a melhorar as respostas imunes dos idosos a desafios externos”.
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Os benefícios estão nas bactérias probióticas empregadas hoje, principalmente em leites fermentados e em alguns iogurtes, atuam no balanço da microflora intestinal perturbada e nas disfunções do trato intestinal.
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Fonte: Portal Nutrição em Foco
Saiba mais sobre probióticos e prebióticos
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Intestino preso?
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terça-feira, 18 de maio de 2010

CAFEÍNA AJUDA A ESTABILIZAR O HUMOR

Cientistas da Universidade de Coimbra iniciaram, com sucesso, uma nova linha de investigação centrada nas doenças do humor. Na sequência dos seus estudos com café para tratamento de doenças do cérebro, entre elas a depressão e a doença de Alzheimer.
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Vários estudos epidemiológicos e em modelos animais evidenciaram que a ingestão de doses moderadas e continuadas de café diminuía a incidência da doença de Alzheimer. Num artigo publicado pela agência Lusa, o líder da investigação, Rodrigo Cunha, da Faculdade de Medicina de Coimbra, explicou que, a partir desse conceito, a equipe decidiu, há um ano e meio, ampliar a investigação “para uma área que em larga medida está desprovida de terapêutica eficaz, que são situações de modificação de humor, nomeadamente a depressão”.
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A equipe acabou agora um estudo do primeiro modelo animal em que foi constatado, com surpresa, que os animais em depressão – por imposição de situações de stress crônico e repetido – que consumiam cafeína pareciam tolerar de modo muito mais eficaz as modificações de humor. Os investigadores pensam ter descoberto o alvo molecular onde atua a cafeína: o receptor A2A para a adenosina. Mais estudos são necessários.
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Fonte: Temperus Gastronômico
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Melhore o seu humor escolhendo os alimentos certos
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segunda-feira, 17 de maio de 2010

SAIBA MAIS SOBRE A MAIONESE

Toda criança ama. Não come salada: põe maionese que vai. Não come legume, idem. Mas esse molho quase mágico requer alguns cuidados. Ao contrário de muitos alimentos, a versão caseira não é a mais recomendada.
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A maionese feita em casa não é rigorosamente controlada, como a industrializada, e pode ter altos teores de gordura. Outro perigo é a bactéria Salmonela, por causa dos ovos crus que fazem parte da receita e que causam infecções graves.
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O lado bom é que a maionese industrializada tem óleos ricos em ômega-3, que conferem proteção indireta ao sistema cardiovascular, diminuindo os níveis de colesterol e triglicérides. Como se trata de um alimento muito calórico, prefira as versões light.
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É recomendável a partir dos 10 anos de idade, aproximadamente, pois crianças menores devem ser acostumadas a consumir alimentos menos gordurosos. As porções devem ser menores que uma colher de sopa, nos legumes e verduras, ao invés dos pães, que engordam mais. Ela é bastante calórica; por isso, use com cautela.
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VEJA ALGUNS MITOS E VERDADES
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* Industrializada e caseira: Os ingredientes que compõe a maionese são basicamente: óleo, ovo, água, suco de limão e vinagre. O processo de fabricação na maionese industrializada utiliza pressão para atingir a consistência desejada. Esse processo auxilia a diminuição de gorduras nocivas, como trans e saturada. A maionese caseira não é mais tão recomendada ao consumo, já que a quantidade necessária de óleo e ovos é bem maior.
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* Valor calórico: Hoje em dia estão disponíveis no mercado produtos com 0% de gordura, que têm menor valor calórico. É recomendado que seja feita uma comparação dos rótulos, para ter certeza de qual tipo de produto está sendo adquirido. Alguns tipos têm até menos gordura do que o requeijão e a margarina.
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* Cuidados: Se você quiser fazer sua receita caseira de maionese, é necessário muito cuidado com a qualidade dos produtos. A salmonela é um tipo de bactéria que pode contaminar todos os tipos de carnes e ovos, mas pode ser evitada com o cozimento correto. Como a receita usa ovos crus, todo precaução é necessária. A validade da maionese caseira não passa de dois, três dias. Já a maionese industrializada, não há o risco de contaminação por salmonela. Mas é preciso ficar atento com o prazo de validade e prestar atenção, pois depois de aberta o prazo é de 30 dias.
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* Maionese no cardápio: Então se o seu filho gosta de comer legumes com maionese, não há problema algum, mas fique atento a freqüência e a quantidade em que está consumindo, ou seja, não vale comer meio pote de maionese, ou consumir todos os dias. Como todos os outros nutrientes, é muito importante alternar seu consumo com outras coisas, como o queijo tipo polenguinho, que as crianças adoram!
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Fonte: Revista Pais e Filhos
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domingo, 16 de maio de 2010

ALIMENTOS COM ALTO ÍNDICE GLICÊMICO PODEM CAUSAR DANOS AO ORGANISMO

Desde 1970 os americanos reduziram a porcentagem de calorias provenientes de gorduras saturadas, mas os índices de obesidade durante este período mais do que dobraram. Os índices de diabetes triplicaram e as doenças cardíacas ainda são a maior causa de morte na população.
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Pesquisas recentes sugerem que os carboidratos processados, os quais muitas pessoas comem hoje em dia no lugar das gorduras saturadas, podem aumentar o risco de obesidade, diabetes e de doenças cardíacas mais do que a ingestão de gorduras saturadas.
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Meir Stampfer é professor de nutrição e epidemiologia da Harvard School of Public Health e um dos autores de um estudo publicado no New England Journal of Medicine que acompanhou 322 obesos por dois anos, quando eles adotaram uma das três dietas: dieta de baixo consumo de gorduras; dieta Mediterrânea - dieta de restrição calórica rica em vegetais e pobre em carnes vermelhas; dieta com baixo consumo de carboidratos, sem restrição calórica.
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Embora os que fizeram a dieta com baixo consumo de carboidratos tenham comido mais gorduras saturadas, eles terminaram o estudo com os níveis mais saudáveis de HDL e LDL colesterol e perderam duas vezes mais peso do que os que ingeriram pouca gordura saturada. Outro estudo avaliou 65 mil mulheres e observou que as que ingeriram carboidratos mais rapidamente absorvidos - os quais têm alto índice glicêmico - tinham uma probabilidade 47% maior de adquirir diabetes mellitus tipo 2 do que aquelas que ingeriram alimentos de índices glicêmicos baixos (a quantidade de gordura ingerida não afetou o risco de diabetes).
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Ninguém está dizendo que as pessoas devem começar a ingerir gorduras saturadas em qualquer quantidade. O que está sendo mostrado é que substituir gorduras saturadas por carboidratos de alto índice glicêmico além de não trazer benefícios, pode, pelo contrário, causar danos ao organismo. O segredo é MODERAÇÃO! O consumo de carboidratos de baixo índice glicêmico (alimentos integrais) são mais saudáveis e proporcionam benefícios ao organismo.
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Fonte: Emex Nutrição Orientada
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