quinta-feira, 12 de agosto de 2010

OVO DE GALINHA CAIPIRA X OVO DE GALINHA DE GRANJA

O conteúdo de proteínas é praticamente o mesmo nos dois tipos de ovo. A diferença é que o ovo de galinha caipira possui teores consideravelmente maiores de carotenóides totais, substâncias antioxidantes que são precursoras da vitamina A (essas substâncias são transformadas em vitamina A depois de serem absorvidas e metabolizadas pelo organismo animal).
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Por serem antioxidantes, podemos dizer que os carotenóides comportam-se como “vigilantes”, protegendo o nosso organismo dos danos causados pelos radicais livres. E é justamente pela presença dos carotenóides que a gema da galinha caipira tem uma cor mais avermelhada que a gema da galinha de granja.
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Outra diferença entre eles é o conteúdo total de retinol, leia-se: vitamina A, que é um nutriente essencial para a regeneração das mucosas e da pele. A Universidade Federal de São Paulo (USP) desenvolveu um estudo que encontrou três vezes mais retinol no ovo caipira do que no ovo de granja.
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E A CASCA DOS OVOS?
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A cor da casca dos ovos indica apenas a cor da galinha, e a cor varia conforme a raça da galinha. As galinhas de cor branca possuem ovos brancos e aquelas de cor vermelha possuem cor vermelha. Portanto, não escolha um ovo pela cor de sua casca, porque a cor da casca não fornece nenhuma informação sobre o valor nutricional do ovo.
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DICA: O pó da casca de ovo serve como fonte complementar de cálcio, nutriente importante para o crescimento e na recuperação da saúde após uma doença, na gravidez e amamentação e para as pessoas idosas. Para fazer o pó é necessário uma boa limpeza das cascas. Antes de abrir o ovo lave bem sua casca com água e sabão e depois seque-as. Coloque as de molho em 1 litro de água com 2 colheres (de sopa) de vinagre. Ferva durante 20 minutos e deixe secar. A casca deve ser triturada e o pó deve ser peneirado várias vezes. Pode-se usar uma pitada diariamente nas refeições ou em sucos e vitaminas.
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Fonte: Bluelogs
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terça-feira, 10 de agosto de 2010

CONSUMO DE NOZES E CASTANHA REDUZ O COLESTEROL

Comer nozes e castanhas diariamente pode melhorar os níveis de colesterol e reduzir os riscos de doença cardíaca coronariana, segundo estudo publicado no periódico Archives of Internal Medicine.
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Avaliando dados de 25 estudos sobre o consumo de castanhas e os níveis de colesterol em sete países, os pesquisadores da Universidade Loma Linda, nos EUA, descobriram que o consumo diário de cerca de 67 gramas de castanhas - incluindo amêndoas, avelãs, nozes, amendoim e pistaches - resultava em uma redução média de 5,1% no colesterol total, de 7,4% no colesterol ruim (LDL) e de 8,3% na taxa de LDL em relação ao HDL.
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Além disso, essa prática foi associada a uma redução de 10% nos triglicérides de pessoas que, inicialmente, apresentavam altas taxas dessa “gordura” no sangue. Segundo os autores, os diferentes tipos de castanha têm efeitos similares sobre o colesterol, mas esses efeitos seriam modificados dependendo dos níveis de LDL, índice de massa corporal e tipo de alimentação. Eles destacam, ainda, que os resultados apoiam a inclusão de castanhas em intervenções terapêuticas na dieta para melhorar os níveis de colesterol.
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“Aumentar o consumo de nozes como parte de uma dieta pode ser prudente por afetar positivamente os níveis de lipídios no sangue (pelo menos em curto prazo), e tem o potencial de reduzir o risco de doença cardíaca coronariana”, explicaram os autores, acrescentando que a moderação é a chave.
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Fonte: Emex Nutrição Orientada
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domingo, 8 de agosto de 2010

COMO NOS SENTIMOS QUANDO SAIMOS FORA DA DIETA?

Desmoralizar é tornar-se imoral; corromper-se, perverter-se. Fazer perder a coragem ou a confiança, desanimar. Tirar o bom nome de, desmerecer. Fazer perder a força moral, desautorizar, descreditar. Perder a reputação, aviltar-se. A definição descreve bem um estado que conhecemos relacionado a nossa dieta ou à qualquer proposta de mudar hábitos.
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Nossa principal exigência quando traçamos metas e objetivos é a obtenção do sucesso e que costuma ser proporcional a nosso grau de sacrifício. Quanto mais esforço melhor deve ser a recompensa. No que diz respeito à dietas e deixar de comer alguma coisa, isso mexe com nosso instinto de preservação e também com nossa relação carinho-comida.
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Nosso processo de desmoralização começa mais ou menos assim: - vou fazer tudo direitinho, não sairei da dieta, não comerei nenhum doce... Na segunda-feira fez tudo ótimo, na terça-feira pela manhã também: frutas, pão integral, leite desnatado, geléia diet. No almoço : salada, vegetais refogados, um pedaço de carne, arroz, feijão, tudo bem equilibrado. Mas... no domingo nossa tia havia nos dado um pedaço de pudim que ficou esquecido na geladeira, mas foi bem lembrado na terça após o almoço... comerei apenas um pedacinho...
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À tarde na hora do lanche alguém te oferece um bombom que gentilmente aceita e para não fazer feio come! Ao chegar em casa sente um cheirinho de pão de queijo maravilhoso e como não consegue resistir - come dois. No jantar serve-se normalmente de tudo um pouco, bebe suco de laranja à vontade. Esta noite ao deitar qual o sentimento que fica ? Como está se sentindo a respeito do seu projeto?
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VEJA 3 ESCOLHAS PARA O DIA SEGUINTE
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1. Fazer uma super dieta deixando para trás todo o carboidrato e comendo apenas sopinha de legumes e frutas achando que apenas com muito sacrifício é que conseguirá recuperar o tempo perdido.

2. Esquecer que havia começado algum dia alguma dieta e ficar livre para comer e livre para não ficar contente com seu corpo;

3. Recomeçar no dia seguinte desde o café da manhã como no primeiro dia da dieta; sabendo que apesar de ter saído fora, lembrar-se que este não foi o único deslize e que tem direito de continuar buscando o que deseja.
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Vamos em frente, não permita que um deslize ou algum resultado indesejado (perder menos peso do que gostaria) o afaste de seus objetivos ou seja o ponto de partida para desistir. Não permita-se desmoralizar, retome sempre que escorregar, somente assim conseguirá alcançar seus objetivos!
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Fonte: Temperus Gastronômico
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quinta-feira, 5 de agosto de 2010

EXCESSO DE PESO E IDADE AVANÇADA PODEM ATRASAR PRODUÇÃO DE LEITE MATERNO

Mães de primeira viagem que tem mais de 30 anos, estão acima do peso ou têm dificuldades na amamentação do recém-nascido no primeiro dia podem ter mais chance de sofrer atraso na produção do leite, sugere um novo estudo. Após o parto, as mulheres produzem um precursor do leite materno, chamado colostro, até começar a dar leite. Se essa mudança não acontecer dentro de 72 horas, os investigadores consideram o caso um atraso na lactogênese.
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Os pesquisadores se preocupam com a possibilidade de algumas crianças sofrerem desidratação ou perderem muito peso (perder um pouco de peso após o parto é normal), e de algumas mães, preocupadas e frustradas, desistirem de amamentar. No entanto, as novas mamães com atraso na produção de leite não devem ser desencorajadas, disse Laurie A. Nommsen-Rios, do Cincinnati Children's Hospital Medical Center, em Ohio, que liderou o novo estudo. Em vez disso, elas devem procurar seu pediatra ou um especialista em questões do aleitamento materno, segundo a pesquisadora.
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Com apoio, Nommsen-Rios disse que as mães com a produção do leite materno atrasada vão se sair bem. Ela observou que quase todas as novas mães -98%- começam a produzir leite após a primeira semana. Para o estudo atual, publicado no American Journal of Clinical Nutrition, a pesquisadora e seus colegas analisaram os fatores associados ao atraso do aleitamento entre 431 mães de primeira viagem que deram à luz em um centro médico da Califórnia. Os investigadores focaram nas mães de primeira viagem, pois há mais chance de elas terem tido problemas com atraso.
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Globalmente, o estudo observou que 44% das mulheres levaram mais de 72 horas para começar a produzir leite -o que foi avaliado após questionar as participantes se sentiram seus seios visivelmente mais cheios três dias após o parto. As mulheres que estavam com sobrepeso ou obesas estavam mais propensas ao atraso do que as magras -45% e 54% respectivamente- em comparação a 31% das mulheres com peso normal. A idade também parece ser um fator. 58% das mulheres de 30 anos de idade e mais velhas tiveram atraso na produção do leite materno em comparação a 39% das mulheres mais jovens. Além disso, as mães que disseram que tinham "amamentado bem" pelo menos duas vezes durante as primeiras 24 horas de vida do recém-nascido -quando o colostro é produzido- estavam menos propensas a ter um atraso -39% a 43% destas mulheres, em comparação a 65% das mães que relataram ter amamentado apenas uma ou nenhuma vez nas primeiras 24 horas.
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Outro fator relacionado à produção de leite foi a dor no mamilo. As mulheres que tiveram mais do que uma dor leve nos primeiros dias após o parto estavam menos propensas a ter atraso de que as outras. Segundo os pesquisadores, essa dor pode ser um indicativo mais eficaz do aleitamento materno precoce, o que incentivaria a produção de leite. Não está claro por qual motivo a idade e o peso estariam associados a um maior risco de lactação tardia, de acordo com Nommsen-Rios. Mas ambos estão relacionados a maiores probabilidades de intolerância a carboidrato durante a gravidez. Problemas no metabolismo do açúcar podem ser um fator de risco mais elevado relacionado ao atraso na produção do leite materno, especulou a equipe.
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Independente de qualquer explicação para os resultados, Nommsen-Rios alertou que todas as mulheres devem procurar ajuda para lidar com as dificuldades do aleitamento materno precoce.
Para ajudar a sustentar o sucesso do aleitamento materno precoce, a Academia Americana de Pediatria recomenda que as mulheres peçam para ter seus recém-nascidos colocados em contato pele a pele com elas logo após o nascimento, para que possam amamentar.
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Mamadas frequentes nos primeiros dias também são importantes, segundo a pesquisadora. Muitas vezes, é recomendado que as mulheres amamentem a cada duas horas, mas ela sugeriu que as novas mães tentem amamentar sempre que seu recém-nascido "mostrar interesse". A taxa de atraso da produção de leite neste estudo -44%- é significativa, de acordo com Nommsen-Rios. Estudos anteriores demonstraram que, em comparação com as norte-americanas, as mulheres de nações menos desenvolvidas, como o Peru e a Guatemala, tendem a produzir leite mais rapidamente.
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Fonte: Uol
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terça-feira, 3 de agosto de 2010

COGUMELOS BLINDAM O ORGANISMO E ENRIQUECEM O CARDÁPIO

SHITAKE e SHIMEJI. Esta dupla poderosa de cogumelos incrementa qualquer receita, mas não é só o seu paladar que sai ganhando com as duas espécies. Sua saúde também agradece. "O shitake possui como carro chefe nutricional a lentiman, um substância que estimula o sistema imunológico, protegendo o organismo contra doenças", explica a nutricionista Fabiana Honda, da PB Consultoria Nutricional.
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Outro composto dessa variedade, a eritadenina é conhecida por reduzir as taxas de colesterol. As betaglicanas encontradas em maior quantidade no shitake vem chamando a atenção dos cientistas. São substâncias que estimulam as células de defesa a combaterem infecções e tumores, além de carregarem antioxidantes que barram o processo de envelhecimento celular. Mais um de seus feitos é controlar os níveis de açúcar do sangue, beneficiando quem sofre com o diabetes.
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Já o shimeji é o terceiro cogumelo comestível mais cultivado no mundo. Nos países orientais, acredita-se que a espécie também possui propriedades relativas à redução do colesterol e à prevenção dos problemas hepáticos. Ele também fornece ergosterol, um precursor da vitamina D. Além disso, os dois tipos carregam uma considerável quantidade de ácido fólico. Em 100 gramas de cogumelo há 1014 mg do nutriente, enquanto a ingestão diária recomendada é de 400 mg. "Estudos mostram que o ácido fólico evita a má formação do feto e más formações congênitas, previnem doenças cardiovasculares, desordens mentais, câncer e o mal de Alzheimer", explica a nutricionista Fabiana Honda.
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VALE POR UM BIFE
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Mais um ponto positivo é que, com eles, o cardápio ganha em variedade. Os cogumelos são ótimas fontes de proteínas e tem baixa quantidade de lipídios. "Eles tem tanta proteína quanto na carne vermelha, com a vantagem de ter menos gordura", explica Giovanna Arcuri. Um bife de 100 gramas de contrafilé carrega cerca de 13 gramas de gorduras, enquanto a mesma quantidade de cogumelo não chega a um grama de gordura.
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Outra notícia boa. São considerados alimentos de baixa caloria. Em cada 100 gramas de shitake ou shimeji, por exemplo, há apenas 35 calorias. Eles podem ser comprados frescos, em conserva ou secos, e utilizados em pratos variados, como carnes, molhos para massas, saladas, recheios de omeletes e na culinária japonesa.
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Veja receitas no site: Yahoo
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segunda-feira, 2 de agosto de 2010

ALMOÇA FORA TODOS OS DIAS? APRENDA A PREPARAR A FAMOSA 'MARMITA'

Almoçar fora de casa é uma rotina muito comum para os brasileiros, que levam uma vida corrida ou trabalham ou estudam longe de suas casas. E por melhor que seja o restaurante, um dia você acaba enjoando das opções e sente que a comida vai ficando “sem gosto”.
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É por isso que muita gente prefere levar a comida de casa. Além de econômico, você pode sentir aquele gostinho de tempero familiar. É a famosa marmita! Mas a pergunta: Você sabe montar uma marmita saudável? Saiba que a marmita pode ser sua aliada na dieta, desde que você a prepare com alimentos nutritivos, essenciais ao organismo, e de forma equilibrada.
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VEJA DICAS DE COMO MONTAR A SUA MARMITA:
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º A salada é indispensável e muito importante, pois ela contém fibras que contribuem com o bom funcionamento do intestino e ajudam na digestão de comidas mais gordurosas. O problema na hora de inclui-la no cardápio é que ao se misturarem com os ingredientes quentes, elas murcham. Uma opção é levá-la em um recipiente separado, ou então opte por recipientes com divisórias, eles deixam tudo separadinho e deixa o prato ainda mais bonito e agradável. Além disso, as divisórias evitam o risco de contaminações, tendo em vista que cada alimento se comporta de maneira diferente quanto à conservação.
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º Para que sua marmita fique mais nutritiva é importante acrescentar alimentos que contenham proteínas e carboidratos, na quantidade certa. Por exemplo, se está levando uma batata assada, não leve arroz, que também é carboidrato, opte por uma carne ou um peixe. Outra boa opção é acrescentar grelhados, que facilitam o processo digestivo.
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º Massas são opções práticas e garantem a energia, mas não abuse! Pois ela pode te dar alguns quilinhos a mais. E abuse dos legumes e das verduras, tanto cozidas quanto frias.
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º Conserve sua marmita, se ela não for armazenada adequadamente, pode azedar. Deixe-a na geladeira após o preparo. Para transportá-la, prefira bolsas endotérmicas e escolha sempre alimentos frescos para levar. E não é aconselhável o uso de ingredientes muito “sensíveis”, como o creme de leite, utilizado para o preparo de alguns pratos.
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º Não encha demais a vasilha, tente usar o seguinte padrão: quatro colheres de sopa de arroz, uma concha de feijão, uma de legumes e um grelhado pequeno.

º E já que você está preocupando-se em deixar sua comida mais saudável, aproveite para substituir o refrigerante que acompanha suas refeições por sucos. Prepare o suco pouco antes de sair de casa para que ele fique mais conservado.
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Fonte: Blog Entre na Linea
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domingo, 1 de agosto de 2010

VOCÊ CONHECE O SERVIÇO DE PERSONAL DIET?

Com a correria do dia-a-dia e falta de tempo das pessoas, o surgimento de doenças típicas dessa modernização se torna inevitável, principalmente, aquelas relacionadas aos maus hábitos alimentares. A alimentação sofreu muitas transformações com o passar dos anos. O aumento do consumo dos fast-foods e dos alimentos industrializados teve como consequência uma diminuição do consumo de nutrientes importantes e aumento do consumo de nutrientes que, em excesso, são prejudiciais.
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Por estas e outras razões, surgiu à prestação de serviço que toda chefe de família, responsável pela alimentação da mesma, quer: o PERSONAL DIET! O Personal Diet é o Nutricionista que vai até sua residência oferecer todos os benefícios de um acompanhamento nutricional individualizado e específico.
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Durante o atendimento o nutricionista faz uma avaliação nutricional, verifica os hábitos e as preferências alimentares e a rotina da pessoa a ser avaliada, bem como a rotina da família. Segue-se a elaboração de cardápio de acordo com as características do cliente, a elaboração da lista de compras, acompanhamento das compras no supermercado, orientando para escolhas certas e saudáveis, e também orientação da preparação das refeições, com dicas de como cozinhar saudável e com higiene, orientando o cliente e toda sua família a manter uma alimentação saudável e segura, para manter a saúde e a qualidade de vida.
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Fonte: Dicas de Nutrição
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sábado, 31 de julho de 2010

CUIDADOS NA PREVENÇÃO DA OSTEOPOROSE

A osteoporose é uma doença caracterizada pela diminuição da quantidade de massa óssea, deixando os ossos com aparência e textura porosa e por isso mais frágeis e quebradiços. A doença é mais comum em mulheres na pós-menopausa e progride lentamente. Raramente apresenta sintomas antes que aconteça algo de maior gravidade como uma fratura. Através de medidas preventivas, sua evolução pode ser retardada.
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A alimentação exerce papel fundamental na prevenção contra a osteoporose. Porém, de nada adianta escolher bem os alimentos que farão parte de nossa dieta se nosso intestino não estiver saudável e pronto para absorver os nutrientes desses alimentos. A falta de ácido clorídrico favorece a deficiência em alguns nutrientes que dependem de meio ácido para serem absorvidos como ferro, zinco, magnésio e cálcio. Daí o processo digestivo inadequado ter relação com doenças como à osteoporose.
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PREVINA-SE DA OSTEOPOROSE:
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º Fracione a dieta. Faça de 5 a 6 refeições ao dia, menos volumosas. A ingestão de grande quantidade de comida em uma única refeição prejudica o processo de digestão;

º Evite o consumo de líquidos durante as refeições, o consumo de líquidos dilui o ácido do estômago comprometendo o processo digestivo;

º Mastigue bem os alimentos. O processo de digestão começa pela mastigação;

º Evite o uso de medicamentos antiácidos. Esses medicamentos associados ao estresse são causadores da falta de ácido no estômago e por isso comprometem a digestão.;

º Tome uma xícara de chá de hortelã 20 minutos antes das refeições. A hortelã estimula a produção de ácido clorídrico. Diluir uma colher de vinagre de maçã ou de suco de limão em 50ml de água e ingerir antes das refeições ajuda a aumentar a acidez gástrica.
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Também evite alimentos refinados, refrigerantes e adoçantes, que são alimentos acidificantes do sangue, que favorecem a descalcificação óssea, e aumente o consumo de alimentos fontes de cálcio como o gergelim, folhas verdes escuras como a couve e o brócolis e a quinua. O uso de alguns suplementos pode ser recomendado como a dolomita, uma rocha rica em cálcio e magnésio e a alga lithotanium calcarium, boa fonte de cálcio, fósforo e magnésio, minerais importantes para a saúde óssea.
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A vitamina D, presente no óleo de fígado de bacalhau, associada ao cálcio, fósforo e magnésio também favorece a manutenção da saúde óssea. Cuidando da digestão, da alimentação e com prática regular de exercício físico é mais fácil a prevenção e controle da osteoporose.
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Fonte: Mundo Verde
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sexta-feira, 30 de julho de 2010

DEIXE O SEU FEIJÃO MAIS NUTRITIVO

Você serviu feijão ontem e seu filho não quer mais saber dele? Tem um jeito bem facinho de deixá-lo de cara nova. Pique folhas de agrião e coloque no feijão, quando estiver aquecido. Você pode também bater o feijão no liquidificador, dourar cebola no azeite em uma panela a jogar o caldo (coado) lá. Depois que caldo estiver quente, coloque as folhas de agrião e espinafre. Pode colocar também macarrão para sopa e polvilhar queijo ralado. Em menos de 15 minutos a janta está pronta!
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A dica é do blog 'Comer é um barato' de Thais Lazzeri.
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quinta-feira, 29 de julho de 2010

CIENTISTAS ESTUDAM VACINA PARA PESSOAS COM INTOLERÂNCIA AO GLÚTEN

O mistério em torno da doença celíaca foi desvendado por cientistas australianos, segundo estudo publicado na revista Science Translation Medicine. A descoberta pode melhorar a vida de milhares de pessoas que possuem intolerância ao glúten - proteína encontrada em pães, massas, cervejas e outros alimentos que possuam trigo entre seus ingredientes.
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Há 60 anos, a ciência já havia estabelecido a relação do glúten com a doença celíaca, porém, os cientistas não sabiam qual era o componente do glúten que provocava os efeitos. Mas agora, de acordo com o artigo, os pesquisadores conseguiram identificar três substâncias-chave do glúten que provocam a reação imunológica nas pessoas com a doença digestiva.
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Para encontrar os fragmentos do glúten, 244 voluntários receberam alimentos como pão, bolo de centeio e cevada. Depois, as pessoas tiveram suas amostras de sangue coletadas para analisar a reação das células. No total, o glúten possui 16.000 componentes, mas somente três causam problemas ao organismo.
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Ao consumirem alimentos com glúten, os portadores da doença podem apresentar sintomas como diarréia, vômitos e prejuízos na formação e desenvolvimento, no caso de crianças. Além disso, a doença também causa dificuldade na absorção de nutrientes, vitaminas e minerais – condição que pode trazer consequências para o cérebro, sistema nervoso, fígado e outros órgãos. O único tratamento – até agora – era a suspensão do glúten do cardápio diário.
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O pesquisador Robert Anderson, do Instituto de Pesquisa Médica Walter e Eliza Hall, na Austrália, está otimista com os resultados. Ele acredita que a descoberta poderá ajudar no desenvolvimento de novos tratamentos e até um novo tipo de vacina. Anderson e os outros pesquisadores estudam criar um injeção que contenha os três componentes que desencadeiam a reação alérgica em quantidades ínfimas, para aplicar regularmente até que o corpo crie as defesas necessárias gradualmente.
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No Brasil, as embalagens de alimentos contendo glúten precisam comunicar a presença da substância, além de informar sobre a doença celíaca, segundo determinou o Superior Tribunal de Justiça no início deste ano. A doença celíaca é considerada uma patologia gastrointestinal comum: cerca de 1% da população ocidental possui intolerância ao glúten.
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Fonte: Revista Veja
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quarta-feira, 28 de julho de 2010

NOVO ESTUDO DIZ QUE CARNE É VILÃ DAS DIETAS

Comer menos carne pode ser a chave para ajudar a manter um peso saudável, dizem especialistas. Um estudo europeu com quase 400.000 adultos descobriu que a alimentação da carne está ligada com o ganho de peso, mesmo em pessoas que ingerem pequenas quantidades de calorias. A associação mais forte foi encontrada na carne processada, como salsichas e presunto. A pesquisa é do Imperial College de Londres, na Inglaterra.
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O estudo sugere que dietas baseadas em proteínas podem não contribuir para se atingir o peso ideal a longo prazo. Os resultados, publicados no periódico American Journal of Clinical Nutrition, foram obtidos com base em análise de dados de adultos participando de um projeto maior, que procura entender a ligação entre dietas e o câncer.
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Participantes de 10 países europeus foram pesados e medidos no início da pesquisa e depois solicitados a informar o peso cinco anos depois. Além disso, eles completaram um questionário detalhado sobre sua alimentação. No geral, os pesquisadores descobriram que o consumo de carne está associado ao ganho de peso nos homens e nas mulheres.
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Análises mais detalhadas mostraram que a ligação é ainda mais significativa depois de considerar a quantidade total de calorias ingeridas, atividades físicas e outros fatores que poderiam ter influenciado os resultados. A equipe calculou que, em pessoas que comiam a mesma quantidade de calorias, uma quantidade adicional de 250 gramas de carne por dia — equivalente a um pequeno bife — levava a um ganho adicional de peso de 2 quilos num período de 5 anos.
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Isso vai contra a teoria de que dietas com grandes quantidades de proteínas e pequenas quantidades de carboidratos promovem a perda de peso. Embora não esteja claro porque a carne levaria ao ganho de peso em pessoas comendo o mesmo número de calorias, uma teoria aponta que alimentos que proporcionam muita energia, como a carne, alteram o modo como corpo regula o controle do apetite. Mas pode haver outra explicação, ligada ao estilo de vida e dieta, para aspectos que não foram considerados pelo estudo. A coordenadora da pesquisa, Anne-Claire Vergnaud, disse que recomendaria que as pessoas "controlem o consumo de carne para manter um peso saudável e uma saúde em bom estado durante a vida”. Ela acrescentou que “diminuir apenas a quantidade de carne não é uma estratégia adequada para perda de peso”.

Sian Porter, nutricionista e portavoz da Associação Bitrânica de Dietética, disse que havia ressalvas no estudo, incluindo o fato de que o peso final era informado pelas próprias pessoas em vez de medido adequadamente. Mas concluiu que os resultados são interessantes. “Consumimos mais carne do que precisamos”. “Digo aos meus pacientes para pensar com variedade: comer ovo ao invés de bacon no café da manhã, queijo no almoço ao invés de presunto e peixe no jantar”. Ela recomenda que as pessoas comam muitas lentilhas, cereais integrais, frutas, vegetais e peixes, além da carne. “A quantidade é outra coisa importante. Uma porção de carne deveria ser mais ou menos do mesmo tamanho de um baralho”. Ou da palma da mão!
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Fonte: Revista Veja
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terça-feira, 27 de julho de 2010

EFEITO DO BRÓCOLIS CONTRA O CÂNCER DE PRÓSTATA

O brócolis tem mostrado efeitos protetores contra uma série de doenças, do câncer de mama até a asma. Ele também atua inibindo o desenvolvimento do câncer de próstata, mas até agora os cientistas não sabiam como o vegetal agia no organismo para produzir esse efeito protetor.
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Esse mecanismo acaba de ser decifrado por uma equipe internacional de cientistas, chefiada pelo Dr. Richard Mithen, do Instituto de Pesquisas Alimentares da Inglaterra. A descoberta foi publicada no último exemplar da revista Molecular Cancer.
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Os cientistas descobriram que o efeito benéfico do brócolis deve-se ao SULFORAFANO, um composto químico presente no vegetal que interage com as células que não possuem um gene chamado PTEN, reduzindo as chances do desenvolvimento do câncer de próstata ou retardando seu desenvolvimento. O grupo realizou uma série de experimentos com tecidos da próstata humana e com modelos animais do câncer de próstata para estudar as interações entre a expressão do gene PTEN e a atividade anticâncer do sulforafano.
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"O PTEN é um gene supressor do tumor, e a sua deleção ou inativação pode iniciar a carcinogênese prostática, ou aumentar a probabilidade de progressão do câncer. Nós demonstramos aqui que o sulforafano tem efeitos diferentes dependendo se o gene PTEN está presente ou não," explica Mithen. Os cientistas constataram que, em células que expressam o PTEN, a ingestão de sulforafano não tem nenhum efeito sobre o desenvolvimento do câncer de próstata.
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Em células que não expressam o gene, no entanto, o sulforafano torna as células "menos competitivas", oferecendo uma explicação de nível molecular para como consumir brócolis pode reduzir o risco de incidência de câncer de próstata, ou de sua progressão, se ele já tiver-se instalado.
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Fonte: Diário da Saúde
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