Contribuir para hábitos saudáveis é a nossa missão!
Parabéns à todos, que assim como eu, se orgulham em ser
NUTRICIONISTA!
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Não é de hoje que o feijão é um sucesso mundial. Há registros de que esse grão já era cultivado nas Américas 9 mil anos antes de Cristo. De lá, espalhou-se pelo planeta e hoje aparece nas panelas dos cinco continentes, em preparações clássicas e contemporâneas. Vira sopa, salada, cozido, bolinho e até doce.
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Depois de seis meses de debate, técnicos da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) voltaram atrás e decidiram recomendar a manutenção da sibutramina, remédio usado para emagrecimento, no mercado brasileiro. Em relatório apresentado na quarta-feira para membros da Câmara Técnica de Medicamentos (Cateme) da agência, a equipe manteve a decisão de indicar a proibição apenas das drogas dietilpropiona, femproporex e mazindol.
As calorias a mais do achocolatado valem os nutrientes que seu filho vai consumir tomando um copo de leite? Essa pergunta está levantando uma discussão em escolas nos Estados Unidos. A questão é a quantidade de açúcar a mais que a criança consome todos os dias, que pode levar à obesidade e a outros problemas de saúde.
Você sabe de onde vem o tomate? Se a resposta imediata foi Itália, não se preocupe: você não está sozinho. É o país a que a maioria das pessoas costuma associar o fruto. Na verdade, ele surgiu na América do Sul, na região da cordilheira dos Andes, que envolve Peru, Chile, Equador e Colômbia. O tomate foi levado para a Europa entre os séculos 15 e 16, no período das Grandes Navegações, segundo Paulo César Tavares de Melo, professor do Departamento de Produção Vegetal da USP/Esalq e presidente da Associação Brasileira de Horticultura (ABH).
Embora o uso mais comum seja nas saladas, nos sanduíches e molhos, a versatilidade do tomate não para por aí. Diversas receitas – dos mais variados pratos quentes ou frios e até mesmo de drinques, como o clássico Bloody Mary – levam no preparo esse fruto, cujo sabor é um equilíbrio entre açúcares e ácidos. “O tomate que você encontra mais facilmente nos supermercados do Brasil é o Carmen, que dura mais, porém tem um sabor aguado, de baixa qualidade”, afirma o professor Melo. No entanto, existem centenas de variedades em todo o mundo. Em terras brasileiras, oito tipos são mais comuns atualmente.
Clique na imagem, visite o site e confira os diferentes tipos de tomates:
Fontes: Blog Pimenta do Reino e Revista Casa e Jardim
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As algas comestíveis são muito conhecidas na China, Coreia e Japão. Atualmente, seu uso se espalhou por todo o mundo e caiu no gosto dos brasileiros, tanto pelo sabor diferente quanto por suas propriedades benéficas para o organismo.
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Se o seu filho não gosta de comer vegetais e legumes, o problema pode ter começado durante a gestação. Pesquisadores de uma universidade na Philadelfia, nos Estados Unidos, revelaram que o que a mãe come durante a gestação pode influenciar as preferências dos pequenos.
Uma análise das tendências de consumo realizada pela equipe do nutrólogo e pediatra Mauro Fisberg, professor da Universidade Federal de São Paulo, mostra que parte da população não abre mão de alimentos práticos. O estudo aponta o crescimento de 15% nos gastos com produtos semiprontos na classe C. Entre os itens mais consumidos, destacam-se sanduíches e pizzas.
INGREDIENTES: - 10 tomates grandes
- 200g de palmito picado
- 1 cenoura pequena ralada no ralo grosso
- 2 colheres (sopa) de cheiro verde picado
- 1 xícara (chá) de maionese light
- Azeite a gosto
- Óleo para untar
- Queijo parmesão light ralado para polvilhar
- Folhinhas de salsa para decorar
MODO DE PREPARO:
Unte uma assadeira média (33x23cm). Reserve. Pré-aqueça o forno em temperatura média (180ºc). Corte uma tampa em cada tomate e retire as sementes, com cuidado para não furar a polpa. Vire os tomates para baixo e reserve até escorrer. Em uma tigela, misture o palmito, a cenoura, o cheiro-verde e a maionese e o azeite a gosto. Recheie cada tomate com essa mistura, polvilhe o queijo ralado e coloque na assadeira reservada. Leve ao forno por 20 minutos ou até dourar levemente. Decore com as folhinhas de salsa e sirva em seguida.
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Quem não ama frituras? Batata-frita, pastel, salgadinhos e afins, todos são uma delícia. Pena que sejam considerados tão nocivos á saúde. Mas, e se existisse um jeito de tornar as frituras mais saudáveis? Pois saiba que ele existe. Aprenda a transformar esses vilões em aliados de uma dieta saudável.
Na União Europeia (UE) geram-se, a cada ano, mais de 500.000 toneladas de resíduos de cebola, o que se converteu num problema ambiental. Os resíduos incluem cascas, camadas externas, raízes e talos, assim como as cebolas que não alcançam o tamanho ideal para a sua comercialização e as danificadas. No entanto, os investigadores acreditam que estes resíduos poderiam ser aproveitados como ingredientes alimentares. A casca e as camadas externas são ricas em fibras e flavonoides, substâncias benéficas para a saúde humana. Vanesa Benítez, investigadora do Departamento de Química Agrícola da Universidade Autónoma de Madrid, destaca que “a solução poderia passar pela utilização dos resíduos da cebola como fontes naturais de ingredientes com alto valor funcional”.
O grupo de investigação, ao qual pertence Benítez, juntamente com investigadores da Univercidade de Cranfield (Reino Unido), identificou em laboratório as substâncias benéficas e possíveis utilizações de cada parte da cebola. Os resultados deste estudo foram publicados na revista Plant Foods for Human Nutrition. O estudo assinala que a casca, por exemplo, poderia ser utilizada como um ingrediente funcional rico em fibras alimentares (principalmente fibras insolúveis) e em compostos fenólicos, como a quercetina e outros flavonóides (metabolitos das plantas com propriedades medicinais).
Segundo os investigadores, “o consumo de fibras reduz o risco de doenças gastrointestinais, cancro do cólon, diabetes tipo 2 e obesidade”. Os compostos fenólicos ajudam a prevenir doenças cardíacas e têm actividade anti-cancerígena. O alto teor destes compostos na casca e nas camadas externas da cebola também lhes confere elevada capacidade antioxidante.
No que respeita às partes internas das cebolas, assim com às cebolas inteiras que são descartadas, os investigadores propõem empregá-las como fontes de frutanos e compostos de enxofre. Os frutanos são probióticos, ou seja, exercem efeitos benéficos para a saúde ao estimular selectivamente o crescimento e a actividade das bactérias do cólon. Os compostos de enxofre inibem a agregação das plaquetas, pelo que facilitam o fluxo sanguíneo e, no geral, melhoram a saúde cardiovascular. Além disso, modificam positivamente os sistemas antioxidantes e anti-inflamatórios nos mamíferos.
Benítez aponta que “os resultados indicam que seria interessante separar as diferentes partes da cebola que são geradas durante o seu processamento industrial (…) e, assim, poderiam ser utilizadas como fontes de compostos funcionais para adicionar aos alimentos”.
Fonte: QUALFOOD
Descobrir que o seu bebê, já tão indefeso, pode sofrer com diarréias, vômitos e outros distúrbios intestinais depois de tomar leite é muito triste. A alergia ao leite de vaca e derivados acontece por causa da imaturidade imunológica e gastrintestinal dos pequenos durante os primeiros anos de vida.Ela é a mais comum entre as alergias alimentares, que atingem uma a cada 13 crianças, segundo estudo realizado nos Estados Unidos, e pode durar até os 7 anos, em geral, mas em alguns casos perdura até a idade adulta. “O organismo do bebê reage à presença das proteínas do leite, porque precisa combater as substâncias estranhas que identifica no seu corpo”, afirma a Renata Cocco, pediatra, membro da Sociedade Brasileira de Alergia e Imunopatologia.
A médica explica que para o tratamento do problema, normalmente, se receita a suspensão total do leite e de seus derivados na alimentação da criança. Entretanto, uma recente pesquisa desenvolvida na Mount Sinai School of Medicine, nos Estados Unidos, aponta um novo caminho para o combate da alergia. Segundo o estudo, a presença de leite em alimentos assados ou cozidos pode ser benéfica para os que sofrem da doença. Como?
Os pesquisadores chegaram a essa conclusão depois de analisar 88 crianças alérgicas, de 2 a 17 anos de idade. Por um período de cinco anos, elas foram gradativamente apresentadas a alimentos como bolos, waffles e biscoitos, todos com pequenas quantidades de leite em sua formulação. No final do período, 47% das crianças já conseguiam tolerar produtos laticínios como iogurte e sorvete, contra os 22% registrados entre aquelas que suspenderam totalmente o consumo do leite e seus derivados. Os cientistas logo perceberam, então, que a ingestão moderada e gradativa do leite cozido pode acelerar o desaparecimento da alergia, processo que naturalmente acontece com o crescimento da criança.
“Com o calor do cozimento, as proteínas do leite perdem a sua integridade. Por isso a ingestão do alimento cozido em pequenas quantidades acaba funcionando como uma imunoterapia. A criança cria a chamada tolerância oral, que significa a perda da alergia”, explica Renata. Em resumo, é como se essas pequenas doses fossem uma espécie de vacina: ao entrar em contato com tais proteínas, a criança desenvolveria imunidade contra elas. Mas isso não significa que, se o seu filho for alérgico ao leite, você pode fazer esse teste em casa. A especialista adverte que o tratamento só pode ser executado sob a orientação de um médico experiente.
Fonte: Revista Crescer
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