quinta-feira, 27 de outubro de 2011

'RASPAR O PRATO' PODE TER EFEITO INVERSO

Fazer com que a criança coma bem está no topo das preocupações dos pais. Mas, na tentativa de forçar os filhos a “raspar o prato”, muitos acabam prejudicando os pequenos, ao invés de ajudá-los. Essa é a conclusão de um estudo britânico, conduzido pela Loughborough University com 104 crianças de 3 a 6 anos, que vai ser publicado em dezembro no periódico Appetite. 

Segundo o estudo, obrigar a criança a comer tudo pode ter o efeito inverso, ou seja, despertar nela uma aversão à comida e, com isso, fazer com que coma menos. Além disso, a noção de saciedade também pode ficar comprometida, pois ela tem de perceber, sozinha, quando está satisfeita.

“As crianças são como nós, adultos, há fases da vida e dias em que estamos naturalmente com menos apetite”, diz Mirian Martinez, nutricionista do Hospital e Maternidade São Luiz. Então, o ideal é respeitar a fome do seu filho. A questão da saciedade pode levar à outro problema: a obesidade. "Uma criança que só sabe quando parar de comer por conta das ordens do pai poderá ingerir alimentos em excesso quando estiver sem os adultos por perto”, explica a nutricionista. 

Mas é claro que se o seu filho não come quase nada ou perde a fome de uma hora para outra você deve ficar atenta. “Se o apetite dela diminui sem nenhum outro fator associado, como uma doença ou sono, por exemplo, é preciso preocupar-se”. A saída é procurar o pediatra da criança para investigar o problema. Aliás, esse especialista também é o mais indicado para ajudar você a saber qual é a quantidade ideal de alimentos que o seu filho tem de ingerir. “Crianças comem menos que adultos, muitos pais esquecem disso”, afirma Mirian.

DICAS PARA ELE COMER MELHOR
  • Forçar a comer não é a mesma coisa que oferecer alimentos novos. É preciso insistir mais de uma vez com comidas diferentes, mas respeitar o paladar da criança. Uma ideia é oferecer um legume novo, por exemplo, no momento que a criança está com mais fome;  
  • A criança não vai ficar doente se não comer bem um dia, assim como nós, elas tem reserva de energia;  
  • Imponha horários, pois assim o seu filho sabe que não adianta ele comer rápido e pouco para brincar, pois aquela é a hora da refeição; 
  • Evite muito líquido durante as refeições. Eles dão a impressão de saciedade no curto prazo e fazem as crianças comerem menos do que precisam;  
  • Cuide da ansiedade. Sua expectativa pode ser maior que a fome do seu filho, e você nem imagina o quanto pode se decepcionar com uma careta depois do trabalho que você teve para fazer uma papinha; 
  • O disfarce de um alimento é aceitável desde que o mesmo seja oferecido em sua forma natural. Tudo bem picar aqueles legumes que ele não come e cozinhar junto com o arroz, mas ele também precisa aparecer no prato do seu filho de forma mais visível.
 Fonte: Revista Crescer

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quinta-feira, 20 de outubro de 2011

JÁ COMI E AINDA ESTOU COM FOME

Se mesmo depois de fazer uma refeição completa você é daqueles que continuam a sentir fome, talvez seu prato precise de alguns alimentos especiais, que aumentem a sensação de saciedade do organismo. Segundo a nutricionista Andréia Nogueira, do interior de São Paulo, sim, esse tipo de comida existe. E o melhor de tudo: é fácil de encontrar e um tanto quanto saudável. 

Uma pesquisa recente da Universidade da Califórnia, nos Estados Unidos, indica que a frutose (o açúcar das frutas) é uma dessas substâncias. Ela age “enganando” o estômago e previne, assim, o desejo de comer mais. Portanto, uma ótima ideia para dar um gostinho a mais na salada é misturar frutas entre legumes e verduras, como pedaços de maçã, abacaxi ou até mesmo melão.

Não é uma boa ideia, porém, abusar do açúcar proveniente da cana. É que a substância reduz a liberação da leptina, um hormônio essencial para “avisar” ao organismo que já estamos satisfeitos. Sem a sua participação no processo, aumenta aquela conhecida vontade de “quero mais”. Ou seja, depois do jantar ou do almoço você ainda volta algumas vezes à geladeira para ver se existe algo de interessante por lá.

Outra substância capaz de abreviar a saciedade é o bisfenol-a, presente nas embalagens de plástico e enlatados. Com uso recentemente proibido pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) para fabricação de mamadeiras, o risco é de em certas condições a substância migrar da embalagem para o próprio alimento. Nessas situações, o bisfenol-a pode interferir na atuação dos hormônios que controlam o desejo de comer.

“O bisfenol-a ainda é capaz de provocar vários malefícios para a saúde, aumentando os riscos de câncer de mama, crescimento da próstata e, no caso das gestantes, mau desenvolvimento do feto”, explica a nutricionista – por isso é que é bom também evitar o consumo de alimentos armazenados em latas amassadas ou que ficaram por longos períodos congelados ou aquecidos em recipientes de plástico.

CAFÉ DA MANHÃ REFORÇADO

Para controlar a fome que não passa, Andréia aconselha ainda prestar mais atenção ao café da manhã, valorizando essa refeição. “Quem come bem pela manhã garante a estabilidade das taxas de açúcar no sangue e o controle do apetite”, diz.

Não adianta, no entanto, rechear a alimentação matinal com alimentos muito açucarados ou gordurosos. Se isso for feito, há riscos de se obter o efeito inverso. “Prefira os cereais integrais, frutas e derivados do leite”, indica Andréia. Até mesmo porque as fibras dos cereais e das fibras, bem como as proteínas do leite, prolongam a saciedade.

A última dica da nutricionista é manter sempre a hidratação, o que, segundo ela, reduz a fome. Se beber água em intervalos regulares e várias vezes ao dia for entediante, você também pode alternar com o consumo de chás gelados, iogurtes e sucos. 

Fonte: Terra

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terça-feira, 27 de setembro de 2011

A BEBIDA NA HORA DA REFEIÇÃO


Embora evitar o consumo de bebidas durante o almoço ou o jantar seja o ideal, o hábito de tomar uns goles entre uma garfada e outra não está condenado. Se a sede costuma aparecer exatamente nessas horas, opções como água sem gás e suco de frutas são as melhores, contanto que não haja excessos.

Isso porque, em maiores volumes, mesmo as bebidas mais saudáveis são capazes de prejudicar a digestão. “Um dos problemas é que o líquido dilui o ácido clorídrico produzido no estômago, dificultando a absorção de vitaminas e minerais”, explica a nutricionista Leila Queiróz, de São Paulo. 

Portanto, se possível o melhor é dar um intervalo de até meia hora antes ou duas horas depois de o prato ser servido. Para quem não resiste à bebida, porém, tomar um copo na refeição ou um pouco mais não traz problemas.

Se optar pelo acompanhamento da bebida, aliás, é bom ir devagar com o refrigerante, um dos piores principalmente para os que estão de olho na balança. Por ser gaseificado, o líquido também deixa o estômago mais dilatado. “A pessoa com volume gástrico maior tende, então, a sentir necessidade de comer mais do que o normal, o que leva ao ganho de peso”, diz a nutricionista.

PARA SENTIR MENOS SEDE NAS REFEIÇÕES:

De acordo com o que a nutricionista observa, há casos em que a necessidade de beber durante as refeições está associada à baixa ingestão de líquidos ao longo do dia. Assim, uma das dicas é não permanecer durante muito tempo sem ingerir qualquer tipo de líquido. Vale a pena até manter uma garrafinha d’água cheia sempre por perto para não se lembrar de beber somente na hora das refeições.

Outra sugestão para sentir menos sede nesses momentos – além de evitar o excesso de sal e o uso de temperos fortes – está na própria mastigação. “Quem não mastiga direito e engole a comida rapidamente tem a sensação de que o alimento está seco, já que não dá tempo de a saliva umedecê-lo bem. Isso provoca a necessidade de beber algo”, esclarece Leila.

Ao preparar os pratos, deixar os alimentos mais pastosos e menos secos pode ajudar também. Em vez de assar a carne, comê-la na forma de ensopado é ótima ideia. O próprio arroz pode ficar mais molhado se temperado com molho de tomate (preferencialmente in natura, que é mais saudável), por exemplo.

Fonte: Terra
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domingo, 25 de setembro de 2011

LEITE ENGROSSADO, NÃO!

Para os avós, o neto está sempre magro e você não está alimentando-o direito. Mas, cuidado para não cair na tentação de engrossar (nem deixar ninguém fazer isso) o leite do seu filho. 

O leite, seja materno ou o indicado pelo pediatra, já tem os nutrientes necessários. Quando as pessoas adicionam farinha ou amido de milho à bebida, colocam cerca de 40 calorias a mais com apenas uma colher de sopa (10g) de produto. 

Imagine o efeito disso no organismo de uma criança!”, diz Fábio Ancona Lopes, pediatra e nutrólogo da Unifesp (SP). De acordo com o especialista, isso aumenta os riscos de obesidade, seja na infância ou na vida adulta. E com os riscos para a saúde, nem os avós vão gostar de vê-lo gordinho!

Fonte: Revista Crescer Partilhar

quinta-feira, 22 de setembro de 2011

ALIMENTOS PARA LEVAR NO CARRO

O carro é uma espécie de extensão da nossa casa. Como passamos tanto tempo em seu interior, que tal ter ali à mão alguns alimentos simples, mas que farão a diferença para nossa saúde? Além disso, dessa forma pode-se evitar gastos supérfluos com besteiras que enchem os olhos, mas não satisfazem a fome e nem nossa necessidade de nutrientes.

A nutricionista Fernanda Brandileone, de São Paulo, explica que o melhor é optar por alimentos ricos em nutrientes e com poucas calorias, que não pesam na balança. “O mais importante para a saúde é manter um padrão alimentar que inclua todos os tipos de alimentos”, diz ela. 

A nutricionista lembra ainda que, para quem passa muito tempo no carro, é recomendável também encontrar um tempinho para as atividades físicas. “O exercício, além de fortalecer o corpo, ajuda a prevenir doenças como o Alzheimer”, ela lembra.

Veja abaixo alguns suprimentos que não custa levar para o carro e garantem lanchinhos nutritivos e saudáveis:

IOGURTE ( melhor levar num recipiente térmico):  ”O iogurte é um dos alimentos do dia a dia mais ricos em cálcio, além de ter proteínas e potássio”, diz a nutricionista. Você pode também optar por aqueles enriquecido com probióticos, que ajudam a regular a saúde intestinal.

NOZES: Elas são ricas em nutrientes, ajudam no combate ao colesterol ruim e estimulam a dilatação dos vasos se ingeridas depois das refeições – quando as veias tendem a se contrair”, diz Fernanda. Mas lembra também que as nozes são muito calóricas – por isso, não abuse. “Cerca de meia dúzia de nozes por dia já são suficientes”, ela afirma.

KIWI: Aproveite aquele recipiente térmico e leve também um kiwis cortado, sugere Fernanda. “O kiwi é uma grande fonte de vitamina C, fibras, potássio, além de ser uma das únicas frutas que fornece também vitaminas A e E”, explica. Se estiver sem tempo antes de sair, corte os kiwis ao meio e coma-os com uma colherzinha sem tirar da casca. “O kiwi também tem um suave efeito laxante, devido à presença de muitas fibras”, acrescenta Fernanda.

MAÇÃ: Excelentes para a saúde em geral, as maçãs fazem ainda mais bem às mulheres. De acordo com uma pesquisa realizada na Cornell University, nos Estados Unidos, uma maçã ao dia reduz em 17% o risco de câncer de mama. Tanto para elas quanto para os homens, os benefícios da fruta são vários. “A maçã ajuda a proteger os ossos, a prevenir o câncer de pulmão, a asma, o Alzheimer e ainda fornece insulina para o corpo”, ressalta Fernanda.

BARRA DE CEREAIS: Uma das grande vatatagens delas é que pode “esquecê-las” no carro sem medo de estragarem. Segundo a nutricionista, as barras de cereais fornecem energia e podem ter o mesmo valor alimentício de um sanduíche. “Elas normalmente contém as mesmas calorias”, explica Fernanda. Portanto, não abuse. “Prefira as barras fibrosas, que são mais naturais”.

ÁGUA: Tenha sempre uma garrafa ao seu lado. “Tem gente que passa o dia inteiro sem tomar água e depois reclama de dores de cabeça e falta de concentração”, comenta Fernanda. Como ela explica, o líquido é essencial para manter a nossa hidratação e ainda contribui para evitar a formação de cancros e pedras nos rins. “Beber água também é vital para a saúde da pele”, lembra a nutricionista.

Fonte: TerraPartilhar

terça-feira, 20 de setembro de 2011

QUAL LEITE ESCOLHER?


Que o leite é importante na dieta devido ao seu alto valor nutritivo boa parte dos consumidores já sabe. Mas, embora o de vaca seja o mais comercializado no país, há outros tipos que também podem entrar no cardápio.

O leite de cabra, por exemplo, contém quantidades de proteína, açúcar e gorduras muito semelhantes ao de vaca. A principal diferença está no tipo de gordura. “As partículas de gordura do leite da cabra são menores, o que confere melhor absorção dos nutrientes e uma digestão mais rápida da bebida”, explica a nutricionista Carolina Oliboni, de São Paulo. 

Ou seja, se você tem alguma dificuldade de digestão do leite, dá para ter um alívio nos sintomas trocando o de vaca pelo de cabra – também usado na fabricação de ótimos queijos.

No entanto, assim como no caso do leite de vaca, quem toma leite de cabra não está livre de sofrer algumas conseqüências. A maior é quando existe alergia a determinadas proteínas do leite. Nessas situações, o melhor é partir logo para os substitutos de soja. “O leite de soja tem menos gordura e não contém colesterol, mas é menos nutritivo que o leite de vaca ou cabra”, compara Carolina. Embora não seja também grande fonte de cálcio, encontram-se marcas do produto enriquecidas com o mineral.

LEITE INTEGRAL É VILÃO?

Muita gente foge do leite integral, mas ele não é nenhum vilão da boa saúde. Se você não está acima do peso nem precisa restringir o consumo de colesterol, pode aproveitar tranquilamente esta forma mais rica e mais gorda da bebida. Mas, caso contrário, é bom ir devagar, pelo menos alternando o consumo com o de outras versões leves. Para se ter uma ideia, cada 100 ml de leite integral tem cerca de 4 gramas de gordura em sua composição, contra 1,5% no semidesnatado e quase zero no desnatado.

Se não há restrição também quanto ao açúcar, como no caso de quem tem diabetes, pode-se consumir leite com achocolatados sem maiores problemas. Outra dica é misturar a bebida com frutas, mas isso nem de longe é uma regra, principalmente para quem já tem um cardápio saudável. “Claro que as frutas tornam o leite mais nutritivo que o achocolatado, porém, se elas já são consumidas em outras horas, não é preciso que sejam acrescentadas sempre, ficando tudo de acordo com a preferência de cada um”, esclarece Carolina. 
 
Confira ainda um pequeno glossário de termos usados nas embalagens de leite:

UHT (Longa Vida): o leite é basicamente processado e envasado sem nenhum contato com o ar, além de armazenado em embalagens perfeitamente estéreis. Graças a esse processo o prazo de validade do produto é maior, podendo ser guardado fora da geladeira por períodos bem longos antes de aberto.

Pasteurização: é também um procedimento realizado para eliminação de bactérias do leite, em que a bebida é exposta sucessivamente a temperaturas altas e baixas. Algumas diferenças no processo levam à produção do leite tipo A, B e C.

Nata: é a gordura do leite

Leite condensado: por causa do aspecto cremoso, devido à retirada de mais da metade da água presente no leite, seu uso é mais frequente na produção de doces. Destaca-se pela quantidade de calorias, merecendo cuidado principalmente de quem deseja perder peso.

Bebidas lácteas fermentadas: algumas marcas contêm probióticos – as bactérias do bem, que quando ingeridas nas doses adequadas ajudam na regulação da flora intestinal, na digestão, no fortalecimento do sistema imunológico, entre outros benefícios.


Fonte: Terra Partilhar

segunda-feira, 12 de setembro de 2011

MINHA FOME É À NOITE

Muitas pessoas que desejam emagrecer queixam-se da dificuldade de controlar a alimentação no período noturno. Durante o dia, o trabalho e os compromissos fazem com que a atenção se volte para outros interesses. Mas quando a noite se aproxima, a imagem dos alimentos vêm à mente e torna-se quase impossível evitá-los.

Veja abaixo algumas dicas que podem minimizar este problema:

EVITE SALTAR REFEIÇÕES - Algumas pessoas acham que omitindo refeições estarão emagrecendo mais rápido. É uma idéia falsa e as repercussões geralmente aparecem à noite. A falta de nutrientes ao longo do dia causa uma sensação de fome que torna o indivíduo menos capaz de selecionar o que vai comer e de regular a quantidade de ingestão calórica.

MANTENHA ALIMENTOS LEVES EM CASA - Isso é fundamental: se só estocar em casa alimentos pouco calóricos, ao sentir vontade de comer você só terá acesso a este tipo de alimento. Boas sugestões para este horário são os sanduíches light, saladas com carne magra, sopas de legumes com carne ou frango. Muitos podem inclusive serem guardados congelados.

FAÇA ALGUMA ATIVIDADE FÍSICA NO FINAL DA TARDE - Para alguns, a vontade de comer durante a noite é conseqüência da ansiedade e do stress acumulados ao longo do dia. A realização de exercícios físicos no final da tarde é uma excelente maneira de controlar o stress e proporciona uma sensação de bem-estar que dura até a hora de dormir.

NÃO ESQUEÇA DAS PROTEÍNAS - Entre os nutrientes, as proteínas são as que proporcionam maior sensação de saciedade. Ao trocar o jantar por um lanche, muitas vezes as pessoas esquecem das proteínas e comem praticamente só carboidratos. Portanto, lembre-se de acrescentar ao seu lanche alimentos como presunto de peru, queijo magro, peito de frango desfiado ou mesmo um hamburguer light de frango.

EVITE FICAR BELISCANDO - É preferível fazer uma refeição mais completa do que comer pequenos lanchinhos a noite toda. Leve para a mesa somente a quantidade que for comer e guarde o restante. Cuidado com os petiscos: amendoins, castanhas, patês, salaminhos, queijos, etc contêm muitas calorias mesmo em pequenas quantidades. Que tal preparar uma xícara de um bom chá e degustá-la lentamente?

PROGRAME ALGO PRAZEROZO - Grande parte do hábito de comer à noite pode estar relacionado apenas ao fato de estar ocioso. Ler um bom livro, assistir a um DVD, conversar com um amigo ou parente ao telefone, brincar com crianças ou animais de estimação são exemplos de atividades que distraem e divertem sem engordar. Tente programar o que irá fazer antes mesmo de chegar em casa.


LEMBRE-SE: controlar a alimentação noturna é muito importante para o sucesso do seu tratamento.

Fonte: O2 por minuto  Partilhar

sexta-feira, 9 de setembro de 2011

BEBÊ PODE TOMAR IOGURTE?

Os pediatras dizem que essa é uma das primeiras dúvidas que surgem assim que as primeiras papinhas são liberadas. Tudo bem dar? Sim, você pode oferecer, mas é legal esperar pelo menos dois meses a partir da introdução da primeira papa por dois motivos. 

Primeiro porque, como o iogurte é mais ácido, se introduzido precocemente pode agredir o trato intestinal. Outro motivo é que a criança já vai estar acostumada com os alimentos in natura, então não vai prejudicar a alimentação dela. Você pode fazer em casa ou, na hora de escolher, optar pelo iogurte natural

Vale servir com uma fruta amassada de vez em quando, por exemplo, sem acréscimo de açúcar. Já os iogurtes que vêm com algum sabor, e, em geral, com conservantes e corantes, evite dar no primeiro ano e, depois, ofereça apenas de vez em quando.

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quarta-feira, 31 de agosto de 2011

DIA DO NUTRICIONISTA

Contribuir para hábitos saudáveis é a nossa missão!
Parabéns à todos, que assim como eu, se orgulham em ser
NUTRICIONISTA!



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domingo, 28 de agosto de 2011

FEIJÃO MARAVILHA

Não é de hoje que o feijão é um sucesso mundial. Há registros de que esse grão já era cultivado nas Américas 9 mil anos antes de Cristo. De lá, espalhou-se pelo planeta e hoje aparece nas panelas dos cinco continentes, em preparações clássicas e contemporâneas. Vira sopa, salada, cozido, bolinho e até doce.

Da família das leguminosas, o Phaseolus vulgaris, espécie mais comum de feijão, é um alimento quase completo. Possui minerais, vitaminas e proteínas, combate a anemia e, entre outros benefícios apontados por estudos, ajuda a inibir o aparecimento de doenças cardíacas e a diminuir o colesterol.

Na mesa do brasileiro, nem é preciso dizer que o feijão é essencial. É ele que confere aquela “sustança” ao prato nosso de cada dia. Conheça alguns dos mais famosos tipos de feijão e suas preparações:

ROXINHO - Grãos pequenos e arroxeados. Usado para fazer o tutu do virado à paulista. Em Minas Gerais, entra na receita do feijão tropeiro.

PRETO - No dia-a-dia, ele está presente na mesa dos cariocas. No resto do Brasil, entra no preparo da feijoada - com exceção de alguns lugares, como a Bahia, onde o tradicional prato brasileiro é feito com feijão mulatinho. Em compensação, os baianos usam os grãos pretos para fazer o feijão-de-leite, acompanhamento que leva leite de coco e açúcar.

BRANCO - Entra no preparo do cassoulet, a versão francesa da feijaoda. No Brasil, é ingrediente fundamental na dobradinha, em parceria com o bucho de boi. Fica ótimo também em purês e saladas.

FRADINHO - Com grãos pequenos, claros e com olhinhos pretos, é muito popular no Nordeste do Brasil, especialmente na Bahia, onde é usado para fazer a massa do acarajé. Nos Estados Unidos, onde é chamado de black eyed pea, é base da soul food, a culinária afro-americana.

AZUKI - De coloração marrom avermelhada e grãos miúdos, ele é utilizado na cozinha japonesa para fazer recheio de doces. Por seu alto valor nutritivo, é muito consumido por adeptos de dietas vegetarianas. Também é indicado como auxiliar nas dietas de emagrecimento.

CARIOQUINHA - Dizem que o carioquinha ganhou esse nome porque o desenho de sua casca - estrias marrons - lembrava as ondas do calçadão da praia de Copacabana. É usado da maneira tradicional, cozido em água e temperado com cebola, alho, louro e bacon.

Fonte: Revista Casa e Jardim
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sábado, 27 de agosto de 2011

ANVISA DESISTE DE PROIBIR INDICAÇÃO DA SIBUTRAMINA

Depois de seis meses de debate, técnicos da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) voltaram atrás e decidiram recomendar a manutenção da sibutramina, remédio usado para emagrecimento, no mercado brasileiro. Em relatório apresentado na quarta-feira para membros da Câmara Técnica de Medicamentos (Cateme) da agência, a equipe manteve a decisão de indicar a proibição apenas das drogas dietilpropiona, femproporex e mazindol.

O documento propõe que a sibutramina continue no mercado, desde que sejam respeitadas algumas condições: a droga não pode ser prescrita por um período superior a 60 dias, o paciente tem de ter índice de massa corpórea (IMC) acima de 30 e ele também terá de assinar um documento em que confirma estar ciente de todos os riscos.

A nova versão do relatório será apresentada para diretores da agência, a quem caberá decidir o destino dos emagrecedores no país. Pela praxe, a diretoria colegiada - formada pelos quatro diretores da Anvisa - segue a recomendação do relatório técnico.

Integrantes da Cateme afirmaram terem sido surpreendidos e se mostraram indignados com as novas indicações. A Cateme foi a responsável pelo primeiro relatório apresentado pela Anvisa, em fevereiro, recomendando a proibição do uso de todas essas drogas. Ontem, em votação unânime, a Cateme foi contrária ao parecer do grupo técnico.

RISCOS E BENEFÍCIOS

A equipe da Anvisa foi questionada sobre as razões da mudança de postura em relação aos emagrecedores. No início do ano, o mesmo grupo defendeu a retirada desses remédios - e a sibutramina era a vilã. O argumento era de que os riscos superavam os benefícios. Essa convicção foi mantida mesmo depois das duas audiências públicas realizadas pela Anvisa para ouvir especialistas e a sociedade.

No último encontro, em entrevista à reportagem, a chefe do Núcleo de Notificação da Anvisa, Maria Eugênia Cury, afirmara: "nenhum argumento ouvido nos encontros trazia um fato novo que mereceria a mudança do parecer". Ontem, Maria Eugênia foi questionada sobre qual seria o fato novo. A resposta foi: "uma decisão da equipe técnica."

O presidente da Associação Brasileira de Nutrologia, Durval Ribas Filho, considerou a vitória parcial. "É preciso esperar a decisão da diretoria colegiada da Anvisa. Mas o ideal seria que todos os remédios continuassem no mercado." Ricardo Meirelles, da Sociedade Brasileira de Endocrinologia e Metabologia concorda. "Não é o melhor dos mundos, mas seria insensato proibirem a sibutramina, afirmou."

Fonte: Revista Veja
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sexta-feira, 26 de agosto de 2011

ATENÇÃO ÀS CALORIAS DO LEITE COM CHOCOLATE

As calorias a mais do achocolatado valem os nutrientes que seu filho vai consumir tomando um copo de leite? Essa pergunta está levantando uma discussão em escolas nos Estados Unidos. A questão é a quantidade de açúcar a mais que a criança consome todos os dias, que pode levar à obesidade e a outros problemas de saúde.

Afinal, vale a pena dar leite com chocolate pensando no consumo de cálcio, importante para a formação de ossos e dentes? Depende da quantidade do chocolate e de quantas vezes a bebida é ingerida.

A nutricionista Daniella Mazzaferro, especializada em pediatria do Hospital Sírio-Libanês (SP), afirma que, se seu filho não toma leite, você pode oferecer derivados, como iogurtes e queijos. Agora, se ele só bebe com chocolate, ponha uma colher rasa de sobremesa para 240 ml de leite (se você já coloca muito, vá reduzindo a quantidade aos poucos, para ele não estranhar).

E não se esqueça de redobrar o cuidado se o seu filho estiver acima do peso!

Fonte: Blog Comer é um Barato
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