terça-feira, 3 de janeiro de 2012

APROVEITE AS SOBRAS DO FIM DE ANO


O Ano Novo acabou, mas as sobras da ceia estão na geladeira. Você costuma ficar em dúvida se pode usá-las para preparar outros pratos? A nutricionista e personal diet Karla Oliveira, da Mova Saúde, explica que o armazenamento correto é o primeiro passo para transformar o que sobrou da ceia em novos pratos.

“O que não foi consumido na ceia da noite anterior deve ser acondicionado separadamente, em potes plásticos, de inox ou vidro. Sobras de peru, chester, tender, pernil e bacalhau devem ser armazenadas, de preferência, nas prateleiras do meio da geladeira”, explica a personal diet. Karla Oliveira também recomenda que, em geral, as sobras da ceia sejam consumidas em, no máximo, dois dias. As rabanadas duram até três dias. 

CONFIRA AS IDÉIAS PARA PREPARAR NOVOS PRATOS:

PERNIL: Saltear fatias de pernil no suco de laranja, temperar com ervas frescas (como tomilho e alecrim) e cozinhar até que o suco reduza e se torne mais encorpado. Servir com arroz e salada verde.

PERU E CHESTER: Opção 1: desossar as sobras de peru ou chester, misturar com o arroz da ceia, acrescentar frutas secas, queijo ralado e levar ao forno para gratinar.
Opção 2: salada de folhas com lascas de peru ou chester ao molho de iogurte natural desnatado com hortelã.

TENDER: Sanduíche de tiras finas de tender e abacaxi.

BACALHAU E FRUTOS DO MAR: Opção 1: misturar as sobras com arroz, molho de tomate, azeitonas pretas e levar ao forno.
Opção 2: preparar uma salada de feijão fradinho com as sobras de bacalhau.

FRUTAS: Preparar uma salada de frutas com aquelas que sobraram. Acrescente iogurte natural e granola.

Fonte: saúde gnt


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sábado, 24 de dezembro de 2011

BOAS FESTAS!


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sexta-feira, 23 de dezembro de 2011

A ALIMENTAÇÃO NA CEIA DE NATAL

Nesta época do ano, para algumas pessoas, tão esperado quanto o presente trazido pelo Papai Noel é o cardápio da ceia de Natal. Embora sair da dieta seja bem comum na ocasião, vale lembrar que é possível reduzir o impacto calórico desse repasto tão especial.

A primeira dica diz respeito exatamente a um dos itens mais tradicionais da festa: a rabanada. Se você ficou com água na boca só de pensar nela, vale a pena preparar a rabanada no forno, em vez de servir a versão frita. Isso porque 100 gramas da primeira opção tem 163 calorias, contra 219 da segunda.

Para o início do jantar, a nutricionista Adriana Ávila, de São Paulo, lembra que as fibras são sempre ótimas aliadas, já que preenchem espaço no estômago e ajudam a evitar os excessos. “Por isso a importância de se caprichar na variedade das saladas”, ressalta.

Antes de se começar a comer, no entanto, ela recomenda olhar todas as comidas na mesa para melhor equilibrar o prato. “Se tiver arroz, farofa e maionese de acompanhamento, opte por um deles ou reúna-os em porções menores de cada”, sugere a nutricionista. A mesma regra, aliás, vale para as carnes – sempre observe o conjunto do prato, para poder apreciar de tudo com gosto e sem exagero.

Entre as carnes de aves, Adriana diz que o peito de chester é um pouco mais calórico que os de peru e frango – sempre lembrando que todas elas ganham calorias a mais se ingeridas com a pele.  A nutricionista lembra ainda que as variações ocorrem até entre carnes do mesmo tipo –  nas aves em geral, a carne branca do peito é mais magra que a escura, da coxa ou sobrecoxa.

Se você quiser se precaver de ingerir muita gordura, mas não abre mão dos belos tenders e outros cortes de porco usualmente servidos nesse dia, não fique muito culpado. Afinal, como lembra a nutricionista, o melhor e mais leve preparo de carne para a saúde é sempre o assado – justamente o mais comum na ceia de Natal. No caso da carne de porco, uma boa opção é o lombo, menos gorduroso que os demais cortes.

NA DOSE CERTA

Para regar condignamente a ceia, também há como racionalizar a quantidade de calorias ingeridas nas bebidas. Adriana diz que o menos calórico entre os acompanhamentos alcoolicos é a cerveja, seguida dos  vinhos ou champanhe. Porém, a cerveja, na maioria das vezes, é ingerida em maior quantidade, o que prejudica o emagrecimento. Os mais calóricos são os destilados vodca, uísque e cachaça – portanto, modere nesses aperitivos.

Entre um copo e outro, é bom também estar atento para não exagerar nos tira-gosto como castanhas, nozes, pistache, amêndoas e avelãs. Embora cheios de qualidades nutritivas, esses alimentos engordam bastante e logo se farão notar se consumidos além da conta. De acordo com a nutricionista, um punhado de cerca de 30 gramas está de bom tamanho para um dia normal da vida – então tome isso como uma base e faça sua própria conta.

Mas o mais importante de tudo, como diz Adriana, é curtir com tranquilidade a ceia natalina. “A pessoa deve comer com calma e não agir como se fosse a última refeição de sua vida”, reforça a nutricionista.

Fonte: TerraPartilhar

quinta-feira, 22 de dezembro de 2011

MAIS UM ANO E MAIS UM PRÊMIO!

O TOP BLOG classificou o Alimentarium em 2º lugar na categoria saúde profissional através do júri acadêmico. Obrigada, mais uma vez, pelo incentivo!


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sábado, 17 de dezembro de 2011

BENEFÍCIOS DO DAMASCO


Com origem em regiões da China e da Rússia, além de ser muito comum na culinária árabe, o damasco também é popular no Brasil. Versátil a ponto de poder ser misturado à salada e até em receitas de sobremesa, o alimento é considerado pela nutricionista Adriana Oliveira, de São Paulo, uma “caixinha de nutrientes”.

Assim como a abóbora e a cenoura, por exemplo, o damasco conta com boas doses de betacaroteno. A substância fortalece a imunidade do organismo; reduz a chance de algumas doenças relacionadas à visão; e é um excelente aliado na hora de pegar aquele bronzeado na praia, pois ajuda na proteção contra os raios ultravioletas – o protetor solar, porém, jamais deve ser dispensado.  A fruta contém, ainda, as vitaminas B1, B5 e C, bem como os minerais ferro, magnésio e potássio.

Outra substância, o cálcio, está presente em bem menor quantidade que no leite, uma de suas principais fontes na dieta. No entanto, a nutricionista afirma que a fruta é capaz de ajudar na prevenção e no combate a doenças como a osteoporose, já que um damasco fresco apresenta 55 miligramas do mineral. “Embora um copo de leite desnatado tenha 250 miligramas de cálcio, o damasco também ajuda”, diz.

DAMASCO SECO É MAIS CALÓRICO DO QUE O FRESCO

Cada cem gramas de damasco fresco tem 50 calorias, enquanto na versão seca esse número é, simplesmente, cinco vezes maior. Assim, para saborear a fruta em uma dieta equilibrada sem correr o risco de ganhar alguns quilinhos, Adriana sugere o consumo de duas unidades de damasco fresco até três vezes na semana. No caso do seco, ela indica a mesma porção até duas vezes nesse período. “É o ideal para a fruta não interferir em absolutamente nada, na balança”, ressalta.  

Fonte: Terra


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sexta-feira, 16 de dezembro de 2011

MINISTÉRIO DA SAÚDE REDUZ NÍVEL DE SÓDIO EM ALIMENTOS INDUSTRIALIZADOS


O Ministro da Saúde Alexandre Padilha assinou hoje um documento que estabelece a redução gradual de sódio em alguns dos alimentos mais consumidos pelo público infanto-juvenil, como biscoitos e salgadinhos. O componente, usado como conservante ou para realçar o sabor dos alimentos, está ligado ao aumento da pressão arterial.

O pacto prevê a redução gradual de sódio em 16 categorias de alimentos, como bolos prontos, misturas para bolos, batatas fritas e batata palha, pão francês, salgadinhos de milho, maionese e biscoitos (doces ou salgados). O acordo determina que os rótulos nutricionais informem a quantidade de sódio e que a indústria faça o controle de ingredientes à base de sódio e fiscalize as análises laboratoriais das mercadorias. As metas de redução devem ser cumpridas pelo setor até 2014.

Segundo pesquisa do Ministério da Saúde, no país, os adolescentes são os maiores consumidores de produtos ricos em sódio. Eles consomem sete vezes mais salgadinhos do que os adultos, quatro vezes mais biscoitos recheados e duas vezes e meia biscoitos doces.

Fonte: Revista Época Partilhar

quinta-feira, 15 de dezembro de 2011

ANVISA PROÍBE VENDA DE INIBIDORES DE APETITE

 

Começa a valer a partir desta sexta-feira (9), a proibição de três inibidores de apetite derivados de anfetaminas (anfepramona, femproporex e mazindol) determinada pela Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) em outubro. Os produtos deveriam ter sido retirados das prateleiras até hoje. O uso de medicamentos à base de sibutramina foi liberado na ocasião, e passa a ser prescrito mediante apresentação de um termo de esclarecimento assinado pelo paciente.

A decisão da agência foi baseada na  alegação de que os riscos à saúde desses remédios superam os benefícios. Estudos indicam que os medicamentos derivados da anfetamina, também chamados de anorexígenos, podem provocar problemas cardiopulmonares e no sistema nervoso central.

TERMO DE ESCLARECIMENTO

 

A sibutramina, droga que aumenta a saciedade, é um dos principais substâncias utilizadas para pessoas no tratamento da obesidade no país. Desde março do ano passado, elas passaram a ter um controle maior de prescrição e venda no Brasil, após um estudo indicar que o uso contínuo pode aumentar o risco de infarto e AVC (acidente vascular cerebral). Na Europa e nos Estados Unidos, o uso da droga é proibido.

As análises sobre estes produtos disponíveis no mercado verificaram que eles são mais indicados para obesos sem histórico de doenças cardíacas, pacientes com diabetes, mulheres com ovários policísticos e aqueles com hepatite não alcoólica. Deve ser recomendado, inclusive, o descontinuidade do uso para pacientes que não responderam em quatro semanas ao tratamento com esta substância.

Com a nova determinação, médicos e pacientes deverão assinar um termo de esclarecimento, no qual o paciente confirma que recebeu as informações necessárias sobre o porquê lhe foi indicado o remédio. O documento terá assinatura do médico e do paciente, que será obrigado a apresentá-lo quando for comprar os remédios contendo tal sustância. Outra mudança está na diminuição de 60 para 30 dias as receitas dos medicamentos.

Os médicos terão a responsabilidade de reportar qualquer tipo de efeito colateral decorrente do uso deste remédio à Anvisa. A resolução não alterou a indicação da droga apenas para pacientes com IMC (índice de massa corporal), igual ou acima de 30, que não tenha registro de doenças cardiovasculares. As fabricantes dos medicamentos ainda deverão apresentar à Anvisa um plano de redução de riscos no uso desta substância.

Fonte: Uol Partilhar

sexta-feira, 11 de novembro de 2011

ORGANIZE A SUA GELADEIRA

Você sabia que, assim como a escolha dos alimentos que a sua família vai consumir, é fundamental que eles fiquem armazenados corretamente na geladeira? Isso porque, aqueles que precisam ser refrigerados, caso não estejam guardados na temperatura correta podem se deteriorar e estragar rapidamente. Fique de olho também no prazo de validade dos produtos na geladeira! Abaixo você confere mais dicas:

ONDE GUARDAR OS ALIMENTOS

Congelador - Os alimentos comprados congelados devem ser guardados diretamente no congelador. Se forem descongelados, não devem voltar para lá.

Prateleira superior (abaixo do congelador) - Coloque os alimentos que precisam de mais refrigeração, como leites, queijos, iogurtes, manteiga e patês. Eles devem ficar em embalagens fechadas para não espalhar cheiros.

Prateleiras do meio - Nelas devem ser guardadas as sobras de comida ou alimentos a serem descongelados. Mas, sempre, em vasilhas. Guarde aí também as guloseimas e carnes temperadas.

Prateleira inferior (a última, antes da gaveta) - Só devem ser colocados alimentos que serão consumidos rapidamente, como as frutas maduras.

Gaveta - As verduras de folhas e legumes devem ser guardados embalados em sacos plásticos e longe do congelador, pois o frio faz com que estraguem rapidamente.

Porta - Guarde apenas alimentos de consumo rápido, como sucos, refrigerantes, vidros de azeitonas e temperos. Nunca coloque os ovos nesse local. Eles devem ser guardados em um pote fora da embalagem e na prateleira superior ou do meio.

OUTROS CUIDADOS

- Mantenha o freezer (ou o congelador) e a geladeira na temperatura adequada. A temperatura da geladeira deve ser inferior a 5ºC, e a do freezer não pode estar acima de 15ºC negativos;

- Abra a geladeira só quando for necessário e mantenha a porta aberta pelo menor tempo possível, para evitar oscilações de temperatura;

- Limpe a geladeira periodicamente e verifique a data de validade dos produtos armazenados;

- A geladeira nunca deve ficar muito cheia de alimentos, e as prateleiras não devem ser cobertas com panos ou toalhas, para não dificultar a circulação do ar frio;

- Não guarde alimentos por muito tempo, mesmo que seja na geladeira. O alimento preparado deve ser consumido, no máximo, em cinco dias;

- Nunca descongele os alimentos à temperatura ambiente. Use o forno micro-ondas se for prepará-lo imediatamente ou deixe o alimento sob refrigeração o tempo suficiente para que descongele;

- Alimentos fracionados em pequenas porções podem ser cozidos diretamente, sem prévio descongelamento.

HIGIENIZAÇÃO

1º Passo: Fazer uma faxina na geladeira

- Limpe as superfícies das prateleiras internas com água morna e detergente;

- Quando estiver limpa, prepare uma solução com uma colher de sopa de água sanitária diluída em 200 ml de água (± um copo) e passe com um pano umedecido.

2º Passo: higienizar os alimentos e/ou embalagens antes de guardá-los

- Lave com água e sabão as embalagens de sucos, molho de tomate, leite e etc.;

- Higienize frutas e hortaliças antes de levá-las à geladeira e consumi-las. Lave em água corrente um a um e siga o procedimento abaixo:

• Coloque-os em água clorada (ou com produto específico - hipoclorito de sódio –  ou com água sanitária – 1 colher de sopa para cada litro de água) e os deixe de molho por 15 minutos. Lave novamente os alimentos e seque bem antes de guardar na geladeira (centrífuga ou papel absorvente).


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terça-feira, 8 de novembro de 2011

PLANTAS QUE EMAGRECEM

Chás, extratos de ervas, suplementos naturais... Eles estão na boca do povo e, de tempos em tempos, ganham inclusive garotas-propaganda entre as celebridades que exibem suas curvas na televisão. A impressão é que nem as plantas escapam do ritmo cíclico da moda. Não à toa, quem quer — ou precisa — perder peso costuma se dividir quando uma nova espécie está em evidência: uns a recebem com desconfiança, outros a acolhem como a fórmula secreta para vencer a contenda contra a balança. A verdade é que dá para ficar facilmente perdido diante de inúmeras promessas, na maioria das vezes rejeitadas pelos médicos.

A ciência, porém, não pode desprezar o potencial de certas plantas para integrar uma das frentes de combate à epidemia de obesidade. Embora não sejam a panaceia em matéria de perda de peso, alguns fitoterápicos já passam por testes rigorosos e demonstram seus bons efeitos. Não substituem mudanças de hábito nem, em alguns casos, outros remédios, mas sua ajuda pode ser bem-vinda na hora de afinar o corpo.

Que o diga o popular chá verde. Já existiam indícios de sua capacidade de eliminar gordura e, agora, um estudo brasileiro comprova seus préstimos em seres humanos com quilos a mais. A bebida feita com a planta Camellia sinensis foi alvo de uma pesquisa da Escola Superior de Agricultura Luiz de Queiroz, da Universidade de São Paulo, em Piracicaba, no interior paulista. Os dados obtidos mostram que a planta ajuda a esvaziar os redutos gordurosos, diminuir a circunferência abdominal e ainda ganhar massa muscular, dando um gás para a prática de atividade física.

Outro fitoterápico visitou as bancadas de laboratório depois de começar a fazer sucesso na mídia. Trata-se da pholia negra, um extrato de plantas do gênero Ilex, do qual faz parte, por exemplo, a famosa erva-mate. Suas cápsulas foram submetidas ao crivo científico em um estudo com ratos coordenado pela bióloga Maria Martha Bernardi na Universidade de São Paulo. Após um mês, os investigadores repararam que a perda de peso foi similar tanto no grupo que recebeu a pholia negra quanto no grupo que recebeu a sibutramina. Sendo assim, os ratinhos se livraram, em média, de 10% da sua massa corporal. "Diferentemente da sibutramina, que age no sistema nervoso central, a pholia negra desacelera a atividade do estômago, fazendo com que a comida fique mais tempo lá dentro", explica Maria Martha. Dessa forma, o fitoterápico conseguiria deixar a pessoa saciada por um período maior.

Enquanto aguardamos pesquisas que avaliem o desempenho do extrato em seres humanos, vale voltar os olhos para o Oriente, de onde vem a maioria das últimas fórmulas naturais antiobesidade que chegaram ao país. É o caso das cápsulas do óleo de cártamo, cultuado há anos em países asiáticos. O suplemento, extraído das sementes dessa planta, costuma surtir efeito após seis meses — ele deve ser ingerido antes das refeições. "Seus ácidos graxos essenciais aumentam a oferta de leptina, o hormônio da saciedade", explica a nutricionista Stefania Valente da Silva, do laboratório Herbarium, um dos fabricantes do produto.

O óleo de cártamo tem ainda outro mecanismo de ação: ele ativa o tecido adiposo marrom, reserva que, de maneira diversa da famigerada gordura branca, eleva a temperatura corpórea e faz queimar calorias. "Só que o organismo gasta a energia estocada na gordura branca", diz Stefania. Da Ásia vem outro reforço pró-saciedade. O laboratório Galena trouxe para o Brasil um suplemento à base de pinho coreano, disponível na forma de sachês em farmáciasde manipulação. 

O óleo da planta tem uma substância que estimula a liberação de hormônios que dão sensação de barriga cheia. Quer mais? Destaque recente, a indiana Mucuna pruriens ainda está sob investigação, mas parece atuar em uma via alternativa. "Trabalhos mostram que ela eleva os níveis de um neurotransmissor ligado ao prazer, o que ajudaria a diminuir a compulsão alimentar", diz a nutricionista Andréia Naves, do Centro Brasileiro de Nutrição Funcional, em São Paulo.

Apesar de tantas opções e expectativas, Há especialistas que continuam vendo as plantas com reservas. "Ainda faltam estudos em larga escala e dados de eficácia e segurança", diz o endocrinologista Marcio Mancini, do Hospital das Clínicas de São Paulo. Do outro lado, pesquisadores querem explorar ainda mais o potencial da flora brasileira. "Estamos testando mais de 2 mil plantas amazônicas e é provável que algumas delas tenham efeito contra o excesso de peso", conta Martha, que hoje atua na Universidade Paulista. Se a natureza oferece ajuda — e a ciência aprova —, não custa aceitar.

CONSULTE UM ESPECIALISTA

Um recado a todos que desejam emagrecer com o auxílio de um fitoterápico: nunca saia por aí ingerindo um produto sem a indicação e a orientação de um médico ou de um nutricionista. Lembre-se de que, em dosagens equivocadas ou misturados a remédios, os compostos das plantas podem expor o organismo a uma série de riscos, inclusive fatais. Outro aviso: jamais substitua um medicamento por uma erva com a pretensão de obter o mesmo efeito. Também não vá atrás dos conselhos dados por amigos: o que ajudou no caso deles pode ser mal tolerado pelo seu corpo. E, sempre que for ao médico, não esconda dele que faz uso de um produto à base de plantas.

Existem diversas versões e marcas de fitoterápicos disponíveis no mercado, a maioria com venda livre. Por isso, fique de olho nos rótulos e dê preferência a produtos fabricados por laboratórios e com selo de aprovação da Agência Nacional de Vigilância Sanitária, a Anvisa.


Fonte: Revista SaúdePartilhar

quarta-feira, 2 de novembro de 2011

AS CASTANHAS E OS SEUS BENEFÍCIOS

Que as frutas oleaginosas trazem benefícios à saúde, todo mundo sabe. Ricas em nutrientes como selênio e vitamina E e ajudam a pegar no sono e a controlar o peso. 

Por ter uma grande variedade de formas e sabores, as castanhas são consideradas petiscos práticos e saborosos. O jornal britânico Daily Mail fez uma seleção de quais castanhas escolher de acordo com os benefícios que trazem à saúde.

Baixar o colesterol: nozes
Um estudo envolvendo 365 pessoas constatou que aqueles que consomem 30g diárias de castanhas conseguem reduzir até 0,3 pontos no colesterol total em um mês.

Cansaço: castanha de caju
Contêm duas vezes mais concentração de ferro do que um bife, ajudando a carregar oxigênio pelas células do sangue, melhorando o cansaço e a concentração.

Combater gripes e resfriados: pecans
Cinco pecans contêm cerca de 1/6 da dose diária recomendada de zinco, que é essencial para o funcionamento das células de defesa do sangue, que brigam contra vírus e bactérias.

Perda de peso: amendoins
As gorduras, fibras e proteínas ajudam na sensação prolongada de saciedade, levando a consumir menos guloseimas. Pesquisadores da Universidade de Harvard descobriram que dietas moderadas em gordura que incluem amendoim e manteiga de amendoim são fáceis de perder peso do que aquelas que não têm essa castanha.

Abaixar a pressão arterial: pistaches
Duas porções que cabem na palma da mão contêm mais potássio do que uma banana e quando constituindo parte de uma dieta saudável, ajuda a controlar a hipertensão.

Prevenir câncer: castanha-do-pará
Fonte de selênio, ajuda a proteger as células, reduzindo o risco de desenvolver certos tipos de câncer como de bexiga e próstata. Duas castanhas-do-pará por dia fornecem mais selênio do que a necessidade diária.

Lidar com diabetes: amêndoas
Rica em fibras e sem carboidratos, as amêndoas reduzem o índice glicêmico da refeição da qual fazem parte e ainda têm magnésio para regular o açúcar no sangue.

Saúde como um todo: avelãs
Rica em gorduras monossaturadas, que são amigas do coração, é uma fonte natural de vitamina E, que protege as células. Ainda contêm fibra, cálcio, magnésio, zinco, ácido fólico e biotina, tornando-se um alimento saudável.

Fonte: Terra
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quinta-feira, 27 de outubro de 2011

'RASPAR O PRATO' PODE TER EFEITO INVERSO

Fazer com que a criança coma bem está no topo das preocupações dos pais. Mas, na tentativa de forçar os filhos a “raspar o prato”, muitos acabam prejudicando os pequenos, ao invés de ajudá-los. Essa é a conclusão de um estudo britânico, conduzido pela Loughborough University com 104 crianças de 3 a 6 anos, que vai ser publicado em dezembro no periódico Appetite. 

Segundo o estudo, obrigar a criança a comer tudo pode ter o efeito inverso, ou seja, despertar nela uma aversão à comida e, com isso, fazer com que coma menos. Além disso, a noção de saciedade também pode ficar comprometida, pois ela tem de perceber, sozinha, quando está satisfeita.

“As crianças são como nós, adultos, há fases da vida e dias em que estamos naturalmente com menos apetite”, diz Mirian Martinez, nutricionista do Hospital e Maternidade São Luiz. Então, o ideal é respeitar a fome do seu filho. A questão da saciedade pode levar à outro problema: a obesidade. "Uma criança que só sabe quando parar de comer por conta das ordens do pai poderá ingerir alimentos em excesso quando estiver sem os adultos por perto”, explica a nutricionista. 

Mas é claro que se o seu filho não come quase nada ou perde a fome de uma hora para outra você deve ficar atenta. “Se o apetite dela diminui sem nenhum outro fator associado, como uma doença ou sono, por exemplo, é preciso preocupar-se”. A saída é procurar o pediatra da criança para investigar o problema. Aliás, esse especialista também é o mais indicado para ajudar você a saber qual é a quantidade ideal de alimentos que o seu filho tem de ingerir. “Crianças comem menos que adultos, muitos pais esquecem disso”, afirma Mirian.

DICAS PARA ELE COMER MELHOR
  • Forçar a comer não é a mesma coisa que oferecer alimentos novos. É preciso insistir mais de uma vez com comidas diferentes, mas respeitar o paladar da criança. Uma ideia é oferecer um legume novo, por exemplo, no momento que a criança está com mais fome;  
  • A criança não vai ficar doente se não comer bem um dia, assim como nós, elas tem reserva de energia;  
  • Imponha horários, pois assim o seu filho sabe que não adianta ele comer rápido e pouco para brincar, pois aquela é a hora da refeição; 
  • Evite muito líquido durante as refeições. Eles dão a impressão de saciedade no curto prazo e fazem as crianças comerem menos do que precisam;  
  • Cuide da ansiedade. Sua expectativa pode ser maior que a fome do seu filho, e você nem imagina o quanto pode se decepcionar com uma careta depois do trabalho que você teve para fazer uma papinha; 
  • O disfarce de um alimento é aceitável desde que o mesmo seja oferecido em sua forma natural. Tudo bem picar aqueles legumes que ele não come e cozinhar junto com o arroz, mas ele também precisa aparecer no prato do seu filho de forma mais visível.
 Fonte: Revista Crescer

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quinta-feira, 20 de outubro de 2011

JÁ COMI E AINDA ESTOU COM FOME

Se mesmo depois de fazer uma refeição completa você é daqueles que continuam a sentir fome, talvez seu prato precise de alguns alimentos especiais, que aumentem a sensação de saciedade do organismo. Segundo a nutricionista Andréia Nogueira, do interior de São Paulo, sim, esse tipo de comida existe. E o melhor de tudo: é fácil de encontrar e um tanto quanto saudável. 

Uma pesquisa recente da Universidade da Califórnia, nos Estados Unidos, indica que a frutose (o açúcar das frutas) é uma dessas substâncias. Ela age “enganando” o estômago e previne, assim, o desejo de comer mais. Portanto, uma ótima ideia para dar um gostinho a mais na salada é misturar frutas entre legumes e verduras, como pedaços de maçã, abacaxi ou até mesmo melão.

Não é uma boa ideia, porém, abusar do açúcar proveniente da cana. É que a substância reduz a liberação da leptina, um hormônio essencial para “avisar” ao organismo que já estamos satisfeitos. Sem a sua participação no processo, aumenta aquela conhecida vontade de “quero mais”. Ou seja, depois do jantar ou do almoço você ainda volta algumas vezes à geladeira para ver se existe algo de interessante por lá.

Outra substância capaz de abreviar a saciedade é o bisfenol-a, presente nas embalagens de plástico e enlatados. Com uso recentemente proibido pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) para fabricação de mamadeiras, o risco é de em certas condições a substância migrar da embalagem para o próprio alimento. Nessas situações, o bisfenol-a pode interferir na atuação dos hormônios que controlam o desejo de comer.

“O bisfenol-a ainda é capaz de provocar vários malefícios para a saúde, aumentando os riscos de câncer de mama, crescimento da próstata e, no caso das gestantes, mau desenvolvimento do feto”, explica a nutricionista – por isso é que é bom também evitar o consumo de alimentos armazenados em latas amassadas ou que ficaram por longos períodos congelados ou aquecidos em recipientes de plástico.

CAFÉ DA MANHÃ REFORÇADO

Para controlar a fome que não passa, Andréia aconselha ainda prestar mais atenção ao café da manhã, valorizando essa refeição. “Quem come bem pela manhã garante a estabilidade das taxas de açúcar no sangue e o controle do apetite”, diz.

Não adianta, no entanto, rechear a alimentação matinal com alimentos muito açucarados ou gordurosos. Se isso for feito, há riscos de se obter o efeito inverso. “Prefira os cereais integrais, frutas e derivados do leite”, indica Andréia. Até mesmo porque as fibras dos cereais e das fibras, bem como as proteínas do leite, prolongam a saciedade.

A última dica da nutricionista é manter sempre a hidratação, o que, segundo ela, reduz a fome. Se beber água em intervalos regulares e várias vezes ao dia for entediante, você também pode alternar com o consumo de chás gelados, iogurtes e sucos. 

Fonte: Terra

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