quarta-feira, 18 de janeiro de 2012

AFETO X OBESIDADE


A relação entre mãe, bebê e alimentação começa logo na gestação e tem influência pelo resto da vida. Afinal, os genes e os hábitos alimentares da família vão ditar as preferências da criança. Mas sabia que afeto entre você e o seu filho também interfere na maneira como ele vai lidar com a comida na adolescência? Tal suspeita foi comprovada recentemente por um estudo publicado na revista Pediatrics, da Academia Americana de Pediatria, nos Estados Unidos.

Segundo a pesquisa, crianças que tiveram uma relação pouco afetuosa com as mães têm duas vezes mais chances de se tornar obesas aos 15 anos. Os pesquisadores sugerem que isso acontece porque em situações de estresse, a criança aprende a substituir a figura materna pela comida.

No estudo, os especialistas acompanharam mil crianças, com idade entre 15 meses e 3 anos, e analisaram o nível de sensibilidade das mães. Isso foi obtido a partir da observação de atividades monitoradas por vídeo. Os cientistas avaliaram a sensilbilidade materna como a capacidade da mãe em reconhecer e atender as necessidades do filho. Eles também observaram se as crianças encaravam as mães como uma base segura e confortável ou não. Nos casos em que a mães não corresponderam aos anseios dos filhos, as crianças se mostraram mais propensas ao estresse e ao acúmulo de peso.

Para a brasileira Maria Emília Albuquerque, nutricionista infantil do Hospital Pequeno Príncipe, em Curitiba (PR), a obesidade pode mesmo surgir nos casos em que a comida se torna um escape. "A criança nesse sentido funciona como os adultos, se ela está estressada ou triste vai procurar algo que lhe dê prazer e a comida é um caminho simples para isso", explica a especialista.

A nutricionista atenta também para os casos em que os pais trabalham demais ou exercem muitas atividades diariamente. Nessas situações, é comum a criança ganhar doces ou fast-food como espécie de recompensa pela ausência, o que pode se tornar um péssimo hábito para os pequenos. "Se funcionar como um prêmio, a criança vai estabelecer um vínculo errado com a comida", alerta.

Fonte: CrescerPartilhar

segunda-feira, 16 de janeiro de 2012

COCA-COLA ZERO É PROIBIDA NOS EUA. NO BRASIL, 7 REFRIGERANTES TÊM SUBSTÂNCIA CANCERÍGENA

Coca-cola Zero. Sukita Zero. Fanta Light. Dolly Guaraná. Dolly Guaraná Diet. Fanta Laranja. Sprite Zero. Sukita. Oito bebidas e duas substâncias altamente nocivas ao ser humano. Na Coca-cola Zero, está o ciclamato de sódio, um agente químico que reconhecidamente faz mal à saúde. Nos outros sete refrigerantes, está o benzeno, uma substância potencialmente cancerígena.

Essa é a mais recente descoberta que vem sendo publicada na mídia e que só agora chega aos ouvidos das maiores vítimas do refrigerante: os consumidores. A pergunta que vem logo à mente é: “por que só agora isso está sendo divulgado?”. E, pior: “se estes refrigerantes fazem tão mal à saúde, por que sua venda é permitida?”.
 
Nos Estados Unidos da América, a Coca-cola Zero já é proibida pelo FDA (Federal Drugs Administration), mas sua venda continua em alta nos países em desenvolvimento ou não desenvolvidos, como os da Europa Oriental e América Latina. O motivo é o baixo custo do ciclamato de sódio (10 dólares por quilo) quando comparado ao Aspartame (152 dólares/Kg), substância presente na Coca-cola Light. O que isso quer dizer? Simplesmente que mesmo contendo substância danosa à saúde, a Coca Zero resulta num baixo custo para a companhia, tendo por isso uma massificação da propaganda para gerar mais vendas.

NÃO BASTA O CIGARRO?

E a ironia não para por aí. Para quem se pergunta sobre os países desenvolvidos, aqui vai a resposta: nos Estados Unidos, no Canadá, no Reino Unido e na maioria dos países europeus, a Coca-cola Zero não tem ciclamato de sódio. A luta insaciável pelos lucros da Coca-cola Company são mais fortes nos países pobres, até porque é onde menos se tem conhecimento, ou se dá importância, a essa informações.

No Brasil, o susto é ainda maior. Uma pesquisa realizada pela Pro Teste – Associação Brasileira de Defesa do Consumidor – verificou a presença do benzeno em índices alarmantes na Sukita Zero (20 microgramas por litro) e na Fanta Light (7,5 microgramas). Já nos refrigerantes Dolly Guaraná, Dolly Guaraná Diet, Fanta Laranja, Sprite Zero e Sukita, o índice de benzeno estava abaixo do limite de 5 microgramas por litro.

Só para se ter uma idéia, o benzeno está presente no ambiente através da fumaça do cigarro e da queima de combustível. Agora, imagine isso no seu organismo ao ingerir um dos refrigerantes citados. Utilizado como matéria-prima de produtos como detergente, borracha sintética e 
náilon, o benzeno está relacionado a leucemias e ao linfoma. Contudo, apesar de seus malefícios, o consumo da substância não significa necessariamente que a pessoa terá câncer, pois cada organismo tem seu nível de tolerância e vulnerabilidade.

CORANTES E ADOÇANTES

Na mesma pesquisa da Pro Teste, constatou-se que as crianças correm um grande risco, pois foram encontrados adoçantes na versão tradicional do Grapette, não informados no rótulo. Nos refrigerantes Fanta Laranja, Fanta Laranja Light, Grapette, Grapette Diet, Sukita e Sukita Zero, foram identificados os corantes amarelo crepúsculo, que favorece a hiperatividade infantil e já foi proibido na Europa, e o amarelo tartrazina, com alto potencial alérgico.

Enquanto a pesquisa acusa uma urgente substituição dos corantes por ácido benzóico, por exemplo, a Coca-cola, que produz a Fanta, defende-se dizendo que cumpre a lei e informa a presença dos corantes nos rótulos das bebidas. A AmBev, que fabrica a Sukita, informou que trabalha “sob os mais rígidos padrões de qualidade e em total atendimento à legislação brasileira”. Por fim, a Refrigerantes Pakera, fabricante do Grapette, diz que a bebida pode ter sido contaminada por adoçantes porque as duas versões são feitas na mesma máquina e algum resíduo pode ter ficado nos tanques. 

Quando será o fim dessa novela e da venda dos refrigerantes que contém substâncias nocivas à saúde, ninguém sabe. Mas enquanto os fabricantes deixam a ética e o respeito ao cidadão de lado em busca do lucro exacerbado, você tem a liberdade de decidir entre tomar esse veneno ou preservar a qualidade do seu organismo. Agora, é com você!

Fonte: Núcleo de NotíciasPartilhar

sábado, 14 de janeiro de 2012

MELHORES ALIMENTOS PARA QUEM CHEGOU AOS 30


Você chegou aos 30. Está mais seguro, mais maduro e com o bolso um pouco mais recheado do que quando tinha 18. Ainda assim, o seu organismo começa a apresentar os primeiros sinais de envelhecimento. O metabolismo de quem chegou a essa idade agora, antes permitia queimar as calorias de um sanduíche grande. A triste informação é que agora, a cada 4 anos, ele começa a perder  1% de sua capacidade.

De acordo com o endocrinologista Carlos Ferreira Porto, por mais que você esteja com o corpo em cima, a tendência é engordar um pouco. “Por isso a importância dos exercícios e da alimentação saudável”, ensina a médico. Segundo um estudo publicado no American of Clinical Nutrition, pesquisadores demostraram que até mesmo as pessoas que sempre se preocuparam com a manutenção do peso durante 40 anos, ganharam cerca de três quilos de gordura no de correr desse tempo (dos 30 aos 40). E ainda perderam o mesmo peso em massa muscular.

A substituição da massa magra por gordura tem outro agravante, conforme explica o médico. “Além do ganho natural de gordura, natural com o passar dos anos, essa gordura cria um ciclo que por sua vez diminui ainda mais o gasto calórico”, diz ele. “Quanto mais massa muscular, maior o gasto de calorias, pois os músculos consomem energia”.

O aumento da pressão é outro problema que passa a se tornar real para quem alcançou os 30. Cientistas descobriram que além de fatores como obesidade, falta de exercícios e alto consumo de sal, dietas com pouca taxa de potássio são a causa número um da hipertensão. A solução, segundo Porto, é aumentar a dose do mineral na alimentação. “Comer mais banana, vegetais de folhas escuras e feijão ajudam a reduzir o problema”, recomenda.

No organismo feminino, a catecolaminas, hormônios que ajudam na queima de gordura, ficam cada vez mais escassos. Isso faz com que a tarefa de manter a cinturinha em dia fique mais difícil. Para os homens, o nível de testosterona também começa a diminuir. Para minimizar a redução do hormônio mais anabólico do corpo masculino, o médico diz que, em primeiro lugar, é preciso reduzir o consumo de álcool. 

A bebida álcoolica pode baixar em até 25% o nível de testosterona”, afirma. De acordo com ele, a falta do hormônio pode causar queda de cabelo e diminuir o ganho de músculos. “O melhor é ingerir gorduras monoinsaturadas diariamente. Alimentos como nozes, amendoins, amêndoas, além dos peixes como o atum e salmão são as melhores fontes”.

Fonte: Terra

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quinta-feira, 12 de janeiro de 2012

DIET E LIGHT NA GESTAÇÃO?

Embora seja natural engordar de 9 a 12 kg durante a gravidez, a preocupação com o peso acompanha os nove meses da gestação de muitas mulheres. Mais que motivos estéticos, o cuidado com o ganho de gordura e massa corporal se reflete na saúde de mãe e filho. 

Mas o uso de produtos light e diet, tão comum em dietas, tem de ser supervisionado durante a gestação, já que não são claras as consequências da sua ingestão pelas futuras mães.

"Os estudos sobre o efeitos dos alimentos diet e light no organismo não incluem as grávidas. Você não pode fazer testes em bebês. Mas é certo que o consumo em excesso não é recomendado", orienta Eduardo Zlotnik, ginecologista e obstetra do hospital Albert Einstein, em São Paulo. Em se tratando de adoçantes, as grávidas devem evitar o aspartame, a sacarina e os edulcorantes e substitui-los por stevia e sucralose.

Já para Mariana Exel, nutricionista do Hospital Samaritano, o real problema em se consumir comida light ou diet está na falta de informação que existe nas embalagens dos alimentos. O que no caso desses produtos é indispensável. Para começar, um produto diet é aquele que não possui determinado nutriente em sua composição, assim como o light é aquele que apresenta redução mínima de 25% em alguma de suas substâncias.

"As pessoas associam o light e o diet ao açúcar, mas esses produtos podem ter redução ou isenção de outros ingredientes ", explica a especialista. Por exemplo, um produto pode ser diet em sódio e em gordura, o que significa que não possui nem um nem outro. Como essa informação nem sempre está clara nas embalagens, é preciso ler o rótulo dos produtos com atenção. Assim, são comuns os erros na alimentação de quem quer controlar o peso. Um exemplo clássico é tentar substituir o chocolate tradicional pelo diet. "O chocolate diet não leva açúcar, mas em compensação tem muito mais gordura", explica a nutricionista.

Mas apesar das discussões que o assunto levanta, os especialistas são unânimes quando a questão é o controle de peso: o segredo está na alimentação saudável. "Ter uma dieta balanceada e praticar exercícios traz muito mais resultado", resume Zlotnik.

DESVENDANDO O RÓTULO

A melhor maneira de evitar enganos é, realmente, a leitura das pequeninas letras que descrevem os ingredientes do produto. Maria Emília Albuquerque, nutricionista infantil do Hospital Pequeno Príncipe ,em Curitiba, dá mais dicas. "Na hora de ler o rótulo, é importante saber que eles são escritos em ordem decrescente de acordo com a quantidade em que estão presentes nos alimentos." Isso significa, por exemplo, que se o açúcar aparece antes do que o concentrado de fruta no rótulo de um suco, ele contém mais açúcar do que fruta.

Mas como nem sempre os termos utilizados nas embalagens são conhecidos por quem não entende muito de química ou nutrição, listamos os principais nutrientes que você deve evitar nos produtos light e diet que consome:
  • Aspartame ou fenilalanina 
  • Sacarina
  • Ciclamato
  • Edulcorantes
  • Sacarose
  • Sódio (o indicado é até 150 mg a cada 100gr)
  • Gordura hidrogenada
Fonte: Revista CrescerPartilhar

terça-feira, 10 de janeiro de 2012

PROTEÍNA NA DIETA AJUDA A REDUZIR GORDURA CORPORAL

Quando se trata de emagrecer, a quantidade de proteínas consumida pode ser quase tão importante quanto a quantidade de calorias. Um estudo publicado no Journal of The American Medical Association (JAMA), nesta quarta-feira, fez o teste com pessoas que ingerem mais calorias do que queimam, ou seja, estão engordando. 

Todos na pesquisa aumentaram de peso, mas quem ingeriu poucas proteínas (presentes em alimentos como carne, ovos e alguns legumes, como o feijão), teve um problema a mais: ganhou gordura corporal e perdeu massa muscular. A pesquisa serve de alerta para os médicos que tratam pacientes com sobrepeso ou obesos: não adianta medir apenas o peso e o IMC (Índice de Massa Corporal), é preciso levar em contas outros fatores, como a gordura total (verificável por meio de exames de sangue).

Para a pesquisa, foram recrutados 25 voluntários, homens e mulheres saudáveis, com idade entre 18 e 35 anos e IMC de 19 a 30 (normal a quase obesos). No início, eles ingeriram uma 'dieta estabilizadora' por 13 a 25 dias. Em seguida, foram realocados aleatoriamente para três dietas distintas: com baixa proteína (5% da energia vinha de proteínas), consumo normal de proteínas (15% da energia) e altamente proteica (25% da energia).

RESULTADOS

Ao fim da pesquisa, todos os voluntários ganharam peso, sem diferença entre homens e mulheres. Os participantes na dieta com baixa proteína foram os que engordaram menos – uma média de 3,16 kg, frente a 6,05 kg do grupo que consumiu quantidade normal de proteína e 6,51 kg no grupo de alto consumo proteico. Por que isso aconteceu? Quem ingere mais proteína aumenta principalmente a massa corporal magra (músculo), que pesa mais que a gordura.

A gordura corporal aumentou nos três grupos, representando entre 50% e mais de 90% do total de calorias estocadas. O grupo que teve baixo consumo proteico perdeu 0,70 kg de massa magra, em média, enquanto o de consumo normal ganhou 2,87 kg e o de alto consumo protéico ganhou 3,198 kg de massa magra.
"Em resumo, o ganho de peso na dieta de baixa proteína foi menor do que nas demais, com a mesma quantia de calorias. As calorias sozinhas contribuíram para o aumento da gordura corporal. Por outro lado, as proteínas contribuíram para mudanças no gasto energético e na massa magra, mas não no aumento da gordura corporal."

Segundo os pesquisadores, a principal descoberta do estudo é que, quando se olha para o que contribui no aumento da gordura corporal em dietas altamente calóricas, as calorias aparentam ser mais importantes do que as proteínas. Os resultados sugerem ainda que uma alimentação com baixas proteínas pode levar a um menor ganho de peso, mas aumenta a gordura corporal e reduz a massa magra, o que é prejudicial à saúde.

Fonte: Revista Veja
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terça-feira, 3 de janeiro de 2012

APROVEITE AS SOBRAS DO FIM DE ANO


O Ano Novo acabou, mas as sobras da ceia estão na geladeira. Você costuma ficar em dúvida se pode usá-las para preparar outros pratos? A nutricionista e personal diet Karla Oliveira, da Mova Saúde, explica que o armazenamento correto é o primeiro passo para transformar o que sobrou da ceia em novos pratos.

“O que não foi consumido na ceia da noite anterior deve ser acondicionado separadamente, em potes plásticos, de inox ou vidro. Sobras de peru, chester, tender, pernil e bacalhau devem ser armazenadas, de preferência, nas prateleiras do meio da geladeira”, explica a personal diet. Karla Oliveira também recomenda que, em geral, as sobras da ceia sejam consumidas em, no máximo, dois dias. As rabanadas duram até três dias. 

CONFIRA AS IDÉIAS PARA PREPARAR NOVOS PRATOS:

PERNIL: Saltear fatias de pernil no suco de laranja, temperar com ervas frescas (como tomilho e alecrim) e cozinhar até que o suco reduza e se torne mais encorpado. Servir com arroz e salada verde.

PERU E CHESTER: Opção 1: desossar as sobras de peru ou chester, misturar com o arroz da ceia, acrescentar frutas secas, queijo ralado e levar ao forno para gratinar.
Opção 2: salada de folhas com lascas de peru ou chester ao molho de iogurte natural desnatado com hortelã.

TENDER: Sanduíche de tiras finas de tender e abacaxi.

BACALHAU E FRUTOS DO MAR: Opção 1: misturar as sobras com arroz, molho de tomate, azeitonas pretas e levar ao forno.
Opção 2: preparar uma salada de feijão fradinho com as sobras de bacalhau.

FRUTAS: Preparar uma salada de frutas com aquelas que sobraram. Acrescente iogurte natural e granola.

Fonte: saúde gnt


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sábado, 24 de dezembro de 2011

BOAS FESTAS!


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sexta-feira, 23 de dezembro de 2011

A ALIMENTAÇÃO NA CEIA DE NATAL

Nesta época do ano, para algumas pessoas, tão esperado quanto o presente trazido pelo Papai Noel é o cardápio da ceia de Natal. Embora sair da dieta seja bem comum na ocasião, vale lembrar que é possível reduzir o impacto calórico desse repasto tão especial.

A primeira dica diz respeito exatamente a um dos itens mais tradicionais da festa: a rabanada. Se você ficou com água na boca só de pensar nela, vale a pena preparar a rabanada no forno, em vez de servir a versão frita. Isso porque 100 gramas da primeira opção tem 163 calorias, contra 219 da segunda.

Para o início do jantar, a nutricionista Adriana Ávila, de São Paulo, lembra que as fibras são sempre ótimas aliadas, já que preenchem espaço no estômago e ajudam a evitar os excessos. “Por isso a importância de se caprichar na variedade das saladas”, ressalta.

Antes de se começar a comer, no entanto, ela recomenda olhar todas as comidas na mesa para melhor equilibrar o prato. “Se tiver arroz, farofa e maionese de acompanhamento, opte por um deles ou reúna-os em porções menores de cada”, sugere a nutricionista. A mesma regra, aliás, vale para as carnes – sempre observe o conjunto do prato, para poder apreciar de tudo com gosto e sem exagero.

Entre as carnes de aves, Adriana diz que o peito de chester é um pouco mais calórico que os de peru e frango – sempre lembrando que todas elas ganham calorias a mais se ingeridas com a pele.  A nutricionista lembra ainda que as variações ocorrem até entre carnes do mesmo tipo –  nas aves em geral, a carne branca do peito é mais magra que a escura, da coxa ou sobrecoxa.

Se você quiser se precaver de ingerir muita gordura, mas não abre mão dos belos tenders e outros cortes de porco usualmente servidos nesse dia, não fique muito culpado. Afinal, como lembra a nutricionista, o melhor e mais leve preparo de carne para a saúde é sempre o assado – justamente o mais comum na ceia de Natal. No caso da carne de porco, uma boa opção é o lombo, menos gorduroso que os demais cortes.

NA DOSE CERTA

Para regar condignamente a ceia, também há como racionalizar a quantidade de calorias ingeridas nas bebidas. Adriana diz que o menos calórico entre os acompanhamentos alcoolicos é a cerveja, seguida dos  vinhos ou champanhe. Porém, a cerveja, na maioria das vezes, é ingerida em maior quantidade, o que prejudica o emagrecimento. Os mais calóricos são os destilados vodca, uísque e cachaça – portanto, modere nesses aperitivos.

Entre um copo e outro, é bom também estar atento para não exagerar nos tira-gosto como castanhas, nozes, pistache, amêndoas e avelãs. Embora cheios de qualidades nutritivas, esses alimentos engordam bastante e logo se farão notar se consumidos além da conta. De acordo com a nutricionista, um punhado de cerca de 30 gramas está de bom tamanho para um dia normal da vida – então tome isso como uma base e faça sua própria conta.

Mas o mais importante de tudo, como diz Adriana, é curtir com tranquilidade a ceia natalina. “A pessoa deve comer com calma e não agir como se fosse a última refeição de sua vida”, reforça a nutricionista.

Fonte: TerraPartilhar

quinta-feira, 22 de dezembro de 2011

MAIS UM ANO E MAIS UM PRÊMIO!

O TOP BLOG classificou o Alimentarium em 2º lugar na categoria saúde profissional através do júri acadêmico. Obrigada, mais uma vez, pelo incentivo!


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sábado, 17 de dezembro de 2011

BENEFÍCIOS DO DAMASCO


Com origem em regiões da China e da Rússia, além de ser muito comum na culinária árabe, o damasco também é popular no Brasil. Versátil a ponto de poder ser misturado à salada e até em receitas de sobremesa, o alimento é considerado pela nutricionista Adriana Oliveira, de São Paulo, uma “caixinha de nutrientes”.

Assim como a abóbora e a cenoura, por exemplo, o damasco conta com boas doses de betacaroteno. A substância fortalece a imunidade do organismo; reduz a chance de algumas doenças relacionadas à visão; e é um excelente aliado na hora de pegar aquele bronzeado na praia, pois ajuda na proteção contra os raios ultravioletas – o protetor solar, porém, jamais deve ser dispensado.  A fruta contém, ainda, as vitaminas B1, B5 e C, bem como os minerais ferro, magnésio e potássio.

Outra substância, o cálcio, está presente em bem menor quantidade que no leite, uma de suas principais fontes na dieta. No entanto, a nutricionista afirma que a fruta é capaz de ajudar na prevenção e no combate a doenças como a osteoporose, já que um damasco fresco apresenta 55 miligramas do mineral. “Embora um copo de leite desnatado tenha 250 miligramas de cálcio, o damasco também ajuda”, diz.

DAMASCO SECO É MAIS CALÓRICO DO QUE O FRESCO

Cada cem gramas de damasco fresco tem 50 calorias, enquanto na versão seca esse número é, simplesmente, cinco vezes maior. Assim, para saborear a fruta em uma dieta equilibrada sem correr o risco de ganhar alguns quilinhos, Adriana sugere o consumo de duas unidades de damasco fresco até três vezes na semana. No caso do seco, ela indica a mesma porção até duas vezes nesse período. “É o ideal para a fruta não interferir em absolutamente nada, na balança”, ressalta.  

Fonte: Terra


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sexta-feira, 16 de dezembro de 2011

MINISTÉRIO DA SAÚDE REDUZ NÍVEL DE SÓDIO EM ALIMENTOS INDUSTRIALIZADOS


O Ministro da Saúde Alexandre Padilha assinou hoje um documento que estabelece a redução gradual de sódio em alguns dos alimentos mais consumidos pelo público infanto-juvenil, como biscoitos e salgadinhos. O componente, usado como conservante ou para realçar o sabor dos alimentos, está ligado ao aumento da pressão arterial.

O pacto prevê a redução gradual de sódio em 16 categorias de alimentos, como bolos prontos, misturas para bolos, batatas fritas e batata palha, pão francês, salgadinhos de milho, maionese e biscoitos (doces ou salgados). O acordo determina que os rótulos nutricionais informem a quantidade de sódio e que a indústria faça o controle de ingredientes à base de sódio e fiscalize as análises laboratoriais das mercadorias. As metas de redução devem ser cumpridas pelo setor até 2014.

Segundo pesquisa do Ministério da Saúde, no país, os adolescentes são os maiores consumidores de produtos ricos em sódio. Eles consomem sete vezes mais salgadinhos do que os adultos, quatro vezes mais biscoitos recheados e duas vezes e meia biscoitos doces.

Fonte: Revista Época Partilhar

quinta-feira, 15 de dezembro de 2011

ANVISA PROÍBE VENDA DE INIBIDORES DE APETITE

 

Começa a valer a partir desta sexta-feira (9), a proibição de três inibidores de apetite derivados de anfetaminas (anfepramona, femproporex e mazindol) determinada pela Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) em outubro. Os produtos deveriam ter sido retirados das prateleiras até hoje. O uso de medicamentos à base de sibutramina foi liberado na ocasião, e passa a ser prescrito mediante apresentação de um termo de esclarecimento assinado pelo paciente.

A decisão da agência foi baseada na  alegação de que os riscos à saúde desses remédios superam os benefícios. Estudos indicam que os medicamentos derivados da anfetamina, também chamados de anorexígenos, podem provocar problemas cardiopulmonares e no sistema nervoso central.

TERMO DE ESCLARECIMENTO

 

A sibutramina, droga que aumenta a saciedade, é um dos principais substâncias utilizadas para pessoas no tratamento da obesidade no país. Desde março do ano passado, elas passaram a ter um controle maior de prescrição e venda no Brasil, após um estudo indicar que o uso contínuo pode aumentar o risco de infarto e AVC (acidente vascular cerebral). Na Europa e nos Estados Unidos, o uso da droga é proibido.

As análises sobre estes produtos disponíveis no mercado verificaram que eles são mais indicados para obesos sem histórico de doenças cardíacas, pacientes com diabetes, mulheres com ovários policísticos e aqueles com hepatite não alcoólica. Deve ser recomendado, inclusive, o descontinuidade do uso para pacientes que não responderam em quatro semanas ao tratamento com esta substância.

Com a nova determinação, médicos e pacientes deverão assinar um termo de esclarecimento, no qual o paciente confirma que recebeu as informações necessárias sobre o porquê lhe foi indicado o remédio. O documento terá assinatura do médico e do paciente, que será obrigado a apresentá-lo quando for comprar os remédios contendo tal sustância. Outra mudança está na diminuição de 60 para 30 dias as receitas dos medicamentos.

Os médicos terão a responsabilidade de reportar qualquer tipo de efeito colateral decorrente do uso deste remédio à Anvisa. A resolução não alterou a indicação da droga apenas para pacientes com IMC (índice de massa corporal), igual ou acima de 30, que não tenha registro de doenças cardiovasculares. As fabricantes dos medicamentos ainda deverão apresentar à Anvisa um plano de redução de riscos no uso desta substância.

Fonte: Uol Partilhar