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terça-feira, 13 de novembro de 2012

SALGADINHOS SAUDÁVEIS


De salgadinhos a sopas instantâneas, passando por bebidas, o aproveitamento de resíduos industriais pode contribuir para a produção de alimentos de qualidade e, ainda por cima, mais baratos.

Carlos Wanderlei Piler de Carvalho, pesquisador da Embrapa Agroindústria de Alimentos, coordena projeto que reaproveita bagaço de cana de açúcar, de cevada, cascas de maracujá e arroz quebrado para desenvolver alimentos nutritivos, saborosos, funcionais e, principalmente, a custos mais baixos. "Além de oferecer um destino para rejeitos produzidos nas indústrias sucroalcooleira, de sucos e de cerveja, representa também vantagem econômica para quem produz e para quem consome, além de ser benéfico para o meio ambiente", explica Piler.

A técnica utilizada para a produção desses alimentos já é conhecida. Apesar do nome pouco sonoro, a extrusão termoplástica - processo de tratamento térmico, que por uma combinação de calor, umidade e trabalho mecânico, modifica profundamente as matérias primas, dando-lhes novas formas, estruturas e características funcionais e nutricionais - tem resultados bastante apreciados.

Na máquina extrusora podem ser colocados junto à farinha de arroz, separadamente, o bagaço da cana de açúcar, o da cevada ou a casca de maracujá. Submetidos a altas temperaturas, que podem superar os 120º Celsius na hora do cozimento, o produto é moldado em formato de salgadinho ou cereal matinal. "Para obter diversos efeitos no produto final, podemos alternar a força mecânica e a temperatura e adicionar outros ingredientes. Para que um biscoito fique mais aerado e crocante, por exemplo, incluímos mais farinha de arroz. Esta mistura também é necessária para que os produtos tenham mais sabor, além de melhor textura", diz o pesquisador. 

De acordo com Piler, o produto mais difícil de ser processado é o bagaço da cana, por ser bastante fibroso. "Ele contém cerca de 30% de lignina, a mesma fibra da casca das árvores. Mas seu alto teor de celulose, parte de fibra insolúvel, traz benefícios para o consumidor, ajudando a regular o intestino. Além disso, ele possui um sabor adocicado", garante o pesquisador. 

Com a farinha do bagaço da cana ou com o da cevada, ricos em fibras, é possível desenvolver pães, biscoitos e sopas. Já a farinha da casca do maracujá serve para criar bebidas cremosas e biscoitos. O pesquisador orienta um grupo de doutorandos que estuda a fabricação de uma bebida nutritiva à base de cereais, entre eles o arroz.

Fonte: Uol


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segunda-feira, 22 de outubro de 2012

6 ERROS COMUNS NA HORA DE ALIMENTAR O SEU FILHO


Preparar a refeição com todo o carinho, chamar o filho para comer, mantê-lo sentado à mesa com os demais para fazer uma refeição em família. Parece fácil, mas, na prática, a hora de comer pode se transformar em uma batalha. Para vencer essa luta, pais e mães acabam lançando mão de alguns artifícios que até parecem resolver no momento, mas se tornam um problema no futuro. Veja quais são as situações em que os pais mais se atrapalham na hora de alimentar os filhos e confira as melhores estratégias para contornar cada problema: 

1 - PRESSIONAR OS FILHOS A COMER MAIS 

Um estudo realizado pela Universidade de Stanford com 62 famílias, que tinham filhos de 2 a 4 anos com alto risco de obesidade, revelou que diminuir a pressão na hora de comer reduz também o risco de obesidade entre as crianças. A nutricionista Maria Emília Suplicy, do Hospital Pequeno Príncipe (PR), explica. "Quando a criança é forçada a ‘limpar o prato’, acaba perdendo o senso de saciedade." 

O QUE FAZER: Comer bem não é comer muito. Ofereça uma quantidade moderada de alimentos ao seu filho para que ele se acostume a comer até ficar satisfeito, e não estufado. Se ainda estiver com fome, vai pedir mais - para a sua alegria! 

2 – INVENTAR APELIDOS OU CAMUFLAR VEGETAIS 

Pesquisadores da Universidade de Cornell, nos Estados Unidos, analisaram o comportamento de 147 estudantes, de 8 a 11 anos, durante o recreio em diferentes escolas americanas. E constataram que crianças comiam mais alimentos saudáveis quando o nome real deles era substituído por apelidos mais instigantes, como ‘pequenas árvores saborosas’, em vez de brócolis. Essa é uma prática comum, assim como camuflar vegetais que não agradam as crianças no meio da comida. Essas táticas podem até ser eficientes a curto prazo, mas são prejudiciais. À medida em que a criança cresce, ficará mais difícil driblá-la, e ela passará a se negar a comer os alimentos. 

O QUE FAZER: Converse com as crianças sobre os benefícios reais trazidos por alimentos saudáveis. Não é preciso dizer que a cenoura fará com que seu filho tenha visão de raio-X, por exemplo, basta falar que ela faz bem à visão, a pele, entre outras coisas. Quanto mais cedo começar essa conversa, mais fácil será convencê-lo. 

3- MANDAR AS CRIANÇAS PARA FORA DA COZINHA ENQUANTO VOCÊ PREPARA A REFEIÇÃO

Fogo, faca, forno. A cozinha é mesmo o cômodo mais perigoso da casa. Mas especialistas afirmam que cozinhar junto com o filho pode ajudar a mudar os hábitos alimentares dele e até estimulá-lo a consumir mais verduras e legumes. 

O QUE FAZER: Sempre com você por perto, seu filho pode, sim, brincar com massas, lavar uma fruta e ajudar a misturar ingredientes, por exemplo. E mesmo no cadeirão, ele pode observar você no preparo das refeições. Assim, entre um prato e outro, vai conhecer os legumes e se interessar por eles. Levá-lo à feira ou ao supermercado e permitir que ele escolha alimentos também é uma boa forma de incentivá-lo a ter uma alimentação saudável. 

4 - DEIXAR AS GULOSEIMAS LONGE DAS CRIANÇAS E OFERECÊ-LAS COMO RECOMPENSA

Onde você guarda as guloseimas na sua casa? Esse lugar pode fazer toda a diferença. Você sabe bem que criança adora tudo que é proibido e também gosta de brincar de caça ao tesouro, então, esconder doces e guloseimas pode ser um estímulo. 

O QUE FAZER: Para evitar que seu filho coma guloseimas sem parar, crie regras de consumo, diga a ele quando e em que situações poderá comer. Isso fica mais fácil quando a criança ainda é pequena, porque ela se acostumará. Mas, se seu filho já é maior, deixe os doces para os fins de semana. Se ele pedir mesmo assim, seja forte e diga não. Também não vale oferecer como recompensa em troca de um ‘prato limpo’: isso pode fazer com que a criança encare a comida como vilã. 

5 - OFERECER VERDURAS E LEGUMES SEM GRAÇA 

Se tem uma coisa com a qual todo mundo concorda é que ensopadinho de chuchu não é um prato que se possa chamar de tentador. Mas dá para deixar as verduras e legumes um pouco mais atrativos, sim!

O QUE FAZER: O trabalho começa já na hora da compra. Vegetais frescos têm aparência melhor. Cuidado para não deixar aqueles que precisam ser preparados no vapor passar do ponto, desligando o fogo quando eles ainda estão crocantes. E não é preciso decorar cuidadosamente o prato, com carinhas, por exemplo, todos os dias. Como isso também é uma forma de camuflar os alimentos, use a tática com moderação (em dias especiais, por exemplo). Cortar em cubinhos ou em rodelas já é suficiente. 

6 - DESISTIR RÁPIDO DEMAIS AO OFERECER UM NOVO ALIMENTO 

Pense no milho. Ele pode ser apresentado em diferentes formas: na salada, cozido, refogado, como bolinho, creme, suco e até bolo. Este é o exemplo que você precisa seguir em casa antes de dizer que seu filho não gosta mesmo de determinado alimento. 

O QUE FAZER: Os pediatras aconselham a oferecer o mesmo alimento, pelo menos, de sete jeitos diferentes e várias vezes. Não é um exagero. A criança pode não comer no primeiro dia, mas aos poucos, a forma de apresentação ou a curiosidade vai levá-la a experimentar e ele pode gostar. Mas, se depois de todas as tentativas ela continuar se recusando a comer, aí sim, você pode dizer que ela não gosta.



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quarta-feira, 26 de setembro de 2012

HIDRATAÇÃO DAS CRIANÇAS NOS DIAS QUENTES


Em dias quentes, como os que têm feito nos últimos dias em vários estados do Brasil, a atenção com as crianças deve ser redobrada. Alimentação e roupas leves e bastante líquido estão entre os principais cuidados. Por conta do calor, elas perdem muito líquido pela transpiração e pela urina. Por isso, não espere que o seu filho peça um copo de água para você. Lembre-se de que a criança precisa de pelo menos 4 copos de água por dia para manter a hidratação e o bom funcionamento do intestino. 

A criança fica com os olhos fundos, sem brilho, com a boca seca e a saliva espessa, além de perder elasticidade da pele e diminuir a quantidade de xixi. Ela pode ainda alternar momentos de agitação e apatia. Se a desidratação for leve, os pais conseguem contornar a situação oferecendo líquidos em casa, mas, em casos mais graves, é preciso que fique no hospital. 

MEDIDAS SIMPLES PARA OS DIAS QUENTES

- Ofereça água ao seu filho, mesmo que ele não peça. Sirva em pequenas quantidades e, de preferência, mais para o gelado do que em temperatura ambiente, que torna a absorção mais rápida; 

- Água de coco e chás, como erva doce ou cidreira, também são boas alternativas; 

- Evite os refrigerantes. Além de gaseificados, têm açúcar, o que faz com que a criança perca ainda mais água pela urina. Se ela tomar uma bebida com açúcar, a próxima deverá ser água; 

- Os sucos de melão e melancia têm alto poder de hidratação, são fontes de potássio e água e não precisam ser adoçados; 

- Os alimentos também ajudam a hidratar e devem ser sempre frescos e de fácil digestão. Incentive o consumo de frutas, legumes e verduras. E não se assuste: é normal o apetite da criança diminuir em dias quentes; 

- O ambiente onde a criança está deve ser sempre arejado, inclusive durante a noite. Se for preciso, use um ventilador, desde que o vento não fique direto nela; 

- Deixe seu filho com roupas frescas. Dê preferência aos tecidos de fibra natural, como o algodão, que absorvem o suor do corpo e mantém a temperatura do organismo. Está em dúvida se o seu bebê está com frio? Observe as mãos e os pés dele. Se estiverem quentinhos, não é preciso colocar mais roupa; 

- Cuidado com o sol. Em excesso, ele pode desidratar a criança, além de provocar graves queimaduras. Evite ainda que fique exposto ao sol entre 10h e 16h. Deixe seu filho sempre protegido, com protetor solar, boné, roupa confortável e leve. Inclusive quando ele for para a escola. Se for à pé, use um guarda-chuva para protege-lo do sol; 

- Na lancheira (que deve ser térmica), nada de pães com patês, maionese e embutidos. O melhor são sucos, frutas e um sanduíche bem leve, como com recheio de queijo branco e cenoura ralada. 

- As crianças que se alimentam exclusivamente com o leite materno não precisam de complemento na hidratação, a não ser em casos específicos. Observe o volume do xixi do seu filho. Se ele diminuir, é preciso conversar com o pediatra. 

- Evite ambientes fechados e aglomerações. Além de ser desconfortável para a criança o calor em excesso, há risco de ela pegar uma infecção viral. Fique atenta com a diarreia, o vômito e a febre, principais sinais de virose.



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quinta-feira, 13 de setembro de 2012

FILHOS ÚNICOS X OBESIDADE


O nosso corpo pode ser influenciado por nossa estrutura familiar? Ter um, dois ou nenhum irmão pode ser relevante para nossa saúde? Segundo estudo publicado no site Nutrition and Diabetes, a resposta é sim quando o assunto é obesidade. A pesquisa, realizada com 12.720 crianças entre 2 e 9 anos, de oito países da Europa, apontou que filhos únicos podem ter até 50% a mais de chance de desenvolver problemas relacionados ao peso se comparados com crianças nas mesmas condições que possuem irmãos. 

Para chegar a essa conclusão, os pesquisadores mediram o índice de massa corporal dos participantes, e seus pais tiveram que responder a um questionário sobre o estilo de vida dos filhos, que incluía os hábitos alimentares, tempo gasto assistindo a televisão, brincando, entre outros aspectos. O resultado mostrou que as crianças do estudo que não tinham irmãos passavam mais tempo na frente do computador ou televisão, tornando-se sedentários e comendo compulsivamente. 

Para Patrícia Spada, psicóloga especializada em obesidade infantil, as causas da obesidade infantil são complexas, por isso é necessário levar em consideração a dinâmica da família como um todo. “Como já sabemos, a genética, o sedentarismo, o modelo parental, o relacionamento e dinâmica familiar, temperamento e personalidade da criança, entre tantos outros fatores são aspectos que influenciam na doença”, diz. Assim, não é possível afirmar com segurança quanto qualquer um destes aspectos isolados pode ser decisivo para a ocorrência da obesidade. “Além disso, há crianças que são filhas únicas e apresentam nutrição perfeita”, lembra a psicóloga.

Isso quer dizer que, independente de você ser mãe de um único filho ou mais, se é do tipo que cai na tentação para recompensar a criança com um doce, ou uma comida, por alguma atitude positiva, ou a alimentação não é balanceada como deveria ser, o efeito da obesidade também estará presente na sua família. O mesmo vale para as atividades físicas. OK, ter só uma criança em casa pode até diminuir a frequência das brincadeiras que resultem em gasto energético, mas o seu estímulo será fundamental para tirar o seu filho do sofá e se divertir com ele, sempre. De quebra, você também vai gastar mais calorias.



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quarta-feira, 22 de agosto de 2012

MEL ALIVIA A TOSSE


Essa é uma daquelas coisas que a sua avó já dizia: mel é bom pra tosse. Uma pesquisa realizada por uma equipe de pediatras israelenses acaba de reforçar o efeito positivo desse alimento. Publicado na revista científica Pediatrics, o estudo analisou 300 crianças, entre 1 e 5 anos, para identificar se o mel aliviava a tosse noturna. 

Os cientistas dividiram os participantes em quatro grupos. Os três primeiros receberam diferentes tipos de mel e o quarto recebeu placebo – um xarope com a mesma cor e consistência. Os pais responderam a cinco perguntas sobre a tosse dos filhos um dia antes e um dia depois de oferecer o produto, e a conclusão dos pesquisadores foi a de que as crianças que ingeriram mel apresentaram melhora da tosse noturna e menos dificuldade para dormir. 

Segundo o pediatra Eduardo Troster, do Hospital Albert Einstein (SP), o mel é uma boa opção para aliviar a irritação da garganta, mas não acaba com a tosse. “Até porque a tosse é um sintoma, não uma doença”, afirma. Ou seja, se seu filho estiver tossindo porque o ar está muito seco ou porque pegou um resfriado, o mel não vai sumir com o problema, vai apenas aliviar o desconforto. 

Para Yechiel Moises Chencinski, pediatra e homeopata, o mel é um coadjuvante no tratamento. “É preciso tomar cuidado para não usar apenas o mel e deixar o tratamento correto para depois. O médico deve ser consultado antes que a tosse piore, e é ele quem irá determinar se o mel basta, se é preciso fazer inalação ou tomar algum remédio”, diz. A recomendação também vale para quem tem problemas alérgicos, como asma. O mel está liberado, desde que não substitua os remédios indicados pelo médico. 

Outra coisa que é preciso saber é que a tosse é um mecanismo para limpar o pulmão. “Os pais ficam angustiados com a tosse, e é compreensível, mas é importante que eles não tentem freá-la a todo custo”, explica Troster. Isso porque, se o organismo está querendo se livrar de do catarro, é preciso deixar que ele saia, e investigar o que está causando o problema. Nesse caso, dar bastante água para a criança é o melhor a ser feito. Ao hidratar, o catarro fica mais fluido e sai mais fácil. 

Em tese, o mel é uma substância natural e não faz mal para ninguém. Mas não é bem assim. Crianças com menos de 1 ano não podem consumir o produto, porque seu organismo ainda não tem proteção contra a bactéria Clostridium botulinum, que pode estar presente no mel e é responsável pela transmissão do botulismo, doença que atinge os nervos e músculos e pode até matar. 

Outra restrição é em relação a pessoas com alergia a pólen e insetos. De acordo com o imunologista e alergista Ricardo Martins de Souza Queiroz, do Hospital São Cristóvão (SP), essas pessoas podem apresentar intolerância ao mel. 

Os pais também precisam ficar de olho para o alimento não se tornar um adoçante. Colocar no leite quando a criança está resfriada pode se tornar um hábito e fazer com que ela se acostume com aquele líquido adocicado - o que é um problema, já que depois ela pode não aceitar mais o leite puro. E, claro, sempre que o mel for ingerido antes de dormir é preciso escovar os dentes. “O mel é doce e um potencial causador de cáries”, alerta Moises Chencinski. 

Fonte: Revista Crescer



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sexta-feira, 17 de agosto de 2012

ÁGUA PARA ACOMPANHAR


É o que diz um estudo feito com crianças de 3 a 5 anos e jovens de 19 a 23, realizado em conjunto por duas universidades norte-americanas. Na pesquisa, os cientistas ofereceram, em dias alternados, água ou um determinado refrigerante para as crianças. E não é que elas comiam mais vegetais crus, como cenoura e pimentão, quando tomavam apenas água? 

Segundo os pesquisadores, o paladar dos pequenos (e possivelmente o dos adultos também) não relaciona alimentos saudáveis a bebidas doces. Uma coisa leva à outra: refrigerante só “combina” mesmo com batata frita e hambúrguer. 

Mas o hábito de comer bem começa cedo e vem de casa, alertam os cientistas. “Os sabores que preferimos são influenciados pela quantidade de vezes que somos expostos a certos tipos de comidas e bebidas”, diz Bettina Cornwell, da Universidade de Oregon, uma das autoras do estudo.



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sexta-feira, 3 de agosto de 2012

ALERGIA A OVO


Dar a crianças que têm alergia a ovo doses crescentes do alimento pode ajudar a tratar o problema, concluíram pesquisadores do Centro para Criança da Universidade Johns Hopkins, nos Estados Unidos. Em um estudo publicado no periódico The New England Journal of Medicine, esses especialistas mostraram que o método é capaz de amenizar ou até eliminar as reações adversas apresentadas pela maioria desses jovens. Isso não quer dizer, porém que esse tratamento possa ser aplicado no dia a dia a partir de agora — para isso, são necessárias mais pesquisas.

Essa abordagem é a chamada imunoterapia oral, que consiste em, com o tempo, condicionar o sistema imunológico de uma pessoa alérgica a tolerar determinados ingredientes sem que ela apresente sintomas graves. Outros estudos menores já haviam mostrado que o método pode ser eficaz no tratamento de indivíduos que sofrem do problema, mas com outros tipos de comida, como amendoim e leite.

Participaram da pesquisa 55 crianças de cinco a onze anos de idade que apresentavam alergia a ovo. Ao longo de dez meses, 40 participantes receberam quantidades crescentes de clara de ovo e o restante, doses de placebo. Segundo o estudo, 35 dos participantes que passaram pelo tratamento apresentaram melhoras em relação às reações alérgicas — sendo que 11 deles mostraram uma eliminação completa desses sintomas e o restante passou a ser capaz de tolerar quantidades maiores do alimento sem demonstrar sintomas. As outras cinco crianças deixaram de participar da pesquisa por conta de reações alérgicas relacionadas ao tratamento. Os jovens do grupo do placebo não tiveram melhora.

Os pesquisadores afirmam que, embora nem todas as crianças que passaram pelo tratamento tenham sido curadas, o fato de elas terem desenvolvido uma maior tolerância ao alimento ao qual são alérgicas já melhora de maneira significativa a qualidade de vida desses pacientes. Isso porque uma resistência maior previne contra reações alérgicas sérias decorrentes da exposição acidental aos ingredientes, situações que costumam acontecer em restaurantes e festas, por exemplo, quando o indivíduo não controla a maneira pela qual a comida foi preparada.

Fonte: Revista Veja


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segunda-feira, 30 de julho de 2012

CEREAIS MATINAIS INFANTIS PODEM ESCONDER ATÉ 37% DE AÇÚCAR


Na sua opinião, o café da manhã das crianças deve conter uma tigela de cereais? Para um grupo de pesquisadores britânicos esta não é a melhor forma de começar o dia. Recentemente, o grupo de pesquisa em consumo “Wich?” analisou a quantidade de açúcar presente em 50 variações de cereais matinais e concluiu que os produtos voltados para o público infantil podem conter até 37% de açúcar.

NÍVEIS DE AÇÚCAR NÃO DEVEM ULTRAPASSAR 15%

Segundo a Food Standards Agency, agência britânica para regulamentação de alimentos, a taxa de açúcar na composição de alimentos industrializados não deveria ultrapassar 15%, especialmente em produtos de consumo infantil. De acordo com os pesquisadores, alguns cereais matinais voltados para crianças contêm tanto açúcar que deveriam ser vendidos ao lado de biscoitos de chocolate e outras guloseimas, e não como receita para uma vida saudável.

O processo de fabricação dos cereais matinais remove boa parte dos benefícios nutricionais do milho, trigo, arroz e aveia, deixando-os também sem gosto atraente. O açúcar em excesso atrai o paladar do público infantil e as vitaminas sintéticas acrescidas ao produto chamam a atenção dos pais.

ATÉ QUATRO COLHERES DE AÇÚCAR EM CADA 40G DE CEREAIS

Os pesquisadores explicam que os teores de vitaminas e minerais não compensam o fato de que 37% do que as crianças estão comendo é açúcar. Na prática, isso significa que uma porção de 40g do produto pode conter até quatro colheres de chá de açúcar.

Os cereais matinais ainda apresentam alto Índice Glicêmico (IG), o que significa que são rapidamente digeridos e transformados em açúcar no sangue. Por esse motivo, as crianças sentirão fome novamente poucas horas após um café da manhã à base de cereais matinais açucarados. Os pesquisadores recomendam que os pais prestem atenção nas informações nutricionais presentes na embalagem.

ESTUDOS RECENTES MOSTRAM QUE O AÇÚCAR É CAPAZ DE ALTERAR O METABOLISMO

O grupo de pesquisa explica que não há perigo em comer de vez em quando cereais matinais ricos em açúcar. O grande problema é quando as crianças consomem este tipo de produto diariamente.

O risco do consumo excessivo de açúcar vai além do diabetes e obesidade. Estudos recentes mostram que a ingestão desmedida pode alterar o equilíbrio metabólico do organismo, desregulando a produção de hormônios, o que poderia causar danos ao fígado e elevar a pressão arterial, entre outras disfunções. O excesso de peso seria provocado pelo círculo vicioso criado pelo açúcar: quanto mais a criança come, mais deseja comer. E aí estaria o risco de ingerir mais e mais calorias escondidas em produtos industrializados, como os cereais matinais açucarados.

Fonte: GNT

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quarta-feira, 18 de julho de 2012

CUIDADOS COM A ALIMENTAÇÃO DAS CRIANÇAS NAS FÉRIAS


Férias são sinônimo de quebra de rotina e como o dia a dia da criança muda, a alimentação também sofre alterações. É nesse período que os pequenos costumam dormir e acordar mais tarde, têm mais acesso a alimentos diferentes durante os passeios e querem abusar das guloseimas ao longo do dia em casa. Por mais que pareça chato, seja firme: a flexibilização da alimentação do seu filho não deve virar bagunça, pois pode gerar um impacto negativo no esquema de refeições que ele já está acostumado. Afinal, ela precisa entender que a diminuição da rigidez acontece apenas naquele período especial. Confira abaixo algumas dicas importantes de como cuidar da alimentação do seu filho durantes as férias:

PODE PULAR O CAFÉ DA MANHÃ? Já que a criança vai dormir mais tarde e acordar próximo do almoço alguns dias das férias, a dúvida aparece: pode começar o dia com o almoço? "Não. É importante que, ao acordar, seja oferecido algum alimento como um copo de leite ou uma fruta, mesmo sendo perto do almoço. Não precisa dar pão porque pode atrapalhar o almoço, mas uma introdução antes do almoço deve ter", reforça a médica nutróloga da Associação Brasileira de Nutrologia (Abran) Fabiola Suano.

NÃO DEIXE DE LADO OS ALIMENTOS SAUDÁVEIS - Nenhuma mãe gosta de ser vista como chata porque controla a alimentação da criança. Mas se a alimentação saudável não faz parte da rotina da casa, a criança certamente vai rejeitar frutas, verduras e legumes com mais facilidade. Portanto, mantenha as três refeições da criança com as comidas saudáveis. "Há uma grande preocupação das mães se a criança está comendo muitos alimentos artificiais ou do tipo junk food. Porém, a atenção das mães deveria ser se a criança está comendo alimentos saudáveis, como frutas, legumes, leite e verduras – e não aqueles, como biscoito recheado, que vão impactar na alimentação", explica a professora e nutricionista da PUCRS Raquel da Luz Dias. Segundo ela, é permitido trocar o jantar por um lanche mais nutritivo. "A mãe pode preparar junto com o filho uma pizza com massa integral, usando queijos magros e brincando com os ingredientes que vão compor o recheio", sugere a especialista.

DE OLHO NAS CALORIAS? De acordo com Raquel da Luz Dias, crianças entre 1 e 3 anos devem ingerir cerca de 1300 calorias diariamente. "O consumo de açúcar diário é de 10% da quantidade total de carboidratos recomendada. Portanto, uma criança nessa idade deve consumir, no máximo, 32g de açúcar por dia. É bem pouco, mas é o ideal", explica. De 4 a 8 anos, a recomendação é de 1500 calorias, enquanto de 9 a 11 anos, 1800 calorias é o adequado, o que significa que a ingestão de açúcar é de 37g e 45g, respectivamente. "Mas a contagem de calorias é uma preocupação muito de adultos. Claro que quando traçamos um plano alimentar para a criança prestamos atenção se ela está dentro do recomendado, mas definir esses números não é bom porque cada criança tem uma necessidade diferente", explica Raquel da Luz.

ATÉ OS DOIS ANOS, NADA DE MUDANÇAS - Uma criança abaixo dos dois anos não deve ser exposta a alimentos inadequados como biscoitos, sucos artificiais, chocolates, refrigerantes ou frituras. "A alimentação nessa fase é muito controlada, a criança precisa de rotina, como comer de três em três horas, por exemplo. Não é bom variar esse controle mesmo nas férias", explica Fabiola Suano.

ATENÇÃO AOS EXAGEROS NO CHOCOLATE, REFRIGERANTE... As crianças acima dos dois anos já estão expostas aos alimentos em geral. De acordo com a nutróloga Fabiola Suano, não há alimento proibido, mas não se pode deixar a criança comer tudo deliberadamente. É importante que ela saiba que está podendo comer aquilo porque é uma situação diferente. "Sucos artificiais, por exemplo, não dê mais do que 150ml. Refrigerante, no máximo, 150ml e uma ou duas vezes na semana. Uma lata é muita coisa para uma criança, sendo que essas bebidas açucaradas estão associadas ao aumento de peso e enfraquecimento ósseo, entre outros problemas", reforça a nutróloga da Associação Brasileira de Nutrologia (Abran) Fabiola Suano. Outras dicas são importantes para controlar os pequenos: quando pedir batata frita na lanchonete, dê sempre a porção pequena.

E ao comprar um cachorro quente, não dê a versão completa, ofereça com poucos molhos como o ketchup ou maionese. Com as bebidas de soja, o máximo que se deve oferecer é 150/200ml. "Chocolate, por exemplo, 15g é o máximo. As crianças devem ingerir até duas porções de açúcar por dia. Se ela adoça um leite, só pode comer um outro doce naquele dia, como um picolé, um pedaço de goiabada ou uma porção de chocolate. Ou dois doces se não açucarar nenhuma bebida", ensina Fabiola. Pipoca natural feita em casa está na lista das guloseimas que não fazem mal para os pequenos, mas o sorvete... "Uma bola é o suficiente porque contém muito açúcar e gordura. Quanto mais você puder poupar a criança, melhor", finaliza a nutróloga da Abran.

CUIDADOS COM O TRANSPORTE DOS ALIMENTOS - Quando a criança ainda está na fase de beber o leite na mamadeira, prefira levar o pó do leite e da mistura em um potinho. "A temperatura é muito importante para manter o leite adequado para consumo, principalmente em crianças, que são mais sensíveis, pois há grandes riscos de provocar diarreia ou vômitos", alerta a nutróloga. Segundo ela, não é recomendado que o iogurte ou outras bebidas lácteas fiquem sem refrigeração por mais de três horas e se for levar uma fruta, opte por levá-la inteira. "Muitas mães cortam a fruta e levam num potinho. O ideal é levar inteira e picar na hora", ensina Fabiola Suano.

Fonte: GNT

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segunda-feira, 16 de julho de 2012

QUILOS EXTRAS APÓS OS FILHOS

A luta das mulheres contra a balança, especialmente para perder os quilos extras que a gravidez traz, não é novidade para ninguém. Agora, um estudo britânico publicado neste mês descobriu é que os homens que se tornam pais também não estão lidando muito bem com suas barrigas, especialmente após o nascimento do primogênito.

Realizada com 2 mil pais, a pesquisa descobriu que 60% deles estão fora de forma, o que prejudica sua saúde e sua relação familiar. Pelos cálculos dos pesquisadores, os novos pais engordaram em média 10,4 quilos após a chegada do bebê. Comer o resto de comida deixado pelas crianças, fazer refeições rápidas no trabalho e passar muito tempo sentado estão entre os maus hábitos dos pais modernos.

O estudo apontou, ainda, que alguns deles estão se sentindo sobrecarregados com a divisão entre trabalho e vida em família (sim! eles também têm esse dilema), e isso também contribui para o ganho de peso. Por causa da correria, os pais deixam de tomar conta de sua alimentação e adotam um estilo de vida mais sedentário. A consequência é óbvia: quilinhos extras na balança.

Outro dado interessante que a pesquisa identificou é o cansaço dos pais – que pode desestimulá-los a perder peso. Cerca de 42% dos entrevistados disseram ter consumido energéticos para aguentar a rotina e 20% pegaram no sono enquanto liam para os filhos. Essa mesma porcentagem admitiu mandar mensagens de celular para pessoas da mesma casa só para não levantar do sofá!

Segundo a psicóloga e pesquisadora da Unifesp, Patrícia Spada, os homens no Brasil também sofrem com excesso de peso após o nascimento dos filhos. “Certamente, como a pesquisa coloca, o estresse da vida moderna facilita o aumento do consumo de fast-food, uma vez que o tempo de cozinhar com qualidade é escasso. Os pais também passam muitas noites acordados com seus bebês, e tudo isso contribui para o ganho de peso”, diz a especialista.

Ela sugere que, para reverter esse quadro, os homens precisam ficar atentos aos sinais que o corpo dá de cansaço físico e mental. Aqueles que assumem mais responsabilidades no trabalho e em casa do que conseguem gerenciar geralmente ficam sobrecarregados – e engordar é só uma das consequências. “É importante que os pais possam se voltar às suas próprias sensações e emoções. Ou seja, perceber o que está se passando psíquica e fisicamente com eles, uma vez que até a relação afetiva com sua família entra em prejuízo quando não têm condições de cuidar de si próprios”, afirma a psicóloga. Vale lembrar que cuidar de si é o melhor jeito de garantir muitos anos ao lado dos filhos! E a família toda ganha.


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terça-feira, 10 de julho de 2012

TABELA NUTRICIONAL POR FAIXA ETÁRIA


Caso você esteja em dúvida se a bolacha mais consumida pelo seu filho pode ter gordura ou açúcar demais, vá direto checar o rótulo. Depois, compare as informações com as da tabela abaixo, que contém o valor diário recomendado para as crianças dos ingredientes mais comuns: 





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domingo, 8 de julho de 2012

PRESSÃO ALTA EM CRIANÇAS


Na consulta de rotina com o pediatra, ele ouve os batimentos do coração do seu filho, confere a garganta e... mede a pressão? Se não, o ideal é conversar melhor com ele sobre isso. Uma pesquisa realizada nos Estados Unidos reuniu dados hospitalares e descobriu que lá, em um período de 10 anos, o número de internações de crianças com pressão alta quase dobrou, saltando de 12.661 em 1997 para 24.602 em 2006.

Aqui no Brasil, o Ministério da Saúde ainda não tem um dado sobre o número de crianças com pressão alta. Nesta sexta (29), um estudo divulgado pela Secretaria de Estado de Saúde de São Paulo, feito com 284 crianças e adolescentes, entre 10 e 17 anos, da Casa do Adolescente de Pinheiros, mostrou que 25% deles apresentavam quadro de hipertensão arterial combinada com alto consumo de sódio na dieta.

A obesidade e o sobrepeso também são fatores que contribuem para o aumento da pressão. De acordo com uma pesquisa do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), realizado entre 2008 e 2009, uma em cada três crianças com idade entre 5 e 9 anos estavam com peso acima do recomendado pela Organização Mundial da Saúde (OMS).

Vale lembrar que há crianças cuja pressão alta é apenas o sintoma de outra doença mais grave. Por isso, o médico precisa investigar para saber se há alguma alteração nos rins ou, ainda, um problema endócrino, e assim dar um diagnóstico correto. A hipertensão costuma ser uma doença silenciosa. No caso de crianças, é muito difícil que algum sintoma se manifeste. Por isso, é importante sempre aferir a pressão nas consultas de rotina depois que seu filho completar 3 anos.

TRATAMENTO

Assim que a causa da alteração na pressão for identificada, é preciso tratá-la. “A longo prazo, a hipertensão vai lesando todos os órgãos”, segundo Maria Cristina. Se o problema for o excesso de peso, na maioria dos casos é possível reverter o quadro com uma dieta equilibrada e atividades físicas na rotina.

Os filhos de pais ou avós hipertensos precisam de um cuidado extra com os hábitos de vida, já que têm mais predisposição a ter pressão alta. Mas a regra é a mesma para todas as crianças: alimentação saudável, atividade física e controle de peso.

DICAS CONTRA A HIPERTENSÃO

- Corte o consumo excessivo de sal da comida da sua família. O ideal é usar, no máximo, uma colher (chá) rasa por pessoa/dia.

- Fique de olho na hidratação. Crianças devem consumir cerca de 1 litro e meio de água por dia.

- Deixe o refrigerante só para ocasiões especiais, como aniversários. No dia a dia, ofereça água e sucos de frutas naturais.

- Ofereça mais variedades de legumes, verduras e frutas na sua casa. Deixe também esses alimentos mais atrativos: você pode montar desenhos com eles antes de servir ao seu filho.

- Corte o consumo de produtos industrializados. Se o seu filho só come macarrão instantâneo (cujo tempero tem excesso de sódio), ofereça outras opções.

- Incentive a atividade física (brincadeiras, jogos). E brinque junto com as crianças!

Matéria completa na Revista Crescer

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sábado, 23 de junho de 2012

BEBIDINHA NUTRITIVA


As crianças precisam de alimentação reforçada, que contemple os nutrientes necessários para um bom desenvolvimento. Só que nem sempre é fácil convencê-las a se esbaldar nas frutas, por exemplo. Por isso, as nutricionistas Tânia Bottino e Paula Castilho, de São Paulo, ensinam bebidas deliciosas que vão suprir eventuais carências.

MORANGO E FRAMBOESA

Ingredientes
-10 morangos;
-1 colher (sopa) de leite em pó desnatado;
-200 ml de iogurte natural desnatado;
-1 gelatina de framboesa diet/ light pronta;
-Gelo a gosto.

Modo de preparo
Bata todos os ingredientes no liquidificador. Sirva em seguida. Se quiser, decore o copo com pedaços de morango, para ficar mais atraente aos pequenos.

MAMÃO, ACEROLA E LARANJA

Ingredientes
- 1 xícara (chá) de mamão papaia picada;
- 1/2 xícara (chá) de acerola;
- 1/2 laranja picada, sem casca;
- 1 colher (sopa) de leite em pó desnatado;
- Gelo a gosto.

Modo de preparo
Bata todos os ingredientes no liquidificador. Se quiser, coe. Sirva em seguida.

BANANA

Ingredientes
- 1 banana (qualidade que você preferir);
- Mel ou açúcar para adoçar, a gosto;
- 1 copo (250 ml) de leite gelado.

Modo de preparo
Bata os ingredientes no liquidificador. Se quiser, coe. Sirva em seguida.

MAMÃO COM MAÇÃ

Ingredientes
- 1/2 maçã picado;
- 1/2 mamão picado;
- 1 copo de leite gelado (250 ml);
- Açúcar ou mel para adoçar, a gosto (caso ache necessário).

Modo de preparo
Bata os ingredientes no liquidificador. Se quiser, coe. Sirva em seguida.

MANGA

Ingredientes
- 1/2 manga cortada em fatias ou pedaços pequenos;
- Mel ou açúcar para adoçar, a gosto;
- 1 copo (250 ml) de leite gelado.

Modo de preparo
Bata os ingredientes no liquidificador. Se quiser, coe. Sirva em seguida, com pedaços de manga.
Dica: a fruta faz bem para os olhos e para a pele, pois possui carboidratos, betacaroteno (provitamina A), vitamina C, vitaminas do complexo B, ferro, fósforo, cálcio, potássio, magnésio e zinco.

MAÇÃ, BANANA E PERA

Ingredientes
- 1 maçã com casca, cortada em pedaços;
- 1 banana nanica, cortada em rodelas;
- 1 pera com casca, cortada em pedaços;
- 250 ml de leite;- 1 colher (sopa) de açúcar;
- Cubos de gelo

Modo de preparo
Bata todos os ingredientes no liquidificador. Se quiser, coe. Sirva em seguida.

MAÇÃ

Ingredientes
- 1 maçã pequena (verde ou vermelha);
- Mel ou açúcar para adoçar, a gosto;
- 1 copo (250 ml) de leite gelado.

Modo de preparo
Bata os ingredientes no liquidificador. Se quiser, coe. Sirva em seguida.

ABACATE

Ingredientes
- 4 colheres (sopa) de abacate amassado, com quatro gotas de limão (para não oxidar e ficar preto);
- Açúcar a gosto;
- 1 copo (250 ml) de leite gelado.

Modo de preparo
Bata os ingredientes no liquidificador. Se quiser, coe. Sirva em seguida.

BANANA E MAMÃO

Ingredientes
- 1 banana, do tipo que você preferir;
- 1/2 mamão picado;- 250 ml de leite gelado;
- Açúcar ou mel para adoçar, a gosto (caso ache necessário).

Modo de preparo
Bata os ingredientes no liquidificador. Se quiser, coe. Sirva em seguida.

ABACATE, MAÇÃ, MAMÃO E BANANA

Ingredientes
- Abacate picado, maçã, banana prata e mamão a gosto, nas proporções que desejar;
- 1 colher (sopa) de mel;
- 2 colheres (sopa) de aveia em flocos;
- 1 colher (sopa) de óleo de gergelim;
- Leite (o suficiente para obter uma consistência cremosa). 

Modo de preparo
Bata todos os ingredientes no liquidificador. Se quiser, coe. Decore com coco e folhas de hortelã, para maior refrescância. Sirva em seguida.

Fonte: bebê.abril



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sábado, 26 de maio de 2012

MACARRÃO SAUDÁVEL


Se o seu filho tem o costume de só comer macarrão instantâneo, está na hora de mudar esse hábito dele. O problema dessa comida está no tempero do pacotinho, que não tem nutrientes e possui muito glutamato monossódico, uma substância que causa muita retenção de líquidos. Já a massa em si é como qualquer outro macarrão. 

Comece preparando sem o tempero e coloque um fio de azeite extravirgem no final. O molho de tomates pronto é melhor do que o tempero do pacotinho, mas o feito em casa é o mais saudável. Depois, aos poucos, acrescente outros ingredientes. Para ajudar você a preparar um macarrão mais nutritivo, selecionamos três opções fáceis de fazer: 

- Cozinhe o macarrão cabelinho de anjo e misture miniárvores de brócolis e bolinhas de muçarela de búfala cortadas em pedaços. 

- Refogue atum e tomate picadinho em um pouco de azeite e misture no macarrão do tipo parafuso. 

- Use o próprio macarrão instantâneo e cozinhe em menos água com um pouco de sal. Depois, quebre um ovo e misture levemente. O ovo vai ficar em pedaços grandes e você consegue escorrer a água do mesmo jeito. Acrescente pedacinhos de cenoura e vagem cozidas e use uma pelotinha de manteiga e sal para temperar.


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quinta-feira, 24 de maio de 2012

CHUPETA AUXILIA NO ALEITAMENTO


O assunto é sempre polêmico. A maioria dos pediatras condena o uso da chupeta, mas algumas mães alegam que o acessório tem lá suas vantagens, desde que usada com moderação. O mais recente estudo, da Universidade de Saúde e Ciência do Oregon, nos Estados Unidos, diz que ela pode (quem diria!) até mesmo estimular amamentação.

Os pesquisadores americanos analisaram os dados de 2.249 crianças nascidas entre junho de 2010 e agosto de 2011. Os resultados mostraram que a taxa de aleitamento natural diminuiu de 79% para 68% após a abolição das chupetas. O que os autores do estudo ainda não descobriram é o que estaria por trás dessa estatística. Contradições à parte, antes de você (com a orientação do pediatra) decidir se o seu filho vai ou não usá-la, melhor ficar por dentro do assunto. A seguir, sete coisas que toda mãe tem de saber. 

1 - ATRAPALHA A AMAMENTAÇÃO? Apesar da pesquisa norte-americana citada acima, Luciano Borges, presidente do Comitê de Aleitamento da Sociedade Mineira de Pediatria, discorda. Ele diz que inúmeros estudos anteriores mostram que a chupeta está sempre associada com um tempo menor de duração do aleitamento materno. Segundo Luciano, o fato acabou sendo decisivo para que a Organização Mundial de Saúde (OMS) e o Fundo das Nações Unidas para a Infância (UNICEF) optassem como recomendação oficial não utilizar bicos e chupetas desde o nascimento. 

Essa orientação é compartilhada pelo Ministério da Saúde do Brasil. “Tenho um caso de paciente que ofereceu chupeta à sua filha quando ela tinha 1 mês e meio. Na mesma época, a criança largou o peito e começou a perder peso. Bastou a mãe tirar a chupeta para a amamentação voltar ao normal”, conta o pediatra. A explicação para isso é que a musculatura e a posição da língua que o bebê usa para sugar a chupeta é diferente da usada para mamar, o que confunde a criança. A pediatra Tania Shimoda, do Instituto da Criança do Hospital das Clínicas de São Paulo, também faz um alerta: “Vale lembrar que a chupeta só deve ser oferecida ao bebê quando a amamentação estiver estabilizada, depois de três ou quatro semanas de vida da criança”, reforça a pediatra Tania Shimoda.

2 – PREJUDICA A DENTIÇÃO? Se a sua preocupação é que os dentinhos do seu filho fiquem tortos, há indícios de que, se a criança largar o acessório até os 2 anos, eles voltariam ao normal. No entanto, há outros problemas. “Um hábito oral pode gerar outro. Por exemplo, o uso da chupeta pode favorecer alterações na respiração (pode predominar a respiração pela boca), na postura corporal, na fala e na mastigação”, diz Dóris Rocha Ruiz, odontopediatra da Unifesp. 

3 – ATÉ QUE IDADE MEU FILHO PODE USÁ-LA? Ela deve ser retirada a partir de 1 ano de idade e, no máximo, até os 2. A chupeta tem de ser usada com moderação. Ou seja, não dá para a criança ficar o dia inteiro com ela na boca. Assim, o uso deve ser limitado apenas para dormir, já que a criança tende a cuspi-la depois, e em alguns casos específicos. Por exemplo, no avião, para proteger o ouvido durante a subida e a descida da aeronave, após a vacinação e quando a criança estiver chorando muito. Mas, nesses casos, o efeito é o mesmo do que dar o peito. 

4 – O QUE É PIOR, CHUPETA OU DEDO? O dedo é pior, pois será mais difícil a criança abandonar o hábito. O bebê não pega a chupeta sozinho, mas pode colocar o dedo na boca mesmo dormindo. 

5 – A CHUPETA ALIVIA A CÓLICA DO BEBÊ? Em um primeiro momento, pode ser que sim, porque acalma (ou mesmo distrai) a criança. Mas, por outro lado, a criança pode engolir ar – e isso só piora a cólica. 

6 – ELA PREVINE A MORTE SÚBITA? A Academia Americana de Pediatria afirma que o uso do acessório diminui a incidência de morte súbita. Mas isso não quer dizer que, se o seu filho não gosta ou não usa, você deve forçá-lo.

7 - QUE CUIDADOS DEVO TOMAR COM A HIGIENE? A chupeta deve ser lavada com água corrente toda vez que cair no chão e, de preferência, esterilizada diariamente.


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quarta-feira, 16 de maio de 2012

FESTAS INFANTIS: COMO RESISTIR ÀS GULOSEIMAS?


Frequentemente somos convidados para festas infantis. E como manter a dieta em um ambiente cheio de comidas calóricas e saborosas? De acordo com a nutricionista Malu Bastos, você pode provar uma ou outra coisa, mas sem exageros. 

Mas saiba que o bolo de aniversário é a opção mais calórica! 

CONFIRA A TABELA DE CALORIAS:

- MINI HAMBURGUER (1 unidade) = 145kcal

- MINI CACHORRO QUENTE (1 unidade) = 120kcal

- MINI PIZZA (1 unidade) = 109 kcal

- PÃO DE QUEIJO (1 unidade pequena) = 43 kcal

- PIPOCA (1 saquinho pequeno) = 60 kcal

- PASTELZINHO DE QUEIJO (1 unidade) = 35kcal

- QUIBE (1 unidade pequena) = 49 kcal

- EMPADINHA (1 unidade pequena)  = 80 kcal

- BOLO DE ANIVERSÁRIO (1 fatia média) = 380kcal

- BRIGADEIRO (1 unidade pequena) = 40 kcal

- BATATA FRITA (1 saquinho pequeno) = 98 kcal


Adaptado de saudegntPartilhar

domingo, 6 de maio de 2012

COMO ESCOLHER, GUARDAR OU CONSUMIR O IOGURTE?


No mercado, a variedade de iogurtes é grande: integrais, desnatados, semidesnatados, orgânicos, com mel e com polpas de frutas. Todos são bastante nutritivos, e a escolha vai depender muito dos objetivos de cada consumidor. 

Para emagrecer: As versões naturais desnatadas e semidesnatadas, por exemplo, têm menos gorduras e açúcares, mas, em geral, também contêm menos vitaminas. "De qualquer forma, a mudança na composição é pequena, nada muito significativo. Então, para quem quer controlar ou manter o peso, os lights são, sem dúvida, uma boa opção", diz a nutricionista Michelle Grillo Barone, do Ganep.

Para as crianças: As melhores opções são os iogurtes integrais ou com frutas. "Se as frutas forem em pedaços ou em polpa, há um acréscimo de vitaminas e minerais. Mas atenção: no caso do iogurte que é apenas aromatizado, isso não acontece", alerta Michelle. Outro cuidado é não confundir sobremesas lácteas com iogurte. "As primeiras normalmente contêm quantidades maiores de gordura, pois levam creme de leite, leite em pó integral, açúcares simples, corantes e aromatizantes em sua fórmula. O consumo deve ser esporádico e não regular, como no caso dos iogurtes naturais", indica a nutricionista Ariane Pereira, da Naturalis.

Para o funcionamento intestinal: Para os que usam o iogurte com o objetivo de turbinar o funcionamento do intestino, a versão com fibras é uma excelente pedida.

Para a saúde: Como regra geral, observe no rótulo a presença e a quantidade de gorduras, açúcar e adoçante artificial, sódio, corantes e aromatizantes. Quanto menos, melhor.

COMO ARMAZENAR

É importante armazenar os iogurtes em geladeira logo ao chegar em casa com as compras, depois de lavar os potinhos com água e sabão. "O ideal é colocar os iogurtes nas prateleiras mais altas da geladeira, evitando as portas. Também é importante manter um espaço entre os iogurtes e os outros alimentos, para permitir a circulação de ar e a manutenção da temperatura baixa em todos os copinhos", ensina a nutricionista Tatiana Barão, da Naturalis. Por último, é preciso estar atento ao prazo de validade, que, no caso dos iogurtes, é sempre curtinho.

COMO CONSUMIR

De acordo com o Guia Alimentar para a População Brasileira, desenvolvido pelo Ministério da Saúde, a recomendação para o consumo de iogurte é de uma porção de 200 g por dia. "O ideal é consumir o iogurte no café da manhã ou nos lanches, já que o alimento é fonte de cálcio e pode atrapalhar a absorção do ferro contido no feijão, na carne e nas verduras escuras, que normalmente fazem parte do cardápio de almoço e jantar", indica a endocrinologista e nutróloga Ellen Simone Paiva, do Citen.

Para que os benefícios do iogurte no organismo sejam contínuos, é preciso seguir à risca a orientação de consumi-lo todos os dias. "Os probióticos presentes no alimento não se reproduzem no intestino, ao contrário, são eliminados regularmente nas fezes. Daí a importância de fazer a reposição", explica a nutricionista Juliana Malvestio Maioli. 

O iogurte precisa ser consumido fresquinho, preferencialmente numa temperatura de até 10°C. Acima dessa temperatura, perdemos suas propriedades probióticas: as bactérias benéficas presentes no iogurte são eliminadas e ficam apenas os nutrientes, como o cálcio e as vitaminas. Por isso, se vai levar o seu iogurte como um lanchinho prático, na bolsa, providencie uma embalagem térmica ou coloque-o na geladeira assim que chegar ao seu destino.

Para realçar ainda mais o sabor dos iogurtes naturais, vale bater com frutas, pouco mel ou misturá-lo com granola, uvas-passas ou farinha de linhaça. "Outra dica é usar a frutose, um açúcar natural com 50% maior poder de adoçar", diz Ariane.

O frozen yogurt, ou sorvete de iogurte, é produzido da mesma forma que o iogurte convencional, com a fermentação das bactérias do leite e, portanto, guarda muitas das propriedades do alimento. A diferença é que o frozen é normalmente adicionado de açúcar e glucose (xarope de açúcar), que lhe conferem uma consistência mais cremosa. "Isso faz com que ele seja um alimento mais calórico, que deve ser consumido com moderação, esporadicamente. De qualquer forma, ele é muito mais saudável que o sorvete comum", afirma Juliana.

Adaptado da Revista Viva Saúde

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segunda-feira, 30 de abril de 2012

TV E COMPUTADOR NO QUARTO PODEM DEIXAR CRIANÇAS OBESAS


Desligue a televisão e o computador é vá brincar! Essa é a recomendação de todos os especialistas quando o assunto é combater a obesidade infantil - e mais uma pesquisa científica reforça a dica. De acordo com um estudo liderado pela Universidade de Harokopio, na Grécia, uma das soluções para evitar o aumento de peso das crianças é justamente retirar esses aparelhos do quarto delas. 

Isso porque, segundo os cientistas, a TV e o computador influenciam a quantidade de atividades físicas que as crianças fazem e, por consequência, ampliam consideravelmente as chances de aumento de peso. Na pesquisa, feita com 122 pais divididos em 24 grupos focais, as crianças que ficavam até três horas diante das telas todos os dias eram as que tinham maior índice de sobrepeso. O estudo faz parte do projeto ToyBox, uma iniciativa da União Europeia que conta com a participação de universidades de nove países. O principal objetivo é identificar possíveis mudanças no comportamento das famílias com crianças entre 4 e 6 anos, que possam evitar o ganho de peso. 

No Brasil, segundo dados do Ibope, as crianças assistem a cerca de cinco horas diárias de TV e passam, em média, 17 horas e meia na internet (principalmente nas redes sociais) por mês. Esse índice, aliás, é um dos mais altos do mundo. E com a TV e o computador no quarto fica ainda mais difícil reduzir essa estatística e os problemas que ela traz ao seu filho. “Para a criança, por exemplo, é mais confortável ficar deitada na cama assistindo aos desenhos do que trocar de roupa, chamar os amigos para brincar”, diz Hilton Kuperman, endocrinologista pediátrico do Hospital Samaritano (SP). Sem contar que o acesso à TV também se torna mais fácil e o controle dos pais em relação ao que a criança assiste, mais difícil. Pense nisso! 

MAIS PROBLEMAS

Além do peso, ter a TV no quarto afeta diretamente o sono do seu filho. “Assistir a programas de televisão antes de dormir gera uma dose extra de adrenalina no corpo e, assim, podemos levar mais tempo para pegar no sono”, diz Kuperman. Por isso, colocar um filme ou desenho para as crianças pegarem no sono não deve ser cogitado nunca. “A luminosidade excessiva dos monitores dificulta a liberação da melatonina, hormônio fundamental na manutenção do sono", diz Kuperman. 

O resultado é que a criança vai acordar mais vezes durante a noite, e isso contribui para o ganho de peso. "Quando dormimos pouco, há uma alteração na produção de dois hormônios importantes: a grelina, que estimula a sensação de fome, e a leptina, que aumenta a saciedade", conclui o especialista.

A recomendação é tirar a TV do quarto de uma vez, mas você pode combinar de reduzir o tempo que ele assiste aos poucos. De nada adianta apenas proibir: é preciso dar outras opções. Na hora de dormir, leia um livro, conte uma história. Em outros momentos, chame-o para brincar, levar o cachorro para passear, andar de bicicleta ou até colocar uma música e dançar pela sala. 

QUANTAS HORAS POR DIA, AFINAL?

A Sociedade Brasileira de Pediatria enfatiza que é preciso limitar o número de horas que as crianças são expostas às telas, sejam elas de televisão, computador, celular, videogame ou tablets - o que não deve passar de duas horas diárias. 

Mas lembre-se de que, ao lado dessas medidas, os pesquisadores reforçam ainda a relevância das atividades físicas no controle da obesidade. "Os pais precisam entender que o papel deles vai muito além de oferecer alimentos saudáveis”, conclui Yannis Manios, um dos coordenadores do estudo.

Fonte: Revista CrescerPartilhar

quinta-feira, 26 de abril de 2012

ABANDONE A FUNCHICÓREA


O que você costuma fazer para aliviar a cólica do seu bebê? Se a resposta for Funchicórea, vai ter de encontrar outra alternativa. O remédio fitoterápico, que combateria a prisão de ventre e as cólicas nos primeiros meses de vida da criança, teve seu registro cancelado pela ANVISA, recentemente. 

Em 2005, a renovação do registro do Funchicórea foi indeferida, porque a empresa fabricante do produto, Laboratório Melpoejo, não havia cumprido as exigências técnicas e apresentara documentação em desacordo com as normas da época. Segundo a Anvisa, não houve comprovação da eficácia e da segurança do fitoterápico. Mas o laboratório, na época, recorreu e conseguiu que ele continuasse sendo comercializado. 

O pediatra Marcelo Reibscheid, do Hospital e Maternidade São Luiz (SP), explica que os bebês podem até se acalmar, mas isso não significa que a cólica passou. Ele apenas se distraiu. Isso porque um dos componentes do remédio é a sacarina, um tipo de adoçante artificial, que, como toda substância doce, desperta aquela sensação de prazer. A mesma que você sente ao comer chocolate. “Não é recomendado que a criança consuma açúcar no primeiro ano de vida, muito menos adoçante”, alerta Reibscheid. Essa substância é artificial e desnecessária para o bebê. 

Caso seu filho já tenha tomado Funchicórea, não se preocupe. "O efeito do remédio é agudo, ou seja, o bebê elimina o que ingeriu rapidamente", afirma Moisés Chencinski, pediatra e homeopata. Não há efeitos colaterais. A questão do cancelamento do registro na Anvisa é mesmo técnica, já que a eficácia não é comprovada cientificamente. 

Mas é claro que existem outras formas de amenizar as cólicas do bebê. O mais importante é manter a calma. “Vale lembrar que o sintoma é fisiológico e diminui após os três meses de vida", tranquiliza Marcelo. Como os sistemas digestório e neurológico ainda estão imaturos, os movimentos peristáticos (aqueles do intestino) são desordenados e causam desconforto. "Se os pais ficam menos ansiosos, passam a tranquilidade para o bebê", explica Moisés. 

ALGUMAS DICAS PARA AJUDAR A AMENIZAR AS CÓLICAS 

MASSAGEM: A shantala, técnica indiana, é uma boa forma de acalmar o bebê. Você pode fazer movimentos circulares, com uma leve pressão, que também aquecerão a barriga dele. Usar óleo de bétula ou de amêndoa é outra dica para fazer a massagem ficar mais prazerosa. 

GINÁSTICA: O famoso exercício da bicicletinha estimula a eliminação de gases. Flexione e estique as pernas do seu filho, para que ele solte puns e arrote. 

BANHO OU BOLSA DE ÁGUA QUENTE: Aquecer a região dolorida é uma ótima forma de amortecer a dor. Um banho morno, duas a três vezes ao dia, é indicado pelo pediatra Marcelo para acalmar a criança. No caso da bolsa, sempre a embrulhe em uma toalha, para não queimar a barriga do bebê. 

ALIMENTAÇÃO: Há mitos quanto à influência da alimentação da mãe que amamenta na produção de gases da criança. “Não existem privações na dieta”, diz Reibscheid. No entanto, evite exageros e bebidas que fermentem, como as alcoólicas e as gasosas, enquanto estiver no período de aleitamento. 

COLO: Além do carinho, você contribuirá para aquecer a barriga do bebê e aliviar a cólica. Alguns pais gostam de segurar o bebê deitado de bruços em seu antebraço. A posição também pode ajudar no alívio das dores.


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segunda-feira, 16 de abril de 2012

REQUEIJÃO, CREAM CHEESE OU MAIONESE?


Todos podem ir no lanche do seu filho (se a lancheira for térmica) e fazer parte das refeições na sua casa. “Mas um não é melhor que o outro”, diz Priscilla Kaktsuka, nutricionista do Hospital Samaritano (SP). Como são produtos industrializados, devem ser consumidos com limite. Veja os prós e os contras de cada um: 

REQUEIJÃO OU CREAM CHEESE

PRÓS: são fontes de cálcio, importante para a formação dos ossos e dentes, e de proteína, que ajuda no desenvolvimento muscular.

CONTRA: possuem gordura de origem animal, aquela que aumenta os riscos de doenças cardiovasculares no futuro.

CONSUMO: 2 colheres (sopa) por dia (de um dos dois).

MAIONESE

PRÓS: tem gordura monoinsaturada e é fonte de ômega 3 e 6, que elevam o nível de colesterol bom (HDL) e reduzem o do ruim (LDL).

CONTRA: mais calórica, não é recomendada para crianças que estejam com uma dieta especial. Nesse caso, a light é indicada.

CONSUMO: 1 colher (sobremesa) por dia.


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