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quarta-feira, 26 de setembro de 2012

HIDRATAÇÃO DAS CRIANÇAS NOS DIAS QUENTES


Em dias quentes, como os que têm feito nos últimos dias em vários estados do Brasil, a atenção com as crianças deve ser redobrada. Alimentação e roupas leves e bastante líquido estão entre os principais cuidados. Por conta do calor, elas perdem muito líquido pela transpiração e pela urina. Por isso, não espere que o seu filho peça um copo de água para você. Lembre-se de que a criança precisa de pelo menos 4 copos de água por dia para manter a hidratação e o bom funcionamento do intestino. 

A criança fica com os olhos fundos, sem brilho, com a boca seca e a saliva espessa, além de perder elasticidade da pele e diminuir a quantidade de xixi. Ela pode ainda alternar momentos de agitação e apatia. Se a desidratação for leve, os pais conseguem contornar a situação oferecendo líquidos em casa, mas, em casos mais graves, é preciso que fique no hospital. 

MEDIDAS SIMPLES PARA OS DIAS QUENTES

- Ofereça água ao seu filho, mesmo que ele não peça. Sirva em pequenas quantidades e, de preferência, mais para o gelado do que em temperatura ambiente, que torna a absorção mais rápida; 

- Água de coco e chás, como erva doce ou cidreira, também são boas alternativas; 

- Evite os refrigerantes. Além de gaseificados, têm açúcar, o que faz com que a criança perca ainda mais água pela urina. Se ela tomar uma bebida com açúcar, a próxima deverá ser água; 

- Os sucos de melão e melancia têm alto poder de hidratação, são fontes de potássio e água e não precisam ser adoçados; 

- Os alimentos também ajudam a hidratar e devem ser sempre frescos e de fácil digestão. Incentive o consumo de frutas, legumes e verduras. E não se assuste: é normal o apetite da criança diminuir em dias quentes; 

- O ambiente onde a criança está deve ser sempre arejado, inclusive durante a noite. Se for preciso, use um ventilador, desde que o vento não fique direto nela; 

- Deixe seu filho com roupas frescas. Dê preferência aos tecidos de fibra natural, como o algodão, que absorvem o suor do corpo e mantém a temperatura do organismo. Está em dúvida se o seu bebê está com frio? Observe as mãos e os pés dele. Se estiverem quentinhos, não é preciso colocar mais roupa; 

- Cuidado com o sol. Em excesso, ele pode desidratar a criança, além de provocar graves queimaduras. Evite ainda que fique exposto ao sol entre 10h e 16h. Deixe seu filho sempre protegido, com protetor solar, boné, roupa confortável e leve. Inclusive quando ele for para a escola. Se for à pé, use um guarda-chuva para protege-lo do sol; 

- Na lancheira (que deve ser térmica), nada de pães com patês, maionese e embutidos. O melhor são sucos, frutas e um sanduíche bem leve, como com recheio de queijo branco e cenoura ralada. 

- As crianças que se alimentam exclusivamente com o leite materno não precisam de complemento na hidratação, a não ser em casos específicos. Observe o volume do xixi do seu filho. Se ele diminuir, é preciso conversar com o pediatra. 

- Evite ambientes fechados e aglomerações. Além de ser desconfortável para a criança o calor em excesso, há risco de ela pegar uma infecção viral. Fique atenta com a diarreia, o vômito e a febre, principais sinais de virose.



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sexta-feira, 1 de junho de 2012

AÇÚCAR QUE NÃO ENGORDA E NÃO PROVOCA CÁRIES


Ele não engorda, não provoca cáries e pode ser usado por diabéticos. É o açúcar FOS (sigla para fruto-oligossacarídeos), que passará a ser fabricado no Brasil graças a um novo modo de fabricação, desenvolvido por uma pesquisadora da Universidade de Campinas (Unicamp). 

O açúcar FOS não engorda porque sua molécula é muito grande para ser quebrada pelo organismo. Ele é absorvido apenas pelos micro-organismos que vivem na parte final do intestino, daí seu papel probiótico. Ao ingerirem o açúcar, esses organismos crescem e ajudam no tratamento de algumas enfermidades, como problemas de absorção de cálcio, diabetes e câncer. Por causa do seu tamanho, o FOS também não consegue ser metabolizado pelos organismos que ficam alojados na boca e que causam a cárie e as placas dentárias.

O FOS já é conhecido e usado com maior frequência em países do hemisfério norte, inclusive em produtos voltados para diabéticos. No Brasil, seu consumo ainda é restrito. De acordo com Elizama Aguiar de Oliveira, da Faculdade de Engenharia de Alimentos da Unicamp e autora do estudo, é possível encontrar no Brasil alguns produtos que já contenham FOS. A variabilidade, no entanto, é pequena em função dos custos. Uma lata de leite em pó com FOS, por exemplo, tem preços entre 20 reais e 40 reais. "Se produzido nacionalmente, esses custos podem ser reduzidos", diz.

Tecnologia nacional — A metodologia desenvolvida por Elizama emprega uma liga de NIÓBIO (um minério usado em alguns tipos de aços inoxidáveis) e de grafite para imobilizar a enzima que irá produzir o açúcar. Imobilizando a enzima nesse minério, evita-se que ela se dissolva e o resultado obtido é um xarope rico em oligossacarídeos, sacarose, frutose e glicose. Em seguida é feita a purificação, na qual os subprodutos são separados e os oligossacarídeos são encaminhados para o setor industrial, quando vários produtos com FOS poderão ser processados – como chicletes, balas, sorvetes e pães.

"Não existe contraindicação, o único cuidado é evitar o exagero no consumo, que pode causar cólicas e diarreias", diz Elizama. Segundo a pesquisadora, alguns estudos estimam que o ideal será um consumo máximo de 6 a 10 gramas do FOS por dia. "Mas essa quantia varia muito, depende da maneira que o organismo da pessoa responde ao produto", diz. 

Matéria-prima — De acordo com a engenheira, mesmo com a riqueza de matéria-prima para o FOS no país, eles são pouco processados no Brasil. A maioria do que é hoje comercializado vem da Europa, do Japão e dos Estados Unidos, regiões onde os fruto-oligossacarídeos são ingeridos de maneira mais variada. Nesses lugares, ele é empregado em produtos como chicletes, sorvetes, biscoitos, doces, sucos e na linha de alimentação infantil e animal.

Fonte: Revista Veja

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domingo, 6 de maio de 2012

COMO ESCOLHER, GUARDAR OU CONSUMIR O IOGURTE?


No mercado, a variedade de iogurtes é grande: integrais, desnatados, semidesnatados, orgânicos, com mel e com polpas de frutas. Todos são bastante nutritivos, e a escolha vai depender muito dos objetivos de cada consumidor. 

Para emagrecer: As versões naturais desnatadas e semidesnatadas, por exemplo, têm menos gorduras e açúcares, mas, em geral, também contêm menos vitaminas. "De qualquer forma, a mudança na composição é pequena, nada muito significativo. Então, para quem quer controlar ou manter o peso, os lights são, sem dúvida, uma boa opção", diz a nutricionista Michelle Grillo Barone, do Ganep.

Para as crianças: As melhores opções são os iogurtes integrais ou com frutas. "Se as frutas forem em pedaços ou em polpa, há um acréscimo de vitaminas e minerais. Mas atenção: no caso do iogurte que é apenas aromatizado, isso não acontece", alerta Michelle. Outro cuidado é não confundir sobremesas lácteas com iogurte. "As primeiras normalmente contêm quantidades maiores de gordura, pois levam creme de leite, leite em pó integral, açúcares simples, corantes e aromatizantes em sua fórmula. O consumo deve ser esporádico e não regular, como no caso dos iogurtes naturais", indica a nutricionista Ariane Pereira, da Naturalis.

Para o funcionamento intestinal: Para os que usam o iogurte com o objetivo de turbinar o funcionamento do intestino, a versão com fibras é uma excelente pedida.

Para a saúde: Como regra geral, observe no rótulo a presença e a quantidade de gorduras, açúcar e adoçante artificial, sódio, corantes e aromatizantes. Quanto menos, melhor.

COMO ARMAZENAR

É importante armazenar os iogurtes em geladeira logo ao chegar em casa com as compras, depois de lavar os potinhos com água e sabão. "O ideal é colocar os iogurtes nas prateleiras mais altas da geladeira, evitando as portas. Também é importante manter um espaço entre os iogurtes e os outros alimentos, para permitir a circulação de ar e a manutenção da temperatura baixa em todos os copinhos", ensina a nutricionista Tatiana Barão, da Naturalis. Por último, é preciso estar atento ao prazo de validade, que, no caso dos iogurtes, é sempre curtinho.

COMO CONSUMIR

De acordo com o Guia Alimentar para a População Brasileira, desenvolvido pelo Ministério da Saúde, a recomendação para o consumo de iogurte é de uma porção de 200 g por dia. "O ideal é consumir o iogurte no café da manhã ou nos lanches, já que o alimento é fonte de cálcio e pode atrapalhar a absorção do ferro contido no feijão, na carne e nas verduras escuras, que normalmente fazem parte do cardápio de almoço e jantar", indica a endocrinologista e nutróloga Ellen Simone Paiva, do Citen.

Para que os benefícios do iogurte no organismo sejam contínuos, é preciso seguir à risca a orientação de consumi-lo todos os dias. "Os probióticos presentes no alimento não se reproduzem no intestino, ao contrário, são eliminados regularmente nas fezes. Daí a importância de fazer a reposição", explica a nutricionista Juliana Malvestio Maioli. 

O iogurte precisa ser consumido fresquinho, preferencialmente numa temperatura de até 10°C. Acima dessa temperatura, perdemos suas propriedades probióticas: as bactérias benéficas presentes no iogurte são eliminadas e ficam apenas os nutrientes, como o cálcio e as vitaminas. Por isso, se vai levar o seu iogurte como um lanchinho prático, na bolsa, providencie uma embalagem térmica ou coloque-o na geladeira assim que chegar ao seu destino.

Para realçar ainda mais o sabor dos iogurtes naturais, vale bater com frutas, pouco mel ou misturá-lo com granola, uvas-passas ou farinha de linhaça. "Outra dica é usar a frutose, um açúcar natural com 50% maior poder de adoçar", diz Ariane.

O frozen yogurt, ou sorvete de iogurte, é produzido da mesma forma que o iogurte convencional, com a fermentação das bactérias do leite e, portanto, guarda muitas das propriedades do alimento. A diferença é que o frozen é normalmente adicionado de açúcar e glucose (xarope de açúcar), que lhe conferem uma consistência mais cremosa. "Isso faz com que ele seja um alimento mais calórico, que deve ser consumido com moderação, esporadicamente. De qualquer forma, ele é muito mais saudável que o sorvete comum", afirma Juliana.

Adaptado da Revista Viva Saúde

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sábado, 28 de abril de 2012

INCLUA CASCAS E TALOS NA SUA ALIMENTAÇÃO

É comum vermos alguém comendo uma maçã com casca, mas é muito difícil isso acontecer com uma banana ou manga, por exemplo. Neste nutritivo lixo de cascas e talos existe uma quantidade enorme de vitaminas, minerais e fibras. 

O consumo de cascas, talos e sementes ainda pode ser considerado um remédio natural, barato e acessível que colocaria pra funcionar o intestino de quem tem problemas com a prisão de ventre. A seguir, confira dicas para você aproveitar melhor os alimentos: 

MANGA: Você sabia que a manga tem uma casca docinha quando está bem madura? Você pode picar a casca e colocar na salada de frutas ou preparar uma geleia com adoçante próprio para ir ao fogo.

MELANCIA E CHUCHU: Entre a casca e a polpa da melancia existe uma parte branca, que quimicamente é parecida com o chuchu, se for picada e cozida. Você pode misturá-la com uma carne moída bem temperada. Fica bem parecido com uma receita de carne moída com chuchu. 

BANANA: Não é possível consumir a casaca da banana crua, junto com a fruta, mas você pode adicioná-la a uma receita de um bolo, sobremesa e ou refogar com uma farofa.

Fonte: gnt.globoPartilhar

domingo, 11 de março de 2012

DIETA POLÊMICA PROPÕE ALIMENTAÇÃO ATRAVÉS DE SONDA NASAL


Você achava a dieta da proteína ou a da papinha de bebê radicais demais? Então prepare-se para uma novidade que promete acender a discussão sobre medidas extremas para emagrecer. Com base na nutrição entreal cetogênica, a nova dieta KEN propõe a alimentação com uma fórmula líquida, através de uma sonda nasal. Em dez dias, o programa promete eliminar até 10% do peso corporal total.

A dieta KEN utiliza uma fórmula patenteada, pobre em carboidratos e rica em proteínas e nutrientes. Através de um tubo plástico, inserido no nariz, a pessoa recebe a alimentação 24 horas por dia. Na outra extremidade do tubo, uma bomba portátil faz o líquido descer até o estômago. Diariamente, são ingeridos dois litros do produto, que, segundo o fabricante, seriam suficientes para nutrir o organismo sem provocar fome.

BOMBA SÓ É DESLIGADA APÓS O BANHO

Durante a dieta KEN, os pacientes devem utilizar a sonda dia e a noite, com exceção do banho, quando são autorizados a desprender-se da bomba. Ao longo dos dez dias, além da alimentação via sonda, a dieta pode incluir água, chás e café – sem açúcar, adoçantes ou leite.

O principal efeito colateral do processo é a constipação (intestino preso), causada pela falta de ingestão de fibras. Para amenizar o problema, o programa alimentar inclui o consumo diário de laxantes. Durante os dez dias de tratamento, o mau hálito também parece fazer parte da vida de quem segue a dieta. Isso acontece quando o corpo queima a própria gordura para se manter vivo, gerando as chamadas cetonas, que são expelidas pela urina e respiração, provocando o odor desagradável.

DIETA TEM RESPALDO DE ESPECIALISTA

Ainda assim, a dieta KEN tem respaldo de especialistas no assunto. Na Inglaterra, o produto é recomendado por Ray Shidrawi, respeitado gastroenterologista do Homerton University Hospital, em Londres. Para o médico, que já tratou 1.800 pacientes com o novo programa alimentar, a dieta KEN pode ser o futuro para o tratamento de obesidade no Reino Unido. Ray Shidrawi já oferece a dieta em sua clínica particular, na Inglaterra, pelo preço de mil reais. Até o momento, o procedimento não está disponível no Brasil.

Fonte: gnt.globo

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sábado, 3 de março de 2012

CHIA AJUDA A EMAGRECER E COMBATE O COLESTEROL


Rica em fibras, cálcio, ferro, fósforo, potássio, magnésio, zinco e, especialmente, em ômega-3. Encontrada em forma de grãos, farinha e óleo. Estamos falando da Chia, a semente da planta Salvia hispânica, a mais nova queridinha dos fãs da alimentação saudável. Originária do México, além de trabalhar no controle do colesterol, também ajuda a emagrecer.

Segundo a nutricionista Mariana Froes, a Chia se transforma em “gel” dando mais saciedade para quem a consome. Dessa forma, a digestão fica mais lenta equilibrando os níveis de glicose e causa a sensação de saciedade por mais tempo.

Ainda de acordo com a especialista, por ser rica em Ômega-3, a Chia é um importante anti-inflamatório e equilibra o organismo. “Sabemos que a obesidade é uma doença inflamatória e que o tecido adiposo aumenta esse processo, sendo assim, ela pode ajudar no combate à obesidade. Sabemos também que o omega 3 está associado à depressão, então, o seu consumo pode ajudar também nesse sentido”, explicou Mariana.

A chia tem um sabor suave, por isso, pode ser misturado com outros alimentos como iogurtes, sucos, frutas, até mesmo em preparações caseiras de bolo e biscoitos. Agora é usar a imaginação e tornar a Chia parte do seu cardápio diário. Só não vale abusar na quantidade pois o seu valor calórico é alto!

Fonte: Sua Dieta Partilhar

quarta-feira, 22 de fevereiro de 2012

PÃO NA DIETA

Pão engorda, certo? Ao contrário do que muita gente acha, a nutricionista Olga Durante diz que a resposta é “depende”. Segundo ela, depende da quantidade ingerida, do que usamos como acompanhamento e do que é feito o pão. “Ele é um ótimo alimento, uma vez que sacia a fome, pois é rico em amido, hidrato de carbono de absorção lenta e é capaz de manter o nível de açúcar no sangue estável”, explica.

Quem deseja emagrecer ou manter o peso, recomenda-se cerca de dois pães por dia, ou 80 gramas de pão, revela a nutricionista. O truque em regimes saudáveis é comer de forma moderada e adequada às suas necessidades. É também essencial saber escolhê-lo. Olga diz que escolher pães feitos com fibras e grãos integrais é o ideal para manter a saúde. “Assim temos os benefícios de diferentes grupos de alimentos”.

De acordo com a especialista, as fibras facilitam o trânsito intestinal e saciam, já que retardam o esvaziamento gástrico. “As fibras não são ingeridas, nem absorvidas. Sua vantagem é ‘recolher’ excessos de gordura e hidratos de carbono em circulação, fazendo com que não sejam absorvidos e sejam mais facilmente eliminados nas fezes, ajudando a prevenir diabetes e outras doenças”, explica.

Por outro lado, Olga diz que os pães a serem evitados são os de leite e de forma branco, pois são ricos em açúcares e gorduras saturadas que aumentam o nível do colesterol ruim. O pão feito apenas com trigo também não é aconselhável, pela falta de fibras. “Adicione pães integrais a uma dieta que privilegie alimentos saudáveis”.

A nutricionista considera que, apesar de alguns estudos defenderem uma rápida perda de peso baseada na redução ou exclusão total de carboidratos, uma alimentação deve ser equilibrada em nutrientes, e um resultado rápido, pode prejudicar a saúde e trazer o ganho de peso no futuro. “Uma dieta equilibrada é a melhor forma para ficar saudável. O principal é aprender a comer  corretamente”.

Adaptado do site Terra


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terça-feira, 14 de fevereiro de 2012

ÓLEO DE COCO EMAGRECE MESMO?


O óleo de coco é uma das substâncias mais comentadas do momento. Recentemente, pesquisadores da Universidade de Columbia, nos Estados Unidos, adicionaram o óleo de coco virgem a bolinhos, consumidos por voluntários.O estudo mostrou que aqueles que ingeriram os bolinhos emagreceram além do esperado. Na região do abdômen, a perda de centímetros foi sete vezes maior, quando comparada ao grupo que não incluiu o óleo de coco na rotina alimentar.

A nutricionista Adriana Castro, da clínica Club Corpus, explica que “a gordura de coco é capaz de gerar calor e queimar calorias, favorecendo a perda de peso”. O médico Guilherme Giorelli, membro da Associação Brasileira de Nutrologia (ABRAN) lembra que “o óleo também é indicado para diminuir os triglicérides e o mau colesterol (LDL), aumentar o bom colesterol (HDL) e por sua característica anti-inflamatória”.

CONFIRA AS DICAS PARA CONSUMO:

QUANTIDADE IDEAL: Para quem deseja emagrecer, a nutricionista Adriana Castro aconselha a ingestão de até quatro colheres de sopa por dia. “Essa quantidade diminui o apetite e favorece a perda de peso, já que eleva o gasto energético do organismo. Quem segue dietas com restrição de gorduras deve começar com uma dose de meia colher de sopa ao dia e aumentar o consumo gradualmente”, pondera. Ela reforça que o óleo de coco não é um medicamento e, sim, um alimento complementar. Sendo assim, é preciso consumi-lo todos os dias para perceber os benefícios.

COMBINAÇÃO COM OUTROS ALIMENTOS: Segundo Adriana, “o óleo de coco virgem tem sabor agradável e pode ser consumido puro. Ele também não altera o sabor de outros alimentos, o que permite usá-lo em substituição ao óleo de soja ou canola, e ainda misturá-lo em sucos e vitaminas, como tempero para saladas ou na receita de bolos e doces". O nutrólogo Guilherme Giorelli completa: “Nas refeições ricas em carboidrato, o óleo de coco virgem pode diminuir o índice glicêmico da refeição, deixando o prato mais saudável”.

ÓLEO DE COCO X ÓLEO DE COCO VIRGEM: É importante ressaltar que os benefícios estão no óleo de coco virgem. "O óleo de coco é dividido em duas categorias: refinado e virgem. A versão refinada é obtida a partir do coco seco (sem umidade), chamado de copra, e não mantém suas propriedades benéficas. O óleo de coco virgem é obtido, por processos físicos, a partir de cocos frescos (de casca marrom) e úmidos. O alimento passa pelas etapas de prensagem e filtração, preservando seus fitoquímicos naturais”, diz Adriana Castro. A nutricionista informa que o óleo virgem pode ser preparado em casa.

CÁPSULAS DE ÓLEO DE COCO VIRGEM: Guilherme diz que “as cápsulas de coco ainda necessitam de estudos clínicos para comprovar sua ação benéfica”.

DEMAIS INDICAÇÕES: De acordo com Adriana, o óleo de coco virgem é capaz de prevenir certas doenças. “De todas as gorduras vegetais, a de coco apresenta a maior concentração de ácido láurico - mesmo ácido graxo presente no leite materno. O óleo de coco virgem melhora a absorção dos nutrientes, elevando todas as defesas do organismo. Ele também age na prevenção e no combate de fungos, como a cândida, e parasitas, como a giárdia", complementa. A nutricionista diz que o óleo de coco também regula a função intestinal, combate a fadiga crônica e a fibromialgia e ajuda no controle da diabetes, já que não estimula a liberação de insulina.  

Fonte: Saúde gnt




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sábado, 28 de janeiro de 2012

COUVE-FLOR: ALTO POTENCIAL NUTRITIVO


Em geral, as crianças fazem careta ao se depararem com a couve-flor no prato. E, se não houver um bom incentivo à sua entrada nas receitas desde a infância, é bem possível que elas cresçam sem aproveitar mesmo os grandes benefícios do alimento. Afinal, também não é todo adulto que aprecia esse tipo de comida.

É comum, no entanto, que mesmo quem já esteja acostumado com o sabor da couve-flor não aproveite todo o seu potencial nutritivo. Isso porque uma das partes do alimento é normalmente dispensada durante o preparo: as folhas. Em vez de irem para o lixo, elas podem ser lavadas como qualquer verdura e integrar as receitas sem problemas, oferecendo boas doses de ferro e se tornando um aliado na prevenção da anemia – nas mais diversas faixas etárias.

Uma dica para fazer a couve-flor mais atraente, aliás, é não cozinhá-la durante muito tempo. Além de isso facilitar a perda de nutrientes, a fervura em excesso escurece o alimento, deixando-o menos apetitoso. Depois de um tempo na água, a couve-flor amolece, desmancha fácil e perde sabor. Assim, o ponto ideal para retirá-la da panela é enquanto ainda está levemente crocante. 

Entre os principais nutrientes da couve-flor, a nutricionista Christina Teixeira, de São Paulo, destaca a vitamina C. “A vitamina C tem propriedades antioxidantes, fortalecendo as defesas do organismo e atuando, inclusive, na prevenção de tumores”, diz a nutricionista. Além da vitamina C, a couve-flor é rica em fibras, o que auxilia na prevenção da constipação (prisão de ventre) e favorece a sensação de saciedade durante as refeições, evitando que se coma em exageros. O alimento ainda conta com vitamina B1, B2, B3, B5, B6 e K, além de minerais como magnésio, fósforo e potássio, importantes para a saúde do organismo.

Outra vantagem são os efeitos diuréticos, que ajudam no caso de pessoas que sofrem com retenção de líquidos. A presença de ácido fólico – substância essencial para o bom desenvolvimento do feto – também faz do alimento uma opção interessante na dieta de mulheres grávidas. 

“Além de rico em nutrientes, a couve-flor é um alimento de baixas calorias, o que é muito bom para quem está procurando manter ou perder peso, sem abrir mão da saúde e dos nutrientes essenciais”, explica Christina. Cada 100 gramas de couve-flor contêm 35 calorias.  Para conservar os nutrientes, o melhor modo de ingerir o alimento sem perder as propriedades, é consumindo a couve-flor cozida, de preferência, no vapor.


Fonte: Adaptado do site Terra


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domingo, 28 de agosto de 2011

FEIJÃO MARAVILHA

Não é de hoje que o feijão é um sucesso mundial. Há registros de que esse grão já era cultivado nas Américas 9 mil anos antes de Cristo. De lá, espalhou-se pelo planeta e hoje aparece nas panelas dos cinco continentes, em preparações clássicas e contemporâneas. Vira sopa, salada, cozido, bolinho e até doce.

Da família das leguminosas, o Phaseolus vulgaris, espécie mais comum de feijão, é um alimento quase completo. Possui minerais, vitaminas e proteínas, combate a anemia e, entre outros benefícios apontados por estudos, ajuda a inibir o aparecimento de doenças cardíacas e a diminuir o colesterol.

Na mesa do brasileiro, nem é preciso dizer que o feijão é essencial. É ele que confere aquela “sustança” ao prato nosso de cada dia. Conheça alguns dos mais famosos tipos de feijão e suas preparações:

ROXINHO - Grãos pequenos e arroxeados. Usado para fazer o tutu do virado à paulista. Em Minas Gerais, entra na receita do feijão tropeiro.

PRETO - No dia-a-dia, ele está presente na mesa dos cariocas. No resto do Brasil, entra no preparo da feijoada - com exceção de alguns lugares, como a Bahia, onde o tradicional prato brasileiro é feito com feijão mulatinho. Em compensação, os baianos usam os grãos pretos para fazer o feijão-de-leite, acompanhamento que leva leite de coco e açúcar.

BRANCO - Entra no preparo do cassoulet, a versão francesa da feijaoda. No Brasil, é ingrediente fundamental na dobradinha, em parceria com o bucho de boi. Fica ótimo também em purês e saladas.

FRADINHO - Com grãos pequenos, claros e com olhinhos pretos, é muito popular no Nordeste do Brasil, especialmente na Bahia, onde é usado para fazer a massa do acarajé. Nos Estados Unidos, onde é chamado de black eyed pea, é base da soul food, a culinária afro-americana.

AZUKI - De coloração marrom avermelhada e grãos miúdos, ele é utilizado na cozinha japonesa para fazer recheio de doces. Por seu alto valor nutritivo, é muito consumido por adeptos de dietas vegetarianas. Também é indicado como auxiliar nas dietas de emagrecimento.

CARIOQUINHA - Dizem que o carioquinha ganhou esse nome porque o desenho de sua casca - estrias marrons - lembrava as ondas do calçadão da praia de Copacabana. É usado da maneira tradicional, cozido em água e temperado com cebola, alho, louro e bacon.

Fonte: Revista Casa e Jardim
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terça-feira, 23 de agosto de 2011

O PODER DAS ALGAS COMESTÍVEIS

As algas comestíveis são muito conhecidas na China, Coreia e Japão. Atualmente, seu uso se espalhou por todo o mundo e caiu no gosto dos brasileiros, tanto pelo sabor diferente quanto por suas propriedades benéficas para o organismo.

Ricas em carboidratos, proteínas, vitaminas e minerais essenciais, elas compõem vários pratos e podem ser comidas in natura. De acordo com o sushiman Teruo Togo, existem mais de 20 mil espécies de algas, mas apenas cerca de 50 delas são comestíveis.

“A mais conhecida dos brasileiros é a nori, usada para fazer sushi”, afirma. “Ela é vendida em folhas secas e chega a ter duas vezes mais proteínas do que algumas carnes”.

A alga wakame é menos conhecida, mas é aquela que aparece em sopas como o missoshiro, feita à base de soja. Togo explica que essa alga é a mais utilizada em sopas por causa de seu cozimento rápido. “A wakame também é muito rica em cálcio”, diz. Já a alga kombu, segundo o sushiman, é mais usada em pratos quentes ou feitos com vegetais, como o sukiyaki, e precisa ficar de molho em água durante uma hora antes de ser utilizada.

De acordo com a nutricionista Jéssica Mattos, especialista em alimentação funcional, as algas contêm ainda muitos outros nutrientes interessantes para nosso organismo. “Elas são ricas em iodo, ferro, potássio, cobre, magnésio e zinco”, diz. Entre seus benefícios, ela ressalta o fato de que os carboidratos presentes nas algas agem como fibras no intestino.

“E o melhor é que as calorias das algas são próximas do zero”, afirma. Além disso, segundo Jessica, a maioria das algas contém também caroteno, substância que tem um papel protetor contra células cancerígenas.

E as vantagens das algas não param por aí. Jéssica destaca que elas são ricas em vitaminas do complexo B, sendo inclusive o único alimento de origem vegetal que é fonte de vitamina B12, essencial para a atividade das células nervosas e a replicação do DNA. Por essa razão, as algas podem ser consideradas boas para a prevenção de doenças como anemia, depressão, fraqueza e perda de memória.

Fonte: Terra
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terça-feira, 26 de julho de 2011

APROVEITE OS RESÍDUOS DAS CEBOLAS

Na União Europeia (UE) geram-se, a cada ano, mais de 500.000 toneladas de resíduos de cebola, o que se converteu num problema ambiental. Os resíduos incluem cascas, camadas externas, raízes e talos, assim como as cebolas que não alcançam o tamanho ideal para a sua comercialização e as danificadas.

No entanto, os investigadores acreditam que estes resíduos poderiam ser aproveitados como ingredientes alimentares. A casca e as camadas externas são ricas em fibras e flavonoides, substâncias benéficas para a saúde humana. Vanesa Benítez, investigadora do Departamento de Química Agrícola da Universidade Autónoma de Madrid, destaca que “a solução poderia passar pela utilização dos resíduos da cebola como fontes naturais de ingredientes com alto valor funcional”.

O grupo de investigação, ao qual pertence Benítez, juntamente com investigadores da Univercidade de Cranfield (Reino Unido), identificou em laboratório as substâncias benéficas e possíveis utilizações de cada parte da cebola. Os resultados deste estudo foram publicados na revista Plant Foods for Human Nutrition. O estudo assinala que a casca, por exemplo, poderia ser utilizada como um ingrediente funcional rico em fibras alimentares (principalmente fibras insolúveis) e em compostos fenólicos, como a quercetina e outros flavonóides (metabolitos das plantas com propriedades medicinais).

Segundo os investigadores, “o consumo de fibras reduz o risco de doenças gastrointestinais, cancro do cólon, diabetes tipo 2 e obesidade”. Os compostos fenólicos ajudam a prevenir doenças cardíacas e têm actividade anti-cancerígena. O alto teor destes compostos na casca e nas camadas externas da cebola também lhes confere elevada capacidade antioxidante.

No que respeita às partes internas das cebolas, assim com às cebolas inteiras que são descartadas, os investigadores propõem empregá-las como fontes de frutanos e compostos de enxofre. Os frutanos são probióticos, ou seja, exercem efeitos benéficos para a saúde ao estimular selectivamente o crescimento e a actividade das bactérias do cólon. Os compostos de enxofre inibem a agregação das plaquetas, pelo que facilitam o fluxo sanguíneo e, no geral, melhoram a saúde cardiovascular. Além disso, modificam positivamente os sistemas antioxidantes e anti-inflamatórios nos mamíferos.

Benítez aponta que “os resultados indicam que seria interessante separar as diferentes partes da cebola que são geradas durante o seu processamento industrial (…) e, assim, poderiam ser utilizadas como fontes de compostos funcionais para adicionar aos alimentos”.

Fonte: QUALFOOD
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domingo, 20 de março de 2011

PRISÃO DE VENTRE NA GRAVIDEZ

Esse desconforto é comum durante os nove meses e pode piorar se você já tinha o problema antes de engravidar - cerca de 40% das grávidas passam por isso. A constipação acontece porque a progesterona (hormônio da gestação) deixa o intestino preguiçoso, além de o útero comprimi-lo. Há mulheres que se queixam já no primeiro trimestre, e o ferro presente nas vitaminas que você toma também pode agravar a situação.

Assim que você sentir dificuldade para ir ao banheiro, procure o médico. Em alguns casos, o obstetra pode receitar o uso de laxantes apropriados para as grávidas. Em casa, beba bastante água (você pode até colocar uma rodelinha de limão, laranja ou umas folhas de hortelã no copo para dar um sabor especial) e incremente as refeições com alimentos ricos em fibras, que ajudam a prevenir a prisão de ventre.

São eles: cereais, frutas, verduras e legumes. Comer ameixa preta ou fazer um suco com ela é uma boa dica. Os exercícios físicos ajudam, mas só se o seu médico liberar. Confira a seguir as frutas que mais ajudam e as que você deve evitar enquanto estiver com o problema:

- Frutas indicadas: ameixa, mamão, manga, morango, laranja (com bagaço), abacaxi, jaca, figo e damasco.

- Frutas contraindicadas: goiaba, maçã, banana, pêra e caju.
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Fonte: Revista Crescer
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segunda-feira, 14 de fevereiro de 2011

COMO ALIVIAR AS CÓLICAS DOS BEBÊS

É fim de tarde e seu filho chora sem parar. E, como em todos os dias, no mesmo horário, você já checou a fralda, amamentou, agasalhou ou tirou o excesso de roupa. De nada adiantou. O choro continua intenso, mas de repente para. Você respira aliviada. E, quando menos espera, começa tudo de novo. Cada vez mais estridente.
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Quem já passou pela situação sabe: é uma cena típica de um recém-nascido sofrendo com as temidas cólicas. E não é rara. A dor abdominal atinge 75% dos bebês nos primeiros três meses de vida, geralmente no início da tarde ou durante a noite. Sempre no mesmo horário.
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As cólicas não estão associadas a nenhuma doença. São um problema fisiológico, comum em recém-nascidos, que têm um sistema digestivo ainda imaturo, até por falta de experiência. Quando o bebê mama, os intestinos contraem e relaxam, provocando as cólicas, que podem durar cerca de três horas. Também há estudos que relacionam as cólicas à alimentação da mãe. E ainda é possível que o bebê não esteja sugando corretamente o peito e engolindo muito ar durante a amamentação.
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Porém, o sentimento dos pais influencia – e muito – a vida do bebê. Se eles ficarem nervosos e inseguros, passam esses sentimentos ao bebê, que, por sua vez, fica ainda mais aflito. Dependendo do comportamento dos pais, as cólicas podem piorar, sim. Os pediatras são unânimes: o comportamento da criança é um reflexo do meio em que vive.
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Esse mal-estar dura em média três meses. Tempo que o organismo do bebê leva para amadurecer o mecanismo da digestão. Faz sentido. Aos 3 meses, o bebê completa um ciclo de 12 meses desde a fecundação, ou seja, 1 ano de vida, se contarmos a vida intra-uterina. Ele deixa de ser um “RN”, como são conhecidos os recém-nascidos. É por isso que no quarto mês, cérebro e intestinos já se entendem melhor e as cólicas deixam de ocorrer.
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VEJA AS DICAS PARA ALIVIAR A DOR
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º Deite-o de bruços e embale-o no braço.
º Outra maneira é colocar a barriguinha dele em contato com o seu abdome: calor e aconchego ao mesmo tempo são imbatíveis!
º Aquecer o local traz conforto. Use um paninho esquentado a ferro ou opte por uma bolsa de água quente, pode ser aquelas que são aquecidas no forno de microondas. Tome cuidado para não deixar esquentar demais e nunca encoste a superfície quente direto na pele da criança. Coloque a bolsa sobre a roupa ou uma toalha.
º Fique com o bebê em um ambiente aconchegante, à meia luz e, se puder, escolha uma música relaxante.
º Apesar de o peito acalmar a criança, evite amamentá-la, pois a sucção estimula as contrações intestinais, que agravam as dores.
º Massagens na barriga ajudam a soltar os gases. Passe a mão, se quiser com um pouquinho de óleo de bétula ou de amêndoa, em movimento circulares. Isso aquece o local e acalma o pequeno.
º Exercícios com as pernas também contribuem para diminuir as dores e soltar gases. Deite o bebê de costas e flexione as suas perninhas sobre o adbome.
º Caso as cólicas continuem intensas, pode-se recorrer a um medicamento antiespasmódico, depois de consultar o pediatra.
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Veja a matéria completa na Revista Crescer
Confira também:
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quarta-feira, 2 de fevereiro de 2011

DESCOBERTO ANTIBIÓTICO QUE TRATA SÍNDROME DO INTESTINO IRRITÁVEL

Pela primeira vez, um antibiótico tratou com eficácia e durabilidade a síndrome do intestino irritável (SII), que afeta cerca de 30 milhões de americanos e milhares pessoas no mundo, segundo estudo publicado no dia 5 de janeiro.
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O antibiótico Xifaxan, do laboratório americano Salix Pharmaceutical, já foi autorizado pela FDA (agência americana de regulamentação de medicamentos e alimentos) para tratar a diarreia do viajante e a encefalopatia hepática.
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Quem sofre desse problema fica com o aparelho gastrointestinal muito sensível. Com isso, fatores como estresse, dieta, medicação e hormônios, dentre outros, acabam provocando diarreia.
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Agora, resultados de dois testes clínicos confirmam também o papel significativo na síndrome das bactérias da flora intestinal - uma hipótese polêmica, estudada há vários anos.
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Os resultados dos testes clínicos, realizados em 1.200 pacientes com a síndrome, mostram que o Xifaxan permite aliviar os sintomas e não causa riscos, segundo o médico Mark Pimentel, do centro médico Cedars-Sinai de Los Angeles (EUA) e principal autor do estudo.
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- Durante anos, as opções de tratamento foram extremamente limitadas. Pimentel conta que, com frequência, os pacientes com essa síndrome respondiam mal aos tratamentos, como a mudança do regime alimentar e o uso de fibras como complemento. - [Mas] com o antibiótico eles se sentem melhor. E o bem-estar continua, mesmo depois de parar de tomá-lo. Isso significa que agimos, com esse antibiótico, na causa da doença.
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Fonte: Prontuário de Notícias
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terça-feira, 25 de janeiro de 2011

SERÁ QUE É INTEGRAL?

Eles tomaram de assalto as prateleiras dos grandes supermercados. A oferta de alimentos integrais e orgânicos aumenta a olhos vistos no Brasil. Mas, antes de colocar um desses produtos no carrinho, vale se indagar: será que é integral mesmo? E como ter certeza de que uma carne é realmente orgânica?
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Para começo de conversa, são considerados integrais aqueles grãos e cereais, como arroz, trigo e aveia, que não passam por um processo de refinamento. Dessa forma, como a casca e a película não são descartadas, preserva-se boa parte dos nutrientes e das fibras. “Eles agem como uma vassourinha no nosso organismo”, diz a nutricionista Maria Aquimara Zambone.
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Em outras palavras, incluir essas opções no cardápio ajuda a reduzir os níveis de colesterol, permite controlar as taxas de açúcar no sangue e contribui para o emagrecimento. O problema é que não há nenhum tipo de regra sobre a fabricação desses produtos no país, segundo a Anvisa. E por causa da falta de parâmetros cada empresa adota os critérios que bem entender.
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A DICA É SEMPRE FICAR DE OLHO NO RÓTULO!
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Quanto mais fibra houver em uma porção do alimento, mais integral ele é de verdade. Exemplo: em determinadas marcas, há o equivalente a 4,8 gramas de fibra em 1 fatia e meia do pão. Já em outras versões integrais, você encontrará apenas 3,4 gramas da substância na mesma porção. Cabe a você analisar a quantidade de fibra equivalente à porção de pão identificada nos rótulos.
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Veja a matéria completa na Revista Saúde
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quinta-feira, 18 de novembro de 2010

OS BENEFÍCIOS DA FARINHA DE FEIJÃO BRANCO


O feijão branco é muito procurado por quem deseja perder peso ou enfrentar uma dieta restritiva, devido às suas propriedades. Sua farinha favorece o emagrecimento e a redução dos níveis de açúcar no sangue, sendo importante também no controle da diabetes.
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Os benefícios da farinha de feijão branco estão relacionados à quantidade de fibras que ele carrega. Além de colaborarem com o funcionamento do intestino, elas dão a sensação de saciedade, fazendo com que você coma menos e auxiliando no emagrecimento.
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Todos os tipos de feijões são fonte de fibras, podendo, inclusive, ser melhor que a soja. Mas é preciso ter moderação com a farinha do feijão branco. Afinal, o feijão cru tem toxinas que em grandes quantidades podem ser prejudiciais à saúde, causando diarreias e gases.
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Fonte: Blog Entre na Linea
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domingo, 14 de novembro de 2010

COMO EVITAR O INTESTINO PRESO DAS CRIANÇAS

O intestino do seu filho funciona direitinho? Saiba que há crianças que têm tanto problema de constipação que chegam até a precisar fazer um tratamento e lavagem intestinal. Um estudo realizado pelo Johns Hopkins Children´s Center, nos Estados Unidos, revelou que aumentou em 30%, entre 2008 e 2009, o número de casos de crianças norte-americanas com crises graves e crônicas de constipação. Entre os motivos, estão a falta de alimentação e hidratação adequadas.
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No Brasil, apesar de não haver uma pesquisa sobre essa prevalência, de acordo com Adriana Barbosa, pediatra do Hospital São Camilo (SP), esse tipo de situação também é comum. “Há crianças que chegam ao hospital depois de uma semana sem fazer cocô. Então é preciso fazer uma lavagem intestinal", diz.
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Em seguida, a criança tem de ser encaminhada para um especialista para tomar medicamentos que ajudem a regularizar o hábito intestinal. A especialista afirma ainda que não há uma regra sobre a frequência da evacuação das crianças. Algumas fazem cocô todos os dias, outras não. Mesmo que o intestino dela funcione a cada dois ou três dias, se ela não tiver desconforto na hora de ir ao banheiro e as fezes forem inteiras (e em formato de bolinhas duras), não tem porquê se preocupar.
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Para evitar o intestino preso, segundo a nutricionista Nelly Yoneyama Fortunato, do Hospital São Luiz (SP), a principal regra é andar com uma garrafinha de água para onde você for com o seu filho. “É preciso ainda eliminar os refrigerantes, que não têm vitaminas e só engordam, e substituí-los por água, água de coco e sucos naturais”, diz. Boas opções são aqueles laxativos, como os de laranja, que podem ser batidos com cenoura, beterraba ou folhas de espinafre, que têm fibras e ajudam a ida ao banheiro.
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Lembre-se também que a atividade física é importante e que, mesmo comendo fibras, se não ingerir bastante água (2 litros para adulto e 1 litro a 1 litro e meio para criança), a constipação pode acontecer. Na hora de preparar o almoço e o jantar, não se esqueça da salada e da criatividade. “Para que as crianças comam melhor, coloque folhas menos amargas, como alface, acelga, repolho bem picadinho. Mescle o prato com minimilhos, cenouras baby e ovos de codorna, que elas adoram”, afirma. Evite dar ao seu filho muita massa, como macarrão e pão. Prefira as versões integrais e, na hora de fazer um lanche, queijo fresco com cenoura ralada e alface é uma boa pedida. Para a refeição da tarde e o café da manhã, vale apostar em cereais e iogurtes.
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As frutas também não devem ser esquecidas. Só evite aquelas que podem prender o intestino, como maçã e banana-maçã. Ofereça ao seu filho melancia, laranja, manga, uva. São opções que você pode levar para a praia ou parque, no lugar dos salgadinhos e frituras, que, além de engordar, prejudicam o funcionamento do intestino. Uma receitinha simples e natural que ajuda quando seu filho estiver com um pouquinho de dificuldade para ir ao banheiro é pegar três ameixas secas e colocar para ferver com 200 ml de água. Amasse a ameixa e coe e dê para a criança tomar junto com algum outro suco. Mas fique de olho com qualquer queixa de dor na barriga e inchaço abdominal.
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EM VEZ DE: refrigerante, massas, pães, maçã e banana-maçã.
PREFIRA: água, água de coco, sucos naturais, cereais, iogurtes, legumes e verduras, melancia, laranja, uva e manga.
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Fonte: Revista Crescer
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sábado, 28 de agosto de 2010

BRÓCOLIS E BANANA DA TERRA PODEM AJUDAR A CONTROLAR INFLAMAÇÃO INTESTINAL

As fibras contidas no brócolis e na banana da terra podem bloquear uma fase importante do desenvolvimento da doença de Crohn - um dos principais tipos de doença inflamatória intestinal -, segundo recente estudo da Universidade de Liverpool, na Inglaterra.
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De acordo com os pesquisadores, as fibras solúveis desses alimentos reduzem o movimento da bactéria E.coli no intestino, reduzindo as inflamações e amenizando os sintomas da doença, incluindo dor abdominal, diarreia persistente, febre, fadiga e perda de apetite.
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Os pesquisadores testaram os efeitos das fibras solúveis do brócolis, da banana da terra, do alho-poró e de maçãs, além de alguns aditivos em alimentos processados na dieta de pessoas com a doença. E, analisando amostras do tecido de pacientes que haviam passado por cirurgias para tratar outros problemas digestivos, eles descobriram que as fibras do brócolis e da banana da terra reduziam o movimento da bactéria em 45% e 82%, respectivamente. Por outro lado, as fibras dos outros alimentos não tiveram impacto, e os aditivos aumentaram significativamente o movimento da E.coli.
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Baseados nos resultados, publicados na edição de agosto da revista Gut, os pesquisadores concluíram que suplementar a dieta com essas fibras pode prevenir a recidiva da doença de Crohn, pois uma das principais fases da condição inflamatória ocorre quando as células de revestimento do intestino são atacadas por bactérias, principalmente pela E.coli. Entretanto, mais estudos são necessários para confirmação e para desvendar se o consumo dos vegetais na alimentação pode ter um efeito similar para pacientes com doença de Crohn e outras doenças inflamatórias intestinais.
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Fonte: Uol
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sexta-feira, 20 de agosto de 2010

SÍNDROME DO INTESTINO IRRITÁVEL

A Síndrome do Intestino Irritável (SII), também conhecida por colite nervosa e neurose cólica, é uma desordem relacionada ao aparelho digestório, caracterizada por dor abdominal associada a alterações do hábito intestinal: períodos alternados de obstipação e diarréia.
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Inicialmente essa síndrome era denominada Síndrome do Cólon Irritável, pois se julgava que o distúrbio funcional estivesse restrito ao cólon. Estudos atuais da motilidade intestinal, porém, evidenciaram a presença dessas alterações em todo aparelho digestivo. Esta síndrome atinge uma média de 15% da população acometendo pacientes de todas as faixas etárias dos 10 aos 70 anos, principalmente adultos jovens do sexo feminino. As principais causas são: distúrbios da motilidade, psiquiátricos e deficiências ou intolerâncias dietéticas.
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Dentre os principais sintomas, merecem destaque: alternância entre diarréia e obstipação intestinal, cólicas, fezes em geral desfeitas e às vezes pastosas, prisão de ventre de 3 a 4 dias, queixas de gases e dor abdominal. O estresse e outros fatores emocionais como depressão e ansiedade não são diagnosticados como causa, mas como condições que agravam o quadro de sintomas, pois estão relacionados ao aparecimento e aumento das crises de SII, variando de 51 a 86,7% em estudos realizados. A SII representa um grande desafio para profissionais de saúde em vista não só das dificuldades embutidas no seu diagnóstico de certeza, como também na difícil escolha do tratamento mais apropriado, o qual deve basear-se na natureza e gravidade dos sintomas.
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O TRATAMENTO PODE SER DIVIDIDO EM ETAPAS:
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DIETA: O objetivo da dieta é melhorar o estado nutricional, promovendo um ganho de peso até a eutrofia em pacientes apresentam baixo peso. Várias publicações mostram que a reatividade intestinal está relacionada aos alimentos em geral e não a qualquer substância alimentar específica. Porém, certos alimentos promovem o aumento de sintomas como: as gorduras, alimentos que contêm lactose (leites e derivados), sorbitol (adoçantes), alimentos que aumentam a produção de gases (couve, feijão, repolho, maçã, lentilha, uva, etc.).
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Outros alimentos que podem agravar ainda mais os sintomas são: álcool, cafeína, fumo, chocolate, tomate, menta, bebidas gasosas, carboidratos e gomas de mascar. A utilização das fibras deve ser cuidadosa pois as solúveis são úteis na melhora da diarréia e as insolúveis no tratamento da constipação. Quando utilizadas na dieta, recomenda-se sua administração gradativa até que se atinja a dose necessária para alívio dos sintomas.
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Fonte: RG Nutri
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