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quarta-feira, 3 de abril de 2013

COMENDO POR DOIS, TRÊS OU MAIS

No momento em que o casal decide engravidar, a mulher deve imediatamente pensar em planejar na sua saúde física e mental. Não adianta engravidar de qualquer jeito. Sabemos que “acidentes” acontecem com muito mais frequência do que gostaríamos. Ao mesmo existe uma grande parcela de mulheres que percorre um longo caminho até conseguir realizar este sonho. Ajuda muito estar com a cabeça boa e sem muitas ansiedades. 

Quantas histórias você já ouviu do casal que depois que ganhou o Gucci, um lindo Shitzu de presente, engravidou logo depois. Para aqueles que estão flertando com a ideia de aumentar a família, o ideal é procurar um clínico geral ou obstetra e iniciar um check-up. 

A obstetra provavelmente vai iniciar a futura mamãe em vitaminas específicas. Todos esses procedimentos são apenas o primeiro gostinho do que vem por aí. Quando o bebê estiver a caminho (ou bebês, né?) um mundo novo vai se abrir para o casal. Se mente sana é muito desejável, um corpo em dia é igualmente preferível. 

Desnutrição não é termo que se usa só para os magros, mas para qualquer pessoa que não tenha seu metabolismo funcionando igual a um relógio suíço. A magreza, assim como a obesidade, são fatores de infertilidade e sérios problemas para a saúde. A gestante abaixo do peso ou que não ganha peso e a gestante acima do peso e que ganha peso rapidamente, inspiram os mesmos cuidados. 

ALGUMAS DICAS SIMPLES AJUDAM QUALQUER FUTURA MAMÃE A NÃO SAIR DA LINHA: 

1- Faça avaliação física, não pule exames e siga as orientações do seu obstetra e nutricionista. Se ainda na fase de planejamento, procure engravidar depois de ter perdido os 10 quilos que almeja, de ter baixado o colesterol, de desistir da dieta das papinhas de Hollywood. Acredite, você vai comer muita papinha depois que o seu filho nascer;

2- Não pule refeições. Comer ajuda a manter seu corpo funcionando melhor, grandes períodos de jejum podem causar sonolência, desmaio, hipoglicemia, enjoos, mal-estar, entre outros;

3- Procure trocar o pão e macarrão comuns pela versão integral, muito mais nutritivos e ricos em fibras; 

4- Repare em quantas porções de vegetais e frutas você come diariamente;

5- Os desejos devem ser respeitados, mas nada de ter desejo de brigadeiro de panela toda semana; 

6- Tenha a água, ou melhor, o gelo como aliado. Congele frutas picadas em formas de gelo, pois elas refrescam diminuindo o enjoo e a necessidade de doce a todo o momento;

7- Faça um diário alimentar. Nos dois primeiros trimestres o ideal é chegar a mais 100 calorias/dia para o bebê, e depois 300 calorias, sendo assim, pise no freio; 

8- Faça escolhas saudáveis e inteligentes. Perceba o que te satisfaz; se qualidade, sabor ou quantidade; 

9- Fique de olho na quantidade de sal, nada de usar saleiro em casa ou na rua;

10- Beba bastante líquido. Se antes do bebê sua dose era de 2 litros, pode colocar mais uma garrafa nessa história. A dica é levar sempre uma garrafinha com você. A água estará sempre a mão e vira desculpa: se você não está fazendo nada, se está esperando em alguma fila, beba água;

11- Coloque atividade física na sua vida. Fale com o seu obstetra e veja se ele libera caminhadas leves, hidroginástica ou yoga. Mexa-se. 

No mais, passe esses nove meses se mimando muito. Massagens, comprinhas, drenagem linfática, cremes, velas perfumadas. Curta muito o seu marido. Façam passeios, pequenas viagens, namorem bastante. Afinal, depois disso, vocês vão passar o resto da vida mimando seu filhotinho.

Fonte: Mundo Ovo

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quinta-feira, 24 de maio de 2012

CHUPETA AUXILIA NO ALEITAMENTO


O assunto é sempre polêmico. A maioria dos pediatras condena o uso da chupeta, mas algumas mães alegam que o acessório tem lá suas vantagens, desde que usada com moderação. O mais recente estudo, da Universidade de Saúde e Ciência do Oregon, nos Estados Unidos, diz que ela pode (quem diria!) até mesmo estimular amamentação.

Os pesquisadores americanos analisaram os dados de 2.249 crianças nascidas entre junho de 2010 e agosto de 2011. Os resultados mostraram que a taxa de aleitamento natural diminuiu de 79% para 68% após a abolição das chupetas. O que os autores do estudo ainda não descobriram é o que estaria por trás dessa estatística. Contradições à parte, antes de você (com a orientação do pediatra) decidir se o seu filho vai ou não usá-la, melhor ficar por dentro do assunto. A seguir, sete coisas que toda mãe tem de saber. 

1 - ATRAPALHA A AMAMENTAÇÃO? Apesar da pesquisa norte-americana citada acima, Luciano Borges, presidente do Comitê de Aleitamento da Sociedade Mineira de Pediatria, discorda. Ele diz que inúmeros estudos anteriores mostram que a chupeta está sempre associada com um tempo menor de duração do aleitamento materno. Segundo Luciano, o fato acabou sendo decisivo para que a Organização Mundial de Saúde (OMS) e o Fundo das Nações Unidas para a Infância (UNICEF) optassem como recomendação oficial não utilizar bicos e chupetas desde o nascimento. 

Essa orientação é compartilhada pelo Ministério da Saúde do Brasil. “Tenho um caso de paciente que ofereceu chupeta à sua filha quando ela tinha 1 mês e meio. Na mesma época, a criança largou o peito e começou a perder peso. Bastou a mãe tirar a chupeta para a amamentação voltar ao normal”, conta o pediatra. A explicação para isso é que a musculatura e a posição da língua que o bebê usa para sugar a chupeta é diferente da usada para mamar, o que confunde a criança. A pediatra Tania Shimoda, do Instituto da Criança do Hospital das Clínicas de São Paulo, também faz um alerta: “Vale lembrar que a chupeta só deve ser oferecida ao bebê quando a amamentação estiver estabilizada, depois de três ou quatro semanas de vida da criança”, reforça a pediatra Tania Shimoda.

2 – PREJUDICA A DENTIÇÃO? Se a sua preocupação é que os dentinhos do seu filho fiquem tortos, há indícios de que, se a criança largar o acessório até os 2 anos, eles voltariam ao normal. No entanto, há outros problemas. “Um hábito oral pode gerar outro. Por exemplo, o uso da chupeta pode favorecer alterações na respiração (pode predominar a respiração pela boca), na postura corporal, na fala e na mastigação”, diz Dóris Rocha Ruiz, odontopediatra da Unifesp. 

3 – ATÉ QUE IDADE MEU FILHO PODE USÁ-LA? Ela deve ser retirada a partir de 1 ano de idade e, no máximo, até os 2. A chupeta tem de ser usada com moderação. Ou seja, não dá para a criança ficar o dia inteiro com ela na boca. Assim, o uso deve ser limitado apenas para dormir, já que a criança tende a cuspi-la depois, e em alguns casos específicos. Por exemplo, no avião, para proteger o ouvido durante a subida e a descida da aeronave, após a vacinação e quando a criança estiver chorando muito. Mas, nesses casos, o efeito é o mesmo do que dar o peito. 

4 – O QUE É PIOR, CHUPETA OU DEDO? O dedo é pior, pois será mais difícil a criança abandonar o hábito. O bebê não pega a chupeta sozinho, mas pode colocar o dedo na boca mesmo dormindo. 

5 – A CHUPETA ALIVIA A CÓLICA DO BEBÊ? Em um primeiro momento, pode ser que sim, porque acalma (ou mesmo distrai) a criança. Mas, por outro lado, a criança pode engolir ar – e isso só piora a cólica. 

6 – ELA PREVINE A MORTE SÚBITA? A Academia Americana de Pediatria afirma que o uso do acessório diminui a incidência de morte súbita. Mas isso não quer dizer que, se o seu filho não gosta ou não usa, você deve forçá-lo.

7 - QUE CUIDADOS DEVO TOMAR COM A HIGIENE? A chupeta deve ser lavada com água corrente toda vez que cair no chão e, de preferência, esterilizada diariamente.


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quinta-feira, 26 de abril de 2012

ABANDONE A FUNCHICÓREA


O que você costuma fazer para aliviar a cólica do seu bebê? Se a resposta for Funchicórea, vai ter de encontrar outra alternativa. O remédio fitoterápico, que combateria a prisão de ventre e as cólicas nos primeiros meses de vida da criança, teve seu registro cancelado pela ANVISA, recentemente. 

Em 2005, a renovação do registro do Funchicórea foi indeferida, porque a empresa fabricante do produto, Laboratório Melpoejo, não havia cumprido as exigências técnicas e apresentara documentação em desacordo com as normas da época. Segundo a Anvisa, não houve comprovação da eficácia e da segurança do fitoterápico. Mas o laboratório, na época, recorreu e conseguiu que ele continuasse sendo comercializado. 

O pediatra Marcelo Reibscheid, do Hospital e Maternidade São Luiz (SP), explica que os bebês podem até se acalmar, mas isso não significa que a cólica passou. Ele apenas se distraiu. Isso porque um dos componentes do remédio é a sacarina, um tipo de adoçante artificial, que, como toda substância doce, desperta aquela sensação de prazer. A mesma que você sente ao comer chocolate. “Não é recomendado que a criança consuma açúcar no primeiro ano de vida, muito menos adoçante”, alerta Reibscheid. Essa substância é artificial e desnecessária para o bebê. 

Caso seu filho já tenha tomado Funchicórea, não se preocupe. "O efeito do remédio é agudo, ou seja, o bebê elimina o que ingeriu rapidamente", afirma Moisés Chencinski, pediatra e homeopata. Não há efeitos colaterais. A questão do cancelamento do registro na Anvisa é mesmo técnica, já que a eficácia não é comprovada cientificamente. 

Mas é claro que existem outras formas de amenizar as cólicas do bebê. O mais importante é manter a calma. “Vale lembrar que o sintoma é fisiológico e diminui após os três meses de vida", tranquiliza Marcelo. Como os sistemas digestório e neurológico ainda estão imaturos, os movimentos peristáticos (aqueles do intestino) são desordenados e causam desconforto. "Se os pais ficam menos ansiosos, passam a tranquilidade para o bebê", explica Moisés. 

ALGUMAS DICAS PARA AJUDAR A AMENIZAR AS CÓLICAS 

MASSAGEM: A shantala, técnica indiana, é uma boa forma de acalmar o bebê. Você pode fazer movimentos circulares, com uma leve pressão, que também aquecerão a barriga dele. Usar óleo de bétula ou de amêndoa é outra dica para fazer a massagem ficar mais prazerosa. 

GINÁSTICA: O famoso exercício da bicicletinha estimula a eliminação de gases. Flexione e estique as pernas do seu filho, para que ele solte puns e arrote. 

BANHO OU BOLSA DE ÁGUA QUENTE: Aquecer a região dolorida é uma ótima forma de amortecer a dor. Um banho morno, duas a três vezes ao dia, é indicado pelo pediatra Marcelo para acalmar a criança. No caso da bolsa, sempre a embrulhe em uma toalha, para não queimar a barriga do bebê. 

ALIMENTAÇÃO: Há mitos quanto à influência da alimentação da mãe que amamenta na produção de gases da criança. “Não existem privações na dieta”, diz Reibscheid. No entanto, evite exageros e bebidas que fermentem, como as alcoólicas e as gasosas, enquanto estiver no período de aleitamento. 

COLO: Além do carinho, você contribuirá para aquecer a barriga do bebê e aliviar a cólica. Alguns pais gostam de segurar o bebê deitado de bruços em seu antebraço. A posição também pode ajudar no alívio das dores.


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quarta-feira, 21 de março de 2012

SEGREDOS DAS CRIANÇAS QUE (QUASE) NUNCA FICAM DOENTES


Você, certamente, conhece alguém que tenha uma saúde de ferro. Sabe aquela pessoa que quase nunca fica resfriada, mesmo após tomar um banho de chuva e ficar horas com a roupa molhada no corpo? Ou, então, pode comer qualquer coisa que (quase) nada faz mal? Qual será o segredo dela? 

O pediatra e nutrólogo Mauro Fisberg, da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp), deu dicas para descobrir o que você pode fazer para que para dar uma reforçada na saúde do seu filho. Os segredos, como você vai ver, são simples e os resultados, bem duradouros. Vale a pena tentar. Confira:

SER AMAMENTADA COM LEITE MATERNO ATÉ OS 6 MESES: É o alimento mais completo que você pode oferecer ao seu filho. Só ele é capaz de suprir todas as necessidades de nutrientes e sais minerais do seu bebê até os 6 meses. Colabora para a formação do sistema imunológico da criança, previne muitas doenças, como alergias, obesidade, anemia, intolerância ao glúten etc. Segundo Fisberg, novas pesquisas mostram que as crianças amamentadas com leite materno crescem e ganham peso mais devagar, o que ajuda a prevenir o excesso de peso, um problema que vem aumentando entre as crianças ultimamente.

TER UMA ALIMENTAÇÃO VARIADA: Seguir uma dieta rica em nutrientes garante que o estado nutricional da criança se mantenha dentro do esperado, nem abaixo nem acima. É por meio de uma alimentação variada que a criança consegue suprir todas as suas necessidades de ferro, proteína, cálcio, fibras, vitaminas e minerais. “Carnes, especialmente as vermelhas, oferecem nutrientes importantes para o desenvolvimento das crianças e são absorvidos facilmente pelo organismo”, diz Fisberg. É importante incluir também vegetais verde-escuros, vermelhos e laranjas, para garantir as vitamina A e D. Segundo a Sociedade Brasileira de Pediatria, a introdução de novos alimentos na dieta do bebê deve acontecer a partir do 6º mês, principalmente daqueles considerados alérgenos, como o ovo, peixe, amendoim e cerais. Isso porque nessa fase o sistema imunológico ainda está em formação, o que diminui o risco de reações alérgicas. 

TOMAR VACINAS: O calendário brasileiro de vacinação é um dos mais completos do mundo. Por isso, deixar de proteger o seu filho está fora de questão. Ao manter a caderneta de vacinação da criança em dia, você garante não apenas a saúde dela, mas da população ao redor e ajuda a diminuir a mortalidade infantil. “Sem as vacinas, ainda morreríamos de sarampo e rubéola”, diz a pediatra Isabella Ballalai, diretora da Sociedade Brasileira de Imunizações. 

BRINCAR MAIS AO AR LIVRE: É dessa forma que seu filho vai trocar o ar dos pulmões, ter contato com o sol - para aumentar a produção da vitamina D no organismo - e até com novas bactérias que vão ajudá-lo a fortalecer o sistema imunológico. 

DORMIR BEM: Uma boa noite de sono é fundamental para o seu filho estar disposto para mais um dia pela frente. Só que, para isso, ele precisa ter uma rotina saudável, o que inclui horários para comer, dormir, estudar, praticar atividades físicas. Isso tudo vai impactar diretamente na saúde da criança. Vale reforçar aqui que estudos já mostraram que a privação de sono aumenta o risco de obesidade. 

LAVAR AS MÃOS: Simples e eficaz. Lavar as mãos com água e sabão é uma das formas de evitar o contágio de doenças infectocontagiosas. Segundo a Unicef, no Brasil, lavar as mãos, principalmente após usar o banheiro, antes de comer e depois de brincar ao ar livre, ajuda a reduzir em mais de 40% os casos de doenças diarreicas, e em quase 25% os casos de infecções respiratórias. Anotou?


Fonte: Revista Crescer
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segunda-feira, 5 de março de 2012

CAFEÍNA E AMAMENTAÇÃO


Essa discussão, que é sempre polêmica, voltou ao debate recentemente depois que uma entrevista com um especialista no assunto, Ruth Lawrence, da University of Rochester School of Medicine and Dentistry, foi publicada no Journal of Caffeine Research. Segundo Lawrence, como os bebês não conseguem metabolizar ou eliminar a cafeína muito bem, o acúmulo da substância poderia levá-lo à irritabilidade e problemas de sono.

Mas será que um cafezinho apenas é capaz de trazer tanto prejuízo? “Usamos a cafeína como medicamento para a apneia da prematuridade (quando o bebê para de respirar temporariamente) em doses mais altas do que aquela que a mãe pode passar para o bebê pelo leite. Com moderação, tomar um café de manhã e à tarde, não traz riscos”, diz Mario Cícero Falcão, pediatra e nutrólogo do Hospital Santa Catarina (SP). 

Agora, se você toma café no seu trabalho a toda hora, é preciso mudar esse hábito: choro, agitação e dificuldade para dormir são problemas que podem, sim, atrapalhar o dia a dia da vida do seu filho. Além do café, o chá e bebidas à base de cola também contêm cafeína.

MENOS MITOS

Exceto o que é extremamente proibido durante o período de amamentação (mas que sempre pode fazer mal a você e seu filho), como álcool, cigarro, drogas e alguns medicamentos, a alimentação durante esse período deve ser normal. “Existem muitas lendas de alimentos que podem provocar cólicas no bebê. A única coisa que é comprovada cientificamente é que o leite da mulher que consome muita gordura saturada tende a ser mais gorduroso e pode provocar cólica no bebê”, afirma Mario. 

Por outro lado, o ômega 3, que é considerado gordura boa, traz benefícios para o coração, cérebro e visão do bebê e devem fazer parte do cardápio das mães que amamentam. Atum, sardinha e peixes de água fria têm mais quantidade de ômega 3.

Agora, se você perceber que toda vez que come feijão seu filho tem cólica, acredite no seu taco. “Mãe sempre tem razão. Pediatra que não acredita nesse princípio nunca vai ser um bom pediatra”, diz Mario. Por isso, nada melhor que você para saber também o que é melhor para o seu filho. E uma dica importante: além da alimentação equilibrada, é fundamental você se hidratar. 

O leite é formado 99% de água, por isso você deve tomar 2 litros de água por dia, fora o que você vai ingerir com outros líquidos, como os que estão nos alimentos. Nos dias quentes, reforce a hidratação. “É comum as mães acharem que o leite está secando nessas épocas, mas é porque está faltando água no organismo, já que ela perde mais líquido por causa do calor”, reforça Mario.

Fonte: Revista Crescer
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quarta-feira, 18 de janeiro de 2012

AFETO X OBESIDADE


A relação entre mãe, bebê e alimentação começa logo na gestação e tem influência pelo resto da vida. Afinal, os genes e os hábitos alimentares da família vão ditar as preferências da criança. Mas sabia que afeto entre você e o seu filho também interfere na maneira como ele vai lidar com a comida na adolescência? Tal suspeita foi comprovada recentemente por um estudo publicado na revista Pediatrics, da Academia Americana de Pediatria, nos Estados Unidos.

Segundo a pesquisa, crianças que tiveram uma relação pouco afetuosa com as mães têm duas vezes mais chances de se tornar obesas aos 15 anos. Os pesquisadores sugerem que isso acontece porque em situações de estresse, a criança aprende a substituir a figura materna pela comida.

No estudo, os especialistas acompanharam mil crianças, com idade entre 15 meses e 3 anos, e analisaram o nível de sensibilidade das mães. Isso foi obtido a partir da observação de atividades monitoradas por vídeo. Os cientistas avaliaram a sensilbilidade materna como a capacidade da mãe em reconhecer e atender as necessidades do filho. Eles também observaram se as crianças encaravam as mães como uma base segura e confortável ou não. Nos casos em que a mães não corresponderam aos anseios dos filhos, as crianças se mostraram mais propensas ao estresse e ao acúmulo de peso.

Para a brasileira Maria Emília Albuquerque, nutricionista infantil do Hospital Pequeno Príncipe, em Curitiba (PR), a obesidade pode mesmo surgir nos casos em que a comida se torna um escape. "A criança nesse sentido funciona como os adultos, se ela está estressada ou triste vai procurar algo que lhe dê prazer e a comida é um caminho simples para isso", explica a especialista.

A nutricionista atenta também para os casos em que os pais trabalham demais ou exercem muitas atividades diariamente. Nessas situações, é comum a criança ganhar doces ou fast-food como espécie de recompensa pela ausência, o que pode se tornar um péssimo hábito para os pequenos. "Se funcionar como um prêmio, a criança vai estabelecer um vínculo errado com a comida", alerta.

Fonte: CrescerPartilhar

sexta-feira, 20 de maio de 2011

CERVEJA ESCURA NÃO AUMENTA A PRODUÇÃO DE LEITE

Tomar cerveja escura é apenas um dos mitos populares que escutamos por aí de como seria possível aumentar a produção de leite. E vale reforçar que bebidas alcóolicas durante o aleitamento – assim como na gravidez – oferecem risco ao bebê.

“Tudo o que a mãe come ou bebe pode passar pelo leite e chegar até o filho, em maior ou menor quantidade”, diz Alexandre Pupo Nogueira, ginecologista e obstetra do Hospital Sírio-Libanês (SP).

Mães que ingerem muito álcool enquanto amamentam prejudicam o desenvolvimento da criança, desde a estatura até atraso do desenvolvimento neuropsicomotor.

Na lista de sugestões milagrosas entram a canjica e canja de galinha. “O que acontece é que a produção de leite demanda uma energia grande e esses alimentos são muito calóricos, com um tipo de carboidrato de absorção rápida pelo corpo. Isso aumentaria a energia corporal e também poderia ajudar na produção do leite. Mas nada disso é preciso”, afirma Alexandre. O que faz diferença é manter uma alimentação balanceada e ingerir caloria de maneira equilibrada ao longo do dia e não em picos como nos casos acima. E, principalmente, beber muito líquido.

Vale reforçar que o principal estímulo para a produção de leite materno é a sucção que o bebê faz no mamilo da mãe - processo que estimula a produção da prolactina e, assim, o leite. O bem-estar da mulher também é item fundamental. Segundo o especialista, uma das principais causas de não produção do leite é o estresse. Por isso, lembre-se de que o leite não vai aparecer assim que o bebê nascer.

Durante os primeiros dias, quando o que sai do seio é o colostro (riquíssimo em anticorpos, que serve como uma vacina para proteger o seu filho), o bebê vai consumir a reserva de gordura que acumulou dentro do útero, porque esse alimento inicial não nutre. Por isso, é normal ele perder peso nesse começo e recuperar aquele que nasceu por volta do 10º dia. Não tem nada de leite fraco aí!

Fique tranquila. Só por volta do terceiro ou quinto dia é que você vai notar a mama mais pesada, dura, que pode até dar uma sensação de calafrio. É o momento em que a produção de leite começa – e a partir de quando o bebê começa a ganhar uns quilinhos também.

Fonte: Revista Crescer
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segunda-feira, 2 de maio de 2011

GRAVIDEZ E JUNK FOOD

Que tudo o que você come na gravidez tem um impacto na saúde do seu filho, você já sabe. Agora, um novo estudo revela que mulheres que comem muita junk food durante os nove meses têm mais chance de ter filhos que gostem desse tipo de comida.

Para a pesquisa, publicada no jornal científico FASEB, cientistas da Univeristy of Adelaide, na Austrália, os cientistas estudaram dois grupos de ratos durante a gravidez e lactação. Uns foram alimentados com ração normal e outros, à base de uma dieta rica em gordura e açúcar.

Depois que os filhotes dos ratos foram desmamados, ambos foram autorizados a escolher suas próprias dietas. Aqueles cujas “mães” ingeriram junk food eram mais propensos a optar por alimentos gordurosos.

Mas será que isso pode acontecer também com seres humanos? Segundo Alexandre Pupo Nogueira, ginecologista e obstetra do Hospital Sírio-Libanês (SP), apesar de o estudo ter sido feito com um modelo animal (e nem sempre os resultados podem ser extrapolados para o homem), ele traz indícios de que, desde a formação do feto, já se inicia a programação dos hábitos alimentares.

Ou seja, a criança já teria uma tendência de ter o paladar mais voltado à junk food. “Mas são só indícios. Devemos lembrar que os hábitos alimentares da criança são definidos por diversos fatores, desde a cultura, o ambiente onde vive, o que é oferecido a ela e, claro, o paladar de cada um”, diz o especialista.

Fonte: Revista Crescer
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segunda-feira, 14 de fevereiro de 2011

COMO ALIVIAR AS CÓLICAS DOS BEBÊS

É fim de tarde e seu filho chora sem parar. E, como em todos os dias, no mesmo horário, você já checou a fralda, amamentou, agasalhou ou tirou o excesso de roupa. De nada adiantou. O choro continua intenso, mas de repente para. Você respira aliviada. E, quando menos espera, começa tudo de novo. Cada vez mais estridente.
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Quem já passou pela situação sabe: é uma cena típica de um recém-nascido sofrendo com as temidas cólicas. E não é rara. A dor abdominal atinge 75% dos bebês nos primeiros três meses de vida, geralmente no início da tarde ou durante a noite. Sempre no mesmo horário.
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As cólicas não estão associadas a nenhuma doença. São um problema fisiológico, comum em recém-nascidos, que têm um sistema digestivo ainda imaturo, até por falta de experiência. Quando o bebê mama, os intestinos contraem e relaxam, provocando as cólicas, que podem durar cerca de três horas. Também há estudos que relacionam as cólicas à alimentação da mãe. E ainda é possível que o bebê não esteja sugando corretamente o peito e engolindo muito ar durante a amamentação.
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Porém, o sentimento dos pais influencia – e muito – a vida do bebê. Se eles ficarem nervosos e inseguros, passam esses sentimentos ao bebê, que, por sua vez, fica ainda mais aflito. Dependendo do comportamento dos pais, as cólicas podem piorar, sim. Os pediatras são unânimes: o comportamento da criança é um reflexo do meio em que vive.
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Esse mal-estar dura em média três meses. Tempo que o organismo do bebê leva para amadurecer o mecanismo da digestão. Faz sentido. Aos 3 meses, o bebê completa um ciclo de 12 meses desde a fecundação, ou seja, 1 ano de vida, se contarmos a vida intra-uterina. Ele deixa de ser um “RN”, como são conhecidos os recém-nascidos. É por isso que no quarto mês, cérebro e intestinos já se entendem melhor e as cólicas deixam de ocorrer.
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VEJA AS DICAS PARA ALIVIAR A DOR
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º Deite-o de bruços e embale-o no braço.
º Outra maneira é colocar a barriguinha dele em contato com o seu abdome: calor e aconchego ao mesmo tempo são imbatíveis!
º Aquecer o local traz conforto. Use um paninho esquentado a ferro ou opte por uma bolsa de água quente, pode ser aquelas que são aquecidas no forno de microondas. Tome cuidado para não deixar esquentar demais e nunca encoste a superfície quente direto na pele da criança. Coloque a bolsa sobre a roupa ou uma toalha.
º Fique com o bebê em um ambiente aconchegante, à meia luz e, se puder, escolha uma música relaxante.
º Apesar de o peito acalmar a criança, evite amamentá-la, pois a sucção estimula as contrações intestinais, que agravam as dores.
º Massagens na barriga ajudam a soltar os gases. Passe a mão, se quiser com um pouquinho de óleo de bétula ou de amêndoa, em movimento circulares. Isso aquece o local e acalma o pequeno.
º Exercícios com as pernas também contribuem para diminuir as dores e soltar gases. Deite o bebê de costas e flexione as suas perninhas sobre o adbome.
º Caso as cólicas continuem intensas, pode-se recorrer a um medicamento antiespasmódico, depois de consultar o pediatra.
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Veja a matéria completa na Revista Crescer
Confira também:
Alimentação da mãe e cólicas nos bebês
Como evitar que seu leite seque
Alergia ao leite de vaca

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terça-feira, 14 de dezembro de 2010

COMO EVITAR QUE O SEU LEITE SEQUE?

Você já sabe que a amamentação é importante para a saúde do bebê. Mas como garantir que o leite não seque antes do tempo? Veja as dicas da enfermeira Ana Cristina Abrão:
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Normalmente, o leite seca porque a criança não sugou o seio direito ou porque as mamadas foram espaçadas. Certifique-se de que o bebê está sugando o peito corretamente, ou seja, com vontade, e que o intervalo entre cada amamentação seja de, no máximo, três horas. Fuja das pílulas anticoncepcionais com estrógeno e progesterona e evite preocupações. Relaxe: deixar de produzir leite é raro.
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É reversível! Quanto mais você amamenta, mais leite produz. Portanto, aumente a frequência das mamadas se sentir que o volume do líquido está diminuindo. Outro conselho é não usar a mamadeira, pois ela dificulta a readaptação ao bico do seio. Se precisar de ajuda extra, siga a velha e boa cultura popular: beba muita água e coma alimentos derivados de milho. Apesar de não existirem estudos comprovando a eficácia desses procedimentos, observamos na prática que eles funcionam.
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Fonte:
Revista Crescer
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Leite na mamadeira x obesidade infantil
Leite materno: como retirar e armazenar

Alimentação das mães e cólicas nos bebês

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quarta-feira, 25 de agosto de 2010

ALIMENTAÇÃO NO PRIMEIRO ANO DE VIDA DETERMINA DOENÇAS CRÔNICAS NO FUTURO

Todo mundo sabe que ter uma alimentação saudável é importante. O que os médicos estão descobrindo é que o que você come durante a gestação e a alimentação no primeiro ano são determinantes no aparecimento de doenças crônicas no futuro.
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Esse é um dos temas que vão ser debatidos no II Simpósio Internacional de Alergia Alimentar, que começa amanhã (dia 26) e vai até o próximo sábado (dia 28), em São Paulo.
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As primeiras provas apareceram em um estudo europeu. Os pesquisadores acompanharam a alimentação de gestantes e depois dos bebês até a fase adulta. Eles mostram que o meio, nesse caso o que se come, é ainda mais importante que a genética. Ele determinaria o funcionamento do organismo, ou seja, como os nutrientes influenciam na formação do indivíduo.
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A criança que ganha peso de forma acelerada no primeiro ano, por exemplo, tem mais chances de ser uma doença crônica, como diabetes, ainda que ela seja um adulto magro. Uma das explicações é que a alimentação programaria as células para funcionar de uma maneira diferente, o que poderia alterar o metabolismo.
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ATENÇÃO AO LEITE DE VACA
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Outra novidade é o consumo de proteínas. Outro estudo europeu, que acompanhou recém-nascidos por dois anos, mostrou que quando eles consumiam a quantidade de proteínas ideais para a faixa etária, existia uma redução na prevalência de obesidade em 13%. E não é qualquer tipo de proteína. O foco é a proteína do leite.
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O leite materno tem 1 grama de proteína para cada 100 ml. A fórmula infantil, 1,5 grama e o leite de vaca, 5 gramas por 100 ml. O ideal é que a criança consuma o leite materno o maior tempo possível e, na ausência dele, a fórmula específica para crianças pequenas justamente porque elas têm uma quantia menor de proteínas.
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Uma pesquisa brasileira realizada este ano com 179 bebês de até um ano mostrou que apenas 12% com menos de seis meses e 6% dos que tinham até um ano consumiam a fórmula infantil adequada. “O consumo de leite de vaca, além de provocar alergias precoces, causa uma sobrecarga de proteínas no organismo. E isso poderia levar ao desenvolvimento de doenças crônicas no futuro”, diz Fabíola Suano, pediatra, da Sociedade Brasileira de Pediatria.
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Fonte: Revista Crescer
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Consumo precoce de glúten pode causar constipação
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quinta-feira, 5 de agosto de 2010

EXCESSO DE PESO E IDADE AVANÇADA PODEM ATRASAR PRODUÇÃO DE LEITE MATERNO

Mães de primeira viagem que tem mais de 30 anos, estão acima do peso ou têm dificuldades na amamentação do recém-nascido no primeiro dia podem ter mais chance de sofrer atraso na produção do leite, sugere um novo estudo. Após o parto, as mulheres produzem um precursor do leite materno, chamado colostro, até começar a dar leite. Se essa mudança não acontecer dentro de 72 horas, os investigadores consideram o caso um atraso na lactogênese.
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Os pesquisadores se preocupam com a possibilidade de algumas crianças sofrerem desidratação ou perderem muito peso (perder um pouco de peso após o parto é normal), e de algumas mães, preocupadas e frustradas, desistirem de amamentar. No entanto, as novas mamães com atraso na produção de leite não devem ser desencorajadas, disse Laurie A. Nommsen-Rios, do Cincinnati Children's Hospital Medical Center, em Ohio, que liderou o novo estudo. Em vez disso, elas devem procurar seu pediatra ou um especialista em questões do aleitamento materno, segundo a pesquisadora.
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Com apoio, Nommsen-Rios disse que as mães com a produção do leite materno atrasada vão se sair bem. Ela observou que quase todas as novas mães -98%- começam a produzir leite após a primeira semana. Para o estudo atual, publicado no American Journal of Clinical Nutrition, a pesquisadora e seus colegas analisaram os fatores associados ao atraso do aleitamento entre 431 mães de primeira viagem que deram à luz em um centro médico da Califórnia. Os investigadores focaram nas mães de primeira viagem, pois há mais chance de elas terem tido problemas com atraso.
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Globalmente, o estudo observou que 44% das mulheres levaram mais de 72 horas para começar a produzir leite -o que foi avaliado após questionar as participantes se sentiram seus seios visivelmente mais cheios três dias após o parto. As mulheres que estavam com sobrepeso ou obesas estavam mais propensas ao atraso do que as magras -45% e 54% respectivamente- em comparação a 31% das mulheres com peso normal. A idade também parece ser um fator. 58% das mulheres de 30 anos de idade e mais velhas tiveram atraso na produção do leite materno em comparação a 39% das mulheres mais jovens. Além disso, as mães que disseram que tinham "amamentado bem" pelo menos duas vezes durante as primeiras 24 horas de vida do recém-nascido -quando o colostro é produzido- estavam menos propensas a ter um atraso -39% a 43% destas mulheres, em comparação a 65% das mães que relataram ter amamentado apenas uma ou nenhuma vez nas primeiras 24 horas.
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Outro fator relacionado à produção de leite foi a dor no mamilo. As mulheres que tiveram mais do que uma dor leve nos primeiros dias após o parto estavam menos propensas a ter atraso de que as outras. Segundo os pesquisadores, essa dor pode ser um indicativo mais eficaz do aleitamento materno precoce, o que incentivaria a produção de leite. Não está claro por qual motivo a idade e o peso estariam associados a um maior risco de lactação tardia, de acordo com Nommsen-Rios. Mas ambos estão relacionados a maiores probabilidades de intolerância a carboidrato durante a gravidez. Problemas no metabolismo do açúcar podem ser um fator de risco mais elevado relacionado ao atraso na produção do leite materno, especulou a equipe.
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Independente de qualquer explicação para os resultados, Nommsen-Rios alertou que todas as mulheres devem procurar ajuda para lidar com as dificuldades do aleitamento materno precoce.
Para ajudar a sustentar o sucesso do aleitamento materno precoce, a Academia Americana de Pediatria recomenda que as mulheres peçam para ter seus recém-nascidos colocados em contato pele a pele com elas logo após o nascimento, para que possam amamentar.
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Mamadas frequentes nos primeiros dias também são importantes, segundo a pesquisadora. Muitas vezes, é recomendado que as mulheres amamentem a cada duas horas, mas ela sugeriu que as novas mães tentem amamentar sempre que seu recém-nascido "mostrar interesse". A taxa de atraso da produção de leite neste estudo -44%- é significativa, de acordo com Nommsen-Rios. Estudos anteriores demonstraram que, em comparação com as norte-americanas, as mulheres de nações menos desenvolvidas, como o Peru e a Guatemala, tendem a produzir leite mais rapidamente.
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Fonte: Uol
Veja mais sobre o assunto:
Leite materno: como retirar e armazenar
Como perder peso após a gravidez
Alimentação da mãe e cólicas nos bebês
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sábado, 22 de maio de 2010

LEITE NA MAMADEIRA X OBESIDADE INFANTIL

Você já sabe que uma alimentação balanceada e a prática de exercícios físicos são as melhores armas contra a obesidade infantil. Uma nova pesquisa, que será divulgada em junho na Revista Pediatrics, aponta mais uma maneira de combater o excesso de peso: o aleitamento materno, direto do peito, e não na mamadeira.
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Os pesquisadores do Centro de Controle e Prevenção de Doenças dos Estados Unidos (CDC) analisaram 1.250 bebês durante o primeiro ano de vida. Aqueles que bebiam tanto leite materno quanto fórmulas lácteas na mamadeira nos primeiros seis meses de vida mostraram uma menor “autorregulação” de apetite.
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Isso significa que os bebês alimentados com mamadeira desde cedo tendem a não conseguir controlar a quantidade de comida suficiente para se sentirem satisfeitos. Esse tipo de comportamento permanece nos anos seguintes, quando eles já conseguem comer sozinhos.
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“Não está claro por que a amamentação pode encorajar uma melhor autorregulação do apetite das crianças, mas, quando os bebês são amamentados, eles controlam a quantidade de leite que consomem; quando os pais dão mamadeira, eles podem tentar fazer o bebê esvaziá-la todas as vezes. É possível que isso interfira na capacidade inata de o bebê de regular sua ingestão de calorias", afirma Ruowei Li, pesquisadora que participou do estudo.
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Isso indica que a obesidade pode ser causada não somente pelo tipo de alimento que a criança consome, como também pelo modo que você oferece. Segundo os pesquisadores, os bebês que tiveram mais de dois terços de sua alimentação via mamadeira no início da vida tinham duas vezes mais chances de, mais tarde, esvaziar o recipiente do que aqueles que tiveram menos de um terço de sua alimentação dessa forma.
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COMO SABER SE ELE ESTÁ SACIADO?
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A primeira dica que o seu bebê vai dar é empurrar o bico do peito ou da mamadeira com a língua, ou desviar o rosto quando você oferecer mais. Se ele demonstrar sonolência, esse também é um sinal de que já está na hora de parar. Outro indício é a velocidade com que o bebê mama. No começo, ele toma o leite devagar e, conforme se desenvolve, passa a ingerir um maior volume em menos tempo.
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“Às vezes, os pais ficam preocupados porque o filho está mamando durante pouco tempo. Mas, quando muda o padrão das mamadas, antes de insistir, eles devem ficar atentos para perceber que tipo de mudança aconteceu”, afirma Márcia Regina da Silva, enfermeira chefe do Hospital e Maternidade São Luiz (SP). De qualquer forma, é recomendável sempre conversar com o pediatra para se certificar de que a quantidade de alimento que o bebê está ingerindo é a adequada. Normalmente, esse volume é indicado segundo idade e tamanho da criança, e varia de caso para caso.
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A partir dos 6 meses, os pais já podem introduzir na dieta dos bebês, aos poucos, uma alimentação complementar. Nesse caso, é recomendado servir frutas (em pedaços ou como papa), papa com legumes e carne e, claro, o leite materno quantas vezes o bebê quiser (o que costuma acontecer de seis a oito vezes ao longo do dia, nos intervalos entre as outras refeições).
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Fonte: Revista Crescer
Veja também:
Leite materno: como retirar e armazenar
Primeira papinha e introdução de novos alimentos
Industrializados antes dos 6 meses
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sexta-feira, 7 de maio de 2010

ALERGIA AO LEITE DE VACA

HOJE É O DIA NACIONAL DA PREVENÇÃO DA ALERGIA!
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A sugestão de postagem, muito bem vinda, foi enviada pela leitora *Ana Flávia Lacchia* - funcionária da Ketchum, agência que está assessorando a SUPPORT, divisão de nutrição médica da DANONE -, com o intuito de divulgar melhor a alergia à proteína do leite de vaca, um mal que acomete bebês e recém-nascidos e, na maioria das vezes, confundido com intolerância à lactose.
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Alergia alimentar é a reação adversa (despropositada, inesperada, anormal) do sistema imunológico (sistema de defesa do organismo) às proteínas dos alimentos. A ocorrência de alergia alimentar vem aumentando no mundo como um todo. Estima-se que 6% das crianças menores de três anos e 3,5% dos adultos apresentam algum tipo de alergia alimentar.
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Os oito alimentos mais alergênicos são: leite de vaca, soja, ovo, trigo, peixe, frutos do mar, amendoim e castanhas. Para os bebês que não têm leite materno disponível, a Alergia à Proteína do Leite de Vaca (APLV) é a mais complicada de ser tratada, visto que o leite é o principal alimento nesta fase da vida, tendo um papel fundamental no crescimento e desenvolvimento da criança. Na APLV o organismo da criança não reconhece uma ou mais proteínas do leite de vaca (caseína, alfa-lactoalbumina e beta-lactoglobulina) e reage a elas.
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A APLV é difícil de ser diagnosticada e, mesmo que o paciente possua um dos sintomas citados, não necessariamente a causa será a alergia alimentar. Há outras doenças cujos sintomas são parecidos e podem confundir com APLV, como por exemplo: refluxo, dermatite atópica e cólicas.
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Em casos de bebês com suspeita de APLV, recomenda-se a continuidade do aleitamento materno e que a própria mãe faça a dieta de exclusão. Neste caso, como a mãe retira da sua alimentação todos os alimentos que contêm leite, e o leite é uma importante fonte de cálcio, é importante que a mãe utilize um suplemento de cálcio. Caso a mãe não esteja amamentando, recomenda-se a substituição do leite materno por fórmulas ou dietas especializadas à base de proteínas extensamente hidrolisadas (contêm peptídeos) ou à base de aminoácidos.
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O tratamento da APLV consiste na realização da dieta de exclusão por no mínimo 6 meses. O sucesso do tratamento das alergias alimentares depende do adequado seguimento da dieta. Quase sempre a APLV tem cura! Grande parte dos pacientes desenvolve tolerância ao alimento após 2 anos de idade. Para verificar se houve este desenvolvimento de tolerância, novos testes orais deverão ser realizados a cada 6 a 12 meses. Portanto, seja paciente, apesar da dieta de exclusão ser muito difícil, ela poderá garantir a cura da doença e uma vida futura sem restrições alimentares.
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Veja mais sobre o assunto no site: Alergia à Proteína do Leite de Vaca
Veja também:
Alergia alimentar
Intolerância à lactose
Sem glúten
Intolerância à frutose
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sexta-feira, 9 de abril de 2010

LEITE MATERNO: COMO RETIRAR E ARMAZENAR

Durante o período de amamentação, haverá algumas situações em que você vai precisar se ausentar; seja pelo retorno ao trabalho, para estudar e, por que não, até para ir ao cinema com o marido. E o seu filho pode continuar se alimentando com o leite materno mesmo quando não estiver por perto, basta que você se programe para retirá-lo.
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COMO TIRAR O LEITE
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Em primeiro lugar, você precisa estar em um local e momento tranquilos. O ideal é que o bebê esteja dormindo, assim você não precisa interromper a retirada do leite. Você pode extrair seu leite com as próprias mãos ou com bombas de sucção. Para retirá-lo manualmente, é preciso que você massageie a mama como um todo, com movimentos circulares da base em direção à aréola. Uma das maneiras é colocar os polegares acima da aréola e os outros dedos abaixo e, assim, espremer ritmicamente a parte inferior do seio, enquanto o pressiona contra a costela. Esse processo pode levar, em média, de 20 a 30 minutos em cada mama, principalmente nos primeiros dias.
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Há mulheres, no entanto, que preferem a bombinha manual, outras, a elétrica, que são mais caras e podem ser alugadas. Se optar por esses acessórios, é fundamental que você cuide da higiene deles, deixando-os sempre esterilizados. Seja qual for o processo da extração do leite, higienize sempre as mãos antes e as mamas: você pode lavá-las com sabonete neutro e secá-las levemente, sem fazer atrito, com uma toalha bem macia. Evite ainda falar, espirrar ou tossir enquanto tira o leite.
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COMO ARMAZENAR
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Use potes de vidro (prefira os de boca larga caso retire o leite manualmente) esterilizados e identifique-os com uma etiqueta com o dia que retirou o leite. Se ele for usado num período de 24 horas, pode ficar somente na geladeira. Além desse período, é preciso congelar. No freezer, sem ser aqueles acoplados, ele pode ser armazenado por até 30 dias. Se for retirar o leite fora de casa, como no trabalho, por exemplo, ele deve ser conservado sempre na geladeira e transportado em uma bolsa térmica.
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Para oferecer o leite ao bebê, nunca se deve fervê-lo, muito menos usar o micro-ondas para tirar o gelo. Se ele não estiver congelado, é só mergulhar o recipiente direto da geladeira para uma água morna. Agite-o levemente para que ele todo fique na mesma temperatura, que deve ser a ambiente. Se estiver congelado, retire do freezer e coloque na geladeira um dia antes de ser usado. Depois, o processo é o mesmo. Lembre-se: o leite extraído nunca deve substituir a amamentação do seu filho. Além da sucção do bebê ser a responsável pela produção do leite, segundo Sônia, há uma perda de micronutrientes do leite materno quando ele é congelado.
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Matéria retirada da Revista Crescer
Veja também:
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terça-feira, 23 de março de 2010

CHÁ NA ALIMENTAÇÃO DE BEBÊS?

Os chás feitos com ervas naturais são conhecidos desde a antiguidade. Por suas características medicinais e culturais são muito utilizados, de forma correta ou não, em todas as etapas da vida.
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Dentre as suas propriedades destacam-se as digestivas, calmantes, hidratantes, antioxidantes, diuréticas, entre outras. Avaliando tantos benefícios com a ingestão dos chás, muitas pessoas os oferecem para as crianças desde o momento do seu nascimento, acreditando em relaxar o bebê e na maioria das vezes prevenir ou controlar as cólicas intestinais. Esta atitude é extremamente comum, porém totalmente inadequada quando se fala em aleitamento materno exclusivo. Os bebês, ao nascer tem que se adaptar com o aleitamento e com o sabor do leite materno. Introduzir qualquer outro componente nesta etapa pode comprometer o adequado desenvolvimento e crescimento do bebê nesta fase.
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Os chás, normalmente são oferecidos para os bebês em mamadeiras e algumas vezes são até adoçados. Como o leite materno é naturalmente e suavemente adocicado, pode acontecer que o sabor adocicado mais intenso dos chás passe a ser mais atrativo para o bebê e de alguma forma desestimular o bebe a sugar o leite materno podendo até rejeitar totalmente a mamar no seio. É importante destacar que o leite materno é mais do que suficiente para suprir todas as necessidades nutricionais e hídricas do bebê até os seis meses de idade. Os chás podem ser opções a serem oferecidas juntamente com os novos alimentos a partir dos seis meses de idade e em casos de desmame antecipado após o quarto mês.
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Veja também:
Primeira papinha e introdução de novos alimentos
Alimentação da mãe e cólicas nos bebês
Leite materno pode passar gordura trans para o bebê
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segunda-feira, 15 de março de 2010

PRIMEIRA PAPINHA E INTRODUÇÃO DE NOVOS ALIMENTOS

Depois de seis meses que o seu filho passou se alimentando apenas com o leite materno, chegou a hora de ele conhecer novos sabores. Junto com a novidade para ele chegam mil dúvidas para você. Quais alimentos posso oferecer primeiro? O que não pode faltar na papinha? Qual a melhor maneira de preparar os alimentos? Devo dar carne na primeira vez? Calma. Essa nova fase do desenvolvimento do seu filho exige paciência e tranquilidade.
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A introdução dos novos alimentos na dieta do seu filho deve ser gradativa e é preciso respeitar a idade certa - a partir dos 7 meses. Apesar de alguns estudos preliminares sugerirem que oferecer algumas comidas precocemente reduza a chance de a criança sofrer de alergia no futuro, isso ainda não está totalmente claro. Além disso, antes dessa idade, o sistema imunológico e digestivo do bebê não está preparado para receber e digerir os alimentos. O método sobre a introdução dos alimentos varia entre os especialistas. Alguns preferem começar com papinhas salgadas, feitas com apenas um legume, enquanto outros já sugerem uma sopinha mais elaborada. Ofereça sucos de frutas e papas de frutas nos intervalos das refeições e das mamadas.
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A quantidade que a criança vai começar varia muito, mas para ter uma referência, é comum dos 6 aos 9 meses: de quatro colheres (das de sopa) a uma xícara; dos 10 aos 12 meses: uma xícara cheia; de 1 a 3 anos: um prato infantil cheio. Já a água entra em cena junto com as papinhas. Como não há uma recomendação médica específica de quantidade, ofereça depois e entre as refeições, até a criança aprender a pedir. Sucos e chás sem açúcar também são bons, mas sem excesso, para não substituir completamente a água, que é considerada mais hidratante. Primeiro na mamadeira. Com o tempo, passe para o copinho.
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A rotina é muito importante, portanto, estabelecer horário para as refeições é um dos princípios fundamentais para a alimentação saudável durante toda a vida. Depois que o bebê experimenta vários alimentos (só depois), é importante criar uma rotina nas refeições. O controle do peso corporal, a melhora do funcionamento intestinal e a prevenção de doenças crônicas são algumas vantagens que ela trará a seu filho.
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ALGUNS ALIMENTOS... SÓ NA HORA CERTA
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Até o bebê completar 1 ano, atenção aos alimentos que podem provocar alergias: gema de ovo cozido, feijão, peixes e frutos do mar, clara de ovo e mel de abelha são alimentos que requerem cuidados. Os doces, refrigerantes e frituras é preciso ser evitado até 1 ano de idade. Pesquisas científicas apontam que esses alimentos, além de não possuir valor nutricional, aumentam o risco de a criança ficar obesa no futuro. Prefira sobremesas à base de frutas do que as bolachas doces. Outro tipo de alimento que aparece principalmente na dieta dos bebês considerados magrinhos são os "engrossantes", como a farinha láctea e o amido de milho. Eles apenas agregam calorias e, muitas vezes, são usados precocemente.
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Veja a matéria completa na Revista Crescer
Veja também...
Qual o momento certo de iniciar o desmame?
Alimentação da mãe e cólica nos bebês
Leite materno pode passar gordura trans para o bebê
Suplementação em crianças
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terça-feira, 12 de janeiro de 2010

QUAL O MOMENTO CERTO DE INICIAR O DESMAME?

Qual mãe não fica ansiosa ao pensar em que momento deve iniciar o desmame do filho? Tenha calma. Para que esse processo seja tranquilo é fundamental que seja feito aos poucos. E não se esqueça: segundo o Ministério da Saúde, o leite materno deve ser alimento exclusivo do bebê até os 6 meses e como complemento da dieta até os 2 anos.
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O momento de apresentar novidades aos bebês exige paciência da família. É normal os filhos reagirem de várias maneiras, da irritabilidade a alterações intestinais. Isso porque o leite materno contém enzimas digestivas e, quando o bebê começa a comer papinha, seu organismo terá de digerir os alimentos sozinho. Deve se observar à ação dos alimentos no intestino do bebê, pois alguns têm propriedades laxativas e outros prendem o intestino. A mãe deve ter cuidado para não exagerar nas porções. De acordo com as orientações dos especialistas, é importante introduzir um item por vez, para identificar o alimento que causou reação no bebê. O leite de vaca é o campeão nesse quesito, mas alimentos industrializados e com corantes também podem provocar transtornos como alergias.
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Não se surpreenda se o bebê se tornar manhoso. O lado emocional também se abala durante o desmame. Seu filho pode ficar mais chatinho, acordar de madrugada e requisitar mais você. Para alguns especialistas o desmame é uma espécie de desligamento com a mãe. Outro comportamento típico dessa fase é a recusa de alimentos. Há bebês que até cospem a comida. Nesse caso, a orientação é acrescentar o alimento ao cardápio novamente algumas semanas depois ou, ainda, apresentá-lo de outra forma. Uma dica para as mães que enfrentam dificuldades nessa fase é conversar diariamente com seus bebês (e consigo mesmas) para preparar o desmame, que deve ser gradual, respeitando o ritmo da criança.
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DICAS PARA INICIAR O DESMAME
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* Inicie o desmame com sucos, que podem ser dados de manhã, entre as mamadas.
* Após dez dias, comece com as papas de frutas. Assim como o suco, a papa pode ser oferecida como um lanche, no intervalo entre as mamadas.
* Depois de um mês tomando suco e comendo frutas amassadas ou raspadas, é hora da papa salgada, que pode substituir uma das mamadas.
* Ao final de dois meses após o início do desmame, dá para introduzir a segunda refeição salgada.
* A papa de fruta continua como opção de lanche da manhã ou da tarde.
* Apresente os alimentos gradualmente, iniciando um item diferente a cada três dias. O volume da porção depende da aceitação do bebê. Em geral, três a quatro colheres de sopa por refeição são suficientes.
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segunda-feira, 14 de dezembro de 2009

COMO PERDER PESO APÓS A GRAVIDEZ

Você acabou de ter um bebê. É hora de conhecer esse novo integrante da família, se adaptar à mudança da rotina, à amamentação. Agora não é mesmo o melhor momento para uma preocupação excessiva com a perda de peso. A média para perder o peso adquirido na gestação pode ser de até seis meses, e se estender um pouco mais para aquelas que já estavam acima do peso quando engravidaram ou engordaram além do necessário durante os nove meses. O ideal é que os quilinhos vão embora de forma forma saudável e tranquila.
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VEJA ALGUMAS DICAS:
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* Medidas radicais jamais. Elas podem prejudicar não somente a amamentação, mas também a sua disposição para as novas atribuições com o recém-nascido;
* Tenha a amamentação como grande aliada. Amamentar ajuda você a perder peso mais rapidamente e fortalece o vínculo entre mãe e filho;
* Atividade física e bem-estar. Praticar exercícios assim que seu obstetra liberar também traz benefícios para a sua saúde em geral. Mas isso não quer dizer que você possa ou deva fazer uma atividade “pesada”;
* Dieta equilibrada e saudável sempre. Ela ajuda as mães a reduzir o peso após o parto sem afetar a amamentação.
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Aposte nisso e garanta a sua saúde e a do seu bebê!
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quarta-feira, 8 de julho de 2009

INDUSTRIALIZADOS ANTES DOS 6 MESES

Os erros na alimentação da criança estão acontecendo cada vez mais cedo. É o que mostrou uma pesquisa realizada pelo Departamento de Pediatria da Unifesp. Ela revelou que antes mesmo dos 3 meses de idade há pais que oferecem aos filhos alimentos industrializados, ricos em gorduras e açúcares, como macarrão instantâneo, sucos artificiais e salgadinhos.
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Além de prejudicar o período de amamentação exclusiva, que deve acontecer até os 6 meses, essa atitude contribui para a obesidade e o aparecimento de doenças associadas a ela, como colesterol, diabetes, hipertensão. Segundo Maysa Helena de Aguiar Toloni, nutricionista e autora da pesquisa, existe ainda risco de a criança apresentar reações alérgicas e carência de minerais e vitaminas, fundamentais para o crescimento e desenvolvimento.
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O estudo, que avaliou 270 pais de crianças de berçários de creches públicas da capital paulista, mostrou que, antes de a criança ter 1 ano, 87% dos entrevistados já tinham lhes oferecido açúcar, 88%, chás e 73%, mel. Este último, aliás, se consumido antes do primeiro ano de vida, traz risco de a criança contrair botulismo. Também entraram para a lista de alimentos consumidos antes dos 6 meses refrigerante e açúcar refinado.
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Para a pesquisadora, como esse trabalho foi realizado com famílias de menor nível socioeconômico, fica evidente que esses erros são derivados da falta de informações em relação à saúde dos filhos e a influência que a publicidade tem sob as escolhas alimentares que fazem para as crianças.
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Revista Crescer
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