sábado, 24 de dezembro de 2011

BOAS FESTAS!


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sexta-feira, 23 de dezembro de 2011

A ALIMENTAÇÃO NA CEIA DE NATAL

Nesta época do ano, para algumas pessoas, tão esperado quanto o presente trazido pelo Papai Noel é o cardápio da ceia de Natal. Embora sair da dieta seja bem comum na ocasião, vale lembrar que é possível reduzir o impacto calórico desse repasto tão especial.

A primeira dica diz respeito exatamente a um dos itens mais tradicionais da festa: a rabanada. Se você ficou com água na boca só de pensar nela, vale a pena preparar a rabanada no forno, em vez de servir a versão frita. Isso porque 100 gramas da primeira opção tem 163 calorias, contra 219 da segunda.

Para o início do jantar, a nutricionista Adriana Ávila, de São Paulo, lembra que as fibras são sempre ótimas aliadas, já que preenchem espaço no estômago e ajudam a evitar os excessos. “Por isso a importância de se caprichar na variedade das saladas”, ressalta.

Antes de se começar a comer, no entanto, ela recomenda olhar todas as comidas na mesa para melhor equilibrar o prato. “Se tiver arroz, farofa e maionese de acompanhamento, opte por um deles ou reúna-os em porções menores de cada”, sugere a nutricionista. A mesma regra, aliás, vale para as carnes – sempre observe o conjunto do prato, para poder apreciar de tudo com gosto e sem exagero.

Entre as carnes de aves, Adriana diz que o peito de chester é um pouco mais calórico que os de peru e frango – sempre lembrando que todas elas ganham calorias a mais se ingeridas com a pele.  A nutricionista lembra ainda que as variações ocorrem até entre carnes do mesmo tipo –  nas aves em geral, a carne branca do peito é mais magra que a escura, da coxa ou sobrecoxa.

Se você quiser se precaver de ingerir muita gordura, mas não abre mão dos belos tenders e outros cortes de porco usualmente servidos nesse dia, não fique muito culpado. Afinal, como lembra a nutricionista, o melhor e mais leve preparo de carne para a saúde é sempre o assado – justamente o mais comum na ceia de Natal. No caso da carne de porco, uma boa opção é o lombo, menos gorduroso que os demais cortes.

NA DOSE CERTA

Para regar condignamente a ceia, também há como racionalizar a quantidade de calorias ingeridas nas bebidas. Adriana diz que o menos calórico entre os acompanhamentos alcoolicos é a cerveja, seguida dos  vinhos ou champanhe. Porém, a cerveja, na maioria das vezes, é ingerida em maior quantidade, o que prejudica o emagrecimento. Os mais calóricos são os destilados vodca, uísque e cachaça – portanto, modere nesses aperitivos.

Entre um copo e outro, é bom também estar atento para não exagerar nos tira-gosto como castanhas, nozes, pistache, amêndoas e avelãs. Embora cheios de qualidades nutritivas, esses alimentos engordam bastante e logo se farão notar se consumidos além da conta. De acordo com a nutricionista, um punhado de cerca de 30 gramas está de bom tamanho para um dia normal da vida – então tome isso como uma base e faça sua própria conta.

Mas o mais importante de tudo, como diz Adriana, é curtir com tranquilidade a ceia natalina. “A pessoa deve comer com calma e não agir como se fosse a última refeição de sua vida”, reforça a nutricionista.

Fonte: TerraPartilhar

quinta-feira, 22 de dezembro de 2011

MAIS UM ANO E MAIS UM PRÊMIO!

O TOP BLOG classificou o Alimentarium em 2º lugar na categoria saúde profissional através do júri acadêmico. Obrigada, mais uma vez, pelo incentivo!


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sábado, 17 de dezembro de 2011

BENEFÍCIOS DO DAMASCO


Com origem em regiões da China e da Rússia, além de ser muito comum na culinária árabe, o damasco também é popular no Brasil. Versátil a ponto de poder ser misturado à salada e até em receitas de sobremesa, o alimento é considerado pela nutricionista Adriana Oliveira, de São Paulo, uma “caixinha de nutrientes”.

Assim como a abóbora e a cenoura, por exemplo, o damasco conta com boas doses de betacaroteno. A substância fortalece a imunidade do organismo; reduz a chance de algumas doenças relacionadas à visão; e é um excelente aliado na hora de pegar aquele bronzeado na praia, pois ajuda na proteção contra os raios ultravioletas – o protetor solar, porém, jamais deve ser dispensado.  A fruta contém, ainda, as vitaminas B1, B5 e C, bem como os minerais ferro, magnésio e potássio.

Outra substância, o cálcio, está presente em bem menor quantidade que no leite, uma de suas principais fontes na dieta. No entanto, a nutricionista afirma que a fruta é capaz de ajudar na prevenção e no combate a doenças como a osteoporose, já que um damasco fresco apresenta 55 miligramas do mineral. “Embora um copo de leite desnatado tenha 250 miligramas de cálcio, o damasco também ajuda”, diz.

DAMASCO SECO É MAIS CALÓRICO DO QUE O FRESCO

Cada cem gramas de damasco fresco tem 50 calorias, enquanto na versão seca esse número é, simplesmente, cinco vezes maior. Assim, para saborear a fruta em uma dieta equilibrada sem correr o risco de ganhar alguns quilinhos, Adriana sugere o consumo de duas unidades de damasco fresco até três vezes na semana. No caso do seco, ela indica a mesma porção até duas vezes nesse período. “É o ideal para a fruta não interferir em absolutamente nada, na balança”, ressalta.  

Fonte: Terra


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sexta-feira, 16 de dezembro de 2011

MINISTÉRIO DA SAÚDE REDUZ NÍVEL DE SÓDIO EM ALIMENTOS INDUSTRIALIZADOS


O Ministro da Saúde Alexandre Padilha assinou hoje um documento que estabelece a redução gradual de sódio em alguns dos alimentos mais consumidos pelo público infanto-juvenil, como biscoitos e salgadinhos. O componente, usado como conservante ou para realçar o sabor dos alimentos, está ligado ao aumento da pressão arterial.

O pacto prevê a redução gradual de sódio em 16 categorias de alimentos, como bolos prontos, misturas para bolos, batatas fritas e batata palha, pão francês, salgadinhos de milho, maionese e biscoitos (doces ou salgados). O acordo determina que os rótulos nutricionais informem a quantidade de sódio e que a indústria faça o controle de ingredientes à base de sódio e fiscalize as análises laboratoriais das mercadorias. As metas de redução devem ser cumpridas pelo setor até 2014.

Segundo pesquisa do Ministério da Saúde, no país, os adolescentes são os maiores consumidores de produtos ricos em sódio. Eles consomem sete vezes mais salgadinhos do que os adultos, quatro vezes mais biscoitos recheados e duas vezes e meia biscoitos doces.

Fonte: Revista Época Partilhar

quinta-feira, 15 de dezembro de 2011

ANVISA PROÍBE VENDA DE INIBIDORES DE APETITE

 

Começa a valer a partir desta sexta-feira (9), a proibição de três inibidores de apetite derivados de anfetaminas (anfepramona, femproporex e mazindol) determinada pela Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) em outubro. Os produtos deveriam ter sido retirados das prateleiras até hoje. O uso de medicamentos à base de sibutramina foi liberado na ocasião, e passa a ser prescrito mediante apresentação de um termo de esclarecimento assinado pelo paciente.

A decisão da agência foi baseada na  alegação de que os riscos à saúde desses remédios superam os benefícios. Estudos indicam que os medicamentos derivados da anfetamina, também chamados de anorexígenos, podem provocar problemas cardiopulmonares e no sistema nervoso central.

TERMO DE ESCLARECIMENTO

 

A sibutramina, droga que aumenta a saciedade, é um dos principais substâncias utilizadas para pessoas no tratamento da obesidade no país. Desde março do ano passado, elas passaram a ter um controle maior de prescrição e venda no Brasil, após um estudo indicar que o uso contínuo pode aumentar o risco de infarto e AVC (acidente vascular cerebral). Na Europa e nos Estados Unidos, o uso da droga é proibido.

As análises sobre estes produtos disponíveis no mercado verificaram que eles são mais indicados para obesos sem histórico de doenças cardíacas, pacientes com diabetes, mulheres com ovários policísticos e aqueles com hepatite não alcoólica. Deve ser recomendado, inclusive, o descontinuidade do uso para pacientes que não responderam em quatro semanas ao tratamento com esta substância.

Com a nova determinação, médicos e pacientes deverão assinar um termo de esclarecimento, no qual o paciente confirma que recebeu as informações necessárias sobre o porquê lhe foi indicado o remédio. O documento terá assinatura do médico e do paciente, que será obrigado a apresentá-lo quando for comprar os remédios contendo tal sustância. Outra mudança está na diminuição de 60 para 30 dias as receitas dos medicamentos.

Os médicos terão a responsabilidade de reportar qualquer tipo de efeito colateral decorrente do uso deste remédio à Anvisa. A resolução não alterou a indicação da droga apenas para pacientes com IMC (índice de massa corporal), igual ou acima de 30, que não tenha registro de doenças cardiovasculares. As fabricantes dos medicamentos ainda deverão apresentar à Anvisa um plano de redução de riscos no uso desta substância.

Fonte: Uol Partilhar

sexta-feira, 11 de novembro de 2011

ORGANIZE A SUA GELADEIRA

Você sabia que, assim como a escolha dos alimentos que a sua família vai consumir, é fundamental que eles fiquem armazenados corretamente na geladeira? Isso porque, aqueles que precisam ser refrigerados, caso não estejam guardados na temperatura correta podem se deteriorar e estragar rapidamente. Fique de olho também no prazo de validade dos produtos na geladeira! Abaixo você confere mais dicas:

ONDE GUARDAR OS ALIMENTOS

Congelador - Os alimentos comprados congelados devem ser guardados diretamente no congelador. Se forem descongelados, não devem voltar para lá.

Prateleira superior (abaixo do congelador) - Coloque os alimentos que precisam de mais refrigeração, como leites, queijos, iogurtes, manteiga e patês. Eles devem ficar em embalagens fechadas para não espalhar cheiros.

Prateleiras do meio - Nelas devem ser guardadas as sobras de comida ou alimentos a serem descongelados. Mas, sempre, em vasilhas. Guarde aí também as guloseimas e carnes temperadas.

Prateleira inferior (a última, antes da gaveta) - Só devem ser colocados alimentos que serão consumidos rapidamente, como as frutas maduras.

Gaveta - As verduras de folhas e legumes devem ser guardados embalados em sacos plásticos e longe do congelador, pois o frio faz com que estraguem rapidamente.

Porta - Guarde apenas alimentos de consumo rápido, como sucos, refrigerantes, vidros de azeitonas e temperos. Nunca coloque os ovos nesse local. Eles devem ser guardados em um pote fora da embalagem e na prateleira superior ou do meio.

OUTROS CUIDADOS

- Mantenha o freezer (ou o congelador) e a geladeira na temperatura adequada. A temperatura da geladeira deve ser inferior a 5ºC, e a do freezer não pode estar acima de 15ºC negativos;

- Abra a geladeira só quando for necessário e mantenha a porta aberta pelo menor tempo possível, para evitar oscilações de temperatura;

- Limpe a geladeira periodicamente e verifique a data de validade dos produtos armazenados;

- A geladeira nunca deve ficar muito cheia de alimentos, e as prateleiras não devem ser cobertas com panos ou toalhas, para não dificultar a circulação do ar frio;

- Não guarde alimentos por muito tempo, mesmo que seja na geladeira. O alimento preparado deve ser consumido, no máximo, em cinco dias;

- Nunca descongele os alimentos à temperatura ambiente. Use o forno micro-ondas se for prepará-lo imediatamente ou deixe o alimento sob refrigeração o tempo suficiente para que descongele;

- Alimentos fracionados em pequenas porções podem ser cozidos diretamente, sem prévio descongelamento.

HIGIENIZAÇÃO

1º Passo: Fazer uma faxina na geladeira

- Limpe as superfícies das prateleiras internas com água morna e detergente;

- Quando estiver limpa, prepare uma solução com uma colher de sopa de água sanitária diluída em 200 ml de água (± um copo) e passe com um pano umedecido.

2º Passo: higienizar os alimentos e/ou embalagens antes de guardá-los

- Lave com água e sabão as embalagens de sucos, molho de tomate, leite e etc.;

- Higienize frutas e hortaliças antes de levá-las à geladeira e consumi-las. Lave em água corrente um a um e siga o procedimento abaixo:

• Coloque-os em água clorada (ou com produto específico - hipoclorito de sódio –  ou com água sanitária – 1 colher de sopa para cada litro de água) e os deixe de molho por 15 minutos. Lave novamente os alimentos e seque bem antes de guardar na geladeira (centrífuga ou papel absorvente).


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terça-feira, 8 de novembro de 2011

PLANTAS QUE EMAGRECEM

Chás, extratos de ervas, suplementos naturais... Eles estão na boca do povo e, de tempos em tempos, ganham inclusive garotas-propaganda entre as celebridades que exibem suas curvas na televisão. A impressão é que nem as plantas escapam do ritmo cíclico da moda. Não à toa, quem quer — ou precisa — perder peso costuma se dividir quando uma nova espécie está em evidência: uns a recebem com desconfiança, outros a acolhem como a fórmula secreta para vencer a contenda contra a balança. A verdade é que dá para ficar facilmente perdido diante de inúmeras promessas, na maioria das vezes rejeitadas pelos médicos.

A ciência, porém, não pode desprezar o potencial de certas plantas para integrar uma das frentes de combate à epidemia de obesidade. Embora não sejam a panaceia em matéria de perda de peso, alguns fitoterápicos já passam por testes rigorosos e demonstram seus bons efeitos. Não substituem mudanças de hábito nem, em alguns casos, outros remédios, mas sua ajuda pode ser bem-vinda na hora de afinar o corpo.

Que o diga o popular chá verde. Já existiam indícios de sua capacidade de eliminar gordura e, agora, um estudo brasileiro comprova seus préstimos em seres humanos com quilos a mais. A bebida feita com a planta Camellia sinensis foi alvo de uma pesquisa da Escola Superior de Agricultura Luiz de Queiroz, da Universidade de São Paulo, em Piracicaba, no interior paulista. Os dados obtidos mostram que a planta ajuda a esvaziar os redutos gordurosos, diminuir a circunferência abdominal e ainda ganhar massa muscular, dando um gás para a prática de atividade física.

Outro fitoterápico visitou as bancadas de laboratório depois de começar a fazer sucesso na mídia. Trata-se da pholia negra, um extrato de plantas do gênero Ilex, do qual faz parte, por exemplo, a famosa erva-mate. Suas cápsulas foram submetidas ao crivo científico em um estudo com ratos coordenado pela bióloga Maria Martha Bernardi na Universidade de São Paulo. Após um mês, os investigadores repararam que a perda de peso foi similar tanto no grupo que recebeu a pholia negra quanto no grupo que recebeu a sibutramina. Sendo assim, os ratinhos se livraram, em média, de 10% da sua massa corporal. "Diferentemente da sibutramina, que age no sistema nervoso central, a pholia negra desacelera a atividade do estômago, fazendo com que a comida fique mais tempo lá dentro", explica Maria Martha. Dessa forma, o fitoterápico conseguiria deixar a pessoa saciada por um período maior.

Enquanto aguardamos pesquisas que avaliem o desempenho do extrato em seres humanos, vale voltar os olhos para o Oriente, de onde vem a maioria das últimas fórmulas naturais antiobesidade que chegaram ao país. É o caso das cápsulas do óleo de cártamo, cultuado há anos em países asiáticos. O suplemento, extraído das sementes dessa planta, costuma surtir efeito após seis meses — ele deve ser ingerido antes das refeições. "Seus ácidos graxos essenciais aumentam a oferta de leptina, o hormônio da saciedade", explica a nutricionista Stefania Valente da Silva, do laboratório Herbarium, um dos fabricantes do produto.

O óleo de cártamo tem ainda outro mecanismo de ação: ele ativa o tecido adiposo marrom, reserva que, de maneira diversa da famigerada gordura branca, eleva a temperatura corpórea e faz queimar calorias. "Só que o organismo gasta a energia estocada na gordura branca", diz Stefania. Da Ásia vem outro reforço pró-saciedade. O laboratório Galena trouxe para o Brasil um suplemento à base de pinho coreano, disponível na forma de sachês em farmáciasde manipulação. 

O óleo da planta tem uma substância que estimula a liberação de hormônios que dão sensação de barriga cheia. Quer mais? Destaque recente, a indiana Mucuna pruriens ainda está sob investigação, mas parece atuar em uma via alternativa. "Trabalhos mostram que ela eleva os níveis de um neurotransmissor ligado ao prazer, o que ajudaria a diminuir a compulsão alimentar", diz a nutricionista Andréia Naves, do Centro Brasileiro de Nutrição Funcional, em São Paulo.

Apesar de tantas opções e expectativas, Há especialistas que continuam vendo as plantas com reservas. "Ainda faltam estudos em larga escala e dados de eficácia e segurança", diz o endocrinologista Marcio Mancini, do Hospital das Clínicas de São Paulo. Do outro lado, pesquisadores querem explorar ainda mais o potencial da flora brasileira. "Estamos testando mais de 2 mil plantas amazônicas e é provável que algumas delas tenham efeito contra o excesso de peso", conta Martha, que hoje atua na Universidade Paulista. Se a natureza oferece ajuda — e a ciência aprova —, não custa aceitar.

CONSULTE UM ESPECIALISTA

Um recado a todos que desejam emagrecer com o auxílio de um fitoterápico: nunca saia por aí ingerindo um produto sem a indicação e a orientação de um médico ou de um nutricionista. Lembre-se de que, em dosagens equivocadas ou misturados a remédios, os compostos das plantas podem expor o organismo a uma série de riscos, inclusive fatais. Outro aviso: jamais substitua um medicamento por uma erva com a pretensão de obter o mesmo efeito. Também não vá atrás dos conselhos dados por amigos: o que ajudou no caso deles pode ser mal tolerado pelo seu corpo. E, sempre que for ao médico, não esconda dele que faz uso de um produto à base de plantas.

Existem diversas versões e marcas de fitoterápicos disponíveis no mercado, a maioria com venda livre. Por isso, fique de olho nos rótulos e dê preferência a produtos fabricados por laboratórios e com selo de aprovação da Agência Nacional de Vigilância Sanitária, a Anvisa.


Fonte: Revista SaúdePartilhar

quarta-feira, 2 de novembro de 2011

AS CASTANHAS E OS SEUS BENEFÍCIOS

Que as frutas oleaginosas trazem benefícios à saúde, todo mundo sabe. Ricas em nutrientes como selênio e vitamina E e ajudam a pegar no sono e a controlar o peso. 

Por ter uma grande variedade de formas e sabores, as castanhas são consideradas petiscos práticos e saborosos. O jornal britânico Daily Mail fez uma seleção de quais castanhas escolher de acordo com os benefícios que trazem à saúde.

Baixar o colesterol: nozes
Um estudo envolvendo 365 pessoas constatou que aqueles que consomem 30g diárias de castanhas conseguem reduzir até 0,3 pontos no colesterol total em um mês.

Cansaço: castanha de caju
Contêm duas vezes mais concentração de ferro do que um bife, ajudando a carregar oxigênio pelas células do sangue, melhorando o cansaço e a concentração.

Combater gripes e resfriados: pecans
Cinco pecans contêm cerca de 1/6 da dose diária recomendada de zinco, que é essencial para o funcionamento das células de defesa do sangue, que brigam contra vírus e bactérias.

Perda de peso: amendoins
As gorduras, fibras e proteínas ajudam na sensação prolongada de saciedade, levando a consumir menos guloseimas. Pesquisadores da Universidade de Harvard descobriram que dietas moderadas em gordura que incluem amendoim e manteiga de amendoim são fáceis de perder peso do que aquelas que não têm essa castanha.

Abaixar a pressão arterial: pistaches
Duas porções que cabem na palma da mão contêm mais potássio do que uma banana e quando constituindo parte de uma dieta saudável, ajuda a controlar a hipertensão.

Prevenir câncer: castanha-do-pará
Fonte de selênio, ajuda a proteger as células, reduzindo o risco de desenvolver certos tipos de câncer como de bexiga e próstata. Duas castanhas-do-pará por dia fornecem mais selênio do que a necessidade diária.

Lidar com diabetes: amêndoas
Rica em fibras e sem carboidratos, as amêndoas reduzem o índice glicêmico da refeição da qual fazem parte e ainda têm magnésio para regular o açúcar no sangue.

Saúde como um todo: avelãs
Rica em gorduras monossaturadas, que são amigas do coração, é uma fonte natural de vitamina E, que protege as células. Ainda contêm fibra, cálcio, magnésio, zinco, ácido fólico e biotina, tornando-se um alimento saudável.

Fonte: Terra
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quinta-feira, 27 de outubro de 2011

'RASPAR O PRATO' PODE TER EFEITO INVERSO

Fazer com que a criança coma bem está no topo das preocupações dos pais. Mas, na tentativa de forçar os filhos a “raspar o prato”, muitos acabam prejudicando os pequenos, ao invés de ajudá-los. Essa é a conclusão de um estudo britânico, conduzido pela Loughborough University com 104 crianças de 3 a 6 anos, que vai ser publicado em dezembro no periódico Appetite. 

Segundo o estudo, obrigar a criança a comer tudo pode ter o efeito inverso, ou seja, despertar nela uma aversão à comida e, com isso, fazer com que coma menos. Além disso, a noção de saciedade também pode ficar comprometida, pois ela tem de perceber, sozinha, quando está satisfeita.

“As crianças são como nós, adultos, há fases da vida e dias em que estamos naturalmente com menos apetite”, diz Mirian Martinez, nutricionista do Hospital e Maternidade São Luiz. Então, o ideal é respeitar a fome do seu filho. A questão da saciedade pode levar à outro problema: a obesidade. "Uma criança que só sabe quando parar de comer por conta das ordens do pai poderá ingerir alimentos em excesso quando estiver sem os adultos por perto”, explica a nutricionista. 

Mas é claro que se o seu filho não come quase nada ou perde a fome de uma hora para outra você deve ficar atenta. “Se o apetite dela diminui sem nenhum outro fator associado, como uma doença ou sono, por exemplo, é preciso preocupar-se”. A saída é procurar o pediatra da criança para investigar o problema. Aliás, esse especialista também é o mais indicado para ajudar você a saber qual é a quantidade ideal de alimentos que o seu filho tem de ingerir. “Crianças comem menos que adultos, muitos pais esquecem disso”, afirma Mirian.

DICAS PARA ELE COMER MELHOR
  • Forçar a comer não é a mesma coisa que oferecer alimentos novos. É preciso insistir mais de uma vez com comidas diferentes, mas respeitar o paladar da criança. Uma ideia é oferecer um legume novo, por exemplo, no momento que a criança está com mais fome;  
  • A criança não vai ficar doente se não comer bem um dia, assim como nós, elas tem reserva de energia;  
  • Imponha horários, pois assim o seu filho sabe que não adianta ele comer rápido e pouco para brincar, pois aquela é a hora da refeição; 
  • Evite muito líquido durante as refeições. Eles dão a impressão de saciedade no curto prazo e fazem as crianças comerem menos do que precisam;  
  • Cuide da ansiedade. Sua expectativa pode ser maior que a fome do seu filho, e você nem imagina o quanto pode se decepcionar com uma careta depois do trabalho que você teve para fazer uma papinha; 
  • O disfarce de um alimento é aceitável desde que o mesmo seja oferecido em sua forma natural. Tudo bem picar aqueles legumes que ele não come e cozinhar junto com o arroz, mas ele também precisa aparecer no prato do seu filho de forma mais visível.
 Fonte: Revista Crescer

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quinta-feira, 20 de outubro de 2011

JÁ COMI E AINDA ESTOU COM FOME

Se mesmo depois de fazer uma refeição completa você é daqueles que continuam a sentir fome, talvez seu prato precise de alguns alimentos especiais, que aumentem a sensação de saciedade do organismo. Segundo a nutricionista Andréia Nogueira, do interior de São Paulo, sim, esse tipo de comida existe. E o melhor de tudo: é fácil de encontrar e um tanto quanto saudável. 

Uma pesquisa recente da Universidade da Califórnia, nos Estados Unidos, indica que a frutose (o açúcar das frutas) é uma dessas substâncias. Ela age “enganando” o estômago e previne, assim, o desejo de comer mais. Portanto, uma ótima ideia para dar um gostinho a mais na salada é misturar frutas entre legumes e verduras, como pedaços de maçã, abacaxi ou até mesmo melão.

Não é uma boa ideia, porém, abusar do açúcar proveniente da cana. É que a substância reduz a liberação da leptina, um hormônio essencial para “avisar” ao organismo que já estamos satisfeitos. Sem a sua participação no processo, aumenta aquela conhecida vontade de “quero mais”. Ou seja, depois do jantar ou do almoço você ainda volta algumas vezes à geladeira para ver se existe algo de interessante por lá.

Outra substância capaz de abreviar a saciedade é o bisfenol-a, presente nas embalagens de plástico e enlatados. Com uso recentemente proibido pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) para fabricação de mamadeiras, o risco é de em certas condições a substância migrar da embalagem para o próprio alimento. Nessas situações, o bisfenol-a pode interferir na atuação dos hormônios que controlam o desejo de comer.

“O bisfenol-a ainda é capaz de provocar vários malefícios para a saúde, aumentando os riscos de câncer de mama, crescimento da próstata e, no caso das gestantes, mau desenvolvimento do feto”, explica a nutricionista – por isso é que é bom também evitar o consumo de alimentos armazenados em latas amassadas ou que ficaram por longos períodos congelados ou aquecidos em recipientes de plástico.

CAFÉ DA MANHÃ REFORÇADO

Para controlar a fome que não passa, Andréia aconselha ainda prestar mais atenção ao café da manhã, valorizando essa refeição. “Quem come bem pela manhã garante a estabilidade das taxas de açúcar no sangue e o controle do apetite”, diz.

Não adianta, no entanto, rechear a alimentação matinal com alimentos muito açucarados ou gordurosos. Se isso for feito, há riscos de se obter o efeito inverso. “Prefira os cereais integrais, frutas e derivados do leite”, indica Andréia. Até mesmo porque as fibras dos cereais e das fibras, bem como as proteínas do leite, prolongam a saciedade.

A última dica da nutricionista é manter sempre a hidratação, o que, segundo ela, reduz a fome. Se beber água em intervalos regulares e várias vezes ao dia for entediante, você também pode alternar com o consumo de chás gelados, iogurtes e sucos. 

Fonte: Terra

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terça-feira, 27 de setembro de 2011

A BEBIDA NA HORA DA REFEIÇÃO


Embora evitar o consumo de bebidas durante o almoço ou o jantar seja o ideal, o hábito de tomar uns goles entre uma garfada e outra não está condenado. Se a sede costuma aparecer exatamente nessas horas, opções como água sem gás e suco de frutas são as melhores, contanto que não haja excessos.

Isso porque, em maiores volumes, mesmo as bebidas mais saudáveis são capazes de prejudicar a digestão. “Um dos problemas é que o líquido dilui o ácido clorídrico produzido no estômago, dificultando a absorção de vitaminas e minerais”, explica a nutricionista Leila Queiróz, de São Paulo. 

Portanto, se possível o melhor é dar um intervalo de até meia hora antes ou duas horas depois de o prato ser servido. Para quem não resiste à bebida, porém, tomar um copo na refeição ou um pouco mais não traz problemas.

Se optar pelo acompanhamento da bebida, aliás, é bom ir devagar com o refrigerante, um dos piores principalmente para os que estão de olho na balança. Por ser gaseificado, o líquido também deixa o estômago mais dilatado. “A pessoa com volume gástrico maior tende, então, a sentir necessidade de comer mais do que o normal, o que leva ao ganho de peso”, diz a nutricionista.

PARA SENTIR MENOS SEDE NAS REFEIÇÕES:

De acordo com o que a nutricionista observa, há casos em que a necessidade de beber durante as refeições está associada à baixa ingestão de líquidos ao longo do dia. Assim, uma das dicas é não permanecer durante muito tempo sem ingerir qualquer tipo de líquido. Vale a pena até manter uma garrafinha d’água cheia sempre por perto para não se lembrar de beber somente na hora das refeições.

Outra sugestão para sentir menos sede nesses momentos – além de evitar o excesso de sal e o uso de temperos fortes – está na própria mastigação. “Quem não mastiga direito e engole a comida rapidamente tem a sensação de que o alimento está seco, já que não dá tempo de a saliva umedecê-lo bem. Isso provoca a necessidade de beber algo”, esclarece Leila.

Ao preparar os pratos, deixar os alimentos mais pastosos e menos secos pode ajudar também. Em vez de assar a carne, comê-la na forma de ensopado é ótima ideia. O próprio arroz pode ficar mais molhado se temperado com molho de tomate (preferencialmente in natura, que é mais saudável), por exemplo.

Fonte: Terra
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domingo, 25 de setembro de 2011

LEITE ENGROSSADO, NÃO!

Para os avós, o neto está sempre magro e você não está alimentando-o direito. Mas, cuidado para não cair na tentação de engrossar (nem deixar ninguém fazer isso) o leite do seu filho. 

O leite, seja materno ou o indicado pelo pediatra, já tem os nutrientes necessários. Quando as pessoas adicionam farinha ou amido de milho à bebida, colocam cerca de 40 calorias a mais com apenas uma colher de sopa (10g) de produto. 

Imagine o efeito disso no organismo de uma criança!”, diz Fábio Ancona Lopes, pediatra e nutrólogo da Unifesp (SP). De acordo com o especialista, isso aumenta os riscos de obesidade, seja na infância ou na vida adulta. E com os riscos para a saúde, nem os avós vão gostar de vê-lo gordinho!

Fonte: Revista Crescer Partilhar

quinta-feira, 22 de setembro de 2011

ALIMENTOS PARA LEVAR NO CARRO

O carro é uma espécie de extensão da nossa casa. Como passamos tanto tempo em seu interior, que tal ter ali à mão alguns alimentos simples, mas que farão a diferença para nossa saúde? Além disso, dessa forma pode-se evitar gastos supérfluos com besteiras que enchem os olhos, mas não satisfazem a fome e nem nossa necessidade de nutrientes.

A nutricionista Fernanda Brandileone, de São Paulo, explica que o melhor é optar por alimentos ricos em nutrientes e com poucas calorias, que não pesam na balança. “O mais importante para a saúde é manter um padrão alimentar que inclua todos os tipos de alimentos”, diz ela. 

A nutricionista lembra ainda que, para quem passa muito tempo no carro, é recomendável também encontrar um tempinho para as atividades físicas. “O exercício, além de fortalecer o corpo, ajuda a prevenir doenças como o Alzheimer”, ela lembra.

Veja abaixo alguns suprimentos que não custa levar para o carro e garantem lanchinhos nutritivos e saudáveis:

IOGURTE ( melhor levar num recipiente térmico):  ”O iogurte é um dos alimentos do dia a dia mais ricos em cálcio, além de ter proteínas e potássio”, diz a nutricionista. Você pode também optar por aqueles enriquecido com probióticos, que ajudam a regular a saúde intestinal.

NOZES: Elas são ricas em nutrientes, ajudam no combate ao colesterol ruim e estimulam a dilatação dos vasos se ingeridas depois das refeições – quando as veias tendem a se contrair”, diz Fernanda. Mas lembra também que as nozes são muito calóricas – por isso, não abuse. “Cerca de meia dúzia de nozes por dia já são suficientes”, ela afirma.

KIWI: Aproveite aquele recipiente térmico e leve também um kiwis cortado, sugere Fernanda. “O kiwi é uma grande fonte de vitamina C, fibras, potássio, além de ser uma das únicas frutas que fornece também vitaminas A e E”, explica. Se estiver sem tempo antes de sair, corte os kiwis ao meio e coma-os com uma colherzinha sem tirar da casca. “O kiwi também tem um suave efeito laxante, devido à presença de muitas fibras”, acrescenta Fernanda.

MAÇÃ: Excelentes para a saúde em geral, as maçãs fazem ainda mais bem às mulheres. De acordo com uma pesquisa realizada na Cornell University, nos Estados Unidos, uma maçã ao dia reduz em 17% o risco de câncer de mama. Tanto para elas quanto para os homens, os benefícios da fruta são vários. “A maçã ajuda a proteger os ossos, a prevenir o câncer de pulmão, a asma, o Alzheimer e ainda fornece insulina para o corpo”, ressalta Fernanda.

BARRA DE CEREAIS: Uma das grande vatatagens delas é que pode “esquecê-las” no carro sem medo de estragarem. Segundo a nutricionista, as barras de cereais fornecem energia e podem ter o mesmo valor alimentício de um sanduíche. “Elas normalmente contém as mesmas calorias”, explica Fernanda. Portanto, não abuse. “Prefira as barras fibrosas, que são mais naturais”.

ÁGUA: Tenha sempre uma garrafa ao seu lado. “Tem gente que passa o dia inteiro sem tomar água e depois reclama de dores de cabeça e falta de concentração”, comenta Fernanda. Como ela explica, o líquido é essencial para manter a nossa hidratação e ainda contribui para evitar a formação de cancros e pedras nos rins. “Beber água também é vital para a saúde da pele”, lembra a nutricionista.

Fonte: TerraPartilhar

terça-feira, 20 de setembro de 2011

QUAL LEITE ESCOLHER?


Que o leite é importante na dieta devido ao seu alto valor nutritivo boa parte dos consumidores já sabe. Mas, embora o de vaca seja o mais comercializado no país, há outros tipos que também podem entrar no cardápio.

O leite de cabra, por exemplo, contém quantidades de proteína, açúcar e gorduras muito semelhantes ao de vaca. A principal diferença está no tipo de gordura. “As partículas de gordura do leite da cabra são menores, o que confere melhor absorção dos nutrientes e uma digestão mais rápida da bebida”, explica a nutricionista Carolina Oliboni, de São Paulo. 

Ou seja, se você tem alguma dificuldade de digestão do leite, dá para ter um alívio nos sintomas trocando o de vaca pelo de cabra – também usado na fabricação de ótimos queijos.

No entanto, assim como no caso do leite de vaca, quem toma leite de cabra não está livre de sofrer algumas conseqüências. A maior é quando existe alergia a determinadas proteínas do leite. Nessas situações, o melhor é partir logo para os substitutos de soja. “O leite de soja tem menos gordura e não contém colesterol, mas é menos nutritivo que o leite de vaca ou cabra”, compara Carolina. Embora não seja também grande fonte de cálcio, encontram-se marcas do produto enriquecidas com o mineral.

LEITE INTEGRAL É VILÃO?

Muita gente foge do leite integral, mas ele não é nenhum vilão da boa saúde. Se você não está acima do peso nem precisa restringir o consumo de colesterol, pode aproveitar tranquilamente esta forma mais rica e mais gorda da bebida. Mas, caso contrário, é bom ir devagar, pelo menos alternando o consumo com o de outras versões leves. Para se ter uma ideia, cada 100 ml de leite integral tem cerca de 4 gramas de gordura em sua composição, contra 1,5% no semidesnatado e quase zero no desnatado.

Se não há restrição também quanto ao açúcar, como no caso de quem tem diabetes, pode-se consumir leite com achocolatados sem maiores problemas. Outra dica é misturar a bebida com frutas, mas isso nem de longe é uma regra, principalmente para quem já tem um cardápio saudável. “Claro que as frutas tornam o leite mais nutritivo que o achocolatado, porém, se elas já são consumidas em outras horas, não é preciso que sejam acrescentadas sempre, ficando tudo de acordo com a preferência de cada um”, esclarece Carolina. 
 
Confira ainda um pequeno glossário de termos usados nas embalagens de leite:

UHT (Longa Vida): o leite é basicamente processado e envasado sem nenhum contato com o ar, além de armazenado em embalagens perfeitamente estéreis. Graças a esse processo o prazo de validade do produto é maior, podendo ser guardado fora da geladeira por períodos bem longos antes de aberto.

Pasteurização: é também um procedimento realizado para eliminação de bactérias do leite, em que a bebida é exposta sucessivamente a temperaturas altas e baixas. Algumas diferenças no processo levam à produção do leite tipo A, B e C.

Nata: é a gordura do leite

Leite condensado: por causa do aspecto cremoso, devido à retirada de mais da metade da água presente no leite, seu uso é mais frequente na produção de doces. Destaca-se pela quantidade de calorias, merecendo cuidado principalmente de quem deseja perder peso.

Bebidas lácteas fermentadas: algumas marcas contêm probióticos – as bactérias do bem, que quando ingeridas nas doses adequadas ajudam na regulação da flora intestinal, na digestão, no fortalecimento do sistema imunológico, entre outros benefícios.


Fonte: Terra Partilhar

segunda-feira, 12 de setembro de 2011

MINHA FOME É À NOITE

Muitas pessoas que desejam emagrecer queixam-se da dificuldade de controlar a alimentação no período noturno. Durante o dia, o trabalho e os compromissos fazem com que a atenção se volte para outros interesses. Mas quando a noite se aproxima, a imagem dos alimentos vêm à mente e torna-se quase impossível evitá-los.

Veja abaixo algumas dicas que podem minimizar este problema:

EVITE SALTAR REFEIÇÕES - Algumas pessoas acham que omitindo refeições estarão emagrecendo mais rápido. É uma idéia falsa e as repercussões geralmente aparecem à noite. A falta de nutrientes ao longo do dia causa uma sensação de fome que torna o indivíduo menos capaz de selecionar o que vai comer e de regular a quantidade de ingestão calórica.

MANTENHA ALIMENTOS LEVES EM CASA - Isso é fundamental: se só estocar em casa alimentos pouco calóricos, ao sentir vontade de comer você só terá acesso a este tipo de alimento. Boas sugestões para este horário são os sanduíches light, saladas com carne magra, sopas de legumes com carne ou frango. Muitos podem inclusive serem guardados congelados.

FAÇA ALGUMA ATIVIDADE FÍSICA NO FINAL DA TARDE - Para alguns, a vontade de comer durante a noite é conseqüência da ansiedade e do stress acumulados ao longo do dia. A realização de exercícios físicos no final da tarde é uma excelente maneira de controlar o stress e proporciona uma sensação de bem-estar que dura até a hora de dormir.

NÃO ESQUEÇA DAS PROTEÍNAS - Entre os nutrientes, as proteínas são as que proporcionam maior sensação de saciedade. Ao trocar o jantar por um lanche, muitas vezes as pessoas esquecem das proteínas e comem praticamente só carboidratos. Portanto, lembre-se de acrescentar ao seu lanche alimentos como presunto de peru, queijo magro, peito de frango desfiado ou mesmo um hamburguer light de frango.

EVITE FICAR BELISCANDO - É preferível fazer uma refeição mais completa do que comer pequenos lanchinhos a noite toda. Leve para a mesa somente a quantidade que for comer e guarde o restante. Cuidado com os petiscos: amendoins, castanhas, patês, salaminhos, queijos, etc contêm muitas calorias mesmo em pequenas quantidades. Que tal preparar uma xícara de um bom chá e degustá-la lentamente?

PROGRAME ALGO PRAZEROZO - Grande parte do hábito de comer à noite pode estar relacionado apenas ao fato de estar ocioso. Ler um bom livro, assistir a um DVD, conversar com um amigo ou parente ao telefone, brincar com crianças ou animais de estimação são exemplos de atividades que distraem e divertem sem engordar. Tente programar o que irá fazer antes mesmo de chegar em casa.


LEMBRE-SE: controlar a alimentação noturna é muito importante para o sucesso do seu tratamento.

Fonte: O2 por minuto  Partilhar

sexta-feira, 9 de setembro de 2011

BEBÊ PODE TOMAR IOGURTE?

Os pediatras dizem que essa é uma das primeiras dúvidas que surgem assim que as primeiras papinhas são liberadas. Tudo bem dar? Sim, você pode oferecer, mas é legal esperar pelo menos dois meses a partir da introdução da primeira papa por dois motivos. 

Primeiro porque, como o iogurte é mais ácido, se introduzido precocemente pode agredir o trato intestinal. Outro motivo é que a criança já vai estar acostumada com os alimentos in natura, então não vai prejudicar a alimentação dela. Você pode fazer em casa ou, na hora de escolher, optar pelo iogurte natural

Vale servir com uma fruta amassada de vez em quando, por exemplo, sem acréscimo de açúcar. Já os iogurtes que vêm com algum sabor, e, em geral, com conservantes e corantes, evite dar no primeiro ano e, depois, ofereça apenas de vez em quando.

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quarta-feira, 31 de agosto de 2011

DIA DO NUTRICIONISTA

Contribuir para hábitos saudáveis é a nossa missão!
Parabéns à todos, que assim como eu, se orgulham em ser
NUTRICIONISTA!



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domingo, 28 de agosto de 2011

FEIJÃO MARAVILHA

Não é de hoje que o feijão é um sucesso mundial. Há registros de que esse grão já era cultivado nas Américas 9 mil anos antes de Cristo. De lá, espalhou-se pelo planeta e hoje aparece nas panelas dos cinco continentes, em preparações clássicas e contemporâneas. Vira sopa, salada, cozido, bolinho e até doce.

Da família das leguminosas, o Phaseolus vulgaris, espécie mais comum de feijão, é um alimento quase completo. Possui minerais, vitaminas e proteínas, combate a anemia e, entre outros benefícios apontados por estudos, ajuda a inibir o aparecimento de doenças cardíacas e a diminuir o colesterol.

Na mesa do brasileiro, nem é preciso dizer que o feijão é essencial. É ele que confere aquela “sustança” ao prato nosso de cada dia. Conheça alguns dos mais famosos tipos de feijão e suas preparações:

ROXINHO - Grãos pequenos e arroxeados. Usado para fazer o tutu do virado à paulista. Em Minas Gerais, entra na receita do feijão tropeiro.

PRETO - No dia-a-dia, ele está presente na mesa dos cariocas. No resto do Brasil, entra no preparo da feijoada - com exceção de alguns lugares, como a Bahia, onde o tradicional prato brasileiro é feito com feijão mulatinho. Em compensação, os baianos usam os grãos pretos para fazer o feijão-de-leite, acompanhamento que leva leite de coco e açúcar.

BRANCO - Entra no preparo do cassoulet, a versão francesa da feijaoda. No Brasil, é ingrediente fundamental na dobradinha, em parceria com o bucho de boi. Fica ótimo também em purês e saladas.

FRADINHO - Com grãos pequenos, claros e com olhinhos pretos, é muito popular no Nordeste do Brasil, especialmente na Bahia, onde é usado para fazer a massa do acarajé. Nos Estados Unidos, onde é chamado de black eyed pea, é base da soul food, a culinária afro-americana.

AZUKI - De coloração marrom avermelhada e grãos miúdos, ele é utilizado na cozinha japonesa para fazer recheio de doces. Por seu alto valor nutritivo, é muito consumido por adeptos de dietas vegetarianas. Também é indicado como auxiliar nas dietas de emagrecimento.

CARIOQUINHA - Dizem que o carioquinha ganhou esse nome porque o desenho de sua casca - estrias marrons - lembrava as ondas do calçadão da praia de Copacabana. É usado da maneira tradicional, cozido em água e temperado com cebola, alho, louro e bacon.

Fonte: Revista Casa e Jardim
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sábado, 27 de agosto de 2011

ANVISA DESISTE DE PROIBIR INDICAÇÃO DA SIBUTRAMINA

Depois de seis meses de debate, técnicos da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) voltaram atrás e decidiram recomendar a manutenção da sibutramina, remédio usado para emagrecimento, no mercado brasileiro. Em relatório apresentado na quarta-feira para membros da Câmara Técnica de Medicamentos (Cateme) da agência, a equipe manteve a decisão de indicar a proibição apenas das drogas dietilpropiona, femproporex e mazindol.

O documento propõe que a sibutramina continue no mercado, desde que sejam respeitadas algumas condições: a droga não pode ser prescrita por um período superior a 60 dias, o paciente tem de ter índice de massa corpórea (IMC) acima de 30 e ele também terá de assinar um documento em que confirma estar ciente de todos os riscos.

A nova versão do relatório será apresentada para diretores da agência, a quem caberá decidir o destino dos emagrecedores no país. Pela praxe, a diretoria colegiada - formada pelos quatro diretores da Anvisa - segue a recomendação do relatório técnico.

Integrantes da Cateme afirmaram terem sido surpreendidos e se mostraram indignados com as novas indicações. A Cateme foi a responsável pelo primeiro relatório apresentado pela Anvisa, em fevereiro, recomendando a proibição do uso de todas essas drogas. Ontem, em votação unânime, a Cateme foi contrária ao parecer do grupo técnico.

RISCOS E BENEFÍCIOS

A equipe da Anvisa foi questionada sobre as razões da mudança de postura em relação aos emagrecedores. No início do ano, o mesmo grupo defendeu a retirada desses remédios - e a sibutramina era a vilã. O argumento era de que os riscos superavam os benefícios. Essa convicção foi mantida mesmo depois das duas audiências públicas realizadas pela Anvisa para ouvir especialistas e a sociedade.

No último encontro, em entrevista à reportagem, a chefe do Núcleo de Notificação da Anvisa, Maria Eugênia Cury, afirmara: "nenhum argumento ouvido nos encontros trazia um fato novo que mereceria a mudança do parecer". Ontem, Maria Eugênia foi questionada sobre qual seria o fato novo. A resposta foi: "uma decisão da equipe técnica."

O presidente da Associação Brasileira de Nutrologia, Durval Ribas Filho, considerou a vitória parcial. "É preciso esperar a decisão da diretoria colegiada da Anvisa. Mas o ideal seria que todos os remédios continuassem no mercado." Ricardo Meirelles, da Sociedade Brasileira de Endocrinologia e Metabologia concorda. "Não é o melhor dos mundos, mas seria insensato proibirem a sibutramina, afirmou."

Fonte: Revista Veja
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sexta-feira, 26 de agosto de 2011

ATENÇÃO ÀS CALORIAS DO LEITE COM CHOCOLATE

As calorias a mais do achocolatado valem os nutrientes que seu filho vai consumir tomando um copo de leite? Essa pergunta está levantando uma discussão em escolas nos Estados Unidos. A questão é a quantidade de açúcar a mais que a criança consome todos os dias, que pode levar à obesidade e a outros problemas de saúde.

Afinal, vale a pena dar leite com chocolate pensando no consumo de cálcio, importante para a formação de ossos e dentes? Depende da quantidade do chocolate e de quantas vezes a bebida é ingerida.

A nutricionista Daniella Mazzaferro, especializada em pediatria do Hospital Sírio-Libanês (SP), afirma que, se seu filho não toma leite, você pode oferecer derivados, como iogurtes e queijos. Agora, se ele só bebe com chocolate, ponha uma colher rasa de sobremesa para 240 ml de leite (se você já coloca muito, vá reduzindo a quantidade aos poucos, para ele não estranhar).

E não se esqueça de redobrar o cuidado se o seu filho estiver acima do peso!

Fonte: Blog Comer é um Barato
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quinta-feira, 25 de agosto de 2011

TOMATES PARA TODOS OS GOSTOS


Você sabe de onde vem o tomate? Se a resposta imediata foi Itália, não se preocupe: você não está sozinho. É o país a que a maioria das pessoas costuma associar o fruto. Na verdade, ele surgiu na América do Sul, na região da cordilheira dos Andes, que envolve Peru, Chile, Equador e Colômbia. O tomate foi levado para a Europa entre os séculos 15 e 16, no período das Grandes Navegações, segundo Paulo César Tavares de Melo, professor do Departamento de Produção Vegetal da USP/Esalq e presidente da Associação Brasileira de Horticultura (ABH).

Antes de ser inserido na alimentação, o tomate era visto apenas como uma planta ornamental, de acordo com Melo. “Criou-se um mito de que era uma espécie venenosa”, explica o professor. Graças aos italianos, a história mudou. Foram eles que o denominaram como pomodoro – traduzido, o termo significa “maçã de ouro”. “O formato era muito parecido com o dessa fruta e os primeiros exemplares que chegaram à Europa tinham uma coloração amarela”, diz o especialista. No Brasil, onde foi introduzido principalmente pelos imigrantes italianos, na metade do século 19, virou tomate.

Embora o uso mais comum seja nas saladas, nos sanduíches e molhos, a versatilidade do tomate não para por aí. Diversas receitas – dos mais variados pratos quentes ou frios e até mesmo de drinques, como o clássico Bloody Mary – levam no preparo esse fruto, cujo sabor é um equilíbrio entre açúcares e ácidos. “O tomate que você encontra mais facilmente nos supermercados do Brasil é o Carmen, que dura mais, porém tem um sabor aguado, de baixa qualidade”, afirma o professor Melo. No entanto, existem centenas de variedades em todo o mundo. Em terras brasileiras, oito tipos são mais comuns atualmente.

Clique na imagem, visite o site e confira os diferentes tipos de tomates:

Fontes: Blog Pimenta do Reino e Revista Casa e Jardim

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terça-feira, 23 de agosto de 2011

O PODER DAS ALGAS COMESTÍVEIS

As algas comestíveis são muito conhecidas na China, Coreia e Japão. Atualmente, seu uso se espalhou por todo o mundo e caiu no gosto dos brasileiros, tanto pelo sabor diferente quanto por suas propriedades benéficas para o organismo.

Ricas em carboidratos, proteínas, vitaminas e minerais essenciais, elas compõem vários pratos e podem ser comidas in natura. De acordo com o sushiman Teruo Togo, existem mais de 20 mil espécies de algas, mas apenas cerca de 50 delas são comestíveis.

“A mais conhecida dos brasileiros é a nori, usada para fazer sushi”, afirma. “Ela é vendida em folhas secas e chega a ter duas vezes mais proteínas do que algumas carnes”.

A alga wakame é menos conhecida, mas é aquela que aparece em sopas como o missoshiro, feita à base de soja. Togo explica que essa alga é a mais utilizada em sopas por causa de seu cozimento rápido. “A wakame também é muito rica em cálcio”, diz. Já a alga kombu, segundo o sushiman, é mais usada em pratos quentes ou feitos com vegetais, como o sukiyaki, e precisa ficar de molho em água durante uma hora antes de ser utilizada.

De acordo com a nutricionista Jéssica Mattos, especialista em alimentação funcional, as algas contêm ainda muitos outros nutrientes interessantes para nosso organismo. “Elas são ricas em iodo, ferro, potássio, cobre, magnésio e zinco”, diz. Entre seus benefícios, ela ressalta o fato de que os carboidratos presentes nas algas agem como fibras no intestino.

“E o melhor é que as calorias das algas são próximas do zero”, afirma. Além disso, segundo Jessica, a maioria das algas contém também caroteno, substância que tem um papel protetor contra células cancerígenas.

E as vantagens das algas não param por aí. Jéssica destaca que elas são ricas em vitaminas do complexo B, sendo inclusive o único alimento de origem vegetal que é fonte de vitamina B12, essencial para a atividade das células nervosas e a replicação do DNA. Por essa razão, as algas podem ser consideradas boas para a prevenção de doenças como anemia, depressão, fraqueza e perda de memória.

Fonte: Terra
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terça-feira, 16 de agosto de 2011

VEGETAIS DENTRO DA BARRIGA

Se o seu filho não gosta de comer vegetais e legumes, o problema pode ter começado durante a gestação. Pesquisadores de uma universidade na Philadelfia, nos Estados Unidos, revelaram que o que a mãe come durante a gestação pode influenciar as preferências dos pequenos.

O estudo apontou que os sabores dos alimentos ingeridos pela mãe passaram para o bebê pelo líquido amniótico. Alimentos como baunilha, cenouras, alho, anis e menta são alguns dos que passaram da mãe para o bebê, revelou Julie Mennella, uma das responsáveis pela pesquisa, ao Daily Mail. Para comprovar a teoria, os pesquisadores deram cápsulas de alho ou açúcar para as mulheres antes de realizarem um exame de líquido amniótico de rotina. Eles então pediram para voluntários cheirarem as amostras e apontarem quais eram das mulheres que tinham comido alho.

Para eles, o feto consegue “sentir o gosto” do alimento, já que sua sensibilidade depende 90% do cheiro. E isso faria com que a criança guardasse a informação até a hora de ser apresentado aos alimentos sólidos. A pesquisadora Linda Bartoshuk, da Universidade da Flórida, afirma que a pesquisa pode fazer com que as crianças tenham uma alimentação mais saudável no futuro, com gostos para alimentos mais saudáveis desde a gestação.

Durante o estudo, pesquisadores pediram para que as gestantes se dividissem em três grupos: aquelas que tomavam suco de cenoura todos os dias, aquelas que só tomaram o suco durante a amamentação e aquelas que evitaram comer o alimento. Quando os bebês foram apresentados aos alimentos sólidos, aqueles cujas mães tomaram suco de cenoura durante a gestação e amamentação comeram mais cereais de cenoura do que o outro grupo.

Bem interessante, não?

Fonte: Revista Pais e filhos
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sexta-feira, 5 de agosto de 2011

TEM QUE SER RÁPIDO... E SAUDÁVEL!

Uma análise das tendências de consumo realizada pela equipe do nutrólogo e pediatra Mauro Fisberg, professor da Universidade Federal de São Paulo, mostra que parte da população não abre mão de alimentos práticos. O estudo aponta o crescimento de 15% nos gastos com produtos semiprontos na classe C. Entre os itens mais consumidos, destacam-se sanduíches e pizzas.

Outros trabalhos também ressaltam a busca do brasileiro pela praticidade, caso do relatório Brasil Food Trends 2020, que foi elaborado pelo ITAL (Instituto de Tecnologia de Alimentos) em parceria com a FIESP e o IBOPE. O corre-corre do cotidiano faz com que o tempo para as refeições fique cada vez mais restrito. Entretanto, os especialistas estão atentos e reforçam a importância do equilíbrio de nutrientes para garantir a saúde e a disposição.

Até mesmo um rápido sanduíche pode ser completo do ponto de vista nutricional, mas ele deve conter o carboidrato, vindo do pão, a proteína e a gordura das carnes ou dos ovos e dos queijos. Também é importante que a preparação traga vegetais coloridos, que ofereçam vitaminas, minerais e fibras, caso do tomate, do pepino, da cenoura, da alface e de outras hortaliças.

Fonte: Trigo e Saúde
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domingo, 31 de julho de 2011

TOMATES ASSADOS RECHEADOS

INGREDIENTES:

- 10 tomates grandes

- 200g de palmito picado

- 1 cenoura pequena ralada no ralo grosso

- 2 colheres (sopa) de cheiro verde picado

- 1 xícara (chá) de maionese light

- Azeite a gosto

- Óleo para untar

- Queijo parmesão light ralado para polvilhar

- Folhinhas de salsa para decorar


MODO DE PREPARO:

Unte uma assadeira média (33x23cm). Reserve. Pré-aqueça o forno em temperatura média (180ºc). Corte uma tampa em cada tomate e retire as sementes, com cuidado para não furar a polpa. Vire os tomates para baixo e reserve até escorrer. Em uma tigela, misture o palmito, a cenoura, o cheiro-verde e a maionese e o azeite a gosto. Recheie cada tomate com essa mistura, polvilhe o queijo ralado e coloque na assadeira reservada. Leve ao forno por 20 minutos ou até dourar levemente. Decore com as folhinhas de salsa e sirva em seguida.

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quinta-feira, 28 de julho de 2011

SEM MEDO DE FRITURAS

Quem não ama frituras? Batata-frita, pastel, salgadinhos e afins, todos são uma delícia. Pena que sejam considerados tão nocivos á saúde. Mas, e se existisse um jeito de tornar as frituras mais saudáveis? Pois saiba que ele existe. Aprenda a transformar esses vilões em aliados de uma dieta saudável.

Em primeiro lugar você deve escolher óleos saudáveis recomendados por especialistas como os de canola, linhaça, coco e castanha-do-pará, conforme ensina a nutricionista Cláudia Campos, de Porto Velho (RO). “Usando óleos saudáveis você garante que o seu alimento tenha menos gordura e calorias”, diz. Além disso, nunca reaproveite o óleo, pois, segundo Cláudia, a repetição da fritura ocasiona a formação da temida gordura trans, responsável pelo aumento dos níveis de colesterol ruim (LDL).

O segundo passo, de acordo com a nutricionista, é se certificar de que o óleo esteja quente, mas não fervendo. “A temperatura do óleo não deve exceder os 190°C”, ela explica. “Assim ele não irá penetrar muito fundo no alimento”, diz. Um jeito de saber se o óleo já atingiu essa temperatura é nunca deixar que ele solte fumaça. “Aquecer demais também faz com que o óleo perca as suas propriedades benéficas, como o ômega-3 e ômega-6”, explica.

Outro passo importante (inclusive para a boa gastronomia) é não encher a frigideira com o produto a ser frito. “Quanto mais cheia a frigideira, mais a temperatura do óleo baixa e ele tende a penetrar demais nos alimentos”, diz. É o famoso efeito “encharcar” que toda boa cozinheira conhece. Por último, quando retirar as frituras da panela, coloque-as sobre papel absorvente para que o óleo seja drenado.

“Fazendo isso, é como se você tivesse usado apenas uma colher de sopa de óleo para fritar”, ensina a nutricionista. Segundo ela, se você seguir os procedimentos adequados, não é mais do que isso que sobra na comida depois da fritura. “Fritar não faz mal, o que faz mal é fritar da forma incorreta”.

Fonte: Terra
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terça-feira, 26 de julho de 2011

APROVEITE OS RESÍDUOS DAS CEBOLAS

Na União Europeia (UE) geram-se, a cada ano, mais de 500.000 toneladas de resíduos de cebola, o que se converteu num problema ambiental. Os resíduos incluem cascas, camadas externas, raízes e talos, assim como as cebolas que não alcançam o tamanho ideal para a sua comercialização e as danificadas.

No entanto, os investigadores acreditam que estes resíduos poderiam ser aproveitados como ingredientes alimentares. A casca e as camadas externas são ricas em fibras e flavonoides, substâncias benéficas para a saúde humana. Vanesa Benítez, investigadora do Departamento de Química Agrícola da Universidade Autónoma de Madrid, destaca que “a solução poderia passar pela utilização dos resíduos da cebola como fontes naturais de ingredientes com alto valor funcional”.

O grupo de investigação, ao qual pertence Benítez, juntamente com investigadores da Univercidade de Cranfield (Reino Unido), identificou em laboratório as substâncias benéficas e possíveis utilizações de cada parte da cebola. Os resultados deste estudo foram publicados na revista Plant Foods for Human Nutrition. O estudo assinala que a casca, por exemplo, poderia ser utilizada como um ingrediente funcional rico em fibras alimentares (principalmente fibras insolúveis) e em compostos fenólicos, como a quercetina e outros flavonóides (metabolitos das plantas com propriedades medicinais).

Segundo os investigadores, “o consumo de fibras reduz o risco de doenças gastrointestinais, cancro do cólon, diabetes tipo 2 e obesidade”. Os compostos fenólicos ajudam a prevenir doenças cardíacas e têm actividade anti-cancerígena. O alto teor destes compostos na casca e nas camadas externas da cebola também lhes confere elevada capacidade antioxidante.

No que respeita às partes internas das cebolas, assim com às cebolas inteiras que são descartadas, os investigadores propõem empregá-las como fontes de frutanos e compostos de enxofre. Os frutanos são probióticos, ou seja, exercem efeitos benéficos para a saúde ao estimular selectivamente o crescimento e a actividade das bactérias do cólon. Os compostos de enxofre inibem a agregação das plaquetas, pelo que facilitam o fluxo sanguíneo e, no geral, melhoram a saúde cardiovascular. Além disso, modificam positivamente os sistemas antioxidantes e anti-inflamatórios nos mamíferos.

Benítez aponta que “os resultados indicam que seria interessante separar as diferentes partes da cebola que são geradas durante o seu processamento industrial (…) e, assim, poderiam ser utilizadas como fontes de compostos funcionais para adicionar aos alimentos”.

Fonte: QUALFOOD
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