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sexta-feira, 3 de agosto de 2012

ALERGIA A OVO


Dar a crianças que têm alergia a ovo doses crescentes do alimento pode ajudar a tratar o problema, concluíram pesquisadores do Centro para Criança da Universidade Johns Hopkins, nos Estados Unidos. Em um estudo publicado no periódico The New England Journal of Medicine, esses especialistas mostraram que o método é capaz de amenizar ou até eliminar as reações adversas apresentadas pela maioria desses jovens. Isso não quer dizer, porém que esse tratamento possa ser aplicado no dia a dia a partir de agora — para isso, são necessárias mais pesquisas.

Essa abordagem é a chamada imunoterapia oral, que consiste em, com o tempo, condicionar o sistema imunológico de uma pessoa alérgica a tolerar determinados ingredientes sem que ela apresente sintomas graves. Outros estudos menores já haviam mostrado que o método pode ser eficaz no tratamento de indivíduos que sofrem do problema, mas com outros tipos de comida, como amendoim e leite.

Participaram da pesquisa 55 crianças de cinco a onze anos de idade que apresentavam alergia a ovo. Ao longo de dez meses, 40 participantes receberam quantidades crescentes de clara de ovo e o restante, doses de placebo. Segundo o estudo, 35 dos participantes que passaram pelo tratamento apresentaram melhoras em relação às reações alérgicas — sendo que 11 deles mostraram uma eliminação completa desses sintomas e o restante passou a ser capaz de tolerar quantidades maiores do alimento sem demonstrar sintomas. As outras cinco crianças deixaram de participar da pesquisa por conta de reações alérgicas relacionadas ao tratamento. Os jovens do grupo do placebo não tiveram melhora.

Os pesquisadores afirmam que, embora nem todas as crianças que passaram pelo tratamento tenham sido curadas, o fato de elas terem desenvolvido uma maior tolerância ao alimento ao qual são alérgicas já melhora de maneira significativa a qualidade de vida desses pacientes. Isso porque uma resistência maior previne contra reações alérgicas sérias decorrentes da exposição acidental aos ingredientes, situações que costumam acontecer em restaurantes e festas, por exemplo, quando o indivíduo não controla a maneira pela qual a comida foi preparada.

Fonte: Revista Veja


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sexta-feira, 20 de janeiro de 2012

OVO: AMIGO OU INIMIGO?


Durante décadas o ovo foi considerado vilão devido à quantidade de colesterol existente na gema. No entanto, os estudos recentes mostram que isso já foi desmentido e este alimento pode ser consumido diariamente sem afetar a saúde, além disso, ele possui diversas qualidades nutricionais. 

A ingestão de claras de ovo ou do suplemento albumina, sempre foi muito popular, principalmente pelos atletas de musculação, porém, a gema pode estar inclusa na dieta também! Ovos possuem nutrientes como: ácidos graxos essenciais, carotenóides antioxidantes (luteína e zeaxantina), proteína de alta qualidade e colina. Então, o ovo deve ser incluído na dieta, pois além de ser nutritivo e saudável, tem baixo custo.

Analisando sua composição gordurosa, conclui-se que a gema tem 3,8g de gordura monoinsaturada (gordura boa), 1,36g de gordura poli-insaturada (gordura boa) e 3g de gordura saturada (gordura ruim). Apesar de ter um pouco de gordura ruim, essa quantidade não é muito significativa e além de tudo, a colina, presente na gema atua na redução da absorção do colesterol.

Dessa forma, fica claro que as pessoas podem incluir ovos em suas dietas (clara + gema) tendo benefícios em seu consumo diário. Algumas dicas:

  • O consumo de ovos no café da manhã provoca maior saciedade reduzindo o consumo de alimentos calóricos nas outras refeições do dia. Os ovos também entram como opção mais saudável do que embutidos, queijos amarelos e margarina/manteiga;
  • Consumir ovos com alimentos integrais e vegetais como: frutas, legumes e verduras, favorecem a perda de peso, além de proporcionar uma dieta equilibrada;
  • O consumo diário de ovos também ajuda a fornecer proteínas de alta qualidade para praticantes de atividades físicas que desejam o ganho de massa muscular (um ovo tem cerca de 7g de proteína);
  • A substância colina presente na gema, é muito importante para manter a saúde das funções cerebrais. Ela é componente chave para a formação de “transmissões” de mensagens e sinais do cérebro para nervos e músculos;
  • A ingestão frequente de ovos também mantém a saúde de visão: os antioxidantes luteína e zeaxantina ajudam na prevenção da degeneração macular, que é a causa principal de envelhecimento dos olhos e outros problemas de visão com o passar dos anos;
  • Os ovos podem ser consumidos cozidos, na forma de omelete, ovo mexido, patês, etc. Evite frituras e preparações gordurosas e com muito açúcar que os inclua;
  • Uma excelente opção para quem quer evitar carboidratos antes de dormir é comer ovos cozidos com uma fatia de queijo ou um copo de iogurte ou fatias de peito de peru;
  • Para vegetarianos: inclua ovos em sua dieta diariamente no lugar das carnes, eles são os substitutos perfeitos das proteínas alimentares.

Fonte: http://nutricionistagiovanaguido.wordpress.com/
Site sobre ovos: http://www.ovosbrasil.com.br/
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quarta-feira, 18 de agosto de 2010

ALIMENTOS RICOS EM ÁGUA

Que a água faz bem para a saúde, todo mundo já sabe, pois além de ser essencial para o funcionamento do nosso organismo, ela faz bem a pele, ajuda no emagrecimento e é o único líquido capaz de realmente matar a nossa sede.
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Porém, se você é daquelas pessoas que prefere suco do que beber água ou simplesmente "esquece" de consumir este líquido, fique tranquilo pois a boa notícia é que alguns alimentos são muito ricos em água e quando são adicionados em nosso cardápio, chegamos mais perto da quantidade de água que devemos ingerir por dia, ou seja, uma média de 2L. Sem contar que esses alimentos ajudam a melhorar a nossa qualidade de vida.
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VEJA QUAIS SÃO:
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Alface – 95% de água
Tomate – 94% de água
Couve-flor – 92% de água
Melancia – 92% de água
Melão – 90% de água
Abacaxi – 87% de água
Goiaba – 86% de água
Ovo – 75% de água
Banana – 74% de água
Carnes e peixes – de 40% a 60% de água
Pão – 35% de água
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Fonte: Temperus Gastronômico
Veja também:

Coco: muito além da água
Hidratação das crianças no calor
Crianças e pedra nos rins
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segunda-feira, 16 de agosto de 2010

EMBALAGEM A VÁCUO PODE SER ALTERNATIVA PARA REFRIGERAÇÃO

Imagem ilustrativa
A embalagem a vácuo, hoje encontrada em alimentos como carnes e laticínios, pode ser adotada pela indústria de ovos em breve. Resultado de um estudo da Faculdade de Ciências Agrárias e Veterinárias da Unesp de Jaboticabal, em São Paulo, a nova embalagem é testada pelos pesquisadores como uma alternativa à refrigeração.
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Segundo a zootecnista Aline Scatolini Silva, que tem a pesquisa como projeto de doutorado, apesar de a refrigeração ser eficaz para a preservação dos produtos, o alto custo faz com que 92% do que é comercializado hoje seja transportado in natura. A refrigeração, inclusive, faz parte das recomendações da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) para a conservação de ovos no País e é adotada também no exterior.
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Os estudos, que começaram em 2008, mostraram que a embalagem a vácuo impede a proliferação de microorganismos como bactérias e fungos que provocam a deterioração do produto; os resultados obtidos são similares aos da refrigeração. Para tornar o processo mais eficiente, os pesquisadores utilizaram um sachê com propriedades de absorção de oxigênio. “Como o ovo é um produto muito delicado, não é possível retirar todo o ar só com a embalagem a vácuo”, afirma Aline.
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CUSTO ELEVADO
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Para José Roberto Bottura, diretor técnico da Associação Paulista de Avicultura (APA), o projeto pode trazer benefícios ao mercado, já que a refrigeração nos mercados nem sempre é a melhor opção. “Vivemos num País tropical. Se o consumidor compra o ovo gelado e fora do supermercado está fazendo calor, essa diferença de temperatura pode alterar o alimento”, diz.
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Para se tornar viável, porém, o projeto ainda precisa reduzir os custos de comercialização. Segundo a pesquisadora, a nova embalagem custaria de R$ 0,50 a R$ 0,70. “Hoje o preço da embalagem fica entre R$ 0,08 e R$ 0,10. “O custo da nova embalagem não poderia passar dos R$ 0,12”, diz Bottura. A redução de custos está nos planos da equipe da Unesp, que pretende também estender o prazo de validade do produto. Os ovos duram, em média, 30 dias. Com a nova embalagem, a qualidade dos ovos estaria garantida neste período.
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Outro ponto que ainda precisa ser aprimorado é o estojo plástico que abriga os ovos sob a embalagem a vácuo. Segundo Aline, os pesquisadores buscam um material mais resistente, já que o utilizado atualmente é suscetível a quebras. “Ainda precisamos de mais estudos para chegar à comercialização”, diz a pesquisadora. Se tiver sucesso, a equipe da Unesp tem um forte mercado pela frente. Conforme estimativas da APA, foram produzidos em 2009 cerca de 22,8 bilhões de ovos no País. “Para este ano, a expectativa é que este número chegue aos 23,5 bilhões”, afirma José Bottura.
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HORA DA COMPRA

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Enquanto as novas embalagens não chegam às prateleiras, os especialistas recomendam ao consumidor tomar alguns cuidados na hora da compra para obter ovos de qualidade. Segundo o diretor da APA, o ideal é que o transporte dos ovos seja feito nas primeiras horas da manhã ou no fim do dia, quando a temperatura não é tão alta. O local de armazenamento no mercado deve ser limpo e fresco.
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Bottura lembra que a embalagem dos ovos precisa ter a identificação do produtor, com endereço e telefone. “É fundamental também que tenha uma data de validade e um selo de inspeção”, diz. Sobre o aspecto visual, ele afirma que o ideal é que os ovos não estejam trincados ou com muitas manchas, características que podem indicar má conservação.
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Fonte: PróAlimento
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quinta-feira, 12 de agosto de 2010

OVO DE GALINHA CAIPIRA X OVO DE GALINHA DE GRANJA

O conteúdo de proteínas é praticamente o mesmo nos dois tipos de ovo. A diferença é que o ovo de galinha caipira possui teores consideravelmente maiores de carotenóides totais, substâncias antioxidantes que são precursoras da vitamina A (essas substâncias são transformadas em vitamina A depois de serem absorvidas e metabolizadas pelo organismo animal).
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Por serem antioxidantes, podemos dizer que os carotenóides comportam-se como “vigilantes”, protegendo o nosso organismo dos danos causados pelos radicais livres. E é justamente pela presença dos carotenóides que a gema da galinha caipira tem uma cor mais avermelhada que a gema da galinha de granja.
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Outra diferença entre eles é o conteúdo total de retinol, leia-se: vitamina A, que é um nutriente essencial para a regeneração das mucosas e da pele. A Universidade Federal de São Paulo (USP) desenvolveu um estudo que encontrou três vezes mais retinol no ovo caipira do que no ovo de granja.
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E A CASCA DOS OVOS?
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A cor da casca dos ovos indica apenas a cor da galinha, e a cor varia conforme a raça da galinha. As galinhas de cor branca possuem ovos brancos e aquelas de cor vermelha possuem cor vermelha. Portanto, não escolha um ovo pela cor de sua casca, porque a cor da casca não fornece nenhuma informação sobre o valor nutricional do ovo.
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DICA: O pó da casca de ovo serve como fonte complementar de cálcio, nutriente importante para o crescimento e na recuperação da saúde após uma doença, na gravidez e amamentação e para as pessoas idosas. Para fazer o pó é necessário uma boa limpeza das cascas. Antes de abrir o ovo lave bem sua casca com água e sabão e depois seque-as. Coloque as de molho em 1 litro de água com 2 colheres (de sopa) de vinagre. Ferva durante 20 minutos e deixe secar. A casca deve ser triturada e o pó deve ser peneirado várias vezes. Pode-se usar uma pitada diariamente nas refeições ou em sucos e vitaminas.
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Fonte: Bluelogs
Veja também:

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segunda-feira, 28 de junho de 2010

PAPINHA VEGETARIANA PARA BEBÊS É SAUDÁVEL?

Você até pode optar por oferecer ao seu filho uma papinha vegetariana. Mas é preciso alguns cuidados importantes, como:
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* A papinha deve ser do tipo que permite o uso de leite e ovo;
* É preciso um planejamento para que a papinha seja rica em cálcio, ferro e proteínas, além de vitaminas e minerais, para não aumentar o risco de uma anemia;
* Faça um acompanhamento com um pediatra e, se possível, com uma nutricionista para garantir o crescimento da criança.
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Conheça duas papinhas vegetarianas, uma para cada fase do seu filho:
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De 7 a 8 meses - Batata, cenoura, inhame, couve picada e gema de ovo: Cozinhe uma batata pequena, uma cenoura, um inhame e duas folhas de couve bem picadas até ficarem bem macios. Passe por uma peneira junto com uma gema de ovo cozida e sirva.
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De 9 meses em diante - Purê de batata, cenoura e lentilha com ovo mexido e espinafre: Cozinhe uma batata, uma cenoura e uma colher de sopa de lentilha até ficarem macios e passe por uma peneira. Sirva esse purê com duas colheres de sopa de ovo mexido, misturado com uma colher de sopa de espinafre cozido.
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Fonte: Revista Crescer
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Chá na alimentação de bebês?
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segunda-feira, 17 de maio de 2010

SAIBA MAIS SOBRE A MAIONESE

Toda criança ama. Não come salada: põe maionese que vai. Não come legume, idem. Mas esse molho quase mágico requer alguns cuidados. Ao contrário de muitos alimentos, a versão caseira não é a mais recomendada.
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A maionese feita em casa não é rigorosamente controlada, como a industrializada, e pode ter altos teores de gordura. Outro perigo é a bactéria Salmonela, por causa dos ovos crus que fazem parte da receita e que causam infecções graves.
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O lado bom é que a maionese industrializada tem óleos ricos em ômega-3, que conferem proteção indireta ao sistema cardiovascular, diminuindo os níveis de colesterol e triglicérides. Como se trata de um alimento muito calórico, prefira as versões light.
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É recomendável a partir dos 10 anos de idade, aproximadamente, pois crianças menores devem ser acostumadas a consumir alimentos menos gordurosos. As porções devem ser menores que uma colher de sopa, nos legumes e verduras, ao invés dos pães, que engordam mais. Ela é bastante calórica; por isso, use com cautela.
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VEJA ALGUNS MITOS E VERDADES
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* Industrializada e caseira: Os ingredientes que compõe a maionese são basicamente: óleo, ovo, água, suco de limão e vinagre. O processo de fabricação na maionese industrializada utiliza pressão para atingir a consistência desejada. Esse processo auxilia a diminuição de gorduras nocivas, como trans e saturada. A maionese caseira não é mais tão recomendada ao consumo, já que a quantidade necessária de óleo e ovos é bem maior.
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* Valor calórico: Hoje em dia estão disponíveis no mercado produtos com 0% de gordura, que têm menor valor calórico. É recomendado que seja feita uma comparação dos rótulos, para ter certeza de qual tipo de produto está sendo adquirido. Alguns tipos têm até menos gordura do que o requeijão e a margarina.
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* Cuidados: Se você quiser fazer sua receita caseira de maionese, é necessário muito cuidado com a qualidade dos produtos. A salmonela é um tipo de bactéria que pode contaminar todos os tipos de carnes e ovos, mas pode ser evitada com o cozimento correto. Como a receita usa ovos crus, todo precaução é necessária. A validade da maionese caseira não passa de dois, três dias. Já a maionese industrializada, não há o risco de contaminação por salmonela. Mas é preciso ficar atento com o prazo de validade e prestar atenção, pois depois de aberta o prazo é de 30 dias.
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* Maionese no cardápio: Então se o seu filho gosta de comer legumes com maionese, não há problema algum, mas fique atento a freqüência e a quantidade em que está consumindo, ou seja, não vale comer meio pote de maionese, ou consumir todos os dias. Como todos os outros nutrientes, é muito importante alternar seu consumo com outras coisas, como o queijo tipo polenguinho, que as crianças adoram!
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Fonte: Revista Pais e Filhos
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Manteiga ou margarina?
Queijo para que te quero
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quinta-feira, 6 de maio de 2010

QUAIS ALIMENTOS NÃO APROPRIADOS PARA CONGELAMENTO?

Congelar alimentos vem se tornando um hábito comum em decorrência da correria do dia-a-dia. Muitas pessoas se beneficiam desta técnica a fim de ter mais praticidade na hora do preparo ou para não haver deterioração, já que o congelamento impede a multiplicação bacteriana. Porém, certos alimentos não são apropriados para o congelamento pois podem perder a textura, sabor e, até mesmo, a qualidade nutricional.
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VEJA OS ALIMENTOS NÃO APROPRIADOS PARA CONGELAMENTO:
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- MAIONESE: porque o óleo se separa dos demais ingredientes.
- GELATINA PRONTA: cristaliza.
- BATATAS COZIDAS: perdem sabor e têm a textura modificada.
- OVOS: tanto os ovos cozidos ou crus, a casca se rompe e a gema fica granulada.
- GEMA: a gema pura crua fica cheia de grânulos.
- VEGETAIS: os vegetais que serão usados crus perdem a textura original.
- BOLOS E PUDINS: quando a base é de amido a água se separa e o sabor se modifica.
- ALIMENTOS INTEGRAIS: tanto as barras de cereais quanto os cereais integrais devem ser mantidos em local fresco e seco, pois são produtos com baixa umidade e, dependendo das condições em que são armazenados, podem absorver água, o que faz com que percam a textura ficando moles e murchos.
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sexta-feira, 19 de março de 2010

DIETA DAS PROTEÍNAS

A famosa dieta das proteínas foi publicada pela primeira vez em 1972 pelo cardiologista norte-americano Dr. Atkins em seu livro "A Dieta Revolucionária do Dr. Atkins". Uma grande polêmica em meios científicos foi gerada ao recomendar a ingestão de grandes quantidades de alimentos ricos em proteínas, como carne, ovos e queijos, enquanto proibia outras fontes de carboidrato como açúcar, pão, arroz e frutas. Em 1990, as propostas da dieta revolucionária do dr. Atkins ganharam um novo impulso com a publicação de outro livro "A Nova Dieta Revolucionária". Essa novidade foi chamada de dieta hiperlipídica e hiperprotéica (elevada em gordura e proteína). Atualmente, é um dos mais populares e discutidos métodos de emagrecimento no mundo todo conquistando um grande número de adeptos no Brasil.
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Esta dieta corta vários alimentos do cardápio e zera os carboidratos: os legumes e as frutas são proibidos e só algumas verduras são liberadas, pois muitas delas são ricas em carboidratos. Por outro lado, carnes vermelhas, frango, peixe, queijos de todos os tipos, embutidos em geral e gorduras são liberados. Com isso, a gordura passa a ser a principal fonte de energia. É baseada no princípio da ação do hormônio insulina produzido no pâncreas. A insulina tem como função retirar a glicose do sangue para ser utilizada ou armazenada como combustível no organismo. O resultado da quebra do carboidrato no organismo é a glicose. Assim, reduzindo o seu consumo, o corpo liberará menos insulina e haverá a necessidade de utilizar outra fonte de energia que, nesse caso, será a gordura.
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Portanto, o médico defendia a idéia de que o corpo, na ausência de carboidratos (que fornece energia ao organismo), começa a queimar gordura. A queima de gordura, por sua vez, transforma-se em cetonas (corpos cetônicos), o que o cardiologista chama de "cetose benigna". O indivíduo elimina muitos desses corpos cetônicos pela urina e também pelo ar expirado (o que provoca mal hálito). Segundo o médico, a produção de corpos cetônicos atua no cérebro proporcionando sensação de saciedade.
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OS PRINCIPAIS RISCOS
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Muitos estudos comprovam que a dieta da proteína promove uma rápida perda de peso. No entanto, as condições sob as quais essa perda de peso ocorre ainda são muito questionáveis. Veja os principais argumentos contra essa dieta:
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* Produção elevada de cetose: desagradável mal hálito, em excesso, provoca toxidade;
* Provoca tontura, cansaço, fraqueza e prejudica a memória: processo mais lento e menos eficiente provocando mal estar e desânimo;
* "Efeito sanfona": com rápida perda de peso, o corpo tende a recuperar toda a gordura depois que a pessoa abandona a dieta;
* Alto consumo de gordura saturada: favorece o aumento de colesterol e pode provocar problemas coronarianos e até diabetes;
* Perda de peso enganosa: perde-se apenas líquido e massa magra e preserva-se a gordura do corpo;
* Não favorece a perda de peso a longo prazo.
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É necessário promover uma reeducação alimentar acompanhada de aumento da atividade física, o que levará o indivíduo a perder gordura e não recuperá-la posteriormente. Dietas muito restritivas ou desbalanceadas, não são indicadas, pois subestimam ou superestimam as quantidades de nutrientes, provocando carências e distúrbios nutricionais. Portanto, os carboidratos continuam sendo extremamente importantes para a saúde, manutenção da massa muscular e bem estar das pessoas. É claro que, se consumidos em excesso, podem impedir a perda de peso. No entanto, devemos ficar atentos à quantidade e tipo de carboidratos da dieta ao invés de baní-los radicalmente.
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Veja também:
Carboidratos garantem energia e boa alimentação
Dieta pobre em carboidratos danifica as artérias
Comer carne de porco é seguro
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quarta-feira, 10 de março de 2010

A VOLTA TRIUNFAL DO OVO

Ao longo das últimas décadas, o ovo carregou a má fama de inimigo da saúde cardiovascular. Como a gema é rica em colesterol, seu consumo foi associado ao aumento no risco de infarto e derrame. Foi necessária a revisão de mais de 200 estudos, realizados a partir da década de 80, com cerca de 8.000 pessoas, para chegar à sentença (definitiva, pelo menos até agora) de que o ovo tem mesmo substâncias potencialmente nocivas mas privar-se dele na dieta pode ser ainda mais danoso.
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Recentemente se descobriram três novos bons motivos para levá-lo de volta à mesa. Presente na gema, a colina é um nutriente vital para o bom funcionamento do cérebro. Além disso, o ovo é uma excelente fonte de triptofano, o aminoácido precursor da serotonina, a substância associada à sensação de bem-estar. Do total de gorduras contidas em um ovo, a maioria é de monoinsaturadas – a gordura do bem, protetora do coração. Com o ovo condenado por tanto tempo, muita gente deixou de consumir o alimento – e, junto com ele, uma série de nutrientes essenciais ao organismo. Muitos deles podem ser encontrados em outros alimentos, mas a colina, em especial, é abundante sobretudo no ovo. Uma unidade tem cerca de 130 miligramas de colina, enquanto uma posta de 100 gramas de salmão tem 56 miligramas.
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A colina é especialmente importante na gravidez, quando consumida pela mãe pode influenciar o desenvolvimento cerebral do feto. Além disso, outras pesquisas mostram que a substância é essencial para a saúde do cérebro, inclusive na formação de novos neurônios. Por essa razão, o consumo de colina é indicado na prevenção das doenças neurodegenerativas, como Alzheimer e Parkinson. Alçada à condição de substância de 1.001 utilidades, a colina já pode ser encontrada em cápsulas, barras de cereais e bebidas energéticas.
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Além de conter colina, o ovo é rico em proteína animal completa, estando em segundo lugar, depois do leite materno. Outro benefício do ovo é a presença de antioxidantes, como a luteína e a zeaxantina, que ajudam a prevenir a degeneração macular (lesão ocular). O baixo teor de gordura constitui mais uma vantagem do alimento. Uma unidade tem em média 7 gramas de gordura total – apenas 1,5 grama é gordura saturada, a metade do que se encontra numa fatia de queijo branco, considerado um alimento magro e saudável. Um ovo tem cerca de 70 calorias. Um bife de 120 gramas, igualmente rico em proteínas, tem o dobro desse valor. O consumo de quatro gemas por semana é suficiente para obter todos esses benefícios.

De fato, o ovo tem muito colesterol. Uma unidade contém 213 miligramas da substância, quase o total da ingestão diária recomendada pela Associação Americana do Coração, que é de 300 miligramas. O erro, no entanto, é imaginar que todo esse colesterol, depois de ingerido, tem como destino certo o entupimento das artérias. Para 70% das pessoas, o colesterol da comida não causa impacto significativo nos níveis de gordura circulante no sangue. A elas, que não têm problema de colesterol, permite-se o consumo de até um ovo por dia. Para os 30% restantes, sugere-se moderação, mas não necessariamente a eliminação total do ovo do cardápio – especialmente se ele não dividir o prato com gorduras trans. Essas, sim, estão na mira dos médicos.
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Matéria adaptada da Revista Veja
Veja também:
Má conservação de alimentos pode causar intoxicação
Ovos terão embalagens com advertência sobre consumo

Não há limites para a ingestão de ovos

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segunda-feira, 5 de outubro de 2009

VITAMINA K

A vitamina K é conhecida como a vitamina anti-hemorrágica, porque atua na coagulação sanguínea. Ela é uma vitamina lipossolúvel, que se armazena no fígado. Existe na natureza sob duas formas: filoquinonas (grupo de compostos presentes em alguns vegetais) e menaquinonas (produzida pelas bactérias da flora intestinal). A vitamina K é essencial para a formação de glicoproteínas, necessárias à coagulação do sangue. Participa também do processo de mineralização óssea, facilitando a cicatrização normal de ossos e fraturas.
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A maioria dos casos de deficiência de vitamina K se dá pelo uso de antibióticos por via oral, que destroem a flora bacteriana intestinal. Outra causa para a deficiência de vitamina K é a má absorção das gorduras - a vitamina K é lipossolúvel e precisa de gordura para ser sintetizada. Sintomas decorrentes da deficiência da vitamina K no organismo são incomuns, devido à grande quantidade dessa substância nos alimentos e ao trabalho das bactérias do intestino humano. A quantidade diária recomendada é de 70 microgramas em média.
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FONTES DE VITAMINA K
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- Gorduras e óleos, como de canola e de soja;
- Hortaliças: folhas e cascas mais externas das hortaliças. São ricos: aspargos, brócolis, couve-de-bruxelas, repolho cru, couve-flor, grão-de-bico, almeirão (chicória amarga), casca do pepino, tomate verde, couve, alface, lentilha, hortelã, folha de mostarda, cebolinha verde, algas marinhas, soja, espinafre.
- Outros alimentos: fígado de vaca, de frango e de porco, gema do ovo, folhas de chá verde, maçãs com casca verde.
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sexta-feira, 24 de julho de 2009

MÁ CONSERVAÇÃO DE ALIMENTOS PODE CAUSAR INTOXICAÇÃO

Ovos na porta da geladeira, superfície de madeira para cortar a carne e o velho pano úmido na pia. É assim que funciona a cozinha da sua casa? Abra o olho, alertam especialistas. A falta de cuidados pode levar a Doenças de Transmissão Alimentar (DTA), problema que atinge gravemente idosos, gestantes, crianças e pessoas com baixa imunidade.
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Segundo a Organização das Nações Unidas para Agricultura e Alimentação (FAO, órgão da ONU), no ano passado 82 milhões de brasileiros (43% da população do País) foram internadas com intoxicação alimentar e mais de 6 mil morreram. Metade das contaminações ocorreu dentro de casa.
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Os ambientes perfeitos para a proliferação de bactérias, fungos e protozoários são os de temperatura próxima a 37 graus. "Mas a maioria desses micro-organismos se multiplica dentro da faixa entre 4 e 60 graus. Para impedir o problema, só submetendo os alimentos a temperaturas superiores a 70 graus", orienta a pesquisadora Tatiana Pastorello, do projeto Cuidar dos Alimentos, da Fiocruz. Depois de pronta, a comida não deve ficar mais de duas horas fora da geladeira.
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Contaminação Cruzada
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Na cozinha, nada de manipular diferentes alimentos sem lavar as mãos. "Leva-se micro-organismos de um para outro", explica Tatiana. Usar a mesma faca, sem lavar, para cortar produtos distintos é perigoso. "Em churrascos acontece muito: a faca que corta a carne crua é a mesma que fatia o alimento servido", diz. Alimento cozido não está livre do risco de ser contaminado, se tiver contato com alimento cru, que é onde os micro-organismos proliferam. O problema ocorre com facilidade ao se colocar, na mesma vasilha, carne crua e alimentos cozidos ou quando a mesma tábua de carne é usada, ainda suja, para cortar alimentos "in natura", como temperos e saladas.
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O ovo é um dos alimentos que mais recebe ressalvas. "Pode transmitir salmonella. Se a casca quebrar, há risco de contaminar a gema. Colocá-los na porta da geladeira é arriscado: o abre e fecha causa microfissuras que provocam o contágio", orienta o microbiologista Roberto Martins Figueiredo. "Comer ovo cru ou com a gema mole é perigoso", diz. Ele lembra ainda que alimentos folhosos devem ser bem lavados em água corrente.
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O Dia
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sexta-feira, 26 de junho de 2009

OVOS TERÃO EMBALAGENS COM ADVERTÊNCIAS SOBRE CONSUMO

Foi aprovada pela ANVISA (Agência Nacional de Vigilância Sanitária), uma norma que determina a obrigatoriedade, nos rótulos de todos os ovos vendidos no país, de advertências sobre o consumo do produto. Para isso, torna-se necessário que as embalagens contenham as seguintes frases: “Manter ovos preferencialmente refrigerados” e “O consumo deste alimento cru ou mal cozido pode causar danos à saúde”. O consumo de ovos crus ou mal cozidos foi responsável por 22,6% dos 5.699 casos desse tipo de doença.
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A norma vem com o intuito de alertar a população para evitar a transmissão de salmonella pelo ovo. “O sintoma mais comum da infecção por Samonella é a diarréia, mas algumas pessoas podem apresentar náuseas, vômito, dor abdominal e cefaléia”, explica a médica veterinária e tutora do Portal Educação, Danielle Pereira.
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O ovo é o principal alimento envolvido em surtos de doenças transmitidas por alimentos no país, de acordo com estudo do Ministério da Saúde. Entre 1999 e 2007, o consumo de ovos crus ou mal cozidos foi responsável por 22,6% dos 5.699 casos desse tipo de doença notificados.
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Para evitar a salmonella, a ANVISA dá algumas dicas:
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1. Lavar bem utensílios e mãos depois de manipular carne de aves e ovos crus;
2. Cozinhar bem os alimentos;
3. Evitar consumo de produtos preparados com ovos crus;
4. Não usar os mesmos para preparar alimentos crus e cozidos;
5. Guardar na geladeira os alimentos preparados no fogão, mesmo que ainda estejam quentes;
6. Proteger os alimentos do contato com animais como aves, insetos e roedores, que podem transmitir a bactéria.
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quinta-feira, 30 de abril de 2009

NÃO HÁ LIMITES PARA A INGESTÃO DE OVOS


Artigo publicado nesta semana dissipa os mitos envolvendo ovos e colesterol e confirma que as Organizações de Saúde e do Coração do Reino Unido retiraram os limites sobre ovos, como não tendo evidência conclusiva ligando o seu consumo ao aumento de doenças coronárias. A autoria é de MARIA LUIZA PAIVA.
O artigo, publicado nesta semana no Boletim Nutricional da Fundação de Nutrição Britânica, revela que este equívoco em torno dos ovos e do colesterol se originou principalmente a partir das conclusões incorretas feitas por pesquisas anteriores. Estudos posteriores foram capazes de separar os efeitos do aumento do colesterol dietético da gordura saturada, que freqüentemente coexistem nos mesmos alimentos, mas os ovos não têm um alto nível de gordura saturada.
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Os mitos envolvendo ovos e colesterol e confirma que as Organizações de Saúde e do Coração do Reino Unido retiraram os limites sobre a ingestão ovos, como não tendo evidência conclusiva ligando o seu consumo ao aumento de doenças coronárias. De acordo com a publicação, quase a metade (45%) do público britânico acredita que deva comer no máximo três ovos por semana - mas no novo artigo discute-se décadas de evidências, concluindo que o colesterol nos ovos tem somente um pequeno efeito e clinicamente insignificante no nível do colesterol sanguíneo e que não há limite recomendado para o consumo de ovos para a maioria das pessoas.
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Mas, como todo alimento em excesso é prejudicial à saúde, é melhor não abusar.

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