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quarta-feira, 5 de setembro de 2012

APRENDA A CONTER O VÍCIO EM REFRIGERANTES DIET

Substituir um refrigerante convencional por sua versão dietética parece uma boa ideia, mas pesquisas mostraram que existe uma conexão entre os refrigerantes zero caloria e o ganho de peso, segundo relatou a revista norte-americana Shape. Além disso, muita gente acaba viciando na bebida.

O sabor adocicado e efervescente é bom, mas não faz bem ao organismo. Embora não tenha calorias ou açúcar, os refrigerantes dietéticos são repletos de produtos químicos, cafeína, adoçantes artificiais, sódio e ácido fosfórico, disse Marcelle Pick, membro da Associação Americana de Enfermeiras. Por isso, a publicação listou cinco maneiras simples de deixar a dependência de lado. Confira:

EFERVESCÊNCIA: substitua o refrigerante por outras bebidas carbonatadas, como água com gás misturada a sucos de fruta natural. Adicionar fatias de frutas frescas à água com gás também a deixa saborizada sem adicionar calorias.

ACHE UM SUBSTITUTO PARA A CAFEÍNA: você perde a concentração no meio da tarde e está a fim de cafeína, por isso, seu instinto te leva direto para a máquina de refrigerantes. Ao invés de se jogar nos adoçantes artificiais, prefira outras opções energizantes, como chá verde, vitaminas de frutas etc.

MUDE DE ATITUDE: é normal achar que trocar o refrigerante convencional pelo dietético vai economizar calorias no cardápio diário, mas também pode trazer problemas, pois pesquisadores da Purdue University descobriram que os consumidores de bebidas diet tendem a aumentar o consumo de calorias em outros alimentos como "compensação".

SE HIDRATE COM ÁGUA: embora não cause desidratação, quem bebe refrigerante tende a substituir a água pela bebida açucarada. Carregue uma garrafinha recarregável e beba água sempre que consumir outros tipos de líquido para se hidratar.

NÃO DESISTA: mesmo que seja uma pessoa apaixonada por refrigerantes, não desista de sua saúde. Tente fazer substituições aos poucos e prepare-se para os sintomas da abstinência, que melhoram com o tempo.

Fonte: Terra


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quarta-feira, 13 de junho de 2012

VEM AÍ AS FESTAS JUNINAS!


Manter a dieta no mês das festas juninas não é uma tarefa fácil, né. Também pudera! Só tem delícias engordativas: maçã do amor, pé de moleque, arroz doce, bolo de fubá… Tem jeito de não engordar? Tem, sim! Veja aqui três preciosas dicas da nutricionista Giovanna Arcuri, de São Paulo:

1. Procure consumir as comidinhas menos calóricas, como pamonha (1 unidade: 108 calorias), pipoca salgada (1 pacotinho: 167 calorias), pinhão cozido (5 unidades: 100 calorias) ou um pote de curau (150 calorias). Evite o hot dog completo (467 calorias), a maçã do amor (361 calorias) e a tapioca de doce de leite com coco ralado (372 calorias).

2. Os quitutes juninos são feitos com muito açúcar, leite condensado, óleo, manteiga e gorduras. Por isso, procure versões light e diet. “Essa substituição pode reduzir até 60% das calorias, sem perder o sabor típico”, avisa a especialista.

3. O que beber? Todas as bebidas são muito calóricas! Se puder, substitua o açúcar por adoçante à base de frutose no quentão e no vinho quente.

Fonte: mulher.abril
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sexta-feira, 1 de junho de 2012

AÇÚCAR QUE NÃO ENGORDA E NÃO PROVOCA CÁRIES


Ele não engorda, não provoca cáries e pode ser usado por diabéticos. É o açúcar FOS (sigla para fruto-oligossacarídeos), que passará a ser fabricado no Brasil graças a um novo modo de fabricação, desenvolvido por uma pesquisadora da Universidade de Campinas (Unicamp). 

O açúcar FOS não engorda porque sua molécula é muito grande para ser quebrada pelo organismo. Ele é absorvido apenas pelos micro-organismos que vivem na parte final do intestino, daí seu papel probiótico. Ao ingerirem o açúcar, esses organismos crescem e ajudam no tratamento de algumas enfermidades, como problemas de absorção de cálcio, diabetes e câncer. Por causa do seu tamanho, o FOS também não consegue ser metabolizado pelos organismos que ficam alojados na boca e que causam a cárie e as placas dentárias.

O FOS já é conhecido e usado com maior frequência em países do hemisfério norte, inclusive em produtos voltados para diabéticos. No Brasil, seu consumo ainda é restrito. De acordo com Elizama Aguiar de Oliveira, da Faculdade de Engenharia de Alimentos da Unicamp e autora do estudo, é possível encontrar no Brasil alguns produtos que já contenham FOS. A variabilidade, no entanto, é pequena em função dos custos. Uma lata de leite em pó com FOS, por exemplo, tem preços entre 20 reais e 40 reais. "Se produzido nacionalmente, esses custos podem ser reduzidos", diz.

Tecnologia nacional — A metodologia desenvolvida por Elizama emprega uma liga de NIÓBIO (um minério usado em alguns tipos de aços inoxidáveis) e de grafite para imobilizar a enzima que irá produzir o açúcar. Imobilizando a enzima nesse minério, evita-se que ela se dissolva e o resultado obtido é um xarope rico em oligossacarídeos, sacarose, frutose e glicose. Em seguida é feita a purificação, na qual os subprodutos são separados e os oligossacarídeos são encaminhados para o setor industrial, quando vários produtos com FOS poderão ser processados – como chicletes, balas, sorvetes e pães.

"Não existe contraindicação, o único cuidado é evitar o exagero no consumo, que pode causar cólicas e diarreias", diz Elizama. Segundo a pesquisadora, alguns estudos estimam que o ideal será um consumo máximo de 6 a 10 gramas do FOS por dia. "Mas essa quantia varia muito, depende da maneira que o organismo da pessoa responde ao produto", diz. 

Matéria-prima — De acordo com a engenheira, mesmo com a riqueza de matéria-prima para o FOS no país, eles são pouco processados no Brasil. A maioria do que é hoje comercializado vem da Europa, do Japão e dos Estados Unidos, regiões onde os fruto-oligossacarídeos são ingeridos de maneira mais variada. Nesses lugares, ele é empregado em produtos como chicletes, sorvetes, biscoitos, doces, sucos e na linha de alimentação infantil e animal.

Fonte: Revista Veja

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domingo, 6 de maio de 2012

COMO ESCOLHER, GUARDAR OU CONSUMIR O IOGURTE?


No mercado, a variedade de iogurtes é grande: integrais, desnatados, semidesnatados, orgânicos, com mel e com polpas de frutas. Todos são bastante nutritivos, e a escolha vai depender muito dos objetivos de cada consumidor. 

Para emagrecer: As versões naturais desnatadas e semidesnatadas, por exemplo, têm menos gorduras e açúcares, mas, em geral, também contêm menos vitaminas. "De qualquer forma, a mudança na composição é pequena, nada muito significativo. Então, para quem quer controlar ou manter o peso, os lights são, sem dúvida, uma boa opção", diz a nutricionista Michelle Grillo Barone, do Ganep.

Para as crianças: As melhores opções são os iogurtes integrais ou com frutas. "Se as frutas forem em pedaços ou em polpa, há um acréscimo de vitaminas e minerais. Mas atenção: no caso do iogurte que é apenas aromatizado, isso não acontece", alerta Michelle. Outro cuidado é não confundir sobremesas lácteas com iogurte. "As primeiras normalmente contêm quantidades maiores de gordura, pois levam creme de leite, leite em pó integral, açúcares simples, corantes e aromatizantes em sua fórmula. O consumo deve ser esporádico e não regular, como no caso dos iogurtes naturais", indica a nutricionista Ariane Pereira, da Naturalis.

Para o funcionamento intestinal: Para os que usam o iogurte com o objetivo de turbinar o funcionamento do intestino, a versão com fibras é uma excelente pedida.

Para a saúde: Como regra geral, observe no rótulo a presença e a quantidade de gorduras, açúcar e adoçante artificial, sódio, corantes e aromatizantes. Quanto menos, melhor.

COMO ARMAZENAR

É importante armazenar os iogurtes em geladeira logo ao chegar em casa com as compras, depois de lavar os potinhos com água e sabão. "O ideal é colocar os iogurtes nas prateleiras mais altas da geladeira, evitando as portas. Também é importante manter um espaço entre os iogurtes e os outros alimentos, para permitir a circulação de ar e a manutenção da temperatura baixa em todos os copinhos", ensina a nutricionista Tatiana Barão, da Naturalis. Por último, é preciso estar atento ao prazo de validade, que, no caso dos iogurtes, é sempre curtinho.

COMO CONSUMIR

De acordo com o Guia Alimentar para a População Brasileira, desenvolvido pelo Ministério da Saúde, a recomendação para o consumo de iogurte é de uma porção de 200 g por dia. "O ideal é consumir o iogurte no café da manhã ou nos lanches, já que o alimento é fonte de cálcio e pode atrapalhar a absorção do ferro contido no feijão, na carne e nas verduras escuras, que normalmente fazem parte do cardápio de almoço e jantar", indica a endocrinologista e nutróloga Ellen Simone Paiva, do Citen.

Para que os benefícios do iogurte no organismo sejam contínuos, é preciso seguir à risca a orientação de consumi-lo todos os dias. "Os probióticos presentes no alimento não se reproduzem no intestino, ao contrário, são eliminados regularmente nas fezes. Daí a importância de fazer a reposição", explica a nutricionista Juliana Malvestio Maioli. 

O iogurte precisa ser consumido fresquinho, preferencialmente numa temperatura de até 10°C. Acima dessa temperatura, perdemos suas propriedades probióticas: as bactérias benéficas presentes no iogurte são eliminadas e ficam apenas os nutrientes, como o cálcio e as vitaminas. Por isso, se vai levar o seu iogurte como um lanchinho prático, na bolsa, providencie uma embalagem térmica ou coloque-o na geladeira assim que chegar ao seu destino.

Para realçar ainda mais o sabor dos iogurtes naturais, vale bater com frutas, pouco mel ou misturá-lo com granola, uvas-passas ou farinha de linhaça. "Outra dica é usar a frutose, um açúcar natural com 50% maior poder de adoçar", diz Ariane.

O frozen yogurt, ou sorvete de iogurte, é produzido da mesma forma que o iogurte convencional, com a fermentação das bactérias do leite e, portanto, guarda muitas das propriedades do alimento. A diferença é que o frozen é normalmente adicionado de açúcar e glucose (xarope de açúcar), que lhe conferem uma consistência mais cremosa. "Isso faz com que ele seja um alimento mais calórico, que deve ser consumido com moderação, esporadicamente. De qualquer forma, ele é muito mais saudável que o sorvete comum", afirma Juliana.

Adaptado da Revista Viva Saúde

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quinta-feira, 26 de abril de 2012

ABANDONE A FUNCHICÓREA


O que você costuma fazer para aliviar a cólica do seu bebê? Se a resposta for Funchicórea, vai ter de encontrar outra alternativa. O remédio fitoterápico, que combateria a prisão de ventre e as cólicas nos primeiros meses de vida da criança, teve seu registro cancelado pela ANVISA, recentemente. 

Em 2005, a renovação do registro do Funchicórea foi indeferida, porque a empresa fabricante do produto, Laboratório Melpoejo, não havia cumprido as exigências técnicas e apresentara documentação em desacordo com as normas da época. Segundo a Anvisa, não houve comprovação da eficácia e da segurança do fitoterápico. Mas o laboratório, na época, recorreu e conseguiu que ele continuasse sendo comercializado. 

O pediatra Marcelo Reibscheid, do Hospital e Maternidade São Luiz (SP), explica que os bebês podem até se acalmar, mas isso não significa que a cólica passou. Ele apenas se distraiu. Isso porque um dos componentes do remédio é a sacarina, um tipo de adoçante artificial, que, como toda substância doce, desperta aquela sensação de prazer. A mesma que você sente ao comer chocolate. “Não é recomendado que a criança consuma açúcar no primeiro ano de vida, muito menos adoçante”, alerta Reibscheid. Essa substância é artificial e desnecessária para o bebê. 

Caso seu filho já tenha tomado Funchicórea, não se preocupe. "O efeito do remédio é agudo, ou seja, o bebê elimina o que ingeriu rapidamente", afirma Moisés Chencinski, pediatra e homeopata. Não há efeitos colaterais. A questão do cancelamento do registro na Anvisa é mesmo técnica, já que a eficácia não é comprovada cientificamente. 

Mas é claro que existem outras formas de amenizar as cólicas do bebê. O mais importante é manter a calma. “Vale lembrar que o sintoma é fisiológico e diminui após os três meses de vida", tranquiliza Marcelo. Como os sistemas digestório e neurológico ainda estão imaturos, os movimentos peristáticos (aqueles do intestino) são desordenados e causam desconforto. "Se os pais ficam menos ansiosos, passam a tranquilidade para o bebê", explica Moisés. 

ALGUMAS DICAS PARA AJUDAR A AMENIZAR AS CÓLICAS 

MASSAGEM: A shantala, técnica indiana, é uma boa forma de acalmar o bebê. Você pode fazer movimentos circulares, com uma leve pressão, que também aquecerão a barriga dele. Usar óleo de bétula ou de amêndoa é outra dica para fazer a massagem ficar mais prazerosa. 

GINÁSTICA: O famoso exercício da bicicletinha estimula a eliminação de gases. Flexione e estique as pernas do seu filho, para que ele solte puns e arrote. 

BANHO OU BOLSA DE ÁGUA QUENTE: Aquecer a região dolorida é uma ótima forma de amortecer a dor. Um banho morno, duas a três vezes ao dia, é indicado pelo pediatra Marcelo para acalmar a criança. No caso da bolsa, sempre a embrulhe em uma toalha, para não queimar a barriga do bebê. 

ALIMENTAÇÃO: Há mitos quanto à influência da alimentação da mãe que amamenta na produção de gases da criança. “Não existem privações na dieta”, diz Reibscheid. No entanto, evite exageros e bebidas que fermentem, como as alcoólicas e as gasosas, enquanto estiver no período de aleitamento. 

COLO: Além do carinho, você contribuirá para aquecer a barriga do bebê e aliviar a cólica. Alguns pais gostam de segurar o bebê deitado de bruços em seu antebraço. A posição também pode ajudar no alívio das dores.


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quarta-feira, 7 de março de 2012

AÇÚCAR TAMBÉM É TÓXICO

Você controla a quantidade de doces que seu filho consome diariamente? Saiba que o açúcar está tão na mira dos pesquisadores que eles acreditam que o ideal seria que ele fosse regulado, como uma toxina. 

Um artigo publicado na revista Nature, chamado The Toxic Truth About Sugar (A Verdade Tóxica sobre o Açúcar), reforça que o açúcar e outros adoçantes podem provocar problemas cardíacos, aumento da pressão, colesterol, diabetes, insuficiência hepática.

Mas fique tranquila. Aqui estamos falando do excesso. E mais, segundo Rubens Feferbaum, pediatra e nutrólogo do Hospital Infantil Sabará (SP), nos Estados Unidos o problema é maior porque a frutose, que potencializa problemas renais e cardiovasculares, é muito utilizada no país em diversos produtos, como refrigerantes. No Brasil, é a sacarose, mas os riscos também existem.

Para Rubens, as bebidas açucaradas são grandes vilãs. Um estudo realizado pelo Centro de Pesquisas do Hospital Infantil Sabará, com 800 pessoas entre 3 e 17 anos, revelou que as bebidas açucaradas, como sucos de caixinha (néctar), refrigerantes, refrescos em pó, entram muito cedo na dieta da criança e viram hábito na vida delas. “Descobrimos que cerca de 20% das necessidades calóricas diárias dos adolescentes vêm do açúcar dessas bebidas”, diz Rubens.

Isso quer dizer que, se o seu filho tem o hábito de tomar um “suquinho” a toda hora, é caloria que ele está ingerindo o tempo todo, que vai ser somada com o que ele come ao longo do dia. Além disso, reforça o especialista, essas bebidas elevam a glicemia e insulina rapidamente, o que pode ocasionar em reações inflamatórias crônicas, levando a problemas como hipertensão, arteriosclerose.

Por isso, vale o alerta: para matar a sede, ÁGUA! “Muito se pergunta sobre o que as crianças comem, mas pouco se pergunta sobre o que elas bebem. Grande parte do sobrepeso e obesidade é pelo que se bebe”, afirma Rubens. Sabe aquele achocolatado na mamadeira ou um suquinho adoçado para acalmar a criança? Esqueça.

MENOS AÇÚCAR, MAIS ALIMENTOS SAUDÁVEIS
 
Não existe idade ideal para introduzir o açúcar na dieta do seu filho. O melhor é postergar o quanto você puder. “Não há necessidade de adição de açúcares, desde que alimentos como grãos, cereais, frutas, legumes e tubérculos, que tem açúcares mais ou menos complexos em sua composição, façam parte da dieta”, diz Rubens. Isso porque, junto com proteínas e gorduras, são suficientes para as necessidades de gasto energético diário e de crescimento. É preciso equilíbrio. Sucos de laranja, por exemplo, não precisam ser adoçados. Deixe para colocar açúcar naqueles que realmente precisam, como os de limão.

LIGHT E DIET PARA CRIANÇAS?

Se você acha que, para amenizar o consumo da quantidade de açúcar, a saída é oferecer produtos  diet e light para o seu filho, atenção!

Diet é um produto feito para crianças e adultos que têm restrição de determinado nutriente, que pode ser tanto o glúten, o sódio, o açúcar. Só que para adoçar o alimento, no caso dos sucos, por exemplo, é usado o adoçante – e ainda não há pesquisas que mostrem qual a quantidade segura que as crianças podem usar sem que isso tenha um impacto em sua saúde no futuro. Além disso, um chocolate diet pode ter ainda mais gordura do que o normal, desequilibrando a composição nutricional do seu filho. “Liberamos para aquelas que têm diabetes, por exemplo”, diz Maria Emília Suplicy, nutricionista do Hospital Pequeno Príncipe (SP).

Já os produtos light, que têm redução de açúcar e/ou gordura e sal, também devem ficar restritos àquelas crianças que precisam de uma dieta com menos calorias. Vale lembrar que os produtos que precisam ser adocicados também têm em sua composição o adoçante, como os diets. Por isso, vale o alerta: “Por que utilizá-los quando a criança tem uma alimentação sadia e equilibrada?”, diz Rubens.

Fonte: Revista Crescer

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sábado, 4 de fevereiro de 2012

DOSE DIÁRIA DE REFRIGERANTE DIET AUMENTA RISCO DE ATAQUE CARDÍACO E DERRAME

Uma nova pesquisa desenvolvida pela University of Miami Miller School of Medicine e pela Columbia University Medical Center aponta que beber uma única lata de refrigerante diet todos os dias pode aumentar o risco de um ataque cardíaco ou um acidente vascular cerebral. 

Além disso, as bebidas, que são consideradas teoricamente como mais saudáveis, podem criar danos ao fígado e diabetes. As informações foram publicadas pelo Daily Mail.

Os pesquisadores afirmaram que aqueles que bebem refrigerante diet são 43% mais propensos a terem esses problemas de saúde do que aqueles que não bebem. Uma análise prévia dessas bebidas mostrou que esses refrigerantes, que têm uma grande quantidade de adoçantes artificiais, também podem causar doença hepática semelhante à causada pelo alcoolismo crônico.

Bebidas diet gaseificadas são comercializadas como uma opção saudável porque têm menos calorias do que os refrigerantes normais, mas seus benefícios à saúde permanecem obscuros, com algumas pesquisas que sugerem que eles acionam ainda mais o apetite das pessoas.

PESQUISA

A equipe de investigação estudou todos os tipos de refrigerantes consumidos pelos 2.564 participantes, durante um período de 10 anos. Segundo pesquisadores, os mecanismos pelos quais os refrigerantes podem afetar eventos vasculares não são claros. 

Fonte: Terra
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segunda-feira, 16 de janeiro de 2012

COCA-COLA ZERO É PROIBIDA NOS EUA. NO BRASIL, 7 REFRIGERANTES TÊM SUBSTÂNCIA CANCERÍGENA

Coca-cola Zero. Sukita Zero. Fanta Light. Dolly Guaraná. Dolly Guaraná Diet. Fanta Laranja. Sprite Zero. Sukita. Oito bebidas e duas substâncias altamente nocivas ao ser humano. Na Coca-cola Zero, está o ciclamato de sódio, um agente químico que reconhecidamente faz mal à saúde. Nos outros sete refrigerantes, está o benzeno, uma substância potencialmente cancerígena.

Essa é a mais recente descoberta que vem sendo publicada na mídia e que só agora chega aos ouvidos das maiores vítimas do refrigerante: os consumidores. A pergunta que vem logo à mente é: “por que só agora isso está sendo divulgado?”. E, pior: “se estes refrigerantes fazem tão mal à saúde, por que sua venda é permitida?”.
 
Nos Estados Unidos da América, a Coca-cola Zero já é proibida pelo FDA (Federal Drugs Administration), mas sua venda continua em alta nos países em desenvolvimento ou não desenvolvidos, como os da Europa Oriental e América Latina. O motivo é o baixo custo do ciclamato de sódio (10 dólares por quilo) quando comparado ao Aspartame (152 dólares/Kg), substância presente na Coca-cola Light. O que isso quer dizer? Simplesmente que mesmo contendo substância danosa à saúde, a Coca Zero resulta num baixo custo para a companhia, tendo por isso uma massificação da propaganda para gerar mais vendas.

NÃO BASTA O CIGARRO?

E a ironia não para por aí. Para quem se pergunta sobre os países desenvolvidos, aqui vai a resposta: nos Estados Unidos, no Canadá, no Reino Unido e na maioria dos países europeus, a Coca-cola Zero não tem ciclamato de sódio. A luta insaciável pelos lucros da Coca-cola Company são mais fortes nos países pobres, até porque é onde menos se tem conhecimento, ou se dá importância, a essa informações.

No Brasil, o susto é ainda maior. Uma pesquisa realizada pela Pro Teste – Associação Brasileira de Defesa do Consumidor – verificou a presença do benzeno em índices alarmantes na Sukita Zero (20 microgramas por litro) e na Fanta Light (7,5 microgramas). Já nos refrigerantes Dolly Guaraná, Dolly Guaraná Diet, Fanta Laranja, Sprite Zero e Sukita, o índice de benzeno estava abaixo do limite de 5 microgramas por litro.

Só para se ter uma idéia, o benzeno está presente no ambiente através da fumaça do cigarro e da queima de combustível. Agora, imagine isso no seu organismo ao ingerir um dos refrigerantes citados. Utilizado como matéria-prima de produtos como detergente, borracha sintética e 
náilon, o benzeno está relacionado a leucemias e ao linfoma. Contudo, apesar de seus malefícios, o consumo da substância não significa necessariamente que a pessoa terá câncer, pois cada organismo tem seu nível de tolerância e vulnerabilidade.

CORANTES E ADOÇANTES

Na mesma pesquisa da Pro Teste, constatou-se que as crianças correm um grande risco, pois foram encontrados adoçantes na versão tradicional do Grapette, não informados no rótulo. Nos refrigerantes Fanta Laranja, Fanta Laranja Light, Grapette, Grapette Diet, Sukita e Sukita Zero, foram identificados os corantes amarelo crepúsculo, que favorece a hiperatividade infantil e já foi proibido na Europa, e o amarelo tartrazina, com alto potencial alérgico.

Enquanto a pesquisa acusa uma urgente substituição dos corantes por ácido benzóico, por exemplo, a Coca-cola, que produz a Fanta, defende-se dizendo que cumpre a lei e informa a presença dos corantes nos rótulos das bebidas. A AmBev, que fabrica a Sukita, informou que trabalha “sob os mais rígidos padrões de qualidade e em total atendimento à legislação brasileira”. Por fim, a Refrigerantes Pakera, fabricante do Grapette, diz que a bebida pode ter sido contaminada por adoçantes porque as duas versões são feitas na mesma máquina e algum resíduo pode ter ficado nos tanques. 

Quando será o fim dessa novela e da venda dos refrigerantes que contém substâncias nocivas à saúde, ninguém sabe. Mas enquanto os fabricantes deixam a ética e o respeito ao cidadão de lado em busca do lucro exacerbado, você tem a liberdade de decidir entre tomar esse veneno ou preservar a qualidade do seu organismo. Agora, é com você!

Fonte: Núcleo de NotíciasPartilhar

quinta-feira, 12 de janeiro de 2012

DIET E LIGHT NA GESTAÇÃO?

Embora seja natural engordar de 9 a 12 kg durante a gravidez, a preocupação com o peso acompanha os nove meses da gestação de muitas mulheres. Mais que motivos estéticos, o cuidado com o ganho de gordura e massa corporal se reflete na saúde de mãe e filho. 

Mas o uso de produtos light e diet, tão comum em dietas, tem de ser supervisionado durante a gestação, já que não são claras as consequências da sua ingestão pelas futuras mães.

"Os estudos sobre o efeitos dos alimentos diet e light no organismo não incluem as grávidas. Você não pode fazer testes em bebês. Mas é certo que o consumo em excesso não é recomendado", orienta Eduardo Zlotnik, ginecologista e obstetra do hospital Albert Einstein, em São Paulo. Em se tratando de adoçantes, as grávidas devem evitar o aspartame, a sacarina e os edulcorantes e substitui-los por stevia e sucralose.

Já para Mariana Exel, nutricionista do Hospital Samaritano, o real problema em se consumir comida light ou diet está na falta de informação que existe nas embalagens dos alimentos. O que no caso desses produtos é indispensável. Para começar, um produto diet é aquele que não possui determinado nutriente em sua composição, assim como o light é aquele que apresenta redução mínima de 25% em alguma de suas substâncias.

"As pessoas associam o light e o diet ao açúcar, mas esses produtos podem ter redução ou isenção de outros ingredientes ", explica a especialista. Por exemplo, um produto pode ser diet em sódio e em gordura, o que significa que não possui nem um nem outro. Como essa informação nem sempre está clara nas embalagens, é preciso ler o rótulo dos produtos com atenção. Assim, são comuns os erros na alimentação de quem quer controlar o peso. Um exemplo clássico é tentar substituir o chocolate tradicional pelo diet. "O chocolate diet não leva açúcar, mas em compensação tem muito mais gordura", explica a nutricionista.

Mas apesar das discussões que o assunto levanta, os especialistas são unânimes quando a questão é o controle de peso: o segredo está na alimentação saudável. "Ter uma dieta balanceada e praticar exercícios traz muito mais resultado", resume Zlotnik.

DESVENDANDO O RÓTULO

A melhor maneira de evitar enganos é, realmente, a leitura das pequeninas letras que descrevem os ingredientes do produto. Maria Emília Albuquerque, nutricionista infantil do Hospital Pequeno Príncipe ,em Curitiba, dá mais dicas. "Na hora de ler o rótulo, é importante saber que eles são escritos em ordem decrescente de acordo com a quantidade em que estão presentes nos alimentos." Isso significa, por exemplo, que se o açúcar aparece antes do que o concentrado de fruta no rótulo de um suco, ele contém mais açúcar do que fruta.

Mas como nem sempre os termos utilizados nas embalagens são conhecidos por quem não entende muito de química ou nutrição, listamos os principais nutrientes que você deve evitar nos produtos light e diet que consome:
  • Aspartame ou fenilalanina 
  • Sacarina
  • Ciclamato
  • Edulcorantes
  • Sacarose
  • Sódio (o indicado é até 150 mg a cada 100gr)
  • Gordura hidrogenada
Fonte: Revista CrescerPartilhar

domingo, 19 de setembro de 2010

ADOÇANTE INDUZ A UM MAIOR CONSUMO DE ALIMENTOS

Doces ou bebidas com adoçante não dão a mesma sensação de prazer dos produtos feitos com açúcar. "Não conseguimos enganar nosso cérebro", diz o nutrólogo Carlos Alberto Werutsky, da Sociedade Brasileira de Nutrologia.
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Em estudo publicado na revista "NeuroImage", pesquisadores holandeses avaliaram a resposta do cérebro de dez pessoas antes e depois de tomar suco de laranja com açúcar ou adoçante.
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O resultado é que tanto a sensação de prazer quanto a vontade de comer doce foram diferentes nos dois casos. "Só a glicose causa liberação de neurotransmissores que dão a sensação de bem-estar, como a serotonina", afirma Cristiane Ruiz Durante, nutricionista do projeto de atendimento ao obeso do Hospital das Clínicas de SP.
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Apesar de o poder adoçante dos produtos artificiais ser maior do que o do açúcar, a mensagem de que estamos ingerindo algo doce não chega até o cérebro. Segundo Werutsky, as papilas gustativas são sensíveis às fórmulas. Mas muitas delas não são metabolizadas pelo organismo: são eliminadas sem serem digeridas. A exceção é a frutose, derivada de frutas ou mel. Quando metabolizado, o adoçante transforma-se em glicose.
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MAIS PARA O MESMO
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Sem o prazer proporcionado pela glicose, quem come produtos diet pode acabar exagerando na quantidade. Para Paulo Cunha, especialista em neuropsicologia do Instituto de Psiquiatria do HC, dá para comparar os adoçantes aos cigarros light. "A pessoa não sente o mesmo prazer e fuma o dobro. É o mesmo caso com os adoçantes. Não é tão prazeroso, então a ingestão pode ser maior para compensar."
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Para a nutricionista Cristiane Ruiz Durante, pessoas sem restrição ao açúcar não devem substituir doces por alimentos com adoçantes. "Prefiro indicar que a pessoa coma uma porção pequena de doce ou carboidrato. É melhor do que comer mais produtos diet para tentar buscar a mesma sensação." O nutrólogo Werutsky afirma que o principal vilão da dieta é a gordura, e não o açúcar. "O açúcar tem quatro calorias por grama, e a gordura tem nove. Evitar só o açúcar não resolve."
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O SEGREDO CONTINUA NA MODERAÇÃO DO CONSUMO!
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Fonte: Folha Uol
Veja também:

Açúcar também pode elevar o colesterol
Sem açúcar, mas com muito sabor
Os adoçantes
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terça-feira, 25 de maio de 2010

CUIDADO NA HORA DE TROCAR O REFRIGERANTE PELO SUCO

Refrigerantes são calóricos e possuem açúcar. Então, você resolve tomar suco de caixinha é mais saudável... Aí é que você se engana. Algumas coisas precisam ficar claras para quem quer trocar a bebida na hora de se refrescar.
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Sucos de fruta industrializados, e até mesmo os a base de soja, contém uma quantidade de açúcar, calorias, conservantes e corantes que os tornam praticamente tão inimigos da dieta quanto os refrigerantes. Dê uma olhada no rótulo dos sucos e compare o número de calorias e carboidratos. O mesmo acontece com sucos em pó comuns, pois eles possuem altas doses de corantes, aromatizantes e açúcares.
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Se a ideia é ingerir líquidos mais saudáveis, a melhor pedida é preparar sucos naturais, com polpa (e casca) de frutas e consumi-los geladinhos e sem açúcar, ou com adoçante. Você pode optar, ainda, por valer-se da boa e velha água e não correr o risco de errar. Calorias todos tem, o que vale é preservar a qualidade do alimento. As versões LIGHT também são ótimas opções e com redução de calorias.
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Fonte: Blog Entre na Linea
Veja também:
Diet ou light?
Fique de olho nas calorias das bebidas
Refrigerante em excesso pode ser prejudicial aos músculos e coração
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segunda-feira, 3 de maio de 2010

AÇÚCAR TAMBÉM PODE ELEVAR COLESTEROL

Um estudo publicado no Journal of American Medical Association sugere que, assim como uma dieta rica em gordura pode aumentar seus níveis de triglicerídeos e colesterol, a ingestão de açúcar também pode afetar as taxas de lipídios. Para a realização do estudo, foram analisados os níveis de lipídios no sangue em mais de seis mil homens e mulheres adultos.
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Os participantes do estudo foram divididos em cinco grupos de acordo com a quantidade de açúcar e adoçantes calóricos que consumiam diariamente. Os pesquisadores descobriram que pessoas que consumiam mais açúcar tinham maior propensão de ter uma doença cardiovascular. Esse é o primeiro estudo do tipo para examinar a associação entre o consumo de açúcares adicionados e as medidas de lipídios, triglicérides e colesterol.
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Os cientistas não sabem ao certo que processo está envolvido nessa ligação do açúcar com o colesterol, pois até hoje, o que se sabia era a associação entre o consumo de açúcar e o diabetes. Nos Estados Unidos, o consumo total de açúcar aumentou substancialmente nas últimas décadas, em grande parte devido a um aumento da ingestão de alimentos processados ou preparados para aumentar a o sabor desses alimentos. No estudo, o grupo de maior consumo ingeria uma média de 46 colheres de chá de açúcares "escondidos" nos alimentos por dia. O grupo de menor consumo ingeria uma média de apenas cerca de três colheres de chá por dia.
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Fonte: Uol
Veja também:
Colesterol ou triglicérides: Qual pesa mais na sua saúde?
Colesterol em crianças: Inimigo silencioso
Sem açúcar, mas com muito sabor
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quinta-feira, 1 de abril de 2010

LINEA SUCRALOSE

Linea Sucralose é o único adoçante que tem o verdadeiro sabor do açúcar porque é feito com Sucralose, um edulcorante derivado da cana-de-açúcar que não possui calorias. Pode ser usada por toda família, inclusive criança, gestantes, diabéticos e fenilcetonúricos.
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Aprovada pelo FDA - Food and Drug Admnistration - em todas as categorias (General Purpose), JECFA - Joint Expert Committee on Food Additivies e ANVISA - Agência Nacional de Vigilância Sanitária - a sucralose foi estudada por mais de 20 anos. Os estudos têm demonstrado de maneira definitiva que a sucralose é inócua à saúde, mesmo a níveis de consumo muito superiores ao necessário para adoçar, não havendo nenhum tipo de restrição ao seu consumo. Os estudos indicam claramente que a sucralose não possui calorias, não causa cáries, não tem efeito na secreção de insulina e não é tóxica. Além disso, devido sua excepcional estabilidade a altas temperaturas, é perfeito tanto para culinária como para adoçante de mesa.
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Os produtos da linha Linea são fabricados sem adição de açúcar e gordura, resultando em produtos saudáveis e com grande redução calórica. Como substituto de açúcar utilizamos em toda a linha de produtos Linea o edulcorante de última geração sucralose. A sucralose apresenta perfil de dulçor similar ao do açúcar mantendo o sabor original dos alimentos. São utilizados como substitutos de gordura ingredientes modernos (fibras dietéticas, proteínas de soro do leite, gomas etc), conferindo aos produtos textura e sabor adequados.
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A Linea é a única empresa do Brasil que utiliza sucralose Splenda, original dos EUA, em adoçantes de mesa, e a única que obedece a lei de patentes para este fim. Sendo também a empresa pioneira no uso de sucralose em alimentos industrializados. Os produtos Linea apresentam valor nutricional agregado e qualidades sensoriais superiores (sabor/textura semelhantes aos produtos convencionais).
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Além de adoçantes, existe uma gama de produtos destinados ao público saudável, como barra de cereais, geléias, sal light (66% menos sódio), refrescos em pó e shakes. Experimente!
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Para saber mais sobre os produtos da linha Linea, acesse:
Site: http://www.lineasucralose.com.br/index.php
Blog: http://www.entrenalinea.com.br/
Twitter: http://twitter.com/entrenalinea
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Veja também:
Saiba mais sobre diabetes
Diet ou light?
Batata Yacon: conheça melhor esse fantástico alimento
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segunda-feira, 1 de março de 2010

SEM AÇÚCAR, MAS COM MUITO SABOR

Quando comemos um doce ou um prato de macarrão, os carboidratos desses alimentos são transformados em glicose e absorvidos pelo intestino delgado. Então, a glicose é levada ao sangue e, a partir daí, com a ação da insulina, é transportada para dentro das células, onde será convertida em energia. Esse é um processo normal do organismo. Não para os diabéticos. Neles, a insulina deixa de agir e a glicose fica circulando no sangue por muito tempo. Assim, falta energia para as atividades diárias e sobram problemas decorrentes do exagero desse tipo de carboidrato.
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Hoje, sabe-se que uma alimentação equilibrada, aliada à prática de exercícios físicos, pode ser suficiente para estabilizar a situação e evitar qualquer complicação que a diabetes possa trazer. As fibras são o principal ingrediente para se manter bem. É de se ressaltar a importância dessa substância para a saúde dos diabéticos. Ela freia a absorção dos carboidratos, evitando os picos de glicose no sangue. Consumir um prato de macarrão ao sugo, por exemplo, elevará mais a glicemia do que se a pessoa comer uma quantidade menor desse alimento com um pedaço de carne grelhada e legumes cozidos.
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Isso porque o carboidrato (nutriente em que o macarrão é abundante), quando ingerido sozinho, eleva mais a glicemia do que quando combinado a alimentos ricos em proteínas (como a carne) e ricos em fibras (como os legumes). Isso dá oportunidade ao pâncreas de produzir a quantidade de insulina necessária para compensar o açúcar ingerido na refeição, ou dá tempo para o medicamento contra a diabetes agir de forma adequada.
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VEJA ALGUMAS OPÇÕES DE FIBRAS
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* Aveia com frutas: a aveia tem altos teores de fibras solúveis que ajudam a reduzir o risco de diabetes, doenças cardíacas e câncer, além de combinar com tudo (ou quase tudo): com frutas, iogurte, ou mesmo no preparo de bolos e biscoitos. Dica: substitua seu café da manhã por um mingau de aveia com passas e amêndoas.
* Canela X açúcar: Essa especiaria melhora a sensibilidade das células à insulina - o hormônio responsável pelo transporte da glicose do sangue para dentro das células, facilitando a penetração do nutriente nelas. Porém, em excesso pode causar danos ao fígado e rins.
* Yacon: Essa raiz costuma ser vendida como um tipo de batata e ainda é pouco conhecida no Brasil. Sua presença tímida nos pratos do país, no entanto, se deve apenas à falta de conhecimento sobre seus inúmeros benefícios. Um deles é de suma importância para os diabéticos: o alimento diminui os níveis de glicose no sangue. A raiz não é rica em amido (um tipo de carboidrato) e possui açúcares conhecidos como frutanos, que atuam como adoçantes naturais.
* Levedo de cerveja: É o resultado do processo de fermentação da cevada durante a produção de cerveja. Rico em cromo e vitaminas do complexo B, que auxiliam na regulação da glicemia. O interessante é a versatilidade do alimento: pode ser misturado às saladas, sopas e hortaliças cozidas.
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Adaptado da Revista Vida Natural
Veja mais:
Aveia
Cereais integrais os promotores da saúde
Canela ajuda a controlar o colesterol ruim
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quinta-feira, 25 de fevereiro de 2010

EXTRATO DE AGAVE: ADOÇANTE NATURAL

Já ouviu falar do Agave? De origem mexicana este extrato é um excelente substituto do açúcar. O Agave é uma planta suculenta, originaria do México. Da variedade Azul é produzido o extrato ou xarope de Agave. A produção ocorre através de quebra, filtragens, homogeneização e evaporação da planta. É um substituto do açúcar, 100% natural. O extrato de Agave tem coloração amarela clara, odor agradável e textura mais suave que o mel.
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É um alimento orgânico, de poder adoçante maior que o açúcar, e de baixo índice glicêmico (se transforma em glicose de maneira mais lenta) o que permite sua utilização por diabéticos controlados. É sem glúten, sem lactose e de origem vegetal. Tem 3,34 calorias por grama, é 3 vezes mais doce que o açúcar comum. Boa fonte de minerais, como ferro, cálcio, potássio e magnésio. O extrato de Agave quando usado no lugar do açúcar tem efeito coadjuvante no emagrecimento, pois tem menos calorias e menor indice glicemico. Ainda devido ao baixo indice glicemico pode atuar como protetor contra diabetes - como é digerido mais lentamente não demanda grandes quantidades de insulina, importante para prevenção de diabetes.
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USO DO AGAVE
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* Como edulcorante (adoçante): para adoçar 250ml de suco substitua 1 colher de sopa de açúcar (15g) por 1 colher de sobremesa de Extrato de Agave (10g). Potencializador de sabor - realça o sabor de outros ingredientes como frutas e sucos; Amasse uma banana ou cozinhe maçãs e peras e adoce com um fio de Extrato de Agave.
* Na culinária: pode ser usado no dia-a-dia para adoçar cafés, chás, sucos, assim como sobremesas, waffles, pães, panquecas, bolos e muito mais.
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O Extrato de Agave é menos viscoso e dissolve mais facilmente que o mel ou o melado e não açucara. É um produto orgânico certificado. A planta que dá origem ao AGAVE é cultivada sem nenhum aditivo químico. O processo de beneficiamento da planta é também isento de qualquer substância química. Por tudo isso, o Agave é um grande aliado de quem busca uma alimentação saudável.
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quinta-feira, 8 de outubro de 2009

AÇÚCAR MASCAVO E MEL TAMBÉM AUMENTAM A GLICOSE

O açúcar mascavo e o mel apresentam maiores benefícios para a saúde e nem por isso podem ser consumidos por diabéticos, pois eles também elevam a glicemia. Ambos são mais saudáveis do ponto de vista nutricional por conterem mais nutrientes, mas também provocam as oscilações desagradáveis na glicose que o açúcar branco provoca e, como já foi dito, favorecem também o ganho de peso.
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Os adoçantes dietéticos, também chamados de edulcorantes, são substâncias que apresentam um poder adoçante muito superior ao da sacarose (açúcar refinado) e, por isso, eles são utilizados em quantidades bem menores se comparado ao açúcar de mesa. Os edulcorantes possuem duas classificações:
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Adoçantes naturais: frutose, sorbitol, manitol e esteovídeo;
Adoçantes artificiais: aspartame, ciclamato, sacarina, acessulfame-K, sucralose.
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Veja mais sobre os tipos de adoçantes
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terça-feira, 22 de setembro de 2009

STÉVIA: UM EDULCORANTE NATURAL

A Stévia rebaudiana é uma planta perene, nativa do Paraguai. Os índios guaranis chamavam-na de “erva doce” (Kaá-hê-hê ou Caa-che). Os princípios doces da planta são utilizados há mais tempo do que qualquer outro adoçante, exceto o mel. Em 1912, foi atribuído o nome de “Stevioside” ao princípio adoçante. Em 1918 foi demonstrado que o produto era 180 vezes mais doce que a sacarose.
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Possui baixa solubilidade em água, excelente estabilidade em sólidos e líquidos, resistência ao calor, além de modificar e realçar sabores e aromas e contribuir para diminuição da adstringência. Devido ao fato do esteviosídeo não ser fermentescível, não causa ou contribui com cárie dentária. O esteviosídeo tem uso proposto em refrigerantes, pós para refrescos, café e mate, sorvetes, gomas de mascar, balas, iogurtes, chocolates, produtos de panificação, conservas, molhos, cosméticos, medicamentos, como aditivo em conserva de peixe e em condimentos (Japão), e como modificador de aromas.
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Não é metabolizável nem calórico, pois, ingerido oralmente, é quase totalmente absorvido pelo trato gastrointestinal alto e eliminado sem alterações pela urina. Caso uma pequena parte passe para o trato gastrointestinal baixo e seja transformado em esteviol, este é absorvido, circula pelo sistema porta do fígado, é eliminado pelas vias biliares e excretados nas fezes.
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Veja a matéria completa no cdbh.
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quarta-feira, 15 de julho de 2009

GELATINAS EM PÓ TEM MUITO AÇÚCAR E POUCO COLÁGENO

Apesar de ser uma sobremesa muito consumida por crianças, a gelatina não deveria fazer parte da alimentação infantil. É o que afirma a Pro Teste - Associação Brasileira de Defesa do Consumidor - após avaliar 11 pós para preparo do produto sabor morango: quatro na versão tradicional, quatro na versão diet e três na versão zero.
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Por conterem adoçantes, as versões sem açúcar já não eram recomendadas para crianças saudáveis. Mas o levantamento mostrou que mesmo as versões tradicionais não são indicadas.
Um dos problemas é que duas das marcas (Royal e Dr. Oetker) possuem adoçante mesmo nas versões tradicionais. Segundo a Pro Teste, a informação não tem o destaque necessário no rótulo. Nos dois casos, as embalagens trazem personagens ou promoções voltados para o público infantil.
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Se a presença de colágeno é o motivo para dar gelatina às crianças, não vale a pena. A quantidade encontrada não ultrapassou 2 g - apesar de não haver consenso, a Pro Teste diz que alguns estudos sugerem que seriam necessários 10 g diários para haver benefícios. Uma pessoas normal, somente com uma alimentação balanceada e rica em proteínas, consegue suprir a quantidade de colágeno por dia.
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Além das questões nutricionais, foram constatados problemas em rótulos, como falta de informação sobre a presença de sódio e falta da data de fabricação - o dado não é obrigatório, mas a Pro Teste recomenda. A associação defende que se crie uma norma para regular gelatinas que defina parâmetros como quantidade de açúcar e de colágeno.
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Para saber mais:
http://www1.folha.uol.com.br/folha/equilibrio/noticias/ult263u528644.shtml
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sexta-feira, 5 de junho de 2009

OS ADOÇANTES

Adoçantes... diabetes, perder peso ou manter a forma? Há quem não dispensa o bom é velho adoçante, porém há aqueles que acham que o sabor do alimento se modifica. Para os diabéticos é mais que recomendado o uso de adoçantes, já as pessoas que querem perder ou manter o peso, pode-se somente diminuir a ingestão de açúcar.
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As pessoas, muitas vezes, utilizam adoçantes com a simples intenção de emagrecer, desconhecendo as características e restrições de cada um. Eles são, sim, grandes aliados das dietas, mas é bom saber um pouco mais sobre cada um deles. Vale uma ressalva: os diabéticos, independente dessas informações, sempre devem seguir a recomendação médica.
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CONHEÇA OS TIPOS DE ADOÇANTES:
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SACARINA - é um adoçante sintético extraído de um sub produto do petróleo e pode ir ao fogo.
STEVIOSÍDEO - é um adoçante natural, extraído das folhas da Stevia rebaudiana, planta nativa da fronteira do Brasil com o Paraguai. Não apresenta restrições de consumo, mantém o padrão em produtos quente ou frio. Não produz cáries, pode ser usado à vontade.
CICLAMATO - é uma composição de ácido ciclâmico e ciclamatos de sódio, potássio e cálcio e pode ir ao fogo. Pessoas com hipertensão arterial devem evitar seu uso, pois pode agravar o problema.
ASPARTAME - Composto por dois aminoácidos: fenilalanina e o ácido aspártico. Não deixa gosto amargo, não produz cáries, nem câncer. Não suporta altas temperaturas, pode ser aquecido levemente. Seu uso não deve ser feito por fenilcetonúricos, pessoas com ausência de fenilalanina no organismo.
XILITOL - também é um adoçante natural, extraído de certas frutas ou madeira. Ao xilitol são atribuídos propriedades anti- cariogênicas.
SUCRALOSE - adoçante elaborado a partir da modificação da molécula do açúcar. Não é calórico e não altera a taxa glicêmica do diabético, pois não é metabolizado por nosso organismo.
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Mundo Verde
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