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terça-feira, 7 de agosto de 2012

VEGETARIANOS SÃO MAIS FRACOS?


Ser vegetariano num país que tem como pratos tradicionais feijoada e churrasco não é tarefa fácil. Os que decidem abster-se de comer carne enfrentam muitos preconceitos e desconhecimento. Porém, estudos em várias partes do mundo têm mostrado que vegetarianos não têm a saúde frágil, como muita gente acredita. Pelo contrário, eles são mais magros e saudáveis.

Esse é apenas um dos vários equívocos que cercam o não consumo de carne. Para começar, o próprio conceito de vegetarianismo não é muito claro. É considerado vegetariano quem não consome nenhum tipo de carne, seja vermelha ou branca. Portanto, quem come só peixe ou frango não pode receber o título.

Os lactovegetarianos consomem leite e derivados em sua dieta; ovolactovegetarianos utilizam ovo, leite e derivados na alimentação; já veganos ou “vegans” não consomem nenhum tipo de alimento de origem animal. Independente da opção, é essencial ter um acompanhamento nutricional para garantir a alimentação balanceada e prevenir a carência de vitaminas e minerais e, assim, blindarem-se contra possíveis males.

CONFIRA OS MITOS E VERDADES

É PRECISO SUPLEMENTAR? Verdade. Com raras exceções, depois de dois ou três anos sem comer carne as pessoas precisam fazer reposição de ferro, zinco, cálcio e vitamina B12, afirma o nutrólogo Durval Ribas Filho. "Até é possível ter dieta saudável sem suplementos, mas desde que a pessoa tenha capacidade de ingerir de 400 a 500g por dia de legumes, verduras e frutas", diz. Mas isso só vale para os que ingerem algum alimento de origem animal (leite ou ovos); todos os veganos precisam de suplementos.

É UMA ALIMENTAÇÃO MAIS SAUDÁVEL? Verdade. Segundo um relatório publicado pela Associação Dietética Norte-americana, vegetarianos têm 50% menos risco de apresentar diabetes, menos doenças cardíacas, seus níveis de colesterol geralmente são mais controlados, assim como a pressão arterial. "Comer até 500 g de carne vermelha por semana também é saudável", garante o nutrólogo Durval Ribas Filho. O problema das dietas "carnívoras" é ingerir grandes quantidades ou, junto da carne, comer a gordura, como as que acompanham um pedaço de picanha, ou as que vêm "escondidas" em um hambúrguer. Essas sim fazem mal à saúde.

O VEGANO PRECISA INGERIR B12? Verdade. "Os vegetarianos restritos, que não consomem nenhuma carne nem qualquer alimento de origem animal, devem ser suplementados com vitamina B12, ferro e ômega-3, pois não conseguem atingir a quantidade necessária somente com alimentos de origem vegetal", afirma a nutricionista clínica Roberta Soriano. A profissional, no entanto, lembra que muitas pessoas que consomem carne regularmente também possuem deficiências de ferro e B12.

APRESENTAM MENOS DIABETES, COLESTEROL E PROBLEMAS DO CORAÇÃO? Verdade. Segundo o nutrólogo Ribas Filho, há cinco grandes estudos mostrando que as pessoas que não comem carne têm menos diabetes, colesterol mais controlado, são mais magras e, portanto, apresentam menos problemas de coração. "Mas essas pesquisas também mostraram que o vegetariano reflete muito sobre o que come, se preocupa com a dieta, e é esse comportamento de controle alimentar que dá resultados positivos, não a ausência da carne em si", afirma.

TEM MENOS CÂNCER? Parcialmente verdade. Embora haja algumas evidências quanto à menor incidência de câncer entre vegetarianos, existem poucos estudos nessa área, o que não permite afirmações conclusivas, informa Alessandra Luglio, da Hero Nutritionals. Segundo ela, a queda dos casos de câncer se deve à maior atenção do vegetariano ao que come. "Tendo feito a opção pelo não consumo de carne, o vegetariano passa a cuidar mais da alimentação, deixa de lado boa parte das "besteiras" e aumenta o consumo de alimentos mais nutritivos, integrais", afirma Alessandra.

SÃO MAIS FRACOS? Mito. Se o vegetariano adequar a dieta a suas necessidades, ele vai se manter "forte" e "saudável" como qualquer outra pessoa. Mas não adianta simplesmente trocar as carnes por pão e batata para se sentir saciado. "Pessoas que não adequam suas dietas sofrem carências nutricionais que acarretam diminuição do vigor físico, baixa de imunidade, perda ou até ganho de peso devido à errônea substituição dos alimentos proteicos", afirma Alessandra Luglio, nutricionista da Hero Nutritionals.

TODO SUPLEMENTO PROTEICO TEM PROTEÍNA ANIMAL? Mito. Embora os suplementos com origem animal sejam os mais comuns, feitos à base de ovo, por exemplo, existem suplementos à base de soja, ervilha, arroz integral e brotos de alfafa e feijão, que já são muito consumidos no exterior e estão começando a chegar no Brasil, informa a nutricionista Alessandra Luglio, consultora da Hero Nutritionals.

DEVEM ABUSAR DOS LATICÍNIOS? Mito. Um dos maiores erros dos vegetarianos é consumir laticínios em demasia, pois o leite e seus subprodutos são ricos em gordura saturada, alerta Alessandra Luglio. "Muitos laticínios superam o teor de gordura das carnes gordas, tornando a dieta muito calórica", diz. O vegetariano pode aumentar o consumo de laticínios para garantir um bom aporte de proteínas, mas deve optar por versões magras, de baixo teor de gordura, aconselha a profissional.

DIFICULTA O GANHO DE MASSA? Mito. Pessoas que praticam esporte, principalmente musculação, requerem, sim, um aporte maior de proteína para garantir a regeneração muscular estimulada pelo treino. "Porém, o vegetariano, usando fontes alternativas de proteína como o ovo, leite, seus derivados e também suplementos proteicos, terá a mesma condição fisiológica e aporte de proteína que pessoas que consomem carne regularmente", diz Alessandra Luglio, nutricionista da Hero Nutritionals.

GRÁVIDAS PRECISAM DE MAIS NUTRIENTES? Verdade. Durante o período da gravidez, o corpo precisa de uma aporte maior de nutrientes, mas isso pode ser facilmente suprido com suplementação de polivitamínicos, afirma a nutricionista Roberta Soriano. "Em geral, os médicos recomendam para todas as mulheres, vegetarianas ou não, suplementos de ácido fólico, que ajudam na formação do tubo neural do feto, e também politamínicos para garantir que ela está consumindo todas as vitaminas e minerais necessários, caso a dieta regular da gestante não supra as necessidades", diz ela.

CRIANÇAS VEGETARIANAS SE DESENVOLVEM NORMALMENTE? Parcialmente verdade. Embora estudos realizados nos EUA e Inglaterra mostrem que elas em geral são saudáveis - apenas mais magras que as carnívoras - há casos de crianças vegetarianas com dietas mal planejadas que tiveram comprometimento neurológico. Se a criança for vegana (não incluir ovos ou leite), a atenção deve ser redobrada. "Nesse caso elas terão de tomar injeções periódicas de vitamina B12, além de ter acompanhamento nutricional rigoroso", afirma Alessandra Luglio, da Heros Nutritionals. Há ainda preocupações de ordem prática: "Para conseguir um aporte adequado de proteínas, a criança precisa comer grandes quantidades e variedades de verduras, legumes e grãos, algo que nem sempre é muito fácil de se alcançar", diz a nutricionista Roberta Soriano.

COMER CARNE FAZ MAL AO PLANETA? Parcialmente verdade. Um dos mais fortes argumentos dos vegetarianos para defender sua opção é a de que a produção de carnes prejudica do planeta. De fato, grandes áreas da Floresta Amazônica têm sido derrubadas para abrir pastagens para o rebanho bovino. "Produzida numa área de desmatamento, em um pasto de baixa qualidade, essa carne tem um impacto imenso. Já um gado do Pantanal, região de Cerrado, com pastagem natural, com boas práticas, tem baixo impacto" diz Michael Becker, coordenador do Programa Pantanal-Cerrado da WWF, que lembra que áreas de floresta também são derrubadas para plantar soja. O conselho para não prejudicar a natureza, portanto, é buscar conhecer a procedência dos alimentos.

Adaptado de Uol


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domingo, 5 de agosto de 2012

INCLUA IOGURTE NA SUA DIETA


Você conhece as propriedades do iogurte? Sabia que ele pode ser um grande aliado na hora de emagrecer e proteger seu sistema imunológico? Além disso, é um alimento fermentado e rico em nutrientes, que pode ajudar (e muito) a deixar a dieta do corredor mais saborosa e mais saudável. 

VEJA 3 RAZÕES PARA INCLUI-LO NO SEU DIA A DIA

1. IOGURTE PODE AJUDAR NA PERDA DE PESO: Muitas vezes, aquela fome no meio da tarde, em que as pessoas acabam atacando doces e outras guloseimas ricas em calorias e pobre em nutrientes (calorias vazias), com o tempo levará ao aumento de peso e de gordura corporal. Nosso corpo precisa de nutrientes além das calorias para trabalhar com mais eficiência. Tomar iogurte com fruta picada seria uma bela alternativa nesse intervalo, por ser uma fonte de proteínas que ajuda na manutenção dos músculos, e também de cálcio, que ajuda na contração muscular e combate cãibras causadas por deficiência desse nutriente. Além disso, alguns trabalhos já mostraram o papel do cálcio na perda de peso.

2. IOGURTE PODE AJUDAR NA IMUNIDADE: E pode mesmo, porque é fonte de probióticos, que ajudam a combater as bactérias nocivas que entramos em contato e equilibram nossa flora bacteriana. Infelizmente, a pasteurização mata a maioria das bactérias, por isso, o uso de iogurte caseiro é, sem dúvida, uma melhor alternativa quando o assunto é imunidade.

3. IOGURTE É RICO EM NUTRIENTES: Alem de proteínas e cálcio, o iogurte contém fósforo, riboflavina, iodo, zinco, vitamina B5 e B12. E essa vitamina B12 pode ajudar os ovo-lacto-vegetarianos a suprirem suas necessidades, cuja deficiência está ligada a um tipo de anemia, dores musculares e falta de memória e concentração.

Para fazer iogurte em casa, compre um termômetro culinário e cepas probióticas, que você acha em lojas de produtos naturais. Se não encontrar, você pode fazer o iogurte a partir de um pote de iogurte integral ou desnatado, sem sabor, comprado em supermercados, para 1 litro de leite de vaca (preferencialmente orgânico). Além de mais saudável, é mais econômico, e você pode variar seu consumo da maneira como sua imaginação pedir!



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quarta-feira, 2 de maio de 2012

APOSTE NO BIFUM, MACARRÃO ORIENTAL FEITO DE ARROZ


Quem pensa que o Yakisoba é o único prato de massa da culinária oriental precisa ampliar seu universo gastronômico. O bifum, macarrão fininho feito de arroz, também tem seu lugar nos cardápios dos restaurantes japoneses e chineses. "Trata-se de uma massa de sabor neutro, que recebe bem os temperos", explica Homero Cassiano, gerente do Mitsuba. 

Versátil, o bifum combina com legumes grelhados, carne bovina, lombo de porco, frango, peixes e frutos do mar. O modo mais tradicional de servir se assemelha ao do Yakisoba, com o macarrão misturado aos legumes e aos tipos de proteína escolhidos. Mas a massa também pode ser usada no preparo de saladas ou de pratos vegetarianos. Tanto que conquistou os fãs da comida natural.

Outra vantagem do bifum, que é bem mais leve do que o macarrão convencional, é não conter glúten. "Cada porção de 100 gramas de bifum tem 259 calorias e pouquíssima gordura", afirma Homero. A massa ainda é rápida de preparar: basta ficar cerca de um minuto em água fervente e pronto, é só escorrer e adicionar os complementos que quiser.

Fonte: gnt.globo

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sexta-feira, 20 de janeiro de 2012

OVO: AMIGO OU INIMIGO?


Durante décadas o ovo foi considerado vilão devido à quantidade de colesterol existente na gema. No entanto, os estudos recentes mostram que isso já foi desmentido e este alimento pode ser consumido diariamente sem afetar a saúde, além disso, ele possui diversas qualidades nutricionais. 

A ingestão de claras de ovo ou do suplemento albumina, sempre foi muito popular, principalmente pelos atletas de musculação, porém, a gema pode estar inclusa na dieta também! Ovos possuem nutrientes como: ácidos graxos essenciais, carotenóides antioxidantes (luteína e zeaxantina), proteína de alta qualidade e colina. Então, o ovo deve ser incluído na dieta, pois além de ser nutritivo e saudável, tem baixo custo.

Analisando sua composição gordurosa, conclui-se que a gema tem 3,8g de gordura monoinsaturada (gordura boa), 1,36g de gordura poli-insaturada (gordura boa) e 3g de gordura saturada (gordura ruim). Apesar de ter um pouco de gordura ruim, essa quantidade não é muito significativa e além de tudo, a colina, presente na gema atua na redução da absorção do colesterol.

Dessa forma, fica claro que as pessoas podem incluir ovos em suas dietas (clara + gema) tendo benefícios em seu consumo diário. Algumas dicas:

  • O consumo de ovos no café da manhã provoca maior saciedade reduzindo o consumo de alimentos calóricos nas outras refeições do dia. Os ovos também entram como opção mais saudável do que embutidos, queijos amarelos e margarina/manteiga;
  • Consumir ovos com alimentos integrais e vegetais como: frutas, legumes e verduras, favorecem a perda de peso, além de proporcionar uma dieta equilibrada;
  • O consumo diário de ovos também ajuda a fornecer proteínas de alta qualidade para praticantes de atividades físicas que desejam o ganho de massa muscular (um ovo tem cerca de 7g de proteína);
  • A substância colina presente na gema, é muito importante para manter a saúde das funções cerebrais. Ela é componente chave para a formação de “transmissões” de mensagens e sinais do cérebro para nervos e músculos;
  • A ingestão frequente de ovos também mantém a saúde de visão: os antioxidantes luteína e zeaxantina ajudam na prevenção da degeneração macular, que é a causa principal de envelhecimento dos olhos e outros problemas de visão com o passar dos anos;
  • Os ovos podem ser consumidos cozidos, na forma de omelete, ovo mexido, patês, etc. Evite frituras e preparações gordurosas e com muito açúcar que os inclua;
  • Uma excelente opção para quem quer evitar carboidratos antes de dormir é comer ovos cozidos com uma fatia de queijo ou um copo de iogurte ou fatias de peito de peru;
  • Para vegetarianos: inclua ovos em sua dieta diariamente no lugar das carnes, eles são os substitutos perfeitos das proteínas alimentares.

Fonte: http://nutricionistagiovanaguido.wordpress.com/
Site sobre ovos: http://www.ovosbrasil.com.br/
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segunda-feira, 4 de abril de 2011

LEITE DE ARROZ PARA INTOLERANTES À LACTOSE

Se compararmos a composição do leite de arroz com o de vaca veremos que o leite de arroz possui mais carboidrato, menos proteína e cálcio, mas em contrapartida tem baixíssimo teor de gordura, zero de colesterol e zero de lactose.

Ele é de fácil digestão por possuir menos proteína, sendo recomendado para indivíduos com problemas digestivos. Como também não apresenta lactose, é indicado para pessoas que têm alergia ou intolerância a este ingrediente.

O leite de arroz também é uma boa opção alimentar para os indivíduos intolerantes as proteínas do leite de vaca. Outra vantagem é que o leite de arroz geralmente é orgânico e livre de antibióticos e de hormônios que, infelizmente, encontramos no leite de vaca. Apresenta uma aparência levemente translúcida e menos espessa que o leite, além disso, o seu sabor é mais suave e levemente adocicado, proveniente do próprio arroz.

Por seu sabor suave, pode ser adicionado a outros ingredientes tais como café ou chocolate e, comercialmente, encontramos em outros sabores tais como baunilha, amêndoas, avelãs ou cappuccino. Pode ser consumido frio ou quente e também pode ser utilizado em receitas culinárias.

Confira receitas no site: Guia Vegano
Fonte: Emex Nutrição Orientada
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segunda-feira, 28 de junho de 2010

PAPINHA VEGETARIANA PARA BEBÊS É SAUDÁVEL?

Você até pode optar por oferecer ao seu filho uma papinha vegetariana. Mas é preciso alguns cuidados importantes, como:
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* A papinha deve ser do tipo que permite o uso de leite e ovo;
* É preciso um planejamento para que a papinha seja rica em cálcio, ferro e proteínas, além de vitaminas e minerais, para não aumentar o risco de uma anemia;
* Faça um acompanhamento com um pediatra e, se possível, com uma nutricionista para garantir o crescimento da criança.
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Conheça duas papinhas vegetarianas, uma para cada fase do seu filho:
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De 7 a 8 meses - Batata, cenoura, inhame, couve picada e gema de ovo: Cozinhe uma batata pequena, uma cenoura, um inhame e duas folhas de couve bem picadas até ficarem bem macios. Passe por uma peneira junto com uma gema de ovo cozida e sirva.
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De 9 meses em diante - Purê de batata, cenoura e lentilha com ovo mexido e espinafre: Cozinhe uma batata, uma cenoura e uma colher de sopa de lentilha até ficarem macios e passe por uma peneira. Sirva esse purê com duas colheres de sopa de ovo mexido, misturado com uma colher de sopa de espinafre cozido.
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Fonte: Revista Crescer
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Cuide do visual da comida do seu filho
Chá na alimentação de bebês?
Primeira papinha e introdução de novos alimentos
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sábado, 29 de maio de 2010

CULINÁRIA INDIANA

A culinária indiana é uma das mais diversificadas de todo o mundo, sendo caracterizada pelo uso de diversas ervas e especiarias, que confere aos pratos, sabores e aromas peculiares e sofisticados. Significativa porção dos pratos indianos é vegetariana.
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A comida é de extrema importância na cultura indiana, sendo parte integrante não só do dia-dia, mas de festivais e comemorações importantes. A alimentação cotidiana consiste de 2 a 3 pratos principais com acompanhamentos variados tipo chutney, um condimento agridoce, picante ou uma mistura dos dois, picles e alimentos ricos em carboidratos como arroz e roti (pão), acompanhados de sobremesas. A grande variedade de especiarias é parte fundamental da preparação dos pratos, sendo utilizada com o objetivo de acentuar o sabor e criar aromas únicos. Na culinária Indiana não podem faltar o arroz, atta (farinha de trigo integral) e chana (grão-de-bico). São utilizados óleos vegetais: no Norte e Oeste da Índia, é utilizado o óleo de amendoim; no sul da Índia, o óleo de gergelim e o óleo de coco.
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As especiarias mais comuns são: pimenta, semente de mostarda, cominho, cúrcuma (açafrão), gengibre e alho. Esta mistura de especiarias recebe o nome de Garam Masala , que reúne 5 ou mais especiarias secas. As folhas mais utilizadas são: tejpat (folha da cássia), coentro e menta.
Nos pratos doces são utilizados cardamomo, noz moscada e essência de pétalas de rosa. O Chá faz parte da cultura de toda a Índia. Geralmente é preparado como masala chai, uma mistura de especiarias fervidas no leite. O café é a segunda bebida mais popular da Índia. Outras bebidas típicas são: nimbu pani (limonada), lassi (feita com mistura de iogurte, água, sal e especiarias) e badam dood (leite com nozes e cardamomo), chaach (feito com coalhada/iogurte) e sharbat (suco de frutas e pétalas de flores).
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CONHEÇA OS PRATOS PRINCIPAIS
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* DHAL - Tipo de sopa, feita com diferentes leguminosas: ervilhas, lentilhas, feijões, etc. Deve ser bebida em uma caneca ou em uma pequena tigela.
* SUBJI - Diferentes Vegetais cozidos, bem como legumes. Também a combinação dos dois.
* PULAO - Tipo de arroz que é o prato principal da alimentação oriental, servido normalmente com limão espremido sobre o arroz.
* SAMOSA - O pastel mais famoso da culinária indiana, feito com vegetais variados.
* CHAPATIS - Tradicional pão feito sem fermento. Presente sempre na refeição principal. Pode-se colocar uma porção de subji e pulao enrolados dentro do chapati. São cortados em pedaços com a mão e utilizados para pegar o alimento como se fosse uma colher.
* CHUTNEY DE ABACAXI - Doce apimentado que acompanha o arroz. Pode ser feito com abacaxi, tomates vermelhos ou verdes, maçàs ou manga. O chutney feito com manga verde é o mais tradicional.
* LASSI - Feita com suco de frutas e iogurte. Sempre consumida gelada.
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Fonte: Mundo Verde
Veja também:
Culinária Portuguesa

Culinária Italiana
Culinária Japonesa
A escolha pelo vegetarianismo
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terça-feira, 29 de setembro de 2009

A ESCOLHA PELO VEGETARIANISMO

Pode-se considerar este tema como sendo uma dúvida muito presente no cotidiano de vários indivíduos. Será que a opção pelo vegetarianismo irá fazer mal, e causar doença? Na maioria das vezes os adeptos da dieta vegetariana são aquelas pessoas que anseiam por mudanças em busca de uma alimentação mais saudável, e também por indivíduos antenados nas questões ecológicas ou até mesmo devido a crenças filosóficas ou religiosas.
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Assim como os vegetarianos não consomem alimentos de origem animal, têm-se também outras formas de vegetarianismo, são elas:
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OVOLACTOVEGETARIANISMO: Dieta composta por alimentos de origem vegetal, ovos, leite e derivados deles. Nesta dieta só há a exclusão de qualquer tipo de carne da alimentação.
LACTOVEGETARIANISMO: Dieta composta por alimentos de origem vegetal, leite e seus derivados. Os que a seguem não comem ovos nem qualquer tipo de carne.
OVOVEGETARIANISMO: Dieta composta apenas por alimentos de origem vegetal e ovos, havendo a exclusão dos produtos lácteos e seus derivados e de carne.
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O maior cuidado deve estar relacionado à obtenção das proteínas e seus respectivos aminoácidos, vitaminas e minerais. Desta forma deve-se ter uma alimentação adequada com o objetivo de obter os nutrientes suficientes para o organismo ter um bom funcionamento.
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A alimentação vegetariana é capaz sim de prover ao organismo quantidades, em equilíbrio, dos aminoácidos essenciais. Cereais integrais e leguminosas, principalmente a soja são alimentos ricos em proteínas. Os vegetarianos não restritos, ou seja, aqueles que consomem laticínios e ovo conseguem com maior facilidade atingir níveis ideais de vitaminas e minerais. Os vegetarianos restritos tendem a desenvolver deficiências relacionadas ao cálcio, ferro e vitamina B12, as quais podem e devem ser suplementadas. São alimentos indicados neste caso: folhas verdes escuras, cereais, grãos e sementes, os laticínios, os ovos e os peixes fornecem vitamina B12. Quanto ao ferro, dificilmente se atinge as necessidades nutricionais deste mineral. Isto pode ser explicado porque os vegetais são fontes de ferro não-heme, ou seja, a sua forma menos absorvida em relação ao ferro heme encontrado em carnes, peixes e aves. Desta forma, é importante a inclusão de alimentos fontes de vitamina C, como, por exemplo, suco de laranja ou de limão, potencializando, assim, a sua absorção.
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