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sexta-feira, 12 de outubro de 2012

ÓLEO DE ABACATE

Recém-chegado ao mercado nacional, o óleo de abacate está na fila para se tornar o próximo modismo "saudável". Novidade no segmento de produtos naturais, ele engrossa a lista de produtos ricos em ácidos graxos e esteróis, como o azeite de oliva e o óleo de coco, que vem ganhando adeptos. 

Em outras palavras, é alternativa aos óleos comumente utilizados na cozinha (milho, girassol, canola etc) e nova fonte de “gordura do bem”. Contém substâncias importantes para o equilíbrio do bom e do mau colesterol, assim como para controlar os níveis de glicose, ajudando a prevenir doenças cardiovasculares e diabetes.

Segundo pesquisa da Escola Superior de Agricultura Luiz de Queiroz (Esalq), da Universidade de São Paulo (USP), o óleo de abacate pode prevenir e controlar o nível de colesterol ruim e triglicérides no sangue. O estudo, publicado na Revista Ciência e Tecnologia de Alimentos, avaliou que a substância extraída da polpa da fruta pode ser excelente matéria-prima para a indústria de alimentos. Ainda segundo a coordenadora da pesquisa, a professora Jocelem Mastrodi Salgado, o óleo de abacate é uma boa fonte de vitamina E (30ml do óleo suprem 18% das necessidades diárias de um adulto), um poderoso antioxidante. 

ABACATE É UM SUPER ALIMENTO

No entanto, há quem defenda que o consumidor pode se beneficiar de tudo isso apenas consumindo a própria fruta. É o caso da nutricionista Andrea Santa Rosa. Segundo ela, o abacate é rico também em ômega 6 e 9, e é bom aliado para o emagrecimento e a redução do estresse. “É uma gordura anti-inflamatória, facilitando a utilização da glicose pelas células. Como lanche da tarde, traz saciedade para aquela fome oculta que surge de repente. Já ingerida à noite, por exemplo, ajuda a melhorar o sono, baixando o nível de cortisol. Uma noite reparadora é importante para quem está tentando perder peso”, ensina. 

Andrea recomenda que, na cozinha, se alterne o uso do óleo de abacate com o azeite de oliva e o óleo de coco no preparo de alimentos. Para não serem vítimas de modismos, a nutricionista sugere que os consumidores fiquem atentos às informações geralmente menos óbvias nos produtos, como procedência, composição e embalagem, que não deve ser de plástico.

Fonte: GNT

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quarta-feira, 2 de novembro de 2011

AS CASTANHAS E OS SEUS BENEFÍCIOS

Que as frutas oleaginosas trazem benefícios à saúde, todo mundo sabe. Ricas em nutrientes como selênio e vitamina E e ajudam a pegar no sono e a controlar o peso. 

Por ter uma grande variedade de formas e sabores, as castanhas são consideradas petiscos práticos e saborosos. O jornal britânico Daily Mail fez uma seleção de quais castanhas escolher de acordo com os benefícios que trazem à saúde.

Baixar o colesterol: nozes
Um estudo envolvendo 365 pessoas constatou que aqueles que consomem 30g diárias de castanhas conseguem reduzir até 0,3 pontos no colesterol total em um mês.

Cansaço: castanha de caju
Contêm duas vezes mais concentração de ferro do que um bife, ajudando a carregar oxigênio pelas células do sangue, melhorando o cansaço e a concentração.

Combater gripes e resfriados: pecans
Cinco pecans contêm cerca de 1/6 da dose diária recomendada de zinco, que é essencial para o funcionamento das células de defesa do sangue, que brigam contra vírus e bactérias.

Perda de peso: amendoins
As gorduras, fibras e proteínas ajudam na sensação prolongada de saciedade, levando a consumir menos guloseimas. Pesquisadores da Universidade de Harvard descobriram que dietas moderadas em gordura que incluem amendoim e manteiga de amendoim são fáceis de perder peso do que aquelas que não têm essa castanha.

Abaixar a pressão arterial: pistaches
Duas porções que cabem na palma da mão contêm mais potássio do que uma banana e quando constituindo parte de uma dieta saudável, ajuda a controlar a hipertensão.

Prevenir câncer: castanha-do-pará
Fonte de selênio, ajuda a proteger as células, reduzindo o risco de desenvolver certos tipos de câncer como de bexiga e próstata. Duas castanhas-do-pará por dia fornecem mais selênio do que a necessidade diária.

Lidar com diabetes: amêndoas
Rica em fibras e sem carboidratos, as amêndoas reduzem o índice glicêmico da refeição da qual fazem parte e ainda têm magnésio para regular o açúcar no sangue.

Saúde como um todo: avelãs
Rica em gorduras monossaturadas, que são amigas do coração, é uma fonte natural de vitamina E, que protege as células. Ainda contêm fibra, cálcio, magnésio, zinco, ácido fólico e biotina, tornando-se um alimento saudável.

Fonte: Terra
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terça-feira, 26 de abril de 2011

ENERGÉTICO + BEBIDA ALCOÓLICA É PIOR QUE ÁLCOOL PURO

Misturar bebidas energéticas com álcool é mais arriscado do que beber álcool sozinho, de acordo com um novo estudo norte-americano.

"Os jovens estão bebendo de uma maneira diferente da que bebiam no passado", disse Cecile A. Marczinski, professora de psicologia na Northern Kentucky University e autora do estudo. "Clássicas bebidas mistas, como rum e Coca-Cola, foram substituídas por drinques que misturam energético e vodca."

Os resultados do trabalho mostram que as substâncias estimulantes dos energéticos alteram a percepção cognitiva, aumentando a tendência a comportamentos de risco. "Um consumidor de bebida alcoólica age de forma impulsiva. No entanto, quem bebe álcool com energético se sente mais estimulado. Portanto, o consumo da combinação configura um cenário arriscado devido ao aumento da sensação de estímulo e dos níveis de impulsividade", diz Marczinski.

COMO FOI FEITO O ESTUDO

A professora e seus colegas separaram aleatoriamente 56 estudantes universitários, entre 21 e 33 anos, em quatro grupos. Um deles recebeu apenas álcool; o outro, as bebidas energéticas; o terceiro grupo recebeu os dois juntos; e o grupo final, uma bebida suave. Os participantes tiveram que relatar como se sentiam: estimulados, sedados, enfraquecidos ou intoxicado.

"Os resultados fornecem evidência laboratorial concreta de que a mistura de bebidas energéticas com álcool é mais arriscada do que o álcool sozinho", afirma Marczinski. O estudo será publicado na edição de julho da revista "Alcoholism: Clinical & Experimental Research".

Fonte: Folha Uol
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sexta-feira, 4 de março de 2011

QUE BEBIDA CAUSA A PIOR RESSECA?

Para muitos, o carnaval já começa hoje. Para não deixar que a resseca acabe com os seu dias de folia, saiba quais as bebidas são piores para o organismo:

Por ordem decrescente: conhaque, vinho tinto, uísque, vodca, gim, álcool puro, cerveja. As três primeiras estão na categoria de bebidas que, ao serem metabolizadas em nosso corpo, podem formar uma substância muito tóxica chamada formaldeído, que em altas quantidades pode provocar cegueira e até a morte.

Já a vodca e o gim são feitas à base de álcool (etanol) puro. Metabolizadas, elas formam o acetaldeído, que agride as mucosas intestinais, provocam desidratação e dor de cabeça — o conjunto de sintomas conhecidos como ressaca — mas de forma mais branda que as bebidas escuras.

"A cerveja, por conter mais água, causa uma ressaca mais branda em comparação com outras bebidas alcoólicas", afirma o médico fisiologista Renato Romani, da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp). Mas, em grandes quantidades, também deixa aquele gosto de cabo de guarda-chuva.

Fonte: Galileu
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sábado, 23 de outubro de 2010

SARDINHA

A sardinha é um peixe que pertence à família Clupeidae e tem um nome científico Sardina pilchardus. Geralmente de pequenas dimensões (10-15cm de comprimento), caracteriza-se por possuir apenas uma barbatana dorsal sem espinhos. Na sua composição apresenta um importante lipídeo, que é o Ômega-3, característico das propriedades funcionais deste alimento.
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PRÓS E CONTRAS
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Tem sido comprovado em estudos atuais que o consumo de alimentos como a sardinha previne alguns tipos de doenças cardiovasculares por conter uma elevada quantidade de ácidos graxos essenciais do tipo ômega-3 (gordura poli-insaturada) na sua composição nutricional.
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Salienta-se que o teor lipídico da sardinha varia ao longo do ano. O efeito benéfico ao nível das doenças cardiovasculares proporcionado pelo consumo deste alimento advém de:
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º Diminuição dos triglicerídeos e colesterol total no sangue;

º Diminuição do colesterol plasmático LDL e aumento do colesterol plasmático HDL;

º Redução da pressão arterial de indivíduos com hipertensão leve;

º Alteração da estrutura da membrana das células sanguíneas, tornando o sangue mais fluído.

A sardinha apresenta ainda uma excelente fonte de proteínas completas e de alto valor biológico. Contem também o ferro, fósforo, magnésio e as vitaminas A, B, D, E e K. Uma vantagem para o consumo deste alimento é o seu preço, sendo um alimento de elevada qualidade nutricional e com baixo custo. Contudo, não é o único alimento com as propriedades benéficas descritas anteriormente. Seu consumo deve ser variado, ou seja, uma alimentação composta por sardinha e outros alimentos com equivalência nutricional, nomeadamente o salmão, a cavala, o arenque, o sável, entre outros.

Devemos ainda ter em atenção a forma como preparamos e confeccionamos a sardinha. A sardinha frita ou confeccionada no microondas compromete a estrutura dos ácidos graxos e as suas propriedades benéficas devido à temperatura atingida e reações químicas ocorridas. Sendo assim, deve-se dar preferência à sardinha assada ou cozida. As conservas de sardinha, por outro lado, preparam-se em óleo ou azeite, em tomate ou molho de escabeche. São geralmente de boa qualidade, embora muito mais energéticas: o seu valor, por cada 100 gramas, é de cerca de 250 kcal no caso das conservas em azeite ou óleo e de 180 kcal nas conservas de tomate.

LADO A LADO COM...

A sardinha apresenta características semelhantes a outros peixes do mesmo tipo: cavala, arenque, atum, salmão, sável, entre outros, no que diz respeito à sua funcionalidade proveniente da composição em ômega-3. Quando confrontada com a composição lipídica da carne, deve ser dada preferência ao consumo de peixe, uma vez que a carne apresenta um teor superior de gordura saturada.

Relativamente à composição protéica de elevado valor biológico, a sardinha assemelha-se aos outros peixes, à carne ou aos ovos, sendo que: 100g peixe aprox.= 100g carne aprox.= 2 ovos aprox.= 20g proteína.

COM PESO E MEDIDA

Para controlar o peso a alimentação deve ser equilibrada e diversificada. A qualidade nutricional dos lipídios que compõem a sardinha é fundamental para prevenir algumas das complicações que podem surgir derivadas do excesso de peso. No geral, fontes de proteína de origem marinha são mais magras e, por isso, menos calóricas que fontes de proteína provenientes de mamíferos terrestres.

Fonte: Blog Alimentando
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terça-feira, 21 de setembro de 2010

SAÚDE NA CASCA: BENEFÍCIOS DA FARINHA DE FRUTA

As cascas de alguns alimentos possuem propriedades tão benéficas à saúde quanto a polpa. Uma das formas mais eficazes de aproveitar todos os nutrientes das cascas é o consumo na forma de farinha. Coloridas e altamente nutritivas, elas são fontes de fibras naturais que auxiliam no bom funcionamento do organismo.
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O produto pode ser extraído de frutas como maracujá, uva, laranja, maçã e banana verde. A trituração da casca da uva vermelha, por exemplo, resulta num excelente antioxidante natural que ajuda a evitar acidentes vasculares e problemas cardíacos, além de diminuir o conhecido mau colesterol, o LDL — afirma a nutricionista Fernanda Bortolon. Ela explica que a farinha feita da casca da banana e a do maracujá ajudam na perda de peso e no bom funcionamento do organismo.
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A casca da banana verde é rica em fibras de amido resistente, enquanto a farinha de maracujá é rica em pectina, que bloqueia a absorção de gorduras pelo intestino — destaca. A casca da maçã, segundo a nutricionista, também tem propriedades importantes para a saúde. A farinha desta casca reduz o colesterol e triglicerídeos, além de aumentar a saciedade e diminuir a fome.
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VEJA CASCAS DE FRUTAS QUE PODEM SE TRANSFORMAR EM FARINHA:
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LARANJA: A casca da laranja amarga proporciona uma farinha que é rica em fibras naturais. Reduz o apetite, regula o funcionamento do intestino e também contribui para a redução do colesterol.

LIMÃO: A casca do limão possui um princípio ativo chamado d-limoneno, que ajuda a combater a ansiedade, depressão, excesso de colesterol LDL (ruim), auxilia no controle de ácido úrico e até mesmo previne o câncer. Também se mostraram as mais ricas em fibras, com 6,7 g. O baixo consumo de fibras pode originar problemas que vão de prisão de ventre a câncer de cólon. Seu consumo reduz os índices de glicemia e colesterol no sangue, o que previne as doenças do coração.

MARACUJÁ: A casca do maracujá é uma parte nobre da fruta, sua farinha ajuda a controlar a taxa de açúcar no sangue. Ela é rica em uma substância chamada pectina. A pectina é uma fração de fibra solúvel. No nosso organismo ela forma um gel, dificultando a absorção da glicose.

MAÇÃ: A casca da maçã tem 87% mais fitoquímicos, reduz o colesterol e triglicerídeos, além de aumentar a saciedade e diminuir a fome.

UVA: A trituração da casca da uva vermelha resulta em um excelente antioxidante natural que ajuda a evitar acidentes vasculares e problemas cardíacos, além de diminuir o conhecido mau colesterol, o LDL.
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DICAS DE CONSUMO
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A farinha pode ser consumida em saladas, iogurtes, vitaminas, no leite, ou acrescentada nas refeições. O ideal é ingerir uma colher de sopa, duas vezes ao dia. É muito importante comer as cascas, porém as frutas devem ser muito bem higienizadas, com uma solução de água com hipoclorito de sódio (1 colher de sopa de hipoclorito para 1 litro de água).
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Fonte: ClicRBS
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quarta-feira, 15 de setembro de 2010

A MARGARINA REALMENTE FAZ BEM PARA O CORAÇÃO?

Os cremes vegetais que prometem auxiliar nos cuidados com o coração não servem para todo mundo. Estudo publicado no "New England Medical Journal" mostrou que a suplementação com baixos teores de ômega 3, presente nesses produtos, não evita novos infartos em cardíacos.
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Por 40 meses, pesquisadores holandeses deram quatro tipos de margarina para 4.837 pessoas, a maioria homens de 60 e 80 anos. Três produtos tinham ácidos graxos como ômega 3, derivado de peixe, ou de origem vegetal. O quarto era placebo. Cada um consumiu 18,8 gramas por dia. Nenhuma margarina reduziu o número de infartos.
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O diretor do departamento de hipertensão da Sociedade Brasileira da Cardiologia, Marcus Vinícius Malachias, afirma que essas margarinas não são para todo mundo. Malachias ressalva que todos os participantes do estudo tomavam remédios para baixar o colesterol e contra hipertensão. "São pacientes muito medicados, idosos e de alto risco", diz. Ele afirma que uma pesquisa com gente mais jovem poderia medir a eficácia como prevenção.
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Para o cardiologista, é melhor que cada pessoa consulte o médico sobre o uso desses produtos. "É preciso conter o afã das pessoas, que podem estar gastando muito dinheiro com algo que não vai beneficiá-las." O médico ressalva que há evidências sobre os efeitos do ômega 3, e que esse suplemento pode ser usado com o remédio anticolesterol, para reduzir triglicérides e aumentar o colesterol "bom".
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De acordo com o cardiologista e nutrólogo Daniel Magnoni, do Hospital do Coração, o resultado da pesquisa não significa que o uso de margarina deva ser descartado. Porém, sozinho, o alimento não faz milagre. "O consumo de fitoesterol pode reduzir cerca de 8% do colesterol total", diz, referindo-se a outro tipo de substância vegetal usada em margarinas à venda no Brasil.
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Fonte: Temperus Gastronômico
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terça-feira, 10 de agosto de 2010

CONSUMO DE NOZES E CASTANHA REDUZ O COLESTEROL

Comer nozes e castanhas diariamente pode melhorar os níveis de colesterol e reduzir os riscos de doença cardíaca coronariana, segundo estudo publicado no periódico Archives of Internal Medicine.
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Avaliando dados de 25 estudos sobre o consumo de castanhas e os níveis de colesterol em sete países, os pesquisadores da Universidade Loma Linda, nos EUA, descobriram que o consumo diário de cerca de 67 gramas de castanhas - incluindo amêndoas, avelãs, nozes, amendoim e pistaches - resultava em uma redução média de 5,1% no colesterol total, de 7,4% no colesterol ruim (LDL) e de 8,3% na taxa de LDL em relação ao HDL.
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Além disso, essa prática foi associada a uma redução de 10% nos triglicérides de pessoas que, inicialmente, apresentavam altas taxas dessa “gordura” no sangue. Segundo os autores, os diferentes tipos de castanha têm efeitos similares sobre o colesterol, mas esses efeitos seriam modificados dependendo dos níveis de LDL, índice de massa corporal e tipo de alimentação. Eles destacam, ainda, que os resultados apoiam a inclusão de castanhas em intervenções terapêuticas na dieta para melhorar os níveis de colesterol.
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“Aumentar o consumo de nozes como parte de uma dieta pode ser prudente por afetar positivamente os níveis de lipídios no sangue (pelo menos em curto prazo), e tem o potencial de reduzir o risco de doença cardíaca coronariana”, explicaram os autores, acrescentando que a moderação é a chave.
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Fonte: Emex Nutrição Orientada
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segunda-feira, 17 de maio de 2010

SAIBA MAIS SOBRE A MAIONESE

Toda criança ama. Não come salada: põe maionese que vai. Não come legume, idem. Mas esse molho quase mágico requer alguns cuidados. Ao contrário de muitos alimentos, a versão caseira não é a mais recomendada.
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A maionese feita em casa não é rigorosamente controlada, como a industrializada, e pode ter altos teores de gordura. Outro perigo é a bactéria Salmonela, por causa dos ovos crus que fazem parte da receita e que causam infecções graves.
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O lado bom é que a maionese industrializada tem óleos ricos em ômega-3, que conferem proteção indireta ao sistema cardiovascular, diminuindo os níveis de colesterol e triglicérides. Como se trata de um alimento muito calórico, prefira as versões light.
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É recomendável a partir dos 10 anos de idade, aproximadamente, pois crianças menores devem ser acostumadas a consumir alimentos menos gordurosos. As porções devem ser menores que uma colher de sopa, nos legumes e verduras, ao invés dos pães, que engordam mais. Ela é bastante calórica; por isso, use com cautela.
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VEJA ALGUNS MITOS E VERDADES
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* Industrializada e caseira: Os ingredientes que compõe a maionese são basicamente: óleo, ovo, água, suco de limão e vinagre. O processo de fabricação na maionese industrializada utiliza pressão para atingir a consistência desejada. Esse processo auxilia a diminuição de gorduras nocivas, como trans e saturada. A maionese caseira não é mais tão recomendada ao consumo, já que a quantidade necessária de óleo e ovos é bem maior.
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* Valor calórico: Hoje em dia estão disponíveis no mercado produtos com 0% de gordura, que têm menor valor calórico. É recomendado que seja feita uma comparação dos rótulos, para ter certeza de qual tipo de produto está sendo adquirido. Alguns tipos têm até menos gordura do que o requeijão e a margarina.
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* Cuidados: Se você quiser fazer sua receita caseira de maionese, é necessário muito cuidado com a qualidade dos produtos. A salmonela é um tipo de bactéria que pode contaminar todos os tipos de carnes e ovos, mas pode ser evitada com o cozimento correto. Como a receita usa ovos crus, todo precaução é necessária. A validade da maionese caseira não passa de dois, três dias. Já a maionese industrializada, não há o risco de contaminação por salmonela. Mas é preciso ficar atento com o prazo de validade e prestar atenção, pois depois de aberta o prazo é de 30 dias.
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* Maionese no cardápio: Então se o seu filho gosta de comer legumes com maionese, não há problema algum, mas fique atento a freqüência e a quantidade em que está consumindo, ou seja, não vale comer meio pote de maionese, ou consumir todos os dias. Como todos os outros nutrientes, é muito importante alternar seu consumo com outras coisas, como o queijo tipo polenguinho, que as crianças adoram!
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Fonte: Revista Pais e Filhos
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segunda-feira, 3 de maio de 2010

AÇÚCAR TAMBÉM PODE ELEVAR COLESTEROL

Um estudo publicado no Journal of American Medical Association sugere que, assim como uma dieta rica em gordura pode aumentar seus níveis de triglicerídeos e colesterol, a ingestão de açúcar também pode afetar as taxas de lipídios. Para a realização do estudo, foram analisados os níveis de lipídios no sangue em mais de seis mil homens e mulheres adultos.
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Os participantes do estudo foram divididos em cinco grupos de acordo com a quantidade de açúcar e adoçantes calóricos que consumiam diariamente. Os pesquisadores descobriram que pessoas que consumiam mais açúcar tinham maior propensão de ter uma doença cardiovascular. Esse é o primeiro estudo do tipo para examinar a associação entre o consumo de açúcares adicionados e as medidas de lipídios, triglicérides e colesterol.
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Os cientistas não sabem ao certo que processo está envolvido nessa ligação do açúcar com o colesterol, pois até hoje, o que se sabia era a associação entre o consumo de açúcar e o diabetes. Nos Estados Unidos, o consumo total de açúcar aumentou substancialmente nas últimas décadas, em grande parte devido a um aumento da ingestão de alimentos processados ou preparados para aumentar a o sabor desses alimentos. No estudo, o grupo de maior consumo ingeria uma média de 46 colheres de chá de açúcares "escondidos" nos alimentos por dia. O grupo de menor consumo ingeria uma média de apenas cerca de três colheres de chá por dia.
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Fonte: Uol
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sexta-feira, 16 de abril de 2010

COLESTEROL OU TRIGLICÉRIDES: QUAL PESA MAIS NA SUA SAÚDE?

Muitas pessoas passam pelo conhecido "ritual" de realizar exame de sangue para avaliar os níveis de colesterol e triglicérides. E o retorno ao consultório médico sempre é acompanhado por um friozinho na barriga. Afinal, e se as taxas dessas substâncias estiverem alteradas?
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O receio em relação ao resultado tem justificativa. De acordo com os especialistas, o excesso desses dois tipos de gordura, na corrente sangüínea, pode, sim, oferecer riscos à saúde. Infelizmente, o que a maioria das pessoas sabe sobre esses "supostos vilões" termina aí. Quer um exemplo?
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Talvez você ainda não saiba, mas essas substâncias são essenciais para o bom funcionamento do organismo - se estiverem na medida certa, é claro. Tanto que boa parte do colesterol e do triglicérides é "fabricada", naturalmente, pelo nosso fígado. No caso da quantidade de colesterol no sangue, aliás, só 30% dela vem de uma alimentação inadequada, geralmente rica em gordura. O restante (70%) é culpa do nosso próprio metabolismo. O que pesa, portanto, contra a sua saúde não é propriamente o colesterol ou o triglicérides, mas a quantidade que essas gorduras aparecem em seu sangue.
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COLESTEROL
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É um tipo de gordura produzida pelo fígado e também proveniente de alimentos de origem animal, como carnes e laticínios. O colesterol é transportado na circulação sangüínea de carona com proteínas especiais, as lipoproteínas, mais conhecidas como LDL e HDL. O LDL possui baixa densidade e distribui o colesterol do fígado para diversos tecidos e células do corpo. É chamado de colesterol ruim, porque pode se acumular nas paredes das artérias. Por isso, quanto menor sua quantidade no sangue, melhor. Já o HDL é uma partícula de alta densidade que tem a função de "varrer" da circulação o excesso de colesterol e encaminhá-lo para o fígado. Por esta razão, é considerado um "bom moço".
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É importante para a manutenção da membrana celular, síntese de vitamina D, além da produção de importantes hormônios, incluindo os sexuais. Em excesso, o LDL (mau colesterol) se acumula no interior das artérias e forma uma placa de gordura, gerando o entupimento, que é denominado aterosclerose. Isso predispõe as pessoas ao enfarte ou derrame (também conhecido como acidente vascular cerebral, o AVC). O melhor caminho para controlar o colesterol é a reeducação alimentar. Entretanto, há quadros em que o fator genético age de maneira desfavorável, e a pessoa apresenta certa disfunção na produção do colesterol. Atividades físicas ainda contribuem para aumentar o HDL (o bom) e, assim, forçar indiretamente a redução do LDL (o mau).
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TRIGLICERÍDEOS
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É um tipo de gordura que funciona como importante fonte de energia. É encontrado e armazenado no tecido adiposo. São produzidos pelo fígado e também provenientes tanto da gordura animal quanto da vegetal, além dos carboidratos e das bebidas alcoólicas. Sem eles, não há vida, porque as células, tecidos e órgãos dependem da energia que vem dos triglicérides para funcionar. O nível de triglicérides aumenta, principalmente, pela má alimentação e pelo excesso de peso (uma vez que esse tipo de gordura fica armazenado no tecido adiposo). Esse aumento pode gerar uma grave doença chamada pancreatite, que, se não for tratada, pode levar à morte. Nesse caso, os triglicérides "entopem" canais do pâncreas, gerando uma inflamação.
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A taxa de triglicérides eleva-se basicamente por erros alimentares. Portanto, para corrigir um alto índice dessa gordura no sangue é necessário manter uma dieta balanceada, reduzindo a quantidade de carnes, leite e derivados e outros alimentos de origem animal, óleos e cremes vegetais, carboidratos (pão branco, açúcar refinado, massas) e álcool. Vale investir também em frutas, legumes e verduras, uma vez que a presença de fibras nesses alimentos reduz a absorção de todos os tipos de gordura.
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Veja a matéria completa no site Terra
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segunda-feira, 1 de junho de 2009

LEITE MATERNO PODE PASSAR GORDURA TRANS PARA O BEBÊ

A alimentação equilibrada da mãe é fundamental para a saúde do bebê. E novos estudos reforçam os cuidados especiais que as mulheres devem ter com os alimentos. Uma pesquisa realizada pela Universidade Estadual do Rio de Janeiro (UERJ) com filhotes de ratos mostrou que, quando eles foram amamentados por ratas que consumiram gordura trans no período de lactação, houve um aumento de triglicerídeo - gordura do sangue - e diminuição de HDL - o colesterol bom. Os efeitos apareceram quando eles se tornaram adultos.
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De acordo com Patrícia Dias de Brito, nutricionista responsável pela pesquisa, a substância da gordura passou para o leite e mudou os receptores hormonais. "Depois do desmame, os ratos tiveram uma dieta balanceada. Mas como o leite materno apresentava grande concentração de gordura trans, a saúde foi afetada", afirma.
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Estudos com humanos ainda não foram realizados, mas, segundo a nutricionista, é provável que os mesmos efeitos sejam notados em mães que se alimentarem de produtos industrializados com alto teor de gordura trans durante a gravidez ou amamentação. "Pesquisas parecidas aumentam a possibilidade do mesmo resultado notado em ratos acontecer em humanos", afirma. Os resultados ressaltam a importância de uma alimentação equilibrada da mãe no aleitamento do bebê. "Para ela produzir um leite mais saudável, é preciso ter uma dieta balanceada, evitando, ao máximo, produtos industrializados", afirma.
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Os alimentos que a mãe ingere durante a amamentação também podem alterar o sabor do leite em questão de minutos. Foi o que descobriu um estudo realizado na Universidade de Copenhague, na Dinamarca, ao examinar um grupo de 18 mulheres depois de terem consumido cápsulas de diferentes sabores. De acordo com o resultado, o gosto de banana apareceu no leite uma hora após o consumo das cápsulas. Já o de mentol, por exemplo, permaneceu no leite por oito horas. As frutas não-cítricas foram as que alteraram levemente o gosto do leite materno. "O sabor do alimento altera diretamente o leite materno. É por isso que mães que bebem álcool na amamentação têm chance de ter o leite rejeitado pela criança", diz Patrícia.
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Revista Crescer
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quinta-feira, 21 de maio de 2009

BEBIDAS ALCOÓLICAS: QUAL O LIMITE?

Em diabéticos, a ingestão de álcool deve ser realizada junto com o consumo de alimentos para dificultar o aparecimento de crises de hipoglicemia (queda das taxas de açúcar no sangue).
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Tanto em diabéticos como em hipertensos, o consumo de álcool por dia não deve ultrapassar um drinque para a mulher e dois drinques para o homem. O consumo além de 720ml de cerveja ou 240ml de vinho ou 60ml de uma bebida destilada para o homem e a metade dessa dose para as mulheres, poderá alterar a glicemia dos pacientes diabéticos, além de elevar a pressão arterial.
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Lembramos que cada grama de etanol (substância que o álcool contém) apresenta 7 kcal, ou seja, 720 ml de cerveja apresenta cerca 30 gramas de etanol e mais de 200 kcal.
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A ingesta regular de bebidas alcoólicas ainda proporciona ganho de peso, e eleva as taxas de triglicerídeos e ácido úrico. Não recomendamos o consumo de bebidas alcoólicas, apenas informamos a quantidade limite referida na literatura médica. Se você for dirigir, não beba nada que contenha álcool.
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FONTE: www.portaldocoracao.com.br
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