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segunda-feira, 28 de maio de 2012

PRECISO DE UM DOCE


"Gostar de doce é humano e natural. Precisar de doce é desequilíbrio funcional". 

Muitos motivos podem levar o organismo a PRECISAR de doce. Com exemplo podemos citar deficiência de cromo, deficiência de serotonina, presença aumentada de fungos no intestino, hipoglicemia… Mas hoje vamos falar exclusivamente sobre a importância do triptofano na correção deste desequilíbrio.

O triptofano é um aminoácido (derivado das proteínas). Aminoácido essencial ao ser humano pois não o produzimos no organismo, dependendo da dieta para obter os estoques adequados e desempenhar suas inúmeras funções. Diversos estudos comprovam que deficiência de triptofano pode levar a sintomas de psicopatologias, depressão, insônia, suicídio, agressão, ansiedade e bulimia. Isto porque é ele quem se converte em serotonina no organismo.

A serotonina, muitos já conhecem, é a responsável por nos manter com bom humor, boa tolerância, baixa indignação frente às circunstâncias da vida. Afinal, qual a relação entre o triptofano e o desejo por doces?

O cérebro busca captar triptofano para nova produção de serotonina quando seus estoques estão baixos. E o cérebro nos avisa isto provocando desejo por carboidratos como doces ou até mesmo massas (pão branco, salgados, biscoitos, macarrão). O carboidrato aumenta a disponibilidade do triptofano cerebral, sendo captado pelos neurônios, produzindo serotonina. Como se não bastasse a complexidade do nosso organismo, vem mais…

Para que o Triptofano se converta em Serotonina precisam estar presentes: vitamina B6, B12, ácido fólico e magnésio. Ou seja, não podemos viver sem os nutrientes! Nossa saúde emocional e comportamental precisa deles. 

Abaixo uma tabela informativa da quantidade de triptofano nos alimentos:

 

Está constantemente com anseio por doces ou massas? Já sabe, procure um nutricionista para avaliar suas necessidades nutricionais. E melhorar não somente esta compulsão, mas também modular o comportamento social, emocional e, para as mulheres, até mesmo a TPM!
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quinta-feira, 29 de março de 2012

MULHERES ESGOTADAS E ENTEDIADAS PROFISSIONALMENTE TENDEM A COMER MAIS E PIOR


Você faz hora extra todos os dias e não consegue emagrecer? Saiba que a insatisfação profissional pode acabar com sua resistência a chocolates e guloseimas em geral. De acordo com pesquisadores do Finnish Institute of Occupational Health, na Finlândia, mulheres que trabalham muito ou estão entediadas com a carreira são mais propensas a comer descontroladamente.

EXAUSTÃO PROFISSIONAL PODE LEVAR A COMPULSÃO

Publicado no American Journal of Clinical Nutrition, o estudo analisou o comportamento de 230 mulheres profissionalmente ativas, com idades entre 30 e 55 anos, com relação ao trabalho e comida. Entre as voluntárias, 22% apresentavam algum grau de esgotamento no trabalho, que pode provocar estresse e exaustão. De acordo com os cientistas, estas mulheres são mais vulneráveis à compulsão alimentar e apresentam dificuldade em mudar este comportamento.

Segundo os pesquisadores, a vontade de comer descontroladamente seria reflexo do descontentamento com a carreira. A infelicidade, que pode beirar quadros depressivos, levaria mulheres insatisfeitas profissionalmente a comer de forma emocional. Neste caso, a comida se torna um dos poucos momentos de prazer no dia – e uma desculpa para comer cada vez mais guloseimas e alimentos calóricos.

COMER EMOCIONALMENTE É UM FATOR PARA OBESIDADE

Apesar do aumento na ingestão de guloseimas, o esgotamento profissional não provocou alterações no peso das mulheres pesquisadas. Ainda assim, os cientistas acreditam que comer emocionalmente (o que significa ingerir alimentos para aliviar estresse, ansiedade ou depressão e não para aliviar a fome) seja um risco potencial para desenvolver obesidade no futuro. A atitude também seria prejudicial à saúde, já que pessoas estressadas tendem a optar por doces ou comidas que ficam prontas rapidamente.

Fonte: gnt.globo

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quinta-feira, 2 de fevereiro de 2012

OBESIDADE INFANTIL AUMENTA NO BRASIL

Com que idade as crianças começam a ter problemas com a balança? Uma nova pesquisa mostrou que isso acontece cedo: o número de brasileiros de 5 a 9 anos com obesidade e sobrepeso está aumentando. 

Os dados de 2010 do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) foram analisados pela Sociedade Brasileira de Endocrinologia e Metabologia (SBEM). Para se ter uma ideia: 16,6% das meninas e 11,8% dos meninos nessa faixa etária estão obesos. Já em relação ao sobrepeso, os atingidos são 34,8% dos garotos e 32% das garotas.

Quando comparado aos índices de 1989, dá para perceber como a situação se agravou. Naquele ano, as crianças obesas representavam 4,1% dos meninos de 5 a 9 anos e 2,4% das meninas. Mas, afinal, por que esse aumento ocorreu? Existem diversas tentativas de explicá-lo. “Nessa idade, as crianças têm livre acesso às guloseimas", explica Marcelo Reibscheid, pediatra e neonatologista do Hospital e Maternidade São Luiz (SP).

“Elas já vão sozinhas à despensa, por exemplo." E também podem comer o que não devem na escola, na casa do amigo, etc. Outro motivo que causa o aumento de casos de obesidade infantil é a falta de disponibilidade dos adultos. “Atualmente, os pais não têm tempo para acompanhar a refeição das crianças, porque trabalham muito”, relata Reibscheid. E isso facilita a ingestão de frituras e comidas prontas, por exemplo. 

O endocrinopediatra Eurico Mendonça, do Hospital Infantil Sabará (SP), concorda. "Como são os adultos que controlam a alimentação dos pequenos, principalmente nesta fase em que a obesidade mais cresce em nosso país, não é difícil identificar quem está errando nesta história”, alerta. De acordo com o especialista, além da maior oferta e variedade de guloseimas calóricas, os pais resistem em enxergar os quilos extras nos filhos.

COMO EVITAR QUE AS CRIANÇAS ENGORDEM

A melhor forma para orientar a alimentação ainda é pelo exemplo. “Refeições em família, preparo da comida com a ajuda das crianças e mudança de hábitos envolvendo os moradores de uma mesma casa costumam ser eficazes na guerra contra a balança ainda na infância”, recomenda Mendonça. Não tem jeito: a família inteira tem de seguir uma dieta balanceada.

O pediatra Reibscheid, que tem dois filhos, dá outra dica que ele próprio já testou: nada de comprar guloseimas em quantidade. "Lá em casa, só compramos doces aos finais de semana", conta. Assim, quando os pais não estão por perto, as crianças não caem na tentação de atacar a geladeira. 

A obesidade traz muitos problemas na infância, você já sabe. “Os gordinhos costumam ser vítimas de bullying. Além disso, vão ter tendência a ser obesos na adolescência”, explica o pediatra. “Esses jovens com sobrepeso ou obesos são pequenas bombas-relógios para as temidas doenças cardiovasculares. Desde a infância podem apresentar os fatores de risco para as doenças cardiovasculares do adulto, como colesterol elevado, diabetes tipo 2 e hipertensão arterial”, completa Mendonça.

Por isso, além de cuidar da alimentação do seu filho, estimule-o a praticar atividades aeróbicas (esportes e brincadeiras estão incluídos aqui!) pelo menos três vezes por semana. Assim, ele vai ficar de fora dessa terrível estatística.

Fonte: Revista Crescer


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terça-feira, 24 de janeiro de 2012

COMO PARAR DE COMER DEPOIS DE JÁ ESTAR SATISFEITO

Nem sempre é fácil controlar o apetite e evitar comer além do necessário. Mas o corpo muitas vezes dá sinais de que é hora de parar. Quando perceber tais sinais, mas ainda se sentir tentada a continuar a comer, o ideal é utilizar alguns truques para avisar seu cérebro que já está satisfeito (a).

COMA HORTELÃ: Coma um pedaço da folha, uma menta, uma xícara de chá, ou até mesmo faça bochechos com sabor de hortelã após as refeições. A hortelã vai inundar seus sentidos e manter sob controle os seus instintos. Como um supressor natural do apetite, ajuda a controlar seus desejos e evitar excessos após as refeições.

LEVANTAR-SE E MOVIMENTAR-SE: É mais difícil continuar a comer se você estiver longe do alimento. Assim, quando terminar a refeição, levante da cadeira e caminhe para outro ambiente. A melhor maneira de deixar o seu corpo saber que é hora de parar de comer é mudar de local. Passe da cozinha para a sala de estar e se ocupe de outras tarefas.

COMA ALGO DOCE: Às vezes basta uma colher de algo doce para conter a vontade de continuar comendo e finalizar a refeição. Ao invés de comer um cookie, escolha algo saudável. Alimentos à base de água ajudam a saciar. Coma uma porção de melancia, frutas em gomos ou uma semente de romã.

FAÇA PLANOS PARA DEPOIS DAS REFEIÇÕES: Se você tiver algo para fazer após a refeição, fica mais fácil evitar segundos desnecessários à mesa e deixar de comer quando estiver satisfeito. Não precisa ser algo grandioso, basta planejar algo para fazer. Isso o ajudará a manter o foco em outra coisa e parar de se alimentar.

Fonte: Terra Partilhar

segunda-feira, 12 de setembro de 2011

MINHA FOME É À NOITE

Muitas pessoas que desejam emagrecer queixam-se da dificuldade de controlar a alimentação no período noturno. Durante o dia, o trabalho e os compromissos fazem com que a atenção se volte para outros interesses. Mas quando a noite se aproxima, a imagem dos alimentos vêm à mente e torna-se quase impossível evitá-los.

Veja abaixo algumas dicas que podem minimizar este problema:

EVITE SALTAR REFEIÇÕES - Algumas pessoas acham que omitindo refeições estarão emagrecendo mais rápido. É uma idéia falsa e as repercussões geralmente aparecem à noite. A falta de nutrientes ao longo do dia causa uma sensação de fome que torna o indivíduo menos capaz de selecionar o que vai comer e de regular a quantidade de ingestão calórica.

MANTENHA ALIMENTOS LEVES EM CASA - Isso é fundamental: se só estocar em casa alimentos pouco calóricos, ao sentir vontade de comer você só terá acesso a este tipo de alimento. Boas sugestões para este horário são os sanduíches light, saladas com carne magra, sopas de legumes com carne ou frango. Muitos podem inclusive serem guardados congelados.

FAÇA ALGUMA ATIVIDADE FÍSICA NO FINAL DA TARDE - Para alguns, a vontade de comer durante a noite é conseqüência da ansiedade e do stress acumulados ao longo do dia. A realização de exercícios físicos no final da tarde é uma excelente maneira de controlar o stress e proporciona uma sensação de bem-estar que dura até a hora de dormir.

NÃO ESQUEÇA DAS PROTEÍNAS - Entre os nutrientes, as proteínas são as que proporcionam maior sensação de saciedade. Ao trocar o jantar por um lanche, muitas vezes as pessoas esquecem das proteínas e comem praticamente só carboidratos. Portanto, lembre-se de acrescentar ao seu lanche alimentos como presunto de peru, queijo magro, peito de frango desfiado ou mesmo um hamburguer light de frango.

EVITE FICAR BELISCANDO - É preferível fazer uma refeição mais completa do que comer pequenos lanchinhos a noite toda. Leve para a mesa somente a quantidade que for comer e guarde o restante. Cuidado com os petiscos: amendoins, castanhas, patês, salaminhos, queijos, etc contêm muitas calorias mesmo em pequenas quantidades. Que tal preparar uma xícara de um bom chá e degustá-la lentamente?

PROGRAME ALGO PRAZEROZO - Grande parte do hábito de comer à noite pode estar relacionado apenas ao fato de estar ocioso. Ler um bom livro, assistir a um DVD, conversar com um amigo ou parente ao telefone, brincar com crianças ou animais de estimação são exemplos de atividades que distraem e divertem sem engordar. Tente programar o que irá fazer antes mesmo de chegar em casa.


LEMBRE-SE: controlar a alimentação noturna é muito importante para o sucesso do seu tratamento.

Fonte: O2 por minuto  Partilhar

quarta-feira, 23 de março de 2011

JÁ PENSOU EM FAZER UM DIÁRIO ALIMENTAR?

Anotar tudo o que se come, todos os dias, durante várias semanas, pode ser uma chatice para alguns, mas é uma ferramenta de vital importância para os nutricionistas. Mais do que isso, reflete a predisposição do indivíduo a entrar no tratamento, de permitir que o nutricionista acompanhe sua alimentação diária, uma vez que não pode acompanhá-lo 24 horas por dia.

Muito mais do que uma monitorização por parte do nutricionista, o diário permite ao indivíduo visualizar aquilo que está comendo durante o dia, permitindo assim, que ele se autocensure em casos de excessos ou falta de alimentos. Muitos relatam verdadeiro nojo ao concretizarem a quantidade de alimentos inadequados que aparecem em sua dieta.

Mas o diário alimentar não precisa se restringir à hora, tipo e quantidade de alimentos. Eles podem se sofisticar dependendo dos objetivos da nutricionista. Diário alimentar traz autoconhecimento para levar dieta até o fim, pois detecta seus momentos frágeis e perigosos. Dar uma nota para a fome do momento, variando de 0 a 10, podendo assim, analisar ingestões desnecessárias quando a nota for menor que 5. A nota pode chamar atenção também quando chegar a 10. O indivíduo pode se perguntar por que estava com tanta fome naquele momento: “Será que esqueci do meu lanche intermediário?”; “Será que comi muito pouco na última refeição?”

Outra ideia é reservar uma coluna para escrevermos algum tipo de sentimento ou sensação relacionada ao momento da refeição: “Briguei com meu marido e estava muito nervosa; estava triste e solitária; não tinha o que fazer e fui comer; estava com meus amigos e fiquei insegura; preciso comer para disfarçar meus sentimentos; é tão legal estar com a família reunida, não resisto às comidas da minha avó…”

Essas informações e outras do gênero dão subsídio ao terapeuta alimentar para discutir com o paciente os motivos implícitos de seu excesso ou falta de comida. Podem levantar também as suspeitas de problemas psicológicos e/ou psiquiátricos relacionados, como um transtorno alimentar: “Comi até não aguentar mais, tive culpa e vomitei tudo”. Ou uma depressão: “Tenho me sentido tão triste, que não consigo nem ter forças para me levantar e preparar um lanche”.

O diário reforça o vínculo com o profissional além de trazer o autoconhecimento necessário para iniciar uma dieta e levá-la até o fim. Assim, detectados momentos frágeis e perigosos para a dieta, o terapeuta alimentar pode interferir fornecendo opções além daquela já conhecida: COMER! Que tal ligar para um amigo? Assistir televisão? Dar uma volta no shopping? Fazer a manicure? Cada um deve encontrar seu caminho, que não deve nunca ser devorar um pote de sorvete. Que tal experimentar?

Fonte: Nutrição Sadia
Veja também:

Compulsão alimentar
Você quer ser magro (a) ou quer emagrecer?
Bulimia

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quinta-feira, 4 de março de 2010

O QUE É NEOFOBIA ALIMENTAR?

Para muitos pais a alimentação da criança é sempre uma preocupação. Em muitos lares, a hora de refeição se torna um momento tenso diante da recusa dos pequenos em ingerirem alimentos nutritivos e experimentarem o que é saudável. Neofobia alimentar quer dizer medo de consumir alimentos novos, que de início são considerados estranhos. É mais comum em crianças com idade entre 1 e 7 anos, mas não significa que não vá acometer em adultos também.
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Muitas vezes, as crianças rejeitam os alimentos sem nem mesmo prová-los. O que os pais precisam saber é que isso não quer dizer que a criança sempre vai recusá-los. Eles poderão ser aceitos em uma outra ocasião, desde que sejam oferecidos novamente. A maturidade do paladar das crianças não acontece da noite para o dia. Portanto não se pode desistir de oferecer o alimento à criança nas primeiras recusas. Insista, mude a apresentação do alimento se for o caso.
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Os hábitos alimentares das crianças são formados desde pequenos, e os pais são os principais colaboradores para sua formação. Os filhos tendem a optar por alimentos normalmente consumidos pelos pais e irmãos mais velhos. É preciso ressaltar que não se devem usar estratégias do tipo: “Come toda a comida que ganha sobremesa” ou “se não comer tudo, vai ficar de castigo”. Estes artifícios não vão fazer com que a criança coma o alimento porque gosta e sim porque vai ter algum benefício ou vai ser castigada se não comer. Estratégias como estas são causadoras das fobias alimentares desenvolvidas por crianças e que podem persistir durante toda a vida.
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Alguns pais tendem a acreditar na idéia de que o filho precisa comer muito para estar bem nutrido. É preciso ficar claro que a criança come menos do que os adultos e que, quando ela come uma quantidade maior do que sua capacidade gástrica, a mesma pode perder o seu controle de fome e saciedade, o que poderá gerar problemas futuros. Por esse motivo, é extremamente importante a educação nutricional, onde desde cedo as crianças aprenderão a importância de uma alimentação saudável e variada. Portanto, opte por alimentos nutritivos na mesa da família. Varie o cardápio. Tire sempre um tempo para envolver o seu filho no preparo do alimento. A criança poderá experimentar alimentos novos sem traumas se ela ajudar a prepará-los.
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Texto retirado do site Temperus Gastronômico
Veja também:
Compulsão Alimentar
Bulimia
Anorexia Alcoólica
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quinta-feira, 4 de fevereiro de 2010

ANOREXIA ALCOÓLICA

Nos últimos tempos, os distúrbios até então restritos a mulheres – que sempre carregaram o fardo de ser belas a qualquer custo e agora de ser belas e bem-sucedidas – arrebatam também o sexo oposto. De acordo com a instituição norte-americana National Association of Anorexia Nervosa and Associated Eating Disorders (Anad), uma entre dez vítimas é do sexo masculino, o que significa centenas de milhares de homens. Tais evidências pedem um tratamento que combine áreas da psiquiatria, psicoterapia, endocrinologia e nutrição e, se necessário, o uso de antidepressivos.
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Também conhecida como drunkorexia, o apelido popular vem da união do inglês drunk, “embriagado”, com o grego orexis, “apetite”. No Brasil, o transtorno também tem sido chamado de alcoorexia. Não importa a nomenclatura: o que está em jogo é o uso da bebida alcoólica como um subterfúgio para não engordar. É um quadro típico de anorexia, que engloba o desejo de perder cada vez mais peso, associado à dependência do álcool para obter saciedade ou até mesmo anestesiar o sofrimento.
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Embora o consumo do álcool e de outras drogas seja comum em 30% dos casos de transtornos alimentares, na drunkorexia a bebida ganha muito mais ênfase. Nesse caso, não existe compulsão por comida, e sim por álcool, que fornece calorias. Por isso, deve-se tratar também a dependência alcoólica. Desnutrição, interrupção dos ciclos menstruais, osteoporose precoce e problemas no fígado são algumas das graves consequências da doença.
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Adaptado da Revista Saúde
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Veja também:
Compulsão Alimentar
Bulimia
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terça-feira, 1 de dezembro de 2009

COMPULSÃO ALIMENTAR

A compulsão alimentar, é um sério transtorno que está presente no dia-a-dia da população, mas que ao mesmo tempo não recebe a devida atenção e possível diagnóstico. Pode ser descrito como: consumo de grande quantidade de comida, de forma incontrolável e de maneira rápida, até o ponto de sentir-se “cheio”, mas de maneira desconfortável.
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Grandes períodos de restrição alimentar, problemas emocionais e psicológicos, ansiedade e frustração são alguns dos gatilhos para o desenvolvimento deste transtorno. O diagnóstico é estabelecido quando tal comportamento ocorre no mínimo de duas vezes por semana por um período mínimo de seis meses. É importante ressaltar que são muitas as conseqüências deste transtorno, são alguns deles: sentimento de culpa, ansiedade, depressão, desconforto gastrointestinal, fadiga, ganho de peso, possíveis patologias como doenças cardiovasculares, hipertensão, alteração nos níveis de triglicérides e colesterol dentre outros e diabetes.
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Necessitamos de alimentos para a obtenção de energia, vitaminas e minerais, mas também aliamos a isso o prazer. No caso do transtorno a freqüência e o tipo de alimento na maioria das vezes são pobres em nutrientes e ricos em calorias, não estando presente a satisfação, mas sim a compulsão. A busca pelo emagrecimento pode levar ao desenvolvimento deste sério problema por meio das dietas muito restritivas. Para controle de peso, o ideal é que procure um profissional competente para que obtenha resultados de maneira saudável. Existem alguns fatores que devem ser levados em consideração: fatores genéticos, ambientais, metabólicos, culturais e psicológicos. Alguns especialistas acreditam que os mais perfeccionistas e exigentes tendem a ter mais possibilidades, já que estão sujeitos a maiores níveis de ansiedade e estresse.
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quinta-feira, 9 de julho de 2009

BULIMIA

A bulimia nervosa, habitualmente denominada de bulimia, é um transtorno alimentar marcado por episódios de voracidade seguidos de purgas. Durante um episódio de voracidade, um bulímico ingere uma grande quantidade de comida de uma só vez, mas depois purga-a, quer induzindo vômitos, quer tomando um laxante ou diurético.
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Para os bulímicos, comer compulsivamente e purgar constitui um ciclo, mas eles podem não ganhar ou perder peso suficiente para que se torne óbvio que padecem de um transtorno alimentar. Danos no trato digestivo, boca, dentes e glândulas salivares são comuns entre bulímicos e o ciclo "alimentação compulsiva - purga" constante significa que os bulímicos raramente retêm vitaminas e minerais suficientes para se manterem saudáveis. Estes fatores podem ter efeitos prejudiciais sérios e prolongados na saúde.
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Apesar de a bulimia estar, na maioria das vezes, associada a uma fraca auto-estima e fraca auto-confiança, são os comportamentos dos bulímicos que denunciam o seu transtorno alimentar ao exterior.
SÃO SINAIS DE BULIMIA:
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- Esconder alimentos, de preferência calóricos;
- Mentir sobre o que comeram;
- Comer compulsivamente em segredo;
- Vomitar em segredo e esconder laxantes e diuréticos;
- Demonstrar preocupação excessiva com o corpo;
- Queixar de dores de garganta e problemas dentários;
- Esconder atrás de roupas largas ou soltas.
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Não existe uma cura única e reconhecida para a bulimia mas há uma variedade de opções de tratamento. Cada bulímico trabalha com profissionais de saúde mental para conceber uma fusão de tratamentos que possam se adequar a todos os seus comportamentos e preocupações. Os tratamentos comuns para a bulimia incluem terapia individual, familiar e de grupos de apoio. Raramente é utilizada medicação como tratamento para a bulimia, a não ser que seja receitada para tratar condições que lhe estejam associadas, tais como a depressão.
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O sucesso do tratamento acontece a partir do momento que o paciente entende que o ato de provocar o vômito está afetando a sua saúde. A iniciativa de querer um tratamento deve partir, basicamente, da vítima do transtorno alimentar. Sendo assim, a ingestão de alimentos deve acontecer de forma gradativa e em pequenos volumes, evitando comidas pesadas e dando preferência a alimentos leves e de fácil digestão, como sucos, suplementos, sopas, frutas etc. O apoio da família e o acompanhamento nutricional é de grande importância.
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Alimentação Saudável
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