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sábado, 1 de setembro de 2012

FEIJÃO SEM MEDO DE ENGORDAR


Ele está entre os alimentos mais populares do cardápio brasileiro. O feijão é uma leguminosa rica em proteínas de origem vegetal, em vitaminas do complexo B, em ferro e fibras. "Esses nutrientes são importantes para o bom funcionamento do nosso corpo, para a saúde da pele, dos cabelos, das unhas, do intestino e até para melhorar o humor", explica a nutricionista Flávia Morais, coordenadora de nutrição da rede de lojas Mundo Verde, em São Paulo. 

Como se não bastasse, o feijão também é pouco calórico (tem cerca de 50 calorias numa concha média), mas algumas combinações podem deixar esse prato do dia a dia gordo e nada saudável. Aproveite que ele é uma delícia em qualquer preparação e opte pelas versões mais levinhas. 

OPTE POR ÓLEOS VEGETAIS - O feijão pode ser cozido apenas na água, nesse momento não é preciso adicionar nada que vá engordá-lo, como óleos ou banha de porco. Mas, para refogá-lo, é interessante usar óleos vegetais - como o de canola e o de girassol. A nutricionista Flávia Morais explica que esses óleos tem um ponto de fumaça maior, ou seja, são mais resistentes ao calor. Isso vai evitar que a gordura do óleo se transforme em gordura trans, que faz mal ao coração e obstrui os vasos sanguíneos.

APOSTE NUMA SALADA DE FEIJÃO - Por ser rico em fibras, o feijão dá saciedade e ajuda a evitar os excessos, proibidos na dieta. Vale inclui-lo numa bela salada. Opte pelo feijão fradinho ou pelo feijão branco, que ficam mais saborosos nessa combinação, e cozinhe como o feijão convencional, mas por menos tempo. "Uma vantagem de optar pela salada, é que não há necessidade de refogá-lo com óleo", conta o nutricionista Israel Adolfo, de São Paulo. Vale temperar com azeite - fonte de gorduras boas - e agregar ainda mais valor nutricional.

FARINHA DE FEIJÃO BRANCO - As propriedades do feijão branco colocaram este alimento na lista dos mais procurados por quem quer perder peso ou enfrenta uma dieta restritiva. Isso porque a farinha promete favorecer o emagrecimento e a redução dos níveis de açúcar no sangue. A responsável é a proteína presente nesse feijão, a faseolamina, que inibe a absorção de glicose (amido) pelo organismo, sendo importante para o controle do diabetes. Israel Adolfo conta que ela deve ser consumida crua, já que a faseolamina perde suas propriedades em temperaturas elevadas. O nutricionista conta que o feijão cru tem toxinas, por isso as quantidades de consumo devem ser seguidas à risca. Tome apenas uma colher de café da farinha diluída em água por dia.

O MELHOR TEMPERO - O feijão combina com alho e louro, que dão um gostinho todo especial à receita. Não abra mão desses temperos que, além de deliciosos, adicionam nutrientes à sua receita. Mas a nutricionista Flávia dá a dica: espete em uma cebola uma folha de louro e um cravo, além de dar sabor ao feijão, esse trio diminui a fermentação e a formação de gases que pode ocorrer quando você exagera no feijão.

DUPLA IMBATÍVEL - A mais brasileira das opções da nossa lista ainda é insuperável. O nutricionista Israel conta que as proteínas do arroz com feijão são as melhores. "As proteínas são avaliadas pelos seus aminoácidos, e o feijão tem todas as proteínas que o arroz não tem, e vice-versa", conta. Isso faz com que as proteínas que você ingere num prato desses sejam de alto valor biológico, ou seja, são mais aproveitadas pelo corpo, proporcionando uma melhor absorção.

CALDO DE FEIJÃO - Uma receita deliciosa para os dias mais frios, o caldinho de feijão é uma fonte rápida de ferro, proteínas e fibras. Mas para garantir os nutrientes, faça o caldinho batendo também os grãos do feijão e não apenas o caldo, que não tem esses benefícios. "Evite também adicionar fontes de gordura, como bacon e outros tipos de carne de porco, o que torna o alimento mais calórico e rico em gordura saturada", recomenda Israel Adolfo.

EVITE AS CARNES - Elas podem até deixar o feijão mais saboroso, mas ele fica também mais gorduroso. Mas muita gente adora uma carne cozida junto com o feijão. "Se não der para evitar, diminua a quantidade de óleo usada para refogar o feijão e opte por uma carne mais magra, como o patinho ou o acém, e compense diminuindo o tamanho da porção de carne da sua refeição", recomenda Israel Adolfo.

Fonte: Adaptado de yahoominhavida


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quinta-feira, 1 de março de 2012

BENEFÍCIOS DO TOFU


Descoberto na China há mais de 2.000 anos, é preparado atualmente em quase 40.000 fábricas no Japão. O Tofú é, de todos os produtos obtidos a partir do feijão de soja, o mais consumido em toda a Ásia Oriental. Quando consideramos os benefícios de um regime alimentar sem carne e procuramos uma outra fonte de proteínas, é habitual perguntar-se: "O que deverá ser usado em substituição da carne?" A resposta do Oriente é: Tofú! 

Feito a partir do feijão de soja (fonte importante de proteínas vegetais) água e um coagulante natural - o nigari (sal mineral natural concentrado) - este produto oriundo do Oriente (China e Japão), aonde vem sendo produzido e consumido em larga escala desde os tempos mais remotos da história, só muito recentemente surgiu no Ocidente, como alternativa ou suplemento para regimes alimentares baseados em proteínas animais.

De sabor adocicado, o Tofú - ou queijo de soja - desde logo passou a ser objeto de estudos e preparações culinárias por parte dos ocidentais. Dado que possui notável versatilidade, não foi difícil adaptá-lo à cozinha ocidental, dando origem a uma variedade enorme de aplicações e receitas bem saborosas e nutritivas. É o único dos alimentos de alto valor protéico que, simultaneamente, tem um valor calórico baixo, uma percentagem de gorduras saturadas escassa e total isenção de colesterol. O seu consumo pode ser de vital importância para garantir a boa saúde e longevidade. 

O Tofú é uma excelente fonte de cálcio, um mineral essencial para a construção e manutenção dos ossos e dentes. É também rico em outros minerais, como o ferro, o fósforo e o sódio e, ainda, em vitaminas do complexo B e vitamina E. Trata-se de um alimento que convida a uma vasta experimentação e criatividade. Pode ser apreciado nas mais diversas formas, dia após dia, proporcionando-nos riqueza de sabor e proteínas nas nossas refeições diárias. O primeiro livro Japonês sobre o Tofú. "Tofú Hyaku Chin", foi escrito há mais de 200 anos e já continha 100 receitas. 

Fonte: Vila Mulher

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domingo, 28 de agosto de 2011

FEIJÃO MARAVILHA

Não é de hoje que o feijão é um sucesso mundial. Há registros de que esse grão já era cultivado nas Américas 9 mil anos antes de Cristo. De lá, espalhou-se pelo planeta e hoje aparece nas panelas dos cinco continentes, em preparações clássicas e contemporâneas. Vira sopa, salada, cozido, bolinho e até doce.

Da família das leguminosas, o Phaseolus vulgaris, espécie mais comum de feijão, é um alimento quase completo. Possui minerais, vitaminas e proteínas, combate a anemia e, entre outros benefícios apontados por estudos, ajuda a inibir o aparecimento de doenças cardíacas e a diminuir o colesterol.

Na mesa do brasileiro, nem é preciso dizer que o feijão é essencial. É ele que confere aquela “sustança” ao prato nosso de cada dia. Conheça alguns dos mais famosos tipos de feijão e suas preparações:

ROXINHO - Grãos pequenos e arroxeados. Usado para fazer o tutu do virado à paulista. Em Minas Gerais, entra na receita do feijão tropeiro.

PRETO - No dia-a-dia, ele está presente na mesa dos cariocas. No resto do Brasil, entra no preparo da feijoada - com exceção de alguns lugares, como a Bahia, onde o tradicional prato brasileiro é feito com feijão mulatinho. Em compensação, os baianos usam os grãos pretos para fazer o feijão-de-leite, acompanhamento que leva leite de coco e açúcar.

BRANCO - Entra no preparo do cassoulet, a versão francesa da feijaoda. No Brasil, é ingrediente fundamental na dobradinha, em parceria com o bucho de boi. Fica ótimo também em purês e saladas.

FRADINHO - Com grãos pequenos, claros e com olhinhos pretos, é muito popular no Nordeste do Brasil, especialmente na Bahia, onde é usado para fazer a massa do acarajé. Nos Estados Unidos, onde é chamado de black eyed pea, é base da soul food, a culinária afro-americana.

AZUKI - De coloração marrom avermelhada e grãos miúdos, ele é utilizado na cozinha japonesa para fazer recheio de doces. Por seu alto valor nutritivo, é muito consumido por adeptos de dietas vegetarianas. Também é indicado como auxiliar nas dietas de emagrecimento.

CARIOQUINHA - Dizem que o carioquinha ganhou esse nome porque o desenho de sua casca - estrias marrons - lembrava as ondas do calçadão da praia de Copacabana. É usado da maneira tradicional, cozido em água e temperado com cebola, alho, louro e bacon.

Fonte: Revista Casa e Jardim
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quarta-feira, 5 de janeiro de 2011

POR ONDE ANDA O ARROZ COM FEIJÃO NO PRATO DOS BRASILEIROS?

Prato típico da culinária brasileira, o feijão com arroz vem perdendo espaço nos domicílios para produtos industrializados e semiprontos. A mudança foi constatada pela pesquisa "Aquisição alimentar domiciliar per capita", divulgada nesta quinta-feira pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística).
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O estudo mostrou que, em 2009, cada brasileiro adquiria em média 14,6 kg de arroz por ano para consumo no lar. O número é 40,5% menor do que os 24,5 kg de 2003. No caso do feijão, a quantidade passou de 12,4 kg para 9,1 kg no período, numa redução de 26,4%. A aquisição de açúcares e farinhas também teve queda significativa no período.
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Por outro lado, os alimentos preparados e misturas industriais, como pizzas congeladas e misturas para bolos, tiveram o maior aumento em relação a 2003, de 37%. Em média, cada brasileiro já adquire 3,5 kg desses alimentos por ano. Entre os 20% mais ricos, são 7 kg. Foi entre os 20% mais pobres, porém, que houve maior incremento entre 2003 e 2009, de 0,8 kg para 1,3 kg (alta de 67%).
Para Edilson Nascimento da Silva, gerente da pesquisa, os dados mostram uma mudança nos padrões de alimentação do brasileiro, vinculada à maior oferta de produtos e à falta de tempo para o preparo das refeições, que leva as pessoas a substituir produtos tradicionais por outros mais práticos.
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Ele destaca, porém, que a queda na aquisição de produtos como feijão e arroz pode estar vinculada também ao fato de as pessoas estarem fazendo mais refeições fora de casa. Em 2003, 24,1% dos gastos com alimentação eram despesas com refeições fora do domicílio. Em 2009, esse percentual já chegava a 31,1%. As comidas e bebidas consumidas nessas situações não foram avaliadas.
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Fonte:
Folha Uol
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sexta-feira, 31 de dezembro de 2010

ALIMENTOS E SIGNIFICADOS

Assim como vestir roupa branca, é tradicional em toda virada de ano o consumo de certos alimentos. Alguns trazem sorte, fortuna, fartura e até mesmo fertilidade. Cuidado também com os alimentos que 'ciscam para trás' (frango, peru e faisão)! Verdade ou superstição, o que vale é acreditar e fazer escolhas saudáveis.
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Então confira, faça a sua escolha e tenha um
FELIZ ANO NOVO!

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Lentilha: Em várias regiões do mundo é esse o alimento que traz fortuna. Como as ervilhas, as lentilhas também evocam morte e renascimento, do grão enterrado na terra renascem múltiplos grãos.
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Uva: Alimento nº 1 da ceia de ano-novo. Come-se 3 dando as costas para a lua, 12 dando pulinhos ou sobre um banquinho, 11 guardando as sementes, não importa! O importante é não faltar uva na ceia de reveillon, fruta que traz boa sorte para o ano inteiro!
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Peixe: Além de ser saudável e muito mais leve, o peixe na ceia de ano novo está vinculado à boa sorte e fecundidade. Quando se fala em peixe automaticamente se faz associação com a água, símbolo da vida, do nascimento. Em chinês, U, peixe, foneticamente tem o mesmo som da palavra "abundância", fazendo-se a analogia. Aqui no Brasil tropical, nada mais perfeito para a ceia de reveillon do que um bom peixe assado em folha de bananeira!
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Carne de porco: É muito apreciada na ceia de reveillon, afinal o porco é um animal que fuça para a frente, sendo um bom estímulo para o novo ano. Já o frango, peru ou faisão acredita-se não ser uma boa pedida para a passagem do ano: todos os três ciscam para trás...
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Romã: Com sua enorme quantidade de sementes é símbolo de fartura e fertilidade. Os judeus, no Rosh Hashaná pedem a multiplicação das bênçãos divinas ao comer a romã. As sementes vão para debaixo do travesseiro para atrair "dinheirinha". Já no cristianismo, as sementes simbolizam esperança.
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Fonte: Temperus Gastronômico
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sexta-feira, 20 de agosto de 2010

SÍNDROME DO INTESTINO IRRITÁVEL

A Síndrome do Intestino Irritável (SII), também conhecida por colite nervosa e neurose cólica, é uma desordem relacionada ao aparelho digestório, caracterizada por dor abdominal associada a alterações do hábito intestinal: períodos alternados de obstipação e diarréia.
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Inicialmente essa síndrome era denominada Síndrome do Cólon Irritável, pois se julgava que o distúrbio funcional estivesse restrito ao cólon. Estudos atuais da motilidade intestinal, porém, evidenciaram a presença dessas alterações em todo aparelho digestivo. Esta síndrome atinge uma média de 15% da população acometendo pacientes de todas as faixas etárias dos 10 aos 70 anos, principalmente adultos jovens do sexo feminino. As principais causas são: distúrbios da motilidade, psiquiátricos e deficiências ou intolerâncias dietéticas.
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Dentre os principais sintomas, merecem destaque: alternância entre diarréia e obstipação intestinal, cólicas, fezes em geral desfeitas e às vezes pastosas, prisão de ventre de 3 a 4 dias, queixas de gases e dor abdominal. O estresse e outros fatores emocionais como depressão e ansiedade não são diagnosticados como causa, mas como condições que agravam o quadro de sintomas, pois estão relacionados ao aparecimento e aumento das crises de SII, variando de 51 a 86,7% em estudos realizados. A SII representa um grande desafio para profissionais de saúde em vista não só das dificuldades embutidas no seu diagnóstico de certeza, como também na difícil escolha do tratamento mais apropriado, o qual deve basear-se na natureza e gravidade dos sintomas.
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O TRATAMENTO PODE SER DIVIDIDO EM ETAPAS:
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DIETA: O objetivo da dieta é melhorar o estado nutricional, promovendo um ganho de peso até a eutrofia em pacientes apresentam baixo peso. Várias publicações mostram que a reatividade intestinal está relacionada aos alimentos em geral e não a qualquer substância alimentar específica. Porém, certos alimentos promovem o aumento de sintomas como: as gorduras, alimentos que contêm lactose (leites e derivados), sorbitol (adoçantes), alimentos que aumentam a produção de gases (couve, feijão, repolho, maçã, lentilha, uva, etc.).
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Outros alimentos que podem agravar ainda mais os sintomas são: álcool, cafeína, fumo, chocolate, tomate, menta, bebidas gasosas, carboidratos e gomas de mascar. A utilização das fibras deve ser cuidadosa pois as solúveis são úteis na melhora da diarréia e as insolúveis no tratamento da constipação. Quando utilizadas na dieta, recomenda-se sua administração gradativa até que se atinja a dose necessária para alívio dos sintomas.
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Fonte: RG Nutri
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sexta-feira, 18 de junho de 2010

GRÃO-DE-BICO POSSUI MESMO EFEITO QUE CHOCOLATE NA PRODUÇÃO DE SEROTONINA

Apesar de muito nutritivo, dificilmente encontramos receitas ou festividades relacionadas com o preparo e/ou consumo do grão-de-bico. Esse alimento não ocupa lugar de destaque no ranking das leguminosas mais populares entre os brasileiros e a explicação mais aceita para isso refere-se ao custo: o grão-de-bico pode chegar a custar até cinco vezes mais que o feijão!
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Apesar de pouco consumida no Brasil, essa leguminosa é amplamente utilizada como ingrediente de pratos indianos e em diversas localidades do Oriente Médio, na forma de hummus, falafels e curries. Ele apresenta, em média, 20% de sua composição total de pura proteína. É uma dica valiosa para quem está querendo substituir a carne vermelha em seus menus: o grão-de-bico é uma rica fonte de proteínas que, quando combinado com um cereal integral (macarrão de trigo integral, arroz integral, etc.), tem sua biodisponibilidade potencializada no organismo.
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Assim, esse alimento pode fornecer um teor de proteínas comparável ao de alimentos à base de carne ou de leite, sem os elevados valores calóricos ou altas quantidades de gordura saturada encontrada nesses alimentos. Outro destaque de sua composição é o elevado teor de fibras (12% da sua composição total), principalmente na casca, que auxilia no melhor funcionamento do intestino. Além disso, a ingestão do grão-de-bico também evita elevações rápidas dos níveis de açúcar no sangue após uma refeição. Isso ocorre porque ele proporciona uma queima mais lenta da energia adquirida pelo organismo, diminuindo assim os danos causados pela resistência à insulina, hipoglicemia ou diabetes.
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O grão-de-bico também é considerado uma excelente fonte de manganês (mineral essencial que atua na síntese de diversas enzimas importantes, relacionadas à produção de energia e as defesas antioxidantes), molibdênio componente que “desintoxica” os sulfitos que, em pessoas sensíveis a eles, podem ser causadores de taquicardias, dor de cabeça, atordoações entre outros.
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Apesar de todos esses benefícios, a característica que mais tem chamado atenção para essa leguminosa é seu alto teor de triptofano, que é um aminoácido essencial relacionado à produção da serotonina (substância que traz sensações agradáveis e bem-estar). Para quem ainda não reconheceu essa substância, ai vai a explicação: a serotonina é o composto responsável pela sensação de bem-estar causada pelo chocolate.
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Alguns estudos afirmam que o grão-de-bico possui o mesmo efeito que o chocolate na produção de serotonina, com a vantagem de estar livre das gorduras e carboidratos presentes no mesmo, o que conferiu ao grão-de-bico o título de “grão da felicidade”. Mas devemos sempre lembrar que a plena felicidade não depende apenas do consumo de um alimento rico em certo componente. Ela é um conjunto de vários fatores relacionados entre si, envolvendo uma alimentação adequada e hábitos de vida saudáveis.
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COMO PREPARAR
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* Antes de lavar os grãos, você deve espalhá-los em uma superfície de cor clara ou para identificar e remover pequenas pedras ou grãos danificados. Após esse processo, coloque-os em um coador e enxágue-os com água corrente fresca.
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* Para encurtar o seu tempo de cozimento e torná-los mais fáceis de digerir, os grãos-de-bico devem sofrer cozimento, que pode ser realizado de duas maneiras: A primeira consiste em colocar os grãos em uma panela e adicionar duas a três xícaras de água para cada xícara de grão-de-bico. Ferver por dois minutos, tirar a panela do fogo, tampar e deixar de repouso por duas horas. O outro método é simplesmente deixar os grãos de molho por oito horas, com a panela na geladeira para que eles não fermentem.
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Confira no site: Uol
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segunda-feira, 24 de maio de 2010

FEIJÃO BRANCO PARA EMAGRECER

Quando se fala em comida brasileira, uma dupla quase que inseparável logo passa pela nossa cabeça: Arroz e feijão. Mas, dependendo da região, o tipo do feijão pode variar. Os cariocas, por exemplo, preferem o feijão preto, enquanto os mineiros comem, diariamente, o grão de cor amarronzada.
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Porém, o que muitos não sabem é que uma variação deste alimento, ainda pouco consumida no país, pode fazer toda a diferença quando o objetivo é emagrecer. Estamos falando do feijão branco. Com um sabor mais suave, ele possui grande quantidade de proteína, cálcio, ferro e fibras, se comparado aos outros tipos de feijão.
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E por falar em proteína, é a faseolamina, presente no feijão branco, que auxilia na luta contra a balança. Isso porque ela consegue fazer com que o nosso organismo absorva menos carboidrato do que de fato consumimos. Ou seja, o nutriente presente nos pães, batatas e massas, por exemplo, que fazem com que ganhemos peso, tem sua ação inibida pela faseolamina. Desta maneira, o açúcar não se acumula no sangue e, conseqüentemente, não são formadas as gordurinhas.
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De acordo com uma pesquisa realizada na Universidade da Califórnia (EUA), pessoas que consumiram faseolamina durante 30 dias tiveram uma redução de peso de cerca de 4%. A conclusão foi que a substância é capaz de bloquear até 20% do açúcar consumido. Contudo, para conquistar este objetivo, o feijão branco deve ser consumido cru.
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A melhor maneira é através da farinha deste grão, encontrada em lojas de produtos naturais ou especializadas em suplementos. As cápsulas desta farinha também já estão sendo comercializadas no país. Mas, vale lembrar que milagres não acontecem e, por isso, de nada adianta consumir o feijão se não praticar atividade física, balancear a alimentação e consumir muita água!
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Fonte: Temperus Gastronômico
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domingo, 7 de fevereiro de 2010

FEIJÃO AZUKI

Já ouviu falar sobre o feijão azuki? É uma leguminosa selvagem, originária do Japão, pequena e vermelha. A sua introdução na Europa deu-se após o século XX, depois de ter sido levado pelos emigrantes japoneses para o Brasil. É um alimento de grande riqueza nutricional, pois é rico em proteínas, fósforo, cálcio, ferro, potássio, zinco, fibras solúveis e vitaminas do complexo B.
.Para além de propriedades diuréticas, este feijão fermenta menos do que os outros. Auxilia na formação óssea, fortifica e regenera rins cansados, sendo indicado para disfunções renais, hipertensão e diabetes. Os japoneses utilizam-no na preparação de doces com sabor suave. Na alimentação vegetariana é o ingrediente principal de feijoadas ou chili, por ser leve e saudável. Também é usado na preparação de sopas e saladas. O consumo de arroz com feijão azuki fornece ao organismo uma combinação nutricional completa.
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Antes de qualquer preparação, este feijão deve ser deixado de molho durante 10 a 12 horas. Deve cozinhar-se, preferencialmente na panela de pressão, durante 30 minutos, sem sal. O sal deve ser adicionado depois da cozedura e de se deixar a água evaporar, com a tampa destapada e a chama moderada. Com este alimento também se pode preparar uma infusão particularmente indicada para fortalecer os rins, a bexiga e os órgãos reprodutores; ajudando ainda a lidar com casos de obstipação e a eliminar o excesso de produtos animais. Para preparar esta bebida deve colocar-se uma chávena de azuki num tacho, juntamente com uma tira de alga kombu (opcional) e adicionar quatro chávenas de água. Depois de levantar fervura, deve baixar-se a chama para o mínimo e deixar o líquido borbulhar durante cerca de meia hora. No final, coa-se e bebe-se quente. Se, após ter coado os feijões, se adicionar meia chávena de rábano, nabo ou rabanete ralados, obtém-se uma variante desta infusão indicada para dissolver cálculos renais.
.INFORMAÇÃO NUTRICIONAL.Cada 100g de feijão azuki:
Valor Calórico: 350 kcal
Hidratos de carbono: 66 g
Proteínas: 20 g
Lípidos: 0 g
Fibras: 8 g
Cálcio: 252 mg
Ferro: 8 mg
Potássio: 1254 mg
Sódio: 5 mg
.Atualmente, o feijão azuki é um produto relativamente fácil de encontrar em lojas de produtos naturais e até em alguns hipermercados.

Fonte: Centro Vegetariano; Mãe Terra
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domingo, 10 de janeiro de 2010

SOJA É BENÉFICA PARA O COLESTEROL

A soja é um alimento benéfico para o controle do colesterol, contribuindo para a prevenção da aterosclerose (formação de placas de gordura nas artérias), a principal causa do infarto do miocárdio (ataque cardíaco) e do derrame cerebral.
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A ingestão de proteína da soja (25 gramas por dia) pode reduzir o colesterol ruim (LDL-C) em menos 6%, portanto, pode ser considerada como auxiliar no tratamento do colesterol elevado. A soja pode ser consumida de diversas maneiras: in natura, moída para fazer farinha ou processada para fazer óleo, como leite, coalhadas e concentrados de proteínas.
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Saiba um pouco mais sobre os derivados da soja:
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* QUEIJO DA SOJA (TOFU): É obtido amassando-se os grãos de soja deixando-os de molho em água; suas proteínas são coaguladas e precipitadas por adição de sais de cálcio e magnésio, geralmente o sulfato de cálcio. O tofu é muito utilizado em sopas, cozidos, ou mesmo in natura temperado com molho shoyo.
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* MOLHO DE SOJA (SHOYO): O shoyo é um molho obtido pela fermentação dos grãos de soja misturados a cereais. Após a fermentação é acrescentado sal e, no final, o produto é pasteurizado, filtrado e envasado.
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* PASTA DE SOJA (MISSÔ): É um produto pastoso e salgado, obtido pela fermentação de soja e cereais, acrescido de sal. É utilizado em sopas e como tempero. As pessoas hipertensas devem evitar o seu consumo, assim como o molho shoyo, por serem ricos em sal.
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* LEITE DE SOJA (TONYU): É obtido pela trituração dos grãos, seguido de tratamento térmico, e depois, filtração para remoção de sedimentos. O leite de soja tinha um sabor peculiar de soja, o que o tornava impopular; mas o recente avanço tecnológico conseguiu torná-lo em uma bebida agradável e muito consumida. Este alimento estimula a proliferação de lactobacilos intestinais, que normalmente habitam o intestino e mantêm o equilíbrio da flora intestinal.
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* PROTEÍNA TEXTURIZADA DE SOJA (PTS): É obtida a partir do processamento especial da farinha de soja desengordurada. Têm aparência semelhante a carne sendo muito utilizada na indústria de embutidos na composição de salsichas e hambúrgueres.
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quarta-feira, 24 de junho de 2009

FERRO FAZ BEM PARA O CÉREBRO DAS CRIANÇAS

Quando o mineral está em baixa no organismo, o cérebro da garotada não se desenvolve como deveria. Daí, aprender o bê-á-bá fica mesmo muito mais difícil.
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Um estudo que acaba de ser publicado na Revista Paulista de Pediatria mostra que meninos e meninas com anemia por falta de ferro apresentam problemas de desempenho cognitivo — principalmente na área da linguagem. Ou seja, fica atrás no aprendizado quem está com baixos níveis de hemoglobina — a proteína dos glóbulos vermelhos do sangue que é feita do mineral e que transporta oxigênio. “Analisamos crianças com idade entre 2 e 6 anos”, conta a autora, Juliana Nunes, professora de fonoaudiologia do centro de ensino Fead, em Belo Horizonte. “Nessa fase, a anemia pode provocar graves danos ao cérebro”, acrescenta.
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Segundo o Ministério da Saúde, uma em cada cinco crianças brasileiras de todas as classes sociais sofre da doença. Alguns especialistas acham que esse número seja até três vezes maior. “Em geral, o problema é provocado pela falta de ferro no prato”, afirma a pediatra Fernanda Ceragioli Oliveira, da Sociedade de Pediatria de São Paulo. Esse mineral não só entra na receita da hemoglobina como participa da produção de enzimas que ajudam a manter as células cerebrais, os neurônios, sempre ligadas. Sem contar que é importantíssimo para as defesas do corpo.
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Para não faltar ferro, é essencial que a dieta infantil inclua carne. Só ela fornece um tipo do mineral, o heme, que é mais bem aproveitado pelo organismo. No caso, as mais ricas são a de boi, de frango e de peixe, nessa ordem. Feijão e outros grãos, além de verduras como couve e rúcula, também carregam o nutriente, mas, para ele ser bem absorvido, necessita do empurrão de fontes de vitamina C, como o suco de laranja. Aposente as guloseimas e invista em frutas, verduras, legumes, cereais e, claro, carne. O cérebro do seu filho agradece. E ele, com a desenvoltura de quem se dá bem no território da linguagem, também saberá como agradecer.
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Revista Saúde
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domingo, 21 de junho de 2009

PROTEÍNA DA SOJA NO CONTROLE DO COLESTEROL

O consumo de alimentos funcionais é uma das mais recentes tendências para a redução de fatores de risco relacionados a doenças cardiovasculares. E o que tem chamado a atenção dos profissionais da saúde é a proteína da soja, pois o seu consumo está associado à redução dos níveis de colesterol no sangue.
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Além disso, a soja é rica em proteínas de boa qualidade, possui ácidos graxos poli-insaturados e compostos fitoquímicos, como: isoflavonas, saponinas, fitatos, dentre outros. Também é uma excelente fonte de minerais, como: cobre, ferro, fósforo, potássio, magnésio, manganês e vitaminas do complexo B.
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Os mecanismos e componentes responsáveis pelo potencial efeito da proteína de soja na prevenção de doenças cardiovasculares ainda não está completamente identificado. No entanto, os estudos mais recentes acreditam que diversos fatores estão inter-relacionados, incluindo a composição funcional da proteína de soja, os sinergismos entre os componentes presentes nos alimentos, o metabolismo e a genética individual, assim como outros fatores de risco.
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Nutrição Virtual
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quinta-feira, 28 de maio de 2009

LEITE DE VACA OU DE SOJA?

Muitos me questionam sobre a substituição do leite de vaca pelo leite de soja. É importante entender que apesar das duas bebidas serem fontes de proteína, elas pertencem a grupos alimentares diferentes.
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O leite de vaca é de origem animal, pertence ao grupo do leite e derivados. Através da proteína, nos fornece aminoácidos que o nosso corpo não é capaz de produzir, excelente fonte de cálcio e boa fonte de magnésio, potássio, sódio e vitaminas A, D e algumas do complexo B. Devido à lactose (açúcar do leite), esta bebida também é fonte de energia.
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A bebida extraída da soja é fonte de proteína de origem vegetal e pertence ao grupo das leguminosas. Vitaminas, minerais e propriedades antioxidantes (isoflavonas) se destacam em sua composição.
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Estudos indicam que tais substâncias antioxidantes atuam na redução das taxas do colesterol ruim (LDL) no sangue e, conseqüentemente diminui o risco do desenvolvimento de doenças cardiovasculares, além de exercerem também atividade hormonal, equilibrando a quantidade do hormônio estrógeno no organismo feminino podendo amenizar, dessa forma, os sintomas da menopausa. O leite de soja pode e deve ser consumido, independente do consumo do leite de vaca.
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Como vocês podem perceber estas bebidas não tem exatamente os mesmos componentes nutricionais, por isso, não podem ser substitutas. Existem pessoas que são intolerantes à lactose, então nesse caso é excluído da alimentação o grupo do leite e derivados, dessa forma torna-se essencial um acompanhamento com um nutricionista, para que assim possa ser indicado um cardápio adequado, visando atingir todas as necessidades nutricionais. E outras pessoas não tem intolerância à lactose, mas não gostam do leite de vaca, sentem algum tipo de desconforto. O indicado é que substituam o leite por outro alimento do mesmo grupo alimentar (iogurte, queijos, etc).
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FONTE: Nutrição e Esportes
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