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quarta-feira, 2 de maio de 2012

APOSTE NO BIFUM, MACARRÃO ORIENTAL FEITO DE ARROZ


Quem pensa que o Yakisoba é o único prato de massa da culinária oriental precisa ampliar seu universo gastronômico. O bifum, macarrão fininho feito de arroz, também tem seu lugar nos cardápios dos restaurantes japoneses e chineses. "Trata-se de uma massa de sabor neutro, que recebe bem os temperos", explica Homero Cassiano, gerente do Mitsuba. 

Versátil, o bifum combina com legumes grelhados, carne bovina, lombo de porco, frango, peixes e frutos do mar. O modo mais tradicional de servir se assemelha ao do Yakisoba, com o macarrão misturado aos legumes e aos tipos de proteína escolhidos. Mas a massa também pode ser usada no preparo de saladas ou de pratos vegetarianos. Tanto que conquistou os fãs da comida natural.

Outra vantagem do bifum, que é bem mais leve do que o macarrão convencional, é não conter glúten. "Cada porção de 100 gramas de bifum tem 259 calorias e pouquíssima gordura", afirma Homero. A massa ainda é rápida de preparar: basta ficar cerca de um minuto em água fervente e pronto, é só escorrer e adicionar os complementos que quiser.

Fonte: gnt.globo

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domingo, 18 de abril de 2010

DIETA SEM GLÚTEN, EMAGRECE?

Ultimamente o glúten tem sido visto como um vilão para quem deseja eliminar peso. A nova sensação do momento para conquistar um corpo mais magro e ter mais disposição é a dieta sem glúten, que “promete” eliminar os quilos extras excluindo da alimentação todo alimento que contenha glúten em sua composição.
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Mas o glúten é mesmo o grande vilão da sua dieta? A resposta é NÃO! Não há nada que comprove que excluindo o glúten de sua alimentação você elimine peso e diminua a gordura abdominal. Na verdade, como o glúten está presente na maioria dos alimentos como pizza, biscoitos, massas e pães, excluindo esses alimentos da sua dieta, como conseqüência acabará consumindo menos calorias e poderá eliminar peso.
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Mas essa redução de peso não se deve a restrição do glúten e sim a exclusão de diversos alimentos da sua alimentação. O único motivo que pode levar a pessoa a excluir o glúten de sua alimentação é ser portador da Doença Celíaca. Somente para os celíacos o glúten pode ser considerado um vilão, pois essas pessoas tem hipersensibilidade e quando consumido, interfere no intestino delgado.
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Essa interferência causa uma inflamação que impede a absorção de vitaminas, minerais, além de sintomas como diarréia crônica, vômito, falta de apetite, distensão abdominal. As pessoas portadoras da doença podem identificar os alimentos que contém glúten através do rótulo das embalagens e consultar sempre um médico ou nutricionista. Mas se você não tem doença celíaca e o seu objetivo é somente eliminar peso, não há motivo para excluir o glúten da sua alimentação. Basta se alimentar de forma saudável, balanceada, fracionada, variada e praticar atividade física regularmente.
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Matéria retirada do site Terra
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A partir da matéria publicada, ressalto que não somente os portadores de doença celíaca devem ter uma alimentação isenta de glúten, pois há casos de obesidade em que somente uma dieta com redução de calorias não é suficiente, pelo fato do corpo não aceitar o glúten e não reconhecê-lo como nutriente, gerando inflamação e resistência ao emagrecimento. Dessa forma, trabalhar com dietas isentas de glúten podem sim ter um resultado satisfatório. Por estes motivos, destaca-se a importância de uma avaliação e acompanhamento nutricional a fim de verificar qual a melhor dieta, garantindo assim, uma alimentação saudável e específica para cada organismo.
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Dieta ortomolecular
Os benefícios da dieta mediterrânea
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terça-feira, 30 de março de 2010

PÁSCOA COM MODERAÇÃO

A Páscoa está chegando. Esta data é uma das festividades mais esperadas por quem adora chocolates e quer uma oportunidade para consumi-los sem culpa. A boa notícia é que seu consumo com moderação pode trazer benefícios à saúde.
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Considerado um alimento funcional, o chocolate amargo (com no mínimo 70% de cacau), faz bem à saúde do coração, por ser rico em substâncias de ação antioxidante - epicatequinas e catequinas. Além disso, o chocolate, é fonte de cafeína e teobromina, atua como estimulante do cérebro e agiliza o raciocínio. Também aumenta a produção de serotonina, hormônio responsável pela sensação de bem-estar, ajudando a combater a ansiedade e a depressão. Para pessoas que têm alguma restrição alimentar existem alternativas aos chocolates convencionais. Aqueles que sofrem de intolerância à lactose, alergia à proteína do leite e os celíacos (alérgicos ao glúten) podem consumir os chocolates de alfarroba e os à base de soja. Já para os diabéticos há opções sem adição de açúcar, nas versões diet.
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Os chocolates são compostos de massa de cacau, sacarose, manteiga de cacau, aromatizantes e outros ingredientes como leite, passas, castanhas e amêndoas. Contém, ainda, alguns minerais, como ferro, potássio, cobre, manganês e magnésio. Para aproveitar o que há de melhor na guloseima, é preciso saber a composição dos diferentes tipos de chocolate.
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VEJA OS DIFERENTES TIPOS
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º AO LEITE - a massa de cacau é substituída em parte por leite em pó, produzindo um gosto mais adocicado.
º BRANCO - contém manteiga de cacau, açúcar e leite, mas não leva massa de cacau. É o mais calórico dos chocolates, pois é feito com manteiga de cacau, enquanto o escuro é feito apenas com o cacau.
º AMARGO - em geral, é de alta qualidade. Tem grande quantidade de massa e manteiga de cacau, pouquíssimo açúcar e não contém leite. É o menos calórico e o mais saudável entre os chocolates tradicionais.
º ORGÂNICO - fabricado a partir de ingredientes 100% orgânicos, sem a utilização de fertilizantes químicos e agrotóxicos. Encontrado nas versões: amargo (sem lactose), à base de soja (sem lactose), com menta (sem lactose) e ao leite.
º EM PÓ - muito usado em receitas. É feito de amêndoa de cacau, sem a manteiga. Não deve ser confundido com achocolatados (chocolate, leite em pó e açúcar).
º PARA COBERTURA - tem grande quantidade de manteiga de cacau, que lhe dá a propriedade de derreter com facilidade. Na culinária, ele facilita o acabamento e o brilho nas coberturas. É comercializado nos tipos: meio-amargo, branco, ao leite, diet e sem lactose.
º HIDROGENADO - é feito com a gordura hidrogenada em substituição à manteiga de cacau. É um produto mais barato, que derrete mais facilmente. Possui sabor e a textura inferiores aos dos chocolates feitos com manteiga de cacau. É tão calórico quanto os outros chocolates, sem apresentar os mesmos benefícios.
º DIET - opção para diabéticos. É feito de massa e manteiga de cacau, leite em pó integral, soro de leite e edulcorantes. Para compensar a falta de açúcar, ganha maior dose de gordura e, consequentemente, apresenta maior valor calórico. A versão LIGHT é mais indicada para quem quer perder peso.
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OPÇÕES PARA QUEM TEM INTOLERÂNCIA
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º ALFARROBA - é uma vagem que, após a trituração e torrefação, resulta numa farinha, utilizada como substituta do cacau e com amplas vantagens. Tem apenas 0,7% de gordura, é fonte de cálcio, potássio, fósforo e vitaminas E, B6 e B12. Além de ser rica em fibras e não conter cafeína. Seu sabor é similar ao do chocolate amargo. É indicado para celíacos, pessoas com intolerância à lactose e se for sem adição de açúcar, para diabéticos. Pode ser encontrada em barra, pó, bombons, gotas e ovos de Páscoa.
º À BASE DE SOJA - chocolate 100% vegetal, feito com extrato de soja (em substituição ao leite), sem lactose, proteína do leite ou glúten. Possui sabor similar ao chocolate ao leite tradicional. Disponível em bombons, trufas, barras e ovos de Páscoa, esta guloseima é especialmente indicada para pessoas com intolerância à lactose e celíacos. A versão sem açúcar do produto pode ser consumida por diabéticos. Seu valor calórico é inferior ao do chocolate tradicional e ao dietético.
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Independente do tipo, o ideal é ingerir a guloseima pela manhã ou no início da tarde, quando o corpo precisa de mais energia. Mas lembre-se: seu consumo deve ser moderado e acompanhado de uma alimentação equilibrada!
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Matéria retirada do site Mundo Verde
Veja também:
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Açúcar: saiba o que esse produto faz ao organismo
Açúcar mascavo e mel também aumentam a glicose
Diet ou light?
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quarta-feira, 17 de março de 2010

CONSUMO PRECOCE DE GLÚTEN PODE CAUSAR CONSTIPAÇÃO

O glúten é uma proteína presente no trigo, cevada e centeio, e assim onipresente na dieta ocidental. Além disso, para os portadores da doença celíaca (uma condição caracterizada por uma intolerância permante ao glúten em pessoas geneticamente predipostas) a ingestão de glúten é responsável pela inflamação crônica e danificação da mucosa intestinal em função da reação auto-imune que ele desencadeia, levando à má-absorção de nutrientes e outros problemas derivados como por exemplo a osteoporose, anemia e fadiga. Estudos recentes hipotetisam que o glúten possa também ser responsável pela presença de sintomas gastrointestinais mesmo na ausência da doença celíaca.
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Neste novo estudo, o objetivo dos pesquisadores holandeses, coordenados pelo Dr. Kiefte-de Jong do Erasmus Medical Center (Holanda), era determinar se o glúten poderia de alguma forma também estar relacionado à constipação em bebês e crianças, uma das causas frequentes de visitas aos pediatras, principalmente na época em que se inicia a introdução de alimentos sólidos na dieta do bebê, bem como quando ocorre a transição do leite materno ou fórmula para o leite de vaca.
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Para responder à esta pergunta, os pesquisadores analisaram os dados de mais de 4600 crianças. Os pais destas crianças completaram um questionário - envolvendo várias questões sobre a saúde da criança, amamentação, introdução de alimentos sólidos, medicamentos, presença de alergia à leite de vaca, dentre outras informações – em dois momentos do desenvolvimento de seus filhos: quando os bebês estavam com 6 meses e quando tinham 24 meses. A presença de constipação foi analisada como correspondendo à uma frequência de evacuação de menos de 3 vezes por semana e/ou presença de fezes endurecidas durante duas semanas ou mais.
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Aos dois anos de idade, 12% das crianças, ou seja, aproximadamente 1 criança em cada 8, já tinham apresentado sintomas característicos de constipação. Após analisar características familiares e das dietas das crianças, o Dr. Kiefte-de Jong e seus colaboradores verificaram que a introdução do glúten na dieta precocemente foi o fator desencadeador da constipação em diversos casos: dentre as crianças que consumiram glúten precocemente (com 6 meses de idade ou menos), a probabilidade de terem sofrido episódios longos de constipação intestinal foi significativamente maior do que dentre aquelas que não consumiram glúten até os 6 meses de idade. Os resultados também não se alteraram quando os pesquisadores controlaram, na análise, os efeitos de fatores como o sexo da criança, peso no nascimento, tempo de gestação, nível de instrução da mãe, tabagismo pela mãe e origem étnica da criança.
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Ainda assim, os autores do estudo ressaltam que é preciso considerar que a pesquisa não é isenta de problemas, dentre os quais a utilização de questionários respondidos pelos próprios pais sobre a presença de alergias alimentares (ao invés do diagnóstico independente), e a falta de informação sobre características do estilo de vida das famílias. Neste sentido, ainda são necessárias pesquisas adicionais antes de que se possa recomendar rotineiramente o adiamento da introdução do glúten na dieta dos bebês.
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Matéria retirada da Revista Vida sem Glúten e Alergias
Veja também:
Sem glúten
Kefir: grãos que esbanjam saúde
Doença celíaca em idosos
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segunda-feira, 8 de fevereiro de 2010

DOENÇA CELÍACA EM IDOSOS

Para aqueles que possuem a doença celíaca, a ingestão de glúten (proteína encontrada no trigo, cevada e centeio) desencadeia uma reação auto-imune que danifica as vilosidades do intestino delgado. A continua ingestão de glúten pode assim danificar este órgão, levando à má-absorção de nutrientes e diversas outras complicações associadas. A adoção de uma dieta livre de glúten, no entanto, pode reverter este quadro, eliminando tanto sintomas como o risco de complicações da doença.
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Embora a maioria das pessoas associem o surgimento dos sintomas à infância, juventude ou mesmo aos anos iniciais da vida adulta, um novo estudo mostra que a doença pode também se manifestar pela primeira vez em pessoas idosas. Neste estudo, os pesquisadores investigaram se estas pessoas idosas desenvolveram a doença apenas em uma fase avançada da vida, ou se simplesmente a doença já estava presente antes, mas não foi diagnosticada. Para isto, eles fizeram exames de sangue para a doença em 2815 pessoas acima de 55 anos em 2002, e repetiram estes exames em 2216 destes pacientes em 2005. Os pesquisadores também solicitaram biópsias do intestino delgado naqueles casos em que os exames de sangue foram positivos.
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Em 2002, a presença da doença foi confirmada através de biópsia em 2.13% da população de idosos. Em 2005, 2.34% destas pessoas tiveram o diagnóstico confirmado. Houveram 5 casos que em 2002 foram negativos, mas que em 2005 foram diagnosticados como celíacos (sendo que apenas 2 destes apresentavam sintomas). Estes resultados mostram não apenas a alta prevalência da doença entre idosos, mas também que a doença pode se manifestar pela primeira vez já em uma fase avançada da vida (o fato da prevalência ser maior em idosos poderia ser explicado em função da demora no diagnóstico, bem como pelo fato da doença poder se manifestar entre adultos e idosos - consequêntemente, quanto maior a idade média do grupo testado, maior a prevalência).
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Pesquisas anteriores já haviam indicado que a presença da doença celíaca não diagnosticada pode levar à complicações sérias de saúde em pessoas idosas. Em um destes estudos, que incluiu 35 pessoas com mais de 60 anos, 15 destes pacientes frequentavam o médico por vários anos (uma média de 28 anos de consultas) devido à queixa de sintomas, e durante estes anos todos não haviam sido diagnosticados. Os pesquisadores concluem o estudo sugerindo que os médicos deveriam estar conscientes da possibilidade de que seus pacientes mais idosos possam ter ou desenvolver a doença celíaca, e que a presença de um teste negativo no passado não significa que a pessoa não possa desenvolver esta condição mais tarde na vida.
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Veja também:
Sem Glúten
Os benefícios do amaranto
Quinua: grão rico em nutrientes e baixa caloria
Melhor idade: atenção redobrada com alimentação

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terça-feira, 11 de agosto de 2009

OS BENEFÍCIOS DO AMARANTO

O amaranto é conhecido em vários países há muito tempo, porém, aqui no Brasil não faz muito tempo que começamos a escutar falar sobre esse grão altamente nutricional. As pesquisas realizadas com o amaranto começaram por volta de 1996 e a partir daí começou o seu cultivo no Brasil.
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O grão possui cerca de 15% de proteínas com alto teor biológico (aquelas com todos os aminoácidos essenciais que o corpo não produz). De acordo com estudos, ela se compara com a proteína do leite. É fonte de cálcio biodisponível (melhor absorção no organismo), o que não acontece com outros tipos de vegetais. Além de ser fonte de fibras, zinco, fósforo e outros nutrientes. Não contém glúten, sendo uma excelente opção para os celíacos (pessoas com intolerância ao glúten). Quase não tem gosto, o que é muito bom, pois a farinha pode ser usada em várias misturas sem comprometer o sabor das preparações.
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Ainda é pouco conhecido no Brasil. Por isso pode ser difícil a sua aquisição. Atualmente é comercializado em flocos naturais, semelhante aos flocos de aveia, pode ser consumido com frutas e iogurte, como ingrediente para preparação de pães, bolos, doces, sopas, vitaminas e também pode ser consumido como pipoca. A cada dia vem sendo pesquisado seu emprego como matéria-prima em alimentos consumidos habitualmente pela população.
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Muitas pesquisas realizadas, tanto no Brasil e em todo o mundo, vem mostrando o potencial do amaranto na redução dos níveis de colesterol no sangue. Vários componentes presentes podem atuar neste efeito, como o óleo, a fibra, a proteína e as substâncias antioxidantes. Uma delas foi realizada por pesquisadores da Faculdade de Saúde Pública da USP, que utilizaram as sementes e reduziram o colesterol de animais de laboratório. As pesquisas também mostraram resultados satisfatórios em humanos, prova que este alimento é outro forte candidato a fazer parte de uma alimetação saudável.
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Terra
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domingo, 28 de junho de 2009

QUINUA: GRÃO RICO EM NUTRIENTES E BAIXA CALORIA

Além de ser ótima fonte de carboidratos de baixo índice glicêmico, vitaminas, minerais e gordura saudável, a quinua contém todos os aminoácidos essenciais para o bom funcionamento do corpo. A quinua desembarcou em terras brasileiras há pouco tempo. Foi a partir de 2004 que esse cereal começou a ser importada do deserto Uyuni, nos Andes bolivianos. E já não era sem tempo.
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O grão é uma ótima fonte de carboidratos de baixo índice glicêmico, vitaminas, minerais e gordura saudável. Possui baixa caloria e mais fibra que o arroz integral.
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“Ele contém todos os aminoácidos essenciais que nosso corpo não fabrica e que são precursores das proteínas: histidina, isoleucina, leucina, lisina, metionina, fenilalanina, treonina, triptofano, valina e arginina”, afirma a nutricionista Mariana Reis, da Rede de Clínicas Anna Aslan. “Essas proteínas, formadas pelos aminoácidos, são indispensáveis para o melhor rendimento e elasticidade das fibras musculares, recuperação de tecidos e células, manutenção dos órgãos, da pele e do sistema imunológico, bem como para a produção de hormônios e enzimas”, destaca. Outro diferencial do grão é a presença dos aminoácidos metionina e lisina, típicos de alimentos de origem animal como carne e ovos. Segundo a nutrucionista, esses dois aminoácidos estão relacionados ao desenvolvimento da inteligência, à rapidez de reflexos e a funções como a memória e a aprendizagem.
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A quinua também é uma boa fonte de triptofano, aminoácido ligado à produção de serotonina no cérebro, responsável pela modulação do humor, pela disposição e pelo bem-estar. “Por isso, acredita-se que o seu consumo regular possa ajudar a reduzir a fadiga e a depressão”, diz a Mariana. Livre de glúten, o grão contém quase a mesma quantidade de calorias do arroz. Cada 100g de quinua crua têm 374 calorias, contra 350 calorias do arroz integral. “E por ser rica em fibras, ele ajuda a aumentar a sensação de saciedade durante as refeições, melhora o funcionamento intestinal e favorece o controle dos níveis de colesterol, glicemia e triglicérides no sangue”, diz o geriatra Eduardo Gomes, diretor da rede de Clínicas Anna Aslan.
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Abril
www.quinuareal.com.br
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quinta-feira, 11 de junho de 2009

SEM GLÚTEN

O glúten é uma proteína presente no trigo, aveia, centeio e cevada, e em todos os seus derivados. Algumas pessoas podem ter uma maior sensibilidade à esta substância em decorrência dos anos de grande consumo, já que nossa dieta é rica em pães, macarrão, biscoitos, barras de cereais e tantos outros produtos enriquecidos com esta proteína.
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Pesquisas recentes vem mostrando, inclusive, a relação entre o alto consumo de glúten e prisão de ventre e doenças inflamatórias, incluindo obesidade e artrite. Qual é a solução? Não abusar, substituindo o glúten por tapioca, polvilho, fécula de batata, farinha de milho, farinha de arroz, farinha de mandioca, araruta, quinua, farinha de linhaça, dentre outras opções. Se você gosta de fazer tortas ou bolos, deixe pronta uma mistura que substitui a farinha de trigo:
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3 xícaras de farinha ou creme de arroz
1 xícara de fécula de batata
1 xícara de polvilho doce
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Para farinhas utilizadas em empanados: misturar, peneirando, farinha de mandioca com farinha de milho.
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Dica da Nutricionista - Andréia Torres
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sexta-feira, 8 de maio de 2009

BENEFÍCIOS DA LINHAÇA

Consumir linhaça regularmente ajuda a manter o corpo e a saúde em forma! Excelente aliada da manutenção do peso, essa pequena e poderosa semente é rica fonte de fibras e nutrientes essenciais ao organismo.Utilizada no oriente desde a antiguidade, a linhaça já era sinônimo de proteção, marcando presença nos rituais religiosos egípcios e no tratamento de ferimentos. Hoje, pesquisas comprovam a eficácia da semente do linho para proteger a saúde de quem a consome com frequência.
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A nutricionista Flávia Morais, da rede Mundo Verde, especializada em produtos naturais, orgânicos e para bem-estar, explica que a linhaça é riquíssima em componentes com efeitos benéficos à saúde: fibras, ômegas 3 e 6 (ácidos graxos), lignanas (fitoestrógenos), vitaminas A, E, B1, B6, potássio, magnésio, fósforo, cálcio, ferro, cobre, zinco, manganês e selênio.
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Com sabor que lembra a castanha, é uma opção sem glúten para fornecer esses nutrientes. Este alimento funcional é capaz de ajudar o sistema imunológico, reduzir o envelhecimento celular, diminuir o risco de algumas doenças e controlar o peso. A linhaça é um dos alimentos mais ricos em ômega 3, por isso, é responsável por prevenir doenças cardiovasculares, e evitar coágulos ao diminuir as taxas de colesterol total e de LDL colesterol (ruim) e aumentar as de HDL colesterol (bom).
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DICAS DE CONSUMO
A ingestão recomendada de linhaça é de duas colheres de sopa ao dia. As sementes podem ser adicionadas a iogurtes, saladas, sucos, vitaminas, feijão, sopas e molhos. Para aproveitar todos os benefícios que a linhaça oferece, as sementes devem ser trituradas (você compra as sementes e tritura antes de consumí-las). Dessa forma, a linhaça libera mais nutrientes.
Para quem sofre de constipação intestinal, a linhaça é ótima fonte de fibras, mas deve ser comsumida diariamente e não mais que a recomendação diária.
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